Um corte bem feito muda a experiência do sabor do alimento na boca e o visual dos ingredientes no prato. Foi pensando nisso que a Healthy Chef Dani Faria Lima especialista em alimentação saudável, separou as principais técnicas de corte para valorizar qualquer receita.
O primeiro passo é selecionar o utensílio certo. “A melhor faca é aquela que você se sente mais segura e confortável em manusear. Além disso, um bom amolador também é muito importante para manter a faca preferida amolada, além de não comprometer e dificultar o trabalho de cortar”, explica a chef.
Alguns cortes muito usados em restaurantes e por chefs em todo o mundo podem ser reproduzidos em casa para mudar o sabor e apresentação dos pratos à mesa.
Chiffonade – Quando se corta o alimento em tiras bem fininhas. Geralmente indicado para folhas como couve, acelga, repolho e usado também para alho porró, rodelas de cebola, rodelinhas de tomate etc. “A experiência de paladar com tiras finas é mais delicada, se apresenta de uma forma mais sutil e se envolve com os outros ingredientes, construindo novos sabores na boca”, explica a especialista.
Julienne – Corte do alimento em palitos finos. Indicado para cenoura, chuchu, abobrinha, pepino etc. “Pode ser usado para servir esses legumes como aperitivos, com molhos. Também é interessante para fazer salteado com azeite, manteiga ou óleo de coco para acompanhar um peixe ou enfeitar pratos diferentes”, revela a Chef Dani.
Brunoise – Partindo da Julienne, essa técnica corta os palitos em cubos pequenos e iguais. Muito usado para legumes e tubérculos como cenoura, abobrinha, abóbora, chuchu, inhame etc. “Sempre uso essa técnica para fazer o tradicional vinagrete e todo mundo pergunta se uso alguma coisa especial para temperar, porque o sabor fica diferente”, conta.
O mais importante, segundo a especialista, é experimentar os alimentos com cada tipo de corte para vivenciar essa construção de sabores a partir da integração de cada ingrediente da receita.
O legado de Pierre Balmain tem estado muito presente na minha mente ultimamente. O que não é nenhuma surpresa, dado que recentemente comemoramos o 75º aniversário de sua primeira coleção. Coleção essa que tinha looks com um espírito tão fresco e feminino, que Alice B Toklas resumiu perfeitamente como uma introdução de um “Novo Estilo Francês”.
Durante nossos vários lockdowns, as reflexões sobre os aniversários de Balmain, origens e histórias muitas vezes se fundiram a novos pensamentos, principalmente sobre as recentes descobertas da minha própria herança. No documentário “Wonder Boy”, que será lançado dia 26 de junho na Netflix, fui acompanhado de perto por câmeras durante meses, enquanto procurava respostas que não tinha, informações sobre minhas próprias origens e histórias de meus pais biológicos.
Essa pesquisa me ajudou a crescer e entender que sou o resultado de muitas histórias: o órfão adotado por pais amorosos em Bordeaux, o fã apaixonado de filmes, séries e músicas da minha juventude, o designer dedicado ao poder transformador da alta-costura, o “Vrai Parisien” e, agora, aprendi que também sou Africano.
Durante minha busca por respostas ao longo da vida, sempre foi claro para mim que o que realmente importa não é o que está no meu sangue, e sim no meu coração. Ser francês não é simplesmente uma herança, é uma junção dos ideais estimulantes desta República. Esta é uma terra que possui imigrantes de longa data, ansiosos por adotar os mesmos valores. Por causa disso, existiram tantas formas de me sentir acolhido desde a época da escola até os dias de hoje, às vezes até me convencia de que minha herança poderia ser rastreada até o Caribe, Magrebe, África Central e muitas outras terras. Essas questões e hipóteses foram um presente incrível, pois me permitiram estar sempre aprendendo sobre poder contribuir e ajudar a moldar este país em constante evolução.
