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Peugeot e-Expert recebe prêmio

O novo Peugeot e-Expert foi eleito “International Van Of The Year 2021“ na quinta-feira, 17 de dezembro.O prêmio recompensa o engajamento das equipes da marca em torno de um projeto que está no cerne da estratégia de eletrificação da marca.

O novo  e-Expert é o sexto veículo da marca agraciado com o prestigioso troféu “International Van of The Year” desde que o prêmio foi criado, em 1992.

Além de estar à vontade em qualquer situação, o carro se adapta a qualquer atividade profissional, com um espaço de trabalho que facilita o dia a dia, tecnologias embarcadas de última geração e um estilo forte. Sem nenhuma restrição de acesso ao centro das cidades, ele  constitui uma nova oferta no segmento dos furgões compactos, com uma motorização 100% elétrica. Exemplo perfeito do “power of choice”,  que ele oferece:

  • 2 níveis de autonomia, disponibilizando até 330 km no ciclo de homologação WLTP,
  • 3 comprimentos (Compacto, Padrão e Longo), uma capacidade de reboque de 1000 kg e uma carga útil de 1275 kg, um volume de carga idêntico ao da versão térmica, de até 6,6 m³. Todas as qualidades originais da marca , sem concessões e agora com zero emissão.

IVOTY:

Esta é a sigla do prêmio « International Van of the Year », a recompensa mais prestigiosa para um veículo utilitário. O vencedor é escolhido todos os anos por um júri composto por 25 jornalistas internacionais (Europa, Rússia e Turquia), representando 25 revistas especializadas no segmento. O veículo vencedor poderá, durante um ano, exibir em sua carroceria o logo com a inscrição « International Van of the Year ». Este prêmio reflete o engajamento de todas as equipes do projeto  A marca Peugeot venceu por seis vezes este famoso prêmio, desde que ele foi criado em 1992: Um estilo forte e diferenciado, Next Gen e-Van.  Fiel ao conceito de “power of choice “ da marca, o novo  e-Expert conserva o estilo musculoso, robusto e valorizador das versões térmicas, completado por diversas características distintivas.

No exterior:

Leões dicroicos (processo que altera a cor dependendo do ângulo de visão), à frente e atrás, acompanhando a opção “Pack Look; uma portinhola de recarga no para-lama dianteiro à esquerda, uma grade intermediária específica um monograma « e-Expert » na traseira.

No interior:

um painel analógico com matriz de cores adaptado ao modelo elétrico, elementos gráficos específicos para a tela touchscreen central com Navegação 3D conectada da TomTom Traffic, que já inclui as estações de recarga disponíveis, bem como o raio de ação em função da autonomia restante, um novo comando de câmbio automático “e-Toggle”,
um seletor de modo de condução que alterna entre os modos: Eco (60 kW, 190 Nm) : favorece a autonomia, Normal (80 kW, 210 Nm) : ideal para uma utilização quotidiana, Power (100 kW, 260 Nm) : otimiza os desempenhos durante o transporte de cargas maiores. freio de estacionamento elétrico. O Prazer de conduzir e a praticidade no dia a dia: Next Gen e-Van abilities

O novo e-Expert alia dimensões externas compactas com capacidades de carga máximas. As baterias estão localizadas debaixo do piso, sem nenhuma interferência com o volume de carga. É uma localização que também favorece a rigidez, garantindo uma condução tão prazerosa e confortável quanto nas versões térmicas, graças à repartição mais eficiente das massas.

O condutor sente-se à vontade em qualquer situação, com a direção assistida especialmente adaptada que facilita a dirigibilidade e um diâmetro de giro de 11,3 m (versão Compacto entre calçadas) e uma altura máxima de 1,90 m (dependendo da versão) que garante o acesso à maioria dos estacionamentos. O novo e-Expert está disponível nas mesmas versões já existentes com motorização térmica, para satisfazer a todos os tipos de utilização: Furgões (3 comprimentos: Compacto 4,6 m, Padrão 4,95 m e Longo 5,30 m), Cabines mais profundas (5 ou 6 lugares, fixas ou rebatíveis nos comprimentos Padrão e Longo).  Piso cabine (para as transformações de carroceria, no comprimento Padrão).  A modularidade é uma referência no segmento, com o banco de 3 lugares Moduwork, graças à abertura na divisória e ao assento rebatível do banco lateral. A capacidade de reboque é preservada, com a possibilidade de rebocar uma carga de até 1000 kg. O volume útil de até 6,6 m³ é rigorosamente idêntico ao existente nos veículos com motorização térmica e a carga útil de até 1275 kg é específica para a motorização elétrica.

