A atuação do médico nos prontos-socorros é muitas vezes fator decisivo para a vida dos milhões de pessoas que procuram todos os dias do ano por um atendimento emergencial. Porém, apesar de tal afirmação ser absolutamente incontestável, não são nesses ambientes que serão encontrados os médicos mais experientes e no ápice da carreira. Na realidade, a maior parte dos médicos no ápice da carreira não se veem em um plantão de emergência.
Há então um problema, em um ambiente no qual a tomada de decisão do médico pode ter implicações de grandes impactos na vida do paciente, em sua maioria são os jovens e recém egresso das faculdades de medicina que estão lá para tomar a frente. Como fazer para que esse jovem profissional consiga realizar atividades de tamanha responsabilidade a despeito de pouca experiência?
Apesar dessa questão não ser nova, há no Brasil um pouco mais de uma dezena de programas de residência em funcionamento, o que obviamente não é suficiente para treinar o quantitativo de médicos nas emergências no Brasil. E mesmo durante o programa de graduação são poucas as faculdades médicas que oferecem treinamento adequado para medicina de emergência.
Por isso os médicos, que atuam em serviços de emergência, precisam ser preparados de forma independente para que sejam capazes de enfrentar os desafios dos pacientes com doenças agudas. Fora do ambiente universitário alguns cursos possuem grande destaque no treinamento de emergências: o ACLS para treinamento em suporte de vida em cardiologia, o ATLS para treinamento no trauma, o PALS para suporte de vida em pediatria e o BLS, que é um curso de suporte básico de vida. É recomendação quase unânime que os médicos com atividades em emergência avaliem a realização de tais cursos de acordo com a área de emergência que irão atuar.
Além dos cursos citados acima, outra recomendação importante para os médicos que irão atuar em emergência é possuírem um acesso para material didático. Atualmente, é possível ingressar em uma plataforma de streaming como o Jaleko, que deixa à disposição dos futuros médicos cursos, materiais e até mesmo simulados bastante focados em PS, com o curso Plantão na Emergência”, que apresenta também uma questão que é essencial, cenários do cotidiano desta área. Ou mesmo a americana Uptodate, o britânico BMJ Best Pratice.
Os bons hospitais nacionais estão também atentos a importância do treinamento dos médicos nessa área tão importante, e muitos além de estimularem e por vezes até financiam cursos como o ACLS, também têm produzidos protocolos de atendimento para guiarem os profissionais nas emergências mais prevalentes.
Por fim, médicos, jovens ou não, devem sempre estar cientes de suas habilidades e responsabilidades, onde quer que estejam. E se esta pandemia realmente nos ensinou algo é que, dependemos uns dos outros, portanto se precisar conte com alguém mais experiente. Afinal, decisões tomadas tem grande impacto na vida de pacientes.
* Felipe Magalhães é médico e diretor científico do Jaleko, graduado na UFF- Universidade Federal Fluminense, com residência clínica médica no Hospital Adventista Silvestre e residência em nefrologia na UFRJ – Universidade Federal do Rio de Janeiro. Atualmente é também coordenador da comissão de residência médica do Hospital Federal da Lagoa.
A integração entre as áreas comercial e de marketing, além de profissionais como o SDR e o Closer, podem acelerar a máquina de vendas
Agora tudo está mais digital, inclusive as reuniões com os clientes e prospects, com as famosas calls. Recente estudo da Deloitte em colaboração com o Fórum Econômico Mundial sugere que empresas, incluindo companhias B2B, devem cada vez mais adotar novos processos e abordagens orientadas para o ecossistema digital, utilizando a tecnologia como sua aliada.
Pesquisa realizada pela consultoria McKinsey & Co apontou que vendedores e compradores estão aprendendo a como se adaptar ao “novo normal” e que as empresas B2B estão considerando as interações digitais até três vezes mais importantes para seus clientes do que as interações de vendas tradicionais.
Com a retomada gradativa das atividades, seja ainda em home office ou de forma híbrida, o cliente corporativo continuará valorizando a praticidade que a tecnologia tem proporcionado. Afinal, por que não marcar uma reunião online ao invés de atravessar a cidade ou receber um consultor comercial no escritório para entender melhor sobre um produto ou serviço?
O fato é que, do outro lado, empresas que negociam com outras empresas devem se adequar a este novo cenário e definir suas estratégias de vendas pautadas em todas as mudanças geradas pela pandemia. E isso pode significar a reformulação de todo o departamento comercial.
Iniciando o processo de adequação da área comercial
O primeiro passo é criar a estratégia. Maucir Nascimento, especialista em Growth, Marketing e Vendas da Speedio, uma plataforma de Big Data para geração de leads B2B, reforça que a empresa precisa conhecer muito bem o seu cliente e deve ter seu pitch de venda bem definido. “Estas informações são indispensáveis para qualquer segmento e irão direcionar toda a máquina de vendas da companhia.”
