29 de agosto é comemorado o dia do Gamer




240*Por Marco Moraes

Na recente cerimônia de sua posse como presidente da Petrobras, a Engenheira Magda Chambriard declarou: “Não existe transição energética sem falar quem vai pagar essa conta. E é o petróleo que vai pagar essa conta”. Seria uma declaração auspiciosa, se significasse que a Petrobras, que é a maior produtora e fornecedora de petróleo e derivados do Brasil, fosse liderar a transição energética do país.
A Petrobras ainda afirma que, para garantir a “segurança energética”, precisa iniciar a exploração em novas áreas, como na Bacia da Foz do Amazonas. O termo “Foz do Amazonas” provoca arrepios nos ambientalistas de todo o mundo, pois remete à ideia de que a exploração se dará próximo à Floresta Amazônica, o que não é o caso. Os blocos exploratórios da Petrobras se encontram em águas profundas a 530 km da foz do Rio Amazonas e a 175 km do litoral norte do Amapá. E notem, só há ali um potencial geológico para a existência de petróleo. Até que sejam perfurados poços, não há nenhuma garantia de que haja reservas significativas.

Explorar petróleo perfurando alguns poços a centenas de quilômetros da costa representa um risco ambiental pequeno. Mas, uma vez descoberto, o petróleo tem que ser armazenado e transportado por navios ou dutos, operações onde o risco é bem maior.
Embora toda essa atividade vá ocorrer, em sua maior parte, longe da floresta, há um outro risco ambiental muito preocupante. Ao longo da chamada costa amazônica, que se estende por 679 km do Maranhão ao Amapá, há uma faixa de manguezais que ocupa 9 mil km2 e corresponde a 70% dos manguezais do país. É o maior cinturão contínuo de manguezais do mundo. E os mangues são um bioma essencial não só para as áreas costeiras, mas também para boa parte da vida marinha.
A declaração de Magda Chambriard de que “o petróleo vai pagar pela transição energética” não é corroborada pelos fatos. Seu antecessor na presidência da empresa, Jean Paul Prates, até incluiu 11 bilhões de dólares de investimentos em energias renováveis nos 100 bilhões que a Petrobras pretende investir até 2028. 11%, portanto. O que é muito pouco.

A iniciativa privada investiu 25 bilhões de dólares em energias renováveis no Brasil apenas em 2023! E no caso da Petrobras, boa parte dos 11 bilhões de dólares serão aplicados na aquisição de usinas de biocombustíveis, ou seja, não serão novas frentes, apenas negócios já consolidados que mudarão de dono. Não é o que se espera de uma empresa que afirma que vai liderar a transição energética do país.
A questão que permeia toda essa discussão é: que país queremos ser? Vamos continuar planejando um desenvolvimento econômico com os olhos para o passado? O mundo está com os olhos voltados para o Brasil. E vai ficar mais ainda quando a COP 30, a Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas, for realizada em Belém, em plena Amazônia, no ano que vem. Explorar de forma açodada a Bacia da Foz do Amazonas, mesmo que não represente todo o risco que pode parecer, me parece que enviaria a mensagem errada para o mundo.
Marco Moraes é geólogo, pesquisador de mudanças climáticas e autor do livro “Planeta Hostil” (Matrix Editora).
Banoffee é uma sobremesa britânica feita com banana, chantilly e caramelo em uma base de biscoito. Aprenda a fazer versão fácil e rápida, que promete garantir o sabor inesquecível deste doce a qualquer momento do dia.
Para aprender, confira o modo de preparo abaixo:
Ingredientes:
Base
Creme
Bananas carameladas

Suspiro
Modo de Preparo:
Triture as rosquinhas de coco e misture com a manteiga derretida, de modo a formar uma farofinha úmida. Reserve a farofa.
Para as bananas caramelizadas, leve ao fogo baixo o açúcar e a água, sem mexer, até que esteja dourado. Acrescente as bananas fatiadas em rodelas e cozinhe-as até que estejam macias. Aqui, você pode conferir à receita mais sabor acrescentando 1 colher de chá de canela em pó (opcional). Reserve-as.
Prepare o creme juntando todos os ingredientes numa panelinha. Misture tudo muito bem e leve essa mistura ao fogo para engrossar. Reserve o creme.
Para o suspiro, bata as claras em neve, juntando o açúcar aos poucos.
Agora, é só montar a sobremesa, começando pela farofinha de biscoitos. Depois, coloque uma camada de creme e uma camada de bananas carameladas. Cubra tudo com uma camada de suspiro e leve ao forno alto por 5 minutos ou até dourar.
A sobremesa é a pedida para servir depois do almoço em família
Está com banana sobrando na fruteira e não sabe o que fazer com elas? Para te ajudar a evitar o desperdício, a Estrela sugere uma receita de Pavê de Banana com Chocolate, que rende até 10 porções.
Quer saber como fazer? É só conferir a receita completa abaixo:
Ingredientes:
1 embalagem de Biscoito Maizena
1 lata de creme de leite
1 xícara (chá) de licor de chocolate
200g de chocolate ao leite
150ml de leite
5 bananas nanicas maduras, picadas
1 colher (sopa) de açúcar
1 caixinha de creme de leite
1 envelope de gelatina sem sabor
1 lata de leite condensado

