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Cozinhando para o Jeff: para celebrar o Dia Mundial da Massa, chef Aldo Teixeira ensina Raviolini alla Napolitana

Por: Jefferson de Almeida

Há um encanto especial no preparo de uma massa fresca: reunir os ingredientes, trabalhar a massa com as mãos e transformar farinha e ovos em uma receita para compartilhar à mesa. Para celebrar o Dia Mundial da Massa, comemorado em 25 de outubro, o Cozinhando para o Jeff recebe uma sugestão do chef Aldo Teixeira que valoriza esse ritual da cozinha italiana.

A escolha é o Raviolini alla Napolitana, uma massa recheada com muçarela de búfala e um toque de orégano, acompanhada de molho de tomate e manjericão. Uma combinação em que o cuidado no preparo permite que cada ingrediente apareça.

Chef Aldo Teixeira – Foto: Reprodução Instagram

A delicadeza está na massa aberta em folhas finas, que envolve o recheio cremoso. O tomate e o manjericão completam o prato com frescor e aroma, em uma receita que convida a reservar um tempo para cozinhar e aproveitar cada etapa.

Para quem deseja celebrar a data em casa, a proposta de Aldo é também uma oportunidade de experimentar o preparo artesanal de uma massa recheada. Confira o passo a passo e coloque a mão na massa!

Raviolini alla Napolitana

Raviolini alla Napolitana. Foto: Divulgação

Receita do chef Aldo Teixeira

Rendimento: 4 porções

Ingredientes

Massa

  • 300 g de farinha de trigo
  • 3 ovos inteiros
  • 1 gema
  • 1 pitada de sal

Recheio

  • 200 g de muçarela de búfala
  • 1 pitada de orégano
  • Sal a gosto

Molho

  • Manteiga
  • Cebola
  • Tomates triturados
  • Caldo de legumes
  • Manjericão

As quantidades dos ingredientes do molho não foram informadas pelo chef no material disponibilizado.

Finalização

  • 1 colher de sopa de manteiga para saltear
  • Folhas de manjericão ou uma flor de tomate para decorar

Modo de preparo

Massa

Disponha a farinha sobre uma superfície limpa e faça uma cavidade no centro. Acrescente os ovos, a gema e o sal. Com um garfo, misture em movimentos circulares, incorporando a farinha das bordas para o centro.

Em seguida, trabalhe a massa com as mãos até ficar uniforme. Envolva em filme plástico e deixe descansar por 10 minutos.

Recheio

Passe a muçarela de búfala pelo processador. Acrescente o orégano, tempere com sal e reserve.

Molho

Em uma frigideira grande, aqueça a manteiga e doure a cebola. Adicione os tomates triturados, o caldo de legumes e o manjericão. Deixe apurar.

Montagem

Com um cilindro para massas, abra duas folhas bem finas, com aproximadamente 1 mm de espessura.

Sobre uma delas, distribua porções de recheio de cerca de duas colheres de chá cheias, mantendo aproximadamente 6 cm de distância entre os montinhos.

Cubra com a segunda folha e pressione ao redor do recheio, retirando o ar e unindo bem as bordas. Corte em quadrados com um cortador de massas.

Cozimento e finalização

Cozinhe os raviolini em água abundante com sal por aproximadamente 4 minutos.

Escorra e transfira para uma frigideira com uma colher de sopa de manteiga. Salteie delicadamente, disponha em uma travessa e cubra com o molho de tomate.

Decore com folhas de manjericão ou uma flor de tomate e sirva em seguida.

… Bom dia! “Se um olhar vale mais que mil palavras, um sorriso vale mais que mil parágrafos”.

… Abraço aos aniversariantes de hoje: Jose de Almeida, Pedro Luiz Domingues, José Morais, Jussara Mathos, Angel Almeida, Sonia Cavalli, Mara Dalanora, Charles Altounian, Cleonice Portilho, Lurdes Medeiro, Camille Flammarion e Gislaine Rocha. Happy birthday!

… A Emirates está aprimorando a experiência de sua Premium Economy com o lançamento do primeiro assento com ajuste elétrico do mundo para a categoria, que conta com uma divisória de privacidade retrátil entre as poltronas.

Emirates apresenta o primeiro assento elétrico do mundo para a Premium Economy. Reprodução: Emirates

… A novidade, que estreia nas recém-recebidas aeronaves Airbus A350, combina inovação e conforto, oferecendo aos passageiros maior controle sobre o seu espaço pessoal.

… O novo assento foi instalado na cabine do A350 em uma configuração 2-3-2, com apenas 28 lugares. A divisória elétrica se estende por toda a altura do encosto: um recurso inédito em cabines Premium Economy no mercado.

As poltronas têm 50,8 cm de largura e um espaço para as pernas de até 99 cm. Reprodução: Emirates

… As poltronas têm 50,8 cm de largura e um espaço para as pernas de até 99 cm. Além disso, reclinam na posição de berço sem invadir o espaço da fileira de trás, permitindo que os passageiros durmam e relaxem com conforto durante o voo.

O segredo das famosas para o bumbum perfeito

Gkay voltou a chamar atenção ao revelar que está investindo novamente em cuidados estéticos para os glúteos. Foto: Reprodução/ Instagram

A influenciadora e artista Gkay voltou a chamar a atenção de seus seguidores ao revelar que está investindo em novos procedimentos estéticos para a região dos glúteos. O relato da famosa reflete uma tendência que vem ganhando força no mercado de beleza, onde a busca por cuidados corporais abrange fatores além do simples aumento de volume.

Nos últimos anos, tratamentos voltados para a região do bumbum passaram a focar na melhora da firmeza, da textura da pele, do contorno e da proporção corporal. De acordo com a médica especialista em estética Dra. Fernanda Nichelle, a popularização desses protocolos acompanha uma evolução no olhar dos pacientes sobre o próprio corpo.

“Hoje existe uma busca muito maior por um resultado global. Não é simplesmente aumentar o bumbum. Muitas pacientes querem melhorar a qualidade da pele, tratar a flacidez, suavizar irregularidades e deixar o contorno mais bonito e proporcional ao restante do corpo. A estética corporal evoluiu justamente para trabalhar esses detalhes”, explica a médica.

Hoje existe uma busca muito maior por um resultado global. Não é simplesmente aumentar o bumbum. Foto: Magnific

Procedimentos não cirúrgicos e estímulo de colágeno

A diversificação das técnicas permite tratar diferentes queixas de forma personalizada e sem a necessidade de intervenção cirúrgica. Os protocolos podem ser direcionados para o estímulo de colágeno, combate à flacidez, atenuação da celulite ou definição de contorno.

