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Dia do Amigo celebra os laços que dão mais sentido à vida

Celebrado em 20 de julho, o Dia do Amigo é uma oportunidade para reconhecer o valor das pessoas que caminham ao nosso lado em diferentes fases da vida. Muito além das mensagens nas redes sociais, a data convida à reflexão sobre relações construídas com confiança, afeto e presença.

Algumas pessoas entram em nossa vida por acaso, mas permanecem por escolha. É justamente essa conexão genuína que faz do Dia do Amigo, comemorado em 20 de julho, uma das datas mais especiais do calendário.

Algumas pessoas entram em nossa vida por acaso, mas permanecem por escolha. Foto: Magnific

Em um mundo cada vez mais acelerado e conectado pela tecnologia, a amizade continua sendo um dos vínculos mais importantes para o bem-estar emocional. Estudos mostram que cultivar boas amizades reduz os níveis de estresse, fortalece a saúde mental e contribui para uma vida mais longa e feliz.

Ao longo da vida, os amigos assumem diferentes papéis. Estão presentes nas grandes conquistas, oferecem apoio nos momentos difíceis, compartilham sonhos, memórias e, muitas vezes, tornam-se uma verdadeira família escolhida pelo coração.

Ao longo da vida, os amigos assumem diferentes papéis. Foto: Magnific

A origem da data remonta ao argentino Enrique Ernesto Febbraro, que, inspirado pela chegada do homem à Lua em 20 de julho de 1969, acreditou que aquele feito representava um momento de união entre os povos. A ideia ganhou força em diversos países da América Latina e transformou a data em uma celebração da amizade.

Em tempos em que as relações acontecem cada vez mais pelas telas dos celulares, o Dia do Amigo também serve como um convite para desacelerar, marcar um encontro, compartilhar uma refeição, fazer uma ligação ou simplesmente demonstrar carinho a quem sempre esteve presente.

Mais do que trocar mensagens prontas ou publicações nas redes sociais, celebrar a amizade é valorizar quem transforma os dias comuns em momentos especiais. Foto: Magnific

Mais do que trocar mensagens prontas ou publicações nas redes sociais, celebrar a amizade é valorizar quem transforma os dias comuns em momentos especiais. Afinal, amigos verdadeiros são aqueles que permanecem ao nosso lado independentemente do tempo, da distância ou das circunstâncias.

Neste 20 de julho, a melhor homenagem talvez seja justamente aquela mais simples: agradecer pela amizade, relembrar boas histórias e criar novas memórias ao lado de quem faz a vida ser mais leve. Afinal, poucas riquezas são tão valiosas quanto uma amizade sincera.

… Bom dia! “Os tolos esperam o dia de sorte, mas cada dia é uma sorte.”

… Um abraço aos aniversariantes de hoje: Nair Rech, Nelci Locatelli, Monica Razuk, Maria Alves de Lima, Tatiana Tavares, Deri Lima,  Erika Balbino, Thamiris Oliveira, Monica Nunes, Maria Ines Ferracini, Everton Nunes Alvarenga, Nivalcir Moreno e Salete Campos da Silva. Happy birthday!

Carro elétrico ou híbrido: qual é a melhor escolha para o seu estilo de vida?

Com a expansão da eletromobilidade no Brasil, consumidores avaliam economia, autonomia, sustentabilidade e infraestrutura antes de decidir qual tecnologia faz mais sentido para o dia a dia. Especialistas apontam que não existe uma resposta única: a melhor opção depende do perfil de cada motorista.

O mercado brasileiro vive um momento de transformação silenciosa, mas acelerada. Os veículos eletrificados deixaram de ser uma tendência distante para ocupar espaço cada vez maior nas ruas e nas concessionárias. Impulsionados pelo avanço tecnológico, pela chegada de novas montadoras, principalmente chinesas, e por uma maior preocupação com sustentabilidade e economia, os carros elétricos e híbridos conquistam um número crescente de consumidores.

Com vendas em alta no país, os modelos despertam interesse dos consumidores, mas entender as diferenças entre eles é essencial antes da compra. Foto: Divulgação

Os números comprovam essa mudança. Em 2025, o Brasil registrou 223.912 emplacamentos de veículos leves eletrificados, um crescimento de 26% em relação ao ano anterior, segundo a Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE). A evolução continua em 2026. Somente em março, foram mais de 35 mil veículos eletrificados vendidos, o maior volume mensal já registrado pela entidade, representando cerca de 14% de todos os automóveis leves comercializados no país.

