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Saiba quando fazer o papanicolau e o que esse exame detecta

Exame Papanicolau - Banco de imagens

*Por Rodrigo Ferrarese

O papanicolau é um exame preventivo. O procedimento foi criado pelo médico grego Geórgios Papanicolaou, que acabou ganhando o nome do seu “criador”. Mas, na comunidade médica, é conhecido pelo termo técnico “colpocitológico”.

Durante a consulta, o médico coleta algumas células do colo do útero. Primeiro, é usado uma espátula e depois uma escovinha. As células coletadas são depositadas em uma lâmina ou em um potinho com líquido, para serem analisadas lá no laboratório. Por isso que na consulta não é possível identificar se está tudo certo ou não. Só é possível obter essa resposta quando o resultado chega.

O papanicolau deve ser realizado entre o décimo e o vigésimo dia depois do primeiro dia de menstruação e a mulher não deve ter relações sexuais (mesmo com camisinha) nos dois dias anteriores ao exame – isso porque o contato com os fluidos do parceiro (ou mesmo o uso de lubrificantes e outros produtos) é capaz de alterar o resultado. É importante evitar também o uso de duchas e medicamentos vaginais 48 horas antes da realização do exame.

O procedimento avalia principalmente algumas alterações que acontecem nas células do colo do útero, que podem ser causadas pelo vírus HPV, que é muito comum. Muitas mulheres já tiveram contato com esse vírus. Mas, como sabemos que é o HPV que vai causar, lá na frente, o câncer do colo do útero, fazemos o exame preventivo exatamente para detectar possíveis lesões em estágios iniciais, chamadas de precursoras.

Quando fazer o papanicolau?

Costuma-se pedir o exame anualmente ou a cada dois anos. A frequência com que você vai fazer o papanicolau depende do seu médico. Por isso, caso seu ginecologista não tenha pedido para você fazer o exame já há algum tempo, vale conversar com ele para entender o motivo. Acredite: quando o papanicolau detecta alguma lesão pré-cancerígena, ele pode salvar a sua vida.

Sobre Dr. Rodrigo Ferrarese

O especialista é formado pela Universidade São Francisco, em Bragança Paulista. Fez residência médica em São Paulo, em ginecologia e obstetrícia no Hospital do Servidor Público Estadual. Atua em cirurgias ginecológicas, cirurgias vaginais, uroginecologia, videocirurgias; (cistos, endometriose), histeroscopias; ( pólipos, miomas), doenças do trato genital inferior (HPV), estética genital (laser, radiofrequência, peeling, ninfoplastia), uroginecologia (bexiga caída, prolapso genital, incontinência urinaria) e hormonal (implantes hormonais, chip de beleza, menstruação, pílulas, Diu…). Mais informações podem ser obtidas pelo canal no YouTube e também pelo Spotify ou pelo site https://drrodrigoferrarese.com.br/

Receita exclusiva de Pudim de Cerveja Stout

Os chefs Rachel Camacho e Adilson Miranda criam receita exclusiva: Pudim de Cerveja Stout

Rachel Camacho é chef de cozinha com várias habilidades, entre elas é confeiteira de mão-cheia e apaixonada pelo fogo e fumaça. Já Adilson Miranda, é engenheiro civil, entusiasta da cozinha e transforma receitas comuns em releituras inesperadas. Pensando sempre em trazer receitas exclusivas, os chefs criaram a receita do pudim de cerveja Stout.

Ingredientes da Massa

1 lata de leite condensado

1 lata de leite integral (pode usar a lata do leite condensado como medida)

2 ovos

1 colher chá de essência de café, ou o próprio pó do café solúvel

1|3 da lata de cerveja stout ou cerveja preta tradicional.

1 colher de chá de amido de milho.

Ingredientes da calda.

150g de açúcar refinado

200ml de cerveja stout ou cerveja preta

Modo de preparo da massa.

