



Goalball e atletismo são algumas das modalidades que estarão presentes nos Jogos Paralímpicos de Tóquio 2020 que começam na próxima terça-feira, dia 24 de agosto, e tem o apoio e patrocínio da DMCard aqui no Brasil, mais especificamente na região do Vale do Paraíba.
Desde 2019, a instituição financeira, via o potencial dessas modalidades e investia para apoiar os atletas com o lançamento do “Dedica Mais”, programa de apoio ao esporte realizado na região do Vale do Paraíba. Com um investimento de R$ 3,8 milhões, atualmente são mais de 800 atletas beneficiados e mesmo durante a pandemia, a instituição não rompeu nenhum de seus contratos de patrocínio no esporte
Tendo a inclusão como um dos valores mais importantes do projeto, um dos critérios que a empresa condicionou para sua realização, foi que atletas e times da base, do Paradesporto, times femininos e juvenis também fossem contemplados.
Segundo Sandra Castello, diretora de Marketing e Pessoas, da instituição financeira, o “Dedica Mais” é um programa que visa a inclusão social, pois apoia não apenas atletas do Paradesporto e times de alto rendimento, como também as categorias de base, as futuras promessas do esporte.
“Nosso maior desejo é, além do apoio à prática de esportes, estar ao lado desses atletas em seu projeto de vida, proporcionando educação, inclusão social e estimulando que desenvolvam todo seu potencial. Infelizmente, temos visto notícias tristes de atletas pelo Brasil que perderam oportunidades por falta de verba e apoio de patrocinadores, principalmente por conta da pandemia. Por isso, estar em uma empresa que segue o caminho oposto enche de orgulho a mim e a todos nossos colaboradores”, explica Sandra.
Lucas Prado
O mato-grossense Lucas Prado, 34 anos, já é figurinha carimbada nas grandes competições Paradesportivas pelo mundo. Atuante do atletismo, ele pertence à classe T11, onde estão atletas com cegueira, que não apresentam percepção luminosa, ou aqueles que têm capacidade de percebê-la, mas não conseguem definir o formato de uma mão à frente do rosto. É especialista nos 100m e 400m rasos, e são nessas modalidades que ele vai buscar sua terceira medalha olímpica. Em 2012 ele ficou com a prata nas duas distâncias que vai competir em Tóquio. Além disso, também conquistou medalhas de ouro e prata em outras edições dos Jogos Parapan-Americanos, mostrando que entra para vencer em todas as competições. Esse alto desempenho só é possível porque existem parceiros que acreditam nesses atletas.

Lorena Spoladore
Assim como Lucas, a jovem paranaense de 23 anos, Lorena também compete no atletismo, e se enquadra na classe T11. A atleta já tem um ótimo histórico em Jogos Paralímpicos, levando muita alegria ao público brasileiro em 2016. Na última edição foram duas medalhas, uma prata no 4x100m, e um bronze no salto em distância. Nos jogos de Tóquio, ela irá correr em três provas, os 100m, 200m e 400m rasos. Com um histórico campeão, Lorena conseguiu sua passagem para Tóquio logo na primeira tentativa, algo que a surpreendeu muito. A atleta saiu com duas vagas naquela ocasião, ganhando confiança na preparação para as próximas competições. No Mundial de 2019, em Dubai, ela levou pra casa um bronze nos 100m. No mesmo ano, foram mais dois bronzes no Parapan em Lima, no Peru.

