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Cozinhando para o Jeff: Caranguejada no Leite de Coco e Arroz de Hauçá

A Margarina Deline Cremosa traz para o Cozinhando para o Jeff, duas receitas inspiradas na rica culinária tradicional nordestina: uma saborosa  e um autêntico arroz de hauçá. São opções deliciosas e versáteis, ideais tanto para o almoço quanto para o jantar. Veja só:

Caranguejada ao leite de coco

Rendimento: 6 porções

Ingredientes

2 colheres (sopa) de margarina(20g)

– 1 colher (sopa) de azeite de dendê (8g)

– 1 colher (sopa) de colorau (7g)

– 1 cebola picada (110g)

– 1 pimentão verde sem sementes picado (85g)

– 2 tomates sem semente picados (250g)

– 2 pimentas-de-cheiro picadas (30g)

– 3 dentes de alho picados (9g)

– 500ml de leite de coco

– 500 ml de caldo de legumes

– 6 caranguejos grandes limpos e cozidos em água com sal (cerca de 1,2kg)

– suco de ½ limão (15ml)

– Sal a gosto

– Coentro ou cheiro-verde picado para finalizar

Foto: divulgação

Modo de Preparo

  • Em uma panela grande, coloque a margarina e o azeite de dendê para esquentar. Adicione o colorau e mexa bem.
  • Adicione a cebola, o pimentão, o tomate e a pimenta-de-cheiro e refogue bem. Coloque o alho e refogue por mais alguns minutos. Adicione o leite de coco e o caldo de legumes, e deixe molho ferver um pouco, para que fique encorpado.
  • Coloque os caranguejos cozidos na panela, adicione o suco de limão e regue com o molho.
  • Ajuste o sal do molho e desligue o fogo. Finalize com coentro ou cheiro-verde picado e sirva com arroz branco.

Arroz de Hauçá

Rendimento: 6 porções

Tempo de preparo: 60 minutos

Ingredientes

Arroz

– 1 colher (sopa) de margarina(10g)

– ½ cebola picada (55g)

– 1⅓ xícara (chá) de arroz branco (230g)

– 2½  xícaras (chá) de água quente (600ml)

– 1⅓ xícara (chá) de leite de coco (315ml)

– Sal a gosto

Carne seca

– 2 colheres (sopa) de margarina (20g)

– 1 colher (sopa) de azeite de dendê (8g)

– ½ cebola cortada em fatias finas (55g)

– 250 gramas de carne seca cozida e desfiada

– 1 xícara (chá) de leite de coco (240ml)

– Cheiro-verde picado a gosto

Camarão

– 1 colher (sopa) de margarina (10g)

– 1 colher (sopa) de azeite de dendê (8g)

– 300 gramas de camarão fresco médio limpo

– ½ cebola picada (55g)

– 2 dentes de alho picados (6g)

– 1 tomate sem pele e sem semente picado (120g)

– ½ pimenta dedo-de-moça (7g)

– Suco de ½  limão (15ml)

– 1⅓ xícara (chá) de leite de coco (315ml)

– Sal a gosto

– Cheiro-verde picado a gosto

Foto: divulgação

Modo de Preparo

Arroz

  1. Em uma panela em fogo médio, derreta a margarina e refogue a cebola picada. Coloque o arroz, tempere com sal e adicione a água quente. Cozinhe por cerca de 20 minutos em fogo baixo, ou até que o arroz esteja macio e a água tenha secado.
  2. Desligue o fogo e acrescente o leite de coco, misturando bem. Unte uma forma de furo no meio e coloque o arroz dentro da forma. Reserve.

Carne seca

  1. Em uma panela em fogo médio,  derreta a margarina com o azeite de dendê. Refogue as fatias de cebola e acrescente em seguida a carne seca desfiada, mexendo bem.
  2. Ajuste o sal, e acrescente o leite de coco. Desligue o fogo, tempere com o cheiro-verde picado e reserve.