Em um liquidificador bata todos os ingredientes até que forme uma massa líquida e homogênea e reserve.

Modo de preparo da calda.

Em uma panela coloque o açúcar em fogo baixo até que ele derreta. Em seguida, coloque a cerveja e vai mexendo até que engrosse o caldo. Observe: a calda não deve ficar muito grossa nem muito líquida.

Dica da chef: Você pode utilizar a lata do leite condensado para assar o pudim ou se preferir pode assar em uma forma normal. Se escolheu a lata, para uma receita dessa, você vai precisar em média de 3 a 4 latas de leite condensado.

Coloque a calda na forma de sua preferência, depois o líquido e reserve-o. O pudim deve ser assado em banho maria e a forma deve ser coberta com papel alumínio. Coloque para assar em fogo baixo em média por 40 a 60 minutos. Esse tempo varia de forma escolhida e de cada fogão. Após assado, o pudim deve ser levado a geladeira por mínimo de 3 horas, antes de desenformar.

 

A importância do nutricionista na introdução alimentar da criança

Foto de Anastasia Shuraeva no Pexels

Camila Alves, do Conselho Regional de Nutricionistas da 3ª Região SP-MS (CRN-3), explica o papel do profissional no processo da introdução alimentar dos bebês

A introdução alimentar (é) indica a fase em que os bebês começam a consumir outros alimentos além do leite materno/fórmula infantil. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS) e com o Ministério da Saúde, ela deve ser iniciada por volta do sexto mês de vida. Com o passar dos anos, muita coisa mudou neste contexto, e para seguir uma melhor orientação, a nutricionista Camila Alves, do Conselho Regional de Nutricionistas da 3ª Região SP-MS (CRN-3) fala sobre o tema.

“O nutricionista com especialização em materno infantil é o profissional qualificado, capacitado e com embasamento científico para auxiliar na introdução alimentar do bebê e orientar quando, como e a forma mais adequada de iniciar a alimentação complementar, levando em conta as individualidades da criança e de sua família”, pontua.

O profissional tem um papel essencial no processo, ele ajuda a trabalhar o paladar do bebê para que ele cresça com hábitos alimentares saudáveis e garanta qualidade e variedade dos nutrientes ingeridos. Além disso, previne doenças e carências nutricionais que atrapalham o desenvolvimento.

Para Camila, não existe receita mágica ou infalível. “Cada criança é única. A introdução alimentar é assunto sério. Não é só orientação, envolve alimentar um bebê que tem um organismo frágil e está em pleno desenvolvimento, por isso a importância de ser feito com um nutricionista com especialização em materno infantil”, enfatiza a nutricionista.

Ela também destaca que, nessa fase, é muito importante que as informações e orientações transmitidas à família devem ser seguras e corretas. “Todos os estudos apontam que a forma como a introdução alimentar é conduzida, pode determinar o vínculo que a criança terá com o alimento para o resto da vida”, finaliza Camila Alves, conselheira do CRN-3.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O dilema da falsa consciência: Como as redes sociais contribuem para isso?

Consciência - Banco de imagens

*Por Márcia Tolotti

É fácil compreender o motivo pelo qual muitas pessoas estão comentando o documentário “O Dilema das redes” da Netflix, porque, de fato, é um impasse que ocorre nas redes sociais com fortes implicações no âmbito social e econômico. Todos reconhecem isso, já que a internet e seus desdobramento trouxeram muitos aspectos positivos, desde conexões entre pessoas afastadas, novas empresas e negócios, entretenimento, educação, fomento aos relacionamentos interpessoais, pesquisas coletivas, ações colaborativas em larga escala e até problemas de saúde sendo resolvidos em curto prazo. Os benefícios são inúmeros e esse lado da moeda é ótimo.

