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Sete sinais de alerta para quem usa lentes de contato

As lentes de contato podem ser a solução para quem não gosta de usar óculos ou ainda para aqueles que querem praticar atividades esportivas que não comportam o uso do acessório. Mas, embora possam parecer práticas e cômodas, as lentes de contato podem causar alguns problemas oculares.

As complicações relacionadas ao uso das lentes de contato são comuns na prática clínica, de acordo com a oftalmologista Dra. Tatiana Nahas, Chefe do Serviço de Plástica Ocular da Santa Casa de São Paulo.

“A prescrição das lentes de contato deve ser feita por um oftalmologista, bem como o acompanhamento contínuo do processo de adaptação às lentes. Isso porque, independentemente do material, forma de uso ou tecnologia, o fato é que a lentes de contato alteram a fisiologia dos olhos”, diz a oftalmologista.

“Essas mudanças, no geral, não são importantes. Mas, em certas situações podem levar a quadros potencialmente graves. Mesmo que a pessoa seja usuária há muitos anos, precisamos levar em conta que há fatores ambientais e físicos interagindo constantemente”, explica Dra. Tatiana.

Um dos conselhos mais importantes para quem usa lentes de contato é ficar atento aos sinais e sintomas oculares que podem ser um alerta de que é preciso procurar o oftalmologista.

Com a ajuda da Dra. Tatiana Nahas, preparamos uma lista desses sinais e sintomas. Confira.

1- Vermelhidão

As lentes de contato podem capturar facilmente substâncias irritantes como fumaça, pólen, poeira, poluição e maquiagem. O acúmulo desses agentes pode causar vermelhidão, coceira ou ardor nos olhos ou até mesmo uma conjuntivite. Vermelhidão é, normalmente, um sinal de irritação!

Vale lembrar ainda que a vermelhidão pode ser o primeiro sinal de que há problemas de adaptação das lentes. O primeiro passo é ter certeza de que a limpeza das lentes está sendo realizada corretamente, bem o tempo de uso está sendo respeitado.

2- Queimação e coceira

Quando a vermelhidão vem acompanhada de coceira e/ou ardência, após o uso de lentes de contato, é possível que haja algum tipo de reação alérgica ocular, como uma conjuntivite alérgica. A alergia pode estar relacionada ao material das lentes, bem como aos produtos usados para sua limpeza.

3- Acúmulo de secreção ou pus

Ardência ou coceira, isoladamente, podem apenas estar relacionadas a uma reação alérgica. Entretanto, se juntamente como esses sintomas houver acúmulo de secreção, é preciso procurar o oftalmologista o mais rápido possível. Esses sintomas podem indicar uma conjuntivite bacteriana ou viral.

4- Sensação de areia

A falta de limpeza e hábitos nocivos, como não tirar as lentes de contato para dormir, por exemplo, são as principais causas de problemas oculares relacionados ao uso das lentes.

A sensação de areia nos olhos, quando a pessoa está de lentes, pode significar que algum tipo de substância está agregado às lentes, como partículas de metal, sujeira etc. A pior consequência, nesses casos, podem ser uma lesão na córnea.

5- Sensibilidade à luz

A fotofobia é uma condição muito comum e tem diversas origens. Mas, deve ser um sinal de alerta para quem usa lentes de contato há muitos anos, pois pode estar relacionado a problemas na córnea.

6- Visão embaçada

Lentes de contato sujas ou danificadas podem deixar a visão embaçada. Essa condição pode ainda ser decorrente do uso excessivo de lentes de contato que leva à diminuição do nível de oxigênio na córnea. Para manter o filme lacrimal saudável, a córnea necessita de um bom aporte de oxigênio.

A principal recomendação é tirar as lentes de contato para dormir, além de realizar limpeza adequada diariamente.

7- Olho seco

Quem usa lentes de contato por muitos anos, pode desenvolver a síndrome do olho seco. Isso porque as lentes de contato interferem na hidratação natural e na limpeza dos olhos. A dica é pedir ao oftalmologista a recomendação de um colírio lubrificante.

O uso de lentes de contato tem riscos. Por isso, é importante que as lentes sejam prescritas por um oftalmologista. O uso consciente impõe um compromisso por parte do paciente de realizar um acompanhamento periódico, além de assumir com responsabilidade os devidos cuidados de limpeza e recomendações médicas.