Neste novo modelo, as abordagens comerciais feitas diretamente por telefone dão espaço para a automação de marketing e o envio estratégico de e-mails, sabendo exatamente quem é o cliente, sua área de atuação e necessidades específicas. “Já nesse primeiro ponto podemos ver a importância de se conhecer bem o cliente para que a comunicação seja direcionada e assertiva”, comenta Nascimento.
Para este projeto, a integração entre as áreas comercial e de marketing é essencial, pois um especialista em comunicação persuasiva, conhecido como copywriter, será o responsável pelo desenvolvimento dos e-mails de isca e nutrição de leads, além de todos os outros conteúdos textuais que serão utilizados para encantar o prospect, preparando o terreno para uma possível negociação.
“Hoje, grande parte das empresas no Brasil já trabalha com campanhas de marketing digital para captação de leads, que são potenciais clientes interessados em um produto ou serviço. No entanto, é preciso gastar muita energia para aquecer esses contatos até que a venda seja efetivada”, explica o especialista.
Contudo, Nascimento reforça que esse processo gera custos e demanda um pouco mais de tempo até que o cliente esteja pronto para a compra e nem sempre a empresa tem tempo disponível para isso. É preciso vender para fazer o negócio girar.
Uma opção é investir em soluções tecnológicas de captação de leads qualificados, pois esse tipo de plataforma coleta de maneira segura, através de big data, informações imprescindíveis sobre os potenciais clientes da empresa e que de nenhuma maneira fere a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD).
Maucir Nascimento, especialista em Growth, Marketing e Vendas da Speedio
A máquina de vendas do sucesso
Até pouco tempo atrás, estávamos acostumados a ver equipes comerciais com altos números de vendedores que passavam o dia ligando para prospects utilizando abordagens mais tradicionais e isso funcionava muito bem. Mas, como já foi comentado, as formas de comprar e vender agora são outras.
Atualmente, é difícil imaginar um profissional da área comercial fazendo dezenas de ligações em um mesmo dia. “Essa é uma tática inviável que influencia, inclusive, o bem estar do colaborador. Esse tipo de trabalho precisa ser feito pelas tecnologias”, comenta o especialista da Speedio.
Hoje em dia existem dois tipos de profissionais que fazem a máquina de vendas de uma empresa funcionar de forma cadenciada para trazer o retorno tão esperado. São eles o SDR e o Closer.
O Sales Development Representative, ou apenas SDR, é o profissional responsável pela abordagem inicial de prospecção ativa. É ele quem vai representar a empresa em um contato direto com os potenciais clientes para se conectar com cada um deles. Mas nada de ligações frias.
“O contato inicial do SDR deve acontecer por um e-mail isca, que trará um conteúdo específico e pensado para este primeiro momento”, explica Nascimento. Este material, que foi desenvolvido por um copywriter, deve trazer o nome e até mesmo uma foto do profissional SDR, pois isso ajudará na humanização do contato por parte do cliente.
No infográfico abaixo fica bem claro como será esse momento inicial do processo de venda. Após o e-mail isca, o prospect receberá uma outra comunicação, também por e-mail, reforçando o contato do SDR e com o mesmo objetivo de gerar proximidade e familiaridade.
Após esses dois primeiros contatos, o profissional de prospecção ativa tentará interagir com o potencial cliente utilizando a rede social de negócios LinkedIn. De forma bem leve e sutil, irá se apresentar e reforçar as comunicações encaminhadas por correio eletrônico.
A tradicional ligação será realizada apenas se o prospect não responder a nenhuma das tentativas anteriores. “Todo esse processo feito pelo SDR é para aquecer o lead, entender sua situação atual e prepará-lo para a pré-venda. É importante que nenhuma etapa seja pulada, pois é essencial que haja essa humanização. O cliente irá perceber que não é um contato de telemarketing robotizado, mas sim uma pessoa que sabe quem ele é e o que ele precisa para resolver um determinado problema”, diz.
Após o contato do SDR utilizando as etapas do infográfico acima a lead estará devidamente aquecida e pronta para o próximo passo: o Closer. Este é o profissional da equipe comercial que está apto para concretizar o negócio. “O Closer é o vendedor e ele precisa ter acompanhado todo o processo realizado pelo SDR, ter todas as informações do cliente e demais detalhes que forem importantes para a venda”, explica o especialista.
Agora é o momento de mostrar o produto/serviço, tratar de detalhes, a maior parte da “arte da venda” é utilizada aqui, além da negociação em si: valores, condições de pagamento e questões contratuais.
Recapitulando: uma máquina de vendas que gera resultados reais é um esporte em equipe: uma base de big data com dados de qualidade, um SDR bem treinado e um closer habilidoso.
