A pandemia de Covid-19 já matou mais de 2 milhões de pessoas em todo mundo até o momento. Somente no Brasil, passamos de 210 mil mortes, número que só nos deixa atrás dos Estados Unidos. Para evitar a perda de mais vidas, a comunidade científica do mundo trabalhou incansavelmente nos últimos meses e desenvolveu, em tempo recorde, vacinas que já começaram a ser aplicadas em diversos países.
Contendo substâncias que estimulam nosso sistema imunológico a criar anticorpos que combatem doenças, ao longo da história, vacinas para diversos males evitaram incontáveis mortes ao redor do mundo. Anualmente, estimam-se que cerca de 3 milhões de pessoas são salvas graças à imunização, ou seja, cinco pessoas a cada minuto. No entanto, com a pandemia, as teorias conspiratórias de grupos negacionistas antivacinas – que, nos quase dois séculos desde que a primeira vacina moderna foi aplicada, nunca confiaram em nenhuma comprovação científica – voltaram a atacar com força.
Com as redes sociais como fortes aceleradoras na disseminação de desinformações, esses grupos prejudicam as já frágeis políticas públicas de combate à pandemia seguindo sua agenda para descredibilizar avanços científicos. Criam memes com mentiras disfarçadas de piadas, fazem correntes de Whatsapp colocando a imunização em dúvida, espalham teses surreais sobre os ‘verdadeiros’ interesses da indústria farmacêutica, encaminham áudios nos quais supostos especialistas – que nunca se identificam – fazem depoimentos assustadores e atacam profissionais comprometidos na defesa da vacinação… Tudo sem nenhum tipo de embasamento científico e com a certeza de que mais adeptos serão seduzidos para o movimento.
Muitas plataformas de rede social rotulam o conteúdo falso como enganoso ou contestado – e todas removem postagens que violam os termos de serviço, mas será que não existe a necessidade de que leis emergenciais sejam implementadas para eliminar este perigoso conteúdo on-line antivacina?
E não são apenas as vacinas que têm sua eficácia questionada por estes grupos, mas também o uso de máscaras e de outros produtos desenvolvidos para ajudar a conter a proliferação do vírus (como os que contêm nanopartículas de prata que comprovadamente inativam a ação do Sars-cov2).
Mas se há bem pouco tempo o negacionismo científico motivava boas risadas na mesa do bar, especialmente quando representado pelos terraplanistas, desde a chegada da Covid-19, este movimento se tornou alarmante, pois agora vidas estão em jogo e pelas mãos de um agente ainda mais poderoso. O processo de institucionalização do negacionismo na figura de líderes políticos vem comprometendo a eficácia das medidas de combate à pandemia.
Este fenômeno pode ser explicado através da agnotologia, que é o estudo da propagação intencional da desinformação para fins políticos e comerciais para dar legitimidade a uma determinada agenda de poder ou tirar o foco de algo. Ou seja, quando o líder de um país faz declarações sem embasamento científico a respeito da pandemia e da vacinação e seus efeitos, sua estratégia política fica evidente e, naturalmente, parte da população se sente confusa e não sabe como agir.
No entanto, vidas humanas valem mais do que disputas de poder. A politização do vírus e da vacina coloca toda a população brasileira em meio a um cabo de guerra ideológico que vem fazendo mais vítimas a cada dia. É preciso refutar o negacionismo científico como política de Estado, combatendo com veemência discursos que criam caos, desinformação e medo.
Quando é possível observar tão nitidamente quanto agora – com mais de 210 mil vidas perdidas – os resultados catastróficos gerados pela desinformação e inépcia, também fica evidente o quanto a ciência e tecnologia são fundamentais.
Confie na ciência, ela salva vidas!
*Gustavo Pagotto é Doutor em Química pela Universidade Estadual Paulista (Unesp), co-fundador e Diretor da Nanox
O risco de ocorrer geada em junho de 2021 na região sul do estado é alto e pode impactar a agropecuária da região.
A Embrapa Agropecuária Oeste, através do seu sistema de previsão de geada, alerta para o alto risco de ocorrer geada no mês de junho de 2021, na região sul de Mato Grosso do Sul. Os dados do modelo de previsão demonstram que a probabilidade de ocorrer ao menos uma geada é de 75%, podendo acontecer sob qualquer intensidade, desde fraca até forte.
Probabilidade de ocorrência de geada para o mês de junho de 2021 na região sul de Mato Grosso do Sul.
O pesquisador da Embrapa Agropecuária Oeste, Danilton Flumignan, ressalta a importância dessa pesquisa, visto que as geadas representam um fator de risco à produtividade no campo, especialmente para as lavouras de milho safrinha.
A intensidade da geada leva em consideração a temperatura prevista e tem uma escala de categorização.
