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Bolinho de brisket : sucesso nos bares dos EUA

Rachel Camacho, é chef de cozinha com várias habilidades, entre elas a da confeiteira, e é apaixonada pelo fogo e fumaça. Sempre trazendo novidades para os apreciadores das receitas com a defumação, Rachel apresenta o bolinho sucesso de vendas nos bares dos EUA,  o Brisket.

O Brisket é a carne mais conhecida como peito bovino. Para preparar o Brisket, você vai precisar de alguns temperos secos e uma churrasqueira Smoker Pit (aquela churrasqueira com tampa para defumar sua carne), lenha frutíferas (pois qualquer outra lenha pode ser tóxica). Para a produção do Brisket será necessário um defumador. Sua cocção de defumação é feita em temperaturas baixas, isso significa que o Brisket será defumado lentamente, através da queima da lenha e todo preparo pode levar em média 12 horas, ou seja, você vai precisar ter paciência, mas garanto que a espera será recompensada.

Ingredientes:

600g de Brisket desfiado

200g de queijo cremoso

150g de queijo parmesão ralado

200g de cebola caramelizada

Sal a gosto

Farinha de trigo e de rosca para empanar.

2 ovos

Modo de Preparo

Misture todos os ingredientes até formar uma pasta que fique fácil de modelar. Reserve essa mistura e deixe por 1 hora na geladeira. Depois da massa gelada, modele bolinhas do tamanho de sua preferência. Passe elas na farinha de trigo, depois nos ovos e depois na de rosca. Em uma panela, coloque o óleo quente e frite os bolinhos. Eles ficam maravilhosos e é só servir. Me conte depois o que achou desta receita.  Instagram @kelcamacho.

 

Torta de espinafre com nozes: prática e leve

Quer inovar na ceia? Uma torta de espinafre com nozes pode ser uma pedida diferente e muito saborosa para agradar a todos os paladares, inclusive daqueles que não comem carne. A chef Janaína Barzanelli, especialista em confeitaria, dessa vez apostou numa receita salgada e criou uma torta para o Ano Novo com ingredientes fáceis de encontrar. E o melhor: simples de preparar.

“O espinafre tem sabor forte e as nozes trazem uma crocância que deixa a torta muito marcante. Minha dica é usar formas que vão ao forno e já servem para servir, fazendo com que a apresentação fique linda na mesa. Como não é necessário desenformar, você evita o risco de quebrar a massa”, conta a chef.

As formas escolhidas pela pela chef são da Sulformas, modelo que vai ao forno, pode ir à mesa sem a necessidade de recipiente e ainda é biodegradável. “Nada de forma para lavar depois da ceia! Assim a gente ganha tempo com a família e ainda economiza água, já que convivemos com a estiagem em praticamente todo o ano de 2020”.

A chef Janaína Barzanelli

Confira a receita da torta de espinafre com nozes:

Massa:

200g de farinha de trigo

125g de margarina sem sal

5g de sal

1 ovo

 

Recheio:

1 maço de espinafre

50g de nozes trituradas

200g de cream cheese

Alho picado

Azeite

Modo de preparo

Massa

Em um bowl coloque a farinha de trigo, a margarina e o sal. Mexa bem até formar uma farofinha úmida. Acrescente o ovo e mexa bem até formar uma massa.

Coloque dentro de um saco descartável e abra a massa entre dois plásticos. Coloque dentro da forma modelo Torta Pie 160 x 30 e fure a massa com um garfo.

Reserve. Em uma panela coloque o azeite e o alho e doure. Coloque o espinafre e deixe murchar.

Montagem

Coloque o recheio e cubra com a massa. Leve para assar a 180 graus por aproximadamente 30 minutos. Sirva.