Paris, em particular, sempre foi aberta ao mundo. O que Josephine Baker’s J’ai deux amours deixou claro há 90 anos atras, continua verdadeiro – esta cidade será sempre inspiradora para os que buscam novas possibilidades. E a Paris de hoje vai muito além dos concretos periféricos, nossa nova e multicultural Paris é sem dúvidas uma capital global vibrante da moda, onde celebramos a beleza de cada parisiense, independente de sua origem. Esta é a Paris que tanto amo. Esta é a minha casa e este é o espírito da Balmain de hoje.
O novo estilo francês de Pierre Balmain impressionou o mundo. Seu espírito audacioso e ousado ajudou a estabelecer as bases sólidas desta casa, sobre as quais tento criar, ano após ano, coleção após coleção. Durante meu tempo aqui, tenho me tornado cada vez mais consciente de que além de continuar a história do DNA da marca, também estou implementando um novo e moderno estilo francês – que reflete tanto minha jornada pessoal quanto a de Paris, que moro hoje, inclusiva e transformadora do século 21.
A beleza, possibilidades e tradições de cada uma das distintas vertentes que mantenho dentro de mim, são evidentes em toda a coleção, tornando-a a mais pessoal até agora sem perder a essência da Balmain:
• Muitas das belas estampas, detalhes e silhuetas da coleção remetem a riqueza das artes e tradições das terras que agora sei que são as que eu e meus pais biológicos nascemos. Fui inspirado pela rica herança Africana de belas tecelagens, padrões hipnotizantes e bordados – tradições artesanais que ilustram como esta região mescla as contribuições de outras culturas e influências.
• Como sempre, meu respeito pelo incrível poder da herança de Balmain está na frente e no centro, podendo ser visto, por exemplo padrões dos anos 50.
•Minha dedicação ao artesanato da alta costura que só é possível em Paris, na alfaiataria impecável de nosso ateliê.
• Ao longo do tempo, como era de se esperar, brincamos com inúmeras possibilidades das famosas assinaturas da Balmain – com o listrado da marca, smoking modernos, estilos militares e o clássico blazer de seis botões.
• A descontraída silhueta do meu uniforme diário se reflete exclusivamente na vibe SoCal-meets-Ibiza, Laurel Canyon dos anos 70 e o dolce farniente dos verões nas ilhas do Mediterrâneo.
• Assim como todo mundo, durante o lockdown, ouvi enquanto desenhava alguns sucessos e estilos que adorava naquela época, o que me mostrou não ser tão difícil identificar referencias à moda e proporções da minha juventude.
No geral, esta coleção é marcada por uma atitude descontraída e casual se adaptando perfeitamente a quem escolher usá-la pelo seu espírito unissex, característica deste novo e inclusivo Estilo Francês.
O documentário Wonder Boy, dirigido e produzido por Anissa Bonnefont, estará disponível na Netflix, em todo o mundo, a partir do dia 26 de junho.
O mês de junho é responsável por um dos eventos mais populares da cultura brasileira: a Festa Junina. A tradicional celebração é famosa por reunir músicas, danças, decorações coloridas e muita comida boa.
Para quem deseja preparar um “arraiá” dentro de casa, a nutricionista do Comitê Umami, Mariana Rosa, separou uma receita fácil e deliciosa de paçoca. “Um dos maiores atrativos da Festa Junina é que muitos pratos podem ser elaborados em casa, de um jeito simples e gastando pouco”, comenta.
Em receitas doces ou salgadas, o amendoim é um alimento muito versátil e popular nos quitutes juninos. “A boa notícia é que o alimento, além de muito saboroso – por conferir também o gosto umami -, é uma oleaginosa saudável por conta da sua concentração de magnésio (49 g) e potássio (210 g), além de ser rico em cálcio, ferro, ômega 3 e fibras”, explica Mariana.