Mas, o que nem todos percebem são os efeitos colaterais nocivos e nada ingênuos desse suposto avanço tecnológico. Construímos incessantemente uma mentalidade que mostra a época em que vivemos. Como seremos retratados no futuro? Talvez como zumbis buscando aprovação constante, fingindo uma pose, uma vida, um corpo para uma foto a ser compartilhada, curtida e invejada? Estamos enfeitiçados, viciados e alienados.

Vivemos a suposição de avanço e liberdade enquanto somos manipulados psíquica e emocionalmente e, por isso, valem os questionamentos a seguir: realmente estamos livres quando formamos filas para comprar algum produto? Genuinamente somos autônomos para reproduzirmos pensamentos e comportamentos quando não fizemos uma profunda reflexão? De fato, temos conhecimento quando não abrimos um livro e lemos ou buscamos as fontes e as antíteses para formar nossa opinião?

A tecnologia sedutora e manipuladora descobriu o poder do inconsciente, bem que Freud nos avisou sobre isso há mais de 100 anos atrás. O inconsciente é uma parte da nossa mente que só dominamos, em certo grau, quando analisamos a motivação para determinados comportamentos. Podemos sim ter acesso ao inconsciente, mas isso exige trabalho, esforço, autoconhecimento e autorresponsabilidade. Assumir nossas falhas, mas também nossa essência, nosso propósito de vida e nosso desejo são tarefas de uma travessia do inconsciente. Ou cada um faz isso, ou isso é feito para cada um. A tecnologia tem assumido esse lugar, o lugar de desvendar – manipular – os desejos, as intenções, os gostos de forma altamente eficaz, pois, quando escolhemos uma viagem, um objeto, uma casa, um celular, realmente estamos escolhendo ou isso nos é “sugerido” o tempo todo ao dar um scroll na tela do smartphone ou computador?

Parece que não, parece que nossa “chupeta digital” dita inclusive o que perceber, como sentir, como reagir e até o que argumentar. E se você discordar daquilo que está escrito aqui, irá rapidamente encontrar centenas de comunidades que também vão criticar, e aí você se fecha outra vez em sua bolha onde será compreendido e apoiado, pois ninguém mais consegue suportar frustrações, solidão e pensamentos críticos.

Os personagens do documentário dizem que sabiam o que estavam fazendo, mas mesmo assim fizeram. Isso pode ser chamado de razão cínica, um conceito de É fácil compreender o motivo pelo qual muitas pessoas estão comentando o documentário “O Dilema das redes” da Netflix, porque, de fato filósofo esloveno, que mostra como a cultura vigente é pautada pelo cinismo: “Sabemos que está errado, mas mesmo assim fazemos”. Temos alianças sociais que reproduzem isso. Quando alguém posta o famoso “#TBT” de um final de semana maravilhoso com fotos totalmente editadas e, talvez, instantes antes estava discutindo, ou triste, mas mesmo assim parou para tirar a foto, não é a reprodução de um cinismo? Por outro lado, mesmo imaginando que a felicidade daquela foto pode não ser real, não deixamos de sentir que deveríamos ter uma mesma vida.

Simulamos um mundo, uma realidade paralela, mas em nosso psiquismo não sentimos essa diferença. Então é por isso que jovens se matam por não serem aceitos ou por se sentirem impotentes. Por isso que passamos o jantar com nossos celulares enquanto outras pessoas preenchem o cenário da casa num vazio de sentimento. Por isso nos escondemos nos banheiros para ter mais tempo para ver um mundo correr virtualmente. Já somos zumbis virtuais em busca de um mundo utópico com a ilusão de que temos uma consciência ampliada. Nunca fomos tão cegos acreditando que percebemos uma realidade aumentada, assim como no conto de Herbert George Wells, escrito em 1899, “Em terra de cego” quem tem um olho é o estranho, o esquisito, o rechaçado. Resta saber quem de nós é cego e quem enxerga.