Mas, diante de tantas opções, surge a principal dúvida: vale mais a pena comprar um carro totalmente elétrico ou um híbrido?

A resposta passa longe de uma simples comparação de preços. Ela envolve rotina, infraestrutura, perfil de uso e até o planejamento financeiro do proprietário.

Os veículos 100% elétricos (BEV) são movidos exclusivamente por baterias recarregáveis e dispensam completamente o motor a combustão. Foto: Magnific

Os veículos 100% elétricos (BEV) são movidos exclusivamente por baterias recarregáveis e dispensam completamente o motor a combustão. Isso significa uma condução extremamente silenciosa, aceleração imediata e praticamente nenhuma emissão de poluentes durante o uso.

Além do aspecto ambiental, a economia operacional chama atenção. O custo por quilômetro rodado costuma ser significativamente inferior ao de um veículo abastecido com gasolina ou etanol. Outro ponto positivo é a manutenção reduzida. Sem óleo de motor, correias, escapamento, embreagem ou diversos componentes mecânicos presentes nos carros convencionais, as revisões tendem a ser mais simples e menos frequentes.

O custo por quilômetro rodado costuma ser significativamente inferior ao de um veículo abastecido com gasolina ou etanol. foto: Magnific

Por outro lado, o carro elétrico exige planejamento. A autonomia já supera os 400 quilômetros em diversos modelos disponíveis no mercado brasileiro, mas viagens longas ainda dependem da disponibilidade de carregadores rápidos ao longo do trajeto. O tempo de recarga também é superior ao de um abastecimento convencional, variando de poucos minutos em estações ultrarrápidas a várias horas em carregadores residenciais.

Segundo Alan Ladeia, especialista do setor automotivo e CEO da Carflix, o elétrico atende especialmente quem utiliza o veículo predominantemente em ambiente urbano.

“A escolha entre elétrico e híbrido não é apenas tecnológica, mas comportamental. O consumidor precisa analisar sua rotina, distância média percorrida e acesso aos pontos de recarga para entender qual modelo realmente faz sentido no dia a dia.”

A escolha entre elétrico e híbrido não é apenas tecnológica, mas comportamental. Foto: Magnific

Já os veículos híbridos surgem como uma alternativa para quem deseja reduzir o consumo de combustível sem depender totalmente da infraestrutura elétrica. Eles combinam um motor a combustão com um motor elétrico, que trabalham de forma integrada para oferecer maior eficiência energética.

Entre as principais vantagens estão a autonomia elevada, a possibilidade de realizar viagens longas sem preocupação com carregadores e uma adaptação mais natural para quem está migrando dos veículos tradicionais.

Veículos híbridos surgem como uma alternativa para quem deseja reduzir o consumo de combustível sem depender totalmente da infraestrutura elétrica. Foto: Pexels

Entretanto, os híbridos continuam emitindo poluentes e possuem uma mecânica mais complexa, já que reúnem dois sistemas de propulsão distintos, o que pode tornar alguns serviços de manutenção mais caros ao longo do tempo.

Na avaliação de Ladeia, o híbrido representa uma excelente etapa de transição.

“É uma alternativa interessante para quem ainda realiza muitas viagens ou não dispõe de carregadores próximos. Ele oferece economia significativa sem exigir mudanças radicais na rotina do motorista.”

Outro aspecto que pesa na decisão é a infraestrutura brasileira. Embora a rede de eletropostos tenha crescido rapidamente nos últimos anos, ainda existe uma concentração maior nas regiões Sul e Sudeste e nos grandes centros urbanos. Empresas, condomínios residenciais e shoppings também ampliaram a oferta de carregadores, tornando a utilização dos elétricos cada vez mais prática para quem vive nas cidades.

Outro aspecto que pesa na decisão é a infraestrutura brasileira. Embora a rede de eletropostos tenha crescido rapidamente nos últimos anos. Foto: Pexels

Além da infraestrutura, incentivos estaduais também influenciam a escolha. Em alguns estados brasileiros há redução ou isenção de IPVA para determinados modelos eletrificados, além de benefícios relacionados ao rodízio municipal e políticas locais de incentivo à mobilidade sustentável.

Outro fator importante é a desvalorização. O mercado de seminovos eletrificados ainda está em fase de consolidação no Brasil, mas especialistas observam que marcas com boa assistência técnica, ampla rede de concessionárias e maior oferta de peças tendem a preservar melhor seu valor de revenda.

