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Três receitas de chás naturais, para combater a insônia

Dormir é o momento único de recuperar as energias, colocar em ordem o metabolismo e regularizar os hormônios, por isso a importância de ter uma boa noite de sono. Os chás que ajudam a dormir são uma opção natural e simples para ajudar no tratamento da insônia, especialmente, para pessoas que tem dificuldade por conta de alguns fatores, como por exemplo estresse ou ansiedade. Com o objetivo de colaborar com a saúde do sono, a Bio Mundo, franquia de alimentos naturais e saudáveis, separou três receitas de chás naturais, que funcionam como calmantes e promovem o relaxamento do corpo, podendo ajudar numa melhor noite de sono. Confira:

Chá de Valeriana

O chá de valeriana é uma das opções mais estudadas para ajudar no tratamento da insônia e ajudar a dormir melhor. De acordo com estudos, a valeriana libera substâncias que aumentam a quantidade de GABA, que é um neurotransmissor responsável por inibir o sistema nervoso, ajudando a relaxar. Indicam também que a valeriana pode aumentar o tempo de sono, assim como diminuir o número de vezes que se acorda durante a noite.

Ingredientes:

1 colher (de sopa) de raiz de valeriana seca;

250 ml de água fervente.

Modo de preparo

Colocar a raiz de valeriana na água fervente e deixar repousar entre 10 a 15 minutos. Depois, coar, deixar amornar e beber de 30 minutos a 2 horas antes de dormir.

O chá de valeriana deve ser ingerido com cuidado por grávidas e pessoas com problemas no fígado.

Chá de erva-cidreira com hortelã

A erva-cidreira é outra planta muito indicada tradicionalmente para tratar excesso de estresse e insônia. De acordo com algumas investigações feitas, a planta parece evitar a degradação de GABA no cérebro, o que potencializa o efeito deste neurotransmissor que tem como principal função relaxar o sistema nervoso.

Já a hortelã é uma ótima opção para ser usada em combinação com outros chás. Por ser um expectorante natural, ela facilita a respiração e proporciona refrescância, além de ser combativa contra a insônia.

Ingredientes:

1 colher de folhas secas de erva-cidreira;

½ colher de folhas secas de hortelã

250 ml de água fervente.

Modo de preparo

Adicionar as folhas numa xícara com água fervente e deixar repousar por 5 a 10 minutos. Depois coar, deixar amornar e beber 30 minutos antes de dormir.

O chá de cidreira deve ser evitado durante a gravidez e lactação.

Chá de mulungu

O chá de mulungu não é dos mais conhecidos, mas suas propriedades certamente chamam a atenção. Ele é mais conhecido por suas propriedades calmantes, que são excelentes aliadas para tratamentos de problemas psicológicos. Sendo assim, a erva é usada no combate ao estresse, insônia e ansiedade e aos sintomas da depressão, estimulando a liberação de hormônios que levam ao relaxamento e sensação de bem-estar, ou seja, acalmando os nervos.

Ingredientes

2 colheres de chá de casca de mulungu;

250 ml de água.

Modo de preparo

Colocar a casca na água fervente e deixar repousar entre 10 a 15 minutos. Depois, coar, deixar amornar e beber 30 minutos a 2 horas antes de dormir.

A maior parte dos chás para dormir atuam no sistema nervoso central e, por isso, é importante que sejam consumidos, em média, de 30 a 60 minutos antes de dormir para permitir que tenham tempo para relaxar o corpo e a mente.

Amígdala doendo e mau hálito? Entenda a possível causa.

Cáseos amigdalianos são bolinhas que surgem no fundo da boca, na região da garganta Imagem: Getty Images

*Por Cláudia C. Gobor

Os pontinhos brancos que partem da garganta e causam dor em toda a região podem ser sinal de um problema maior

Começou com um desconforto no fundo da garganta e agora virou um incômodo generalizado? Cuidado, podem ser cáseos amigdalianos. Eles são bolinhas esbranquiçadas ou amareladas de cheiro ruim que causam dores na boca e no ouvido, irritação, ardência, alteração no paladar e dificuldades de deglutição. São formados pela mistura de restos de comida, muco e pele descamada de lábios e bochechas, quando as amígdalas estão inflamadas.