Confira o modo de preparo:
Paçoca
Ingredientes
500 g de amendoim, torrado e sem pele
1 xícara (chá) de açúcar (150 g)
meia xícara (chá) de farinha de milho amarela (100 g)
meia colher (chá) de sal
4 colheres (sopa) de manteiga derretida (60 g)
Modo de preparo
No copo do processador, coloque o amendoim, o açúcar, a farinha de milho, o sal e a manteiga, aos poucos, e bata por 2 minutos, ou até que vire uma farofa úmida.
Transfira para copos individuais e sirva em seguida.
Dica:
Essa receita não tem o mesmo resultado se for utilizado o liquidificador.
Pensado para o almoço de domingo, o chef Olivardo Saqui da Quinta do Olivardo, traz hoje o Lombo de Porco Assado À Moda do Porto. Com muita suculência, a receita é ideal para quem pretende preencher a mesa com muita cor e sabor.
Ingredientes:
1kg de lombo de porco
3 ramos de alecrim
Sal a gosto
Pimenta do reino a gosto
Azeite a gosto
1 xícara de vinho branco seco
1 xícara de água
8 dentes de alho com casca
300g batatas aperitivo
2 galhos de tomate em rama
2 galhos de louro
Modo de preparo
Com uma faca de ponta fina, faça furos no lombo na parte de baixo, oposta à gordura. Coloque numa tigela. Em uma tábua debulhe e pique 1 ramo de alecrim. Em seguida tempere a carne com o alecrim picado sal, pimenta do reino e um fio de azeite, esfregando bem os temperos em toda a peça.
Em uma frigideira já aquecida, regue com o azeite e sele o lombo começando com a gordura para baixo, sele todos os lados da peça.
Enquanto isso, pegue uma assadeira e forre ela, de modo que forme uma cama com os ramos de alecrim, louro e tomates, acrescente também as batatas aperitivo e o alho com casca amassados. Reserve.
Depois de selado todo o lombo, disponha na assadeira junto com a cama de ervas. Na mesma frigideira, faça a deglaçagem adicionando água e vinho, soltando todo o sabor da selagem. Em seguida regue as batatas e os tomates com esse caldo.
Leve ao forno pré aquecido à 180C° por 45 minutos.
Sirva fatiado acompanhado das batatinhas e os tomates assados.
Se houve um aspecto positivo da pandemia de Covid-19 e do experimento global com o trabalho em casa como resultado, foi a aceleração da transformação digital e a aceitação de que o trabalho remoto é produtivo. Por mais de uma década, a ascensão da economia do conhecimento, da computação em nuvem e da digitalização estabeleceram o palco para a viabilidade do trabalho remoto. O ano passado ajudou as organizações a perceber a promessa de agilidade da transformação digital e provou aos empregadores em todas as indústrias e setores que uma força de trabalho colaborativa e híbrida pode realmente cumprir os objetivos organizacionais.
De acordo com a pesquisa mais recente da Gartner , até o final de 2023, 40% das organizações mudarão para “operações em qualquer lugar”, combinando experiências virtuais e físicas, para aumentar a produtividade e o alcance do cliente.
Esta é uma boa notícia, à medida que algumas pessoas retornam cautelosamente aos escritórios e líderes de empresas planejam o futuro de seus espaços de trabalho para acomodar a nova combinação de funcionários no local, móveis e remotos. É também uma mudança fundamental que requer uma reformulação do ambiente de trabalho, um ambiente que está pronto para se transformar na realidade permanente quando o distanciamento físico não for mais necessário.
Conectividade perfeita, experiências interativas e reuniões virtuais que dão a sensação de estar na sala são essenciais para a produtividade e para criar a nova cultura de trabalho híbrida. É um grande desafio e uma oportunidade ainda maior para repensar como usamos o espaço de escritório para sermos verdadeiramente colaborativos e mais produtivos. Estratégias de comunicação unificadas e integradas com estratégias de design de escritório reimaginadas e voltadas para o futuro são as chaves para o sucesso.
Por exemplo, a sala de conferências com sua mesa retangular e hierarquia inerente não mudou em décadas, mas nunca foi realmente propícia para a verdadeira colaboração. A pandemia nos obrigou a pensar o por quê de nos reunimos em um espaço físico juntos. O que queremos alcançar e que valor podemos acrescentar estando reunidos numa sala?