A tecnologia 100% Elétrica, Next Gen e-Van efficiency :

Baseado na plataforma multi-energia modular EMP2 (Efficient Modular Platform),  possui uma motorização 100% elétrica com uma potência máxima de 100 KW e um torque máximo de 260 Nm disponível desde o arranque, oferecendo uma reatividade imediata, sem vibração, sem ruído, sem troca de marcha, sem cheiro e, evidentemente, sem emissões de CO2.

O e-Expert é o primeiro veículo elétrico da marca com duas opções de autonomia. Dependendo das necessidades, as baterias de íons de lítio têm capacidades disponíveis de 50 kWh ou 75 kWh. As versões (Compacto, Padrão e Longo) disponíveis com a bateria de 50 kWh proporcionam uma autonomia de até 230 km, de acordo com o protocolo de homologação WLTP (Worldwide harmonized Light vehicles Test Procedures, ou Procedimento Mundial Harmonizado para Ensaios em Veículos Ligeiros).

As versões Padrão e Longo também podem ser equipadas com uma bateria de 75 kWh, oferecendo uma autonomia de até 330 km, de acordo com o mesmo protocolo de homologação. Dois tipos de carregadores de bordo estão disponíveis, para atender a todos os tipos de utilização e a todas as soluções de recarga dos clientes: um carregador monofásico de 7,4 kW oferecido de série e um carregador trifásico de 11 kW como equipamento opcional. Em uma tomada padrão (8A) : para uma carga completa em 31h (bateria 50 kWh) ou em 47h (bateria 75 kWh), em uma tomada reforçada (16A) : para uma carga completa em 15h (bateria 50 kWh) ou em 23h (bateria 75 kWh),  em uma Wall Box 7,4 kW : para uma carga completa em 7h30 (bateria 50 kWh) ou 11h20 (bateria 75kWh) com o carregador de bordo monofásico (7,4 kW), em uma Wall Box 11 kW : para uma carga completa em 5h (bateria 50 kWh) ou 7h30 (bateria 75kWh) com o carregador de bordo trifásico (11 kW),  numa estação de recarga pública: a regulagem térmica da bateria possibilita a utilização de carregadores de 100 kW e uma carca de 80% em 30 mn (bateria 50 kWh) ou em 45 mn (bateria 75 kWh).

 

Equipamentos para captura e processamento de imagens trazem precisão para a fiscalização

* Juliana Panisson

Entre os meses de dezembro e janeiro, o fluxo de veículos que trafegam pelas estradas federais e estaduais tende a aumentar. Diante disso, e a fim de contribuir com a segurança, melhorar o tráfego e reduzir o número de acidentes, as operações de fiscalização são ampliadas nas rodovias. Para esse monitoramento, as equipes policiais contam com a tecnologia, que traz mais eficiência e precisão nas informações. Além disso, sabemos que é quase impossível o efetivo policial estar presente em todos os pontos ao mesmo tempo. Em 2020, por exemplo, a Polícia Rodoviária Federal fiscalizou 80 mil quilômetros de rodovias.

O fato é que a tecnologia é decisiva para ampliar as possibilidades de fiscalização nas estradas brasileiras. E para abordagens mais efetivas as equipes policiais têm utilizado sistemas e equipamentos de captura e processamento de imagens que, hoje, são os principais aliados durante as operações.

Com a extração de dados em tempo real e por meio de algoritmos inteligentes é possível otimizar o trabalho da polícia e trazer mais segurança nas vias. Um estudo do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) observou uma queda de 30% no número de mortes nas rodovias federais, a partir da adoção de equipamentos tecnológicos.

O Código de Trânsito Brasileiro prevê três formas de operações – a presença dos agentes de trânsito, a sinalização vertical e horizontal e os equipamentos e dispositivos de tráfego. Sendo assim, essas soluções tecnológicas também refletem a presença do Estado nas rodovias.

Falando em fiscalização e tecnologia nas estradas, há também as soluções que auxiliam as concessionárias que administram as rodovias federais e estaduais no monitoramento de veículos. Sabemos que nesta época do ano, aumenta consideravelmente o movimento nos pedágios, com isso a taxa de evasão de veículos também é ampliada, o que é considerada uma infração grave, com multa no valor de R$ 195,23 e perda de 5 pontos na carteira, conforme previsto no artigo 209 do Código de Trânsito.

A infração é registrada por equipamentos que fazem a identificação da placa veicular, e o sistema de fiscalização Nevada, desenvolvido pela Pumatronix, faz o monitoramento dos veículos por meio de câmeras frontais e panorâmicas. Vale destacar que, em casos assim, não é preciso que um agente fiscalizador aborde o infrator para registrar a autuação.

