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Para se refrescar no verão: duas sobremesas deliciosas

O verão, que dura até 20 de março 2026 , traz aquela vontade de comer algo para refrescar os dias de calor intenso. Neste início de ano, cidades do Sul já marcaram altas temperaturas nos termômetros. Para ajudar a aliviar o calorão, Isabela sugere duas receitas frescas e saborosas.

A primeira sobremesa é a Torta Brigadeiro de Banana, com uma fruta que é fácil de encontrar na estação, leva o Biscoito Leite na massa e promete muito frescor. A outra sugestão é a Mousse Holandesa, com as Tortinhas Chocolate na decoração, a receita é finalizada com uma calda de chocolate.

Para saber como fazer, confira as receitas abaixo:

Torta Brigadeiro de Banana

Foto: Divulgação

Ingredientes:

Para o Brigadeiro de Banana

  • 2 latas de leite condensado
  • 4 bananas nanicas, amassadas
  • 2 colheres (sopa) de margarina sem sal

Para a Massa

  • 1/3 de embalagem de Biscoito Leite
  • 100 g de margarina sem sal, em temperatura ambiente

Para a Cobertura

  • 200 g de chocolate meio amargo picado
  • ¼ xícara (chá) de creme de leite
  • ½ xícara (chá) de castanha-do-pará, grosseiramente picadas

Modo de Preparo:

Brigadeiro de Banana

Em uma panela média, coloque o leite condensado, as bananas e a margarina. Leve ao fogo baixo, mexendo sempre, até soltar do fundo da panela. Desligue o fogo e reserve.

Massa

Ligue o forno em temperatura média (180° C  200° C). No processador ou liquidificador, triture os biscoitos. Passe para uma tigela e, com as mãos, misture a margarina para obter uma farofa grossa.

Acomode essa mistura em uma forma redonda (20 cm de diâmetro) e de fundo falso. Pressione com as mãos para forrar todo o fundo da forma. Leve ao forno por 5 minutos, retire e reserve.

Cobertura

Em um refratário, coloque o chocolate com o creme de leite e leve ao micro-ondas, potência média, por 2 minutos, mexendo na metade do tempo. Retire e mexa bem para obter um creme liso e homogêneo. Reserve.

Monte a torta

Sobre a base de torta despeje o brigadeiro de banana. Por cima, espalhe a cobertura e leve à geladeira para firmar por pelo menos 2 horas. Desenforme, decore com as castanhas e sirva.

Rendimento: 10 porções         Tempo de preparo: 40 minutos + tempo de geladeira

Mousse Holandesa

Foto: Divulgação

Ingredientes:

Para o Mousse

  • 1 tablete de chocolate branco (200g) picado
  • 1 embalagem de cream cheese
  • 1 lata de creme de leite
  • 2 colheres (sopa) de açúcar
  • 1 colher (chá) de essência de baunilha
  • 2 colheres (sopa) e gelatina incolor sem sabor
  • 2 claras em neve

Para a Montagem

  • 15 biscoitos Tortinhas Chocolate

Para a Cobertura

  • 1 tablete de chocolate meio amargo (180g) picado
  • 1 embalagem de creme de leite (200g)

Modo de Preparo

Mousse

  • Numa panela pequena derreta em banho-maria o chocolate branco. Reserve.
  • Bata na batedeira o cream cheese com o açúcar até ficar cremoso. Junte o chocolate derretido, o creme de leite e a baunilha. Acrescente a gelatina previamente amolecida e dissolvida em banho-maria, sem ferver. Misture delicadamente as claras.

Montagem

  • Numa forma desmontável, média, ajeite as Tortinhas Chocolate na borda, com o recheio voltado para fora. Coloque a mousse. Leve à geladeira, por no mínimo, 4 horas.

Cobertura

  • Numa panela pequena dissolva o chocolate em banho-maria. Espere amornar. Junte o creme de leite, misturando bem. Sirva sobre a mousse desenformada.