Essa nova abordagem resultará no abandono dos planos de escritórios abertos e o reaproveitamento de uma sala para todos os tipos de reuniões. O cenário de uma sala única para todos os propósitos sempre foi disruptivo e ineficiente, pois requer a configuração de diferentes tecnologias e a conexão de diferentes dispositivos em diferentes plataformas, dependendo da utilização. Somente a configuração de videoconferência pode levar até 10 minutos em cada reunião, desperdiçando tempo e diminuindo a produtividade.
Ao se concentrar no resultado desejado, as organizações podem projetar e preparar novos espaços de reunião colaborativos com tecnologias AV e TI que, em conjunto, possibilitam fluxos de trabalho híbridos e impulsionam a produtividade. Na economia do conhecimento atual, isso significa ter as ferramentas de colaboração certas que permitem uma interação perfeita, segura e pessoal entre uma força de trabalho distribuída.
O participante remoto não é mais a exceção. Ele têm que sentir como se estivesse na sala, com igual presença e voz. O objetivo é chegar ao estágio em que as pessoas não consigam perceber a diferença entre virtual e presencial; onde se torna irrelevante o local onde o participante está, mas que ele possa se envolver completamente e contribuir de qualquer lugar.
Quanto mais pudermos apoiar as conexões interpessoais, mais poderemos estabelecer a confiança como uma equipe, e melhor poderemos colaborar remotamente. É para cá que a convergência de AV e TI sempre foi dirigida: para a criação de um ecossistema de comunicações completamente interligado e unificado.
Monitores interativos de colaboração de grande formato e software avançado de quandro interativo, como o ViewSonic myViewBoard®, são essenciais para fornecer suporte independente de plataforma para uma real colaboração, à medida que as empresas continuam sua jornada para o híbrido.
Integrar essas soluções de tecnologia interativa e design de escritório também é fundamental para alcançar a colaboração, democratizando o apoio a todos os participantes de forma igualitária e independente da localização. Por exemplo, em uma reunião de brainstorming baseada em escritório, essas tecnologias sem fio e independentes de plataforma podem facilitar barras laterais em tempo real e interativas, propiciar escrita e desenho naturais na tela e fornecer processamento integrado para anotação e multimídia, permitindo que os participantes remotos se engajem de forma eficaz e façam praticamente todas as coisas que fariam se estivessem na sala fisicamente.
Daqui pra frente, equipamentos integrados de TI e AV, como monitores interativos, câmeras e microfones que funcionam em redes baseadas em IP, poderão ligar ou desligar automaticamente com base em quem está falando. Isso, juntamente com tecnologias imersivas, como a Realidade Aumentada, permitirá que os participantes remotos se movam pela sala para que, além de verem quem está falando, eles também possam ver as reações de outros participantes chave em tempo real e façam uma leitura da sala.
A mudança para o trabalho híbrido não está apenas impactando grandes salas de conferências. Estações de trabalho individuais, ou “hoteling stations” (estações temporárias de trabalho), e espaços de ajuntamento também estão evoluindo. No caso dos espaços de ajuntamento, esses espaços privados compactos ou salas compatibilizadas foram originalmente projetados para três a seis pessoas e apresentavam uma mesa, telefone empresarial Polycom e talvez uma tela. Em breve eles terão monitores interativos, câmeras e microfones. Serão salas que proporcionam uma experiência integrada para videoconferência e conectividade sem fio, onde os funcionários podem fazer brainstorm e realizar reuniões virtuais.
As tecnologias de engajamento visual, tais como sinalização digital, murais de vídeo e mapeamento de projeção se tornarão ainda mais essenciais para ajudar os funcionários a colaborar e se conectar à marca e à cultura.
É um momento emocionante para as organizações dispostas a evoluir seu espaço de trabalho para uma força de trabalho híbrida que se movimentará livremente entre o escritório, o celular e a casa. As tecnologias disponíveis atualmente permitem uma experiência perfeita, interativa e verdadeiramente colaborativa. Você está pronto para aproveitar esta oportunidade?