Entre os métodos mais procurados pelas celebridades estão os bioestimuladores de colágeno, voltados para a recuperação do tecido de forma gradual. “Os bioestimuladores têm uma proposta muito interessante porque trabalham a qualidade do tecido de maneira progressiva. Eles estimulam a produção de colágeno e podem melhorar firmeza e textura. É diferente de pensar somente em volume. Por isso, eles acabam sendo procurados por pessoas que querem um resultado mais natural e uma melhora da pele ao longo do tempo”, pontua Fernanda Nichelle.

A especialista ressalta que a tendência atual prioriza a harmonia e o respeito à anatomia individual. “A paciente chega ao consultório muitas vezes dizendo que não quer um bumbum maior, mas quer um bumbum mais firme, mais desenhado ou com uma pele melhor. A avaliação precisa entender exatamente qual é a queixa para definir se o tratamento indicado é para flacidez, textura, contorno ou volume”, afirma.

Entre os métodos mais procurados pelas celebridades estão os bioestimuladores de colágeno, voltados para a recuperação do tecido de forma gradual. Foto: Magnific

Individualidade e hábitos saudáveis

Apesar do impacto das publicações de celebridades nas redes sociais, a Dra. Fernanda Nichelle adverte que o protocolo adotado por uma pessoa famosa não deve ser encarado como uma regra geral.

“É muito importante não transformar o procedimento de uma famosa em uma receita. Cada corpo tem uma anatomia, uma quantidade de gordura, um grau de flacidez e uma necessidade diferente. O que foi indicado para uma paciente pode não ter nenhuma indicação para outra”, pondera a médica.

Além da individualização dos tratamentos, a profissional reforça que a estética atua como um complemento e não substitui a manutenção do estilo de vida. “A estética pode ser uma aliada, mas não faz milagre. Quando existe uma rotina de cuidados, atividade física e acompanhamento profissional, os resultados tendem a ser mais consistentes. O procedimento deve complementar esse cuidado, e não ser encarado como substituto”, conclui a especialista.

Quando existe uma rotina de cuidados, atividade física e acompanhamento profissional, os resultados tendem a ser mais consistentes. Foto: Magnific

Doces e Travessuras: chef ensina receitas práticas para o Halloween

Comemorado em 31 de outubro, o Halloween ganhou espaço no calendário de festas no Brasil e, para muitas famílias, a data também é uma oportunidade de reunir crianças e adultos em torno da cozinha. Além das fantasias e da decoração, os doces temáticos ajudam a criar o clima da celebração, e nem é preciso ser especialista em confeitaria para preparar opções criativas.

Receitas tradicionais podem ganhar uma aparência diferente com pequenos detalhes na decoração. “As receitas mais divertidas para o Halloween costumam ser as mais simples. O que muda não é o preparo em si, mas os detalhes da decoração, que dão o efeito temático sem exigir técnicas avançadas”, explica Claudia Genaro, chef e consultora pedagógica do Instituto Gourmet.

A seguir, a chef dá três sugestões fáceis para preparar em casa e deixar a mesa mais divertida.

Cupcakes com olhos assustadores

Uma massa tradicional de cupcake ganha uma decoração temática com confeitos que imitam olhos. A receita rende aproximadamente 12 unidades, considerando forminhas de papel com capacidade para cerca de 60 ml.

Uma massa tradicional de cupcake ganha uma decoração temática com confeitos que imitam olhos. Foto: Gemini

Ingredientes | Rende 12 unidades

  • 240 g de farinha de trigo
  • 200 g de açúcar
  • 115 g de manteiga sem sal em temperatura ambiente
  • 2 ovos médios (cerca de 100 g sem casca)
  • 240 ml de leite integral
  • 12 g de fermento químico em pó
  • 5 ml de essência de baunilha
  • 200 g de chantilly ou brigadeiro branco para a cobertura
  • 24 confeitos brancos redondos para os olhos
  • 20 g de chocolate meio amargo para fazer as pupilas

Modo de preparo

Pré-aqueça o forno a 180 °C. Distribua 12 forminhas de papel em uma forma própria para cupcakes.

Em uma tigela, bata a manteiga com o açúcar por aproximadamente 3 minutos, até obter um creme claro e fofo.

Acrescente os ovos, um de cada vez, misturando bem após cada adição. Junte a baunilha.

Adicione a farinha peneirada em três etapas, alternando com o leite em duas etapas. Misture delicadamente, apenas até a massa ficar homogênea.

Acrescente o fermento e misture delicadamente.

Divida a massa entre as forminhas, preenchendo cada uma até aproximadamente dois terços da capacidade.

Leve ao forno preaquecido por 18 a 22 minutos. Faça o teste do palito no centro de um dos cupcakes; ele deve sair limpo ou com poucas migalhas úmidas.

Retire do forno e deixe os cupcakes na forma por cerca de 5 minutos. Depois, transfira-os para uma grade e espere esfriar completamente.

Coloque aproximadamente 15 a 16 g de chantilly ou brigadeiro branco sobre cada cupcake.

Distribua dois confeitos brancos sobre a cobertura de cada unidade.

Derreta o chocolate em banho-maria ou no micro-ondas, em intervalos curtos, mexendo entre eles. Com a ponta de um palito ou saco de confeitar, faça um pequeno ponto no centro de cada confeito para formar as pupilas.

Brigadeiros decorados em teias e aranhas

O brigadeiro tradicional também pode entrar no clima do Halloween. Com chocolate branco derretido e um pouco de criatividade, o doce pode ser decorado com teias de aranha ou transformado em pequenas aranhas.

O brigadeiro tradicional também pode entrar no clima do Halloween. Foto: Gemini

Ingredientes (rende cerca de 20 unidades)

  • 1 lata de leite condensado
  • 1 colher (sopa) de manteiga
  • 3 colheres (sopa) de chocolate em pó
  • granulado de chocolate, para enrolar
  • 100 g de chocolate branco derretido, para a decoração

Modo de preparo

Em uma panela, misture o leite condensado, a manteiga e o chocolate em pó.

Leve ao fogo médio, mexendo sem parar, até a massa desgrudar do fundo da panela.

Transfira para um prato untado e deixe esfriar completamente.

Com as mãos untadas, enrole pequenas bolinhas e passe no granulado.

Para o efeito de teia, coloque o chocolate branco derretido em um saco de confeitar improvisado com um saquinho plástico e desenhe linhas finas sobre o brigadeiro já granulado, cruzando-as para formar uma teia.

Para as aranhas, molde bolinhas um pouco menores e finalize com pernas de chocolate branco derretido, feitas com o mesmo saquinho de confeitar.

Para fazer aranhas: modele algumas unidades menores, utilizando cerca de 10 a 12 g de brigadeiro para cada uma. Depois de passar no granulado, use o chocolate branco para desenhar os olhos e as pernas.

Bolo temático cemitério assombrado

Nesta versão, um bolo de chocolate já assado é transformado em uma sobremesa temática. Para manter as proporções da decoração, a receita considera um bolo retangular de aproximadamente 20 x 30 cm e 5 cm de altura.

