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Ralph Lauren lança coleção de luxo exclusiva para Wimbledon

Foto: Divulgação/Ralph Lauren

A Ralph Lauren confirmou o seu retorno como Fornecedora Oficial de The Championships, Wimbledon. Consolidando uma parceria de longa data, a grife norte-americana inicia sua terceira década consecutiva junto ao torneio e mantém um feito histórico: é a primeira e única marca de moda nos 149 anos de história de Wimbledon a ocupar o posto de Fornecedora Oficial da competição.

Com quase 60 anos de trajetória inspirada no universo esportivo, a Ralph Lauren celebra o torneio de tênis de 2026 levando o espírito das quadras para uma audiência global. A marca planejou uma série de ativações imersivas que ocorrerão simultaneamente em Londres, Nova York e Hong Kong, englobando vitrines especiais, experiências de varejo de luxo e narrativas visuais focadas na tradição do esporte.

Com quase 60 anos de trajetória inspirada no universo esportivo, a Ralph Lauren celebra o torneio de tênis de 2026 levando o espírito das quadras para uma audiência global. Foto: Divulgação/Ralph Lauren

As Novas Coleções: Do Artesanal ao Contemporâneo

Para esta temporada, a marca apresenta duas linhas exclusivas:

  • Coleção Wimbledon Purple Label: Pela primeira vez na história da parceria, a marca lança uma coleção cápsula Purple Label focada no torneio. Produzida artesanalmente na Itália, a linha aposta na sofisticação com peças como a jaqueta reversível Wimbledon Forsythe (em sarja de algodão e cashmere), cardigans de tricô trançado e o tradicional suéter Polo Bear em cashmere com detalhes em linho e couro. A linha será vendida em lojas selecionadas ao redor do mundo e no e-commerce da marca.
Pela primeira vez na história da parceria, a marca lança uma coleção cápsula Purple Label focada no torneio. Foto: Divulgação/Ralph Lauren
  • Coleção Cápsula Polo Ralph Lauren x Wimbledon 2026: Focada na união entre esporte, tradição e luxo contemporâneo, a linha traz releituras modernas dos clássicos trajes brancos do tênis, além de silhuetas esportivas com gráficos bordados. Os destaques ficam para a camisa camp em linho e seda com motivos florais, o vestido Wimbledon Performance Dress e a bolsa Wimbledon Tennis Bag.

Além das novas peças, a marca disponibilizará uma seleção de peças vintage exclusivas da Polo Ralph Lauren produzidas entre 2006 e 2020 na loja da New Bond Street, na RL Club Shop em Sloane Square e nas lojas oficiais do complexo.

Experiências de Luxo no Complexo de Wimbledon

Dentro do complexo onde ocorrem as partidas, a área Southern Village abrigará a The Boutique & Café by Ralph Lauren, um espaço voltado à gastronomia e varejo de luxo. Equipado com uma área ao ar livre repleta de cadeiras de bistrô e arranjos florais nas cores branca e verde (ícones do torneio), o espaço servirá bebidas leves, lanches e o tradicional sorvete soft serve da marca.

Dentro do complexo onde ocorrem as partidas, a área Southern Village abrigará a The Boutique & Café by Ralph Lauren, um espaço voltado à gastronomia e varejo de luxo. Foto: Divulgação/Ralph Lauren

Já para o público que aguarda na famosa fila de Wimbledon (The Queue), a grife montou uma experiência imersiva inspirada nos testes físicos reais aplicados nos tradicionais boleiros e boleiras do torneio. Os visitantes poderão testar agilidade, velocidade e reflexos para ver se têm o perfil necessário para atuar na mítica Centre Court.

“Summer of Sport” em Sloane Square com Transmissão ao Vivo

Em Londres, a Ralph Lauren transforma a praça Sloane Square em um espaço de imersão de quatro semanas criado para reunir gerações. No centro da praça, o espaço RL Clubhouse oferecerá painéis ao vivo, oficinas de decoração de biscoitos, oficinas de arranjos florais e jogos ao ar livre para toda a família. O local conta ainda com grandes esculturas de grama inspiradas no Polo Bear.

O espaço funciona como uma plataforma de exibição para transmissões ao vivo dos jogos de Wimbledon, permitindo que o público acompanhe as partidas em tempo real. Para acompanhar o evento, um pop-up do Ralph’s Coffee oferece Pimm’s, sorvetes e limonadas — vale destacar que o café Lavazza será servido com exclusividade como o Café Oficial do torneio no local.