A odontologista e especialista Cláudia Gobor explica que o problema surge pelo “acúmulo de muco e micropedaços de pele, literalmente um prato cheio para as bactérias”. As causas podem ser as mais simples possíveis, portanto é preciso atenção para não torná-las um hábito e acabar sofrendo frequentemente com essa doença. “Respirar pela boca, utilizar enxaguantes bucais com álcool ou cremes dentais com lauril, beber pouca água, fumar ou consumir bebidas alcoólicas. Tudo isso resseca, descama a pele e causa o acúmulo”, destaca Cláudia.

A profissional fala também da importância de procurar orientação especializada, não somente quando há desconforto, mas com regularidade. “Você ir ao dentista periodicamente permite que ele veja como está a sua saúde bucal e evite qualquer tratamento doloroso somente com a prevenção. É ele quem vai analisar os seus hábitos e recomendar os melhores cuidados”, conclui Cláudia Gobor. A procura pelo serviço é uma questão de autocuidado, fundamental para a garantia de uma boa qualidade de vida.

Dra. Cláudia C. Gobor é Cirurgiã dentista especialista pelo MEC no tratamento da Halitose

Troque o celular por exercícios físicos

Hoje o celular está presente em quase todos os momentos do nosso dia, desde quando acordamos até a hora em que vamos dormir. Às vezes, ele é um grande aliado nos trazendo informações que enriquecem a nossa vida tanto no pessoal quanto no profissional, porém, em alguns momentos, ele nos rouba algo muito importante e que não nos damos conta, que é o tempo e a saúde.

Segundo Flávia Barbato, psicóloga comportamental que atende pela Telavita, o tempo é algo difícil de se precificar e repor, pois o que passou não pode ser mais vivido. “Vivemos em uma realidade em que as pessoas se concentram tanto em não perder o que acontece no mundo, que elas criam uma dependência da tela que acaba sendo prejudicial à saúde. Aconselhamos sempre a importância de dosar o tempo de consumo de informações com outras atividades, como exercícios, para evitar a dependência do aparelho”, reforça a especialista.

Para vivermos melhor nosso presente e termos uma boa qualidade de vida, é necessário equilibrar melhor nossa relação com o celular e criar o hábito de realizar atividades sem sua presença, para evitar distrações e ansiedades.

Para isso, a profissional recomenda seis dicas que vão ajudar a trocar a tela por atividades mais saudáveis:

Desmame do seu celular:

Para quem é viciado, comece a realizar caminhadas curtas ou qualquer atividade que não leve muito tempo, mas sem levar consigo seu celular. Este pode ser um começo para os mais dependentes do seu Smartphone.

Estabeleça horários:

Seja para realizar alguma leitura, alongamento ou meditação, estipule um período em que irá realizar essas atividades sem o celular. Isso pode fazer você se concentrar melhor em você mesmo e em seus pensamentos, purificando um pouco sua mente em relação ao ambiente virtual.

Faça atividades em grupo:

Procure por esportes ou práticas em que ocorra interação entre mais indivíduos. Essas atividades favorecem as habilidades naturais de comunicação e interação social, que são importantes para quem não gosta de atividades físicas solitárias, além de afastar a pessoa temporariamente do seu Smartphone.

Técnica “só vai”:

Muitas vezes condicionamos nossa decisão de fazer atividade física ao tempo, amigos, roupa, sono, séries e etc, quando o que precisamos é apenas começar. Dessa forma, a vontade e disposição aparecem no caminho. Então “só vai”, que o gosto pela atividade vai se desenvolvendo com a prática.

Não faça do celular um inimigo:

Aprenda a usar ele como um amigo de treino. Consuma com moderação conteúdos ligados a atividades físicas e dança, por exemplo. Hoje temos aplicativos que auxiliam em diversas atividades físicas, mas lembre-se: hora de treino é hora treino, nada de redes sociais e distrações.

Foco no seu tempo:

Lembre-se de gastar seu tempo com você. Seu celular e o que você consome nele, não deve ser o fator principal da sua vida. Em sua vida, você precisa de momentos de equilíbrio, principalmente para manter a saúde em dia, sem que a tecnologia vire o vilão deste momento.