Ingredientes

  • 1 bolo de chocolate de aproximadamente 800 g, assado em forma de 20 x 30 cm
  • 300 g de brigadeiro ou ganache de chocolate para a cobertura
  • 150 g de biscoitos de chocolate sem recheio, triturados
  • 8 a 10 biscoitos retangulares para as lápides
  • 50 g de chocolate branco derretido ou 50 g de glacê branco para escrever nas lápides

Modo de preparo

Espere o bolo esfriar completamente antes de iniciar a montagem. Se necessário, nivele a superfície com uma faca de serra.

Espalhe os 300 g de brigadeiro ou ganache sobre todo o bolo, formando uma camada de aproximadamente 3 a 4 mm.

Triture os biscoitos até obter uma textura semelhante à de terra. Evite transformá-los completamente em pó; alguns pedaços pequenos ajudam a criar um efeito mais natural.

Distribua os biscoitos triturados sobre toda a cobertura, pressionando delicadamente para que fiquem aderidos.

Corte ou apare a parte superior dos biscoitos retangulares, deixando-os com formato semelhante ao de lápides.

Derreta o chocolate branco e coloque-o em um saco de confeitar com abertura fina. Escreva palavras curtas ou faça pequenos desenhos nos biscoitos.

Aguarde alguns minutos para a decoração firmar.

Espete as “lápides” no bolo, deixando cerca de metade de cada biscoito acima da superfície.

Para finalizar, distribua os elementos de maneira irregular, criando a aparência de um pequeno cemitério.

Audi Nuvolari: o primeiro supercarro híbrido da marca

Com o Nuvolari, a Audi apresenta seu primeiro supercarro com um sistema de propulsão híbrido de alto desempenho — acelerando ainda mais o progresso tecnológico. Com 1.001 cv e uma velocidade máxima superior a 350 km/h, o Nuvolari está prestes a se tornar o veículo mais potente e o carro de produção mais rápido da história das quatro argolas. As entregas do supercarro, limitado a 499 unidades, terão início no primeiro semestre de 2027.

O Audi Nuvolari acelera de 0 a 100 km/h em 2,6 segundos e atinge 200 km/h em 6,8 segundos. Esses números são possibilitados por uma série de inovações inspiradas na Fórmula 1, incluindo o sistema de propulsão híbrido de alto desempenho, o quattro predictive ride, a aerodinâmica ativa e a nova estrutura Audi Space Frame (ASF) com carroceria em carbono.

“Com o Audi Nuvolari, estamos acelerando o progresso tecnológico”, afirma Gernot Döllner, Presidente do Conselho de Administração da AUDI AG. “Ele mostra o que é possível quando o foco está em tecnologia, desempenho e execução por meio do trabalho em equipe — e quando alcançamos progresso juntos.”

Design em sua forma mais visceral

Como o primeiro veículo de produção a seguir a nova filosofia de design da Audi, o Nuvolari combina o caráter de alto desempenho de um supercarro com um design distinto. Superfícies tensionadas, tecnologia perfeitamente integrada e aerodinâmica inteligente definem sua aparência.

A configuração com motor central define as proporções, resultando em um volume monolítico, uma postura poderosa e uma presença marcante. O exterior é caracterizado pela nova cor de assinatura da Audi Titanium, uma pintura também utilizada no Audi Concept C e no carro de corrida de Fórmula 1 da Audi. Em combinação com elementos de carbono, ela destaca as linhas precisas do Nuvolari.

Sistema de propulsão híbrido de alto desempenho com quatro unidades de distintas de condução

O Audi Nuvolari é impulsionado por um sistema de propulsão híbrido de alto desempenho com uma potência máxima de 736 kW (1.001 cv). Ele combina um motor V8 biturbo de 4,0 litros, que entrega 588 kW (800 hp), com três motores elétricos de fluxo axial, cada um com 110 kW. A bateria de íons de lítio possui uma capacidade bruta de 7,3 kWh.

O motor a combustão fornece um torque máximo de 730 Nm e alcança até 10.000 rpm — uma faixa anteriormente reservada ao automobilismo.

Dois motores elétricos de fluxo axial, refrigerados a óleo, no eixo dianteiro entregam até 2.150 Nm de torque. Como parte integrante do sistema quattro, eles apoiam a distribuição variável de torque. Um terceiro motor elétrico, posicionado entre o motor central V8 e a transmissão, completa o conceito de propulsão.

O conjunto de propulsão de alto desempenho acelera o veículo de 0 a 100 km/h em 2,6 segundos¹ e de 0 a 200 km/h em 6,8 segundos, atingindo uma velocidade máxima superior a 350 km/h.

“Com o Audi Nuvolari, toda a nossa equipe demonstrou mais uma vez sua competência técnica, força inovadora e dedicação”, afirma Rouven Mohr, CTO da Audi. “Isso se reflete não apenas no desempenho do veículo e em suas tecnologias inspiradas na Fórmula 1, mas também na capacidade de transferir inovações de forma rápida e precisa para um veículo de produção.”

Tração quattro com predictive ride

A tração quattro é uma das inovações exclusivas da Audi e representa tração, controle e dinâmica de condução em todas as condições. No Nuvolari, a Audi desenvolve ainda mais esse princípio e define a próxima geração de tração integral com o quattro predictive ride.

O sistema processa o estado atual de condução com base em um modelo altamente preciso do estado do veículo. Dados detalhados de sensores — incluindo ângulo de direção, aceleração, taxa de guinada (rotação do veículo em torno do seu eixo vertical, que determina a resposta de direção em curvas) e nível de aderência atual — alimentam continuamente o sistema de controle.

Se o sistema antecipa uma possível perda de aderência em uma curva, ele reage de forma proativa como um sistema integrado.

As unidades de propulsão distribuem o torque com precisão tanto no sentido longitudinal quanto lateral. Os freios estabilizam o veículo por meio de intervenções direcionadas e reduzem o deslizamento. A aerodinâmica ajusta a força de sustentação descendente conforme a situação.

Os motores elétricos no eixo dianteiro são um elemento-chave do sistema de dinâmica preditiva, permitindo a vetorização de torque variável para maior agilidade nas curvas e estabilidade em altas velocidades.

A calibração inteligente e preditiva da dinâmica do veículo garante máxima tração e controle — mesmo em situações de forte aceleração lateral e deslizamento dos pneus, em pisos molhados ou com neve, e em condições variáveis de aderência.

Os motoristas também podem influenciar o sistema por meio de controles rotativos no volante, com quatro modos de condução que priorizam de forma diferente o sistema de propulsão, a dinâmica do veículo e a eficiência:

  • E-Hybrid permite condução totalmente elétrica para uso urbano e em curtas distâncias.
  • Balanced combina conforto, eficiência e desempenho.
  • Dynamic torna a resposta do sistema mais direta e aumenta a agilidade e a precisão.
  • Dynamic+ concentra o sistema de propulsão totalmente em uma experiência de condução emocional.

