Início Site

Fiat Elba: 40 anos de uma lenda brasileira

Elba nasceu como resposta direta ao estilo de vida do brasileiro que precisava de um carro versátil para trabalhar durante a semana e viajar com a família no fim de semana. Foto: Divulgação

A Fiat comemora os 40 anos de um de seus modelos mais emblemáticos produzidos no Brasil: o Fiat Elba. Lançada em 1986, a perua com o nome de uma ilha da Toscana, na Itália, marcou um movimento estratégico da marca no país ao oferecer ao mercado um modelo que atendia o público que buscava mais espaço, versatilidade e conforto, sem deixar de lado da economia e a robustez que já eram marcas registradas da Fiat no país.

Derivada do consagrado Uno, a Elba surgiu como a versão perua do modelo. Espaçosa e robusta, ela foi lançada no mercado com as versões S e CS, que contava com três portas e possuía um excelente espaço interno com capacidade para 610 litros até o topo do banco traseiro e 1.749 litros com esse banco rebatido, conquistando famílias, pequenos empresários e profissionais que buscavam versatilidade tanto no uso urbano quanto em viagens.

Derivada do consagrado Uno, a Elba surgiu como a versão perua do modelo. Foto: Divulgação

Em termos de mecânica, a Elba traduzia bem a proposta de uma engenharia eficiente, típica da época. Em seu lançamento, o modelo era equipado com o motor 1.3 na versão S e 1.5 na CS, oferecendo um bom equilíbrio entre desempenho e economia. Além disso, a versão CS da Elba foi pioneira na utilização de rodas de alumínio em versões que não eram esportivas. Três anos após o lançamento, em 1989, a perua ganhou uma nova versão mais luxuosa: a CSL, que contava com acabamentos mais refinados, bancos em veludo, além de um painel mais moderno.

Já em 1990, a Elba novamente passou por mudanças e começou a oferecer uma opção com cinco portas e motor 1.6, ampliando os níveis de potência e torque do modelo, e itens de conforto opcionais, como vidro elétrico nas portas dianteiras e ar-condicionado. E as inovações da Elba não pararam por aí, em 1991, a perua teve o frontal totalmente redesenhado, ficando mais moderno. Já no ano seguinte, ganhou injeção no motor 1.5 nacional.

A cada atualização, a Elba acompanhava as novas demandas do consumidor brasileiro, incorporando mais conforto, tecnologia e praticidade. Foto: Divulgação

A cada atualização, a Elba acompanhava as novas demandas do consumidor brasileiro, incorporando mais conforto, tecnologia e praticidade. O sucesso foi tão expressivo que o modelo atravessou o oceano e passou a ser comercializado na Itália como Duna Weekend, um raro movimento de um carro desenvolvido no Brasil ganhando espaço no mercado europeu. O modelo também foi exportado para alguns países da América Latina.

A incorporação de itens de conforto e sutis atualizações estéticas ajudaram a manter o modelo competitivo até 1997, quando saiu de linha para dar espaço ao Palio Weekend. Quatro décadas após seu lançamento, a Elba permanece como um dos capítulos mais emblemáticos da trajetória da Fiat no Brasil, ajudando a construir a reputação da marca como especialista em desenvolver carros que fazem sentido para a vida real dos brasileiros.

FFW Brasil Fashion Awards destaca talentos da moda em noite de gala

A moda brasileira viveu um momento marcante com a realização do FFW Brasil Fashion Awards, que aconteceu na segunda-feira (27), no Teatro Cultura Artística, em São Paulo.

Em sua primeira edição presencial, o evento reuniu grandes nomes da moda, cultura e entretenimento, consolidando-se como uma nova e relevante plataforma de reconhecimento do setor.

Idealizado pela FFW em parceria com a Visionary, de Ana Isabel Carvalho Pinto, e com Augusto Mariotti, o prêmio nasceu como uma evolução do tradicional “FFW Melhores do Ano”, ampliando seu olhar para além da criação, valorizando também inovação, impacto social e consistência de negócios.