Aprenda duas receitas de drinks refrescantes para quem ama gim

O gim é a nova paixão dos brasileiros. Segundo Matheus Berghahn, especialista na destilação de gim, “a bebida de origem holandesa é uma das mais pedidas nos bares e restaurantes levando em combinação a tônica fica perfeito, pois muitos destilados já possuem o sabor próprio em função dos botânicos utilizados, sendo o principal responsável por dar um aroma mais leve”. Para o bartender Rafael Miorin ” separamos duas receitas com gim para se refrescar o seu final de tarde, sendo o drink Clover Club que é servido sem gelo e de sabor inesquecível e já o Tom Collins é um clássico que voltou com tudo junto com o gim. Separe os ingredientes e confira o modo de preparo!

bartender Rafael Miorin Fotos: Felipe de Paula Ribeiro

Clover Club

  • 50 ml Gim
  • 30 ml Limão Siciliano
  • 15 ml Vermute seco
  • 3 colheres de Geléia de Framboesas
  • 25 ml albumina pasteurizada

Modo de preparo:

Coloque todos os ingredientes na coqueteleira e bata sem gelo, após adicione bastante gelo e bata novamente. Realize dupla coagem em uma taça pré resfriada sem gelo.

Tom Collins

  • 50ml Gim
  • 30ml Limão Siciliano
  • 30ml Xarope de Açúcar
  • Água com gás

Modo de preparo:

Coloque todos os ingredientes na coqueteleira, menos a água com gás, adicione bastante gelo e bata bem. Após dupla coagem em um copo longo com gelo collins, finalize adicionando água com gás e um twist de siciliano.

Como fazer o xarope de açúcar

300g de açúcar

300ml de água

Coloque em panela em fogo médio até que atinja a fervura, aguarde 3 minutos, desligue o fogo. Aguarde esfriar e envase em garrafa higienizada. Válido por 15 dias em refrigeração.

Tenha muita atenção com as calorias da bebidas

Foto: Freepik

Estudos ainda não estabeleceram de forma consistente uma relação de causa e efeito, mas o consenso é que o álcool pode contribuir para o ganho de peso.

Embora o consumo responsável de bebidas leves a moderadas possa enriquecer as experiências sociais e culinárias, o álcool também pode prejudicar as tentativas de perder peso.

Segundo a nutricionista Adriana Stavro, pesquisas atuais mostram que as calorias consumidas com bebidas alcoólicas é um acréscimo as de outras fontes dietéticas, levando a um consumo excessivo de curto prazo quando álcool é consumido. Na verdade, a bebida alcoólica ingerida antes ou junto as refeições, tende a aumentar a ingestão de alimentos, provavelmente devido os efeitos recompensadores momentâneos dos alimentos.

• Estudos confirmam que a ingestão de álcool estimula abruptamente a alimentação e se correlaciona positivamente com a obesidade.

O álcool, além de ser uma fonte de calorias vazias, o que significa que aumenta sua ingestão calórica, mas não fornece nenhum nutriente, ele é o segundo “alimento” mais calórico (7 kcal por ml) ficando atras apenas da gordura (9kcal p/g), ele ainda estimula em vez de inibir a fome. Explicações populares para comer em excesso induzido pela bebida, incluem uma perda de autocontrole levada pelo consumo de álcool.

Acredita-se que neurônios hipotalâmicos que expressam o neuropeptídeo Y (NPY) e a proteína relacionada a AgRP no núcleo arqueado do hipotálamo sejam reguladores do comportamento alimentar e do peso corporal. Os neurônios Agrphipotalâmicos que são normalmente ativados pela inanição e estimulam a fome, exibem hiperatividade elétrica e bioquímica na exposição a doses de etanol em fatias cerebrais.

Dito isto, fica fácil deduzir que será difícil até mesmo para o mais fanático por alimentação saudável, lutar contra o impulso de comer quando estiver alcoolizado. O álcool diminui as inibições da fome e pode levar a más escolhas especialmente quando se trata de escolhas alimentares.

• Um estudo de 2017, mostrou que os ratos que receberam etanol durante um período de três dias, demonstraram um aumento significativo na ingestão de alimentos. Este estudo sugere que o álcool pode realmente desencadear sinais de fome no cérebro, levando a um desejo maior de comida.