Camarão

  1. Em uma panela em fogo médio,  misture a margarina e o azeite de dendê. Coloque os camarões e deixe por cerca de 2 minutos de cada lado, apenas tempo suficiente para que fiquem dourados. Retire-os da frigideira e reserve.
  2. Acrescente a cebola picada e refogue bem. Em seguida, adicione o alho picado e refogue-o. Coloque o tomate picado e a pimenta dedo-de-moça, e refogue por cerca de 5 minutos.
  3. Coloque os camarões grelhados novamente na frigideira e tempere com o suco do limão e sal a gosto. Adicione o leite de coco e mexa bem. Desligue o fogo e reserve.

Montagem

  1. Desenforme o arroz com leite de coco em uma travessa. Coloque a carne seca no centro e ao redor do arroz.
  2. Disponha os camarões em cima da carne seca e regue com o molho do camarão. Salpique com cheiro-verde e sirva em seguida.

…Bom dia! “Mude seus pensamentos e você muda seu mundo”

…Um abraço aos aniversariantes de hoje: Wilson Vieira Loubet, Isamara Andrighetto Hardoim, Gabriela Figueiredo Melke, Dani Arroyo Vargas, Wilson Marreo Valdez, Claryza Danielle Viveiros, Larissa Yukie Kido, Priscilla Lemos Colman, Carolina Orantes, Thai Takahashi, Nedi Lucia Mendes, Ana Marcia Belmonte de Arruda, Teixeira Lima Norma, e Andreza Araújo. Happy birthday!

… A Harley-Davidson e a MotoGP™ anunciaram oficialmente a criação da Harley-Davidson Bagger World Cup, juntamente com seu calendário completo de corridas para 2026, marcando o lançamento da primeira competição global, dedicada às motocicletas bagger de alta performance, da Harley-Davidson.
O anúncio ocorreu em uma coletiva de imprensa no icônico Red Bull Ring, na Áustria. A série, composta por seis etapas, terá início no próximo ano e levará a potência do motor V-Twin americano a lendários circuitos nos Estados Unidos e na Europa.
Evento marcou o lançamento da primeira competição de motocicletas bagger da Harley-Davidson. Crédito: divulgação.
… A série começa nos Estados Unidos, segue para a Europa e alcança o palco mundial. Das colinas de Mugello às históricas retas de Silverstone, a Harley-Davidson Bagger World Cup une a performance americana com a competição internacional em um eletrizante campeonato de seis rodadas

As causas do autismo no centro do debate

Foto: Freepik

*Por Lucelmo Lacerda

Foto: Divulgação

Vamos imaginar que um governo compre a tese de há um fator ambiental predominante do Transtorno do Espectro Autista e queira fazer estudos para avaliar se isto é verdade e quais seriam esses fatores. Para entendermos como isso poderia ser feito é preciso, antes de tudo, compreender como uma pesquisa séria e bem conduzida precisaria ser estruturada.

Investigações dessa natureza não se resolvem em meses, tampouco com uma única equipe ou um laboratório isolado. Exigem décadas de acompanhamento, bilhões de dólares em financiamento, grandes equipes interdisciplinares e uma metodologia de altíssimo rigor.

Por exemplo, para avaliar se a exposição a metais pesados como mercúrio ou chumbo pode influenciar o desenvolvimento de TEA, o desenho ideal envolveria o acompanhamento de milhares de gestantes e seus filhos ao longo de muitos anos.

os diagnósticos de autismo precisariam ser padronizados e realizados por profissionais altamente treinados, garantindo uniformidade nos critérios e nos métodos. Imagem de jcomp no Freepik

Seria necessário medir os níveis dessas substâncias no sangue, na urina, no ambiente em que vivem, desde a gestação até a infância, controlando outras variáveis como genética, alimentação, condições socioeconômicas e acesso à saúde.

Além disso, os diagnósticos de autismo precisariam ser padronizados e realizados por profissionais altamente treinados, garantindo uniformidade nos critérios e nos métodos.