Um portal focado no Turismo e na Cultura campo-grandense. Este é o Descubra Campo Grande, site criado pela Prefeitura Municipal de Campo Grande, por meio da Secretaria de Cultura e Turismo (Sectur), para servir como fonte de pesquisa para os campo-grandenses e turistas interessados em saber mais sobre a cidade. O portal pode ser acessado pelo link https://descubracg.campogrande.ms.gov.br/ .
O Descubra Campo Grande foi lançado oficialmente na manhã desta segunda-feira, 16, junto com o clipe promocional que envolveu os músicos Victor Gregório e Marco Aurélio, Forzan, Índio e Ralf, Grupo Sampri, Vado Fernandes, Fred e Vitor, Guga Borba, Chicão Castro, Patrícia e Adriana e Marta Cel. A composição musical do hit promocional “Descubra Campo Grande” foi de Victor Gregório e Marco Aurélio.
De acordo com o secretário de Cultura e Turismo, Max Freitas, a plataforma foi pensada para ser referência quando o assunto é Campo Grande. “A campanha de divulgação foi criada com muito carinho em homenagem aos 122 anos de Campo Grande. O portal foi construído para que toda a população e os turistas pudessem conferir informações importantes como onde comer na cidade, onde ficar e o que fazer. Sentíamos falta de um sítio que agregasse todas essas referências”, diz ele.
O portal foi desenvolvido pela Agência Municipal de Tecnologia da Informação e Inovação (Agetec), em parceria com a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), que também conta com uma coluna própria para divulgação das ações das ações institucionais.
Sobre o portal
Interativo e responsivo, o site Descubra Campo Grande é de fácil navegação. Na parte superior encontram-se os menus de eventos, o que fazer, onde comer, onde ficar, dicas, City Tour, compras, notícias, agenda cultural UFMS, Smiic e contato.
O Smiic é uma plataforma de cadastro de artistas interessados em se apresentarem pela Sectur. O menu Compras apresenta uma feira online de artesanatos locais.
O portal será atualizado frequentemente a fim de trazer as melhores dicas aos internautas. Conta com as parcerias: Beber e Comer MS e Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Mato Grosso do Sul (ABIH MS).
O esporte caçula dos Jogos Olímpicos deu lições que podem ser aplicadas em qualquer atividade, esportiva e profissional
*Por João Fortunato

Os Jogos Olímpicos de Tóquio ofereceram ao Brasil não apenas medalhas, que confirmaram a melhor participação do País na história do Jogos Olímpicos, mas, sobretudo, lições de vida que podem (e devem) ser aprendidas e praticadas por todos, sobretudo nesse período sensível (por causa da pandemia) e complexo (pelas incertezas políticas e econômicas) que o País atravessa. As lições que se devem aprender, cabe antecipar, não estão somente por trás das histórias dos atletas medalhados. “Os sem medalhas” têm muito a ensinar, pois nesses tempos pandêmicos vários atletas brasileiros, principalmente dos esportes menos conhecidos e praticados, foram obrigados a “se virar nos 30” para entrar na arena, materializar o seu sonho e representar dignamente o País. São heróis!
Em situações normais, convém lembrar, estes atletas convivem com apoio financeiro pequeno, condições de alimentação nem sempre adequadas e as de treinamento, não raro, precárias. Com a pandemia, o que já não era bom ficou ruim. Porém, esses atletas em momento algum pensaram em desistir. Pelo contrário, superaram todos os obstáculos aos quais estão acostumados, infelizmente, e foram à luta. Alguns literalmente, como é o caso dos atletas do boxe, judô, taekwondo e esgrima. Parte desses atletas foi coroada com medalhas, mas isso, acreditem, não reduz em nada a relevância dos demais. A maioria engoliu sapos para chegar lá!

Inúmeros desses atletas deram aos brasileiros, torcedores ou não, lições imperdíveis de humildade, resiliência, superação, solidariedade e alegria, mesmo quando a vitória ficou nas mãos do concorrente. Esses ensinamentos podem ser aplicados em todos os caminhos da vida profissional e pessoal.
Alguém já disse, com sabedoria, que o tropeço é professor, que o problema não é cair ou perder, que a solução ou vitória está em saber se levantar, equilibrar o corpo, erguer a cabeça, respirar fundo e seguir adiante. A maioria dos atletas brasileiros participa com chances remotas de medalhas. Eles sabem, porém, jamais se entregam, pois têm consciência de que a simples participação produz uma experiência inigualável, que lhes será útil em outras etapas do esporte e da vida. E isso vale para todos, qualquer que seja a atividade que exerçam.
Os analistas esportivos, bem como os dirigentes de federações, os populares cartolas, medem o êxito da participação do País nos jogos usando diferentes tipos de réguas, como deve ser. Contudo, para o público em geral, o termômetro oficial é o número de medalhas. É uma pena, porque assim se enxerga apenas parte e não o todo da participação do País. A imprensa tem responsabilidade nessa visão pública ligeiramente distorcida, pois também mede o êxito ou fracasso pelos números de ouro, prata e bronze faturados. Esta pressão por resultados, como expressa com clareza na desistência de Simone Biles, a melhor ginasta artística do mundo, afeta a saúde mental de todos. Atletas e, em igual forma, o trabalhador.