Bom, depois disso só nos resta aceitar, as calorias das bebidas contam. mas eu sei que, excluir completamente o álcool, é difícil.Então minha sugestão além de muita moderação é tentar fazer as melhores escolhas.Vamos lá…

• O que determina o número de calorias de um drinque é seu teor alcoólico (etanol) e se há carboidratos em sua preparação. Por si só, o etanol tem 7 Kcal p/ml, e isso é apenas o álcool. Então é preciso considerar o que mais será adicionado em sua bebida.

• Portanto, evite coquetéis sofisticadas, com bebidas açucaradas adicionadas como suco de frutas, refrigerantes, xarope de milho, licor,energéticos. Estas misturas são populares, especialmente em drinks com um toque exótico, porém, tudo isso acrescenta ainda mais calorias.

• Prefira ervas frescas (alecrim), especiarias (canela, anis estrelado), frutas (morango, limão, laranja), vegetais (aipo, salsão) e sais aromatizados que adicionam aroma e sabor com baixo teor calórico.

• Outra opção é um drink com toque de vegetais. Derrame sucos de couve, aipo, espinafre ou pepino sobre gin, tequila ou vodka com muito gelo. Eles são ricos em nutrientes e têm poucas calorias.

• Cuidado com o GIN!!!! Embora seja considerado uma opção mais “amigável”, lembre-se, o que determina o número de calorias é o teor alcoólico (etanol) (7 kcal por ml) da bebida. O gin, para ser considerado gin, deve conter pelo menos 37,5% de álcool puro no volume total de líquido. Portanto, 100ml de gin tem 37,7 ml de etanol (mínimo) x 7 = 262,5kcal. Isso sem considerar as misturas. Uma água tônica normal pode adicionar cerca de 28 gramas de carboidrato somando 112 Kcal. Uma opção semelhante, mas menos calórica, éa versão 0Kcal ou água com gás.

• Uma alternativa para diminuir o consumo, é alternar bebidas alcoólicas com água, esta é uma técnica muito aconselhável, pois ajudará significativamente a neutralizar o efeito de desidratação da bebida.

• Evite beber com o estômago vazio. É recomendável fazer uma refeição leve e saudável antes de beber. Além disso, ao consumir alguns alimentos entre as bebidas, ajudará a retardar a absorção do álcool. Uma boa nutrição ajuda a apoiar o funcionamento do seu fígado, o que desempenha papel fundamental não apenas ao beber álcool, mas à saúde de forma geral.

• Estabelecer limites para o consumo e usar copos pequenos, é importante para evitar excessos.

• Por fim, beber álcool em demasia, tem efeitos duradouros, que o impedirão de realizar funções normais com eficácia, em particular, sua concentração e memória. Após uma noite de bebedeira, beba bastante água e chás ao longo do dia para eliminar as toxinas e restaurar seus níveis de hidratação. As soluções eletrolíticas e as bebidas reidratantes contêm sódio e potássio que são perdidos durante o consumo de álcool. Uma boa opção é a água de coco. Rica em sódio, potássio, sais minerais e magnésio, que ajudam na hidratação do corpo.

Óleo de coco: saiba os benefícios do alimento para sua saúde e rotina

Além dos benefícios estéticos para a pele e cabelo, o ingrediente pode auxiliar na manutenção de uma dieta saudável e na prática de atividades físicas

Nutri, melhora a pele e é uma ótima opção para quem deseja seguir uma vida saudável. Estas são algumas qualidades do óleo de coco, alimento que traz benefícios para a saúde física e para a estética. Sendo muito conhecido por quem deseja manter os cabelos hidratados e sedosos, o ingrediente também ajuda na regulação do sistema digestivo e na regulação intestinal.

“Devido ao seu alto teor de gorduras conhecida como ácidos graxos de cadeia média, o óleo extraído do fruto do coqueiro, se consumido com moderação, pode ajudar no processo de emagrecimento”, explica a nutricionista Tatiana Amalfi. “Além disso os estudos também mostram que o alimento é rico em ácido láurico que pode contribuir para elevar o nível de HDL, o chamado colesterol bom”, acrescenta a profissional.

Confira, abaixo, os principais benefícios comprovados deste alimento!

Bebida de Cocô para quem é intolerante à lactose

Por ter origem vegetal, a bebida é uma alternativa para quem sofre dos desconfortos da intolerância à lactose ou tem alergia à proteína do leite de vaca. Além de ser uma ótima opção para os veganos e também para as pessoas que querem variar o uso do leite por outro tipo de bebida matinal ou como opção no lanche, por exemplo.