 

Cimento queimado: charme e estilo na decoração

Sika® traz dicas sobre como usar o produto Cimento Queimado PortoKoll® aproveitando o início do ano para reformar os ambientes

Começo de ano é época de grandes mudanças, sejam elas comportamentais ou físicas. Procurar uma nova residência ou buscar reformar a atual está entre a lista dos afazeres mais prometidos para a virada do ano. Moderno, econômico e de alta durabilidade, o cimento queimado conquistou sua cadeira cativa no quesito tendência de decoração, sendo uma ótima opção para incluir neste momento. Isso porque oferece muita personalidade para os projetos com seu estilo rústico e tonalidade neutra. Sendo uma solução atemporal para móveis, pisos e paredes de diferentes cômodos.

A moda caiu no gosto dos brasileiros e passou a ser frequentemente procurada por sua praticidade. Antenados nesta tendência,  empresa especializada em produtos químicos,  conta com o Cimento Queimado  em sua gama de produtos. Disponível nos tons carbono, geada, damasco, fendi e mineral, combina com diferentes cômodos como quartos, salas, escritórios e até banheiros.

Campanha para conscientizar brasileiros sobre a importância da saúde bucal

“Por um Brasil com saúde bucal 100%” reforça o propósito da marca e tem objetivo de educar a população sobre como uma boa saúde bucal pode impactar suas vidas.

Oral-B, anuncia sua nova campanha “Oral-B: por um Brasil com uma saúde bucal 100%”. A iniciativa reforça a missão da empresa em transformar a categoria de Higiene Bucal no país, busca conscientizar os brasileiros sobre a importância de manter em dia o cuidado com a boca, além de ressaltar como a utilização de produtos de qualidade superior pode os levar a uma saúde bucal 100%.

“O brasileiro é um dos povos que mais vai ao dentista no mundo, mas ao mesmo tempo é um dos que mais sofre com problemas de saúde bucal. Estudos mostram que oito em cada 10 pessoas irão perder ao menos um dente ao longo da vida e 90% da população adulta tem ou tiveram cáries. Isso acontece porque ainda falta educação sobre saúde bucal no país. Diante desse cenário, fica muito claro que precisamos viver nosso propósito e transformar a categoria de higiene bucal no Brasil de um simples cuidado básico para uma solução completa de saúde bucal. E isso só é possível por meio de um forte trabalho com dentistas aliando informação e conscientização”, afirma Luis Siqueira, diretor sênior de Marketing para Oral-B no Brasil.

Com o papel de ser um grande agente para transformar a situação atual dos brasileiros e oferecer a possibilidade de uma excelente saúde bucal, mais que uma campanha publicitária, o objetivo da marca é alcançar o público de forma positiva e eficaz, para estimular a melhora nos índices de saúde bucal no país.

A campanha, criada pela Publicis Brasil, tem o objetivo de gerar conhecimento sobre os problemas bucais e reforçar a importância de se ter uma saúde bucal melhor, mostrando que é possível mudar a atual realidade por meio de produtos de tecnologia superior. Com o intuito de conscientizar a todos sobre a importância da saúde bucal e de como fazê-la da maneira mais efetiva, Oral-B convida os brasileiros a serem parte dessa mudança.

A estratégia de comunicação será 360, de forma a conversar com os brasileiros em diferentes pontos de contato e fazer com que esta conscientização e educação sobre a importância da saúde bucal seja ampla e completa. Para o lançamento, a marca veiculará um filme em TV aberta, TV paga e digitalmente, realizará uma campanha de cashback, em que os consumidores poderão optar por doar o valor do produto para uma instituição ou recebê-lo de volta. Além disso, pela primeira vez, Oral-B será um dos patrocinadores do Big Brother Brasil.

“Queremos falar com o brasileiro aonde quer que ele esteja, pois acreditamos que quanto mais informação ele tiver, mais entenderá sobre como uma saúde bucal de qualidade pode mudar a sua vida e melhorar a sua saúde como um todo”, completa Siqueira.

“Estamos num momento em que todas as pessoas estão revendo seus hábitos relacionados à saúde. Por isso não poderia haver momento melhor para estimular o consumidor a “desautomatizar” o hábito de escovar os dentes, dando mais atenção a um cuidado que é capaz de transformar sua vida, tanto no âmbito pessoal quanto profissional.”, complementou Luis Figueiredo, diretor de criação da Publicis Brasil.