A solução faz a análise de imagem e processamento OCR/LPR (leitura automática das placas dos veículos), garantindo imagens de alta qualidade e o registro das informações das placas de veículos infratores. Depois dessa identificação, os dados são enviados aos órgãos competentes para que a autuação seja feita.

A tecnologia ainda permite, graças ao desenvolvimento de algoritmos, utilizar a foto do veículo para extrair suas características, sem levar em consideração a placa. Normalmente, aqueles que praticam a evasão de pedágio utilizam artifícios, como colagem de adesivos, envelopamento ou mesmo pintura, a fim de esconder ou obstruir a placa no momento da passagem pelo pedágio.

Essa outra solução – o Compare – viabiliza a busca em bancos de imagens, fazendo uma analogia, funciona como o reconhecimento facial, só que é aplicado a veículos. Por meio do Compare, é possível buscar a similaridade de veículos com base em características como cor, modelo, horário, até que possa identificar a placa dele com fotos feitas em outros pontos por onde tenha passado com a placa correta. O índice de localização veicular chega a 80%, mas ainda pode ser ampliado se houver mais pontos de monitoramento, de preferência localizados perto de postos de fiscalização policial.

A aplicação desse sistema não é exclusiva para pedágios, o Compare também pode ser utilizado para agrupamento de veículos por características, busca de um veículo suspeito e operações de inteligência policial. O foco é sempre garantir a segurança e precisão para as fiscalizações, ainda mais nessa época do ano que, mesmo com as restrições de aglomeração, existe a expectativa de que o trânsito tenha um volume de fluxo maior, se comparado aos meses anteriores.

* Juliana Panisson é coordenadora de Marketing da Pumatronix, indústria brasileira que desenvolve soluções para ITS (Sistemas de Transporte Inteligente) de alta tecnologia na captura e processamento de imagens e leitura de placas de veículos (OCR/LPR).

Alok acaba de entrar para o time de criativos de Johnnie Walker no Brasil.

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Johnnie Walker, marca de whisky da britânica Diageo, se aproxima cada vez mais do showbiz. Depois de subir ao palco com a cantora pop Dua Lipa, agora traz o top DJ Alok para integrar seu time criativo. A parceria tem início neste fim de semana, dia 19, durante a ALIVE do DJ. “Estou muito animado com essa parceria. Sempre fui fã das campanhas de Johnnie Walker e do propósito Keep Walking. E por isso estamos juntos nessa celebração de 200 anos de jornada que fala sobre um futuro cheio de possibilidades. Acredito nisso. Vamos conectar pessoas e possibilidades”, diz ele sobre a parceria com Johnnie Walker. Neste ano Alok foi eleito o 5º melhor DJ do mundo pelo ranking anual da conceituada DJ Mag.

A parceria tem início durante a ALIVE do top DJ que será realizada neste sábado, dia 19 de dezembro, às 21h,(horário de Brasília), no canal de Alok no YouTube “Estou muito feliz com essa parceria. Desde que fui convidado para integrar o time criativo da marca me apaixonei pela campanha dos 200 anos de jornada que celebra o futuro cheio de possibilidades. Acredito muito nisso. E juntos vamos promover muitas ações de impacto positivo”, diz ele.

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Segundo Juliana Ballarin, Head de Marketing da Diageo – empresa detentora da marca, Alok representa o espírito Keep Walking. “Acreditamos que as marcas têm a responsabilidade de construir um mundo melhor, somando forças com aqueles que estão buscando o mesmo resultado. Encontramos em Alok o parceiro ideal; além do poder de fala, ele tem uma trajetória construída com o “DNA” Keep Walking – uma visão otimista do futuro”, diz a executiva.

Com o DJ a marca também vai trabalhar o consumo responsável de bebidas alcóolicas. “Vamos celebrar o futuro cheio possibilidades, com responsabilidade” finaliza Juliana.

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Hungria impede a adoção de crianças por casais homoafetivos

O objetivo central de um Estado Democrático de Direito deveria ser proteger os direitos individuais sem exacerbá-los a ponto da igualdade ser solapada de forma impiedosa.

Por outro, a igualdade não pode ser levada ao extremo, o que já se demonstrou como forma de sufocar a liberdade, a criatividade, e o que é pior, gerar uma categoria de privilegiados que dispõe no Estado como essa igualdade deverá ser exercida, embora estes não se submetam aos mesmos direitos da maioria.

Não importa o viés político, seja de esquerda o de direita, muitos autocratas se oferecem como a solução para os problemas do Estado e do cidadão.

