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Puma une tecnologia e tradição nos uniformes das seleções

Uma seleção de uniformes que traduzem identidade, cultura e estilo através do futebol. Para o maior palco de 2026, a Puma apresenta as camisas que vão além do campo, conectando design contemporâneo, referências locais e estética que movimenta o esporte.

Portugal

Uma homenagem à força dos mares e à intensidade do futebol português. O manto Home combina a tradicional base vermelha a texturas onduladas fluidas e detalhes verdes. O design captura a essência da nação, vestindo a seleção com a coragem e o dinamismo para dominar os gramados.

Uma homenagem à força dos mares e à intensidade do futebol português. Foto: Puma/Divulgação

Suíça

Muito além do vermelho clássico, o novo manto suíço é um manifesto de identidade. Desenvolvida com a icônica precisão do país, a peça traz padrões que remetem às páginas do passaporte da nação, simbolizando um equilíbrio perfeito entre disciplina e liberdade criativa para o maior palco do futebol mundial.

Muito além do vermelho clássico, o novo manto suíço é um manifesto de identidade. Foto: Puma/Divulgação

Egito

Um tributo à imortalidade de uma das culturas mais fascinantes do mundo. O uniforme Home do Egito envelopa o vermelho em detalhes em ouro reluzente, conectando a mística da antiguidade com a atitude dos jovens torcedores. Pensada também para as ruas, a peça traz uma silhueta casual, tornando-se um item definitivo para o dia a dia.

Um tributo à imortalidade de uma das culturas mais fascinantes do mundo. Foto: Puma/Divulgação

Costa do Marfim

O poder e a imponência dos “Elefantes” ganham vida no novo uniforme Home. O icônico laranja vibrante, contrastado por detalhes elegantes em verde, celebra a energia contagiante e a união de uma nação apaixonada. Um design de forte impacto visual que equilibra a performance de elite com a expressão cultural das ruas.

O poder e a imponência dos “Elefantes” ganham vida no novo uniforme Home. Foto: Puma/Divulgação

Gana

Arte têxtil e futebol se fundem em uma celebração de identidade. O novo uniforme HOME de Gana traz uma estampa ousada inspirada nas tramas e significados do Kente, tecido tradicional do país. É a rica herança cultural ganense traduzida para o dinamismo e a precisão do esporte moderno.

Arte têxtil e futebol se fundem em uma celebração de identidade. Foto: Puma/Divulgação

República Tcheca

Inspirado na histórica e surpreendente campanha de 1996, o novo manto celebra o orgulho tcheco. O design destaca o tradicional leão de cauda dupla em harmonia com detalhes prateados, unindo a nostalgia de uma era de ouro ao conforto e estilo.

Inspirado na histórica e surpreendente campanha de 1996, o novo manto celebra o orgulho tcheco. Foto: Puma/Divulgação

Tecnologia & Performance

Todos os uniformes combinam a máxima performance esportiva ao conforto exigido no dia a dia, graças às tecnologias exclusivas de tecido da Puma. O grande destaque fica por conta do programa RE:FIBRE, que utiliza pelo menos 95% de materiais reciclados provenientes de resíduos têxteis, unindo a paixão pelo futebol ao compromisso com um futuro mais sustentável.

Cuidado com a saúde: dez mitos sobre a Hipoglicemia

Foto: Pexels

Apesar de ser um problema relativamente comum, a hipoglicemia, conhecida popularmente como “queda de açúcar”, é frequentemente banalizada ou confundida com outras condições, o que pode atrasar o diagnóstico e aumentar os riscos à saúde.

“A hipoglicemia pode parecer algo simples, mas quando não é identificada e tratada corretamente, pode levar a quadros graves, como convulsões, arritmias e até perda de consciência”, alerta Ramon Marcelino, endocrinologista e pesquisador do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP.

A condição ocorre quando a concentração de glicose (principal fonte de energia do corpo humano) cai abaixo do normal, geralmente inferior a 70 mg/dL. Essa queda pode causar sintomas como tremores, tontura, fraqueza, palpitações e suor excessivo.