Também cresce o interesse por tecnologias como os híbridos plug-in (PHEV), que unem o melhor dos dois mundos. Eles podem rodar dezenas de quilômetros utilizando apenas eletricidade, mas contam com o motor a combustão para ampliar a autonomia em viagens, eliminando praticamente a ansiedade relacionada à recarga.

A decisão de adquirir um veículo eletrificado representa uma mudança na forma de pensar a mobilidade. Foto: Pexels

Mais do que acompanhar uma tendência mundial, a decisão de adquirir um veículo eletrificado representa uma mudança na forma de pensar a mobilidade.

Para quem roda diariamente dentro da cidade, possui garagem com possibilidade de instalação de carregador e busca o menor custo operacional possível, o carro totalmente elétrico tende a oferecer a melhor relação entre economia, conforto e sustentabilidade.

Já para quem percorre longas distâncias, viaja frequentemente ou ainda não dispõe de uma infraestrutura adequada para recarga, os híbridos continuam sendo uma alternativa bastante equilibrada.

Independentemente da escolha, uma realidade parece irreversível: a eletrificação da frota brasileira deixou de ser uma promessa para se tornar um caminho sem volta. Nos próximos anos, a tendência é que a tecnologia evolua, os preços se tornem mais competitivos e a infraestrutura de carregamento acompanhe o ritmo de crescimento desse mercado, tornando os veículos eletrificados cada vez mais presentes no cotidiano dos brasileiros.

…Bom dia! “A clareza de propósito é o ponto de partida de todo o sucesso.”

…Um abraço aos aniversariantes de hoje: Dante Filho, Carlos Augusto Azambuja, Renata Monteiro, Divino Borges, Paulo Cesar Silva Padilha,  Claudia Flores Cavalcanti, Jhonny Ajala Carvalho, Valquiria Garcia, Marcus Vinicius Sena, Roberto Ignacio Costa Gomes, Laine Nany Oliveira, Lucimara Carvalho Puerta, Raquel de Jesus e Micaelle Dias Waqued. Happy birthday! 

Cozinhando para o Jeff: Lasanha de Espinafre é a receita certa

Quando chega o dia de preparar aquele prato especial e reconfortante, que toda a família gosta, a lasanha aparece entre os favoritos da vez, seja na versão clássica ou em releituras, ela não tem erro! Para o próximo almoço de domingo, que tal fazer uma versão com espinafre sugerida pela marca Pilar?

Leve, cremosa e cheia de personalidade, a Lasanha de Espinafre é uma excelente opção para variar no cardápio e fazer um prato saboroso que dá água na boca. Confira o passo a passo:

Lasanha de espinafre

Ingredientes

  • 500g de massa de Lasanha
  • 2 litros de leite
  • 150g de trigo
  • 100g de manteiga
  • Noz moscada a gosto
  • 3 cebolas
  • 300g de folhas de espinafre
  • 3 dentes de alho
  • 100ml de azeite
  • 600g de molho de tomate
  • Manjericão a gosto
  • 400g de queijo muçarela fatiado
  • 200g de queijo parmesão ralado
  • Sal a gosto
  • Pimenta a gosto
Lasanha de Espinafre Foto: Divulgação/ Pilar

Modo de Preparo:

Cozinhe a massa da lasanha em água e sal por cinco minutos. Escorra e reserve.

Molho:

No liquidificador, processe o leite com o trigo, a manteiga, a cebola, a noz moscada ralada e metade do parmesão. Levar em fogo baixo mexendo sempre até encorpar o molho. Retire do fogo e reserve.

Para o espinafre:

Refogue as folhas de espinafre no azeite e no alho; tempere com sal e pimenta do reino a gosto e reserve.

Molho de tomate:

Em uma panela, coloque o azeite e duas cebolas picadas; acrescente o molho de tomate e tempere-o com folhas de manjericão, sal e pimenta do reino a gosto

Montagem

Disponha molho branco no refratário e o espinafre refogado.

Coloque a massa de lasanha; molho branco com espinafre; queijo muçarela; molho de tomate; massa de lasanha; molho branco com espinafre refogado; molho de tomate; queijo muçarela; queijo parmesão ralado e as folhas de manjericão.

… Bom dia! “Nunca estrague o seu presente por um passado que não tem futuro.”