Idealizado pela FFW em parceria com a Visionary, de Ana Isabel Carvalho Pinto, e com Augusto Mariotti, o prêmio nasceu como uma evolução do tradicional. Foto: André Ligeiro, Ale Virgilio e Florence Zyad

A noite contou com a presença de personalidades como Adriane Galisteu, Astrid Fontenelle, Camila Pitanga, Bella Campos, Gloria Kalil, Silvia Braz e Sabrina Sato, que deram ainda mais brilho ao evento.

Ao todo, a premiação partiu de centenas de indicados até chegar a 75 finalistas, reconhecendo 15 destaques da moda brasileira em 2025. Algumas categorias foram decididas por voto popular, reforçando a conexão com o público.

Entre os destaques, Sabrina Sato foi eleita Fashion Icon do Ano, enquanto Robertita venceu como Creator do Ano. Já a parceria entre Adidas e Artemisi levou o prêmio de Melhor Collab.

A premiação também destacou iniciativas de impacto social. A categoria Impacto Positivo, apresentada por Camila Pitanga e oferecida pela Riachuelo, premiou a Artesol, que conecta o artesanato brasileiro à moda contemporânea.

Encerrando a noite, o prêmio de Designer Emergente foi para a marca Normando, de Marco Normando e Emídio Contente, que recebeu incentivo de R$ 100 mil, além de mentoria e visibilidade, reforçando o compromisso com novos talentos.

Mais do que celebrar nomes consagrados, o FFW Brasil Fashion Awards se posiciona como um importante motor de projeção da moda nacional, destacando sua força criativa e seu papel como expressão cultural e vetor de transformação. Fotos: André Ligeiro, Ale Virgilio e Florence Zyad

Vencedores 2025:

  • Marca de Moda do Ano: Misci
  • Designer de Moda do Ano: Pedro Andrade
  • Designer de Acessórios do Ano: Carlos Penna
  • Designer de Bolsas e Sapatos: Nannacay
  • Modelo do Ano: Luíza Perote
  • Stylist do Ano: Pedro Sales
  • Beauty Artist do Ano: Mika Safro
  • Fotógrafo do Ano: Mar+Vin
  • Fashion Icon do Ano: Sabrina Sato
  • Creator do Ano: Robertita
  • Collab do Ano: Artemisi + Adidas
  • Projeto Artesanal do Ano: Gustavo Silvestre
  • Impacto Positivo do Ano: Artesol
  • Inovação em Negócios da Moda: R-Inove
  • Designer Emergente: Normando

… Bom dia! “Bendita seja a verdade dita, o abraço sincero e o amor recíproco”.

… Abraço aos aniversariantes de hoje: Ricardo Zanin, Julianna Leite, Kendra Vobeto Pereira, Eva Cristina Ybrahim Pires, Patricia Maiolino de Carvalho, Pricila Locatelli, Matheus Gonçalves, Nancy Alves, Luciana Teixeira, Adri Lima, Helaine Bitencourt, Kendra Vobeto Pereira, Eva Cristina Ybrahim Pires, Rogers Nolasco,  Rodrigo Rosa, Rose Morais, Viviane Moreira, Priscila Queiroz, Catarina Brandão, Lhoyani Camargo Odakura e Robertha Bastos. Happy birthday!

… O show de Shakira em Rio de Janeiro já provoca um dos maiores movimentos turísticos do ano. A expectativa é de até 2,5 milhões de pessoas em Praia de Copacabana no sábado (02/05), impulsionando fortemente a ocupação hoteleira e a demanda por voos internacionais.

O show de Shakira em Rio de Janeiro já provoca um dos maiores movimentos turísticos do ano. Foto: Webert Belicio / Agnews

… Dados da Embratur indicam mais de 8 mil passagens emitidas por estrangeiros para o período, com destaque para argentinos, norte-americanos e uruguaios. O interesse global reforça o posicionamento do Rio como destino de grandes eventos e entretenimento ao ar livre.

… A rede hoteleira já sente o impacto: buscas por hospedagem cresceram 34% e as diárias registram alta superior a 40% em relação à média de abril. Hotéis de frente para o mar em Copacabana estão entre os mais disputados, com disponibilidade cada vez mais limitada a poucos dias do evento.