A hipoglicemia pode parecer algo simples, mas quando não é identificada e tratada corretamente, pode levar a quadros graves

“Embora seja mais comum entre pessoas com diabetes em uso de insulina ou outros medicamentos, a hipoglicemia também pode acontecer em quem não tem a doença, especialmente após cirurgia bariátrica, jejum prolongado ou uso de determinados fármacos, e precisa ser tratada corretamente”, explica o especialista.

Pesquisas sobre o tema vêm sendo desenvolvidas no Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, em parceria com a Unicamp, e buscam compreender melhor as causas e mecanismos da hipoglicemia em adultos.

Entenda o que é mito e o que é verdade sobre a hipoglicemia:

1. Sentir tremores, tontura ou fraqueza sempre significa baixa de açúcar no sangue.

MITO. Esses sintomas também podem acontecer por pressão baixa, desidratação, ansiedade ou até uso de certos remédios. Não é sempre sinal de hipoglicemia.

2. Qualquer doce serve para tratar a hipoglicemia.

MITO. O ideal é usar carboidratos de ação rápida, como suco de fruta ou refrigerante comum. “A regra do 15-15 ajuda: tomar 200 mL de suco ou refrigerante, esperar 15 minutos e medir novamente a glicemia. Comer doce em excesso pode causar uma rápida subida e depois nova queda do açúcar no sangue”, orienta o médico.

3. Medir a glicemia na ponta do dedo já confirma o diagnóstico.

MITO. O teste capilar ajuda, mas a confirmação de hipoglicemia verdadeira deve ser feita com exame de sangue venoso, especialmente quando há sintomas como palpitações, suor excessivo, irritabilidade, ansiedade e dificuldade de concentração.

“Em casos graves, pode haver desmaio, convulsão ou até coma”, enfatiza Marcelino.

O teste capilar ajuda, mas a confirmação de hipoglicemia verdadeira deve ser feita com exame de sangue venoso. Foto: Magnific

4. A principal causa de hipoglicemia é ficar sem comer.

MITO. No Brasil, a causa mais comum é a hipoglicemia pós-cirurgia bariátrica (dumping tardio). Nela, o açúcar dos doces entra muito rápido no sangue e logo depois cai de forma brusca, causando sintomas.

5. Medicamentos para emagrecer podem causar hipoglicemia.

VERDADE — mas é raro. As chamadas “canetas emagrecedoras” (análogos de GLP-1) raramente causam hipoglicemia sozinhas. Isso acontece em menos de 5% dos casos, geralmente quando usados junto com outros remédios.

“Curiosamente, eles até ajudam a tratar a hipoglicemia pós-bariátrica.
Os remédios que mais causam hipoglicemia são a insulina e os antidiabéticos mais antigos, como a gliclazida”, ressalta o endocrinologista.

Os remédios que mais causam hipoglicemia são a insulina e os antidiabéticos mais antigos, como a gliclazida. Foto: Magnific

6. Hipoglicemia não traz grandes riscos.

MITO. A glicemia baixa pode ser muito perigosa: aumenta o risco de acidentes, convulsões, arritmias, infarto e até comprometimento da memória e da cognição.

7. O teste de jejum prolongado pode durar até 3 dias sem comer.

VERDADE. Esse teste é feito em ambiente hospitalar, para investigar hipoglicemia em jejum. Hoje em dia ele costuma ser interrompido antes, mas antigamente podia durar até 72 horas.

8. Glicemia baixa pode ser sinal de tumor no pâncreas.

VERDADE. Alguns tumores chamados insulinomas produzem insulina em excesso, causando hipoglicemia, principalmente em jejum. O tratamento costuma ser feito com cirurgia.

9. Deficiências hormonais podem causar hipoglicemia.

VERDADE. A falta de hormônios como cortisol (insuficiência adrenal) ou hormônio do crescimento pode levar à hipoglicemia. A insuficiência adrenal é uma doença grave e precisa de diagnóstico e tratamento imediato.

A falta de hormônios como cortisol (insuficiência adrenal) ou hormônio do crescimento pode levar à hipoglicemia. Foto: Divulgação

10. Problemas genéticos podem causar hipoglicemia.

VERDADE. Pesquisas brasileiras mostraram que mutações no receptor de insulina podem causar hipoglicemia.