Em Londres, a Ralph Lauren transforma a praça Sloane Square em um espaço de imersão de quatro semanas criado para reunir gerações. Foto: Divulgação/Ralph Lauren

O espaço em Sloane Square funciona de segunda a sábado, das 10h às 20h, e aos domingos, das 12h às 18h, com horários estendidos previstos para o fim de semana das grandes finais do torneio.

O impacto oculto dos fogos na saúde dos animais

O barulho de fogos de artifício, buzinas e comemorações ruidosas altera a rotina dos lares e impacta de forma direta o comportamento e a saúde de cães e gatos. Foto: Divulgação

Grandes eventos esportivos e festividades tradicionais trazem um desafio frequente e preocupante para os tutores de animais de estimação. O barulho de fogos de artifício, buzinas e comemorações ruidosas altera a rotina dos lares e impacta de forma direta o comportamento e a saúde de cães e gatos, exigindo atenção redobrada com o manejo preventivo dentro de casa.

A reação de pânico que muitos pets apresentam diante dos estampidos possui uma explicação fisiológica clara: cães e gatos têm uma capacidade auditiva muito superior à humana, conseguindo captar sons em frequências mais amplas e em volumes extremamente intensos.

Cães e gatos têm uma capacidade auditiva muito superior à humana, conseguindo captar sons em frequências mais amplas e em volumes extremamente intensos. Foto: Divulgação

“Os estampidos dos fogos de artifício, associados às vibrações, flashes luminosos e à imprevisibilidade do ambiente, são interpretados pelo animal como uma ameaça. Eles não conseguem identificar a origem desse som, o que aumenta a sensação de insegurança e desencadeia a reação imediata de querer fugir e procurar um local seguro”, explica a médica-veterinária Jessica Moreira, gerente Nacional de Serviços Técnicos da Biogénesis Bagó Pet.

Os Riscos do Estresse Agudo para a Saúde

As consequências do medo englobam fatores comportamentais e físicos sérios. Diante de uma situação compreendida como perigo iminente, o organismo do animal reage de forma instintiva.

“Quando o animal se sente estressado e acuado, ele passa a apresentar tremores, fica ofegante e com salivação intensa, podendo desencadear posteriormente taquicardia e aumento da pressão arterial. Isso pode se agravar de forma severa, principalmente se ele já possui alguma doença crônica, como cardiopatias, ou no caso de animais idosos”, alerta a especialista.

Além dos danos internos, o desespero provoca tentativas de fuga intempestivas. Esse comportamento frequentemente resulta em acidentes domésticos graves, traumas físicos e desaparecimento dos animais.

As consequências do medo englobam fatores comportamentais e físicos sérios. Foto: Magnific

Manejo do Ambiente e Cuidado Preventivo

Amenizar o sofrimento dos pets exige um planejamento estruturado por parte do tutor. No dia dos eventos ruidosos, a recomendação técnica é manter portas e janelas trancadas, usar cortinas grossas e deixar a televisão ligada ou utilizar aparelhos de ruído branco para ajudar a camuflar o som externo.

“O responsável pelo pet deve disponibilizar brinquedos e petiscos próprios para distração, evitar punições ou reforçar comportamentos de medo e permanecer próximo ao pet. É preciso respeitar o espaço dele, mas mantê-lo sempre sob supervisão”, orienta Jessica Moreira.

O responsável pelo pet deve disponibilizar brinquedos e petiscos próprios para distração, evitar punições ou reforçar comportamentos de medo e permanecer próximo ao pet. Foto: Magnific

Para obter melhores resultados no controle da ansiedade, o cuidado deve começar bem antes das comemorações. A rotina do animal precisa incluir gastos de energia com atividades físicas e enriquecimento ambiental constante. Especialistas destacam que técnicas de dessensibilização, condicionamento positivo e o suporte de suplementos nutricionais voltados ao bem-estar emocional apresentam efeitos mais consolidados quando iniciados com, no mínimo, três dias de antecedência aos eventos ruidosos.