O que muda no intestino ao longo da vida?

Conheça as principais mudanças na microbiota intestinal e os impactos para a saúde do organismo

Desde o nascimento, o intestino tem um papel fundamental para o desenvolvimento até a vida adulta. Isso acontece porque a microbiota intestinal – também conhecida como flora intestinal – reúne 10 vezes o número de células humanas, 100 vezes o número de genes do genoma humano e mais de 10.000 tipos de microrganismos entre bactérias, vírus e fungos. Em equilíbrio, eles trabalham para manter a saúde da microbiota intestinal, que é considerada única, como uma segunda impressão digital.

O tipo de parto também influencia diretamente na diversidade dos microrganismos que compõem a microbiota e, quando o parto é normal, a criança herda a microbiota da mãe, prevalecendo dois grupos de bactérias principais: os Lactobacillus e a Prevotella spp. Já no parto por cesária, esses microrganismos são diferentes, prevalecendo o Staphylococcus e Corynebacterium Propoonibacterium spp. Nesse caso, as chances de haver bactérias patogênicas (que podem causar doenças) são maiores, além de aumentar o risco do desenvolvimento de doenças atópicas, como alergias, urticárias, eczemas, entre outras.

O aleitamento materno e o ambiente externo exercem grande influência nos primeiros 1.000 dias de vida da criança, que farão diferença em todas as demais fases, especialmente, até os três anos de idade. Após esse período, que se estende até a adolescência, há um aumento na diversidade de microrganismos presentes na microbiota. Essas mudanças respondem de forma diferente, de acordo com a alimentação, e também na recuperação de doenças em geral.

“Nessa idade, medicamentos antibióticos são muito utilizados para tratar infecções bacterianas e alguns indivíduos apresentam reações, que vão desde diarreia de repetição, até doenças alérgicas e respiratórias mais graves. Quando a alimentação é saudável e há predominância de bactérias boas na composição da microbiota intestinal, a resposta aos tratamentos é muito mais eficiente, assim como a recuperação do equilíbrio da microbiota intestinal após o tratamento”, explica a Dra. Vera Lúcia Ângelo, gastrenterologista pela Federação Brasileira de Gastrenterologia, Especialista em Doenças Funcionais pelo Hospital Israelita Albert Einstein e Mestre e Doutora e Patologia Geral UFMG.

Os microrganismos presentes na microbiota intestinal variam ao longo do tubo digestivo, assim como a sua composição ao longo da vida. Na fase adulta, ela é totalmente distinta das fases anteriores, mas passa a mudar de forma mais lenta do que na infância. Dessa forma, quando há uma disbiose – desequilíbrio entre bactérias boas e ruins – a recuperação da microbiota também é lenta, podendo levar de um a dois anos para voltar ao seu equilíbrio, o que reduz a capacidade de absorção dos nutrientes e causa carência de vitaminas.

Dra. Vera Lúcia Ângelo

A disbiose pode desencadear doenças de gravidades diferentes, desde alterações gastrointestinais e doenças inflamatórias intestinais, passando por infecções urinárias e genitais, pancreatite aguda, artrite reumatoide e até mesmo câncer. Além disso, o desequilíbrio da microbiota gera alterações de humor, obesidade, depressão e, principalmente, baixa imunidade. “As células do sistema imune estão, em maioria, na microbiota intestinal. Dessa forma, quando há baixa imunidade, as defesas anti-infecciosas do organismo são afetadas e abrem brechas para novas doenças, deixando a recuperação do indivíduo cada vez mais complicada”, esclarece a especialista.

Nos idosos, as comunidades microbianas também são diferentes dos jovens e adultos e a manifestação de doenças ao longo da vida pode prejudicar, de várias maneiras, o equilíbrio da microbiota. Isso possibilita que outras complicações apareçam na maior idade, ou seja, quando o sistema imune está abalado, a recuperação é ainda mais lenta.

Segundo a Dra. Vera Lúcia Ângelo, a alimentação saudável continua sendo primordial em todas as fases da vida e deve ser constituída de alimentos prebióticos, probióticos e simbióticos para garantir o equilíbrio da microbiota intestinal. “Os prebióticos são, em geral, os diversos tipos de fibras, entre solúveis e insolúveis. As fibras solúveis são as mais recomendadas para bebês e idosos por serem de fácil digestão, além de dar sensação de saciedade e evitar diarreias. Alimentos como chuchu, abóbora, ervilha, aveia, cevada, mandioca e cenoura são bastante recomendados, sendo que a cenoura é a melhor fibra solúvel que existe”, recomenda.