Como parte da última onda de sua campanha de marca, What Moves You, Makes You, a Montblanc apresenta dois novos Mark Makers, o ator Cillian Murphy e a DJ internacional Peggy Gou
Quando a companhia alemã lançou sua nova campanha de marca, What Moves You, Makes You (Você é o que te move, em tradição livre) no ano passado, ela teve o objetivo de inspirar as pessoas a expressarem todo o seu potencial fazendo o que realmente as move, em vez de seguir um caminho mais convencional para o sucesso. Fez isso contando as histórias extraordinárias de “Mark Makers”, indivíduos que vivem a vida fazendo o que mais os inspira e deixando a sua marca ao longo do caminho. Depois de destacar as jornadas do premiado diretor Spike Lee, do ator Taron Egerton, do ator, cantor e escritor Chen Kun e da atriz Xin Zhi Lei, a Montblanc conta as histórias de dois Mark Makers excepcionais: Cillian Murphy e Peggy Gou.
“Cillian e Peggy são Mark Makers, indivíduos inspiradores que personificam o espírito da Montblanc. Ambos são a prova viva de que quando você faz o que o inspira, com audácia e criatividade, você tem uma vida mais gratificante. Em suas próprias maneiras originais, ambos deixam sua marca no mundo por meio de sua arte e criatividade, sempre movidos por suas paixões e um propósito maior”, diz Vincent Montalescot, Vice-Presidente Executivo de Marketing da Montblanc.
O ator de teatro e cinema irlandês Cillian Murphy, que estrelou os filmes The Dark Knight Trilogy, Inception e Dunkirk e atualmente é astro na aclamada série de TV Peaky Blinders, interpretando o frio e calculista Thomas Shelby, está sempre se esforçando para seguir além em seu ofício e motivar os outros através de suas próprias performances.
“A emoção da história é o que é fundamental para mim. Se não me sinto alterado pela história e pela verdade da performance, então não funcionou para mim como artista e espectador”, explica.

A sul-coreana Peggy Gou sempre segue suas paixões enquanto abre seu próprio caminho para se tornar uma DJ de sucesso, fundadora de gravadora e empreendedora de moda. Em uma série de curtas-metragens criados pela Montblanc, Peggy nos convida a entrar em seu mundo. Em uma versão satírica de um clássico de perguntas e respostas, Peggy se torna tanto a entrevistadora quanto a entrevistada, tendo uma conversa com suas múltiplas personalidades e compartilhando suas múltiplas facetas. Os curtas-metragens falam sobre sua identidade e trabalho, da música ao estilo e à comida, revelando uma imagem mais íntima e autêntica da estrela em ascensão e as coisas que realmente a movem.
“Alguma coisa deve mover você para ser melhor. Para fazer melhor. Se você não sente isso, eu sinto que você está em uma zona segura e deveria encontrar algo que o mova. Sempre”, diz Peggy Gou.

Para quem quer colocar a mão na massa, o Chef Gino Contin ensina a receita que combina o frescor da fruta com a intensidade do queijo azul e a doçura do mel, proporcionando uma experiência gastronômica fantástica!

Ingredientes:
350g massa napolitana (receita abaixo)
80g de gorgonzola
8 fatias de queijo muçarela
2 peras grandes não muito maduras
mel
Modo de preparo:
Abertura da massa: Polvilhe uma superfície com sêmola ou fubá e abra a massa de forma arredondada com 35cm respeitando 1cm de borda onde você não deve passar o rolo. De preferência abra a pizza com a mão, e se você não tem forno para pizza coloque a massa em uma forma levemente untada. Recheio da pizza: Passe um filete de mel sobre a massa, menos na borda e espalhe as 8 fatias muçarela de forma circular cobrindo toda a pizza, respeitando a borda de 1cm.

Fatie as duas peras em fatias bem finas e coloque sobre a pizza, uma ao lado da outra de maneira circular. Coloque um pedacinho de gorgonzola em cima de cada fatia de pera e leve pizza para assar em forno pré-aquecido acima de 250º C por cerca de 10 minutos. Finalização: Tire a pizza do forno quando a borda estiver bem corada e aplique um filete de mel.
Massa de pizza de longa fermentação
Ingredientes:
1kg de farinha de trigo, de preferência italiana 00
600ml de água
3g de fermento seco
30g de sal
Semolina ou fubá para abrir a massa