Para cenários particularmente exigentes, a dinâmica do veículo pode ser ainda mais refinada com o modo Track. Esse modo permite o ajuste direcionado do controle de tração de acordo com o estilo de condução e o nível de aderência disponível. As configurações variam de Wet (molhado) a Dry (seco) e de Race até Traction Control Off (TC Off) — permitindo um comportamento de condução transparente e controlável até os limites físicos.

Estrutura Audi Space Frame com carroceria em carbono

A arquitetura do veículo do Audi Nuvolari* foi consistentemente projetada para construção leve e alta rigidez torcional. Para isso, a Audi combina a comprovada tecnologia Audi Space Frame com uma carroceria em carbono — uma estreia para a marca.

O Audi Space Frame com carroceria em carbono combina baixo peso com alta resistência estrutural, formando a base para um comportamento dinâmico preciso e um desempenho elevado e controlado. Quase todos os componentes externos são feitos de polímero reforçado com fibra de carbono (CFRP).

Todos os componentes de fibra de carbono do Audi Nuvolari foram desenvolvidos com base na expertise da Fórmula 1. Um elemento-chave é a tecnologia de autoclave com prepreg, na qual fibras de carbono pré-impregnadas são moldadas e posteriormente curadas sob alta pressão e temperatura — garantindo máximo desempenho estrutural com peso mínimo.

Os elementos de carbono são produzidos por meio de processos precisos de laminação manual, que exigem alto nível de experiência, cuidado e habilidade artesanal. A qualidade de execução é crucial tanto para a integridade estrutural quanto para o aspecto visual dos componentes.

Esse processo de fabricação permite a criação de geometrias altamente complexas. Utilizando CFRP, os componentes podem ser projetados integralmente com foco na função — desde estruturas complexas de painéis de porta até elementos verticais de estrutura cuidadosamente alinhados, que direcionam o fluxo de ar através do S-duct oculto.

Em áreas expostas a temperaturas particularmente elevadas, o Audi Nuvolari utiliza materiais resistentes ao calor especificamente ajustados, que combinam desempenho funcional com acentos visuais distintos.

Rodas forjadas com fixação central também estreiam no portfólio de produção da Audi.

Aerodinâmica ativa inspirada na Fórmula 1

A Audi utiliza aerodinâmica ativa no Nuvolari para combinar de forma precisa desempenho e eficiência. O sistema ajusta a força de sustentação (downforce), o arrasto e o equilíbrio aerodinâmico de acordo com as condições de condução — garantindo máxima estabilidade e controle preciso do veículo.

Cada elemento externo cumpre uma função aerodinâmica claramente definida, desde o Splitter dianteiro até o difusor traseiro. Os pilotos de Fórmula 1 da Audi forneceram feedback direcionado durante a fase de desenvolvimento para ajustar com precisão o desempenho aerodinâmico.

As entradas de ar frontais garantem o resfriamento eficaz dos freios, bem como a gestão térmica eficiente do motor a combustão e dos componentes híbridos. A parte frontal ventilada, conhecida como S-duct, melhora a eficiência aerodinâmica no eixo dianteiro — proporcionando força de sustentação adicional, reduzindo a elevação em altas velocidades e melhorando o resfriamento do sistema de propulsão.

O elemento central do sistema aerodinâmico ativo é a asa traseira adaptativa retrátil. Ela controla a força de sustentação e o arrasto em três configurações: Closed (fechada), Low Downforce (LD) e High Downforce (HD).

Na posição Closed, a asa traseira é recolhida para minimizar o arrasto e melhorar a eficiência. Nas configurações LD e HD, diferentes níveis de downforce são gerados dependendo da dinâmica de condução e do modo selecionado.

Em modos voltados ao desempenho, como Dynamic, Dynamic+ e Track, a asa traseira opera de forma totalmente automática. Em retas, o sistema muda para a posição LD para otimizar a velocidade máxima e a estabilidade. O Drag Reduction System (DRS), conhecido da Fórmula 1, pode ser ativado manualmente por meio de um botão dedicado no volante para reduzir ainda mais a altura da asa, diminuindo o arrasto e aumentando a velocidade máxima.

Durante frenagens e em curvas, a asa se move para a posição HD, maximizando o downforce para obter desempenho e controle máximos. Nessa configuração de alta sustentação, o conceito aerodinâmico do Audi Nuvolari pode gerar, dependendo da situação de condução, mais de 400 kg de downforce.

A posição da asa traseira pode ser controlada tanto automaticamente quanto manualmente por meio de um controle rotativo no volante — em todos os modos de condução, exceto no E-Hybrid.

O conceito aerodinâmico foi refinado até os mínimos detalhes — incluindo os anéis metálicos da Audi, integrados de forma nivelada à asa traseira retrátil — e constitui a base para altas velocidades em curvas e tempos de volta rápidos na pista.

Gerenciamento dinâmico de energia

O sistema de gerenciamento de energia do Audi Nuvolari também é inspirado no automobilismo. O modo boost (aumento de potência) e de recuperação de energia estão intimamente ligadas à distribuição de torque. Como um sistema integrado, ele gerencia continuamente a interação entre a entrega de potência e a recuperação de energia — adaptado às condições de condução, ao nível de aderência e à intenção do motorista.

O modo de rodagem livre (coasting) e de recuperação na frenagem ampliam a recuperação de energia para praticamente todas as fases de condução. No eixo dianteiro, a desaceleração elétrica assume uma parcela significativa da frenagem, enquanto no eixo traseiro, fases de rodagem livre, carga parcial e controle de tração são utilizadas para recuperar energia.

Uma desaceleração totalmente elétrica de até 0,3 g é possível — cobrindo grande parte das frenagens no uso cotidiano e em condução dinâmica. Essa desaceleração controlada estabiliza o veículo enquanto simultaneamente recarrega a bateria.

A arquitetura integrada de entrega de potência, distribuição de torque e recuperação de energia torna-se especialmente evidente na função Launch Control. Nesse caso, o sistema utiliza de forma direcionada a energia armazenada para obter aceleração máxima — um conceito derivado diretamente da Fórmula 1, que permite desempenho máximo com tração controlada.

Sistema de frenagem de alto desempenho

O sistema de frenagem do Audi Nuvolari foi desenvolvido com um objetivo claro: máximo desempenho em condições extremas por meio da interação precisa entre a frenagem hidráulica e a desaceleração elétrica.

Um sistema brake-by-wire inspirado no automobilismo permite a distribuição variável entre a recuperação de energia e a frenagem hidráulica. O pedal de freio é funcionalmente desacoplado da força de frenagem real nas rodas, garantindo uma sensação de pedal consistente e precisa.