Já se a proposta fosse estudar a influência da alimentação como o consumo de ultraprocessados, deficiências nutricionais ou exposição a aditivos químicos o desafio seria ainda maior. A dieta humana é extremamente variada e mutável, o que exigiria um controle minucioso da alimentação diária de milhares de pessoas por um período prolongado.

Após anos, avaliações diagnósticas homogêneas entre as populações poderiam indicar se houve alguma diferença significativa. Foto: Mikhail Nilov

Além disso, seria necessário combinar esses dados com informações genéticas, ambientais e sociais para que as conclusões fossem realmente válidas.

Outra metodologia, mais rara, mas teoricamente possível, envolveria o uso de políticas públicas como parte da pesquisa: selecionar cidades, por sorteio, para implementar restrições rigorosas ao uso de certos produtos suspeitos (como microplásticos, pesticidas ou aditivos), enquanto outras permaneceriam sem mudanças.

Após anos, avaliações diagnósticas homogêneas entre as populações poderiam indicar se houve alguma diferença significativa. Todos esses exemplos têm algo em comum: são caros, longos e complexos. Não há atalhos.

Diante dessa realidade, soa no mínimo ingênuo o anúncio feito pelo Secretário de Saúde dos EUA, Robert F. Kennedy Jr., de que até setembro serão publicados estudos capazes de apontar quais toxinas seriam as responsáveis pela “epidemia de autismo”. A própria ideia de epidemia, nesse contexto, já carrega um equívoco: esse termo se aplica a doenças infecciosas, não a condições de base genética como o TEA.

O que os melhores estudos científicos mostram até agora é que cerca de 98% da influência no autismo está associada a fatores genéticos. O aumento nos diagnósticos tem sido explicado principalmente pela ampliação dos critérios diagnósticos, pelo maior acesso aos serviços de saúde e pela formação mais qualificada dos profissionais.

O que os melhores estudos científicos mostram até agora é que cerca de 98% da influência no autismo está associada a fatores genéticos. Foto: Gerado por IA, Mimzy por Pixabay

Isso não significa, é claro, que fatores ambientais devam ser descartados. A ciência não trabalha com certezas absolutas e investigar possíveis influências do ambiente é legítimo e necessário. Mas esse tipo de pesquisa, como vimos, leva tempo, muito tempo. E qualquer promessa de respostas rápidas, sem um projeto dessa magnitude, não é ciência é bravata.

Entender as causas do autismo seja pela genética, pelo ambiente ou pela interação entre os dois exige respeitar o tempo da ciência, reconhecer a complexidade dos fatores envolvidos e a necessidade de controles rigorosos e o trabalho conjunto de especialistas de diversas áreas.

Por isso, quando ouvirmos promessas de descobertas miraculosas em poucos meses, é bom lembrar: nove mulheres não geram um bebê em um mês. E nem todos os cientistas do mundo, reunidos, conseguiriam responder uma questão tão complexa quanto essa em tão pouco tempo.

A ciência é lenta. E talvez seja justamente essa lentidão que a torna o caminho mais confiável.

Lucelmo Lacerda é doutor em educação, pesquisador, ativista do TEA e autor de “Crítica à pseudociência em educação especial: Trilhas de uma educação inclusiva baseada em evidências”.

Aprenda receita prática de Sorvete de Morango

Divino Fogão ensina receita prática de Sorvete de Morango. Nada melhor do que um sorvete caseiro para se refrescar nos dias quentes! Pensando nisso, compartilho uma receita simples e deliciosa de sorvete de morango, perfeita para preparar em casa com poucos ingredientes.

Sorvete de Morango

Ingredientes:

  • 1 lata de leite condensado
  • 200 ml de creme de leite
  • 1 gelatina de morango
  • 100 gramas de morango picado
Divulgação/Divino Fogão

Modo de preparo:

Inicialmente, prepare a gelatina conforme as instruções da embalagem, depois acrescente o leite consensado, o creme de leite e o morango. Bata por quatro minutos e leve ao congelador por cinco horas.

