O aumento de empregos gerados pelo comércio local

Os pequenos negócios vêm apresentando uma diferença significativa com mais de 2 milhões de empregos com carteira assinada, equivalente a 71% do total de vagas criadas no Brasil. Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED), do Ministério da Economia, estes números são quase 3x maior do que as médias e grandes empresas contrataram entre julho de 2020 e julho de 2021.

Os dados não mentem e nos apresentam um bom motivo para apoiarmos e comprarmos do pequeno comerciante do nosso bairro, o que chamamos varejo de vizinhança por se tratar do barzinho, da padaria, da loja de conveniência, do mercadinho, dos comércios locais que geralmente estão perto de nós e são literalmente nossos vizinhos.

Segundo o Especialista da Kick-Off Consultores, Cláudio Tieghi, ao falamos de pequenos negócios e comércio local, a primeira coisa a considerarmos é: a economia do Brasil (real) circula essencialmente através dos pequenos negócios. Estes estão muito mais ligados à cultura e identidade da localidade onde eles estão.

A cultura dos comércios locais os famosos “mercadinhos da esquina”

O fato de comprar de negócios locais traz um aspecto de desenvolvimento da localidade, já que pessoas que fazem compra no exterior, ou mesmo que vão atrás de promoções em mega centros de vendas, ou hipermercados, acabam levando esses impostos que poderiam ficar para aquela região. Esses mesmos impostos acabam indo para grandes conglomerados econômicos e também saindo do país. É importante exercer o processo de compra na sua área justamente para fortalecer a identidade daquela comunidade, e fortalecer os vínculos também entre consumidor e fornecedor completa Tieghi

Mesmo com a crise econômica que o país passou a enfrentar com a chegada da pandemia do novo coronavírus, onde muitos foram aqueles que viram a necessidade de fechar as portas do seu negócio, um movimento de incentivo àqueles que mais foram afetados pelo lockdown, surgiu.

Comprar do pequeno comerciante, do pequeno prestador de serviços, gera benefícios para todos nós, a geração de empregos é apenas um deles aponta Daniel Costa, CEO da rede de franquias Paper Pão

A Paper pão é uma rede de franquias de publicidade e propaganda em sacos de pão, exemplo de modelo de negócios de micro franquias, criada em 2016, pelo empreender Daniel Costa, com o intuito de possibilitar que pequenas e microempresas tenham a possibilidade de competir com “tubarões” do mercado utilizando a economia criativa e o modelo “ganha-ganha”, onde toda a cadeia produtiva é beneficiada pela existência do serviço.

Ajude o pequeno comerciante

A marca agrega publicidade a um espaço de economia criativa e colaborativa em que várias marcas, em especial, pequenas e microempresas possam se unir para colocar em circulação propagandas regionais em um meio de alta circulação e entra na casa das pessoas. “É uma excelente estratégia para promover o marketing de vizinhança”, conclui Costa.