Há no mundo atualmente, não que tenha ocorrido somente agora, um movimento que associa a decadência do Estado aos costumes. Em outras palavras, a perda de conforto, os bons tempos idealizados como vividos em um passado que não voltam mais, teriam relação com avanço das pautas identitárias e de direitos humanos.

Com este discurso refratário e apegado aos costumes foram eleitos ou se firmaram politicamente, alguns líderes de extrema direita. Assim ocorreu com Trump, nos EUA; Viktor Orbán, Primeiro-ministro da Hungria; Espanha, Santiago Abasca; Recep Tayyip Erdogan, presidente da Turquia, dentre outros.

Em comum entre todos estes políticos a prática de minar as instituições democráticas, seja reiteradamente confrontando as instituições, desacreditando eleições, até utilizando-se de ferramentas legais para alterar todo o ordenamento jurídico que lhes possam interessar.

Na maioria das vezes as alterações nos textos da legislação entram em choque com tratados internacionais de direitos humanos ou mesmo com a própria Constituição.

Recentemente, Viktor Orbán, Primeiro-ministro da Hungria, alterou o conceito de família na Hungria. Agora, neste país, a família é conceituada como casamento entre um homem e uma mulher e, por consequência desta definição, a relação com filhos; assim passou a vigorar explicitamente que “a mãe é uma mulher e o pai é um homem”.

O casamento entre pessoas do mesmo sexo foi banido constitucionalmente na Hungria em 2012 sendo reconhecidas legalmente apenas as uniões civis, assim, agora somente os casados (homem e mulher), poderão adotar uma criança.

Com essa alteração o país impede que casais do mesmo sexo ou mesmo pessoas solteiras possam adotar uma criança; também é determinado que a criação dos filhos obedecerá esse conceito e dentro da tradição cristã.

Destacamos que poderia ser pior. Há alguns países islâmicos que utilizam a Sharia [Lei Islâmica], punindo com morte a relação entre pessoas do mesmo sexo, como é o caso do Sudão e Paquistão, como exemplos.

Aqui no Brasil, após decisão do Supremo Tribunal Federal, o CNJ – Conselho Nacional de Justiça, aprovou a Resolução 175/2013 estabelecendo que “é vedada às autoridades competentes” a recusa em celebrar casamento civil ou em converter união estável em casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Por consequência, a Adoção Homoparental foi reconhecida pelo Supremo Tribunal Federal:“O conceito de família não pode ser restringido a casais heterosexuais“.

Apesar dos marcos acima expostos, estes foram, como são, objetos de projetos de Lei em sentido contrário que buscam restringir o conceito do casamento homoafetivo, e, consequentemente, dificultariam a adoção.

O Estado Liberal Democrático se pauta por princípios que buscam o vigilante combate à discriminação, uma vez que para que o indivíduo viva em uma sociedade é necessário que se reconheça nela como cidadão pleno, e membro integrante de seus sistemas e instituições.

Preconceitos com roupagem legal, mas relacionados à religião, deveriam estar superados, pois são mecanismos de esgarçamento e retrocesso do próprio Estado Democrático de Direito, tornando este campo aberto para a autocracia.

Cássio Faeddo – Sócio Diretor da Faeddo Sociedade de Advogados. Mestre em Direitos Fundamentais pelo UNIFIEO. Professor de Direito. MBA em Relações Internacionais/FGV-SP

 

Dúvidas com os nomes das comidas japonesas?

Foto Louis Hansel @shotsoflouis

Os últimos anos, a comida japonesa vem se tornando cada vez mais popular entre os brasileiros. Mas, os nomes não são tão comuns e acabam afastando algumas pessoas. Para acabar com esse problema, a Home Sushi Home, rede de franquia de delivery de comida japonesa, explica, um pouco, os nomes de cada prato.

• Hossomakis

Esta receita conta com arroz e recheio de alga marinha. O termo “hosso” significa fino e o restante “maki” equivale a enrolado. Portanto, é algo enrolado e fino.

É importante salientar que, dependendo do ingrediente, o prato pode ter outro nome, como, por exemplo, se o recheio for de salmão é conhecido como shake maki, se for de pepino, kapa maki e assim por diante.

• Shashimi

Esta é uma opção com fatias bem fininhas de peixe cru ou frutos-do-mar. Com diversas possibilidades de peixes para compor a receita, há ainda variações nos cortes. Você pode se deliciar com peixes oriundos de água salgada, ou seja, do mar, bem como de água doce, isto é, peixes de rios e de lagoas.

Além disso, há receitas de sashimi com lula, salmão, atum, camarão, polvo, entre outros. Geralmente, esse prato recebe o tempero de shoyu ou de raiz forte, o famoso Wasabi.