Modo de preparo:
Massa: Separe um pouco da água para dissolver o sal. Coloque o restante da água numa tigela e acrescente os ingredientes secos aos poucos. Quando chegar na metade dos ingredientes, coloque a água com sal e depois o restante da farinha. Sove a massa e deixe descansar em recipiente fechado por 12h.
Caso queira fazer longa fermentação, deixe por mais 12 horas na geladeira. Divida a massa fermentada em quatro partes e boleie. Utilize para preparar pizzas, pães e outras delícias.
Grandes vinhos da Itália e da França chegam ao país reforçando os principais valores da importadora que é o alto padrão de qualidade de seu catálogo e o vinho sempre tratado com respeito
Em constante propósito de proporcionar aos apreciadores brasileiros o que há de mais emblemático no mundo dos vinhos, a Zahil engrandece seu catálogo com novos produtores de quatro regiões da França e uma da Itália de uma única vez. No segundo semestre de 2021, chegam ao país por meio da importadora rótulos das vinícolas Massolino (Piemonte/ Itália), Château de Meyre (Bordeaux, França), Edouard Delaunay (Borgonha/França), Equis (Crozes Hermitage/França) e Domaine de Fa (Beaujolais/ França), os dois últimos de Maxime Graillot.
“Desde seu início a importadora seleciona produtores que sejam verdadeiros embaixadores de sua região de origem e cuja qualidade dos vinhos seja atestada pela nossa equipe técnica, sempre com acompanhamento e aprovação do nosso consultor Jorge Lucki. Estamos extremamente orgulhosos dos grandes nomes que passarão a integrar o nosso portfólio”, conta Antoine Zahil, Sócio-Diretor da Importadora Zahil.
Um dos grandes nomes do Piemonte, Massolino produz Barolos que são a pura expressão da complexidade e singularidade da Nebbiolo. Não por acaso é reconhecido pelos principais críticos e desejado pelos apreciadores de vinho.
A casa foi fundada em 1896 por Giovanni Massolino na comuna Serralunga d’Alba e, hoje, é conduzida pelos irmãos Franco e Roberto, quarta geração desta família que tem laços profundos com a região.
A Zahil importará com exclusividade quatro de seus Barolos, incluindo três de seus celebrados crus: Parussi, Margheria e Vigna Rionda Reserva 2014. Sendo, este último, definido por Antonino Galloni um dos melhores Vigna Rionda que ele já provou.

Situada no coração da região de Medoc, entre os terroirs de Moulis e Margaux, o Château de Meyre cultiva vinhas há mais de três séculos. A família Hetrakul adquiriu a propriedade há mais de 20 anos, com foco na qualidade e preservação do meio ambiente.
Os vinhedos do Château de Meyre foram certificados como orgânicos em 2011, e seu principal rótulo recebeu a classificação Cru Bourgeois Supérieur, em 2020, coroando a delicadeza e elegância de seus vinhos, bem como os esforços de seus proprietários e a dedicação de toda a equipe.

Laurent Delaunay é a quinta geração de uma família de produtores e negociantes da Borgonha, cujo avô foi o responsável pela fundação da Maison Edouard Delaunay, em 1893. Após quase cem anos de grande reputação internacional, a maison foi comprada por terceiros e caiu no esquecimento.
Em 2017, Laurent decidiu retornar às suas raízes e comprar de volta a Maison Edouard Delaunay, com o objetivo de produzir vinhos dos principais vilarejos e crus da Côtes de Nuits e Côtes de Beaune, e retomar o prestígio alcançado por seus antepassados.
Em apenas três anos, seus vinhos passaram a figurar nas principais revistas especializadas em vinhos do mundo – Decanter, Bourgogne Aujourd’hui, Wine Spectator e La Revue du Vin de France – atingindo um invejável reconhecimento da alta qualidade, e seu enólogo, Christophe Briotet, foi premiado como Red Winemaker of the Year e White Winemaker of the Year pelo International Wine Challenge em 2020 e 2019 respectivamente.

Maxime Graillot é o primogênito do grande rei de Crozes Hermitage, Alain Graillot, e herdou o talento do pai criando sua própria linha de vinhos nessa famosa denominação do Norte do Rhône.
A adega de EQUIS é vizinha a do seu pai, mas suas uvas são vinificadas sem os engaços, com leveduras nativas e mínima intervenção, criando vinhos puros, estruturados e com longa persistência, que encantam desde o primeiro momento e mostram a habilidade de Maxime com a Syrah.
Domaine de Fa é seu projeto em Beaujolais com o irmão Antoine. O objetivo dos irmãos é dar coro ao crescente avanço da região em busca de qualidade. Seus vinhedos estão ao norte da região, onde estão os vilarejos nomeados crus e cujas uvas de qualidade superior dão origem a vinhos concentrados, com grande potencial e longe da simplicidade dos Beaujolais do sul.
Assim como os vinhedos de EQUIS, os da Domaine de Fa são conduzidos de forma orgânica e a vinificação é realizada com leveduras nativas.