No centro do sistema está o novo freio Audi Ceramic Pro, projetado para oferecer desaceleração consistentemente elevada e controle preciso — mesmo sob uso intenso e contínuo em pista.

No eixo dianteiro, pinças fixas de dez pistões atuam em discos de freio de 420 × 40 mm, enquanto no eixo traseiro, pinças de quatro pistões são combinadas com discos de 410 × 32 mm. Essa configuração proporciona um desempenho de frenagem equilibrado, com alta estabilidade térmica e resposta precisa do pedal em toda a faixa de velocidade.

Os discos de freio, derivados diretamente da Fórmula 1, são baseados em uma estrutura de carbono de fibras longas, projetada para suportar cargas térmicas extremas sem comprometer a integridade estrutural ou as características consistentes de atrito.

Um sistema interno de refrigeração especialmente desenvolvido para os discos de freio melhora o fluxo de ar e aumenta a dissipação de calor em até 21% em comparação com sistemas convencionais de carbono-cerâmica.

A redução de vibrações longitudinais sob frenagens intensas, a melhora da estabilidade direcional e a resposta precisa da direção reduzem as distâncias de frenagem — especialmente em altas velocidades — ao mesmo tempo em que aumentam o controle e a segurança.

Em condições adequadas, uma parcela significativa da desaceleração é realizada puramente de forma elétrica. Somente sob demandas mais elevadas de frenagem ou próximo aos limites da dinâmica do veículo é que o sistema aciona de forma contínua os freios hidráulicos.

Com uma capacidade de absorção de energia de até 2,8 megawatts, o sistema de frenagem é capaz de lidar com cargas extremas de desaceleração — em nível comparável ao de um carro de Fórmula 1 atual. Isso garante um desempenho de frenagem consistentemente elevado, semperda de eficiência (fading) ou superaquecimento, mesmo em condições extremas de pista.

Interior e UI/UX

O interior do Audi Nuvolari é totalmente focado no ato de dirigir. Uma arquitetura reduzida concentra todos os controles nas funções essenciais e os posiciona diretamente no campo de visão do motorista — incluindo elementos-chave da interface homem-máquina (HMI).

Essa abordagem centrada no condutor prioriza as informações relevantes, enquanto conteúdos secundários permanecem em segundo plano. Displays digitais e controles físicos seguem uma lógica consistente, permitindo uma interação natural.

Os destaques de cor na HMI fazem referência ao lendário carro de corrida Auto Union Type C, evocando a era do automobilismo dos anos 1930, marcada por recordes históricos de velocidade. Esse uso funcional das cores continua no conceito geral do interior, dividindo o habitáculo em duas zonas. A parte dianteira é finalizada em um tom profundo e escuro, projetado para favorecer a concentração. Superfícies, materiais e detalhes são consistentemente alinhados a esse esquema de cores escuras. Em contraste, a seção traseira apresenta um tom mais claro, chamado Shadow Dune.

Precisão e qualidade artesanal definem todo o interior — desde os controles e saídas de ar até a moldura da tela central, confeccionada em alumínio anodizado.

Bancos leves complementam o conceito de interior orientado ao motorista. A estrutura em fibra de carbono na base e no encosto reduz o peso ao mesmo tempo em que proporciona alta rigidez e suporte lateral preciso. O design ergonômico favorece uma posição de condução natural e permite um feedback direto tanto do veículo quanto da estrada.

Gala no Metropolitan Opera reúne estrelas e celebra a estreia mundial de “Lincoln in the Bardo”

Por: Jefferson de Almeida

Nova York teve uma noite de encontro entre música, literatura e moda nesta segunda-feira, 19 de outubro, com a gala que marcou a estreia mundial de “Lincoln in the Bardo”, no Metropolitan Opera, no Lincoln Center. Entre as presenças estavam Dua Lipa, Amy Poehler, Bowen Yang e Matt Rogers, que acompanharam a chegada aos palcos da adaptação do romance de George Saunders, vencedor do Booker Prize de 2017.

Dua Lipa attends the Metropolitan Opera world premiere gala of “Lincoln In The Bardo” at Lincoln Center on October 19, 2026 in New York City. (Photo by Jenny Anderson/Getty Images for The Metropolitan Opera)

A ocasião também entrou para a história da instituição: Missy Mazzoli tornou-se a primeira mulher a ter uma ópera apresentada em estreia mundial pelo Met. Com libreto de Royce Vavrek, a produção colocou a criação contemporânea no centro de uma das mais tradicionais casas de ópera do mundo.

O protocolo da gala acompanhou a importância da estreia. A programação previa recepção com coquetel às 18h, jantar às 18h30 e apresentação às 20h, com champanhe e sobremesa no intervalo. As modalidades de apoio incluíam ingressos individuais de US$ 3,5 mil e US$ 5 mil para a experiência completa, além de mesas que chegavam a US$ 50 mil — uma combinação de celebração artística e contribuição à instituição.

Missy Mazzoli e Royce Vavrek
Foto: Derek French/Shutterstock

No tapete vermelho, Dua Lipa chamou a atenção com um vestido preto da coleção primavera de 2027 da Ferragamo, assinada por Maximilian Davis. Ombros à mostra, brilho de paetês, fenda e cauda deram à escolha a dimensão teatral que uma noite na ópera permite. A cantora compareceu acompanhada de Callum Turner, aproximando o universo da música pop de uma estreia cercada de expectativa no circuito cultural.

Amy Poehler, Bowen Yang e Matt Rogers reforçaram a presença do entretenimento na noite. O encontro de artistas de diferentes áreas ampliou a repercussão de uma produção cuja relevância ultrapassa a lista de convidados: o Met apresentava uma obra inédita baseada em um livro que encontrou leitores muito além do público habitual da ópera.

Amy Poehler e Joel Lovell. Foto: Derek French/Shutterstock

No palco, a direção musical ficou a cargo de Yannick Nézet-Séguin, diretor musical da casa. O barítono sueco Peter Mattei assumiu o papel de Abraham Lincoln, em um elenco que reúne Christine Goerke, Stephanie Blythe, Anthony Roth Costanzo e Ryan McKinny. Na estreia, Everett Sobers interpretou Willie, o filho do presidente americano.

A história se passa em 1862, durante a Guerra Civil dos Estados Unidos, e parte de uma perda íntima: a morte de Willie Lincoln, aos 11 anos. Devastado, o pai visita o túmulo do menino em um cemitério de Georgetown. Ao redor desse encontro, Saunders constrói um universo de vozes e espíritos que ainda não aceitaram plenamente a própria morte.

Matt Rogers e Bowen Yang
Foto: AP/CJ Rivera

O “bardo” do título designa um estado de transição entre a morte e uma próxima existência. Nesse espaço, lembranças, apegos e desejos interrompidos aproximam personagens de trajetórias distintas. A dor de Lincoln ganha, assim, uma dimensão que vai além da biografia presidencial: trata do vínculo entre pais e filhos e da dificuldade humana de se despedir.