Retire do freezer e bata por oito minutos na batedeira e leve a mistura novamente para o freezer por mais quatro horas. Sirva como preferir.

Rendimento: 10 porções

É possível alcançar alta produtividade por meio digital?

Imagem de Mariakray por Pixabay

*Por Veridiana Cavalheiro

Grande parte dos problemas atuais das empresas está atrelado a falha na gestão de processos. Nesse sentido, mesmo entendendo que a tecnologia está cada vez mais repleta de soluções para pessoas e organizações, uma dúvida permanece: “Consigo alcançar alta produtividade utilizando processos digitais?”

Te digo que sim! O mundo digital veio para somar e quando entendemos isso, conseguimos visualizar como, se utilizada da melhor forma, a tecnologia pode favorecer na qualidade dos serviços prestados, auxiliando na entrega de soluções ágeis, disruptivas e seguras. Os processos de incorporação precisam estar aliados com o treinamento adequado dos funcionários, assim, a digitalização pode se tornar sua melhor aliada na hora de alavancar a produtividade no trabalho, trazendo inúmeras soluções que são entregues com maior rapidez e controle, além de oferecer oportunidades de capacitação, aprendizado e desenvolvimento.

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O mundo digital veio para somar e quando entendemos isso, conseguimos visualizar como, se utilizada da melhor forma, a tecnologia pode favorecer. Foto: PIxabay

Aumentar a produtividade de um time não é uma tarefa fácil, envolve todas as ações das pessoas colaboradoras, por isso, quanto mais efetivo forem os processos da empresa, mais rápido e organizado será o trabalho. Nos dias de hoje, existem organizações com sistemas de gestão e automação inteligentes, que auxiliam neste processo por meio de plataformas intuitivas. Além disso, segundo dados fornecidos pela McKinsey, as empresas líderes em maturidade digital que utilizam processos digitais alcançaram no Brasil uma taxa de crescimento do EBITA, até três vezes maior do que as demais.

Elas, por sua vez, utilizam-se da tecnologia para diminuir o tempo gerindo ações atreladas aos processos de atendimento, demandas e gargalos de comunicação. Por isso, entram no caminho das empresas com o propósito de otimizar tempo, reduzir custos e gerar insights que auxiliem os gestores nas melhores tomadas de decisões. Isto é, se tornando eficientes para aumentar a circulação da informação, evitar erros e retrabalhos, permitindo análises sobre métricas que podem facilitar a rotina das organizações, além de armazenar os dados com segurança.

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Portanto, é cada vez mais fácil ver que o aumento de produtividade está sim atrelado a tecnologia. Foto: Divulgação

Portanto, é cada vez mais fácil ver que o aumento de produtividade está sim atrelado a tecnologia. Acredito que todo gestor, com vontade de alavancar os negócios da empresa e atingir uma alta na produtividade pode e deve procurar a ajuda por meio dos processos digitais.

Ford Maverick inova no design, versões e equipamentos

Foto: Ford Motor Company/ Divulgação

Picape mais nova do portfólio da Ford, a Maverick estreou globalmente em 2021 e agora traz sua primeira atualização. Além de renovar o visual e ganhar mais itens de tecnologia, segurança e conforto, a família cresceu e passa a oferecer três versões: a off-road Tremor, a esportiva Lariat Black e a Hybrid, esta última programada para o segundo semestre.

A proposta da marca com essa renovação é diversificar a linha e atender uma gama maior de clientes, adicionando um tempero extra à picape sem perder a sua característica de conforto e versatilidade para uso no dia a dia.

Foto: Ford Motor Company/ Divulgação

“A Maverick nasceu de um conceito único, alinhado com a tendência de crescimento das picapes como veículo de uso pessoal. A nova linha evoluiu em todos os quesitos e chega com um posicionamento de preço muito competitivo para atingir um novo patamar no mercado. A meta é liderar o segmento de picapes intermediárias a gasolina”, diz Dennis Rossini, gerente de Marketing da Ford.