Dados da Embratur indicam mais de 8 mil passagens emitidas por estrangeiros para o período, com destaque para argentinos, norte-americanos e uruguaios. Foto: Divulgação LATAM

… A apresentação faz parte da turnê Las Mujeres Ya No Lloran World Tour e integra o projeto Todo Mundo no Rio, com início previsto para 21h45 e transmissão nacional, ampliando ainda mais o alcance e o impacto econômico na cidade.

… Especialistas apontam que a mobilidade será decisiva para o público. O metrô deve operar com horário estendido até a madrugada, e a região da estação General Osório surge como ponto estratégico para deslocamento após o show, especialmente para quem optou por hospedagens fora da orla.

Quando o coração não acompanha o relógio

Foto: Divulgação

*Por Deborah Dubner

Deborah Dubner. Foto: Divulgação

Há décadas o ritmo da vida humana acelera. Mas o pulsar do coração não acompanha essa velocidade. A nossa biologia não vai mudar só porque a demanda externa pede. Há um descompasso silencioso entre o corpo e o ambiente. Terreno fértil para o adoecimento.

É nesse cenário que uma discussão urgente se instala. A jornada 6×1 volta ao centro do debate político, econômico e social, enquanto a atualização da NR-1, que passa a incluir os riscos psicossociais como responsabilidade das organizações, avança no Brasil.

Os dados acendem um alerta: o país está entre os de maiores índices de ansiedade do mundo. Em relação à depressão, uma das principais causas de afastamento do trabalho, o país ocupa posição de destaque global, com 11,5 milhões de brasileiros afetados. E há mais: os relatos de burnout crescem de forma significativa. Reconhecido na CID desde 2022, o burnout é um estado de esgotamento físico e emocional causado por estresse crônico no trabalho, marcado por exaustão, distanciamento mental e queda de desempenho.

Os dados acendem um alerta: o país está entre os de maiores índices de ansiedade do mundo. Foto: Pexels

Onde estamos escorregando? O que ainda não estamos conseguindo ver? Além das perdas econômicas, trata-se de uma questão de saúde pública. A cada ano, há mais pessoas deprimidas, ansiosas, estressadas e exaustas.

A Organização Mundial da Saúde, em conjunto com a Organização Internacional do Trabalho, reconhece que as condições de trabalho são determinantes centrais da saúde mental. Reduzir a jornada pode ajudar, mas não basta. É preciso compreender a origem desse estado de alerta constante que mantém o organismo sob pressão contínua.

Diante desse cenário, falar em felicidade no trabalho pode soar ingênuo. Mas ignorar o problema é mais arriscado. O corpo, em escala populacional, emite sinais claros de sobrecarga. Estamos dispostos a escutar? Quando um número crescente de pessoas adoece, a explicação não pode ser reduzida à fragilidade individual. Estamos diante de um adoecimento coletivo produzido por ambientes que nós mesmos criamos.

Diante desse cenário, falar em felicidade no trabalho pode soar ingênuo. Mas ignorar o problema é mais arriscado. Foto: Pexels

Nesse contexto, a NR-1 representa um avanço importante. Mas surge um novo desafio: estamos preparados para essa mudança? Transformar culturas de trabalho exige revisão de práticas e, sobretudo, de mentalidade — ainda fortemente orientada pela lógica da produtividade a qualquer custo, gerando medo, ansiedade e burnout.

Há uma dimensão estrutural que precisa ser transformada: modelos de trabalho mais sustentáveis e organizações genuinamente comprometidas com a saúde mental.

Mas há também uma dimensão individual. O corpo humano precisa de ciclos: esforço, pausa e recomposição. Quando a pausa se torna insuficiente, o estado de alerta deixa de ser adaptativo e vira desgaste. A ciência do bem-estar aponta que o estresse permanente causa danos de alto impacto não apenas no indivíduo, mas em todo o seu entorno.

Cuidar da saúde no âmbito individual, portanto, passa pelo autoconhecimento, mudança de hábitos, escolhas conscientes e protagonismo diante da vida. Pequenas mudanças no cotidiano importam: criar pausas reais, cultivar relações saudáveis, incluir experiências que gerem bem-estar. E isso também se aprende.