Se por um lado o documentário mostra que a guerra do “controle remoto” está ameaçando a democracia e desestabilizando o tecido social, por outro lado podemos combater esse “Frankenstein Digital” subvertendo a demanda e alterando o rumo.

Mudanças são possíveis e se analisarmos o inconsciente da rede que é formado por cada um de nós podemos acelerar o bem-estar coletivo. Se nos conectarmos com a parte boa da web – não a deep – para deixarmos de participar do “rebanho ego-gregário” podemos construir uma sociedade que encontre a cura para a covid-19 e para a dismorfia, a distorção e o vício de uma vida ilusória que nos é imposta. Nosso dilema não é usar ou não a tecnologia – não temos essa escolha – mas ao utilizar, que possamos nos questionar qual benefício verdadeiro estamos tendo quando doamos nossa vida e nosso tempo para ela.

*Márcia Tolotti é psicóloga e psicanalista, consultora financeira e especialista em educação financeira a nível pessoal e corporativo. Já publicou sete livros sobre autoconhecimento e mercado financeiro, como ‘O Desafio da Independência – Financeira e Afetiva’, que já teve mais de 50 mil exemplares vendidos, e ‘As Armadilhas do Consumo’. https://marciatolotti.com.br/

Três opções de molhos para promover um churrasco vegano

Tomate, repolho, alho-poró, quiabo e abobrinha são opções que podem ir na grelha

Na próxima vez em que for reunir os amigos ou promover um churrasco em família pense na possibilidade de fazer a versão vegana. Sim, você não leu errado. É possível assar legumes e vegetais na grelha,no espeto ou no fogo de chão. Se os alimentos forem orgânicos melhor ainda, já que quando produzidos de forma equilibrada e harmoniosa com a natureza e as pessoas, apresentam maior número de nutrientes, frescor e sabor.

A Boa Terra, um dos mais antigos sítios de comercialização de orgânicos que se mantêm em atividade no país, promoveu recentemente um pequeno almoço com número restritos de convidados para mostrar como a ideia seria possível. No cardápio, incluindo deliciosos molhos, verduras, legumes, frutas, pães aguçaram o paladar dos presentes. Um bolo de banana com doce de leite finalizou o dia.

“Tomate, repolho, alho-poró, quiabo, abobrinha, acelga, beringela, cogumelos e até abacaxi, são as opções que costumam agradar quando feitos na churrasqueira. Vale ainda acrescentar pães com molhos especiais”, observa Violeta Stoltenborg, responsável pela Comunicação da A Boa Terra.

Agora que você está pensando em promover um churrasco vegano, vamos dar dicas de molhos para incluir no seu evento.

Molho de Mostarda para Acelga

Ingredientes:

1 colher de chá de mel;
3 colheres de sopa de vinagre de maça;
2 colheres de chá de mostarda;
2 colheres de chá de azeite;
1 pitada de sal;
Pimenta-do-reino a gosto.
Modo de fazer:

Misture mel, vinagre, mostarda e o azeite até formar um molho liso. O último passo é acrescentar o sal e a pimenta-do-reino a gosto. Sirva com acelga.

Molho de Tahine para Cogumelos

Ingredientes:

⅓ de xícara de chá de tahine;
⅓ de xícara de chá de água;
1 dente de alho;
1 limão espremido;
1 colher de sopa de azeite;
sal a gosto.

Modo de fazer:

No liquidificador, adicione tahine, água, azeite, sal e bata por aproximadamente 3 minutos. Na sequência, adicione o suco do limão e bata mais um pouco. Sirva em seguida com cogumelos.

Molho Pesto para Tomate

Ingredientes:

1 xícara de manjericão fresco picado;
1 a 2 dentes de alho;
3 colheres de sopa de azeite;
20 gramas de castanha de caju;
Sal e pimenta-do-reino a gosto;
1 xícara de água.