Suporte Nutricional como Estratégia Aliada

Como parte dessa estratégia de cuidado e suporte, o mercado veterinário dispõe de soluções focadas no equilíbrio metabólico dos animais em momentos de estresse. O portfólio da Biogénesis Bagó Pet, por exemplo, conta com a linha Nutrisana Pet Akalme. A versão em tabletes mastigáveis e palatáveis combina triptofano, aminoácidos essenciais, vitaminas e o probiótico Saccharomyces boulardii, nutrientes que contribuem para a manutenção do metabolismo e o bem-estar geral.

A companhia também disponibiliza uma versão em seringa, que traz uma formulação exclusiva com triptofano, prebióticos MOS e FOS, vitaminas B3 e B6, além de betaglucana. Juntos, o triptofano e os aminoácidos participam diretamente da síntese de neurotransmissores no organismo do animal.

“Com a combinação desses ativos, contribuímos para um ambiente favorável ao metabolismo de nutrientes importantes para o organismo, podendo ser utilizado tanto em situações pontuais quanto para o manejo de animais intensamente ansiosos”, finaliza a médica-veterinária.

Fatos vs. Narrativas: o combate que define a sociedade

Foto: Magnific

*Por Ricardo Viveiros

Ricardo Viveiros. Crédito: divulgação.

Depois das eleições municipais de 2024, foi dada a largada para as presidenciais em 2026. E o Brasil debate um tema cada vez mais relevante: Fake News. Pesquisa do Instituto DataSenado revela que 81% dos brasileiros acreditam que as notícias falsas podem influenciar significativamente os resultados eleitorais. Tal dado relevante destaca a urgência de aprofundarmos o debate sobre desinformação e suas consequências para a democracia.

De acordo com o mesmo levantamento, 72% dos entrevistados relataram ter encontrado notícias falsas nas redes sociais nos últimos seis meses que antecederam as eleições do ano passado. Essa realidade levanta preocupações sobre a integridade do processo eleitoral, uma vez que a disseminação de informações enganosas pode distorcer a percepção pública e manipular a opinião dos eleitores. A produção de Fake News é prática desonesta, que adultera informações e busca mudar a verdade. Tem crescido com o mal uso da inteligência artificial, porque a burrice natural segue sendo uma triste realidade.

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) das Fake News, que investiga a propagação de desinformação nas redes sociais, foi criada no parlamento federal para enfrentar esse desafio. No entanto, suas atividades foram suspensas durante a pandemia, e seu futuro permanece incerto. A necessidade de um combate mais rigoroso às Fake News, com um olhar especial para 2026, poderá evitar um impacto perigoso sobre os resultados das urnas.

Tal dado relevante destaca a urgência de aprofundarmos o debate sobre desinformação e suas consequências para a democracia. Foto;

A pesquisa “Panorama Político” do DataSenado, realizada entre junho de 2024, entrevistou mais de 21 mil brasileiros de todos os estados e revelou que 72% dos usuários de redes sociais desconfiam de notícias que encontram online. Esse sentimento é um reflexo da dificuldade em identificar informações falsas, com 50% dos entrevistados considerando difícil a tarefa. A polarização política também desempenha um papel importante, com 29% dos brasileiros se identificando como de direita, 15% de esquerda e 11% de centro. Enquanto 40% não se alinham a nenhuma corrente política fato que preocupa pois mostra a perigosa desesperança dos eleitores com a política. Cinco por cento sequer responderam.

A responsabilidade das plataformas de redes sociais na disseminação de fake news é outro ponto crucial. A pesquisa indica que 81% da população acredita que essas empresas devem ser responsabilizadas ao não impedir a propagação de informações falsas. Isso sugere um apoio crescente na implementação de filtros e políticas de moderação mais rigorosos. Mas, o que temos observado na prática é o contrário, como na decisão do executivo do Grupo Meta, que controla Facebook, Instagram e WhatsApp, o americano Mark Zuckerberg, anunciando o fim da checagem de fatos em suas plataformas. Ele usa a questionável justificativa de que há erros nos mecanismos de checagem, gerando censura. E visando apenas lucro, esquece que liberdade de expressão exige responsabilidade de expressão.

Por fim, a pesquisa do DataSenado revela que um terço dos brasileiros está insatisfeito com a democracia, embora 66% ainda acreditem que é a melhor forma de governo. Esse desagrado pode ser exacerbado pela desinformação, que mina a confiança nas instituições democráticas. É fundamental fortalecê-las e garantir que o processo eleitoral seja transparente e justo. Que mentiras não contaminem os eleitores, ludibriando os fatos com falsas versões.