Este é um modelo simplificado de prospecção ativa/marketing outbound que vem sendo utilizado por grandes empresas e tem trazido resultados satisfatórios. “Além de simplificar o clico de vendas, essa “receita” de como estruturar e direcionar a área comercial para o período pós-pandemia também pode reduzir os custos da operação, já que boa parte do processo acontece de forma digital e está totalmente alinhado com a nova realidade da companhia e do cliente”, finaliza Maucir Nascimento.
Tem aquelas horas que, realmente, só café “na causa”. Mais do que um símbolo forte gastronômico, ele é, em muitos momentos, um companheiro, um conforto ou um motivador.
O gosto pela bebida é quase unanimidade entre os nossos, como aponta pesquisa da ABIC (Associação Brasileira da Indústria do Café) que mostra que ela é figurinha carimbada nas mesas de 98% das casas brasileiras. Quer mais? Somos o maior exportador do produto e responsável por, aproximadamente, um terço da produção mundial. Não é pouca coisa, não é mesmo?
Com tanta gente consumindo, permanece sempre constante uma discussão sobre seus benefícios (e eventuais malefícios) para a saúde e sobre qual a melhor forma de prepará-lo. Para esclarecer algumas dúvidas, vamos de mitos e verdades? Maíra Teixeira, barista e torrefadora de café, nos ajuda nessa e elencou algumas curiosidades sobre essa bebida que é uma das paixões nacionais. A barista Maíra Teixeira elencou algumas curiosidades sobre a bebida :
Mitos e verdades:
Escreve-se café “Espresso” e não “Expresso”.
Verdade.
Sim, o correto é com S. O motivo é que respeita-se a origem do nome da bebida, que é italiana.
A torra do café influencia nos aromas e sabores.
Verdade.
Primeiro, precisamos entender que o café também pode ser apreciado, assim como o vinho e a cerveja. E pode ter diferentes tipos de aromas e sabores. O café também nos proporciona uma experiência sensorial. O torrefador é o profissional capacitado para torrar café e desenvolver perfis de torras diferentes para o café verde (cru). É ele quem decide qual grau de torra é o ideal para o café escolhido.
Lembrando também que o café cru, assim como a uva do vinho, traz em si características do próprio local onde foi plantado (terroir), microclima do local e processamento pós colheita. Isso faz com que o torrefador já tenha algumas informações importantes na hora do estudo de torra, trazendo ainda mais precisão.
A torra clara, por exemplo, traz ao café uma complexidade sensorial interessante, com mais acidez e notas aromáticas florais e frutadas. É uma bebida mais suave no paladar, mas muito complexa no aroma. Agradável e sempre surpreendente.
A torra de cor média é a preferida dos brasileiros, trazendo uma alta doçura, um pouco mais da intensidade do caramelo e chocolate. Geralmente uma bebida que o público em geral mais se identifica, boa para se tomar no dia a dia.
A torra escura, que é um padrão da marca Starbucks, é muito comum para os americanos. Tem ainda mais intensidade e força, trazendo um amargor específico de torra. Um fator importante de se observar na torra escura é que ela precisa ser muito bem feita para se tornar mais agradável. Se passar do ponto, ela pode ser uma experiência negativa para quem toma, aquele famoso “gosto de queimado”, que, vale frisar, não é o gosto de café.
A barista Maíra Teixeira elencou algumas curiosidades sobre a bebida
Café faz mal para a saúde.
Mito.
Se não ingerido em excesso, o café pode ser um aliado da sua saúde. Ele é rico em minerais como ferro, zinco, magnésio e potássio. O grão também conta com ácidos clorogênicos, que ajudam na redução da glicose e insulina, prevenindo a diabetes tipo 2.
Café atrapalha a absorção de ferro.
Verdade.
A cafeína e o tanino que estão na composição do café atrapalham a absorção do ferro no corpo. Mas calma aí, não precisa parar de tomar café (até porque os benefícios são muitos)! O ideal é que quem tenha uma baixa taxa de ferro no corpo não consumir café logo após as refeições, porque a probabilidade da bebida atrapalhar a absorção do nutriente é maior. Espere duas horas depois da refeição. Quem não tem problema de falta de absorção de ferro, pode tomar tranquilo seu cafezinho após a refeição. E, claro, é sempre bom reforçar que tudo em excesso faz mal. Então foque na qualidade do café e não na quantidade. Uma informação importante é que café arábica tem menos cafeína que o canephora (robusta e conilon). Então o arábica atrapalha menos a absorção do ferro.
– Café espresso tem mais cafeína que o coado.
Verdade.
Alguns estudos mostram que o café espresso tem quase duas vezes mais cafeína do que o café coado, em análises feitas em 60ml de cada tipo de bebida. Isso se dá porque a quantidade de pó utilizada é praticamente o dobro do que é utilizado para o coado. Fatores como pressão da água na máquina de espresso também influem no resultado, extraindo com mais força os compostos do café. Métodos de extração de café por pressão extraem mais e mais rápido.