Para conferir o vídeo “Oral-B: por um Brasil com uma saúde bucal 100%” acesse este link e para saber mais sobre as novidades da marca acesse oralb.com.br ou o Instagram @oralb_br .

 

Tivoli Ecoresort Praia do Forte é o destino ideal para aproveitar a viagem em família

Apontada como destino referência nos protocolos de segurança e turismo responsável, a Praia do Forte é opção de lazer e descanso para o período de verão.

Janeiro e fevereiro são conhecidos como períodos de férias escolares com muito calor no verão brasileiro e, para muitas famílias, é o momento de desfrutar de uma viagem para lugares paradisíacos e divertidos com as crianças, como o Tivoli Ecoresort Praia do Forte. Apontada como destino referência nos protocolos de segurança e turismo responsável, a Praia do Forte é opção de viagem para todos curtirem dias de descanso e lazer.

O hotel se destaca pela sua essência à verdadeira conexão com a natureza, que valoriza a fauna e a flora, bem como a cultura e a comunidade local. Com 287 apartamentos com varandas voltada para o mar, sete piscinas, fitness center, restaurantes e bares, um sistema único de baby copas para bebês, assim como o Clube Careta Careta – que se preocupa com o cuidado e entretenimento das crianças -, quadras e campo de futebol, o resort é um verdadeiro pedaço de paraíso em pleno litoral norte da Bahia.

Voltado para toda família, o Tivoli ainda conta com o premiado Anantara Spa do Tivoli Ecoresort Praia do Forte que recebeu dois prêmios importantes no World Spa Awards em 2020, sendo reconhecido como o “Melhor Spa de Resort da América Latina” e “Melhor Spa de Resort do Brasil”.

Para os hóspedes vivenciarem momentos com toda segurança e tranquilidade, o hotel redefiniu a experiência do cliente com base no programa Feel Safe at Tivoli, que responde às necessidades na nova realidade social. Com a adaptação dos serviços desde a chegada, passando pelos quartos, restaurantes e atividades de lazer; com o reforço dos processos de limpeza e higienização, de comunicação e serviços digitais, além de controle da purificação do ar e da água.

O hotel está com uma oportunidade especial de pacote para os dias de verão, com 15% de desconto na hospedagem (mínimo de 7 noites, em todas as categorias de quarto), WiFi, além de um delicioso café da manhã.

Mais informações sobre pacotes  podem ser adquiridas na agência de viagens Jefferson de Almeida Turismo e Eventos pelo WhatsApp: 67 98425 6330

Tecnoestresse – como evitar o lado negativo do excesso de conectividade

*Bárbara Nogueira

Foto: Carmine-Furletti

O uso da tecnologia tem se apresentado como imprescindível nos últimos meses, após o avanço da pandemia do novo coronavírus e a necessidade de isolamento social. Somente por meio dela, foi possível viabilizar o home office para milhares de profissionais em todo o mundo, além do contato com pessoas queridas. Por outro lado, essa nova realidade provocou um crescimento exponencial da conectividade e do uso de mídias eletrônicas. Situação que, se não for bem gerenciada pelos próprios indivíduos e pelas empresas, pode comprometer – e muito – a produtividade no trabalho e provocar transtornos físicos e emocionais. São consequências do chamado tecnoestresse.

O termo é entendido como o vínculo psicológico negativo entre as pessoas e a introdução de tecnologias. Trata-se de uma doença moderna, de adaptação, causada por uma incapacidade de lidar com todas as ferramentas da informática de forma saudável. Na realidade, o problema já tinha uma curva ascendente nos últimos anos, porém se tornou mais frequente agora. A primeira explicação é que os profissionais passaram conviver com um bombardeio ainda maior de informações recebidas por diferentes canais, como e-mails, mensagens diretas no celular e redes sociais, sendo que, em geral, as respostas são cobradas quase que imediatamente. O segundo aspecto é a ausência de “válvulas de escape” para se desconectar do mundo digital, por exemplo, a vida social ativa, exercícios ao ar livre, passeios, viagens, entre outras.