Três etapas para transformar o espaço de trabalho híbrido
Defina objetivos —
Determine o resultado desejado do espaço de escritório físico. Quantas pessoas precisam ser atendidas no local e quais resultados de negócios precisam ser realizados no espaço?
Realize uma análise de lacunas —
Avalie sua nova força de trabalho híbrida e identifique como o design atual do escritório e a infraestrutura de AV/TI podem ser uma barreira para sua produtividade, colaboração em equipe e fluxos de trabalho híbridos. Como sua força de trabalho será distribuída?
Integre tecnologia e design de escritório —
Crie um plano que garanta que todos os funcionários (aqueles que participam presencialmente e aqueles que participam virtualmente) possam se conectar, engajar e colaborar perfeitamente usando qualquer plataforma. Priorize a necessidade de participantes remotos estarem em pé de igualdade com os que estão no local, garantindo conectividade perfeita e democratizada de TI e clareza de AV para todos.
Jeff Volpe
É presidente da Américas for ViewSonic, uma fornecedora global líder de soluções interativas e colaborativas de engajamento visual para empresas, educação, consumidores e mercados comerciais.
Mark Coxon
É líder de tecnologia na Tangram Interiors , onde ajuda as pessoas a fazer conexões entre os dispositivos em seus bolsos e os espaços em que elas vivem e trabalham.
O impacto da Covid-19 na saúde mental dos brasileiros, que já estão há 15 meses entre isolamentos, flexibilizações e restrições e ainda envoltos por centenas de milhares de mortes, é alarmante. Levantamento inédito (1800 brasileiros/ maio de 2021) da Hibou, empresa de pesquisa e monitoramento de mercado, revela que 79% considera-se hoje estressado e 54% afirma chorar mais. 53% dos brasileiros dizem que não se sentem em paz. 71% deixaram de dar risadas, e consequentemente a maioria da população, 66%, está mais impaciente com outras pessoas.
Ciclo Vicioso
O ciclo se tornou vicioso. Tudo é causa e consequência. A insegurança do momento atual trouxe uma nova realidade: 58,4% dos brasileiros não estão se alimentando corretamente, 68,2% estão consumindo mais doces, que em excesso, podem ser extremamente prejudiciais. “A situação atual gerou uma hipervigilância que somada à falta de perspectivas e prazos tornou as pessoas mais ansiosas, com a chamada ‘coronasônia’, que é o aumento da insônia na pandemia”. Hoje mais de 56% dos brasileiros não conseguem dormir direito, decorrência dos hábitos desregrados e dos sentimentos de incerteza que hoje habitam essa rotina estranha.” explica Ligia Mello, coordenadora da pesquisa e sócia da Hibou.
Rotina
O cansaço virou rotina. 80% dos brasileiros se sentem mais fadigados. A Organização Mundial da Saúde (OMS) já reconheceu este momento de cansaço como ‘fadiga pandêmica’, consequência do esgotamento gerado pelo medo de um vírus que ninguém vê e de todas as mudanças do dia a dia. A fadiga traz consequências, como por exemplo, a impaciência social. No auge da interação online, através das vídeo-chamadas, lives e redes sociais, é necessário criar tempos individuais, instantes de reflexão e autoconhecimento. O excesso de informação e a frustração das incertezas causa uma angústia que afeta diretamente a relação com o outro. Para melhorar este cenário, 46,7% dos brasileiros estão se cuidando mais e 28% da população tem tomado medicamentos para ansiedade ou depressão.
Relação a dois
A relação a dois também foi analisada pelo estudo. 84% das pessoas que estão em um relacionamento afirmam não ter aumentado a frequência do sexo. E apenas 6% dos brasileiros conseguiram iniciar um relacionamento.