Rendimento: 8 a 10 porções      Tempo de Preparo: 30 minutos + tempo de geladeira

Gastronomia para o Réveillon: superstições, receitas e a mesa da sorte (com elegância)

Réveillon é, ao mesmo tempo, celebração e ritual. E a mesa da virada tem um papel que vai além do sabor: ela carrega símbolos, desejos e aquelas superstições que atravessam gerações. O interessante é que, mesmo no alto padrão, isso continua forte — só muda o jeito de apresentar. Em 2026, a tendência é clara: mesa bonita, leve, bem executada e com significado, sem exagero e sem “mistura demais”.

A boa notícia: dá para unir tradição e sofisticação com escolhas simples, bem feitas, e com aquele acabamento que deixa tudo com cara de coluna.

As superstições que não saem de moda (e como usar a favor)

Lentilha

Clássica para prosperidade. O acerto é servir com textura e elegância: em saladinha morna, em sopa leve, ou como acompanhamento bem temperado.

Uva

Sorte e desejos. Pode entrar de forma refinada em saladas, sobremesas leves, ou até num toque em tábuas e entradas.

Romã

Abundância. Funciona como detalhe bonito e chique: finalização de saladas, sobremesas, drinques e até como elemento de decoração na mesa.

Peixe e frutos do mar

Simbolizam fluidez e caminhos abertos. E são perfeitos para o calor: mais leves, mais festivos e com alto potencial de apresentação.

Folhas e verdes

Renovação. E no Réveillon ficam lindos quando bem montados: folhas boas, frutas na medida, queijo certo e um molho bem feito.

Prefira frutas frescas da região, que são mais saborosas e nutritivas (Foto: Divulgação)

O que muita gente evita (por superstição):

Alguns evitam aves que ciscam para trás (como frango) por associarem a “andar para trás”. Outros evitam pratos “pesados” demais para não começar o ano carregado. Não precisa virar regra — mas é um detalhe que muita gente comenta e gosta de ver na mesa.

A regra de ouro do Réveillon: leveza com acabamento

O Réveillon pede comida que sustenta a noite, mas não derruba. Por isso, a mesa mais elegante é a que tem:

• entradas bonitas e frescas
• um prato principal com execução impecável
• acompanhamentos simbólicos (lentilha, por exemplo)
• sobremesa leve
• bebida bem servida (taça certa, gelo bom, ritmo)

O Réveillon pede comida que sustenta a noite, mas não derruba. Por isso, a mesa mais elegante.

Menu completo da sorte (com receitas práticas e chiques)

1) Entrada — Ceviche elegante (peixe branco)

Por que funciona: é fresco, festivo e tem cara de alto padrão.

Ingredientes: peixe branco fresco em cubos, limão, cebola roxa bem fina, pimenta suave, coentro (opcional), sal, azeite, manga ou uva (opcional).

Como fazer: tempere o peixe com limão e sal, deixe poucos minutos, finalize com azeite e cebola roxa. Se quiser dar toque de Réveillon, use uvas cortadas ao meio ou manga em cubinhos para um contraste elegante.

Serviço: em taças ou prato raso, com acabamento limpo.

Entrada — Ceviche elegante, Foto: Pixabay

2) Símbolo da prosperidade — Salada morna de lentilhas

Ingredientes: lentilha cozida al dente, cebola roxa, tomate-cereja, salsinha, azeite, limão, sal, pimenta, folhas (rúcula ou agrião).

Como fazer: cozinhe lentilha sem desmanchar. Misture com azeite, limão e temperos. Finalize com tomate-cereja e cebola roxa. Sirva sobre folhas.

Upgrade chic: finalize com romã por cima (fica lindo e simbólico).

3) Principal — Peixe assado com crosta de ervas e limão

Ingredientes: filés ou posta de peixe (robalo, badejo, etc.), azeite, limão, sal, pimenta, ervas (salsinha, dill, tomilho), farinha panko (opcional).

Como fazer: tempere com sal, pimenta e limão. Cubra com ervas e um fio de azeite. Se quiser crosta, misture panko + ervas + azeite e cubra o peixe. Asse até o ponto.

Por que é perfeito: leve, bonito, e “cara de virada”.

4) Acompanhamento — Arroz com amêndoas e uvas-passas (na medida)

Ingredientes: arroz soltinho, amêndoas laminadas, passas (poucas), manteiga/azeite, sal.