• Uramakis

O Uramaki é um prato que leva arroz em cima da folha de Nori, um tipo de alga, fatias de peixes e/ou outros elementos. A receita demanda que tudo seja enrolado de modo que o arroz permaneça do lado de fora.

Na verdade, Ura significa “fora”. Por isso, esse cuidado todo com o visual do prato. Geralmente, a refeição engloba gergelim que possui função dupla: embelezar o prato e também conceder um gosto diferenciado.

• Niguiri

Este é um dos nomes da comida japonesa que cai muito bem para aqueles que estão planejando a sua primeira experiência. Afinal, o Niguiri se caracteriza por ser uma porção pequena de arroz contando com pedaços de peixes e outros frutos-do-mar por cima.

Essa cobertura pode abranger o salmão, o camarão, o atum, o polvo e até a lula. A escolha fica sempre por conta do cliente, que pode iniciar com ingredientes mais usuais e gradativamente ter contato com elementos mais exóticos.

• Temaki


Esta é uma alternativa bastante popular entre os brasileiros e que chama muito a atenção pelas variações que tendem a agradar todos os paladares. O temaki é um cone de algas com várias possibilidades de recheio: arroz, peixe cru, legumes e até frutos-do-mar. Mas, não para por aí, não! É possível ter versões com salsinha, cream cheese e muito mais!

Para entrar no país, todos, inclusive brasileiros, deverão apresentar teste negativo para Covid

Nova portaria obriga a apresentação do RT-PCR a partir de 30 de dezembro. Especialista aponta que é a primeira vez que o Brasil traz medidas restritivas desse tipo.

Uma portaria publicada na noite desta quinta-feira (17/12) apresentou medidas sanitárias inéditas para a entrada de pessoas que desembarcarem de avião do exterior. A partir de 30 de dezembro, brasileiros e estrangeiros vindos do exterior precisarão apresentar para a companhia aérea, antes do embarque, comprovação da realização de teste laboratorial (RT-PCR), o principal teste para Covid-19, com resultado negativo e realizado 72 horas antes do momento do embarque.

Com mais de 30 portarias publicadas sobre entrada de pessoas vindas do exterior para o país durante a pandemia, esta é a primeira em que se exige o exame. Normas anteriores obrigaram declaração médica e até um seguro saúde para os estrangeiros, mas não citavam exames e eximiam os brasileiros dessa e outras obrigatoriedades.

“A medida visa um maior controle sanitário para proteger a população, mas os viajantes agora terão que se preparar para embarcar e algumas pessoas podem ser pegas de surpresa”, afirma a sócia da Fragomen no Brasil, Diana Quintas, que lembra também a necessidade de evitar aglomeração após o exame.

Além do exame, está sendo exigida a Declaração de Saúde do Viajante (DSV), ainda não divulgada, que deverá ser preenchida por via impressa ou por meio digital, com a concordância sobre as medidas sanitárias que devem ser cumpridas durante o período que estiver no país.

Outra novidade nesta portaria é que, pela primeira vez desde o começo da pandemia, não há prazo para o encerramento das restrições. Há ainda previsão para que órgãos reguladores editem normas complementares ao disposto nesta Portaria, incluindo regras sanitárias sobre procedimentos, embarcações e operações.

“Um problema que pode acontecer com as medidas é a diferença de interpretação dos procedimentos pelas companhias aéreas, além da necessidade de se adequarem rapidamente”, aponta a especialista.

Desde o começo da pandemia, a entrada de estrangeiros por via terrestre ou aquaviária estão restritas, com poucas exceções, e a nova portaria não mudou essas proibições.

 

Ano Novo: é igual em todos os países?

O empresário Afonso Braga Neto já comemorou a data em mais de 10 países e revela a diferença entre alguns deles. Se engana quem acredita que o Ano Novo é comemorado da mesma forma em todos os países. No entanto, o empresário admite que, dentre todos os países que já visitou, o Brasil é o país mais festivo, ganhando até mesmo de Las Vegas. Mas nem tudo são festas. Um bom Ano Novo é aquele cheio de tradições e superstições e pode acreditar: existem várias ao redor do mundo!

Brasil

Assim como o Brasil inteiro, o Ano Novo é uma junção da cultura de diversos países. A lentilha da Itália, roupa íntima amarela do Uruguai, roupa branca da Argentina, o beijo da meia noite dos Estados Unidos e o aspecto único brasileiro: pular as 7 ondinhas.

Ademais, os adeptos e simpatizantes da umbanda e candomblé, podem fazer oferendas a iemanjá, deusa dos mares, fazendo pedido para cada uma delas.