Impactos agrícolas –
O milho safrinha é a principal cultura de outono-inverno em Mato Grosso do Sul e a maior parte dessas lavouras ficam na região sul. Nessa região também existem áreas expressivas cultivadas com cana-de-açúcar e com pastagens. As geadas são motivo de grande preocupação por parte dos produtores, especialmente se elas ocorrem cedo. O pesquisador Danilton exemplifica, “no caso do milho safrinha, se uma geada ocorrer em junho ela pode impactar significativamente a produção, já que o milho normalmente se encontra em uma fase ainda sensível”.
Ele salienta ainda que a extensão do prejuízo está associada à intensidade da geada e a fase de desenvolvimento do milho e acrescenta “é justamente por esse motivo que o Zoneamento Agrícola de Risco Climático (ZARC) estabelece que, nesta região, a época limite para a semeadura do milho safrinha é o mês de março. A data mais apropriada depende do município, do tipo de solo e da cultivar utilizada”.
O pesquisador explica ainda que nessa safra 2020/2021, a semeadura da soja foi tardia em muitos municípios, por conta do atraso nas chuvas. Logo, a tendência natural é que a semeadura do milho safrinha seja também realizada tardiamente e ressalta “isso coloca esse outono-inverno em uma condição de alto risco para quem optar por cultivar milho na safrinha. Por isso, é importante buscar o apoio de técnicos capacitados e reforçar o planejamento de modo a buscar alternativas que minimizem os possíveis prejuízos que podem se tornar realidade se este cenário se confirmar. Para aqueles que decidirem pelo cultivo do milho, a utilização de híbridos mais precoces deverá ser fundamental”.
Rotação de culturas –
O pesquisador da Embrapa Agropecuária Oeste, também aconselha os agricultores dessa região, especialmente em áreas onde a colheita da soja será mais tardia. Segundo ele, pode ser uma boa decisão diversificar a produção desse ano, tendo em vista as perdas possíveis de acontecerem em decorrência de uma geada. “O cultivo de cereais de inverno como trigo e aveia, pode ser uma alternativa viável, bem como a semeadura de espécies forrageiras para pastejo ou produção de palha”, explica o pesquisador.
Ele destaca ainda que a diversificação, oportunizada pela rotação de culturas pode ser uma boa estratégia. “Diante desse cenário climático, o produtor tem uma excelente oportunidade de transformar o risco em sucesso, fazendo a rotação de culturas em pelo menos uma parte da área, escapando assim da dobradinha soja-milho safrinha. Essa mudança pode beneficiar o sistema produtivo na melhoria do solo e na supressão de espécies de plantas daninhas, doenças e pragas que têm se tornado de difícil controle justamente por conta da falta de rotação”, explica Danilton.
La Niña –
Segundo Flumignan, nesse ano de 2021, o mundo está sendo marcado pelo fenômeno conhecido por La Niña e explica “o fenômeno se constitui no resfriamento das águas do oceano pacífico equatorial. Quando isso acontece, dadas as fortes interações que existem entre o oceano e a atmosfera, as condições climáticas mundiais passam a ser influenciadas por esta realidade momentânea”.
O pesquisador fez uma análise do histórico climático da região sul de Mato Grosso do Sul em relação às outras vezes que esse fenômeno aconteceu. Ele destaca que as temperaturas mínimas registradas no mês de junho estiveram sempre iguais ou menores que 6 ºC, evidenciando a ocorrência de frio intenso na região e acrescenta “em 25% dos anos, as temperaturas ficaram entre 4 ºC e 6 ºC, condição considerada não favorável a formação de geadas, porém em 75% dos anos, as temperaturas atingiram níveis iguais ou abaixo de 4 ºC, culminando com a formação de condições favoráveis à ocorrência de geada na região”.
Como funciona o sistema de previsão? –
Esse sistema foi desenvolvido em 2017 e é mantido pelos pesquisadores da Embrapa Agropecuária Oeste. Fazem parte dessa equipe: Danilton Luiz Flumignan, Éder Comunello e Carlos Ricardo Fietz. Além deles, Rafaela Silva Santana, que na ocasião era estudante de Agronomia da UFGD, contribuiu com o trabalho de desenvolvimento do sistema.
O sistema usa dados de chuva medidos na estação agrometeorológica do Guia Clima (https://clima.cpao.embrapa.br), da Embrapa Agropecuária Oeste, e da temperatura da superfície do mar fornecidos pela agência americana National Oceanic and Atmospheric Administration (NOAA).
Com índice de confiança de 95%, o sistema é capaz de prever em dezembro, qual a temperatura mínima que deverá ocorrer em junho, no sul de Mato Grosso do Sul. Por meio da temperatura prevista e com base nos critérios do método é possível prever a probabilidade de ocorrer geada e qual a intensidade da mesma.
Danilton explica ainda que a previsão do ano seguinte pode ser divulgada em dezembro do ano anterior e, que, posteriormente, ela é monitorada até o mês de maio, pois as condições de temperatura da superfície do mar podem mudar até junho e, se essa mudança for significativa, a previsão precisa ser reavaliada e acrescente “não é normal ter que corrigir as previsões que são feitas em dezembro. Pode acontecer, mas o mais comum é confirmá-las”.