… Abraço aos aniversariantes de hoje: Ildo Machry, Filipe Tomazoni, Mara Gaiotto,  Edivaldo Bitencourt, Reni Garcia, Camila Brito, Marcia Santos, Maritza Cogo, Jorge Alencar, Mariza Almeida Floriano, Clodoaldo Cortez, José Dimas Santos, Cristiana Lima, Andréia Soares Moreira, Maristela Gonçalves, Marcia Monteiro e Adriana Peixoto. Happy birthday!

O executivo Ildo Machry comemorando hoje mais um aniversário. Happy birthday!

… O Brasil encerrou o primeiro semestre de 2026 com um dos melhores resultados da história do turismo internacional. Entre janeiro e junho, o país recebeu 5.261.733 turistas estrangeiros, alta impulsionada pelo fortalecimento da conectividade aérea e pela ampliação da oferta de voos.

O Brasil encerrou o primeiro semestre de 2026 com um dos melhores resultados da história do turismo internacional. Foto: Magnific

… O transporte aéreo foi responsável por 67% das chegadas internacionais ao Brasil. No período, 3.531.233 turistas desembarcaram em aeroportos brasileiros, crescimento de 13,3% em relação ao primeiro semestre de 2025 e um novo recorde para os seis primeiros meses do ano.

… A Argentina manteve a liderança como principal mercado emissor de turistas para o Brasil, com 1.979.365 visitantes entre janeiro e junho. Chile (471.590), Estados Unidos (395.929), Uruguai (322.951) e Paraguai (303.880) completam o ranking dos cinco maiores emissores.

Mercados estratégicos também ampliaram sua participação no turismo brasileiro. Foto: Divulgação

… Mercados estratégicos também ampliaram sua participação no turismo brasileiro. China, Colômbia, Peru, Canadá e México registraram crescimento expressivo, refletindo a diversificação da demanda internacional e a expansão da promoção do destino Brasil no exterior.

… A China alcançou, em junho, o melhor resultado de sua série histórica em número de visitantes ao Brasil. O desempenho reforça a importância da ampliação das rotas internacionais e das estratégias de promoção turística em mercados considerados prioritários.

Quando o governante “se acha”

Foto de Element5 Digital

*Por Ricardo Viveiros

Ricardo Viveiros. Crédito: divulgação.

Vivemos em um mundo no qual a informação está ao alcance de um clique, mas ainda há quem insista em fechar os olhos para o aprendizado contínuo. Esse fenômeno, popularmente explicado pelo “Efeito Dunning-Kruger”, descreve a tendência de pessoas com pouco conhecimento superestimarem as próprias capacidades. Essa dinâmica, quando transposta para esferas de poder, como o governo em seus três níveis, pode ser desastrosa. Gestores públicos que se comportam como os “sabe-tudo” perpetuam velhas soluções ineficazes para problemas modernos, comprometendo o bem-estar, o desenvolvimento e, em especial, os direitos da sociedade.

Um exemplo gritante dessa mentalidade está na persistência em utilizar fórmulas desgastadas para combater problemas crônicos como as enchentes urbanas. Governos repetem estratégias que já provaram ser insuficientes, recusando-se a explorar abordagens inovadoras. Isso se traduz em um drama contínuo que caminha em círculos nas cidades brasileiras. Ano após ano, elas enfrentam tragédias previsíveis durante os períodos de chuva. E a culpa, nesses episódios, vai sempre para um indefeso “São Pedro”. Não seria hora de admitir que essas soluções estão obsoletas e buscar novas perspectivas?

Líderes que acreditam dominar todas as nuances de seus cargos evitam ouvir especialistas, ignoram dados e menosprezam a ciência. Foto: Matthias Zomer Pexels

A resposta, infelizmente, parece óbvia apenas para aqueles que enxergam de fora. Contudo, o ciclo da autoconfiança e da vaidade infundadas do poder público perpetua a resistência a mudanças. Líderes que acreditam dominar todas as nuances de seus cargos evitam ouvir especialistas, ignoram dados e menosprezam a ciência, em nome de uma suposta competência que, muitas vezes, é apenas arrogância.

Governar exige mais do que repetir discursos ou aplicar fórmulas prontas. Exige também humildade intelectual para reconhecer que nem sempre se tem as respostas certas. Quando essa consciência falta, as consequências podem ser devastadoras. Contratações e promoções baseadas em confiança pessoal ou pressão política de aliados, em vez de competência comprovada, criam equipes desalinhadas e despreparadas. A resistência ao feedback dificulta ajustes necessários e perpetua erros. E o mais grave: decisões equivocadas impactam diretamente a população, agravando desigualdades e comprometendo recursos públicos.