Motor atualizado

A Maverick Lariat Black e a Maverick Tremor são equipadas com o avançado motor 2.0 EcoBoost a gasolina, de 253 cv (@ 5.500 rpm) e torque de 38,7 kgfm (@3.000 rpm), que foi atualizado para entregar um desempenho ainda mais forte, junto com a transmissão automática de oito velocidades.

Além de nova calibração, as mudanças no motor incluem a adoção de novos componentes nos sistemas de ventilação do cárter, arrefecimento, temporização do eixo de comando, borboleta eletrônica, comando de válvulas variável, sensores, arquitetura do cabeçote e recirculação de gases de escapamento.

Foto: Ford Motor Company/ Divulgação

“Embora os valores nominais de potência e torque sejam os mesmos, com essa atualização as curvas de desempenho do motor ficaram muito melhores. Isso pode ser sentido nas respostas mais fortes e rápidas do acelerador em baixa rotação”, explica Ariane Campos, supervisora de Engenharia da Ford América do Sul.

Tecnológica e segura

As novidades de estilo da Maverick estão presentes na grade, no para-choque dianteiro, nos faróis de LED em formato de C, nos alargadores de para-lama e no oval Ford em preto. Já a cabine ficou muito mais tecnológica, com nova central multimídia SYNC 4 de 13,2” com conectividade sem fio para Android Auto e Apple CarPlay, GPS embarcado, painel de instrumentos digital de 8”, carregador por indução, som premium B&O e atualizações over-the-air.

O teto solar elétrico e o porta-objetos sob o banco traseiro são itens de conforto que só a Maverick oferece no segmento, além de banco do motorista com ajuste elétrico em oito posições e retrovisores com aquecimento. A caçamba agora traz capota marítima como item de série em toda a linha.

Foto: Ford Motor Company/ Divulgação

Na parte de segurança, a picape também vem recheada de novidades. Tem piloto automático adaptativo com stop & go, assistente de manutenção e centralização em faixa, assistente de frenagem autônoma com detecção de pedestre e ciclista (incluindo à ré), sensor de estacionamento dianteiro e traseiro e monitoramento de ponto cego com alerta de tráfego cruzado e cobertura de reboque.

O pacote se completa com sete airbags, assistente de partida em rampa, controle automático de descidas, assistente de manobras evasivas, farol alto automático e sensor de chuva. O assistente de reboque Pro Trailer, que auxilia no engate e nas manobras usando algoritmos de “machine learning”, o controle de oscilação de reboque e a câmera 360° são outras exclusividades.

Versões Tremor e Lariat Black

A Maverick Tremor tem visual diferenciado pelos frisos laranja na grade dianteira e detalhes da mesma cor no para-choque, nas rodas de 17” e emblemas. Na cabine, em tom escuro, há bancos dianteiros com aquecimento e o emblema Tremor aplicado no encosto, além de volante com aquecimento e paddle shift.

Como toda a família Tremor, ela agrega recursos que aumentam a capacidade off-road: suspensão exclusiva, tração 4WD, pneus 235/65 R17 All-Terrain Plus, bloqueio do diferencial traseiro e piloto automático off-road com função “one pedal drive”. Conta ainda com seis modos de condução, incluindo o novo Off-Road além do Normal, Eco, Esportivo, Escorregadio e Rebocar/Transportar.

Foto: Ford Motor Company/ Divulgação

A sua disposição todo-terreno é reforçada pelo aumento dos ângulos de entrada (30,9°), saída (21,3°) e transposição de rampa (20°) e maior vão livre do solo da carroceria (226 mm). Ela tem capacidade para transportar 477 kg, 943 litros e reboca 499 kg.

O nome da Maverick Lariat Black remete aos detalhes escurecidos da carroceria, que incluem a grade, as rodas de 17” e adesivos no capô na cor preta. Ela também se sai bem nas trilhas, com tração AWD, pneus 225/65 R17 All-Terrain, assistente de reboque Pro Trailer e cinco modos de condução: Normal, Eco, Esportivo, Escorregadio e Rebocar/Transportar. Sua capacidade de carga é de 618 kg.