– Não pode ferver a água do café.
Mito.
Primeiro de tudo: garanta sempre que a água utilizada seja sempre filtrada, garantindo assim que não vá um gosto residual de cloro da água da torneira para o café. Agora, sobre a fervura da água, principalmente em cafés de alta qualidade com torras claras a médias, precisamos de alta temperatura para conseguirmos extrair todas os solúveis e compostos positivos do café. Ou seja, pode sim ferver a sua água para o café. Ele vai ficar ainda melhor.
– Posso consumir quanto café eu quiser.
Mentira.
Consumido em excesso, o café pode causar agitação e insônia. A quantidade indicada para um adulto é de, no máximo, 400 mg de cafeína por dia (3 xícaras de café aproximadamente).
Queijo e café combinam.
Verdade.
Queijo é uma das melhores harmonizações com o café. Quer um exemplo? Tente a combinação do café espresso com o aclamado queijo italiano Grana Padano. A harmonização neste caso acontece por similaridade (bebida potente, comida potente). A força do sabor deste queijo evidencia as qualidades do espresso, aumentando doçura e acidez.
Quer saber mais? É só acompanhar outras dicas na página de Instagram da barista e torrefadora Maíra Teixera: @teixeirama.
A pandemia acelerou o processo de inclusão digital no Brasil, fazendo com que muitos consumidores passassem a recorrer a compras online pela primeira vez. O desconhecimento sobre plataformas digitais também faz com que o Brasil seja um dos países com maior incidência de fraudes na internet. É o que aponta o Brasil Digital, uma pesquisa realizada pela OLX, uma das maiores plataformas de compra e venda online, que revela que o brasileiro ainda pode adotar medidas básicas para aumentar sua segurança.
Senhas
De acordo com os dados, 45% dos usuários ainda não mudam as senhas das redes sociais com frequência. E esse comportamento se sobressai nas classes sociais mais baixas: 25% da classe A dizem não adotar a medida de segurança, enquanto essa parcela aumenta para 31% na classe B, 47% na classe C1, 52% na classe C2 e 54% nas classes D/E. A pesquisa ouviu 1.906 pessoas entre os dias 19 de setembro e 19 de outubro de 2020.
Querida que só, a modelo Klisangela Vendramin comemorando idade nova hoje. Happy birthday!
Senha bancária
Em relação à senha bancária, ela nunca é trocada ou mudada raramente por 57% dos entrevistados. Novamente, a prática oscila conforme a classe social do consumidor. Na classe A, 41% deixam de alterar a senha, contra 44% na classe B, 58% na classe C1, 63% na classe C2, e 68% nas classes D/E.
Práticas de segurança na internet
Esses dados mostram como o brasileiro ainda está aprendendo boas práticas de segurança na internet. “Para termos um ambiente digital mais seguro é fundamental trabalhar na educação do usuário, para que ele entenda como funcionam os processos e possa ter mais conhecimento para se proteger de possíveis golpes. Da mesma forma que adotamos hábitos seguros quando andamos na rua, também precisamos desenvolvê-los para uma navegação segura. Manter os dados protegidos e trocar as senhas com periodicidade são medidas simples, mas que poucos ainda fazem”, explica Beatriz Soares, diretora de Produto e Operações da OLX.
Atenção aos filhos
A pesquisa também revelou que 60% dos usuários nunca ou raramente monitoram o conteúdo consumido pelos filhos na internet. Mais uma vez, o olhar crítico sobre a presença digital varia de acordo com a classe social: o conteúdo não é supervisionado por 44% dos consumidores da classe A, 49% da classe B, 66% da classe C1, 63% da classe C2 e 67% das classes D/E. Em relação ao gênero, 55% das mulheres não observam os filhos, enquanto o mesmo acontece com 65% dos homens.
A empresária Maika do Amaral festejando mais um aniversário hoje. Happy birthday!
Zara
Com o fechamento da Zara no Shopping Bosque dos Ipês , revela que a economia da cidade não está nada bem. O Bosque dos Ipês ainda não decolou.
O deputado federal Fausto Pinato, em entrevista para Jozie Marçal , advogada e apresentadora influencer
Agrobusiness
Um dos mais importantes parlamentares do estado de São Paulo , deputado federal Fausto Pinato , em entrevista para Jozie Marçal , advogada e apresentadora influencer do agrobusiness. Pinato preside a Comissão de Agricultura , Pecuária e Abastecimento da Câmara dos Deputados e Frentes Parlamentares Brasil China e Brics e Frente Parlamentar Mista em Defesa da Indústria da Bebida Brasileira. Alto clero , é expoente na política nacional.