Pequenas mudanças no cotidiano importam: criar pausas reais, cultivar relações saudáveis, incluir experiências que gerem bem-estar. Foto: Pexels

Grande parte do que sustenta nosso comportamento não é visível, mas é determinante. A maneira como vivemos nossos dias atravessa a forma como sentimos, nos conectamos e existimos. A felicidade no trabalho nasce do encontro entre ambientes saudáveis e escolhas conscientes no cotidiano. Trazer presença e vitalidade para nossos momentos entre um dia e outro é o grande desafio dos nossos tempos.

A pergunta que permanece é: o que estamos construindo diariamente e o que seremos capazes de transformar?

Deborah Dubner é psicóloga e escritora.

Cheesecake Zero: sabor e leveza à mesa

Cheesecake de chocolate zero. Foto: Harald/Divulgação

O Dia das Mães é tradicionalmente marcado por encontros em família, o que impulsiona a busca por sobremesas que unam afeto e sabor. Paralelamente, cresce na confeitaria a tendência de saudabilidade, com consumidores que buscam opções mais equilibradas, mas que preservem uma experiência sensorial.

Nesse cenário, a Harald, apresenta o Cheesecake Zero Açúcar. Pensada para o compartilhamento à mesa, a receita atende ao apelo funcional sem abrir mão de um perfil sofisticado. O protagonismo fica por conta do Chocolate Melken Zero Açúcares ao Leite, que garante a cremosidade característica do chocolate tradicional, tornando-se o foco estratégico para atrair tanto o público com restrições alimentares quanto aqueles que buscam escolhas conscientes.

A estrutura da sobremesa, com base de farinha de amêndoas e coco ralado, é complementada pela intensidade do Cacau em Pó Melken 100%. Além do apelo para o consumo imediato, o preparo destaca-se pela viabilidade comercial no modelo “faça e venda”: por ser de simples reprodução e alta aceitação, permite ao confeiteiro ampliar o portfólio e gerar renda extra em datas comemorativas.

Ao unir saudabilidade, versatilidade e sabor, o Cheesecake Zero reforça como a confeitaria pode acompanhar as transformações de consumo, criando experiências que atendem a diferentes públicos, do presente à mesa de domingo.

Veja a receita completa do cheesecake de chocolate zero:

Ingredientes

Base:

  • Farinha de amêndoas (1/3 xícara de chá)
  • Coco ralado sem açúcar (1/2 xícara de chá)
  • Eritritol ou qualquer adoçante culinário (1/2 colher de sopa)
  • Manteiga sem sal (1 colher de sopa)
  • 50g Chocolate Zero Açúcar ao Leite

Cheesecake Zero:

  • Cream cheese (1 xícara de chá)
  • Eritritol ou qualquer adoçante culinário (1/2 xícara de chá)
  • Essência de baunilha (1/2 colher de sopa)
  • Café solúvel instantâneo (1/2 colher de sopa)
  • Cacau em Pó 100% (1 colher de sopa)
  • Creme de leite UHT (3/4 xícara de chá)
  • 200g Chocolate Zero Açúcares ao Leite
  • 30g Cacau em Pó 100%
Cheesecake de chocolate zero. Foto: Harald/Divulgação

Modo de preparo

Base:

Em primeiro lugar misture a farinha de amêndoas, o coco e o adoçante em uma tigela.

Depois derreta o Chocolate Zero Açúcares ao Leite e a manteiga e adicione à mistura de farinha.

Sove com as mãos até obter uma massa.

Forre a lateral interna da forma com uma faixa de acetato.

Por fim, coloque a massa na forma e pressione bem, no fundo, para criar uma base compacta. Reserve.

Cheesecake:

Enquanto isso bata o cream cheese, o adoçante, a baunilha, o café e o Cacau em Pó 100% até obter um creme bem liso.

Além disso adicione o creme de leite e bata novamente até ficar homogêneo.

Em seguida adicione o Chocolate Zero Açúcares ao Leite derretido e bata para incorporar.