Modo de Preparo
Passo 1: Comece preparando o creme de banana. Num refratário médio, acomode as bananas, ½ xícara (chá) de água, polvilhe o açúcar, leve ao microondas por 5 minutos ou até que as bananas fiquem macias, deixe amornar e reserve. Dissolva o envelope de gelatina sem sabor em 5 colheres (sopa) de água fria, leve ao banho-maria ou microondas e deixe aquecer sem ferver. Leve ao liquidificador, o creme de leite, o leite condensado, o leite, as bananas cozidas e bata até envolver bem todos os ingredientes. Acrescente a gelatina dissolvida e deixe bater por mais 2 minutos e reserve.
Passo 2: Prepare a cobertura. Derreta o chocolate ao leite no microondas e deixe esfriar. Acrescente a caixinha de creme de leite, reservando 1 colher (sopa) para decorar, misture bem e reserve.
Passo 3: Monte o pavê de banana com chocolate num refratário médio da seguinte forma: biscoito maizena umedecidos no licor de chocolate, creme de banana, biscoito umedecidos no licor de chocolate, creme de banana, biscoito umedecidos no licor de chocolate, creme de banana, biscoito e leve à geladeira por 20 minutos.
Passo 4: Retire da geladeira, acomode por cima a cobertura de chocolate e com a ajuda de uma colher decore com o creme de leite reservado. Retorne para geladeira por mais 2 horas e sirva a seguir.
Rendimento: 10 porções
Tempo de Preparo: 40 minutos + tempo de geladeira
*Por Juan Pablo Ortega

A Inteligência Artificial é uma verdadeira tendência no mercado global e brasileiro, com companhias de diversos segmentos implementando-a em seus negócios e processos. Para se ter uma ideia, um estudo recente divulgado pela Microsoft e Edelman Comunicação mostra que 74% das micro, pequenas e médias empresas do Brasil já a utilizam em seus fluxos de trabalho, aumentando o investimento de 27%, em 2022, para 47%, em 2023.
Além disso, um outro levantamento, desta vez do Instituto dos Engenheiros Eletrônicos e Eletricistas (IEEE) feito em cinco países, incluindo o Brasil, mostra que a IA será a principal tecnologia de 2024. Boa parte da razão por todo esse interesse por ela é a automação de diversas tarefas, fazendo com que times de empresas de diversos segmentos sejam mais eficientes e ágeis, com maior foco no core business.

Isso é o que mostrou um estudo feito no Brasil pela Access Partnership em parceria com a Amazon Web Services. De acordo com o levantamento, 97% de todos os empregadores do país pretendem utilizar a tecnologia até 2028, acreditando que a produtividade pode crescer 66% por meio dela. Além disso, 68% dos empregados veem a automatização de tarefas como o principal benefício.
O fato é que além dessa questão das tarefas, a Inteligência Artificial permite que empresas regionais alcancem uma atuação mais global. Isso porque a tecnologia elimina a barreira de linguagem. Então, por exemplo, um player da Colômbia que criou um negócio por lá não terá mais dificuldade em se comunicar com empresas ao redor do mundo, já que a tecnologia é capaz de se expressar em diferentes idiomas.
E um dos setores bastante beneficiados pela tecnologia é o de e-commerce. Estudo da Gartner aponta que o mercado global deve movimentar, até 2030, US$16,8 bilhões graças ao impulsionamento da Inteligência Artificial (IA) nesse setor. Aqui, vale destacar que o maior benefício se dá na parte de pagamentos, já que a ferramenta é capaz de identificar certos padrões e comportamento por usuário, como produtos usualmente adquiridos, valores das transações, localidade em que são feitas, métodos mais utilizados, etc.
Assim, a experiência do consumidor nessas plataformas tende a ser mais rica, pois a empresa consegue conhecer melhor quem está comprando seus produtos e, dessa forma, fazer ofertas mais assertivas, engajar mais clientes e converter mais vendas. Além disso, justamente por saber mais do perfil do usuário, a IA é efetiva no combate a fraudes, pois consegue detectar mais facilmente quando os padrões de transação de um certo consumidor estão fora do normal.

