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Tempurá saudável

A palavra “tempurá”, com etimologia japonesa, indica o processo de preparo de empanados, tanto de vegetais ou frutos do mar. O curioso é que, originários do Japão, foram trazidos pelos missionários portugueses, onde havia a Semana Santa e não se comia carne. A palavra “tempurá” dizia respeito ao tempero. Ainda existe em Portugal um prato denominado “peixinhos de horta” onde os vegetais são fritos à maneira do “tempurá”.

O “tempurá” é um prato muito apreciado, mas considerado caro devido ao custo do óleo vegetal refinado, pois o Japão não tem produção e nem matéria prima para sua produção. Grãos como soja, canola, algodão, etc., são totalmente importados de países produtores como Estados Unidos, Brasil, etc.

Como o prato é fino e caro, é necessário esmero na sua preparação, começando pela escolha das matérias primas, como vegetais e frutos do mar frescos, além de exigir cuidado no seu preparo e técnicas de fritura em torno de 190°C.

Deve-se utilizar um elemento ligante, como a gema de ovo, ou algum sucedâneo, além de uma farinha de rosca especial que deixe o empanado seco e crocante.

A ZINI, com tecnologia italiana, iniciou a fabricação de “tempurá”, preparado à base de farinha de trigo especial, que passa por um cozimento, dentro de um turbo processador, produzindo grãos micro esféricos, ou seja, uma aplicação proteica da nanotecnologia. Após o processo o produto se torna lipófobo, onde economiza até 60% de óleo durante a fritura, obtendo-se uma fritura crocante devido à sua densidade e à superfície reduzida, que não absorve óleo na massa de fritura. O “tempurá”, assim elaborado, se apresenta seco e crocante, com evidentes ganhos na saúde do usuário, sem gordura em excesso na fritura.

Atenta à grande preocupação atual das autoridades sanitárias e dos consumidores em desenvolver produtos alimentares corretos, a ZINI BRASIL trouxe a FIOCCOPAN e a FIOCCOGEL para atender a demanda por uma comida saudável, obtendo-se ainda uma grande economia no consumo de óleo durante a fritura e preparo do “tempurá”. Atualmente a farinha utilizada para fritura é importada do Japão, China ou Tailândia. Estes ingredientes importados apresentam dificuldade na disponibilidade, atrasos e elevado custo dos impostos.

 

 

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