Dá vida aos fios

Chapinha, secador, babyliss e outros utensílios para os cabelos podem danificá-los e tirar sua vitalidade. O óleo de coco pode atuar perfeitamente nos fios danificados por tinturas, descoloração e outros procedimentos, como alisamento artificial. Com o uso deste produto, o cabelo fica mais macio e com brilho, já que o óleo atua de dentro para fora.

Evita prisão de ventre

O óleo de coco é um grande amigo de quem tem o intestino preso e dificuldades de ir ao banheiro. Após ser ingerido, além de ajudar no bom funcionamento do intestino, o ingrediente atua na formação do bolo fecal, auxiliando na evacuação. Com o intestino regulado as dores de quem sofre com a produção de gases podem diminuir, auxiliando na melhora da prisão de ventre.

Aliado do pré-treino

Embora seja saudável e muito benéfico para o corpo, o óleo de coco também pode ser utilizado como um pré treino importante, ou seja, antes da prática de atividades físicas. Um exemplo de como o ingrediente pode ser utilizado na dieta é o famoso “cafezinho com óleo de coco”. “A junção da cafeína aliada ao óleo de coco rico em gorduras pode promover mais disposição para o treino, pois por se tratar de um TCM – triglicerídeo de cadeia média, pode ser utilizado mais rapidamente como fonte de energia. Para quem treina em jejum, por exemplo, pode ser uma ótima opção”, diz Tatiana.

Ingrediente da dieta Low Carb

A dieta Low Carb ganhou, nos últimos anos, muitos adeptos. Esta forma de se alimentar consiste na ingestão mínima de carboidratos por refeição, elevando, assim, o número de calorias boas no organismo.

“O óleo de coco é um ótimo ingrediente para ser integrado à dieta Low Carb, já que não possui carboidratos e é rico em gorduras. Com isso, ele pode ajudar a manter a saciedade e diminuir a vontade de petiscar entre as refeições”, explica Tatiana Amalfi.

 

Stalking é crime! Como se precaver em situações

*Por Afonso Morais
Afonso Morais – É advogado especializado em cobrança e direito co consumidor e Sócio Fundador da Morais Advogados Associados

Nos dias de hoje, em tempos de acesso fácil à internet e de divulgação de informações importantes a todo momento, manter a privacidade e a segurança tem sido tarefas difíceis, principalmente quando alguém passa a ser perseguido – virtualmente ou na vida real.

O termo “stalking” vem do inglês e significa o ato de perseguir alguém, de forma persistente e contumaz. E isso se dá quando uma pessoa cria uma obsessão por outra, e passa a persegui-la, seja presencialmente, seja online, seja em um condomínio, no trabalho ou em qualquer lugar.

E quando isso acontece, seja por qual motivo for, através dessa obsessão o perseguidor (stalker) passa a monitorar constantemente a vida da pessoa, coletando todas as informações sobre essa ela e cercando-a em vários espaços. Uma de suas intenções é marcar presença na vida da vítima, seja fisicamente ou na internet.

Sabe quando você coloca uma foto na internet e marca onde está e com quem está naquele momento? Um prato cheio para quem fica atento aguardando informações de uma forma geral. Com um simples ato assim, você informa para quem te segue “não estou em casa no momento”, “estou com tais pessoas”, “estas são minhas preferencias”.

Sim, é assustador como uma simples postagem pode revelar muito sobre quem a fez. Por isso todo cuidado é pouco quando se trata de golpes e crimes, que podem até começar nas redes sociais, mas que são reais e perigosos.

Diante do aumento de registro de ocorrências e denúncias nesse sentido, entrou em vigor no último dia 31 de março, a Lei nº 14.132/21.Essa lei muda o status da perseguição, de contravenção penal para crime, incluindo o artigo 147-A ao Código Penal, sendo punido esse crime com reclusão de 6 meses a 2 anos, mais multa a ser fixada pelo Juiz. A pena pode aumentar, caso o delito seja cometido contra criança, adolescente ou idoso; mulheres, ou quando é executado por duas ou mais pessoas.