“Esse tema vem sendo estudado no Hospital das Clínicas da USP, em parceria com a Unicamp, reunindo a maior casuística nacional sobre o assunto”, destaca Ramon Marcelino.

De acordo com o especialista, reconhecer os sinais precoces e buscar orientação médica é essencial para evitar complicações “Identificar a causa da hipoglicemia é o primeiro passo para tratar e prevenir novos episódios”, finaliza.

Risco de Hantavírus: vírus pode matar 4 em cada 10 infectados

Variante identificada em passageiros da embarcação não circula no Brasil, onde a doença é monitorada e controlada pelas autoridades de saúde. Foto: Reprodução

Casos registrados recentemente em passageiros de um cruzeiro na América do Sul chamaram atenção para o hantavírus, infecção viral rara e potencialmente grave monitorada por autoridades de saúde. O navio saiu da Argentina, região onde circula o vírus Andes, variante associada à transmissão limitada entre humanos, com destino a Cabo Verde, arquipélago próximo à costa noroeste da África.

Transmitido principalmente por roedores silvestres, o hantavírus pode causar complicações pulmonares severas, especialmente nos casos da chamada síndrome pulmonar por hantavírus.

O hantavírus pode causar complicações pulmonares severas, especialmente nos casos da chamada síndrome pulmonar por hantavírus. Foto: Magnific

Segundo Anna Léa Silva, doutora em Microbiologia e professora de Biomedicina do IBMR, integrante do maior e mais inovador ecossistema de qualidade do Brasil, o Ecossistema Ânima, o que torna a doença preocupante é justamente sua rápida evolução clínica.

“É uma doença grave, com chance alta de morte, em torno de 40% dos casos. Ela pode evoluir muito rapidamente, afetando principalmente os pulmões”, explica a especialista.

Existem duas apresentações clínicas mais conhecidas da doença: a febre hemorrágica com síndrome renal e a síndrome pulmonar por hantavírus. No caso monitorado envolvendo o navio, a cepa identificada foi justamente o vírus Andes, associado à forma pulmonar da doença.

A maioria dos hantavírus não é transmitido de pessoa para pessoa. Foto: Divulgação

A especialista destaca que existem diferenças importantes entre os tipos de hantavírus circulantes na América do Sul. “A maioria dos hantavírus não é transmitido de pessoa para pessoa. A exceção é o vírus Andes, encontrado principalmente na Argentina e no Chile, mas mesmo nesses casos a transmissão entre humanos é considerada limitada”, afirma.

A infecção ocorre, na maioria das vezes, pela inalação de partículas contaminadas com urina, fezes ou saliva de roedores infectados. Os animais funcionam como reservatórios naturais do vírus.

Os sintomas iniciais costumam ser inespecíficos e semelhantes aos de outras viroses respiratórias, o que dificulta o diagnóstico precoce. Febre, dores no corpo, dor de cabeça e mal-estar estão entre os sinais mais frequentes.

Muitas vezes pode ser confundido com gripe ou outras infecções virais comuns. Foto: Magnific

“Muitas vezes pode ser confundido com gripe ou outras infecções virais comuns. O problema é que alguns pacientes evoluem rapidamente para formas graves”, alerta Anna Léa Silva.

O diagnóstico leva em consideração o histórico clínico, possível contato com áreas infestadas por roedores e exames laboratoriais específicos, como o RT-PCR. Outro fator que chama atenção é o longo período de incubação do hantavírus, que pode chegar a até 60 dias.

Por isso, pessoas expostas ao vírus costumam ser monitoradas e orientadas a permanecer em observação durante esse período. “Uma pessoa pode começar a apresentar sintomas até dois meses depois da infecção. Esse acompanhamento é fundamental para rastrear possíveis locais de contaminação e conter novos casos”, explica.

Uma pessoa pode começar a apresentar sintomas até dois meses depois da infecção. Foto: Divulgação

Apesar da repercussão recente, o risco de surtos amplos ou de uma pandemia é considerado baixo. “O hantavírus não é um vírus novo e não apresenta perfil pandêmico. Normalmente os casos acontecem de forma isolada ou em surtos localizados”, diz a biomédica.