Pandemia
A pandemia trouxe também muitas mudanças em relação ao trabalho. Em home office ou presencial, 51% dos brasileiros afirmam que estão trabalhando mais. 58%, por outro lado, disseram que desistiram de algum projeto. O avanço da cultura empreendedora no Brasil perdeu força com a pandemia. O país tinha, na sua maioria, o perfil de empreendedorismo por necessidade, que continuou, mas o apoio e as possibilidades diminuíram muito. A falta de suporte financeiro fez com que muitos fechassem seus negócios. A saúde financeira dessas empresas não suportou a primeira onda. Outras nasceram como opções para o desemprego, mas a maioria não consegue se manter.
Embaixador
A Panerai marca de Alta Relojoaria Suíça com DNA italiano, anuncia seu novo embaixador Jeremy Jauncey, fundador e CEO da Beautiful Destinations – digital creator, traveler, globetrotter e visual storyteller com uma comunidade global de mais de 25 milhões de seguidores. Ele é muito ativo na divulgação da importância do diálogo ambiental e, por esta razão, foi nomeado também Embaixador do WWF.
Jeremy Jauncey
… Bom dia! ” Você sabe que está no caminho certo, quando perde o interesse de olhar para trás.
… Abraço aos aniversariantes de hoje: isis Magalhães, Vanusa Menegazzi Braga, Deolinda Soares, Thais Mondine, Cristiane Bittencourt,Thaís Basso Amaral e Dulce Galvão. Happy birthday!
Querida que só, isislene Magalhães comemorando hoje mais um aniversário. Happy birthday!
… A União Europeia incluiu Estados Unidos, Albânia, Macedônia do Norte, Sérvia, Líbano, Taiwan, Macau e Hong Kong à sua lista de viagens seguras, abrindo caminho para o importante retorno do mercado norte-americano à Europa. O Brasil, por sua vez, com média móvel de 1.980 mortos por dia, segue fora desta lista verde, bem como o Reino Unido, por conta dos problemas com as variantes do coronavírus encontradas por lá.
…. No início deste mês, autoridades da União Europeia já tinham anunciado mudanças para ajudar a aliviar parte da pressão colocada sobre a indústria do turismo, permitindo que pessoas e bens se movessem livremente entre os 26 países do espaço Schengen – 22 nações da UE mais Islândia, Liechtenstein, Noruega e Suíça – sem controles de fronteira.
A Jornalista Vanusa Menegazzi hoje mais um aniversário. Happy birthday!
… Além disso, nesta semana, 12 países membros da UE anunciaram que já começaram a usar o Certificado Digital de Covid-19 (também conhecido como ‘Digital Green Pass’), sistema que entrou no ar no final do mês passado. São eles: Alemanha, Áustria, Bulgária, Croácia, Checa, Dinamarca, Estônia, Grécia, Letônia, Lituânia, Polônia e Espanha.
… Outras 16 nações também concluíram os testes e estão prontos para lançar o aplicativo: Bélgica, Chipre, França, Islândia, Irlanda, Itália, Liechtenstein, Luxemburgo, Países Baixos, Noruega, Portugal, Romania, Eslováquia, Eslovênia, Suécia e Suíça. Já Finlândia, Hungria e Malta ainda estão em fase de testes. (Com informações da CNBC)
A nova coleção-cápsula de sapatos femininos da Ferragamo foi apresentada hoje nas redes sociais, em um curta-metragem e desafio de dança para a comunidade da marca.
Todas as artes, incluindo a dança, evocam a imagem exata da época em que foram criadas, e com a moda não é diferente. O desejo por liberdade é mais evidente do que nunca em nossa tentativa de encarar a vida cotidiana com um novo entusiasmo e, ao mesmo tempo, para elevar isso por meio de belas práticas.
O ator e diretor francês, Jean-Louis Barrault, acreditava que “Dançar significa lutar contra tudo que nos restringe, tudo que nos deixa para baixo (…), significa usar nossos corpos para descobrir a essência e espírito da vida; significa fazer contato físico com a liberdade.” Além de ser um meio de expressão criativa, a dança também pode ser vista como um estado de espírito em movimento, um ato libertador e uma linguagem universal. Exatamente como a moda.