Garantia, conectividade e preço

A Maverick Lariat Black e a Maverick Tremor começam a ser vendidas este mês por R$ 219.900 e R$ 239.900, respectivamente, preços que reforçam a sua atratividade frente às concorrentes do segmento. A linha oferece três anos de garantia e nove opções de cores modernas e diferenciadas: Verde Fuji, Azul Indianápolis, Vermelho Vermont, Cinza Glasgow, Cinza Torres, Branco Ártico, Branco Space, Branco Itaúnas e Preto Astúrias.

A Nova Maverick conta também com os recursos de conectividade do modem embarcado e do aplicativo FordPass, que permitem partida remota e acionamento do ar-condicionado, travamento e destravamento das portas e localização do veículo, além do acompanhamento preventivo inteligente para alerta em caso de falhas.

Foto: Ford Motor Company/ Divulgação

Como parte das experiências conectadas, convenientes e personalizadas oferecidas pela marca, o cliente tem a opção do serviço leva e traz sem custo para fazer a manutenção do veículo na Rede Ford. E pode personalizar a picape com uma linha de mais de 18 acessórios exclusivos, como engate traseiro, suporte para bicicleta, estribo lateral, caixas organizadoras e extensor de caçamba, entre outros.

Botas de Christian Louboutin para sair do óbvio com elegância

O inverno convida ao jogo de camadas, texturas ricas e tons intensos. Entre casacos estruturados e golas altas, um clássico se mantém absoluto: a bota.

Para a temporada, Christian Louboutin aposta em modelos femininos e masculinos que fogem do óbvio e unem atitude e elegância. São criações marcadas por identidade, design impecável e o poder de transformar qualquer look em uma expressão de estilo memorável.

Confira abaixo uma seleção de botas da marca:

Na contramão da obviedade, a CL Chelsea 70mm surge como uma aliada poderosa. Em tom marrom, com salto confortável e acabamento impecável, é o tipo de peça para quem quer apostar em botas com identidade e sofisticação, mesmo nos dias mais frios.

CL Chelsea 70mm

A sensualidade urbana se materializa na Lock Booty 70mm. O salto médio e o couro preto conferem equilíbrio, enquanto o fecho com monograma revela os códigos mais autênticos da Maison. Um modelo que fala com mulheres que dominam seus passos e gostam de deixá-los marcados.

Lock Booty 70mm

O modelo Alpinosol, evoca um espírito aventureiro com sofisticação. Inspirada nas montanhas, sua silhueta imponente e o solado tratorado com o inconfundível detalhe Loubi red criam um contraste encantador entre força e elegância.

Alpinosol

E para os amantes da sofisticação sutil, a Samson, com seu couro patinado em tom Havana, traz o espírito dândi para os dias frios. Leve, elegante e carregada de personalidade, é o toque final perfeito para uma produção clássica com twist moderno.

Samson

Mitos e verdades sobre o universo fitness

Especialista desmistifica os principais erros e dá dicas para treinar com segurança. Foto: Pixabay

Praticar exercícios é indispensável para quem busca saúde e qualidade de vida, mas iniciar uma rotina de treinos pode ser mais complexo do que parece. Além dos desafios físicos, muitas pessoas enfrentam um cenário de desinformação, com mitos que acabam confundindo e até desmotivando tanto iniciantes quanto veteranos.

“Esses mitos persistem há décadas e muitas vezes prejudicam o rendimento ou a segurança de quem quer começar a treinar. Entender o que é verdade e o que não passa de uma crença ultrapassada é o primeiro passo para aproveitar os benefícios do exercício”, explica Felipe Kutianski, professor de educação física especialista em fisiologia do exercício.