Nesse contexto, o excesso de conectividade pode impactar, diretamente, o equilíbrio entre o pessoal e profissional. Na prática, acarreta cansaço, prejuízo do sono, do desempenho no trabalho – com a dificuldade de concentração – e da saúde mental. Em médio prazo, é possível ocorrer o comprometimento psíquico além do esperado, gerando estresse agudo, ansiedade, pânico, depressão, entre outros transtornos. Diante disso, a exposição ao ambiente digital exige adaptações dos hábitos e da rotina das pessoas, para que possam usufruir da tecnologia de modo positivo. Afinal, o grande vilão é o exagero.

Portanto, as pessoas precisam estar atentas e buscar alternativas para evitar o “tecnoestresse”. A principal dica é criar uma rotina organizada durante o dia, com o estabelecimento do horário de trabalho e do uso de telas; o tempo para o lazer e a diversão off-line, procurando usar a criatividade; e o momento dedicado à família. Além disso, é importante manter uma regularidade de sono, garantir a prática de exercícios físicos, e buscar uma comunicação mais próxima e constante com as outras pessoas. Outra dica é criar o hábito de se levantar da cadeira com frequência para esticar o corpo, se alongar, se hidratar e se alimentar bem. Ou seja, atitudes simples podem mudar a sua realidade.

Por parte das organizações, é fundamental que os líderes atuem muito próximos de seus times, orientando e monitorando os subordinados, a fim de assegurar um período para a desconexão. Esse acompanhamento é essencial para que qualquer intervenção necessária aconteça no tempo adequado. Cabe também às lideranças respeitar a vida pessoal dos colaboradores, estabelecer limites para a distribuição das demandas e não pressionar por respostas imediatas, caso eles estejam fora do horário de trabalho.

Vale lembrar que, mesmo no mundo disruptivo, saúde mental é vital em qualquer momento, tanto durante o isolamento social, quanto no pós-pandemia, quando muitas empresas adotarão o modelo de trabalho híbrido (presencial e remoto). Dessa forma, todos devem investir em estratégias que possibilitem o equilíbrio das funções psíquicas, para que o tempo em home office seja mais saudável, feliz e produtivo tanto para o profissional quanto para alcançar as expectativas de resultados das companhias.

* Graduada em Psicologia, Bárbara Nogueira é diretora, board advisor e headhunter da Prime Talent.

 

Experiência única em dois momentos no Juma Amazon Lodge

Ao ritmo da natureza, piscina de água doce do hotel ganha novos tons a cada mudança de estação na Região Amazônica

A despeito de qualquer conceito filosófico, nenhum hóspede do Juma Amazon Lodge é capaz de mergulhar por duas vezes no mesmo rio, especialmente se for na piscina de água doce do hotel de selva, localizado a cerca de 100 quilômetros de Manaus, isolado no coração da Amazônia.

Criada para promover total interação com o Rio Juma, a piscina foi projetada com uma tela de aço que permite a passagem da água, mas não dos animais. Sua aparência obedece ao ritmo da natureza, com a tonalidade da água mudando de acordo com as duas estações que prevalecem na região norte do país. No período da cheia, de março a agosto, o nível dos rios sobe e a piscina assume a cor marrom escura; nos demais meses do ano, a seca confere à água o tom claro.

Na hora de programar uma viagem à Amazônia, é preciso estar atento às mudanças na paisagem conforme a época, já que algumas atividades ao ar livre também são impactadas. A temporada de maior acúmulo de água é indicada para apreciar as regiões alagadas da floresta, os igapós, enquanto a estiagem favorece a pesca e a focagem de jacarés.