Em muitas administrações públicas, o “sempre fizemos assim” é um mantra. Tal mentalidade sufoca a inovação e impede a implementação de soluções adaptadas às demandas atuais. No caso das enchentes, investe-se em obras paliativas enquanto a urbanização desordenada e a falta de infraestrutura de drenagem continuam sendo ignoradas.

Um exemplo gritante dessa mentalidade está na persistência em utilizar fórmulas desgastadas para combater problemas crônicos como as enchentes urbanas. Foto: Pok Rie

A necessária mudança começa pela valorização do conhecimento efetivo, não do “achismo”. Governos devem adotar uma postura de aprendizado contínuo, na qual as decisões são baseadas em dados concretos e consultas a especialistas. Algumas ações práticas podem incluir: políticas públicas que devem ser avaliadas de maneira rigorosa, considerando resultados e impactos reais, não apenas métricas superficiais; governantes e servidores com a responsabilidade de aceitar treinamentos e programas que ampliem sua compreensão de problemas complexos; consulta a quem tem expertise e incorporação de inovações tecnológicas são fundamentais para avanços; e, por fim, envolver a sociedade no processo decisório trazendo perspectivas diferentes, capazes de enriquecer o debate e promover soluções inteligentes, inovadoras, viáveis e com resultados concretos.

Líderes que reconhecem suas limitações e buscam ouvir opiniões diversas têm mais chances de implementar políticas efetivas e duradouras. Admitir que não sabemos tudo é libertador. É o primeiro passo para abrir espaço para aprender e evoluir. Governos e gestores que adotam essa postura são capazes de transformar desafios em oportunidades, em contrapartida, aqueles que insistem na autossuficiência perpetuam erros e causam imobilismo que custam caro à sociedade.

A verdadeira liderança não se mede pela quantidade de respostas prontas, mas pela disposição de fazer as perguntas certas e buscar as melhores soluções. Falar menos, ouvir mais são boas práticas. Somente assim poderemos superar o traiçoeiro “efeito Dunning-Kruger”, que tantas vezes impede o progresso em nosso País, e acreditar na canção do mestre Tom Jobim: “São as águas de março fechando o verão. É a promessa de vida no teu coração”.

Ricardo Viveiros, jornalista, professor e escritor, é doutor em Educação, Arte e História da Cultura; autor, entre outros.

A verdadeira riqueza é cuidar de si mesmo

ostentação de marcas perdeu espaço para um novo símbolo de status: a busca pelo bem-estar. Foto: Unsplash

*Por Rafael Terra

O conceito de luxo está passando por uma revolução silenciosa. Se antes era sinônimo de ostentar logos e marcas, hoje ele se traduz no cuidado consigo mesmo, tanto no ambiente digital quanto fora dele. A ostentação de marcas perdeu espaço para um novo símbolo de status: a busca pelo bem-estar.

Grandes marcas de luxo, como a Louis Vuitton e a Dior, têm investido em experiências exclusivas para reconquistar consumidores. A Louis Vuitton, por exemplo, lançou uma série de eventos exclusivos e viagens sob medida, proporcionando aos clientes não apenas produtos, mas vivências únicas. A Dior seguiu um caminho semelhante, oferecendo acesso a serviços e eventos que criam um senso de comunidade e exclusividade.

Grandes marcas de luxo, como a Louis Vuitton e a Dior, têm investido em experiências exclusivas para reconquistar consumidores. Foto: Pexels por Pixabay

Enquanto o mercado de luxo tradicional desacelera, especialmente em regiões como a China, onde o crescimento era exponencial, vemos um boom em setores como a moda fitness. No Brasil, por exemplo, marcas como a Insider se tornaram gigantes do e-commerce ao focar em peças que aliam funcionalidade e estilo discreto, refletindo essa nova mentalidade.

O tempo se tornou o bem mais precioso. Dedicar horas ao cuidado do corpo e da mente, ou à curadoria digital do próprio tempo online, é o novo símbolo de riqueza. Essa nova forma de luxo é, de certa forma, mais inclusiva, mas também revela uma cruel realidade: o acesso ao tempo livre ainda é um privilégio. Não é à toa que práticas como pilates, mindfulness e detox digital estão em alta entre quem pode se dar ao luxo de investir nelas.