No Brasil, os registros se concentram principalmente em áreas rurais das regiões Sul e Sudeste, onde existem espécies de roedores capazes de carregar outros tipos de hantavírus. Já o vírus Andes, identificado no caso do cruzeiro, não circula no território brasileiro.

Novos Audi elétricos no embarque Latam

A Audi do Brasil e a LATAM Brasil anunciam a renovação por mais um ano da parceria que vem promovendo mais comodidade, conforto, agilidade e eficiência ao embarque dos viajantes que utilizam os aeroportos de Congonhas e Guarulhos, situados na capital e na região metropolitana de São Paulo, respectivamente. A partir de agora, os clientes LATAM Pass Black Signature poderão desfrutar do serviço de embarque premium remoto a bordo dos novos modelos A6 e-tron, Q6 e-tron e o esportivo RS e-tron GT, sendo cinco deles alocados em Congonhas e seis em Guarulhos. Desde o início da parceria em 2023, já foram realizados mais de 170 mil embarques.

“Somos impulsionados pela inovação e temos orgulho de oferecer, de forma pioneira, o serviço de embarque remoto nos dois maiores aeroportos do Brasil em volume de passageiros. Essa iniciativa reflete uma sinergia sólida com a LATAM, cuja parceria nos permite conectar nossos clientes a uma experiência diferenciada, exclusiva e memorável.”, destaca Gerold Pillekamp, Head de Marketing e Comunicação da Audi do Brasil.

Esta parceria com a Audi reforça nosso compromisso contínuo de ouvir os clientes e transformar esse feedback em inovação, oferecendo uma experiência de viagem cada vez mais diferenciada, eficiente e sustentável. Desde a implementação do embarque remoto, temos observado uma evolução consistente nos indicadores de satisfação, reforçando o impacto positivo de iniciativas centradas no cliente”, afirma Ricardo Oliveira, Head de Parcerias e Estratégias para o Cliente da LATAM.

Parceria de sucesso

Audi do Brasil e Latam foram pioneiras ao oferecer o serviço de embarque remoto em dezembro de 2023, elevando o nível de experiência oferecida aos clientes mais fiéis da companhia aérea. A iniciativa conjunta nasceu com o objetivo de proporcionar aos clientes uma experiência de viagem com ainda mais exclusividade, sustentabilidade e conforto. O projeto piloto teve início no aeroporto de Congonhas, na capital paulista, e contou inicialmente com os modelos Q8 e-tron e Audi Q8 Sportback e-tron. Em julho de 2025, o programa foi ampliado para o aeroporto de Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo, e teve a inclusão do modelo RS e-tron GT.

Como funciona o serviço de embarque premium da latam com a Audi?

O serviço de transfer para clientes Black Signature da LATAM em parceria com a Audi do Brasil conta veículos exclusivos e disponíveis todos os dias da semana, das 6h às 23h. Ao se apresentar em um dos portões de embarque remoto de Congonhas ou Guarulhos, o cliente LATAM Pass Black Signature é encaminhado ao transfer por um funcionário da equipe de Special Services da companhia. Cada veículo transporta até três passageiros, além do motorista, e deixa o cliente na porta da aeronave. No desembarque, esses passageiros são desembarcados com prioridade da aeronave para acessar os veículos, que os deixam no portão de saída.

Quem são os clientes Black Signature?

Black Signature é a categoria mais alta do LATAM Pass, programa de fidelidade da LATAM. Reconhece os clientes que mais voam com a companhia, oferecendo benefícios como upgrades de cabine, acesso às salas VIP, atendimento personalizado, embarque preferencial e, além de transporte exclusivo com veículos Audi em Congonhas e Guarulhos em embarques remotos.

Audi A6 e-tron

Lançado no Brasil em agosto de 2025, seu cartão de visitas impressiona: o novo Audi A6 Sportback e-tron possui um coeficiente de arrasto aerodinâmico (Cd) de 0,21, tornando-se o carro mais aerodinâmico da história da marca das quatro argolas e de todo o Grupo Volkswagen. Além disso, o modelo 100% elétrico é o primeiro veículo da marca no Brasil com tração traseira, e também inaugura por aqui as argolas iluminadas na traseira do veículo. O modelo é equipado propulsor elétrico que desenvolve potência de 367 cv e 565 Nm de torque, resultando em uma aceleração de 0 a 100 km/h em apenas 5,4 segundos e velocidade máxima da 210 km/h (limitada eletronicamente). A bateria de 100 kWh possui autonomia total de 445 quilômetros, segundo dados do Inmetro, e oferece carregamento de 10% a 80% em apenas 21 minutos em carregamento DC de 270 kW.