Em relação ao prato, é comum os brasileiros não comerem nada que cisca para trás como galinha, frago, peru, chester. Uva passas no arroz, pavê de sobremesa e lentilha, para trazer sorte, também estão dentro do menu de Ano Novo.

Além disso, por aqui são famosas as promessas de ano novo e shows nas capitais como São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador.

Argentina

As tradições de Ano Novo na Argentina começam antes mesmo da própria data comemorativa. Assim, no último dia de trabalho do ano, os escritórios espalhados pela Argentina jogam papéis picados – restos de agendas, cadernos, contratos, etc. para o alto, simbolizando o fim do ano.

Lá, assim como no Brasil, eles também levam a sério a questão de escolha de cor para a roupa íntima – porém, a roupa é vermelha. Ou rosa. Eles acreditam que essas cores atraem o amor.

Em relação aos pratos, o prato da sorte é o feijão, que simboliza a garantia de emprego e dinheiro o ano inteiro. Eles também comem 12 uvas à meia noite – mas quase todos os países latinos fazem isso porque é uma tradição herdada da Espanha.

E sobre os fogos: a queima de fogos no bairro Puerto Madero é inigualável no país.

Uruguai

O Uruguai é uma região que festeja do início ao final do ano e, obviamente, o Ano Novo não poderia ser diferente. Em Montevidéu, a prévia de Ano Novo acontece no Mercado del Puerto, em que as pessoas se juntam para beber e participar da famosa guerrilha de cidra e cerveja, que acontece no Mercado.

Por lá, não existe a comum superstição entre os uruguaios de utilizar roupas brancas na virada do ano como aqui no Brasil, mas a roupa de baixo é importante – e amarela para atrair dinheiro.

Além disso, em vez da lentilha, os uruguaios acrescentam a salsinha em sua ceia de Ano Novo, que, para eles, simboliza a abundância e prosperidade. Apesar das diferenças, assim como os argentinos, o Uruguai come as 12 uvas à meia-noite, uma para cada badalada do sino da igreja, para trazer sorte.

Outra superstição comum entre os montevideanos é dar uma volta no quarteirão carregando uma mala para atrair mais viagens.

Estados Unidos

Nos Estados Unidos, as tradições variam de acordo com a cidade. Por exemplo, a mais famosa é a descida da bola de réveillon na Times Square – uma grande bola presa a um edifício que chega ao chão exatamente meia-noite.

Outro costume é a “Rose Parade”, que acontece em Pasadena, na Califórnia, no primeiro dia do ano, com diversos carros alegóricos, antes do “Rose Bowl Game”, jogo de futebol entre universidades.

No sul do país, é comido o “Black Eyed Peas”, o nosso feijão fradinho, que representa prosperidade.

Entretanto, algumas tradições podem se permear pelo país inteiro. Entre elas, está o beijo à meia-noite, que representa que aqueles que se beijarem na virada, ficarão juntos o resto do ano. Além disso, os americanos evitam tirar o lixo, lavar roupas e louça ou qualquer atividade que possa representar perdas durante o ano.

México

O México é marcado por 11 principais tradições e são elas:

1) Escrever seus desejos em um papel e queimá-lo quando realizar;

2) Comer 12 uvas à meia-noite, dando um objetivo a ser conquistado por uva;

3) Usar roupa íntima rosa, vermelha, amarela, verde e branca, uma para cada significado: amizade, amor, felicidade, bem-estar e esperança;

4) Colocar uma bandeja no centro de uma mesa e pedir para amigos e familiares depositar uma moeda nela. Em seguida, encher a bandeja de água para trazer sorte;

5) Rodear algumas velas com lentilhas, feijão, arroz, milho, farinha e canela e deixá-las acesas a noite toda até derreter. Após isso, misturar os alimentos e a cera e enterrá-los, para atrair prosperidade e riqueza;

6) Comer uma colher de lentilhas cozidas;

7) Limpar a casa, lavar o animal de estimação e tomar banho para renovação. Além disso, ao varrer, precisa ser de dentro para fora. No México, eles também passam um pano com água e canela na casa e acende um incenso antes da meia-noite.

8) À meia-noite, atire um pouco de água para fora da janela, representando renovação.

9) À meia-noite, também, abra a porta e jogue 12 centavos no chão e varra para fora, para prosperidade.

10) Fogos à meia-noite, permitindo passagem segura para o próximo ano.

11) À meia-noite, carregar mochilas vazias ao redor de um quarteirão ou coloque-as no meio de uma sala e ande ao seu redor.

Apesar das onze tradições, é bom relembrar que o México é composto por uma grande população indígena, que possuem o seu próprio calendário e comemoram o Ano Novo em diferentes épocas, como a tribo Seri, no norte do México, que celebram 30 de Junho.