Como fazer: toste as amêndoas, misture ao arroz já pronto com um fio de azeite. Use passas só como detalhe (sem “açucarar” o prato).

Resultado: clássico de Réveillon com acabamento.

5) Sobremesa — Pavê leve de frutas cítricas (sem pesar)

Ingredientes: creme leve (pode ser iogurte grego + mel + raspas de limão), frutas (manga, abacaxi, uva), biscoito leve.

Montagem: camadas finas, fruta bem cortada, finalização com raspas de limão e grãos de romã.

Chique e fresco: fecha a noite sem “derrubar”.

A mesa bonita (que parece cara) em 5 detalhes

1. Luz quente + vela (instantâneo).
2. Flores baixas (não atrapalham conversa).
3. Louça clara e guardanapo bem dobrado (acabamento).
4. Taça certa e gelo bom (serviço é luxo).
5. Uma bandeja de frutas simbólicas (uvas e romãs ficam lindas).

Brinde e drinks: o que combina com a virada

• Espumante bem gelado (serviço correto faz diferença).
• Drinks cítricos e leves (menos açúcar, mais frescor).
• Água com gás + limão + gelo bom (parece simples, mas comunica padrão).

A mesa do Réveillon mais elegante é aquela que equilibra sabor, símbolo e leveza. Lentilha para prosperidade, frutas para sorte, peixe para caminhos abertos — tudo com apresentação bonita e execução impecável. Porque na virada, mais do que “comer”, a gente celebra desejos. E quando o ritual está bem feito, o ano começa com outro astral.

… Bom dia! “A estrada para o sucesso está sempre em construção”

… Um abraço aos aniversariantes de hoje: Denize Demirdijan, Paulo Manzolin, Margareth Marques, Maria Cristina Davalo, Isabella Terengue de Mattos, Célia Curto, Keila Carriço, Cris Medeiros, Marlene Schneider Pereira, Emerson Coelho, Neumann Rodrigues Bauermeister, Renan Contar, Adilson Schieffer, Elvira Brandão e Marilaine Marcelina Barbosa. Happy birthday!

Conheça o hotel eleito o melhor dos Estados Unidos e favorito das celebridades

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Em seu 24º aniversário, o The Peninsula Chicago celebra uma série de conquistas que reforçam sua posição como um dos destinos de luxo mais desejados globalmente. O icônico hotel, situado no cruzamento mais prestigiado da cidade as avenidas Michigan e Chicago, na Magnificent Mile – acaba de ser eleito o Melhor Hotel dos Estados Unidos e um dos 10 Melhores do Mundo pelo renomado ranking internacional La Liste.

Reconhecida por sua expertise em classificar os melhores restaurantes do mundo, a organização francesa La Liste organiza pela segunda vez uma análise voltada para a hotelaria e turismo. O resultado colocou o The Peninsula Chicago em um empate no 1º lugar global e no topo da lista americana, com avaliação de 99,5 pontos em 100. Em sua análise, a La Liste descreveu o hotel como uma “peça arquitetônica de destaque que entrega a filosofia de serviço asiática em espaços distintamente americanos”, ressaltando ainda que seus quartos estão “entre os mais tecnologicamente avançados do mundo” e oferecem automação intuitiva que aprimora, em vez de interferir, na experiência do hóspede.

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Gastronomia premiada e experiências exclusivas

A excelência do The Peninsula Chicago vai muito além da hospedagem. O Z Bar, elegante rooftop bar do hotel, acaba de ser incluído pela revista Food & Wine entre os “10 Melhores Bares de Hotel dos EUA”, destacando-se por seus coquetéis autorais, ambiente sofisticado e vistas deslumbrantes da cidade.

No campo da gastronomia, o restaurante Shanghai Terrace, conhecido por sua autêntica culinária cantonesa em um ambiente que remete à década de 1930 em Xangai, foi nomeado pelo OpenTable & Kayak como um dos “100 Melhores Restaurantes de Hotel dos EUA”, reforçando a reputação do hotel como destino gastronômico imperdível.

