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Cinco pontos essenciais para se atentar na viagem para outros países com filhos pequenos

É inegável que vida de recém casado é muito mais tranquila do que a vida com filhos. Principalmente quando o assunto é viagem. É assim que o empreendedor e influenciador digital Bruno Pinheiro leva a vida com sua família há 3 anos. Já visitaram mais de 40 países, sendo ao menos 20 com seus filhos.

Pai de um casal de crianças de 1 ano e meio e 3 anos, Pinheiro e sua esposa aguardam a terceira filha para 2018 e não pensam em parar de “morar” em outros países.

Para o especialista, que relata a maioria de suas viagens no blog e redes sociais do Família Sem Fronteiras, e está por um período no Brasil, viajar com a família completa tem suas vantagens e desvantagens, e por isso é importante ter bem um planejamento para o tipo de viagem a ser feita, desde o tipo – avião, carro, barco – até o país a ser visitado e se é agradável para as crianças, principalmente em relação à quantidade de locais a serem visitados e tempo de escalas.

Veja a seguir alguns pontos a ficar atento nas viagens:

Locais familiares

Uma pesquisa mundial realizada pela Expedia, site especializado em viagens pelo mundo, mostra que para 75% dos entrevistados, suas memórias favoritas são de viagens feitas com a família durante as férias. “É importante que a viagem seja pensada para a família e não para um casal ou pessoa solteira”, explica Pinheiro, que assume já ter passado vontade em uma de suas viagens. “Enquanto estávamos cuidando de nossa filha no quarto do hotel, uma festa maravilhosa estava acontecendo do lado e fora do resort que estávamos hospedados, porém nada irá substituir o momento marcante que temos registrado, que foi dela me acordar toda feliz”.

Orçamento definido

Ter uma reserva pré definida é o básico para qualquer viajante. Quando está acompanhando de filhos é necessário estar preparado para o dobro de imprevistos, principalmente quando é mais de uma criança. Um das dicas é já estar previamente ciente de como funciona o sistema de saúde dos locais visitados e cobertura do seguro viagem. “Ironicamente, foi no Brasil que mais gastei dinheiro, pois meu filho inalou um caroço de feijão e teve que fazer uma cirurgia às pressas, obrigando que desembolsasse um valor de um carro zero de luxo”, lembra Pinheiro, que também já passou um susto com a sua filha primogênita. “Na Ásia, ela sofreu queimadura, em várias partes do corpo, de água viva, mas como nosso seguro cobria atendimento médico, fomos prontamente atendidos”.

Jet lag e fuso horário

Viagens muito longas, que atravessam oceanos e que resultam em diferentes horários podem causar uma mudança brusca na rotina das crianças. Por isso é necessário algumas estratégias para não impactar tanto na vida dos pequenos: procurar por vôos noturnos ou que sejam feitos em horários habituais de soneca deles ajudam os pais a conseguir uma adaptação melhor aos lugares em que desembarcarão. “É importante manter a rotina e agir no primeiro dia como se não tivesse feito a viagem, e apenas colocar as crianças para dormir quando for o horário de costume”, explica Pinheiro.

Passeios sem carro

Por mais que pareça cansativo, opte por passeios que não envolvam carros, saindo da rotina. “A experiência em curtir, sem se preocupar com outros fatores, acaba trazendo uma intimidade maior para a família, passando bons momentos juntos admirando o percurso, a paisagem, entre outras situações que passam despercebidas enquanto dirigimos”.

Refeições

Adultos podem comer a qualquer hora em qualquer lugar, mas ao levar crianças nas viagens a situação muda. É imprescindível dar atenção especial à alimentação das crianças e muitas vezes isso fica mais difícil em alguns países. “Na Ásia, por exemplo, nunca sabíamos a origem das carnes servidas em alguns restaurantes, por isso, levávamos a nossa própria alimentação, a base de legumes e frutas, durante nossa estadia por lá”, explica Pinheiro.

 

Fonte: Ortoloni Comunicação

Plaenge