Na presidência
Ele exerceu seus mandatos sempre com vocação popular . Agora, Carlos Borges (Carlão) é o Presidente da Câmara de Vereadores da capital. Experiente e com trânsito fácil em todos os segmentos da sociedade campo-grandense , ele diz que fará uma presidência digna de uma cidade como Campo Grande , evocando todos os anseios populares para melhor qualidade de vida.
Na Câmara
Sindicalista por excelência , ele agora é excelência de fato e direito. Marcos Tabosa assumiu o mandato de Vereador de Campo Grande e já está aplicando ações de interesse da coletividade mesmo no recesso parlamentar .
O deputado estadual Felipe Orro aproveitou uma visita ao Palácio do Planalto e pilotou projetos para sua região com a Ministra Damares Alves.
… Bom dia! “Quem é rico em sonhos não envelhece nunca. Pode até ser que morra de repente. Mas morrerá em pleno voo…” (Rubem Alves)
… Trocam de idade hoje: Maika do Amaral, Diva Luciano de Freitas,. Sara Lucena Ferreira , Oswaldo Sampaio, Eliseu José Portugal, Vagner Pedra, Emerson Araújo, Kisangela Vendramin, Carlos Esteves, Anderson Garrido, Ney Gonçalves, Artur de Carli, Israel Alves, Ronaldo Cardoso, Alex Lourenço da Silva, Marcus Vinícius Vargas de Andrade, Maurício Figueiredo e Sandra Leal. Happy birthday!
… Balanço divulgado pelo Ministério das Comunicações prevê que ainda no primeiro semestre deste ano será concluído no país o leilão do 5G . Segundo o presidente da Anatel, Leonardo Euler de Morais, esse deverá ser o maior leilão de direito de uso de radiofrequência da história do Brasil. “Estamos trabalhando com uma abordagem que privilegia compromissos de investimento em detrimento de uma abordagem meramente arrecadatória. O Brasil ainda tem lacunas de infraestrutura de telecomunicações, seja na parte de acesso, seja na parte de transporte, que precisam ser preenchidas”.
… A expectativa é de que a quinta geração da internet móvel revolucione o segmento de redes e comunicações, fornecendo taxas de transmissão ultrarrápidas – que podem ser 20 vezes mais rápidas que o 4G atual. Além da velocidade incomparável, também haverá ganhos relevantes em termos de conectividade e qualidade da comunicação em rede – além de poder conectar massivamente um número significativo de aparelhos ao mesmo tempo.
Adriano Filadoro, diretor-presidente da Online Data Cloud,
… De acordo com o Mobility Report, da Ericsson, haverá mais de um bilhão de assinaturas 5G para banda larga móvel até 2023. Isso significa que o tráfego de dados móveis deve aumentar oito vezes nesse período. Na opinião de Adriano Filadoro, diretor-presidente da Online Data Cloud, a tecnologia 5G deve começar a ser implantada primeiro em áreas urbanas de maior densidade e que apresentam uma banda larga móvel mais aprimorada.
… Filadoro também acredita que a tecnologia 5G é mais do que bem-vinda para setores dependentes da nuvem – além das próprias indústrias desse mercado. “Se a pandemia acelerou bastante o investimento nos negócios em nuvem através de sua ampla utilização para diversas inovações, com o 5G isso será bastante potencializado. Vamos ter um aumento impactante de serviços em nuvem”.
O que acha de um “Tuna Sandwich”’ de grão de bico? Essa receita fácil e leve é ideal para o lanche da tarde ou como última refeição do dia. O Mixed Nuts utilizado no preparo é o leite vegetal mais nutritivo que apresenta em em sua composição a proteína de ervilha isolada, além de ser fortificado com cálcio e um poderoso mix de de castanha de caju, amêndoa e castanha do Pará. Essa mistura garante 7 gramas de proteína em um copo de 200ml, sendo superior ao leite animal. A bebida também não tem colesterol e tem baixíssimo teor de gordura saturada. A dica fica por conta da A Tal da Castanha.
Ingredientes:
1 xicara de grão de bico bem cozido;
½ xícara de cenoura ralada;
¼ xícara de cebola roxa em julienne;
¼ xicara de salsão picado;
2 colher de sopa de dill;
1 xícara de Mixed Nuts
1 xícara de castanhas de caju hidratadas por 8 horas;
1 limão;
2 colher de sopa de azeite extra virgem;
1 colher de sopa de missô;
1 pé de alface americana;
Sal e pimenta do reino a gosto.
Modo de preparo:
Leve o grão de bico bem cozido para uma tigela e amasse com ajuda de um garfo até que vire uma pasta rústica. Tirar a casa do grão de bico para essa receita. Então adicione a cebola roxa, o salsão, o dill, sal, azeite e pimenta do reino. Reserve.
Em paralelo, bata a bebida de castanhas, com as castanhas hidratadas, o limão e o missô até obter um creme com textura de maionese. Incorpore esse creme à pasta de grão de bico.