Itália

Os italianos são mais radicais. Alguns corajosos pulam da Ponte de Santo Ângelo para dentro do Rio Tibre, no primeiro dia do ano, para boa sorte. A prática é tão comum que muitos se aglomeram no local só para assistir à atração. Além disso, é comum no país jogar coisas velhas e quebradas pela janela, o que pode ser bastante perigoso.

No entanto, a Itália também é repleta de pequenas superstições que não trazem risco a vida de ninguém como roupas íntimas coloridas, especificamente vermelhas – só que a diferença é: a lingerie deve ser jogada fora no dia seguinte e ela deve ser nova.

No prato, as lentilhas estão sempre presentes, simbolizando um ano cheio de abundância, dinheiro e recompensas financeiras. Acompanhada dela, está sempre o cotechino ou zampone, carne de porco, que também representa abundância e prosperidade.

Herdado da Espanha, assim como os países latinos, os italianos também comem 12 uvas à meia-noite, além dos casais comerem romã, símbolo de fidelidade e fecundidade.

6 cuidados para se proteger de doenças nas festas de fim de ano

Covid-19, meningite, pneumonia e coqueluche são doenças contagiosas e o risco é aumentado em aglomerações1 2 3

Com o final do ano, chegam as comemorações de Natal e Ano Novo, momentos em que familiares e amigos costumam se reunir para celebrar. Porém, com a pandemia do novo coronavírus tornando a crescer no Brasil desde o início de novembro, o sinal de alerta aumenta e as precauções precisam ser redobradas.13 14 Uma das lições que o ano de 2020 deixou foi que aglomerações, mesmo que pequenas, podem ser ambientes de transmissão de Covid-19 e outras doenças com formas de contágio similares, tais como meningite, pneumonia, coqueluche e sarampo.1 2 3 4 Pensando em como as famílias podem aproveitar as festas sem descuidar da saúde, o Dr. Jessé Reis Alves (CRM 71991/SP), infectologista e gerente médico de vacinas da GSK, destacou 6 cuidados importantes..

1. Prevenção através da vacinação
Muitas doenças infectocontagiosas são preveníveis pela vacinação e o Programa Nacional de Imunizações (PNI) oferta gratuitamente, desde os recém-nascidos até a terceira idade,19 vacinas que protegem contra mais de 40 doenças.22 Na rede privada estão disponíveis vacinas para a imunização de todas as faixas etárias, complementando o calendário vacinal do PNI.5 12 Porém, nos últimos anos o país vem registrando baixos índices de cobertura vacinal, o que torna a população vulnerável.15 16

Esse cenário foi agravado ainda mais pela pandemia, que também evidenciou uma nova contradição de saúde pública que compromete a qualidade de vida de todos: se por um lado a população anseia pela chegada de uma vacina contra a Covid-19; por outro, ela negligencia todas as outras imunizações que já estão disponíveis.23 Dados do PNI apontam que, em 2020, até o décimo mês do ano, nenhuma das vacinas que integram o PNI ultrapassou os 71% do público-alvo imunizado.16 Esses índices estão bem abaixo da meta de 90% ou 95% de cobertura para cada uma, estabelecida pelo Ministério da Saúde.21

“Vacinar é um ato de proteção para si mesmo e para quem amamos, pessoas com quem estaremos juntos nas festas de fim de ano. O coronavírus não é a única ameaça atual. Várias outras doenças infectocontagiosas também são perigosas, mas já têm prevenção por vacinas eficazes disponíveis no PNI e na rede privada. É fundamental manter a caderneta de vacinação em dia para minimizar riscos e garantir a proteção”, pontua Dr. Jessé.

Acompanhar a rotina de vacinação é um cuidado não apenas para as crianças, mas para todas as faixas etárias.5 Além de saber quais vacinas tomar, é necessário se atentar para a quantidade de doses em cada fase da vida.17 18 Assim, a vacinação cumpre seu papel na saúde pública: mais do que uma proteção individual, seus efeitos são coletivos, beneficiando toda a sociedade.19 Com a chamada “imunidade de rebanho”, quando uma alta porcentagem da população está imunizada, até quem não pode receber algum tipo de vacina se beneficia da proteção.20

2. Evitar abraçar e beijar
Nada mais típico do brasileiro do que ser afetuoso com as pessoas. Porém, é importante lembrar que, ao abraçar, beijar ou até mesmo apertar as mãos, expõe-se ao risco de entrar em contato com vírus, bactérias ou outros agentes infecciosos.1 6

“Quando beijamos ou abraçamos alguém, ficamos muito próximo de mucosas como boca e nariz, que contém secreções que podem estar infectadas. As mãos são partes do corpo que intuitivamente levamos ao rosto e têm grande potencial de também estarem contaminadas. Lembrando que nem todas as pessoas que estão doentes e transmitindo a infecção apresentam sintomas. Por isso devemos tomar cuidado em todas as situações. Precisamos ainda nos reeducar a ter um comportamento afetuoso sem contato físico”, explica o Dr Jessé.