O combate às fake news é uma questão urgente que requer a participação de todos os setores da sociedade. Foto: Pexels

Para identificar fake news, deve-se observar: títulos exagerados; erros de ortografia em gramática; mensagens que incentivam o compartilhamento rápido; e a falta de fontes confiáveis estes são alguns dos indícios de que a informação pode ser enganosa. A conscientização sobre como reconhecer fake news é uma ferramenta essencial para proteger a democracia e garantir que os eleitores façam escolhas conscientes e baseadas na realidade.

O combate às fake news é uma questão urgente que requer a participação de todos os setores da sociedade. À medida que nos aproximamos das eleições de 2026, é vital que os cidadãos estejam cientes dos riscos da desinformação e que as instituições trabalhem para garantir um ambiente eleitoral correto e transparente. A manutenção do estado democrático de direito, das liberdades constitucionais e da justiça social são nosso valioso patrimônio.

Ricardo Viveiros, jornalista, professor e escritor, é doutor em Educação, Arte e História da Cultura; autor, entre outros, de “A Vila que Descobriu o Brasil” (Geração), “Justiça Seja Feita” (Sesi-SP) e “Memórias de um Tempo Obscuro” (Contexto).

O frio realmente causa doenças respiratórias?

Foto: Pexels

A chegada dos dias frios costuma vir acompanhada de um aumento automático de tosses, espirros e congestionamentos nasais. Em 2026, no entanto, esse cenário ganhou contornos mais preocupantes. Dados do Instituto Todos pela Saúde revelam que os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) causados pelo vírus influenza quase dobraram no país no primeiro trimestre deste ano, saltando de 1.838 registros em 2025 para 3.584 no mesmo período atual.

Essa alta expressiva decorre de uma soma de fatores: as baixas temperaturas alteram os mecanismos naturais de defesa do corpo humano, favorecem a circulação dos agentes infecciosos e modificam os hábitos da população, que passa a se concentrar em locais fechados e com pouca ventilação.

As baixas temperaturas alteram os mecanismos naturais de defesa do corpo humano. Foto: Magnific

Para esclarecer o que é fato e o que é apenas crença popular, a Dra. Claudia Friedrich, médica radiologista especialista em imagem abdominal e torácica da Fundação Instituto de Diagnóstico por Imagem (FIDI), detalha os principais mitos e verdades sobre a saúde pulmonar no inverno.

Mitos e Verdades Sobre as Doenças de Inverno

  • Mito: O frio, sozinho, causa gripe. Não exatamente. A gripe é uma infecção viral e não uma consequência direta da temperatura baixa. Contudo, pesquisas do Journal of Allergy and Clinical Immunology mostram que o resfriamento da cavidade nasal diminui a liberação de vesículas extracelulares — estruturas que capturam e neutralizam os vírus antes que invadam o corpo. O ar seco também prejudica os cílios respiratórios, que limpam as vias aéreas, e o hábito de ficar em locais fechados acelera o contágio.
A gripe é uma infecção viral e não uma consequência direta da temperatura baixa.
  • Verdade: Pessoas com doenças respiratórias sofrem mais no inverno. Sim. Quem convive com asma, bronquite, fibrose pulmonar ou Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) possui maior sensibilidade ao clima frio e seco. Esse ar pode irritar as vias aéreas, desencadeando falta de ar, chiados e crises agudas.
  • Mito: Só os idosos precisam se preocupar. Não. Embora a terceira idade faça parte do grupo de maior vulnerabilidade, crianças pequenas, gestantes, indivíduos imunossuprimidos e portadores de comorbidades crônicas também correm sérios riscos de sofrer complicações decorrentes de infecções respiratórias.

Cuidados Práticos e o Papel dos Exames de Imagem

  • Verdade: Abrir as janelas ajuda a prevenir infecções. Sim. Mesmo nas datas mais frias, manter os cômodos ventilados é uma das barreiras mais eficientes para reduzir a concentração de vírus suspensos no ar, diminuindo o contágio em residências, escritórios, escolas e transportes públicos.
  • Mito: Exames de imagem só servem para os casos graves. Não necessariamente. Embora raios-X e tomografias não sejam recomendados para resfriados simples, eles são cruciais quando os sintomas persistem ou há suspeita de complicações. Hoje, a tomografia computadorizada de alta resolução é uma das principais aliadas médicas para mapear alterações pulmonares precoces.
  • Verdade: Sintomas que duram semanas merecem atenção médica. Sim. Tosses, cansaço ou falta de ar que ultrapassam três semanas não devem ser ignorados ou rotulados apenas como uma “gripe mal curada”. Esses sinais duradouros podem indicar desde infecções prolongadas até quadros de fibrose ou tumores em estágio inicial.