Monte o sanduba no pão tostado de sua preferência intercalando camadas de pão, recheio, alface.
Bata todos os ingredientes no liquidificador. Em seguida, decore a lateral interna do copo com cobertura de morango. Adicione o milkshake e sirva gelado.
Especialista alerta para os riscos de exercícios exagerados, que podem fragilizar as defesas do corpo e abrir janelas para vírus
Segundo o artigo Role of increasing the aerobic capacity on improving the function of immune and respiratory systems in patients with coronavirus (COVID-19) (o papel de aumentar a capacidade aeróbia na melhoria da função dos sistemas imunológico e respiratório em pacientes com coronavírus COVID-19), publicado pela Diabetes & Metabolic Syndrome: Clinical Research & Reviews (2020), treinos aeróbicos contribuem para fortalecer a imunidade geral do corpo e do sistema respiratório, particularmente para infecções por Covid-19, podendo minimizar a morbidade e a mortalidade provenientes do vírus.
Treinos aeróbicos contribuem para fortalecer a imunidade geral do corpo e do sistema respiratório
Não há dúvidas de que os exercícios físicos têm relação direta com a performance do sistema imune. No entanto, o que pouca gente sabe é que eles podem nos proteger ou deixar mais suscetíveis a diferentes enfermidades.
Quem alerta é Fabio Ceschini, especialista em fisiologia do exercício, fundador da plataforma Viajando pela Fisiologia , que capacita profissionais de educação física e de saúde para a prescrição de treinos de acordo com a fisiologia do corpo humano. Ele afirma que praticar exercício de forma exagerada pode prejudicar as barreiras de proteção do organismo e provocar efeito contrário.
Isso porque o sistema imune não está ligado somente ao mecanismo de defesa do corpo humano. Com o avançar da idade, a imunidade fica menos ativa para defesa e mais ativa para o desenvolvimento de substâncias inflamatórias, que podem desencadear doenças como diabetes tipo 2, depressão e doença cardiovascular.
“São as chamadas citocinas, hormônios proteicos, que podem agir a favor de um mecanismo inflamatório (portanto chamado de pró-inflamatório) ou de uma resposta anti-inflamatória (combatendo a inflamação). O exercício produz respostas anti-inflamatórias. Ele estimula o ‘lado bom’ do sistema imune. Treinar significa manter ‘sistema imune do bem’ elevado. E o ‘sistema imune do mal’, diminuído. Assim, ficamos mais protegidos de vírus”, explica .
Esse equilíbrio, ele alerta, é deixado de lado em muitas prescrições. “O que vejo é muito treinamento, mas pouca fisiologia da imunidade aplicada ao treinamento. Há muitas aulas na internet, por exemplo, nas quais o treinador passa exercícios vigorosos para quem está em casa, muitas vezes sedentário, sem preparo, comendo mal, ansioso pelo confinamento, e começa a fazer exercícios que não estão no seu ritmo. Isso pode ocasionar a disfunção no sistema imune, com aumento do quadro inflamatório. Um risco de contaminação elevado, sobretudo neste período de vírus circulando”, enfatiza.
Treino para preservar a imunidade
Para melhorar a função imune, Ceschini recomenda exercícios de intensidade leve e moderada. Segundo ele, práticas de ritmo intenso podem aumentar a resposta inflamatória do organismo, principalmente em iniciantes.
– Para quem é sedentário e vai começar a treinar, a única intensidade indicada é a leve, com movimentos de pouca intensidade que possibilitem um tempo hábil do sistema imune para responder a esses estímulos e não ‘cair’. Caminhar, pedalar, correr são exemplos de exercícios que podem ser feitos no dia a dia, e a intensidade adequada é aquela que a pessoa consegue conversar durante o exercício.
– Já para quem treina e quer intensificar os exercícios: é importante manter o que está fazendo. Se quiser intensificar para um treino vigoroso, pode fazê-lo, mas não todos os dias. Isso porque, segundo o professor, o treino vigoroso pode diminuir o número dos chamados ‘neutrófilos’, a primeira barreira que um vírus encontra quando chega ao organismo.
Ceschini pontua que, para atividades físicas como, caminhar e pedalar, não precisa necessariamente da presença do profissional de educação física para praticar. Caso haja um treino estruturado, a supervisão de um profissional é fundamental.
Sobre o uso da máscara, ele destaca que, se houver hiperventilação (respiração acentuada acima do que o corpo geralmente necessita) durante o exercício, o ideal é reduzir intensidade e frequência. “A hiperventilação impacta no gasto energético da função pulmonar, que não pode ser prejudicada nesse momento. O uso de máscara é obrigatório, então você deve adaptar a sua prática a esse item de segurança”, diz.
Evite modelos de exercícios com maior mobilização de massa muscular, como correr em alta velocidade, para evitar a hiperventilação durante a prática
As 7 dicas para um treino seguro
Principalmente para quem deseja iniciar ou retomar a rotina de exercícios.