Não é à toa que práticas como pilates, mindfulness e detox digital estão em alta entre quem pode se dar ao luxo de investir nelas. Foto: Meng Tang por Pixabay

O novo luxo, portanto, não é mais definido pelo que se possui, mas pelo que se vive e sente. As grandes marcas que entenderam essa mudança estão se adaptando, oferecendo não apenas produtos, mas jornadas de autoconhecimento e bem-estar.

Enquanto alguns novos-ricos ainda ostentam marcas, o verdadeiro símbolo de status está em encontrar equilíbrio e qualidade de vida. No fim das contas, o luxo contemporâneo é, acima de tudo, sobre a liberdade de cuidar de si mesmo, dentro e fora das telas.

Rafael Terra é especialista em Tendências Digitais e autor do livro “Bem-Estar Digital” (DSV Editora

Quatro dicas para deixar os lábios mais hidratados e bonitos

Lábios bonitos e saudáveis é o desejo de muitas pessoas. Manter os lábios com uma aparência atraente e saudável vai além de uma preocupação puramente estética, pois eles podem indicar sinais de doenças. Algumas características a serem observadas são: boca rachada, esbranquiçada ou com machucados.

Cada vez mais, as mulheres estão não apenas preocupadas com a estética, mas também em hidratar a pele e ter uma aparência mais saudável. Um estudo do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) revelou que 65,7% concordam com a ideia de que cuidar da beleza é mais uma necessidade do que o próprio luxo.

(Imagem: Sóbrancelhas)

A falta de uma rotina de cuidados específicas para essa região pode ocasionar em descamação, surgimento de linhas finas, irregularidades e perda de volume, textura e de maciez. “Em comparação com outras áreas do corpo, os lábios são extremamente sensíveis, pois não possuem a mesma concentração de glândulas sebáceas. Portanto, requerem uma atenção especial”, comenta Luzia Costa, CEO da Sóbrancelhas, rede de estética facial.

Alguns hábitos, infelizmente, podem piorar muito a saúde dos lábios, como: tabagismo, excesso de álcool e a exposição ao sol sem proteção. Além disso, essa região é constantemente utilizada em atividades diárias, como alimentação e comunicação. É de extrema importância tomar cuidados com os produtos que serão utilizados para cuidar dos lábios, observar a composição e principalmente a validade.

Para auxiliar neste cuidado essencial dos lábios, Luzia Costa, traz 4 dicas para deixa-los os lábios hidratados e bonitos por um período maior:

Esfoliação:

Fazendo esse procedimento com certa frequência ajuda a remover as células mortas, deixando uma aparência mais saudável. Você pode utilizar esfoliantes próprios para os lábios com o Esfoliante Labial, que possui princípios ativos naturais como uva e amora, 100% vegano.

Hidratantes e protetor labial:

Esses produtos precisam ser utilizados várias vezes ao dia, para a hidratação permanecer. Na estética, o produto ainda contém D-Pantenol, Vitamina E, Manteiga de Karité e Óleos Vegetais. Para deixar um aspecto ainda mais bonito, finalize com um gloss.

Beber água e alimentação saudável:

Beber água e manter uma alimentação balanceada, rica em vitaminas, minerais e ácidos graxos, são práticas essenciais para garantir a saúde e a beleza dos lábios. Uma boa hidratação interna e uma dieta nutritiva não só melhoram a aparência dos lábios, mas também contribuem para a saúde geral da pele e do corpo.

Procedimentos estéticos:

Alguns procedimentos ajudam a restaurar e destacar a beleza natural dos lábios. Por exemplo, o Hydra lips promove uma hidratação mais profunda através da aplicação de ácido hialurônico adicionado as vitaminas.

Aprenda uma receita colorida e saborosa para o dia a dia

Talharim tricolor de abobrinha, cenoura e tomate Foto: Divulgação/ Fortaleza

Colorido, leve e saboroso: o Talharim Tricolor de Abobrinha, Cenoura e Tomate é uma receita prática para o dia a dia e perfeita para deixar a mesa mais nutritiva. Uma massa soltinha e no ponto certo, acompanhada de legumes frescos que dão crocância e um toque saudável ao prato.

Finalizado com manjericão e queijo parmesão, é a pedida ideal para quem busca uma refeição rápida e com muito sabor. Confira o passo a passo!

Talharim tricolor de abobrinha, cenoura e tomate.