Perceba ainda que em variações situações de stalking o autor é conhecido da vítima. Pode ser um parceiro, ex-parceiro, colega de trabalho, mas o autor também pode ser um desconhecido, que por qualquer razão, desenvolveu algum tipo de amor platônico pela vítima, como no caso da atriz Anna Hickmann, que ganhou repercussão nacional.

O que é considerado Stalking?

• O envio de inúmeras mensagens, e-mails, telefonemas, tentativas de invasão de contas virtuais, reclamações imoderadas em condomínios.

• A maioria das vezes, o stalker se esconde através de perfis falsos para perseguir a vítima na internet, também ocorre em condomínios, por moradores, colaboradores e, em muitos casos, o próprio síndico. Essa perseguição ocorre das mais variadas formas possíveis e em alguns casos, acaba gerando transtornos psicológicos na vítima.

• Seguir a vítima presencialmente, rondando sua residência e trabalho, e frequentando lugares comuns a vítima.

O que fazer se você se tornar uma vítima de stalking?

  • Colete todas as provas. Guarde o print de todas as mensagens, e-mail, ligações, bem como objetos que receber e apresente posteriormente à polícia.
  • Avise seus conhecidos, é importante não se sentir sozinha nessas situações.
  • Se notar que o agressor está te seguindo, tente fotografar, filmar ou obter testemunhas que possam atestar a situação e chame por ajuda.
  • Denuncie o stalking, dirija-se a uma delegacia de polícia munida das provas que possuir e registre um boletim de ocorrência.
  • Procure orientação de um advogado, que poderá auxiliar com um pedido de medidas protetivas de urgência.
  •  Bloqueie o contato do stalker em suas redes sociais e o denuncie no próprio serviço.

Em busca do bem-estar mental

*Por Bellmond Viga

O bem-estar mental é um importante fator que possibilita o ajuste necessário para lidar com as emoções positivas e negativas. Nos dias atuais, investir em estratégias que possibilitem esse equilíbrio é essencial para um convívio social mais saudável e uma vida mais serena. Há várias maneiras de fazer isso, no meu caso, compartilhar experiências sobre os assuntos que mais gosto, é o melhor para equilibrar meu “eu interior”.

No cenário em que vivemos, buscar alternativas que possibilitem a harmonia de suas relações é uma urgente necessidade. A Organização Mundial de Saúde (OMS) aponta que o conceito de saúde é bem mais abrangente que a ausência ou presença de uma doença, é um completo estado de bem-estar físico, mental e social, precisando de atenção em todas suas vertentes.

Assim como a saúde física, a parte mental é integrante e complementar, sua manutenção auxilia nas funções orgânicas, ou seja, para executar suas habilidades pessoais e profissionais. Entender a importância da estabilidade de sua saúde e sua intensa relação com o seu bem-estar é fundamental. Fazendo com que importantes fatores possam influenciar nesta manutenção, como a atividade física, alimentação saudável, ferramentas que proporcionam desenvolvimento como livros, teatros, músicas, troca de experiências e terapias.

O estímulo mental e físico contribui intensamente no desenvolvimento humano e na espiritualidade, por isso, devemos reservar parte do nosso dia para este cultivo, assim podemos passar pelas transições nos mantendo cada vez mais conscientes.

Muitas vezes o poder de se aprofundar em novas culturas, conhecimentos ou experiências, que se conectam à nossa jornada evolutiva é essencial, pois todos nós seres humanos estamos falando sobre a mesma coisa, com diferentes linguagens, conteúdos e formas, quanto mais ferramentas, mais instrumentos temos para cultivar o bem-estar mental.

Diariamente sofremos um bombardeio de informações que nos fazem perceber um grande número de pessoas cansadas em nossa sociedade. Cada pessoa é única e vivemos em um ambiente onde partilhamos de diferentes e intensas responsabilidades em nossas vidas, casa, carro, família, financeiro, trabalho, filhos, relacionamentos, entre outros, muitas vezes não nos sentimos confortáveis e alinhados com o que queremos, o que pode potencializar este cansaço, muito conhecido como Burnout.

A síndrome de esgotamento tem afetado especialmente as gerações mais jovens, principalmente as novas lideranças, segundo pesquisa feita pela LHH do Grupo Adecco, empresa suíça de recursos humanos que atua em 60 países, 38% das pessoas ouvidas dizem ter sofrido da síndrome de Burnout; 45% fazem parte da Geração Z (nascidos entre 1995 e 2010), os Millennials ou Geração Y (nascidos entre 1983 e 1994), 42% sentiram o desequilíbrio em sua saúde mental. Já para a geração X (nascidos entre 1961 e 1982), 35%, e entre os Baby Boomers (nascidos entre 1945 a 1960) 27% puderam sentir o esgotamento da síndrome.