Em qualquer período do ano, a hospedagem no Juma Amazon Lodge é guiada pelo espírito da aventura. Crianças e adultos são incentivados a conhecer hábitos e características dos animais que habitam o entorno da propriedade. Essa interação é estimulada dentro de um processo de troca e de aprendizagem, sempre em segurança. E tudo na companhia de monitores nativos, empenhados em revelar belezas e ensinar a preservar um dos mais importantes ecossistemas do mundo.

Ao fim de cada jornada imersiva, nada melhor do que retornar ao hotel para desfrutar do entardecer no deck flutuante, seja se refrescando com um drink no pequeno bar da piscina ou em um revigorante banho de água doce.

Em uma área de 7.000 hectares, o Juma Amazon Lodge foi erguido sobre palafitas, mesmo método usado pela população ribeirinha da Amazônia para construir suas casas. Resguardadas pelas árvores, as instalações do hotel encontram-se a 15 metros de altura, nível máximo atingido pelo rio no período da cheia. Alinhado com o conceito de sustentabilidade, o hotel adota práticas como uso de energia solar e reciclagem.

Os hóspedes podem escolher entre 19 bangalôs, sempre com rede na varanda, água quente e ventilador. Praticidade é o destaque das seis unidades voltadas para a floresta, com 40,5 m² de área cada. Se a ideia for ter mais privacidade, o viajante pode ficar em um dos 12 quartos, de 32 m² de construção e vista para o Rio Juma. Para uma viagem repleta em exclusividade, os 96 m² do bangalô panorâmico incluem cama king-size e varanda que contorna a acomodação, proporcionando um impressionante visual.

O restaurante do Juma Amazon Lodge agrada tanto aos adeptos da culinária internacional quanto aos que buscam experimentar os sabores e aromas amazônicos. O hotel tem ainda um pequeno bar.

Pronto-socorro: experiência versus responsabilidade

Imagem ilustrativa

*Dr. Felipe Magalhães

A atuação do médico nos prontos-socorros é muitas vezes fator decisivo para a vida dos milhões de pessoas que procuram todos os dias do ano por um atendimento emergencial. Porém, apesar de tal afirmação ser absolutamente incontestável, não são nesses ambientes que serão encontrados os médicos mais experientes e no ápice da carreira. Na realidade, a maior parte dos médicos no ápice da carreira não se veem em um plantão de emergência.

Há então um problema, em um ambiente no qual a tomada de decisão do médico pode ter implicações de grandes impactos na vida do paciente, em sua maioria são os jovens e recém egresso das faculdades de medicina que estão lá para tomar a frente. Como fazer para que esse jovem profissional consiga realizar atividades de tamanha responsabilidade a despeito de pouca experiência?

Apesar dessa questão não ser nova, há no Brasil um pouco mais de uma dezena de programas de residência em funcionamento, o que obviamente não é suficiente para treinar o quantitativo de médicos nas emergências no Brasil. E mesmo durante o programa de graduação são poucas as faculdades médicas que oferecem treinamento adequado para medicina de emergência.

Por isso os médicos, que atuam em serviços de emergência, precisam ser preparados de forma independente para que sejam capazes de enfrentar os desafios dos pacientes com doenças agudas. Fora do ambiente universitário alguns cursos possuem grande destaque no treinamento de emergências: o ACLS para treinamento em suporte de vida em cardiologia, o ATLS para treinamento no trauma, o PALS para suporte de vida em pediatria e o BLS, que é um curso de suporte básico de vida. É recomendação quase unânime que os médicos com atividades em emergência avaliem a realização de tais cursos de acordo com a área de emergência que irão atuar.

Além dos cursos citados acima, outra recomendação importante para os médicos que irão atuar em emergência é possuírem um acesso para material didático. Atualmente, é possível ingressar em uma plataforma de streaming como o Jaleko, que deixa à disposição dos futuros médicos cursos, materiais e até mesmo simulados bastante focados em PS, com o curso Plantão na Emergência”, que apresenta também uma questão que é essencial, cenários do cotidiano desta área. Ou mesmo a americana Uptodate, o britânico BMJ Best Pratice.