Ingredientes

  • 1 pacote de Fortaleza Sêmola com Ovos Talharim
  • 40 ml de azeite
  • 1 cebola cortada em tiras finas
  • 2 dentes de alho picado
  • 1 cenoura cortada em tiras finas
  • 1 abobrinha cortada em tiras finas
  • 1 bandeja de tomate cereja
  • folhas de manjericão a gosto
  • pimenta do reino a gosto
  • sal a gosto
  • queijo parmesão a gosto
Talharim tricolor de abobrinha, cenoura e tomate Foto: Divulgação/ Fortaleza

Modo de Preparo:

Faça o Talharim Fortaleza seguindo as instruções da embalagem.

Em uma panela grande, doure a cebola e o alho no azeite.

Junte a cenoura e cozinhe por 5 minutos.

Adicione o tomate e a abobrinha, cozinhe por 2 minutos.

Acerte o sal e a pimenta do reino.

Em uma travessa coloque o talharim escorrido, e adicione o molho por cima, misture levemente para incorporar.

Regue mais azeite se necessário, polvilhe o queijo e as folhas de manjericão por cima.

Tempo de Preparo: 30 minutos                       Rendimento: 06 Porções

Como diagnosticar a intolerância à lactose?

De forma geral, a intolerância pode ser diagnosticada por meio de um exame de sangue ou de um teste respiratório. Foto: Divulgação

A Lactose é um tipo de açúcar presente no leite e em seus derivados. Para que possa ser absorvida e digerida, ela sofre ação da enzima lactase, se dividindo em galactose e glicose.

Essa ação acontece no intestino, ou deveria acontecer. Isso porque, há situações em que o processo de produção dessa enzima não ocorre em quantidade suficiente. É aí que surge o problema, pois o açúcar não é absorvido de forma correta e pode provocar o mal-estar. Nessa hora entra em cena a tão conhecida intolerância à lactose.

Isadora Elias Pereira, médica gastroenterologista e professora do curso de Medicina da Uniderp comenta que, embora muitas pessoas não tenham conhecimento, intolerância e alergia à lactose são problemas distintos. A especialista explica que a alergia é uma reação anormal do sistema imunológico à proteína do leite. “A proteína é um nutriente específico essencial para o organismo e, quando o organismo se torna sensível a ela, por uma reação “exagerada” do sistema imunológico, as células de defesa se manifestam provocando reações como inchaço nos lábios, coceira, manchas vermelhas na pele, tosse e falta de ar. No caso da intolerância à lactose não há esses sintomas”, alerta.

Sobre a intolerância à lactose o açúcar não é absorvido de forma correta e pode provocar o mal-estar. Foto: Pixabay

“A intolerância pode ser classificada de três forma: congênita, quando a criança já nasce com a deficiência; primária, quando ocorre de forma gradativa com o passar da idade; ou secundária, quando decorre devido à presença de outra doença intestinal”, destaca.

Como diagnosticá-la

De forma geral, a intolerância pode ser diagnosticada por meio de um exame de sangue ou de um teste respiratório. Na primeira opção, é feita a ingestão de uma quantidade pré-determinada de lactose e, em seguida são colhidas amostras de sangue para realizar a medida de glicose encontrada antes e depois da introdução da lactose. Na segunda, o teste de hidrogênio expirado, o paciente também ingere a lactose, e caso o paciente não consiga absorvê-la de maneira adequada no intestino, ocorre aumento da produção de hidrogênio, que é eliminado pelos pulmões e quantificado através de um aparelho que o paciente assopra.

Tratamento

É possível ter uma vida normal sendo intolerante à lactose, mas a médica alerta que é imprescindível seguir o tratamento indicado pelo especialista que acompanha o paciente. “Não há cura para a intolerância à lactose (exceto a de origem secundária), mas há maneiras de reduzir substancialmente os sintomas que causam desconforto e a mudança na dieta é a principal delas, eliminando o leite e produtos derivados ou consumindo produtos sem lactose. Recorrer à lactase sintética, comercializada em forma de pílulas ou comprimidos é uma segunda opção. Ela é ingerida antes das refeições que contenham leite e derivados para reduzir o desconforto e deve ser recomendada pelo médico”, completa.

É possível ter uma vida normal sendo intolerante à lactose, mas a médica alerta que é imprescindível seguir o tratamento indicado pelo especialista. Foto: RDNE Stock project Pexels

De forma gradativa pode ser avaliada pelo profissional da saúde a possibilidade de reintroduzir tais alimentos no cardápio, em quantidades variáveis, principalmente utilizando os recursos da enzima lactase sintética e consumo de leite e derivados isentos de lactose, não só para manter a dosagem de cálcio, como a de nutrientes que, junto à vitamina D, contribuem para a formação de massa óssea de forma saudável.