O médico e apresentador Ricardo Ayache estréia programa na TV Record MS, dia 1 de Fevereiro.
Foto: Messias Ferreira
Um ano após sua estreia na televisão, o programa Saúde e Algo Mais, apresentado pelo médico Ricardo Ayache, chega a TV MS Record em novo horário e com novo cenário. Mais moderno e interativo, a atração segue debatendo temas cotidianos de grande interesse da sociedade, além das tendências para um estilo de vida saudável. O Saúde e Algo Mais vai ao ar no canal 11 da TV aberta de segunda a sexta-feira, das 7 às 7h30, a partir do dia 1º de fevereiro.
Temas sociais
Com trajetória de mais de 28 anos na medicina, Ricardo Ayache leva ao programa, como apresentador, seu histórico de gestão em saúde e conhecimento sobre temas sociais em entrevistas que versam sobre diversos temas. Em um ano de programa, o Saúde e Algo e Mais recebeu figuras públicas como o governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja, o prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad, médicos de diversas especialidades, artistas, representantes de instituições assistenciais e muitos outros.
Ricardo Ayache entrevista a médica ginecologista e obstetra Tatiana Serra. Foto: Messias Ferreira
Primeira fase
“Na primeira fase do programa discutimos temas muito importantes para a população e para o nosso crescimento enquanto sociedade. Agora, em uma casa nova, o nosso objetivo é fortalecer o Saúde e Algo Mais como espaço de debate de qualidade e informação útil para todos”, informa o apresentador Ricardo Ayache
Audiência e qualidade reconhecidas
Para o diretor de marketing da TV MS Record, Ulysses Serra, o programa Saúde e Algo Mais chega à emissora com audiência e qualidade reconhecidas. “Esperamos somar com esse projeto que já é muito importante para a comunicação de Mato Grosso do Sul. Sem dúvidas, essa parceria contribuirá para o acesso da população à informações fundamentais”, diz.
Gastos com supermercado
A Mobills, startup de gestão de finanças pessoais, analisou dados de mais de 42 mil usuários do aplicativo em todos os meses de 2020, e constatou que os gastos com supermercado aumentaram 28% entre março, início da pandemia no Brasil, e dezembro. As despesas registradas com alimentação no último mês do ano para essa base de análise foram de R$ 3.725.368,89, enquanto o ticket médio foi de R$ 343,98. O mês que apresentou o maior pico de gastos nessa categoria foi julho, com um percentual 57% maior do que o total gasto em março.
Pico de Gastos
Em março, os gastos registrados com supermercado tiveram uma queda de 13% em comparação com janeiro. Porém, a partir de abril, as despesas nessa categoria aumentaram com base nos dados da amostra Julho foi o mês com o maior pico de gastos com supermercado, registrando um percentual de 36% maior do que o do primeiro mês do ano e 57% maior do que o total registrado em março.
No segundo semestre do ano, as compras com supermercados continuaram maiores do que eram no período pré-pandemia, porém foram apresentando uma tímida queda mês a mês, terminando dezembro com um total de gastos 12% maiores do que em janeiro e 28% maiores do que em março.
Ticket médio
Apesar das variações com o total de gastos, o ticket médio por usuário não apresentou grandes alterações. Em janeiro, o ticket médio era de R$ 342,92. Em maio, mês do maior pico do ticket, a média era de R$ 424,68, o que equivale a um aumento de 24% em comparação com janeiro. Em dezembro a média de gastos registrados ficou em R$ 343,98, um valor muito próximo dos gastos registrados no primeiro mês do ano.
iFriend
Lançada em 2017, o iFriend é uma plataforma especializada na ponte entre turistas e profissionais do turismo, que atua hoje em 126 países, e conta com mais de 5 mil profissionais cadastrados em seu sistema. O aplicativo traz, dentre seus principais objetivos, a valorização do turismo como negócio. Desenvolvido por Leonardo Brito e Diogo Leão, surgiu inicialmente apenas no Brasil, e em 2018, expandiu sua atuação para outras cidades pelo mundo. Considerada a maior plataforma da América Latina em número de guias cadastrados, a startup anuncia sociedade com Alvaro Garnero, empresário e Embaixador do Turismo no Brasil, e escala para um novo plano de gestão.
Alvaro Garnero, empresário e Embaixador do Turismo no Brasil
Dupla comemoração
O dia 28 de Janeiro, data alusiva ao Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo e dia do Auditor Fiscal, instituída pela Lei nº 12.064, DE 29 de outubro de 2009 em homenagem aos Auditores-Fiscais do Trabalho Erastóstenes de Almeida Gonçalves, João Batista Soares Lage e Nelson José da Silva e ao motorista Ailton Pereira de Oliveira, que foram assassinados em 28 de janeiro de 2004 quando se deslocavam para uma inspeção em fazendas da região de Unaí (MG), episódio que ficou conhecido como Chacina de Unaí. Na época, Nelson Silva era lotado na Gerência Regional do Trabalho de Paracatu/MG e os outros três servidores na Superintendência Regional do Trabalho/MG, em Belo Horizonte.