E então, espalhe o recheio sobre a base, alise bem a superfície e leve à geladeira

Finalização:

Assim, quando estiver firme polvilhe o restante do Cacau em Pó 100% por cima do cheesecake com uma peneira. Por fim, retire o acetato e sirva.

Brasil bate recorde de turistas estrangeiros e impulsiona hotelaria

O Brasil inicia 2026 com números expressivos no turismo internacional, registrando o maior volume de entrada de visitantes estrangeiros para o período desde o início da série histórica. O desempenho reforça a retomada do setor e consolida cidades como Rio de Janeiro e São Paulo como os principais portões de entrada do país.

O crescimento do fluxo internacional já impacta diretamente a economia. Apenas no primeiro trimestre, a movimentação de turistas estrangeiros gerou cerca de US$ 2,5 bilhões em receita, superando níveis pré-pandemia e até mesmo anos emblemáticos como 2014. A recuperação da malha aérea, aliada ao aumento da demanda por viagens de negócios e lazer, tem sido determinante para esse novo momento do turismo brasileiro.

O crescimento do fluxo internacional já impacta diretamente a economia. Foto: Pexels

Rio de Janeiro e São Paulo lideram esse movimento. A capital fluminense ganha força com a ampliação de voos no Aeroporto Internacional do Galeão e a conectividade estratégica do Santos Dumont, enquanto São Paulo mantém sua posição como principal hub de turismo corporativo da América Latina, atraindo executivos e eventos internacionais ao longo de todo o ano.

O setor hoteleiro acompanha esse crescimento com índices robustos de ocupação, que já ultrapassam os 75% nas principais metrópoles. Empreendimentos localizados em áreas estratégicas, próximas a aeroportos e centros financeiros, registram alta procura, refletindo um perfil de viajante que valoriza praticidade, mobilidade e eficiência durante a estadia.

Rio de Janeiro e São Paulo lideram esse movimento de atrair turistas. Foto: Unsplash

De acordo com Flávia Lorenzetti, CEO brasileira da rede B&B Hotels, há uma mudança significativa no comportamento do turista internacional. “Observamos uma busca maior por previsibilidade e custo-benefício, com preferência por hospedagens que entreguem qualidade e funcionalidade”, destaca. Esse perfil impulsiona o crescimento do segmento conhecido como “value-for-money”, que oferece serviços essenciais com padrão internacional.

Especialistas do setor apontam que a tendência para os próximos meses é de estabilidade em patamares elevados. A modernização da infraestrutura aeroportuária e a valorização de destinos urbanos com ampla oferta de serviços colocam o Brasil em posição competitiva no cenário global, especialmente entre mercados emergentes.

A projeção do Ministério do Turismo é de que o país ultrapasse, até o fim de 2026, a marca de 7 milhões de visitantes internacionais. Foto: Alexandre Macieira riotur

A projeção do Ministério do Turismo é de que o país ultrapasse, até o fim de 2026, a marca de 7 milhões de visitantes internacionais. O impacto desse crescimento vai além da hotelaria, alcançando toda a cadeia produtiva do turismo, responsável por cerca de 8% do Produto Interno Bruto brasileiro. O cenário reforça a importância de investimentos contínuos em qualificação, infraestrutura e hospitalidade para sustentar o ritmo de expansão.

… Bom dia! “Ser feliz sem motivo é a mais autêntica forma de felicidade”.

… Abraço aos aniversariantes de hoje: Gustavo Cegonha, Dileni Siufi, Nilza Ocampos Silva, Ludsclay Cação, Talita Cardoso, Silmara Soares, Luciano Santos Nascimento, Gabriel Borges, Airton Acco, Barbara Queiroz, André Luiz Santos, Reinaldo Lopes, Matheus Georges, Paulinha Gonçalves, Marilene Lemos, João Marcos Bono, Lucas Zaninelli, Zuliney Medeiros Acosta, Whyldson Luis Mendes, Neiva Claudino e Claudia Almada da Silva. Happy birthday!

… A Fiat celebra os 40 anos do icônico Fiat Elba, modelo lançado em 1986 que marcou época ao unir espaço, versatilidade e economia, conquistando famílias e profissionais em todo o Brasil.