Como Proteger os Pulmões Durante a Estação Fria?

A prevenção exige medidas relativamente simples, mas que fazem a diferença no dia a dia:

  • Manter o calendário de vacinação atualizado;
  • Higienizar as mãos com frequência;
  • Evitar aglomerações em espaços sem circulação de ar;
  • Manter uma boa hidratação diária;
  • Monitorar de perto as doenças respiratórias preexistentes;
  • Buscar orientação médica especializada caso os sintomas persistam.
Buscar orientação médica especializada caso os sintomas persistam. Foto: Pexels

Diante do avanço dos vírus respiratórios e do envelhecimento progressivo da população, o diagnóstico preventivo e a atenção aos sinais do corpo continuam sendo os caminhos mais eficazes para garantir um tratamento simples e preservar a qualidade de vida.

Cinco detalhes no cabelo que mudam a sua aparência

Foto: Magnific

Existe uma crença bastante difundida no universo da beleza de que basta cortar o cabelo mais curto, apostar em uma franja ou seguir a tendência do momento para conquistar uma aparência rejuvenescida. No entanto, sob a ótica do visagismo, essa relação é muito mais complexa. Mais do que o comprimento dos fios, o que realmente dita a percepção visual é a harmonia entre o corte, os traços faciais, a textura capilar e a identidade de cada indivíduo.

Para Robison Daniel Veiga Rodrigues, cabeleireiro e especialista em visagismo com mais de 25 anos de experiência, não existem regras universais quando o assunto é rejuvenescimento. O resultado real depende de uma análise individualizada.

Robison Daniel Veiga Rodrigues, cabeleireiro e especialista em visagismo. Foto: Divulgação

“No visagismo, antes de escolher um corte, buscamos criar harmonia entre a identidade da pessoa e a mensagem que ela deseja comunicar. O objetivo não é fazer alguém parecer mais jovem a qualquer custo, mas construir uma imagem equilibrada, natural e autêntica”, explica o especialista.

Para detalhar esses aspectos, o visagista listou cinco fatores essenciais que influenciam diretamente a nossa imagem. Confira:

1. Linhas Rígidas Deixam o Visual Mais Sério

Cortes com linhas excessivamente retas e sem movimento costumam comunicar firmeza, racionalidade e controle. Dependendo das características de cada rosto, essa rigidez pode deixar a expressão facial mais austera. Em contrapartida, cortes que incorporam camadas, desconexões suaves e movimento tendem a transmitir leveza, dinamismo e naturalidade, suavizando traços fortes ou mandíbulas marcadas.

Cortes com linhas excessivamente retas e sem movimento costumam comunicar firmeza, racionalidade e controle. Foto: Magnific

2. O Comprimento dos Fios Não Determina a Idade

Um dos maiores mitos do mercado da beleza é acreditar que cabelos curtos rejuvenescem automaticamente ou que fios longos envelhecem. De acordo com Robison, a sensação de juventude está muito mais ligada ao movimento, à saúde capilar e às proporções do corte.

“Cabelos longos podem transmitir vitalidade quando apresentam leveza e brilho. Da mesma forma, cortes curtos também rejuvenescem quando respeitam a estrutura facial e valorizam os traços da pessoa”, pontua. Para quem busca um meio-termo, os cortes médios aparecem como escolhas versáteis entre sofisticação e praticidade.

Cabelos longos podem transmitir vitalidade quando apresentam leveza e brilho. Foto: Magnific

3. Franjas Funcionam — Desde que Bem Indicadas

As franjas continuam entre os recursos mais utilizados para suavizar a fisionomia, mas nem todas funcionam para todo mundo. Quando bem planejadas, elas emolduram o olhar, equilibram proporções faciais, suavizam a região da testa e trazem movimento. Modelos como a franja cortina (curtain bangs), versões laterais longas e franjas desfiadas estão entre as mais indicadas, desde que respeitem o formato do rosto e a textura dos fios.