Em Mato Grosso do Sul
A Superintendência Regional do Trabalho no Mato Grosso do Sul (SRTb-MS), em virtude da Pandemia do Covid19, obedecendo os protocolos de segurança, não realizará, eventos presenciais.
O Superintendente do Trabalho no MS, Jaber Cândido, enfatiza que mesmo com a situação da Pandemia, a fiscalização, realizada pelos AFT não parou suas atividades, mas sofreu alterações em logística. “Em 2020, no Estado Sul mato-mato-grossense, foram resgatados inúmeros, trabalhadores que estavam sendo explorados em condições abaixo da dignidade humana, número este maior do que foi apurado em 2019, que teve bons números resgatados, apesar dos impeditivos decorrentes da Pandemia em todo pais ” destaca Cândido.
Nader Salamene comemorando hoje mais um aniversário .Happy birthday!
Combate ao trabalho escravo 1
Cabe ainda destacar que a fiscalização de combate ao trabalho escravo é efetuada em todo território nacional, sendo que a maior parte destas inspeções são realizadas pelo Grupo Especial de Fiscalização Móvel (GEFM) que este ano completará 26 anos de existência.
Logo, desde 1995 são mais de 54 mil trabalhadores resgatados dessa condição e mais de 100 milhões de reais recebidos pelos trabalhadores a títulos de verbas salariais e rescisórias durante as operações.
Combate ao trabalho escravo 2
Esse resultado se deve à atuação da Auditoria Fiscal do Trabalho, que coordena o grupo, e às parcerias que foram formadas ao longo desses anos. Também participam das operações do GEFM a Polícia Rodoviária Federal (PRF), a Polícia Federal (PF), a Policia Militar(PM-MS), o Ministério Público do Trabalho (MPT), o Ministério Público Federal (MPF) e a Defensoria Pública da União (DPU). O Superintendente, aproveita a oportunidade para destacar o papel do auditor fiscal, imprescindível, no resgate do trabalhador.
Caso o cidadão tenha qualquer denúncia acerca de trabalho análogo ao escravo pode entrar em contato com SRTb-MS,pelo email: [email protected].
… Trocam de idade hoje: Júlio Escobar, Luciane Dalcin, Gilberto Freitas, Ronaldo Fonseca Nader Salamene, Edil Silveira Paulo Roberto Burgueno, Claudio Ribeiro de Castro, Juseli Rezende, Adriana Mascaro e Cláudio Tavares de Oliveira. Happy birthday!
… O namoro do Presidente da República Jair Bolsonaro com o partido Patriotas , poderá dar casamento.
… Ídolo de Internacional, Botafogo , Grêmio e Operário de Campo Grande entre outras das tantas equipes , o lendário goleiro Manga é o primeiro jogador a residir no Retiro dos Artistas localizado no Rio de Janeiro.
… Totalmente desprovido de recursos financeiros, Manga foi acolhido pelo botafoguense ilustre Sthepan Nercessian.
O goleiro Manga é o primeiro jogador a residir no Retiro dos Artistas localizado no Rio de Janeiro.
… O advogado Luciano Martins dirige com sucesso a pasta do Trabalho da gestão do prefeito Marquinhos Trad. Com elevadas vagas de trabalho em apresentação diariamente , Martins conseguiu em pouco tempo , efetivar Campo Grande no ranking das cidades brasileiras que mais oportunidades apresentam durante a pandemia.
O advogado Luciano Martins dirige com sucesso a pasta do Trabalho da gestão do prefeito Marquinhos Trad.
Cortada diretamente pelo diretor indicado ao Oscar Luca Guadagnino da atmosfera do filme para a coleção, a campanha de Salvatore Ferragamo para a primavera-verão 2021 é uma obra-prima de refinamento do suspense. O portfólio de fotos e um curta, com curadoria de Guadagnino ao lado do diretor criativo Salvatore Ferragamo, Paul Andrew, se baseia no filme inspirado em Alfred Hitchcock, ambientado em Milão, que foi exibido antes do desfile de moda em setembro de 2020. Concebida como uma homenagem a Hollywood – o local do primeiro sucesso de nosso fundador – e a Milão – o local da expressão da moda de Salvatore Ferragamo no século 21 – a campanha combina nossa herança de artesanato artístico e inovação técnica.
O elenco de Guadagnino é composto por Mariacarla Boscono, Maggie Cheng, Jonas Glöer, Samer Rahma e Anok Yai. A alquimia do olho do diretor os reúne em uma série de mise-en-scenes significativas que são repletas de intriga e suspense, e nas quais os belos designs em tons de Technicolor de Paul Andrew co-estrelam. O slingback monocolor VIVA, F-wedge renascido e o calçado driver Gancini masculino servem como base para looks read-towear poderosamente coordenados em napa preta femme fatale, alfaiataria cambraia azul-clara e jaqueta de couro branco perfurada herieticamente para homens. Bolsas incrivelmente luxuosas pontuam provocativamente: as principais peças incluem uma nova bolsa Trifolio com alça superior, bolsas Studio com acessórios inesperados e uma nova bolsa em formato de cilindro em amarelo Technicolor que homenageia o fatídico adereço de Tippi Hedren em “Marnie” de Alfred Hitchcock.