Os bons hospitais nacionais estão também atentos a importância do treinamento dos médicos nessa área tão importante, e muitos além de estimularem e por vezes até financiam cursos como o ACLS, também têm produzidos protocolos de atendimento para guiarem os profissionais nas emergências mais prevalentes.

Por fim, médicos, jovens ou não, devem sempre estar cientes de suas habilidades e responsabilidades, onde quer que estejam. E se esta pandemia realmente nos ensinou algo é que, dependemos uns dos outros, portanto se precisar conte com alguém mais experiente. Afinal, decisões tomadas tem grande impacto na vida de pacientes.

* Felipe Magalhães é médico e diretor científico do Jaleko, graduado na UFF- Universidade Federal Fluminense, com residência clínica médica no Hospital Adventista Silvestre e residência em nefrologia na UFRJ – Universidade Federal do Rio de Janeiro. Atualmente é também coordenador da comissão de residência médica do Hospital Federal da Lagoa.

Como estruturar o departamento de vendas no novo normal

A integração entre as áreas comercial e de marketing, além de profissionais como o SDR e o Closer, podem acelerar a máquina de vendas

Agora tudo está mais digital, inclusive as reuniões com os clientes e prospects, com as famosas calls. Recente estudo da Deloitte em colaboração com o Fórum Econômico Mundial sugere que empresas, incluindo companhias B2B, devem cada vez mais adotar novos processos e abordagens orientadas para o ecossistema digital, utilizando a tecnologia como sua aliada.

Pesquisa realizada pela consultoria McKinsey & Co apontou que vendedores e compradores estão aprendendo a como se adaptar ao “novo normal” e que as empresas B2B estão considerando as interações digitais até três vezes mais importantes para seus clientes do que as interações de vendas tradicionais.

Com a retomada gradativa das atividades, seja ainda em home office ou de forma híbrida, o cliente corporativo continuará valorizando a praticidade que a tecnologia tem proporcionado. Afinal, por que não marcar uma reunião online ao invés de atravessar a cidade ou receber um consultor comercial no escritório para entender melhor sobre um produto ou serviço?

O fato é que, do outro lado, empresas que negociam com outras empresas devem se adequar a este novo cenário e definir suas estratégias de vendas pautadas em todas as mudanças geradas pela pandemia. E isso pode significar a reformulação de todo o departamento comercial.

Iniciando o processo de adequação da área comercial

O primeiro passo é criar a estratégia. Maucir Nascimento, especialista em Growth, Marketing e Vendas da Speedio, uma plataforma de Big Data para geração de leads B2B, reforça que a empresa precisa conhecer muito bem o seu cliente e deve ter seu pitch de venda bem definido. “Estas informações são indispensáveis para qualquer segmento e irão direcionar toda a máquina de vendas da companhia.”

Neste novo modelo, as abordagens comerciais feitas diretamente por telefone dão espaço para a automação de marketing e o envio estratégico de e-mails, sabendo exatamente quem é o cliente, sua área de atuação e necessidades específicas. “Já nesse primeiro ponto podemos ver a importância de se conhecer bem o cliente para que a comunicação seja direcionada e assertiva”, comenta Nascimento.

Para este projeto, a integração entre as áreas comercial e de marketing é essencial, pois um especialista em comunicação persuasiva, conhecido como copywriter, será o responsável pelo desenvolvimento dos e-mails de isca e nutrição de leads, além de todos os outros conteúdos textuais que serão utilizados para encantar o prospect, preparando o terreno para uma possível negociação.

“Hoje, grande parte das empresas no Brasil já trabalha com campanhas de marketing digital para captação de leads, que são potenciais clientes interessados em um produto ou serviço. No entanto, é preciso gastar muita energia para aquecer esses contatos até que a venda seja efetivada”, explica o especialista.

Contudo, Nascimento reforça que esse processo gera custos e demanda um pouco mais de tempo até que o cliente esteja pronto para a compra e nem sempre a empresa tem tempo disponível para isso. É preciso vender para fazer o negócio girar.