• Não tente recuperar o tempo perdido: dependendo do tipo de descondicionamento, uma retomada sem o acompanhamento de um profissional pode desencadear, além da disfunção do sistema imune, sérias lesões.
• No caso de caminhadas, corridas ou pedaladas: o indicado é praticar 30 minutos diários. Melhor pouco diariamente do que 60 minutos três vezes por semana.
• Se possível, fracione a sessão (independentemente do tipo de exercício: musculação, caminhada…) em períodos mais curtos duas vezes ao dia, como por exemplo, 15 minutos pela manhã e 15 minutos à noite;
• Em treinos (como musculação) o ideal é intercalar um dia de treino com outro de descanso. E não ultrapassar 60 minutos no dia do treino.
• Evite modelos de exercícios com maior mobilização de massa muscular, como correr em alta velocidade, para evitar a hiperventilação durante a prática.
• Havendo desconforto com a máscara, como tontura e aceleração da respiração, reduza a intensidade e aumente o tempo de intervalo dos exercícios.
• Com cuidados no manuseio da máscara: se hidrate antes, durante e após a atividade física.
Os benefícios de se consumir as frutas da época são sentidos tanto no paladar, quanto no bolso. Os alimentos da estação têm como principal trunfo o fato de serem mais frescos e nutritivos em comparação com os outros. Isso acontece porque quando cultivados em seu período natural, esses produtos captam melhor os nutrientes do solo em que são plantados.
Frutas do verão
Segundo a nutricionista Katlly Evillim Sousa, da Coordenadoria de Desenvolvimento dos Agronegócios (Codeagro), da Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, “as frutas da época são ideais para consumo, pois o seu desenvolvimento é melhor. Por estarem em condições climáticas ideais, oferecem maior qualidade nutricional, no qual os nutrientes e vitaminas estão em quantidades mais adequadas, bem como têm sabor e aroma mais fortes”.
Saiba quais são as frutas que estão na época em janeiro:
Jaca
Nativa da Índia, a jaca é uma das frutas mais doces e possui muitos benefícios para a saúde. É fonte de vitamina C e contém vitamina A, dessa forma auxilia na imunidade e na saúde dos olhos. Além disso, é fonte de antioxidantes, fitonutrientes e flavonóides, substâncias importantes para a prevenção do envelhecimento precoce. Também contribui na regulação da pressão arterial, na melhora da digestão e no fortalecimento dos ossos.
Figo
Originário da região do Mediterrâneo, o figo é consumido desde a Antiguidade. A fruta auxilia na saúde do trato intestinal, no controle da diabetes, no fortalecimento do sistema imunológico, no combate à osteoporose, na redução dos sintomas da bronquite e no equilíbrio da pressão arterial. Além disso, contém minerais como cálcio, ferro, fósforo, magnésio, sódio e potássio.
Laranja pera
A laranja pera tem propriedades antioxidantes, é rica em vitamina C, e contém minerais como o cálcio, potássio, sódio e fósforo e vitaminas do complexo B. Seus flavonoides, limonóides e pectina fortalecem o sistema imunológico, sendo muito importantes no combate ao câncer. Além deles, os açúcares, ácido fólico, ácidos orgânicos e carotenóides contribuem para o bom funcionamento do organismo, aliviando sintomas gastrointestinais e prevenindo a trombose, arteriosclerose e o envelhecimento precoce.
Abacaxi
O abacaxi é rico em vitaminas e antioxidantes, que previnem várias doenças e o envelhecimento precoce. Possui uma enzima chamada de bromalina, que colabora para a boa digestão e também traz benefícios para a pele por ter ação anti-inflamatória, melhorando a acne e problemas no couro cabeludo.
Carambola
Carambola pode proporcionar diversos benefícios à saúde devido à presença de nutrientes e substâncias antioxidantes. É uma ótima fonte de fibras e vitamina C. Além desses nutrientes, a fruta é fonte de substâncias funcionais como quercetina, ácido gálico e epicatequina, compostos com importante ação antioxidante.
Abóbora japonesa
A abóbora japonesa, ou abóbora cabotiã, tem sabor delicado, é rica em vitaminas e minerais, possui betacaroteno, importante para saúde dos olhos e da pele. Da família das abóboras, a japonesa é que contem mais fibras, além de ser um alimento de baixa caloria. É fonte de vitamina C, que fortalece o sistema imunológico e vitaminas E e K que auxiliam no bom funcionamento do sistema nervoso. As abóboras também são boas fontes de minerais e antioxidantes que combatem células cancerígenas.