É por isso que a Ferragamo revela Let’s Dance: uma coleção-cápsula de sapatos que misturam leveza e conforto e foram criados em uma variedade de design e estilos diferentes para trazer uma nova exuberância.
O lançamento desta coleção conta com um curta-metragem que retrata um diálogo simbólico entre dança e os sapatos da Ferragamo, coordenado pela diretora americana Danielle Lessovitz, uma das diretoras de cinema mais prestigiadas no Festival de Cinema de Cannes 2019.
Incorporando o espírito da mulher moderna, cada uma com sua personalidade, estilo e desafios individuais, três dançarinas contemporâneas (Anita Lorusso, Naomi Weijand e Tania Dimbelolo) apresentam uma série de performances solo e em conjunto (com a ajuda dos sapatos Let’s Dance light-as-air) e assim, transcendem a um ponto em que a realidade desaparece e se torna um escapismo e libertação, antes de retornar a um presente otimista e repensado.
A liberdade de se expressar é a essência da coleção Let’s Dance. Uma linha de sapatos para cada look e para cada momento do dia, com belas cores que vão do preto ao amarelo Sunshine e do Lipstick Red até o dourado, prata e laranja com efeito dégradé, detalhes de micro-strass e glitter para criar uma sinfonia de luz em cada passo.
A variedade da Let’s Dance inclui: sapatilhas de ballet com fivela de metal e o logo; um cordão ultra macio e leve feito de couro napa com inserções elásticas para flexibilidade extrema; um mocassim Gancini no mesmo estilo; uma sandália de salto alto refratado, inspirada por um modelo dos arquivos da marca, e pequenas tiras de couro geometricamente trançadas, também disponível com um salto mais baixo com uma alça fina no tornozelo; uma sandália com um salto volumoso e a laser; e por fim, uma bota macia em napa com salto em bloco refratado.
O curta-metragem será seguido por uma série de fotos e que juntos formarão a campanha Let’s Dance nas mídias sociais e no site ferragamo.com. Let’s Dance também vai ser um desafio de dança para a comunidade Ferragamo e o novo perfil da marca no TikTok irá estrear com o Ferragamo Dance Challenge. A partir de meados de junho, qualquer um poderá seguir os tutoriais das três dançarinas, testar as coreografias diferentes, se filmar e postar usando a hashtag #FerragamoDanceChallenge. Os melhores vídeos serão publicados nos perfis da marca do TikTok e Instagram.
Alguns amigos famosos da marca também se colocarão à prova com as mesmas coreografias no que se tornará uma série de mini filmes.
A Mercedes-Benz, em parceria com sua rede de concessionários, promove até o próximo dia 26 de junho a GLB Week, um conjunto de ações promocionais que visam aproximar ainda mais seus clientes e apaixonados pela marca.
Com foco em conectividade, tecnologia e soluções inteligentes para o dia a dia na cidade, o GLB 200 está disponível em duas versões desde o início do ano, Advance e Progressive. Esse SUV de sete lugares combina a versatilidade da terceira fila de dois bancos individuais com os altos níveis de segurança e tecnologia que o modelo oferece desde sua apresentação em 2020. Além da interatividade do sistema multimídia intuitivo MBUX com duas telas digitais de 10’’, acionadas pelo comando de voz “Hey Mercedes”, ambas versões oferecem de série carregador wireless para celular e integração para smartphones Apple Car Play e Android Auto.
Para o ano/modelo 2021, o GLB 200 Advance ganhou novos equipamentos de série:
· Ar condicionado de duas zonas Thermotronic
· Banco do passageiro dianteiro com ajustes elétricos
· Espelhos retrovisores elétricos, rebatíveis, memória e antiofuscantes
· Pacote completo KEYLESS-GO de partida, abertura/fechamento de portas e porta-malas sem chave
A versão GLB 200 Progressive traz uma lista ainda mais ampla de equipamentos em comparação com a outra versão, com destaque para os assistentes semi-autônomos de distância DISTRONIC (direção, ponto cego, desembarque, mudança e manutenção de faixa), rodas AMG de 19” e teto solar panorâmico. Esse veículo seguirá sem modificações no ano/modelo 2021.