Modo de fazer:

No liquidificador, coloque o manjericão, alho, castanhas de caju, azeite e bata por 2 minutos. Adicione o restante dos ingredientes e misture até incorporar. Sirva com tomates.

 

Aprenda seis dicas para preparar uma quiche perfeita

Imagem ilustrativa. Foto Quiche Cogumelos - clube da Ana

Truques que fazem a diferença na consistência e no sabor do prato. Saiba ainda como fazer Quiche de Abóbora com Carne Seca

Quiche é a receita perfeita quando você precisa preparar um prato saboroso e que agrade a todos. A palavra “quiche” vem do alemão “kuchen”, que significa “torta”, que mais tarde foi batizada de “Lorraine” e, apesar da sofisticação do nome, é uma receita simples, a partir de massa com base de farinha, margarina e ovo.

A quiche pode ter diversos tipos de recheio, ideal para ser servida em festas, reuniões de família e até mesmo como inovação no cardápio da semana. Para te ajudar a preparar uma quiche ainda mais saborosa, a Finna, marca de farinhas e misturas para bolo da M. Dias Branco, dá seis dicas para você fazer a quiche perfeita, com uma massa crocante e saborosa. Confira:

Deixe a massa descansar na geladeira antes de abrir por, no mínimo, 1 hora ou de preferência de um dia para o outro;
Abra a massa sobre a forma e cubra com papel manteiga;
Coloque feijões sobre o papel manteiga, para impedir que a massa cresça e perca sua textura;
Asse a massa por 15 minutos em forno médio (180 ºC). Após este tempo, retire o papel manteiga e os feijões e fure a massa com um garfo;
Coloque o recheio, leve ao forno novamente e asse pelo tempo indicado na receita ou até dourar.
É comum que as receitas feitas com muitos ovos acabem ficando com aquele cheiro forte. Para fazer uma quiche perfeita sem nenhum cheirinho, peneire os ovos antes de utilizá-los. Outra dica é bater o creme com os ovos por pelo menos 5 minutos no liquidificador.
Depois dessas dicas, é só colocá-las em prática ao preparar uma deliciosa receita de Quiche de Abóbora com Carne Seca.

Confira a receita completa abaixo.

Quiche de Abobóra com Carne Seca

Ingredientes:
Para a massa:
1 xícara (chá) de Farinha de Trigo Finna Tipo I (sem fermento)
½ litro de creme de leite
1 xícara (chá) de Margarina Puro Sabor
1 ovo

Para o recheio:
300 g de carne seca dessalgada e desfiada
4 ovos
1 xícara (chá) de abóbora sem casca cozida
3 xícaras (chá) de parmesão
Sal a gosto

Modo de Preparo:
Prepare a massa:
– Amasse a Farinha de Frigo Finna e a margarina até forma uma farofa. Acrescente 1 ovo e misture bem. Faça uma bola com a massa, embrulhe com filme plástico e deixe descansar na geladeira.

Prepare o recheio:
– Misture os quatro ovos restantes, o creme de leite, a carne, a abóbora, o parmesão e tempere com sal. Coloque a massa em uma forma de fundo removível e adicione o recheio. Leve ao forno 180 ºC por 30 minutos.

 

Nenhum alimento é vilão ou mocinho, o importante é o consumo equilibrado

* Por Bianca Naves

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o conceito de saúde não é definido apenas como a ausência de doença, mas sim pela condição completa de bem-estar físico, mental e social. Em outras palavras, saúde é a soma de vários hábitos e escolhas do dia a dia que permeiam um estilo de vida que contempla uma dieta nutritiva e equilibrada, a prática regular de atividade física, boas noites de sono, gerenciamento do estresse, e, sobretudo, momentos de alegria e de prazer.

Para a prática de uma alimentação saudável, existem guias alimentares que funcionam como diretrizes para a população em geral e têm o objetivo de orientar escolhas saudáveis e sustentáveis, contribuindo assim para melhores hábitos de vida. O Guia Alimentar da População Brasileira (2014) classifica os alimentos de acordo com o nível de processamento e enfatiza a necessidade de priorizamos o consumo de alimentos frescos/in natura e/ou minimamente processados.