A adaptação mantém espaço para o humor e para o estranhamento, elementos importantes do romance. A proposta oferece ao público uma experiência em que o sobrenatural convive com sentimentos reconhecíveis, sem transformar o luto em uma narrativa de tom único.

Yannick Nezet-Seguin e Pierre Tourville
Foto: Derek French/Shutterstock

A direção cênica de Lileana Blain-Cruz levou esse universo ao palco com recursos que incluem bonecos, efeitos pirotécnicos e até um cavalo vivo. Cenários de Adam Rigg e figurinos de Montana Levi Blanco participam da construção de uma paisagem teatral em que os habitantes do cemitério ganham presença, movimento e identidade.

A montagem também integra a programação do Met no ano das comemorações dos 250 anos dos Estados Unidos. Ao escolher um episódio de vulnerabilidade de uma figura central da história americana, a obra abre espaço para pensar sobre liderança, compaixão e as perdas individuais que atravessam grandes acontecimentos.

Nova York teve uma noite de encontro entre música, literatura e moda com a gala que marcou a estreia mundial de “Lincoln in the Bardo”, no Metropolitan Opera, no Lincoln Center. Foto: Karen Almond/Metropolitan Opera

Depois da gala, “Lincoln in the Bardo” segue em cartaz até 14 de novembro, com oito apresentações adicionais. Cantada em inglês, a produção tem duração estimada de duas horas e 40 minutos, incluindo o intervalo. Para quem passa por Nova York neste período, a temporada oferece a oportunidade de conhecer uma nova ópera no mesmo palco que há gerações recebe os grandes títulos do repertório.

… Bom dia! “Viver não é esperar a tempestade passar, é aprender a dançar na chuva”.

… Abraço aos aniversariantes de hoje: Marcos Reis, Valda Santos, Anselmo Toledo, Maria Ester Souza, Luiz Felipe Viégas Amorim, André Luiz Vieira, Jassy Marques, Cidinha Santos, Silvana Romano Macedo, Suellen Ferrari Galli, Edimar Paes Magrinho, Neuza Arruda Bencice, Tamia Takagi, Adriana Correa de Oliveira, Nadia Pereira, Wilson Alves Pereira, Luan Ricahrd, Eliana Ferreira, Evelyn Tibana, Rodolfo Júnior, Jô Almeida, Dulce Maria Burgos, Guilherme Datolo Dado Francherini Lima e Laureano Secundo. Happy birthday!

Outubro missionário: entenda o significado e os objetivos da ação católica

Foto: Magnific

*Por Felipe Aquino

Professor Felipe Aquino. Crédito: Bruno Marques/Canção Nova

Durante o mês de outubro, a Igreja Católica celebra o Mês Missionário, período dedicado de maneira especial à oração, à reflexão e ao fortalecimento das ações de evangelização. A iniciativa busca renovar o compromisso comunitário com o mandato bíblico de levar os ensinamentos cristãos às famílias e à sociedade. No Brasil, a organização da Campanha Missionária é conduzida pelas Pontifícias Obras Missionárias (POM), em parceria com a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

O calendário de outubro reúne celebrações de forte significado para a comunidade católica, incluindo o dia de Santa Teresinha, Padroeira das Missões (1º de outubro), o Dia de Nossa Senhora do Rosário (7 de outubro) e o Dia Mundial das Missões, celebrado no penúltimo domingo do mês (18 de outubro). Instituída pelo Papa Pio XI em 1926, a data do Dia Mundial das Missões conta com uma coleta solidária em todas as paróquias, destinada ao apoio de comunidades em territórios de missão com maior vulnerabilidade.

A iniciativa busca renovar o compromisso comunitário com o mandato bíblico de levar os ensinamentos cristãos às famílias e à sociedade. Foto: Magnific

Para 2026, a Campanha Missionária adota o tema “Um em Cristo, unidos na missão” e o lema “Para que o mundo creia” (Jo 17,21). A proposta destaca a importância da comunhão entre clero e leigos, alertando que a divisão compromete o trabalho evangelizador e reforçando a metáfora bíblica do organismo unificado para o bom funcionamento das ações comunitárias.

A campanha enfatiza a oração e a adoração ao Santíssimo Sacramento como pilares para o surgimento de novas vocações sacerdotais, religiosas e leigas, permitindo que a atuação missionária alcance setores da sociedade onde a presença do clero é limitada. Além disso, a tradição católica incentiva a prática do Santo Rosário ao longo do mês como instrumento de fortalecimento familiar e espiritual.

Além disso, a tradição católica incentiva a prática do Santo Rosário ao longo do mês como instrumento de fortalecimento familiar e espiritual. Foto: Magnific

Ao resgatar o exemplo de figuras históricas como São Francisco de Assis, Santo Agostinho, Santa Teresinha e São Francisco Xavier, a mensagem da campanha destaca que, embora os meios de comunicação modernos sejam ferramentas indispensáveis para a difusão da mensagem, o compromisso pessoal e a vivência comunitária permanecem como o centro do trabalho missionário.

Felipe Aquino é apresentador dos programas “Escola da Fé” e “Pergunte e Responderemos”, pela TV Canção Nova. 

Iguatemi Talks Fashion celebra 10 anos e recebe Anok Yai em São Paulo

Por: Jefferson de Almeida

A presença de Anok Yai marca esta quarta-feira, 21 de outubro, no encerramento da edição comemorativa dos 10 anos do Iguatemi Talks Fashion, no JK Iguatemi, em São Paulo. Iniciado na terça-feira, o encontro reúne estilistas, executivos, criadores e personalidades internacionais para discutir as transformações da moda, da construção de imagem aos negócios, da sucessão familiar à inteligência artificial.

Criada em 2017, a conferência chega à décima edição com atividades distribuídas entre a plenária do JK Eventos e o Cubo JK, espaço dedicado a conversas e experiências com maior proximidade entre convidados e participantes. Entrevistas, painéis, masterclasses e workshops conectam diferentes etapas da indústria, da criação de uma coleção à maneira como ela é apresentada e comercializada.

A presença de Anok Yai marca esta quarta-feira, 21 de outubro, no encerramento da edição comemorativa dos 10 anos do Iguatemi Talks Fashion. Foto: Reprodução/Instagram/ Revolve

Ao longo das edições, passaram pelo evento nomes como Virgil Abloh, Christian Louboutin, Dapper Dan, Remo Ruffini, Giambattista Valli e Gwyneth Paltrow. Em 2025, mais de 1.500 pessoas acompanharam presencialmente a programação. Esse histórico dimensiona o alcance de uma plataforma que aproxima o mercado brasileiro das discussões internacionais sobre criação, comportamento e gestão.