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Luxo, tecnologia e hospitalidade incomparáveis

Desde sua inauguração em 2001, o The Peninsula Chicago é referência de hospitalidade de luxo, unindo a tradição de serviço asiático marca registrada do grupo The Peninsula Hotels à energia cosmopolita de Chicago. Com 339 acomodações, incluindo 83 suítes, o hotel oferece design elegante, vistas panorâmicas, spa premiado, piscina coberta, além de tecnologia de ponta que garante conforto e personalização em cada detalhe da estadia.

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Drogas sociais no esporte

Um olhar mais humano sobre casos de doping relacionados a substâncias como maconha e cocaína, geralmente consumidas fora da competição e sem intenção de obter vantagem esportiva. Foto: Freepik

*Por João Antonio de Albuquerque e Souza

Embora o doping seja frequentemente associado ao uso de substâncias para melhorar o desempenho esportivo, como anabolizantes e hormônios, muitos casos envolvem drogas de abuso, como maconha, cocaína e ecstasy. Essas substâncias, em geral, não aumentam a performance e são consumidas fora do ambiente competitivo, refletindo questões sociais e, muitas vezes, quadros de dependência química.

Reconhecendo essa distinção, o Código Mundial Antidopagem passou a tratar essas drogas de forma diferenciada, mudança adotada também pelo Código Brasileiro Antidopagem (CBA). Desde 2021, por meio do artigo 119, o CBA prevê punições mais brandas para atletas que usaram substâncias de abuso fora de competição e sem objetivo de obter vantagem esportiva, promovendo um tratamento mais humano e equilibrado.

Embora o doping seja frequentemente associado ao uso de substâncias para melhorar o desempenho esportivo, como anabolizantes e hormônios. Foto: Freepik

O uso de drogas como a cocaína, se não for enquadrado como “substância de abuso”, pode levar a punições severas, como suspensões de até quatro anos. Por isso, o CBA determina que o consumo fora do período competitivo seja considerado, utilizando faixas de concentração na urina para estimar o momento do uso. No entanto, fatores individuais influenciam esses níveis, e os dados não devem ser tratados como absolutos.

Esse novo tratamento jurídico não significa conivência com o uso de drogas; ao contrário, reforça o papel educativo do esporte e a necessidade de desincentivar o consumo. Casos como os de Diego Maradona, Richard Gasquet, Jobson e Michael Phelps escancaram para o mundo o impacto das drogas sociais na vida de atletas de elite.

O uso de drogas como a cocaína, se não for enquadrado como “substância de abuso”, pode levar a punições severas, como suspensões de até quatro anos. Foto: Freepik

Ainda assim, a sociedade e o sistema esportivo precisam evoluir no entendimento de que, nesses casos, a prioridade deve ser o cuidado, não apenas a sanção. Em resumo, a atual legislação representa um avanço ao reconhecer que nem todo doping é fraude. Muitos são, inclusive, retratos de uma crise maior.

João Antonio de Albuquerque e Souza é atleta olímpico, graduado em Direito pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e mestre em Direito e Justiça Social pela UFRGS.

Nariz torto é indicativo de desvio de septo

O nariz torto, muitas vezes visto como uma peculiaridade estética, pode estar associado a questões de saúde bem mais sérias. Foto: Imagem de freepik

O nariz torto, muitas vezes visto como uma peculiaridade estética, pode estar associado a questões de saúde bem mais sérias o que torna o assunto também de interesse daqueles que não se apegam tanto aos padrões de beleza.

Isso porque a deformidade nasal também pode ser indicativo de desvio de septo. Ou seja, um desalinhamento da estrutura que separa as nossas duas cavidades do nariz e pode comprometer a respiração, impactando a saúde de maneira geral.

Portanto, mais do que uma questão estética, é algo a ser observado com atenção a quem deseja viver com qualidade conforme explica o Dr. Thássio Zaccarof, otorrinolaringologista do Hospital Paulista e especialista em cirurgias nasais.

Um septo nasal com desvio acentuado pode ocasionar uma laterorrinia, ou seja, o nariz torto. Foto: Imagem de freepik

“Um septo nasal com desvio acentuado pode ocasionar uma laterorrinia, ou seja, o nariz torto. Essa condição ocorre quando o dorso do nariz, que é a parte cartilaginosa, se apoia de maneira irregular sobre o septo, provocando esse efeito estético. O que muitos não sabem, no entanto, é que mais do que um traço individual da aparência, esse pode ser um sinal de problemas respiratórios.”