A seguir, Kutianski esclarece três dos mitos mais populares do universo fitness. Confira:

Quanto mais suor, maior a queima de gordura

Suar durante o treino é frequentemente associado a uma maior queima de gordura, mas a realidade é bem diferente. O suor é, na realidade, o mecanismo que o corpo utiliza para regular sua temperatura, não um indicador do gasto calórico.

“Você pode realizar um treino extremamente eficaz para emagrecer e não derramar uma gota de suor, especialmente se estiver em um ambiente mais fresco. Isso porque a sudorese está ligada à termorregulação e não ao metabolismo de gordura”, explica.

Suar durante o treino é frequentemente associado a uma maior queima de gordura, mas a realidade é bem diferente. Foto: Andres Ayrton Pexels

Agachamento faz mal para os joelhos

O agachamento é um dos exercícios mais eficientes e completos, mas também um dos mais temidos devido à crença de que pode causar danos nos joelhos. A verdade, no entanto, é que o movimento é extremamente benéfico quando realizado com a técnica correta.

“Os joelhos foram feitos para flexionar. Com a orientação adequada, o agachamento não só é seguro como fortalece músculos estabilizadores, protege as articulações e melhora o equilíbrio e a mobilidade”, afirma o especialista. “Para quem tem condições específicas, adaptações podem ser necessárias”, complementa.

O agachamento é um dos exercícios mais eficientes e completos, mas também um dos mais temidos devido à crença de que pode causar danos nos joelhos. Foto: Li Sun Pexels

Treinar em jejum aumenta a queima de gordura

Treinar em jejum é uma prática que ganhou popularidade nos últimos anos como uma forma de acelerar a queima de gordura. Embora seja verdade que o corpo utilize mais gordura como fonte de energia em treinos de jejum, isso não se traduz necessariamente em maior perda de gordura corporal ao longo do tempo.

O professor de professor de educação física: Felipe Kutianski.

“O que realmente conta para a perda de gordura é o déficit calórico diário e a consistência nos treinos. O jejum pode até ser uma estratégia válida para alguns, mas não é essencial e pode comprometer a performance se não for bem planejado”, alerta Felipe Kutianski.

Como inserir elementos naturais na decoração

Inove Mônaco Crochê

Utilizar elementos que remetam a natureza dentro de nosso lar, ganhou destaque nos últimos meses, principalmente depois da pandemia, onde as pessoas passavam muitas horas dentro de sua casa. Além das empresas que estão trabalhando no formato home office ou híbrido, fazendo com o que o funcionário passe a maior parte do tempo em seu lar.

Pensando na maior comodidade de todos, Tatiana Hoffmann, especialista da Bella Janela, fabricante de cortinas da América Latina, explica como trazer elementos naturais, para deixar o lar mais belo e ainda repleto de paz e calmaria.

  • Pintura: utilizar tons claros é primordial. Quando utilizamos branco, azul claro e bege, deixamos o ambiente mais clean, assim é mais fácil inserir elementos naturais sem pesar.
  • Cortinas: esse elemento totalmente indispensável, por todos os benefícios que trazem a decoração, optar por tecidos como linho e crochê dão um toque de personalidade própria ao ambiente.
Painel de Parede Ripado – Bella Janela
  • Tecidos de parede: em uma parte com mais destaque, como a parede da televisão, do hall de entrada ou até mesmo do quarto, utilizar os tecidos de paredes que remetem a pedras, madeiras e praias, deixam o clima mais ameno e transmitem conexão com a natureza, luxo e calmaria para o ambiente.
  • Mantas: usar e abusar delas é uma ótima escolha. Para dar um toque mais artesanal e aconchegante ao ambiente, opte pelos modelos confeccionados em crochê e tricô.
  • Capas de almofadas: as capas precisam compor o ambiente, então é necessário que elas casem com as outras informações inseridas. Assim, ornando os elementos tudo fica mais fluido.

“É interessante explicar que podemos sim deixar nosso ambiente parecido e inspirado na natureza, mas sempre tomando o cuidado de não pesar nos objetos, para manter o local mais confortável e relaxante possível”, explica Tatiana Hoffmann.