Paul Andrew disse: “Luca e eu passamos várias horas vasculhando o filme que fizemos para esta coleção quadro a quadro. Foi um processo fascinante que me lembrou de separar uma peça de vestuário ou um sapato de época para descobrir os segredos de sua construção. O que descobrimos foi que os stills – quando encontramos os momentos perfeitos de luz, ângulo e foco – convidavam a refletir sobre as qualidades que tínhamos trabalhado para explorar no filme; a textura e ousadia da coleção, a interação da estética entre a construção dos acessórios e a arquitetura de Milão, o impacto da paleta Technicolor, e o mistério dos motivos dos personagens. Esperamos que este portfólio seduza o espectador a se imaginar neste meio de suspense chique – e a se ver vestindo Ferragamo como as estrelas de suas próprias e intrigantes histórias de vida”.
Se houve um lado positivo na pandemia, foi a grande aceleração na transformação digital das empresas. Embora já falássemos sobre Indústria 4.0 há muitos anos, só agora ela encontrou mais espaço entre as empresas brasileiras.
O termo, que foi usado pela primeira vez pelo governo alemão em 2012, engloba uma série de tecnologias que utilizam conceitos de sistemas cyber-físicos, Internet das Coisas e Computação em Nuvem. Seu principal atributo é a criação de fábricas inteligentes, que criam uma cooperação mútua entre seres humanos e robôs.
E, num contexto de tantas restrições nas interações humanas, os robôs não poderiam ser mais bem-vindos. Tanto é que uma pesquisa feita pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), revelou que 54% das indústrias que adotaram de uma a três tecnologias digitais em 2020, registraram um lucro igual ou maior que no período pré-pandemia. Esse resultado é sete pontos percentuais maior que o registrado pela indústria analógica.
Dentre as tecnologias mais adotadas no Brasil, estão o Big Data, impressoras 3D e simulações computacionais. Essas e outras ferramentas são capazes de interligar o ciclo da empresa, promovendo agilidade na comunicação de modo a aumentar a eficácia do processo, tornar os funcionários mais produtivos e fornecer informações precisas para uma melhor tomada de decisão.
As vantagens ficaram ainda mais evidentes diante da necessidade de afastar trabalhadores do grupo de risco e manter o distanciamento social dentro das fábricas e escritórios. As indústrias automatizadas e inteligentes conseguiram manter o ritmo de produção mais próximo do normal, galgando um grande diferencial competitivo em especial em um momento em que começa a faltar matéria-prima no mercado.
Soma-se a isso tendências como o home-office e o paperless – substituição do uso de documentos físicos por digitais – que receberam grande notoriedade durante os últimos meses. As startups que promovem soluções automatizadas para desburocratizar atividades rotineiras em diversos segmentos, também registraram um expressivo desempenho em 2020. A perspectiva é que a adoção dessas facilidades se mantenha e continue crescendo no pós-pandemia.
O fato nos remete a outros acontecimentos históricos que também proporcionaram grandes avanços na história da humanidade. Muitas oportunidades e inovações surgiram logo após épocas de grandes crises humanitárias, como a peste bubônica, em meados do século XIV, que culminou na criação da medicina moderna, ou a pandemia de cólera na Inglaterra, em meados do século XIX, que impulsionou a Revolução Industrial. Isso mostra que passados tempos difíceis, muitas oportunidades tendem a surgir.
Outro mito que cai por terra é o de que a Indústria 4.0 provoca desemprego. A pesquisa da CNI aponta que 30% das indústrias que adotaram até três tecnologias digitais tinham ampliado os quadros de funcionários em relação ao período pré-pandemia. No entanto, cabe destacar que trata-se de uma mão de obra mais qualificada, capaz de operar os sofisticados softwares e hardwares da robotização. Um gargalo com o qual as empresas precisarão lidar por meio de investimentos massivos em educação.
A mesma tendência é observada quando se avaliam dados internacionais da Indústria 4.0 pelo mundo. Não é possível notar uma correlação entre a maior adoção da tecnologia digital com o avanço nas taxas de desemprego. O que se percebe é uma busca por mais qualificação, revelando que quando uma porta se fecha, várias janelas se abrem. Quem tiver empenho para se preparar, certamente irá encontrar melhores oportunidades no mercado de trabalho. Cabe lembrar que, um dia, os carros também ocuparam o lugar de cavalos e cocheiros.