A6 e-tron

Audi Q6 e-tron

Lançado no Brasil em 2024, o novo Q6 e-tron inaugurou a Plataforma Elétrica Premium (PPE), que revolucionou a dinâmica de condução dos veículos 100% elétricos. Ele também revelou o conceito de cabine “palco digital”, focado nas necessidades dos ocupantes e combinando tecnologia, requinte e sustentabilidade em perfeito equilíbrio. Além disso, o modelo foi precursor da nova linguagem visual global da marca das quatro argolas, com linhas mais fluídas, orgânicas e atemporais, definindo um novo padrão estético para a mobilidade premium.  Com potência combinada de 387 cavalos e 535 Nm de torque, o modelo acelera de 0 a 100 km/h em apenas 5,9 segundos e atinge a velocidade máxima de 210 km/h (limitada eletronicamente). Graças à tração integral quattro, o modelo é capaz de enfrentar com desenvoltura qualquer tipo de terreno. A autonomia total é de 411 quilômetros, conforme medição do Inmetro.

Q6 e-tron_2

Audi RS e-tron GT

O Audi RS e-tron GT é o primeiro superesportivo 100% elétrico da Audi, oferecendo uma performance instigante e uma dinâmica de condução sem precedentes. O modelo acelera dos 0 a 100 km/h em apenas 3,3 segundos, atingindo a velocidade máxima de 250 km/h. O motor elétrico no eixo dianteiro também libera 175 kW, enquanto o motor na traseira libera 335 kW. A potência total é 440 kW e o torque total é 830 Nm. No modo boost, a potência aumenta brevemente para 475 kW ou 646 cavalos. O som esportivo do RS e-tron GT merece um capítulo à parte: a Audi compôs um som único para o modelo, transmitidos por duas unidades de controle e amplificadores no compartimento de bagagem. Eles geram um som separando exterior e interior, que sai através de dois alto-falantes, fora e dentro do veículo.

RS e-tron GT_2

Entre no clima de São João com a canjica Bão Demais

Canjica Bão Demais. Foto: Bruno Marconato

O mês de junho chegou e, com ele, uma das épocas mais festivas, coloridas e saborosas do ano. Sinônimo de fogueira, bandeirinhas e muita música caipira, os festejos juninos também são famosos por uma culinária afetiva repleta de quitutes tradicionais. Para quem deseja mergulhar de cabeça nessa tradição e saborear o melhor da época, a Água Doce Sabores do Brasil preparou uma sugestão especial que promete aquecer os corações e os paladares: a Canjica Bão Demais.

Considerada um clássico absoluto dos arraiás de norte a sul do país, a canjica ganha uma roupagem única nas mãos da rede, conhecida por valorizar a autêntica gastronomia brasileira. Cremosa, quentinha e com aquele toque caseiro inconfundível, a sobremesa é a pedida perfeita tanto para encerrar um almoço em família quanto para protagonizar um encontro com os amigos no clima de São João.

Canjica Bão Demais

Ingredientes:

  • 300 gramas de milho amarelo
  • 1 litro de leite integral
  • 5 gramas de canela em pau
  • 1 lata de leite condensado
  • 50 gramas de coco ralado
  • 1 lata de creme de leite
  • 1 colher de chá de canela em pó
Canjica Bão Demais. Foto: Bruno Marconato

Modo de Preparo:

Em uma vasilha, coloque o milho de molho na água por 2 horas. Cozinhe o milho em 1,5 litro de água até que ele fique mole. Em uma panela, coloque o leite, o milho cozido, a canela em pau, o leite condensado, o coco ralado e o creme de leite. Mexa e deixe apurar o sabor. Sirva e decore com canela em pó.

Rendimento: 10 porções                    Tempo de preparo: 2h40