Uma opção é investir em soluções tecnológicas de captação de leads qualificados, pois esse tipo de plataforma coleta de maneira segura, através de big data, informações imprescindíveis sobre os potenciais clientes da empresa e que de nenhuma maneira fere a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD).

Maucir Nascimento, especialista em Growth, Marketing e Vendas da Speedio

A máquina de vendas do sucesso

Até pouco tempo atrás, estávamos acostumados a ver equipes comerciais com altos números de vendedores que passavam o dia ligando para prospects utilizando abordagens mais tradicionais e isso funcionava muito bem. Mas, como já foi comentado, as formas de comprar e vender agora são outras.

Atualmente, é difícil imaginar um profissional da área comercial fazendo dezenas de ligações em um mesmo dia. “Essa é uma tática inviável que influencia, inclusive, o bem estar do colaborador. Esse tipo de trabalho precisa ser feito pelas tecnologias”, comenta o especialista da Speedio.

Hoje em dia existem dois tipos de profissionais que fazem a máquina de vendas de uma empresa funcionar de forma cadenciada para trazer o retorno tão esperado. São eles o SDR e o Closer.

O Sales Development Representative, ou apenas SDR, é o profissional responsável pela abordagem inicial de prospecção ativa. É ele quem vai representar a empresa em um contato direto com os potenciais clientes para se conectar com cada um deles. Mas nada de ligações frias.

“O contato inicial do SDR deve acontecer por um e-mail isca, que trará um conteúdo específico e pensado para este primeiro momento”, explica Nascimento. Este material, que foi desenvolvido por um copywriter, deve trazer o nome e até mesmo uma foto do profissional SDR, pois isso ajudará na humanização do contato por parte do cliente.

No infográfico abaixo fica bem claro como será esse momento inicial do processo de venda. Após o e-mail isca, o prospect receberá uma outra comunicação, também por e-mail, reforçando o contato do SDR e com o mesmo objetivo de gerar proximidade e familiaridade.

Após esses dois primeiros contatos, o profissional de prospecção ativa tentará interagir com o potencial cliente utilizando a rede social de negócios LinkedIn. De forma bem leve e sutil, irá se apresentar e reforçar as comunicações encaminhadas por correio eletrônico.

A tradicional ligação será realizada apenas se o prospect não responder a nenhuma das tentativas anteriores. “Todo esse processo feito pelo SDR é para aquecer o lead, entender sua situação atual e prepará-lo para a pré-venda. É importante que nenhuma etapa seja pulada, pois é essencial que haja essa humanização. O cliente irá perceber que não é um contato de telemarketing robotizado, mas sim uma pessoa que sabe quem ele é e o que ele precisa para resolver um determinado problema”, diz.

Após o contato do SDR utilizando as etapas do infográfico acima a lead estará devidamente aquecida e pronta para o próximo passo: o Closer. Este é o profissional da equipe comercial que está apto para concretizar o negócio. “O Closer é o vendedor e ele precisa ter acompanhado todo o processo realizado pelo SDR, ter todas as informações do cliente e demais detalhes que forem importantes para a venda”, explica o especialista.

Agora é o momento de mostrar o produto/serviço, tratar de detalhes, a maior parte da “arte da venda” é utilizada aqui, além da negociação em si: valores, condições de pagamento e questões contratuais.

Recapitulando: uma máquina de vendas que gera resultados reais é um esporte em equipe: uma base de big data com dados de qualidade, um SDR bem treinado e um closer habilidoso.

Este é um modelo simplificado de prospecção ativa/marketing outbound que vem sendo utilizado por grandes empresas e tem trazido resultados satisfatórios. “Além de simplificar o clico de vendas, essa “receita” de como estruturar e direcionar a área comercial para o período pós-pandemia também pode reduzir os custos da operação, já que boa parte do processo acontece de forma digital e está totalmente alinhado com a nova realidade da companhia e do cliente”, finaliza Maucir Nascimento.