Anok Yai: uma trajetória de projeção internacional

Entre os principais encontros desta quarta-feira está a entrevista de Anok Yai com Maria Laura Neves, diretora de conteúdo da Vogue Brasil. A conversa é dedicada à trajetória da supermodelo e aos bastidores de sua carreira. A visita inclui também uma sessão de autógrafos da edição de outubro da revista, da qual é capa, em uma produção com look Dior.

Nascida no Cairo, no Egito, filha de pais sul-sudaneses e criada nos Estados Unidos, Anok ganhou projeção em 2017, depois que uma fotografia sua, feita durante um evento universitário, viralizou nas redes sociais. A repercussão abriu caminho para sua entrada no mercado profissional e para uma carreira que rapidamente alcançou as principais passarelas.

Em 2018, tornou-se a segunda modelo negra a abrir um desfile da Prada, depois de Naomi Campbell, que havia ocupado essa posição em 1997. O intervalo de mais de duas décadas entre os dois momentos tornou o episódio um marco também nas discussões sobre a presença de mulheres negras nos espaços de maior visibilidade da indústria.

A supermodelo Anok Yai e Marcos e Kelvin, dupla de fotógrafos da Marvin, estão entre os convidados da 10ª edição do Iguatemi Talks Fashion (Divulgação)

Desde então, sua trajetória passou a reunir campanhas e trabalhos para algumas das principais casas da moda. Versace, Alaïa e Saint Laurent, além de sua atuação como rosto da fragrância Alien, da Mugler, estão entre os projetos que ajudam a explicar sua projeção internacional.

Em 2025, Anok recebeu o prêmio de Modelo do Ano no The Fashion Awards, promovido pelo British Fashion Council. A distinção reconhece o impacto global de uma modelo ao longo dos 12 meses anteriores. Em 2026, passou também a integrar a TIME100, seleção das cem pessoas mais influentes do mundo organizada pela revista Time.

Sua participação no encontro brasileiro oferece ao público a oportunidade de conhecer a profissional por trás das campanhas, dos editoriais e dos desfiles. Entre a descoberta nas redes e a consolidação internacional, seu percurso reúne questões que atravessam o setor: acesso, oportunidades, representação e a transformação de visibilidade em uma carreira duradoura.

Gerações, identidade e negócios

A programação dos dois dias combina experiências internacionais com questões diretamente relacionadas à moda brasileira. Sucessão, expansão de marcas e identidade cultural aparecem entre os temas escolhidos para a edição comemorativa.

Na agenda de terça-feira, Lenny Niemeyer e Patricia Viera foram anunciadas ao lado das filhas, Bel Niemeyer e Andrea Viera, para uma conversa mediada por Lilian Pacce. O encontro colocou em pauta a convivência entre gerações na condução de marcas, considerando a renovação de perspectivas e a preservação de uma identidade construída ao longo dos anos.

Na agenda de terça-feira, Lenny Niemeyer e Patricia Viera foram anunciadas ao lado das filhas, Bel Niemeyer e Andrea Viera, para uma conversa mediada por Lilian Pacce. Foto: Divulgação

A identidade carioca também integrou a programação, em uma conversa com Luiz Eduardo Rocha, da Zerezes, Chica Capeto e André Namitala, da Handred. Já os desafios de levar marcas brasileiras a outros mercados foram o tema proposto para Pedro Andrade, da Piet, e Maria Fernanda Albuquerque, da Havaianas, com mediação de Maria Prata.

Na conexão entre moda e entretenimento, a agenda incluiu uma revisão do universo visual de Pabllo Vittar e um encontro de Fábio Porchat com Bella Campos e Thai de Melo.

Na conexão entre moda e entretenimento, a agenda incluiu uma revisão do universo visual de Pabllo Vittar. Foto: Divulgação

Nesta quarta-feira (21), o “Reality da Moda” propõe uma troca entre empresárias de diferentes gerações. Cris Barros e Natalie Klein, fundadora da NK Store, participam ao lado de Julia Arcangeli, da J’01 Studio, e Gabriela Helito, da Le Shay. Inspirado nas bancas de faculdade, o formato aborda construção de marca, posicionamento e permanência no mercado.

Marylin Fitoussi e a força do figurino

Outra convidada internacional desta edição é Marylin Fitoussi, responsável pelo figurino de Emily in Paris. Em conversa com Paula Merlo, ela aborda a roupa como linguagem para construir personagens, comunicar personalidades e desenvolver narrativas.

O tema aproxima o trabalho dos bastidores de um fenômeno percebido pelo consumidor: a circulação de referências entre produções audiovisuais, redes sociais e vitrines. Cores, acessórios e combinações usados por personagens passam a participar das conversas sobre estilo e das escolhas de quem acompanha essas histórias.

Outra convidada internacional desta edição é Marylin Fitoussi, responsável pelo figurino de Emily in Paris. Foto: Divulgação

O francês LY.AS também integra a programação desta quarta-feira, em entrevista com Dudu Bertholini no encerramento da plenária. Sua participação acrescenta ao encontro a perspectiva de quem acompanha e comenta a moda em tempo real, em contato com um público que consome informação para além dos veículos tradicionais.

O francês LY.AS também integra a programação desta quarta-feira, em entrevista com Dudu Bertholini no encerramento da plenária. Foto: Divulgação

Circularidade e inteligência artificial

A duração das peças e as mudanças nos processos criativos ocupam outra frente da programação. Julia Sabbag e Alexandre Herchcovitch discutem moda circular e a lógica de valor, examinando os fatores que fazem uma roupa permanecer relevante, acumular história e atravessar diferentes momentos de uso.

No Cubo JK, Renata Estefan conduz a masterclass “A IA dentro dos ateliês de luxo”. A proposta aproxima a inteligência artificial de um universo associado à pesquisa de materiais, ao domínio técnico e ao trabalho artesanal.

No Cubo JK, Renata Estefan conduz a masterclass “A IA dentro dos ateliês de luxo”. Foto: Divulgação

A agenda inclui ainda uma reflexão sobre como preservar um olhar próprio em tempos de algoritmo, com Penha Maia e Gustavo Silvestre, além de workshops de styling e direção criativa. As atividades conectam os debates sobre inovação às decisões cotidianas de quem cria imagens, desenvolve produtos e constrói marcas.

Ao reunir experiências de passarela, gestão, comunicação e criação, a edição comemorativa apresenta diferentes perspectivas sobre o momento da indústria. A presença de Anok Yai acrescenta a esse panorama uma carreira internacional que conecta imagem, reconhecimento e representatividade.

Realizado pela Iguatemi S.A., o Iguatemi Talks Fashion tem apresentação de Bradesco Principal e American Express, patrocínio da Riachuelo e apoio da Eletromidia. A edição destina 10% da renda da venda dos ingressos ao IN-MOD, Instituto Nacional de Moda e Design.