… Derivada do Uno, a perua se destacou pelo amplo porta-malas e proposta prática para o dia a dia, tornando-se referência entre os modelos familiares e utilitários da década.

A Fiat celebra os 40 anos do icônico Fiat Elba, modelo lançado em 1986 que marcou época ao unir espaço, versatilidade e economia. Foto: Fiat

… Com motores que equilibravam desempenho e eficiência, a Elba também inovou ao oferecer itens pouco comuns na época, como rodas de alumínio e, posteriormente, versões mais sofisticadas com acabamento premium.

… Ao longo dos anos, o modelo evoluiu com novas tecnologias, opções de motorização e melhorias de conforto, acompanhando as demandas do consumidor brasileiro.

Ao longo dos anos, o modelo evoluiu com novas tecnologias, opções de motorização e melhorias de conforto. Foto: Fiat

… O sucesso foi além das fronteiras: a Elba chegou a ser comercializada na Europa como Duna Weekend e exportada para países da América Latina.

… Produzida até 1997, quando deu lugar ao Palio Weekend, a Elba segue como um dos modelos mais emblemáticos da Fiat no Brasil, reforçando a tradição da marca em desenvolver veículos alinhados ao estilo de vida dos brasileiros.

Exercícios de força evitam dor nas costas

Trabalho integrado de glúteos, abdômen e estabilizadores distribui melhor as forças e melhora capacidade do corpo de proteger a coluna em movimentos comuns. Foto: Pexels

A dor nas costas está entre as principais causas de incapacidade no mundo, segundo estudo publicado pelo periódico científico The Lancet Rheumatology, especializado em reumatologia. Na maioria dos casos, não está ligada a doenças graves, mas a fatores mecânicos e comportamentais acumulados ao longo do tempo, como sedentarismo, sobrecarga física, ganho de peso, estresse e longos períodos sentado, bem como alterações naturais do envelhecimento, explica o médico fisiatra especialista em coluna João Amadera.

O exercício físico é uma das principais formas de prevenir e controlar esse tipo de dor. “A coluna não funciona sozinha. Ela depende de um sistema de suporte formado pela musculatura do tronco, quadril e membros inferiores. Quando esse sistema está fraco, a carga do dia a dia é mal distribuída, favorecendo dor e recorrência”, diz Amadera

O exercício físico é uma das principais formas de prevenir e controlar a dor na coluna. Foto: Pexels

Segundo o treinador Lucas Florêncio, os exercícios de força melhoram a chamada estabilidade dinâmica, ou seja, a capacidade do corpo de sustentar e proteger a coluna durante movimentos comuns, como sentar, levantar ou carregar peso.

A rotina moderna afeta principalmente as regiões lombar e cervical. Ficar muito tempo sentado enfraquece os glúteos e encurta os músculos da parte frontal do quadril, o que altera o alinhamento do corpo e aumenta a pressão na lombar. Exercícios que fortalecem a musculatura profunda do abdômen e das costas ajudam a estabilizar a coluna e diminuir essa sobrecarga.

Exercícios que fortalecem a musculatura profunda do abdômen e das costas ajudam a estabilizar a coluna e diminuir essa sobrecarga. Foto: Pexels

Nesse contexto, é importante diferenciar desconfortos esperados de sinais de alerta. A dor muscular que surge entre 24 e 48 horas após o treino é comum. Já dores intensas, localizadas ou que irradiam para braços ou pernas, especialmente quando acompanhadas de formigamento, perda de força ou limitação de movimento, exigem avaliação profissional.

Esse entendimento também ajuda a desfazer um mito comum: exercícios como agachamento e levantamento terra não são perigosos para a coluna quando executados com técnica adequada e progressão gradual de carga. Ajustes na execução e variações mais simples permitem adaptar o treino para diferentes níveis de condicionamento e histórico de dor.

Esse entendimento também ajuda a desfazer um mito comum: exercícios como agachamento e levantamento terra não são perigosos para a coluna. Foto: Pexels

Para proteger a coluna, o treino deve priorizar o trabalho integrado do chamado complexo lombo-pélvico-quadril, que inclui glúteos, abdômen e músculos estabilizadores profundos. Quando esses grupos atuam em conjunto, há melhor distribuição de forças e menor risco de sobrecarga.

