A Páscoa, que este ano acontece em 9 de abril, é marcada pela troca de chocolates, uma das grandes apostas do comércio para a venda de produtos, como ovos de chocolate, barras e caixas de bombons. Porém, em meio a tantas guloseimas, como preservar o bem-estar dos consumidores? Nutricionista clínica do São Cristóvão Saúde, Danielle de Paula Scaldelai Ferreira traz uma série de dicas para quem gosta de celebrar a data e pretende focar em produtos mais saudáveis.

Pós-graduada em nutrição clínica funcional e pós-graduanda em nutrição em oncologia, Ferreira defende que a opção com maior teor de cacau é sempre a melhor. “O fruto do cacau é um alimento com diversos benefícios, como os compostos bioativos, entre eles os flavonóides. Ao serem ingeridos, desempenham atividade anti-inflamatória e antioxidante em nosso corpo, contribuindo para a circulação sanguínea, saúde cardiovascular, o combate ao envelhecimento celular precoce, além de auxiliarem na melhora do nosso humor”.

De acordo com a especialista, a única diferença significativa entre as opções caseiras e industriais, do ponto de vista nutricional, refere-se ao tipo de chocolate utilizado. A nutricionista destaca algumas classificações de chocolates, que podem ser encontradas nas embalagens de ovos de Páscoa ou nas barras usadas em preparos artesanais:
- Chocolate fracionado: tem a massa de cacau substituída parcialmente pela gordura vegetal, como o óleo de palma;
- Chocolate hidrogenado: a massa de cacau é substituída por gordura vegetal hidrogenada, conhecida como gordura trans, que é prejudicial para a saúde cardiovascular;
- Teor de cacau: corresponde ao nível de cacau no produto. O chocolate ao leite, por exemplo, tem uma menor concentração de cacau quando comparado ao meio amargo ou aquele com porcentagens maiores, como 60% ou 70% cacau.
Cuidados
“Tanto para o público infantil quanto o adulto, portanto, recomendo observar o tipo de chocolate, que tem impacto no valor nutricional e no teor de açúcar dos produtos”, ressalta Danielle de Paula. Além disso, segundo a especialista, é importante levar em consideração as recomendações de boas práticas em produção de alimentos e produtos alimentícios para minimizar o risco de contaminação. Essas recomendações podem ser contempladas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
“Do ponto de vista higiênico-sanitário, é importante considerar o prazo de validade do alimento e se a embalagem se encontra violada. No caso do ovo caseiro, também devem ser observadas as formas de manipulação e cuidados higiênicos que o produtor tem ao preparar cada produto, além das condições de armazenamento, para minimizar risco de contaminação e danos à saúde”, orienta a nutricionista.




























Ingenieur Automatic 40
A coleção engloba três referências em aço inoxidável e uma em titânio. O Ingenieur Automatic 40 é movido pelo calibre 32111 fabricado pela IWC com uma reserva de bateria de 120 horas. Todos os novos modelos apresentam caixas internas fabricadas em ferro macio, feitas para proteger os movimentos de campos magnéticos e são resistentes à água ( por volta de 100 metros de profundidade ) tornando-os esportivos e totalmente versáteis para o século XXI. O Ingenieur está disponível em 3 versões com dials de cores diferentes ( preto, prata, aqua ) e também há a versão em titânio, um material super tecnológico, mais leve que o aço. Além disso, o titânio também é um metal anti-alérgico. O acabamento do relógio possui um toque acetinado combinado a superfícies polidas. O dial prateado e os ponteiros e apliques em preto acentuam o visual característico ” matte ” do titânio.