Cavalo puro-sangue lusitano: a joia do Alentejo

Entre vinhedos, montados e extensas planícies, o Alentejo preserva um dos maiores patrimônios equestres de Portugal: o Cavalo Puro-Sangue Lusitano, considerada a raça de sela mais antiga do mundo ocidental. Inteligente, elegante, dócil e extremamente versátil, o Lusitano é um dos grandes símbolos da cultura portuguesa e o Alentejo é um dos seus principais berços.

As coudelarias preservam séculos de tradição, enquanto as experiências equestres permitem descobrir o território de forma autêntica, contemplando paisagens únicas, saboreando a gastronomia regional e vivenciando uma cultura que mantém viva uma das mais importantes heranças de Portugal.

Experiência para para diferentes níveis de experiência – crédito São Lourenço do Barrocal

Percorrer o Alentejo montado em um Lusitano é uma forma única de descobrir a região. Os passeios atravessam campos, vinhas, olivais, lagos e pequenas aldeias históricas, proporcionando uma imersão na vida rural alentejana. Para quem nunca teve contato com cavalos, há atividades de iniciação, aulas de volteio e passeios de charrete, enquanto cavaleiros mais experientes podem desfrutar de trilhas, aulas de adestramento e percursos por cenários naturais de rara beleza.

Confira abaixo alguns espaços e atividades com cavalos no Alentejo.

Coudelaria de Alter Real

Fundada em 1748 por ordem do rei D. João V, a histórica Coudelaria de Alter Real é uma das mais importantes referências da criação do Cavalo Lusitano em Portugal. Localizada na Tapada do Arneiro, se dedica à preservação da linhagem Alter Real e ao preparo dos cavalos que integram a Escola Portuguesa de Arte Equestre.

Além da visita às cavalariças, os visitantes podem conhecer o Centro Interpretativo, a Casa dos Trens (que reúne uma coleção de carros de cavalos históricos) e observar os grandes reprodutores da coudelaria. A programação inclui ainda batismo a cavalo, aulas de volteio, lições de equitação, passeios a cavalo e agradáveis passeios de charrete pelos campos da propriedade.

Coudelaria de Alter – Crédito: Turismo do Alentejo

Herdade da Malhadinha Nova

No coração do Baixo Alentejo, em Albernoa, a Herdade da Malhadinha Nova combina hotelaria, enoturismo e uma reconhecida criação de Cavalos Puro-Sangue Lusitano. A coudelaria nasceu em 2008 e hoje reúne dezenas de exemplares destinados ao treino, competição e turismo equestre.

Entre as experiências disponíveis estão passeios entre as vinhas, cavalgadas pelos campos da propriedade, aulas particulares de equitação, iniciação ao adestramento e atividades de volteio, sempre acompanhadas por profissionais especializados.

Cavalos Lusitanos na Herdade da Malhadinha Nova – Crédito: Turismo do Alentejo

São Lourenço do Barrocal

Próximo à vila medieval de Monsaraz, o São Lourenço do Barrocal oferece uma experiência em que a hospitalidade e o turismo equestre se completam. Nesta herdade, os cavalos Lusitanos conduzem os visitantes por trilhas que passam por oliveiras centenárias, vinhas, monumentos megalíticos, margens do lago Alqueva e pelo histórico Castelo de Monsaraz.

O programa inclui passeios a cavalo para diferentes níveis de experiência, charretes, aulas de volteio, trilhas especiais durante a lua cheia e roteiros que terminam com degustações de vinhos em meio à natureza, tornando a experiência ainda mais especial.

Cavalos Lusitanos conduzem os visitantes por passeios em Monsaraz – Crédito: São Lourenço do Barrocal

Torre de Palma

Neste elegante hotel vínico, a cultura dos cavalos ocupa lugar de destaque. O centro equestre oferece atividades para todas as idades e níveis de experiência, desde workshops de iniciação e aulas de volteio até passeios a cavalo e charrete pelas vinhas, olivais e ruínas romanas da propriedade.

Entre as experiências mais procuradas está o passeio de charrete seguido por um piquenique com sabores típicos do Alentejo, uma forma relaxante de apreciar a paisagem e conhecer a riqueza gastronômica da região.

Para quem busca experiências genuínas, o Alentejo revela-se um destino onde história, natureza, hospitalidade e tradição equestre se encontram em perfeita harmonia.

Horse Center Torre de Palma – crédito Turismo do Alentejo