… Bom dia! “Mude seus pensamentos e você muda seu mundo”

…Um abraço aos aniversariantes de hoje:, Cyro Clemente,  Claudio Freire de Menezes, Ricardo Souza, Jader Leandro, Robson Cantarella, Johni Paniago, Fernanda Couto Ajala Scaff, Luana Gomes Figueiró, Duda Monteiro, Marcia Justino, João Paulo da Matta, Celina Pereira da Rosa, Daniel Ferreira, Luana Curvo Santos, Claudio Ramos de Satana e Ricardo Nascimento. Happy birthday!

Tesla tira o Roadster do chão e aproxima o superesportivo da tecnologia espacial

Por: Jefferson de Almeida

Um superesportivo elétrico capaz de acelerar em menos de um segundo e realizar movimentos no ar. Foi com essa proposta que a Tesla apresentou, na noite de 15 de outubro, uma nova evolução do Roadster, em um evento nas instalações da SpaceX, no Texas, nos Estados Unidos. Desenvolvido com a colaboração da empresa aeroespacial de Elon Musk, o projeto incorpora propulsores à engenharia automotiva e amplia as possibilidades de desempenho sobre quatro rodas.

A sequência divulgada pela fabricante mostra o veículo percorrendo uma rampa curva, ficando de cabeça para baixo e realizando uma rotação no ar antes de retornar ao solo. A combinação de um sistema de sucção com propulsores permite executar movimentos que ultrapassam o repertório habitual de um carro esportivo. A apresentação, porém, ainda integra o desenvolvimento de um projeto cuja produção está prevista para 2028.

Um superesportivo elétrico capaz de acelerar em menos de um segundo e realizar movimentos no ar. Foto: Divulgação/Tesla

Tecnologia da SpaceX

A participação da SpaceX envolve tecnologias adaptadas ao automóvel, especialmente os propulsores de gás frio. O sistema libera gás armazenado sob alta pressão para gerar impulso e ajudar a controlar os movimentos do veículo. Diferentemente dos motores convencionais de foguetes, esse mecanismo não depende da queima de combustível para produzir a propulsão.

Outro recurso apresentado é o sistema de sucção, que aumenta a força que mantém o carro junto à superfície. Ele contribui para explicar a passagem pela parte invertida da rampa. Os propulsores, por sua vez, auxiliam os movimentos fora do solo.

A integração dessas soluções exige uma estrutura que acomode reservatórios pressurizados, dispositivos de controle e saídas de gás. O resultado é um projeto que combina desempenho elétrico, aerodinâmica e recursos derivados da engenharia aeroespacial.

Outro recurso apresentado é o sistema de sucção, que aumenta a força que mantém o carro junto à superfície. Foto: Divulgação/Tesla

Três configurações

A apresentação destacou as configurações Performance, Thrust e Rocket, com propostas distintas. A Performance foi descrita pela Tesla como voltada às ruas, com dois lugares, aerodinâmica ativa e sistema de sucção.

A Thrust acrescenta propulsores traseiros de gás frio e tem proposta direcionada às pistas. Para essa configuração, a fabricante anuncia aceleração de zero a 60 milhas por hora aproximadamente 96,6 km/h em menos de um segundo. O número deve ser tratado como uma informação divulgada pela empresa, ainda dependente de avaliação independente em condições verificáveis.

A Thrust acrescenta propulsores traseiros de gás frio e tem proposta direcionada às pistas. Foto: Divulgação/Tesla

A Rocket representa a interpretação mais extrema do projeto. Com apenas um assento e dez propulsores distribuídos pelo veículo, reúne os recursos destinados aos movimentos no ar. Essa configuração tem acesso restrito e não é aprovada para circulação em vias públicas.

O alcance da “flutuação”

As imagens rapidamente estimularam o uso da expressão “carro voador”. A demonstração apresentada, entretanto, envolve impulsos, saltos e controle momentâneo da posição do automóvel no ar. Não estabelece, por si só, capacidade para realizar trajetos aéreos contínuos.

A distinção ajuda a dimensionar a novidade. Sair do chão durante uma manobra controlada é um feito diferente de oferecer um veículo destinado ao transporte aéreo. Também permanecem questões sobre duração dos impulsos, necessidade de reabastecimento dos reservatórios e condições de utilização dos recursos na versão definitiva.

Para o público, a imagem mais marcante é a do esportivo suspenso. Para a engenharia, o desafio está em integrar essas funções a um conjunto que possa ser produzido e operado com segurança e consistência.

Carro esportivo cinza escuro visto por trás, com lanterna traseira vermelha horizontal e placa POSTR, em movimento rápido à noite, com luzes de farol iluminando a pista e postes de luz ao fundo
A distinção ajuda a dimensionar a novidade. Sair do chão durante uma manobra controlada é um feito diferente de oferecer um veículo destinado ao transporte aéreo. Foto: Divulgação/Tesla

Uma espera de quase uma década

A segunda geração do Roadster foi inicialmente apresentada em 2017, com a intenção de chegar à produção em 2020. Desde então, o projeto passou por mudanças de cronograma e de proposta. O prazo agora indicado por Musk é 2028, ainda como previsão da companhia.

O preço final não foi divulgado na apresentação. Valores associados a anúncios anteriores e depósitos de reserva não devem ser confundidos com o custo definitivo das novas configurações.

A trajetória prolongada também coloca o lançamento sob observação. Entre apresentar um protótipo e entregar um automóvel aos compradores há etapas de desenvolvimento, validação e preparação industrial. No caso do Roadster, a complexidade dos recursos anunciados torna essa passagem especialmente relevante.

Tesla Roadster
No caso do Roadster, a complexidade dos recursos anunciados torna essa passagem especialmente relevante. Foto: Divulgação/Tesla

Uma vitrine para a marca

O Roadster ocupa uma posição de destaque na estratégia de imagem da Tesla. Sua proposta é demonstrar capacidade de engenharia, atrair atenção e projetar a marca no segmento dos superesportivos, mesmo sem a expectativa de atingir o volume comercial de modelos mais acessíveis.

A colaboração com a SpaceX reforça essa intenção ao aproximar duas empresas de Musk em um produto que concentra tecnologia e espetáculo. O próximo passo será acompanhar quais recursos chegarão à produção e em que condições poderão ser utilizados. A apresentação já colocou o esportivo entre os projetos mais comentados do momento; sua entrega determinará o alcance efetivo dessa nova etapa.

Carro esportivo branco com portas tipo tesoura abertas para cima e capô traseiro também aberto, revelando o interior escuro e o motor. O veículo está em um estúdio com fundo preto e piso cinza escuro
A colaboração com a SpaceX reforça essa intenção ao aproximar duas empresas de Musk em um produto que concentra tecnologia e espetáculo. Foto: Divulgação/Tesla