O médico destaca que o desvio septal pode gerar complicações significativas em termos de qualidade de vida. “Quando o nariz é torto, o indivíduo pode apresentar obstrução nasal, que pode levar a sinusites, cefaleias e à chamada hiposmia, que é a diminuição do olfato. Esses problemas não só afetam a qualidade de vida, mas também podem impactar a saúde geral do paciente.”

Tratamentos

Para aqueles que desejam corrigir o desvio, a cirurgia é a única solução. “Esse é um problema anatômico, e a cirurgia pode corrigir tanto a parte funcional como a estética”, explica o especialista. Isso significa que, além de respirar melhor, os pacientes podem sair da sala de cirurgia com um nariz mais harmonioso.

Doença de Lyme: entenda os riscos e complicações

Imagem de freepik

Recentemente, a modelo internacional Bella Hadid foi internada em decorrência da doença de Lyme despertando a atenção em torno da enfermidade. No Brasil, não há descrição de casos autóctones da doença de Lyme clássica, mas sim de uma síndrome semelhante, pouco conhecida e de difícil diagnóstico. Segundo a infectologista do Hospital Sírio-Libanês, Jessica Ramos, a suspeita só costuma ser considerada quando o paciente relata ter visitado regiões em que a doença é mais comum, como a América do Norte (EUA e Canadá) e a Europa. Nos Estados Unidos, por exemplo, estima-se que aproximadamente 476 mil pessoas sejam diagnosticadas e tratadas para a doença de Lyme a cada ano.

A especialista explica que a doença é uma infecção causada pela bactéria Borrelia burgdorferi, transmitida pela picada de carrapatos do gênero Ixodes. “Esses carrapatos se infectam ao se alimentar de animais silvestres e podem transmitir a bactéria para humanos”, complementa.

A especialista explica que a doença é uma infecção causada pela bactéria Borrelia burgdorferi, transmitida pela picada de carrapatos do gênero Ixodes. Foto: Imagem de freepik

Ainda de acordo com Jessica, os sintomas iniciais mais comuns incluem o eritema migratório (uma mancha avermelhada em formato de “alvo” no local da picada, que se expande progressivamente, além de febre baixa, fadiga, dores musculares e articulares, dor de cabeça e aumento dos linfonodos, estruturas que fazem parte do sistema linfático e atuam como centros de defesa do sistema imunológico.

A médica explica que o tratamento em fases iniciais geralmente é feito com antibióticos administrados por via oral, mas que, em casos mais graves, pode ser necessária a aplicação endovenosa. Segundo ela, “iniciar o tratamento de forma precoce é fundamental para evitar a evolução para quadros mais severos, que podem envolver comprometimento neurológico (como meningite, neuropatias e paralisia facial periférica), artrite de Lyme (inflamação articular recorrente, principalmente nos joelhos), cardite de Lyme (alterações na condução elétrica do coração) e sintomas crônicos, como fadiga persistente e dores difusas”.

“iniciar o tratamento de forma precoce é fundamental para evitar a evolução para quadros mais severos, que podem envolver comprometimento neurológico. Foto: Darko Stojanovic por Pixabay

A infectologista reforça que pessoas que vivem ou viajam para locais com registros da doença devem adotar cuidados preventivos. “Evitar áreas de mata ou gramados altos em épocas de risco, usar roupas de manga comprida, calças dentro das meias, optar por cores claras que facilitem a visualização dos carrapatos e aplicar repelentes adequados são medidas simples, mas bastante eficazes na prevenção”, conclui.

Três tipos de orquídeas mais fáceis de cuidar em casa

As orquídeas são plantas fascinantes e elegantes, conhecidas por suas flores exóticas. Embora muitas pessoas as considerem difíceis de cultivar, existem algumas variedades acessíveis para iniciantes. Veja abaixo três tipos de orquídeas que são fáceis de cuidar em casa.