Embora tenhamos dado um salto importante no tema em 2020, esses são apenas os primeiros passos de uma longa maratona. Segundo dados da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), menos de 2% das nossas indústrias estão prontas para a Indústria 4.0. Na China, Estados Unidos e União Europeia estima-se que esse número chegue a 50%. Na Índia e Paquistão são cerca de 25%. Mesmo tendo melhorado quatro posições no Índice Global de Inovação (IGI) entre 2019 e 2020, o Brasil ainda ocupa a 62ª posição do ranking, com uma adesão relativamente baixa à Indústria 4.0.
Apesar de estarmos tão atrás, essa é uma corrida que está apenas começando. Com a chegada do 5G – prevista para 2021 – o processo de automatização das indústrias certamente ganhará um novo patamar. Engana-se quem pensa que teremos apenas uma internet mais veloz. O 5G é a base para termos trilhões de dispositivos conectados à rede, como carros autônomos, eletrodomésticos inteligentes, sensores diversos e manufatura preditiva, com fábricas muito mais eficientes do que é possível hoje.
O lado bom é que temos tempo para avançar. E não são só as indústrias que precisam se modernizar. O conceito de Indústria 4.0 se estende também a empresas dos segmentos de comércio e serviços, que vem adotando tecnologias como o self check-out, estoques autônomos, inteligência artificial, realidade virtual e aumentada e até a adoção de QR Codes e criptomoedas para pagamento de produtos ou serviços.
Outro ponto importante é que não necessariamente a adoção à Indústria 4.0 está atrelada a altíssimos investimentos. Muitas dessas tecnologias têm baixo custo e promovem grandes ganhos de produtividade, eficiência e até em segurança da informação. A chave está em fazer uma implementação adequada e inteligente das tecnologias certas para cada tipo de operação. Sair comprando e implementando tecnologias sem um prévio planejamento certamente não é o melhor caminho.
As empresas que desejam melhorar sua competitividade em esfera internacional precisam investir, acima de tudo, em gestão para a inovação. Assim como em toda maratona, o corredor precisa de um bom preparo, como o planejamento da rota, as métricas e as estratégias certas para conseguir o melhor desempenho. Adotar tecnologias da Indústria 4.0 sem um conceito claro de realização de valor, com foco em resultado, é andar para trás.
Alexandre Pierro é engenheiro mecânico, físico nuclear e fundador da PALAS, consultoria pioneira na implementação da ISO 56002, de gestão da inovação.
Confira cinco rótulos que combinam com as tradicionais redondas
A Pizza Prime, rede de pizzarias 100% brasileira, selecionou cinco sabores do seu cardápio e alguns rótulos que vão ajudar os amantes da boa e velha redonda a fazer a harmonização perfeita. Afinal, nada mais adequado do que saborear a melhor pizza paulistana acompanhado de uma boa taça de vinho.
Marguerita e Sangiovese:
Os leves taninos, a boa acidez e o delicado toque frutado dos vinhos produzidos com a uva italiana Sangiovese combinam perfeitamente com as pizzas marguerita, muçarela e até mesmo com a de calabresa, caso não seja apimentada.
Pepperoni e Cabernet Sauvignon:
Por ser um sabor muito picante, a pizza de pepperoni harmoniza muito bem com as uvas Cabernet Sauvignon, já que têm notas frutadas em seu aroma e taninos firmes (que ajudam a limpar o paladar).
Quatro Queijos e Chardonnay:
A acidez do Chardonnay é perfeita para suavizar a intensidade de sabores da pizza de Quatro Queijos.
Portuguesa e Merlot:
A pizza portuguesa é um dos sabores mais difíceis de harmonizar, já que é recheada com ingredientes completamente diferentes. Nesse caso, os vinhos feitos com a uva Merlot, com médio corpo e taninos macios, são os mais indicados.
Frango com Catupiry e Pinot Noir:
Para muitos, a mistura de frango com catupiry é a melhor já inventada. Para preservar esse sabor maravilhoso, os vinhos mais indicados são os produzidos com a uva Pinot Noir, já que tem corpo e acidez leves.
Hmmm! Nada como um bolo de chocolate recheado e cremoso para deixar nossos dias muito melhores, não é verdade? Para celebrar o Dia do Bolo de Chocolate comemorado em 27 de janeiro, Receitas Nestlé trouxe seus culinaristas Lucas Fabozzi e Miriam Chagas para ensinar os consumidores a fazerem essa deliciosa e irresistível sobremesa nessa data tão especial. Confira as dúvidas e dicas abaixo:
1) Qual o segredo para deixar o bolo de chocolate fofinho e cremoso?
O ponto principal para qualquer bolo é seguir a receita à risca, especialmente se a receita escolhida for preparada na batedeira. Algumas massas são feitas com a mistura dos secos e a adição dos líquidos, outras com uma base de ovos e açúcar e há aquelas que são chamadas de amanteigadas; cada tipo precisa ser preparado de um modo diferente, uma vez que é isso que vai garantir o sucesso. Um ponto importante para todas é: não bater demais após adicionar a farinha, pois isso desenvolve demais o glúten e deixa sua massa pesada – ou até “embatumada”.