Confira o treino preparado por Lucas Florêncio, treinador da Smart Fit:

Ruas de flores: a magia do Alentejo

Festas do Povo de Campo Maior - crédito Turismo do Alentejo

Depois de mais de uma década, uma das manifestações culturais mais extraordinárias do Alentejo está de volta. De 8 a 16 de agosto de 2026, as lendárias Festas do Povo de Campo Maior irão transformar esta pequena vila portuguesa em um cenário surpreendente, onde milhões de flores de papel feitas à mão cobrirão ruas inteiras, criando um espetáculo visual que celebra identidade, tradição e união comunitária. A expectativa é enfeitar mais de cem ruas pela cidade e receber cerca de meio milhão de visitantes durante o período.

Reconhecidas pela Unesco como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade, as Festas do Povo são organizadas integralmente pela comunidade local, muitas vezes após anos de preparação entre uma edição e outra, já que não há um calendário fixo para o evento. As festas só acontecem quando a comunidade decide.

Festas do Povo de Campo Maior – crédito Turismo do Alentejo

Meses antes do evento, casas e garagens se transformam em ateliês improvisados, onde os moradores se reúnem para produzir rosas, cravos, dálias e girassóis de papel. Para dar vida às flores decorativas, são utilizadas mais de 30 toneladas de materiais, incluindo grandes quantidades de papel, cartão, cartolinas, cola e arame, que depois se transformam em verdadeiros jardins suspensos a céu aberto. Mantida desde 1893, essa arte atravessa gerações e reflete a dedicação e o orgulho dos moradores com a tradição das festas.

Para preservar esse legado, em 2022, Campo Maior inaugurou o Centro Interpretativo das Festas do Povo – Casa das Flores, espaço dedicado à história e aos bastidores da celebração, onde visitantes podem conhecer o processo de preparação, a decoração das ruas e o papel essencial da comunidade na realização do evento.

Festas do Povo de Campo Maior – crédito Turismo do Alentejo 

Curiosidades sobre as Festas do Povo

– Por ser um evento popular, toda a comunidade participa ativamente da organização, formando comissões de rua que definem a data da edição, escolhem o tema, as cores e o conceito das decorações.

– Os moradores dedicam cerca de nove meses à produção dos enfeites, em um verdadeiro trabalho coletivo que mobiliza gerações de famílias.

Festas do Povo de Campo Maior – crédito Turismo do Alentejo 

– As decorações são mantidas em absoluto segredo até a véspera das festas, aumentando a expectativa até o momento da revelação.

– Existe uma competição amigável entre as ruas para eleger a decoração mais criativa, original e colorida.

– A festa começou como uma celebração religiosa, chamada “Festividades em Honra de São João Batista” e a tradição permanece viva até hoje, com a imagem do santo sendo conduzida pelas ruas em procissão.

Durante o mês de agosto, o Alentejo convida os viajantes a vivenciar a grandiosidade das Festas do Povo e a autenticidade de uma região marcada por paisagens tranquilas, gastronomia tradicional e hospitalidade singular. Além das festas, esta é uma excelente oportunidade de explorar os demais destinos alentejanos.

Serviço
Quando: 8 a 16 de agosto de 2026
Onde: Campo Maior, Alentejo
Ingressos: 8 euros por pessoa
Mais informações: www.festasdopovo.pt

Estratégias de Cibersegurança para 2026

O risco cibernético e as ameaças digitais evoluem constantemente com novas táticas impulsionadas por inteligência artificial. Foto: Pexels

*Por Ana Lucia Magliano

A digitalização avança a passos largos e, com cada avanço, surgem novos desafios. O risco cibernético e as ameaças digitais evoluem constantemente com novas táticas impulsionadas por inteligência artificial e redes criminosas sofisticadas, colocando em risco a confiança, o crescimento e a segurança do ecossistema digital. Não se trata apenas de proteger transações, mas de assegurar cada interação. Sem confiança, a digitalização não pode prosperar.