Seguindo todos os protocolos de segurança contra a Covid-19, os clientes, além da possibilidade de realizar test-drives, terão à disposição o plano de financiamento Flexibility: 50% de entrada, 36 parcelas de R$ 2.299,00 (juros de 0,77% a.m.) e parcela final de 35% para a versão GLB 200 Advance. Para empresas, a compra via CNPJ terá um desconto especial de 8%.
As versões Mercedes-Benz GLB 200 Advance e Mercedes-Benz GLB 200 Progressive podem ser encontradas em toda rede de concessionários do Brasil com preços sugeridos de R$ 264.900,00 e R$ 290.900,00, respectivamente.
“Hoje, o GLB 200 é o nosso principal modelo a venda no país. Ele alia a praticidade para o dia a dia ao espaço e conforto que precisamos quando estamos com toda a família a bordo. E acreditamos que a GLB Week é uma boa oportunidade de conquistar novos clientes e realizar um grande negócio” afirma Gabriel Valadão, Head de Vendas da Mercedes-Benz Cars Brasil.
A GLB Week acontece de 17 a 26 de junho nos concessionários da marca participantes da campanha em todo o território nacional.
O Dr. Rodrigo W. Andrade, urologista do Hospital Albert Sabin de SP, fala sobre os cuidados que se deve tomar em relação a essa doença tão comum
A infecção urinária afeta os órgãos do trato urinário e é dividida em infecções da uretra (uretrite), da bexiga (cistite) ou do rim (pielonefrite). É uma doença que acomete muito mais as mulheres, contudo, homens, principalmente os mais idosos, também podem ser afetados.
“Normalmente, quando falamos de infecção urinária, nos referimos a cistite ou infecção urinária do trato urinário baixo, mais simples e menos grave, com sintomas clínicos mais brandos, sem queda do estado geral, prostração ou febre. Os sintomas mais comuns são a dor tipo queimação e vontade constante, porém, com baixo volume, ao urinar”, explica o Dr. Rodrigo W. Andrade, Urologista do Hospital Albert Sabin de SP (HAS).
Importante ressaltar que quando o paciente apresenta dois ou mais episódios de infecção em um intervalo de seis meses, ou até três ou mais em um intervalo de um ano, ele apresenta um quadro de infecção urinária de repetição ou infecção urinária recorrente. Geralmente, isso acontece em mulheres e é devido a cistites de repetição. Em mulheres saudáveis, torna-se uma condição rara. “Já os homens, que sofrem de infecção urinária de repetição, costumam ter algum defeito na anatomia do trato urinário, como alterações da próstata, obstrução do ureter ou estenoses na uretra”, complementa o médico do HAS.
A causa mais comum é a contaminação local por bactérias da alterações da próstata e, normalmente, não reflete falta de higiene. É mais comum nas mulheres devido a anatomia dessa região (uretra curta) e proximidade da vagina com o ânus.
É significativo evidenciar que outros aspectos, como a menopausa, na mulher, e o envelhecimento no homem, também têm forte influência no surgimento da doença”, acrescenta o Dr. Andrade.
O diagnóstico se dá por meio do exame de urina tipo 1 e, em determinados casos, exames complementares. Já o tratamento é com antibióticos, podendo variar de três dias até três semanas.
“Mesmo que não eliminem o risco de contrair infecção urinária completamente, boa hidratação e hábitos como urinar logo após as relações sexuais, usar roupas íntimas de algodão, e dispensá-las ao dormir, evitar excesso de sabão ou sabonetes e melhorar e/ou normalizar o ritmo intestinal, evitando diarreia ou constipação, são dicas valiosas”, finaliza o Dr. Rodrigo.