3. Higienizar as mãos
Hábito que ganhou força este ano, o ato de lavar as mãos parece simples mas foi revolucionário na medicina e na saúde pública.7 Lavar as mãos é ato reconhecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como um dos principais instrumentos contra epidemias e capaz de evitar casos e óbitos de várias enfermidades.8

A lavagem das mãos deve ser feita com água e sabão, por cerca de trinta segundos, sempre que assoar o nariz, tossir ou espirrar, tocar o rosto, tocar outra pessoa, tocar superfícies em ambientes comunitários, depois de usar o banheiro, antes e depois de comer.9 Em situações em que não há como lavar as mãos, o álcool em gel é uma alternativa de desinfetante.9

4. Etiqueta respiratória
Ao tossir ou espirrar, deve-se cobrir nariz e boca com a parte interna do cotovelo, e não com as mãos, para diminuir os riscos de contaminação. Para a higiene nasal, utilize um lenço descartável.10

“É importante, ainda, que quem esteja com sintomas de infecções, como febre, tosse, secreções e dores, se ausente da reunião e fique em casa para se recuperar. Sabemos que são momentos que todos gostamos de participar, mas a saúde deve ser prioridade diante as comemorações, preservando a si mesmo e às demais pessoas”, recomenda o Dr. Jessé.

5. Precauções alimentares
Natal e Ano Novo são festas com fartura de comida, quesito em que o cuidado também é essencial.11 Toda a ceia e utensílios devem permanecer cobertos ou tampados; ao se servir, as pessoas devem usar máscara e luvas descartáveis nas mãos; deve-se lavar as mãos antes e depois de se servir; e não gerar aglomeração no ambiente onde a comida está.11 Outra precaução é não compartilhar talheres e copos.9

6. Usar máscara
Mesmo em reuniões mais intimistas, com número reduzido de convidados, como é o recomendado atualmente, é fundamental o uso da máscara.11 Ao retirá-la, nos momentos de refeição, o item deve ser guardado devidamente e trocado a cada duas horas.11

Cuidados complementares como o distanciamento entre as pessoas e a boa ventilação do ambiente também são indispensáveis.11

*Material dirigido ao público em geral. Por favor, consulte o seu médico .

Alimentos orgânicos ganham espaço na gastronomia

Os alimentos orgânicos ganham cada vez mais atenção na gastronomia devido aos inúmeros benefícios, que vão além do sabor. Segundo o Ministério da Agricultura, para ser orgânico, é necessário que o alimento seja livre de fertilizantes sintéticos, agrotóxicos e transgênicos. O ambiente também deve ter como base princípios da agroecologia, como o uso responsável o solo e da água, respeitando relações sociais e culturais.

Goiânia, com sua rica diversidade de alimentos, aderiu ao movimento e capta mais defensores a cada dia. O Chef Marco Soares, do Restaurante Magna, afirma ser criterioso na escolha de ingredientes. “A sazonalidade e o método de produção não industrial são valorizados no planejamento dos pratos”. Ele acredita que a experiência do prato com alimentos orgânicos vai além do sabor. “Cada prato conta uma história e tem como principal objetivo emocionar quem o aceita provar. É essa a diferença que trago para nosso restaurante, além de respeitar as raízes culturais desse estado rico”, conta ele.

A sustentabilidade é a base dessa alimentação e os sabores são realçados com a simplicidade dos elementos apresentados no prato. De acordo com o Chef, comida não precisa ser elaborada para proporcionar uma experiência, “é apenas comida e tento usar da criatividade nas técnicas para garantir um prato inesquecível”, descreve.

Com os alimentos orgânicos, a saúde, o ecossistema e os agricultores são beneficiados. Assim, o prato delicia não só o paladar, mas a consciência também. “A grande ideia no Magna é de que a alta gastronomia nasce no imaginário de cada um e é aprimorada, então, com técnicas profissionais. Quero que os meus legumes abram portas incríveis. Cada dia que vou em uma horta, basta eu olhar para ela repleta desses vegetais maravilhosos, orgânicos que minha imaginação viaja. Assim, posso usar os cinco sentidos para criar, com amplitude de formas, cores e sabores.”