Além disso, a forma e o tempo de forno dizem muito sobre o preparo, pois é preciso escolher a forma certa para a quantidade de massa e respeitar temperatura e tempo de forno, assim seu bolo não ficará seco, cru ou até mesmo queimar. Adendo importante: as massas com preparos em água quente que são de liquidificador, são as mais usadas por sua praticidade. Geralmente são feitas com óleo e ficam mais macias!
2) Qual é o ingrediente fundamental para fazer o bolo de chocolate perfeito?
Todos os ingredientes influenciam no preparo de uma massa de bolo. O ideal é que estejam, primeiramente, todos em temperatura ambiente; a farinha peneirada ajuda; um fermento de qualidade; ovos de tamanhos médios. Entretanto, como estamos falando de Bolo de Chocolate, o ideal é termos esse ingrediente da melhor qualidade: Chocolate Nestlé Dois Frades ou Garoto são as melhores opções e aqui você pode optar por 50%, 70% ou 100% cacau, o que influencia na cor e sabor de sua massa. As proporções mudam de acordo com cada tipo de chocolate, uma vez que quanto mais forte, menos você precisa utilizar, pois isso conforme a intensidade desejada de cor e sabor. Lembrando que um bolo de achocolatado também é muito bom e que muitos consumidores escolhem essa opção por conta do fácil acesso e disponibilidade nos lares.
3) Há algum tipo certo de chocolate (ou mais indicado) para fazer bolo de chocolate?
Na dúvida, utilize Chocolate Nestlé Dois Frades ou Garoto. Você também pode utilizar achocolatado em pó.
Os culinaristas Lucas Fabozzi e Miriam Chagas
4) Quais são os cuidados que devemos ter com o fermento?
O fermento sempre deve ser adicionado ao final do preparo, pois uma vez que você comece a batê-lo, seu efeito tem início e, caso bata muito ele perderá força. Outro ponto é com relação ao tempo entre o preparo da massa e o de leva-la ao forno, pois o fermento começa a agir e demorar muito para assar o bolo fará com que não tenha o mesmo efeito. Por fim, muitas massas de chocolate levam fermento e bicarbonato de sódio, isso para que elas tanto cresçam como fiquem fofas; o bicarbonato, que também é um tipo de fermento, auxilia a dar uma coloração mais intensa na massa do bolo, especialmente se utilizar o Chocolate em Pó 50%.
5) Há alguma dica especial para a hora de untar o recipiente que irá comportar o bolo?
Atualmente são diversos os tipos de formas encontradas no mercado, desde as mais simples até as mais rebuscadas. Um ponto importante é o de sempre untar muito bem seu recipiente com manteiga ou margarina, espalhando com a ajuda de um pincel culinário ou papel toalha. Uma dica bacana é a de em vez de utilizar a farinha, escolha o chocolate em pó para que isso não mude a coloração ou esbranquice a lateral do seu bolo.
6) Bater a massa no liquidificador ou manualmente impacta no resultado final?
Sim, todo tipo de preparo impacta no resultado final e é importante seguir aquele indicado na receita. Nem sempre todos os ingredientes ficam bem incorporados ao serem batidos no liquidificador; se você bate os ingredientes com a mão, às vezes a textura correta não será obtida, mas, como falado, tudo depende de cada tipo de massa e receita.
7) Qual a temperatura ideal para assar o bolo de chocolate?
A temperatura mais tradicionalmente indicada para fornos convencionais (gás) é 180º, o que chamamos de forno médio. Mais importante até do que a temperatura em si é pré-aquecer o forno na temperatura correta por pelo menos 10 minutos. Algumas massas podem pedir temperaturas mais altas, portanto fique de olho na receita. Fornos elétricos são diferentes, pois mantêm a temperatura constante e geralmente assam o bolo mais rápido, portanto o tempo neles é crucial para ser acompanhado.
8) Quando sei que o bolo está pronto e assado?
Geralmente você sabe que um bolo está próximo de ficar pronto pelo aroma, pois isso significa que os ingredientes estão bem assados. Um jeito bacana é o famoso “teste do palito”: basta espetar um palito de dente mais próximo ao centro do bolo e, caso ele saia seco, seu bolo está assado. Outra dica importante é a de não abrir o forno antes de no mínimo metade do tempo indicado de preparo, do contrário isso impedirá seu bolo de assar corretamente. Na dúvida: utilize um despertador para não esquecer e acompanhe o processo sempre que possível.
Quando analisamos os números do setor de papelcartão neste ano tão imprevisível que tivemos, temos motivos para otimismo, ainda que cauteloso. A expedição de papelcartão (todo o volume produzido ou importado no Brasil, excluídas as vendas externas) fechou o ano de 2020 com alta de 6% acima do volume de 2019 – ante uma queda projetada de mais de 4% no PIB nacional como um todo no mesmo período. A grande diferença, de 10 pontos percentuais, parece dizer muito sobre as mudanças de hábito da população brasileira.