Contudo, uma das melhores funcionalidades da IA também pode ser seu maior desafio. Hoje em dia, as chamadas “deep fake” são uma verdadeira dor de cabeça tanto para consumidores quanto para as companhias, pois essa tecnologia consegue imitar o rosto e a voz de uma pessoa de forma muito convincente, o que acaba sendo o suficiente para um golpista se aproveitar disso para cometer os mais diversos crimes. Para se ter uma ideia, dados da consultoria Markets and Markets estimam que o investimento em soluções para detectar essas imagens fraudulentas deverá aumentar 41,6% anualmente nos próximos cinco anos. Além disso, o mesmo levantamento aponta que os custos com as ferramentas focadas neste propósito devem ir de US$ 600 milhões, em 2024, para US$ 4 bilhões até 2029.
Dessa maneira, mesmo com tamanhas vantagens, os players devem ficar atentos e pensar em soluções para mitigar esses riscos trazidos pela aplicação criminosa da Inteligência Artificial. Em relação às deep fakes, por exemplo, é importante seguir algumas dicas como conferir a qualidade do vídeo, verificar a sincronia labial com o que se está sendo dito e, em caso de desconfiança, fazer alguma pergunta específica em que somente o verdadeiro interlocutor saberia a resposta.

Além disso, claro, sempre contar com ferramentas tecnológicas capazes de aferir a identidade correta do usuário. Um bom exemplo desse tipo de solução é a tecnologia 3DS, protocolo de autenticação para transações com cartão que é constantemente atualizado pelas bandeiras. Por meio dela, é exigido do possível comprador uma etapa adicional de verificação do via SMS ou validações via aplicativos dos bancos. Isso inibe as ações de golpistas e ainda envia um alerta para os bancos em casos muito suspeitos.
Podemos concluir que a IA é uma tecnologia que veio para ficar, representando o futuro dos negócios ao redor do mundo. Por mais que ainda tenha algumas falhas que necessitam de ajuste urgente, não é nada impossível de ser consertado ou que então invalide as outras vantagens trazidas. Precisamos ter sempre em mente que a tecnologia anda ao nosso lado, facilitando nossa vida e possibilitando que o mercado tenha melhores resultados.
Para celebrar a nova temporada, a Ferragamo retorna às suas origens em Florença, situando a visão da estação no contexto de seu passado. A realidade da cidade de vidas vividas contra o pano de fundo histórico é vivenciada através da lente de Juergen Teller, um artista renomado por sua perspectiva única sobre a modernidade. “Há um senso de conexão com a simplicidade do seu trabalho,” explica Maximilian Davis. “Durante o tempo em que estamos, isso é o que as pessoas estão procurando e eu estou interessado em ver pessoas reais em Florença e como elas usam Ferragamo.”

A coleção da passarela é dissecada e reconstituída para refletir esse espírito: um guarda-roupa criado para existir no mundo de hoje. Explorando a cidade desde o Palazzo Spini Feroni o edifício do século XIII que Salvatore Ferragamo transformou na sede da marca na década de 1930 até a piazza local do lado de fora; do jardim de esculturas na Loggia dei Lanzi que abriga obras-primas renascentistas de renome mundial até o café em frente, esta é uma celebração das realidades simultâneas: da modernidade e do patrimônio, do ordinário e do extraordinário. “Ferragamo e Florença falam a mesma língua, compartilham a mesma história, então eu quis voltar ao começo da história,” explica Davis. “Durante três dias, exploramos a cidade juntos. Foi como se estivéssemos todos em uma viagem e foi divertido. Às vezes, parávamos para tomar um sorvete.”

A icônica Raquel Zimmermann uma versão contemporânea do arquétipo de beleza renascentista ocupa o centro das atenções na história. Ela aparece ao lado de personalidades como Peter Saville que tem sido um cliente da Ferragamo há muito tempo e que recentemente supervisionou a modernização do logotipo da casa e amigos da marca, incluindo a musa Lina Zhang e a acadêmica e consultora criativa Maïa Tellit Hawad. É um grupo que vai além dos contextos comuns da moda e que se relaciona diretamente com a natureza multigeracional da marca. “Na Ferragamo, é sempre uma comunidade, uma família,” diz Davis. Aqui está uma representação da turnê florentina dessa família. Reconheça os locais como sendo intencionalmente selecionados para criar uma verdadeira experiência florentina.

“Pensamos nisso por bastante tempo, sobre como e onde fazer, e estou muito orgulhoso do que fizemos pela Ferragamo em Florença. Faz muito sentido para mim.” Juergen Teller
Diretor Criativo: Maximilian Davis
Fotógrafo: Juergen Teller
Parceiro criativo: Dovile Drizyte
Direção criativa da campanha: Ferdinando Verderi
Styling: Lotta Volkova
Maquiagem: Thom Walker
Cabelo: Virginie Moreira
Unha: Sylvie Macmillan
Modelos: Maïa Tellit Hawad, Peter Saville, Tim Schuhmacher, Yasmin Warsame, Lina Zhang, Raquel Zimmermann


… Bom dia! “Ser feliz sem motivo é a mais autêntica forma de felicidade”.
… Abraço aos aniversariantes de hoje: Márcia Fachini, Simone Blasd, Lidia Szimanski, Daniela Vieira Perez, Maria Fernanda Mazeto Almeida, Marcelo Rasslan Kasper, Eduardo Crivellente Neto, Manoel Câmara Rasslan Guilherme Ferreira de Brito, Lucilene Bittencourt, Nilson Santorinne e Clotilde Bernal de Salles. Happy birthday!