Cibersegurança: um desafio global em crescimento

Os cibercriminosos encontraram na IA uma ferramenta poderosa para sofisticar seus ataques. Deepfakes, phishing automatizado e fraudes em grande escala tornam o crime organizado digital não apenas mais eficaz, mas também mais difícil de rastrear. Os números são alarmantes:

Os cibercriminosos encontraram na IA uma ferramenta poderosa para sofisticar seus ataques. Foto: Gerd Altmann por Pixabay
  • Em 2023, as perdas por fraudes online alcançaram 1 trilhão de dólares em todo o mundo.
  • Estima-se que o custo do cibercrime mundial chegue a 14 trilhões de dólares até 2028, o que o tornaria a terceira maior economia do mundo.
  • As fraudes continuam sendo uma ameaça significativa e crescente, com quase metade dos consumidores globais sofrendo pelo menos uma tentativa por semana.
  • Segundo a empresa de cibersegurança Cybersecurity Ventures, o custo global dos ciberataques em 2023 foi de 6 trilhões de dólares, e a previsão é que esse número aumente para 10 trilhões em 2025.
  • Na América Latina, vazamentos e violações de dados atingiram um custo médio de 2,46 milhões de dólares um recorde histórico para a região e um aumento de 76% desde 2020, segundo o estudo Cost of a Data Breach (America Economia edição especial sobre Cibersegurança março de 2024).

Esses dados reforçam a necessidade de uma abordagem mais estratégica em cibersegurança, que permita antecipar ameaças em vez de apenas reagir a elas.

Rumo a um ecossistema digital mais seguro

Na Mastercard, por exemplo, a segurança digital é parte integrante da nossa missão. Para nós, garantir a segurança digital envolve três pilares fundamentais:

  • Avaliar: Dar visibilidade aos riscos cibernéticos. Soluções como o RiskRecon ajudam empresas e governos a compreender sua exposição ao risco, permitindo o monitoramento constante de vulnerabilidades.
  • Proteger: Implementar tecnologias avançadas para mitigar ameaças. A IA e o monitoramento em tempo real são ferramentas essenciais para prevenir ataques. Com a Recorded Future, fortalecemos nossa capacidade de inteligência contra ameaças em tempo real. Além disso, soluções como o SafetyNet evitaram perdas de 50 bilhões de dólares por fraudes nos últimos três anos.
  • Organizar um ecossistema de confiança: A luta contra o cibercrime não pode ser feita isoladamente. São necessárias alianças entre empresas, governos e organizações para compartilhar inteligência e criar padrões de segurança mais robustos.

A capacidade de rastrear padrões de ciberataques globalmente é crucial. Hoje, é possível detectar um ataque no Brasil, rastrear sua movimentação até a Indonésia e analisar sua reincidência na Alemanha. Esse nível de conectividade e análise preditiva é fundamental para antecipar ameaças emergentes e fortalecer a resiliência digital.

A IA como aliada na luta contra fraudes

Enquanto os cibercriminosos usam IA para aprimorar seus ataques, a inteligência artificial tornou-se uma aliada poderosa na segurança digital. Nossas soluções de IA generativa permitiram:

  • Dobrar a taxa de detecção de cartões comprometidos
  • Reduzir em 200% os falsos positivos na detecção de fraudes
  • Aumentar em 300% a velocidade de identificação de comércios em risco

Essas inovações fortalecem a segurança e melhoram a experiência do usuário, reduzindo fricções e aumentando a confiança em cada transação.

Enquanto os cibercriminosos usam IA para aprimorar seus ataques, a inteligência artificial tornou-se uma aliada poderosa na segurança digital. Foto: Tracy Le Blanc

Um chamado à ação: a segurança é uma responsabilidade compartilhada

Em um mundo cada vez mais interconectado, a confiança é o ativo mais valioso. Sem segurança, as oportunidades da digitalização podem ser comprometidas. Hoje, mais do que nunca, garantir a segurança do ecossistema digital exige inovação, cooperação e uma abordagem preventiva.

Ana Lucia Magliano é Vice-Presidente Executiva de Serviços, Mastercard América Latina e Caribe