As franjas continuam entre os recursos mais utilizados para suavizar a fisionomia, mas nem todas funcionam para todo mundo. Foto: Magnific

4. Valorização da Textura Natural traz Espontaneidade

Cada tipo de cabelo — seja liso, ondulado, cacheado ou crespo — possui um comportamento próprio e exige técnicas específicas de corte. Quando o desenho do cabelo respeita e acompanha a sua textura natural, o resultado transmite espontaneidade, autenticidade e leveza. Além disso, reduz a dependência de finalizações excessivas e fontes de calor, que muitas vezes criam um aspecto artificial.

Cada tipo de cabelo — seja liso, ondulado, cacheado ou crespo — possui um comportamento próprio e exige técnicas específicas de corte. Foto: Magnific

5. Manter o Mesmo Corte por Décadas Passa Ideia de Estagnação

Encontrar um visual que funcione não significa que ele deva permanecer inalterado para sempre. Assim como o rosto muda com o passar dos anos, o estilo pessoal também evolui. Pequenas atualizações periódicas mantêm a imagem atual sem fazer a pessoa perder a própria identidade.

Para Robison, renovar o corte não significa seguir modismos passageiros, mas sim adaptar o visual ao momento atual da vida. “O cabelo é uma das principais ferramentas de comunicação da imagem pessoal. Quando o corte conversa com os traços do rosto, com a personalidade e com a fase que a pessoa está vivendo, o resultado transmite equilíbrio e confiança. O objetivo não é copiar tendências, mas valorizar aquilo que torna cada pessoa única”, conclui.

Futebol como alívio: o tabu do tempo produtivo

Foto: Magnific

*Por Lucas Freire

Lucas Freire. Foto: Divulgação

Há uma cena que se repete em cada canto do Brasil e que, se analisada friamente, parece não fazer sentido: adultos cheios de boletos para pagar, empregos para dar conta e filhos para criar interrompem a rotina para assistir a onze pessoas correndo atrás de uma bola. A atividade não gera renda, não resolve os problemas do cotidiano, não emagrece e nem enriquece ninguém. Mesmo assim, metade do país organiza a sua semana em função dos horários das partidas. Torcer, afinal, tornou-se uma das poucas ações humanas realizadas sem a exigência de um motivo produtivo aparente.

Essa dinâmica está diretamente ligada ao conceito de Play (o ato de jogar ou brincar). Trata-se da capacidade humana de realizar algo pelo simples prazer da ação, sem que ela precise ter uma utilidade prática. Enquanto as crianças dominam essa arte de forma natural, os adultos a desaprendem progressivamente, pressionados pela ideia de que cada minuto do dia deve ser útil. O descanso passa a ser visto como uma forma de “recarregar as energias para produzir mais”, os hobbies são transformados em fontes de “renda extra” e as brincadeiras dos filhos são terceirizadas para escolinhas focadas em desenvolver competências futuras. Nesse cenário, parar para assistir a um jogo funciona como um pequeno ato de rebeldia: por 90 minutos, entrega-se o tempo a algo sem serventia prática, mas que ainda assim importa.

Essa dinâmica está diretamente ligada ao conceito de Play (o ato de jogar ou brincar). Foto: Pixabay

O Estado de “Flow” e as Lições do Gramado

Quem está dentro de campo vivencia esse processo de forma ainda mais intensa. Durante uma partida, as preocupações com as contas do dia seguinte desaparecem. As decisões precisam ser tomadas em frações de segundo, fazendo com que o corpo responda antes mesmo do raciocínio lógico. A psicologia define esse mergulho absoluto no instante presente como Flow (fluxo) — um estado de envolvimento tão profundo em que o tempo parece sumir e o resto do mundo fica em espera. Esse fenômeno pode ocorrer ao cozinhar, tocar um instrumento ou mergulhar, mas acontece constantemente no futebol. Quanto maior o estado de fluxo, maior é a presença e a entrega do indivíduo na atividade.

Por outro lado, o esporte também oferece uma lição realista: a de que é possível fazer tudo correto e, ainda assim, perder. Foto: Pixabay

Por outro lado, o esporte também oferece uma lição realista: a de que é possível fazer tudo correto e, ainda assim, perder. O futebol ensina de forma severa, disfarçado de diversão, a diferença entre o que está sob o controle do indivíduo e o que não está. O passe depende de quem joga, mas o resultado final nunca dependerá exclusivamente dele. Quem pratica o esporte aprende a lidar com o erro sem se desestruturar, assimilando que o controle total é impossível e que é viável encontrar satisfação mesmo diante das incertezas.