Ao longo de 2020, entre março e junho, a indústria sofreu grandes perdas. A retomada, porém, durante o segundo semestre, foi excelente para os três elos de nossa cadeia produtiva: o fabricante de papelcartão, o convertedor gráfico e o brand owner. Podemos dizer que tivemos dois anos muito diferentes dentro de um único: metade desafiador, metade muito positivo.
Com a baixa de estoques e a consequente retomada, todos entraram em uma espiral de atendimento emergencial de pedidos – e ainda estamos nela. Com isso, nosso comitê diário de gestão de crise tornou-se, nos últimos dois meses, comitê de “gestão de abastecimento”, que acompanha a demanda e oferta de insumos.
De onde vem todo esse crescimento? Além das reposições de estoque, percebemos que os setores de alimentação, farmacêuticos, higiene pessoal e higiene do lar foram aqueles que mais alavancaram a alta no consumo, somados à contribuição do maior volume de vendas digitais de maneira geral (e-commerce). O consumidor está mais em casa, avalia melhor suas compras e experiencia mais tudo aquilo que adquire.
E agora, num cenário de extrema pressão de preços, o que podemos esperar para 2021? Num otimismo contido, podemos projetar nova alta no consumo de papelcartão, algo em torno de 3,5%.
Entre os principais impactos a enfrentar, devemos destacar a inflação dos insumos e o próprio impacto de câmbio, que, isoladamente, trouxe alta de mais de 30% nos preços, com destaque para celulose e produtos químicos que integram a cadeia produtiva do papel.
Na ponta do usuário final, vemos o novo ano como a confirmação de uma tendência nos hábitos de consumo: “o lar é o novo centro de convívio”, dizem as melhores consultorias. Se até mesmo o setor imobiliário já sente essa transformação, com a demanda por casas e apartamentos maiores e mais aconchegantes, sem falar na inclusão do home office na estrutura de cômodos e móveis, o que dizer da alimentação, que voltou a ser realizada em casa?
Com isso, as embalagens necessárias são outras: práticas e que evitem o desperdício, alinhadas a um consumidor mais consciente, que busca a troca do plástico pelo papelcartão, seja em alimentos, bebidas ou produtos de higiene e limpeza, tendo em vista a reciclabilidade.
No e-commerce, da mesma forma, a tendência são embalagens resistentes, mas que conversem com o público – e chamem para a experiência com a marca, rumo à próxima compra.
Por outro lado, sabemos que, em algum momento em 2021, o mercado interno deve sofrer algum desaquecimento por conta da recomposição de estoques de toda a cadeia produtiva – podemos apenas estimar essa inversão para algum momento entre abril e maio.
Seja quando for, nosso otimismo, ainda que cauteloso, se baseia nos números do setor e no sentimento que recebemos do consumidor, sempre em busca de mais qualidade tanto em seus produtos quanto nas embalagens que os acondicionam.
*Júlio Jubert Caiuby Guimarães é diretor comercial da Ibema Papelcartão.
A Harald, líder em chocolates e coberturas no Brasil, traz a receita de uma deliciosa Trufa de Chocolate Belga.
Há quem diga que a origem da trufa se deve ao grande chef pâtissier Auguste Escoffier, no final do século XIX. Outros, que foi criada acidentalmente na cidade francesa de Chambéry por Louis DuFour, em 1895. O fato é que essa clássica iguaria vem nessa receita preparada com Chocolate Belga Melken, e promete surpreender os paladares mais exigentes e fazer bonito nas mesas de doces.
Ingredientes
400 g de Chocolate Melken Belga Ao Leite 33% Cacau
½ xícara (chá) de creme de leite UHT (125 ml)
2 xícaras (chá) de Cacau em Pó 100% Melken (20 0g)
Misture o Melken ao Leite com o creme de leite e leve ao micro-ondas (em potência média), mexendo de 30 em 30 segundos, até obter uma ganache homogênea.
Cubra com filme plástico em contato e leve à geladeira por 4h. Boleie em porções de 15 g cada e reserve.
Cubra as porções com Cacau em Pó em uma travessa e deixe descansar de um dia para o outro. Remova o excesso de cacau e então acomode em caixinhas.
Variações
As trufas podem ser feitas com o Chocolate Melken Belga Meio Amargo 52% Cacau. Para essa opção, use a proporção de 400 g de Melken Belga Meio Amargo para 2/3 de xícara (chá) de creme de leite (167 ml).
Se desejar uma variação com bebidas, reduza o creme de leite para ½ xícara (chá) e adicione 3 colheres (sopa) de bebida (45 ml), como licor de cacau ou conhaque.
Outra variação possível é trocar a finalização no cacau em pó por um acabamento diferenciado: derreta e tempere 400 g de Melken Belga Meio Amargo e banhe utilizando a técnica de banho com as mãos.
Disponha em uma placa forrada com papel-manteiga e leve à geladeira para secar. Depois de prontas, acomode-as em caixinhas.