Receitas
Figo grelhado com ricota e mel
Ingredientes
4 figos (240g)
1/4 xícara (chá) de mel (86g)
90g de ricota fresca
1 e 1/2 colher (sopa) de açúcar mascavo (15g)
1 colher (chá) de raspas de limão (4g)
1 laranja média (200g)
1/2 colher (chá) de suco de limão (3mL)
Foto divulgação: Panelinha
Modo de preparo
Lave os figos, seque-os e corte-os ao meio no sentido do comprimento. Pincele a parte interna de cada figo com um pouco de mel e reserve. Bata em um processador a ricota, o açúcar mascavo e as raspas de limão até formar uma consistência firme e leve à geladeira. Lave a laranja, corte-a ao meio e extraia o seu suco. Em uma panela pequena, coloque o mel e o suco da laranja, leve ao fogo brando e deixe cozinhar até reduzir pela metade. Espere esfriar e misture o suco de limão.
Em uma frigideira antiaderente, doure a parte interna dos figos, no fogo baixo, por cerca de 3 minutos.
Divida a ricota em 4 pratos de sobremesa, coloque por cima os figos grelhados e regue com a calda de mel e laranja.
Tempo de preparo: 1h Rendimento: 4 porções Peso da porção: 90 g Valor calórico da porção: 170 Kcal
Filé de peixe ao molho de carambola
Ingredientes
1 cebola pequena (100g)
1 dente de alho grande (6g)
5 carambolas (350g)
1/2 limão pequeno (40g)
3 colheres (sopa) de água (45ml)
4 filés de Saint Peter (440g)
1/2 colher (chá) de sal (2g)
1 colher (sopa) de manteiga (20g)
Modo de preparo
Descasque, lave e pique a cebola e o alho. Lave e fatie a carambola. Esprema o limão para extrair seu suco. Tempere os filés de peixe com o sal, o suco do limão e o alho. No liquidificador, coloque as carambolas e bata com água. Peneire o suco e reserve. Em uma frigideira, derreta a manteiga e doure a cebola. Coloque os filés de peixe por cima e regue com o suco de carambola. Deixe cozinhar em fogo baixo, até que o molho engrosse.
Tempo de preparo: 1h30min Rendimento: 4 porções Peso da porção: 110 g Valor calórico da porção: 150 Kcal
Nem vegetarianos nem onívoros convictos, os flexitarianos estão em busca do próprio equilíbrio
Você já ouviu falar em flexitarianos? Esse grupo tem aumentado bastante em todo o mundo e, apesar do nome estranho, a dieta flexitariana tem um princípio bastante simples. Enquanto vegetarianos estritos eliminam completamente a ingestão de produtos de origem animal, como leite, carne e ovos, os flexitarianos adotam uma dieta composta majoritariamente por alimentos de origem vegetal, mas ainda consomem carne eventualmente. Essa frequência não é rígida: há quem inclua carne em uma das refeições diárias, ou quem consuma somente uma vez por semana, já que cada gosto é um.
A redução do consumo de carne pode ter várias motivações. Algumas pessoas simplesmente não gostam do sabor, outras querem se tornar vegetarianas e fazem isso como forma de transição. Muitos flexitarianos, no entanto, buscam benefícios para a saúde ou querem reduzir os impactos ambientais de seus hábitos alimentares.
“O flexitarianismo promove maior consciência e autonomia, sem rigidez do que pode ou não. A redução do consumo de produtos de origem animal ajudam a preservar os recursos naturais e garantem os benefícios da dieta vegetariana na saúde de quem não pretende ter tantas restrições”, explica Lara Taranto, que é nutricionista e coordenadora de marketing nutricional da Flormel.
Como surgiu?
O termo flexitariano surgiu na década de 90, nos Estados Unidos, pela médica especialista em alimentação e autora do livro “The flexitarian diet”, Dawn Jackson Blatner. O nome é uma combinação das palavras flexível e vegetariana e ficou popular entre as pessoas que se preocupam em manter um estilo de vida mais saudável.
Mas, cuidado: antes de retirar é preciso incluir. Se para os onívoros a dieta flexitariana parece restritiva, um olhar atento revela que é preciso incluir do que retirar itens do prato. Ao inserir uma gama maior de vegetais e frutas em todas as refeições, a pessoa redescobre uma variedade alimentar que andava oculta pelo alto consumo de carne como “estrela” do cardápio semanal.
Do ponto de vista nutricional, hoje se sabe que é perfeitamente possível manter uma dieta saudável e balanceada sem o consumo de carne. Com o auxílio de nutricionista é possível fazer adaptações de forma adequada para cada necessidade, mas a inclusão de leguminosas (como grão de bico, ervilha, feijões), vegetais de folhagem escura e oleaginosas (como castanha-de-caju e nozes) estão entre as principais recomendações dos especialistas.
Muitos desses alimentos além de serem consumidos in natura também são base para a criação de produtos que incluem hambúrgueres, snacks e outras delícias. Ou seja, nada de monotonia nesse cardápio!