Conexão Humana Contra a Epidemia da Solidão

Outro aspecto fundamental do futebol é a sua capacidade de reunir pessoas. Integrar um time significa fazer parte de um grupo que conta com a sua presença, nota a sua ausência, comemora e lamenta em conjunto. Em uma época em que a solidão e o esgotamento mental atingem níveis alarmantes, esse senso de comunidade possui um valor significativo.

Esse vínculo se estende para além das quatro linhas. Em períodos de grandes competições, cidades inteiras interrompem suas atividades, vizinhos que não se conhecem dividem abraços e cidadãos com visões totalmente opostas unem-se pela mesma causa. Por algumas horas, o coletivo relembra a experiência de sentir em conjunto.

Por algumas horas, o coletivo relembra a experiência de sentir em conjunto. Foto: Imagem de Espelho Social por Pixabay

Evidentemente, o potencial comercial desse ecossistema não passa despercebido pelo mercado. Atualmente, o futebol é monetizado em cada detalhe: camisas funcionam como outdoors, placas ao redor do campo exibem marcas de patrocinadores, intervalos são oferecidos por grandes empresas e plataformas de apostas disputam a atenção do espectador a cada lance lateral. No entanto, o núcleo do jogo resiste. No momento em que a bola entra no ângulo, os anúncios perdem o protagonismo. O esporte permanece como um dos últimos refúgios de entretenimento puro em meio à pressão pela produtividade constante.

O Verdadeiro Oposto do Jogar

Embora seja comum associar o ato de jogar como o oposto do trabalho, a realidade clínica mostra que o verdadeiro oposto do Play é a tristeza profunda — o estado em que o interesse desaparece e tudo passa a ser encarado como obrigação. Por essa razão, manter o espaço para o jogo não é uma futilidade, mas uma questão de saúde mental. O adulto que perde totalmente a capacidade de se divertir com o lúdico não se tornou mais maduro ou sério; na maioria das vezes, encontra-se exausto e vulnerável ao adoecimento.

O futebol cumpre o papel de afastar temporariamente as obrigações ligadas ao retorno financeiro ou produtivo, devolvendo o prazer de realizar algo simplesmente por gostar. Em uma rotina pautada por metas, planilhas e prazos, dedicar uma fração do dia a uma atividade sem utilidade prática é um indicativo de equilíbrio. Afinal, uma mente saudável é aquela que preserva a capacidade de jogar.

Lucas Freire é psicólogo e autor do livro “Playfulness — Trilhas para uma vida resiliente e criativa!

Receita Junina: Aprenda a fazer Bolo Pé de Moleque perfeito

Bolo Pé de Moleque. Foto: Divulgação - Finna

Se você quer surpreender na mesa com um doce típico, o Bolo Pé de Moleque é a escolha perfeita!

Com a combinação irresistível de amendoim, leite condensado e um toque de canela, essa receita traz toda a tradição junina em cada pedaço.

Fácil de preparar e com cobertura cremosa, é ideal para compartilhar com amigos e família durante os festejos.

Bolo Pé de Moleque

Ingredientes do Bolo Pé de Moleque

  • 1 xícara de chá de margarina
  • 1 e 2/3 de xícara de chá de açúcar refinado
  • 1 xícara de chá de leite integral
  • 4 ovos separados
  • 2 e 1/2 xícaras de chá de farinha de trigo com fermento
  • 1 xicara de chá de amendoim (torrado, sem casca e moído)
Bolo Pé de Moleque. Foto: Divulgação – Finna

Ingredientes da Cobertura

  • 2 xícaras de chá de açúcar refinado
  • 2 xícaras de chá de amendoim torrado e descascado
  • 1 xicara de chá de água
  • 1 caixa de leite condensado
  • 1 caixa de creme de leite
  • 1 colher de chá de bicarbonato de sódio

Modo de Preparo:

  • Bata todos os ingredientes no liquidificador até incorporar.
  • Em potinhos untados e enfarinhados, despeje a mistura.
  • Asse-a em forno preaquecido a 200 ºC por aproximadamente 1 hora.
  • O ponto é cremoso, mas bem firme.
  • Polvilhe canela em pó por cima.