Phalaenopsis

As Phalaenopsis se adaptam bem a ambientes internos e são conhecidas por sua resistência e baixa necessidade de manutenção. O ideal é colocá-las onde recebam luz indireta brilhante, como em uma janela virada para leste ou oeste. Evite luz solar direta para que as folhas não sejam queimadas. Elas prosperam em temperaturas entre 18° e 24°, evitando correntes de ar frio.

Utilize um substrato bem drenado e que permita boa aeração para as raízes, composto por casca de pinus, carvão vegetal e esfagno. Regue uma vez por semana e, no inverno, reduza a frequência para intervalos de 10 a 14 dias. Certifique-se de que a água escorra bem pelo vaso, evitando acúmulo nas raízes. Mergulhar o recipiente em um pote com água por alguns minutos, por exemplo, é uma boa prática. A floração geralmente ocorre uma vez por ano e pode durar de dois a três meses. Com bons cuidados, algumas podem florir duas vezes por ano.

As Phalaenopsis se adaptam bem a ambientes internos e são conhecidas por sua resistência e baixa necessidade de manutenção. Foto: Pixabay

Dendrobium

As Dendrobium são versáteis e podem se adaptar a várias condições de cultivo, com um ciclo de floração longo e menor propensão a problemas relacionados a pragas. Esse tipo de orquídea gosta de ambientes quentes e úmidos, com luz indireta brilhante. No entanto, elas também se beneficiam de alguma luz solar direta por poucas horas. As temperaturas ideais ficam entre 15° e 30°.

O substrato indicado também é um mix de casca de pinus, carvão vegetal e pedras de argila expandida. O importante é regar a cada quatro ou sete dias, evitando água em excesso. Essa planta floresce uma ou duas vezes por ano, dependendo da espécie, e pode durar várias semanas.

As Dendrobium são versáteis e podem se adaptar a várias condições de cultivo, com um ciclo de floração longo e menor propensão a problemas relacionados a pragas. Foto: Pixabay

Cattleya

As Cattleyas, conhecidas por suas flores grandes e perfumadas, são resistentes e toleram ampla gama de condições. Florescem em ambientes iluminados e necessitam de luz indireta brilhante e alguma luz direta pela manhã. Diante disso, janelas voltadas para o leste ou oeste são excelentes. Elas preferem temperaturas entre 18° e 26° durante o dia e um pouco mais frias à noite.

Como substrato, utilize uma mistura de casca de pinus, carvão vegetal e perlite para obter boa drenagem. Molhe a cada cinco ou sete dias durante o crescimento, deixando o substrato secar completamente entre as regas. Vale reforçar que a Cattleya não gosta de excesso de água nas raízes, por isso é necessário evitar o encharcamento. A evolução acontece uma vez por ano e pode durar até quatro semanas, dependendo da espécie.

As Cattleyas, conhecidas por suas flores grandes e perfumadas, são resistentes e toleram ampla gama de condições. Foto: Pixabay

Lombo especial para um Natal cheio de sabor

Foto: Divulgação/Divino Fogão

O Natal é uma celebração cultural e religiosa comemorada anualmente em 25 de dezembro por bilhões de pessoas ao redor do mundo. É tradicionalmente associado ao nascimento de Jesus Cristo, para os cristãos, e se tornou também um evento secular repleto de festividades, decoração e presentes. Para a ceia de Natal, aposte na receita de Lombo de Natal do Divino Fogão.

Lombo Recheado

Ingredientes:

  • 1,5Kg de lombo
  • 100 gramas de calabresa
  • 100 gramas de bacon fatiado
  • 100 gramas de presunto
  • 30ml de azeite
  • Sal a gosto
  • 2 limões
  • 150 gramas de mussarela
  • 30 gramas de alho
  • Páprica a gosto
  • Barbante
  • Salsa a gosto
  • 2 laranjas
Foto: Divulgação/Divino Fogão

Modo de preparo:

Comece cortando o lombo e formando uma manta, tempere com o limão, o sal, a páprica e o alho. Recheie com calabresa, bacon, mussarela e presunto. Enrole e amarre com barbante bem firme.

Leve ao forno pré-aquecido a 180º por 90 minutos. Sirva como preferir.

Rendimento: 8 porções.