Segundo o Guia, como os ultraprocessados são definidos como alimentos que passam por maior processamento e são adicionados outros ingredientes, é recomendado evitar o seu consumo. Contudo, há uma enorme variedade de alimentos dessa categoria que, além de não fazerem mal à saúde, também contribuem para o prazer e o bem-estar. Existem diferenças significativas em suas listas de ingredientes, o que vale é a leitura e interpretação correta do rótulo.

Nesse sentido, o chocolate, por exemplo, é um dos alimentos considerados ultraprocessados que faz parte da nossa cultura alimentar, e quando consumido dentro de uma dieta e estilo de vida saudável, é extremamente bem-vindo no nosso dia. Afinal, nenhum alimento deve ser visto como vilão ou mocinho, o que é necessário levar em consideração é a somatória de todos os hábitos de vida. Uma dieta inclusiva e não restritiva deve ser o principal objetivo quando nos referimos a uma prática alimentar viável e factível com a nossa realidade.

Além disso, é fundamental priorizar uma boa relação com a comida e investir na prática do mindfull eating durante as refeições, que nada mais é do que estar presente e consciente inteiramente naquele momento: saboreando, nutrindo e respeitando principalmente os gostos e preferências individuais. Importante também comer de forma consciente em relação a quantidades, respeitando a indicação de porções. Portanto, o equilíbrio sem extremismo e radicalismo é a chave para uma vida saudável, com consciência e responsabilidade perante as nossas escolhas e, sobretudo, uma vida com prazer e alegria.

* Bianca Naves é nutricionista especialista em Medicina do Estilo de Vida pela American College Of Lifestyle Medicine – Harvard University, Nutrição em Cardiologia e Nutrição Esportiva pela USP. Sócia proprietária da Clínica NutriOffice em SP. Colaboradora do programa jornalístico “Hoje em Dia” transmitido pela Record.

Conheça 4 truques para preparar o cheesecake perfeito e aprenda a fazer com Frutas Amarelas

Saiba como deixar esta receita clássica ainda mais deliciosa e aprenda a preparar um saboroso cheesecake com frutas amarelas

O famoso e queridinho cheesecake é uma das sobremesas que vai bem com diferentes opções de coberturas. Com massa feita à base de biscoitos e recheio de queijo cremoso, assim como qualquer prato, existem alguns truques importantes que precisam ser levados em conta.

Para ajudar nesta jornada em busca do cheesecake perfeito, a Marilan, marca especialista em biscoitos e a segunda maior fabricante da categoria no país, separou alguns segredos essenciais para acertar no ponto e arrasar na apresentação:

Escolha bons ingredientes

Um dos primeiros passos para que a sobremesa saia de acordo com a receita, é procurar ingredientes de boa qualidade. O ideal é sempre seguir com o queijo apropriado, caso contrário, a receita pode desandar. No entanto, existem opções que substituem perfeitamente o queijo, como o cream cheese. É importante escolher marcas confiáveis, além de deixar todos os itens em temperatura ambiente para que se adaptem melhor à mistura.

Bata bem a massa e asse a crosta

O segredo para deixar o cheesecake fofinho e brilhante é bater bastante os ingredientes para que eles fiquem com uma consistência uniforme. Opte por usar a batedeira, ela garante maior firmeza e faz com que eles se misturem com mais facilidade. Outro ponto é na hora de colocar o cheesecake no forno. A crosta precisa ficar bem dourada e a melhor opção é pré aquecê-la antes de colocar a massa.