Utilizar suas horas de lazer para trocar experiências de qualidade, inclusive tendo a tecnologia como sua aliada, pode ser um trivial passo na jornada em busca do bem-estar mental e físico. Neste período pós-pandêmico, provamos que a tecnologia ajuda sim no desenvolvimento humano e principalmente em seu autoconhecimento, por muito tempo tínhamos que estar em um local físico para aprender, assistir filmes ou até mesmo para partilhar vivências, e com a chegada dela, tivemos fácil acesso a diversos pontos, como, por exemplo, assistir aulas online, filmes e podcasts, além de nos permitir compartilhar nosso dia em redes sociais. Utilizar a tecnologia com consciência, principalmente em funções que nos agreguem forças positivas, é o futuro.

Descobrir novos horizontes, ou até mesmo universos, trocar experiências em comum, ajuda os jovens a desenvolverem sua inteligência emocional e espiritual, uma educação consciente, principalmente para os que buscam bem-estar mental e físico.

Ter um lugar onde podemos trazer essa consciência digital, levando os olhares para uma preocupação maior, como o meio ambiente, o autoconhecimento humano, o bem-estar físico e mental, qualidade de vida, hábitos sustentáveis, pode trazer infinitas novas possibilidades de desenvolvimento. Sendo vital para o ser humano nos dias atuais.

Bellmond Viga é cofundador e Diretor de Operações da Kornerz. 

Doenças alérgicas que manifestam em climas mais quentes

Assim como o inverno, a chegada do verão, que no Brasil, também pode trazer algumas doenças alérgicas, principalmente por conta da imunidade. Com a mudança brusca de temperaturas entre os meses de dezembro e março, a imunidade do corpo tende a oscilar também. Além disso, o contato prolongado com o sol e a areia, além da picada de mosquitos e outros insetos comuns nesta época do ano podem resultar em alergias de verão.

“As alergias são respostas autoimunes do corpo para situações adversas e que normalmente acontecem na região superior do corpo, como braços e rosto, e embora a maioria não tenha consequências muito severas, é importante saber como prevenir e remediar”, explica o Dr. Antonio Condino-Neto, Presidente do Departamento de Imunologia da Sociedade Brasileira de Pediatria e Coordenador do Laboratório de Imunologia Humana do ICB-USP.

Uma condição muito comum nesse período é a dermatite atópica, que leva ao ressecamento e o surgimento de erupções na pele. O tratamento adequado deve ser realizado em conjunto com um dermatologista, que irá indicar pomadas e cremes para cada caso.

A conjuntivite alérgica, por sua vez, é outra doença que pode surgir no verão, por conta do ressecamento ao redor dos olhos, causando uma irritação da conjuntiva, a membrana que protege o olho. Essa alergia deve ser tratada hidratando a região, lavando-a com água corrente e fazendo compressas de água quente.

Outra alergia comum do verão, especialmente entre os pequenos, são as brotoejas: “Tratam-se de pequenas erupções na pele, que se não forem tratadas adequadamente, podem deixar manchas e a pele marcada. Surgem com o acúmulo de gordura e suor, e o mais indicado é evitar o contato direto com o sol, com produtos para a pele e banho quente. O uso de roupas mais leves também é indicado para evitar atrito com a região”, recomenda o especialista, que também é sócio-fundador da Immunogenic, primeiro laboratório especializado em triagem neonatal dos Erros Inatos da Imunidade por meio do teste do pezinho.

Muito mais do que tratar as alergias, é importante saber como evitá-las. Para isso, o Dr. Condino-Neto recomenda uma boa limpeza dos ambientes da casa e locais de trabalho, evitando o acúmulo de poeira, fungos e bactérias que podem afetar o sistema imunológico, além de manter-se sempre hidratado, bebendo idealmente 35ml de água por quilo, ou seja pelo menos 2l de água para uma pessoa de 60kg. “E no caso de piora do quadro alérgico, é de extrema importância buscar um profissional médico”, finaliza.