Não abra o forno antes da hora

Quando a receita está no forno, ela está sendo preparada e absorvendo toda a temperatura necessária para que a sobremesa fique no ponto ideal. Caso seja aberto antes do tempo, a temperatura externa pode prejudicar o processo e fazer com que a massa afunde no meio, rache ou até mesmo murche a crosta. Para saber se já está pronto, basta balançar e verificar se está firme nas bordas e um pouco molenga no meio.

A fôrma ideal

Uma das melhores partes do cheesecake é quando ele fica pronto, e para isso, é necessário que a fôrma tenha um fundo falso, assim evita que a massa quebre ou desmanche. Com a forma certa, será mais fácil remover a receita sem que grude.

E para colocar em prática todo conhecimento, veja como fazer um irresistível cheesecake com frutas amarelas:

Cheesecake com Frutas Amarelas

Ingredientes:

Massa

1 embalagem de Biscoitos Maizena Marilan (200 g)

Meia xícara (chá) de margarina

Recheio

3 colheres (sopa) de água

2 colheres (chá) de gelatina incolor sem sabor

1 embalagem de cream cheese em temperatura ambiente (300 g)

4 colheres (sopa) de açúcar

1 xícara (chá) de creme de leite fresco

Cobertura

3 colheres (sopa) de açúcar

Meia xícara (chá) de suco de maracujá concentrado

1 pau de canela

2 cravos da índia

2 fatias de abacaxi cortadas em cubos pequenos

1 pera cortada em cubos pequenos

1 manga pequena cortada em cubos pequenos

Modo de preparo:

Massa

1- Preaqueça o forno em temperatura média (180 ºC).

2- Triture os Biscoitos Maizena Marilan no liquidificador até formar uma farinha.

3- Coloque em uma tigela, acrescente a margarina e amasse até obter uma farofa úmida.

4- Coloque a farofa em uma forma de fundo removível pequena (20 cm de diâmetro) e pressione com as costas de uma colher até cobrir o fundo e a lateral da forma. Reserve.

Recheio

1- Hidrate a gelatina na água. Leve ao fogo apenas para dissolver, sem ferver. Reserve.

2- Em uma tigela, bata o cream cheese com o açúcar até obter uma mistura cremosa.

3 – Acrescente o creme de leite e misture. Adicione a gelatina reservada, mexendo bem até obter uma mistura homogênea.

4- Coloque o recheio na massa reservada e leve à geladeira por 2 horas ou até ficar firme.

Cobertura

1- Em uma panela, junte o açúcar, o suco, a canela, os cravos e leve ao fogo médio por 5 minutos.

2- Retire a canela e o cravo, acrescente as frutas e cozinhe por mais 5 minutos ou até ficarem macias. Deixe esfriar.

3- Desenforme o cheesecake e cubra com as frutas em calda.

Coxa e sobrecoxa: aprenda a preparar aquele prato que parece abraço de mãe

Foto divulgação

Existem aqueles dias que tudo que precisamos é uma comidinha caseira, daquelas bem temperadinhas como nossas mães fazem. Pensando nisso o chef Melchior Neto preparou esse prato que vai deixar o coração tão quentinho como se você tivesse recebido um abraço. Então bora pra cozinha preparar essa delicia?

Ingredientes

1kg de coxa e sobrecoxa sem osso e sem pele
2 colheres (sopa) de cebola picada
1 colher (sopa) de alho
Sal, pimenta do reino e cominho a gosto
1 limão
2 colheres (sopa) de azeite
1 folha de louro
1 lata de tomate pelado
300g de ervilha

Modo de preparo

Tempere o frango com alho, cebola, o limão espremido, sal, pimenta do reino a gosto. Em uma panela bem quente, doure os pedaços de frango no azeite com todo o tempero virando os dois lados. Acrescente a ervilha, o tomate pelado e a mesma quantidade do tomate pelado de água. Coloque uma pitada de cominho (opcional) e deixe cozinhar em fogo médio por 30 minutos. Corrija o sal se necessário e sirva.
Ideal acompanhar arroz e farofa.