Os probióticos são microrganismos vivos que se alimentam de fibras, ou seja, quando ingeridos, facilitam a digestão, interagindo com a microbiota e restabelecendo o seu equilíbrio1. Eles ainda fortalecem o sistema imunológico, quando administrados em quantidades apropriadas.

Existem vários tipos de probióticos, mas o que difere um do outro é a cepa probiótica, determinante para a ação no organismo. De acordo com a gastrenterologista, o uso prolongado de probióticos pode contribuir bastante para o fortalecimento da imunidade. “Para os bebês, os Lactobacillus e o Bifidobacterium são os mais recomendados, sendo que entre os Lactobacillus, as cepas rhamnosus e reuteri são as mais indicadas”, esclarece a médica.

 

Pavê de sorvete com brigadeiro: bom demaisss!!

Ingredientes
1 lata de leite condensado
3 colheres de sopa de chocolate em pó
1 colher de sopa de manteiga
2 colheres de sopa de chocolate granulado
200 ml de creme de leite
1/2 pacote de biscoito maizena quebrados de forma grosseira
1,5 litro de sorvete de creme

Modo de preparo
Comece preparando um brigadeiro mole com o leite condensado, a manteiga e o chocolate em pó. Depois de pronto, misture o creme de leite. Assim que esfriar, misture o chocolate granulado e reserve. Distribua metade do pote de sorvete de creme em um refratário, espalhe o biscoito maisena e cubra com o brigadeiro. Leve ao congelador até que o brigadeiro fique mais firme para receber a segunda camada do sorvete. Depois, polvilhe o chocolate granulado ou outro confeito de preferência. A receita por ser feita em taças individuais ou em um grande refratário.

Sobre o Açaí da Barra

Fundada em 2015 pelo empreendedor Everaldo Putti Alves Souza e seu sócio Jose Eduardo Volpato, em Barra Bonita, interior de São Paulo, o Açaí da Barra nasceu como o primeiro self-service de açaís do Estado de São Paulo. Com um ano, a marca alcançou 11 lojas em operação de forma orgânica e, atualmente, tem uma rede com 90 unidades, entre próprias e franquias.

Com produtos de fabricação autoral, o Açaí da Barra conquistou seu público cativo, os Açaí da Barra Lovers, como são chamados, que apreciam produtos de qualidade e passar momentos bons ao lado de amigos e familiares. O cardápio da rede oferece mais de 10 tipos de açaís, 40 de sorvetes e 60 toppings, além de sobremesas, sanduíches, crepes, tapiocas, bebidas, milk-shakes e vitaminas, e as lojas estão espalhadas por todo o Brasil. www.acaidabarra.com.br

Cuidados essenciais para manter o cabelo bonito e saudável durante o inverno

cabelo

Com o frio chegando, o momento de adaptar a rotina de beleza é agora; não só nas peças de roupa ou hidratação da pele, mas também nos cuidados com o cabelo. De acordo com Marcelo Luiz, instrutor do curso de cabeleireiro do Instituto Embelleze, as condições climáticas possuem interferência direta na saúde e na aparência dos fios e couro cabeludo. Segundo o profissional, água quente, menor frequência na lavagem e o uso de secador e chapinha podem ser grandes vilões nessa época do ano. Mas, desde que sejam tomados os cuidados necessários, é possível construir uma rotina simples e prática para deixar os fios cheios de vida, mesmo em dias frios.

Mantenha uma frequência fixa de lavagem

Um dos erros mais comuns nessa época do ano é achar que o cabelo não precisa ser lavado com tanta frequência como no verão. Mas não é bem assim, explica o instrutor. “Por conta do frio, é muito comum querer dar um intervalo maior entre uma lavagem e outra, mas isso não é recomendado. Quem já possui uma rotina de lavar dia sim e dia não, ou a cada dois dias, é essencial manter esse ritmo. Mas para quem não segue dias certos, basta observar o aspecto dos fios: se eles já estão mais pesados, significa que é hora de lavar. O acúmulo de oleosidade e resíduos pode causar coceira, irritação do couro cabeludo e queda de fios”, ressalta o profissional.

A temperatura da água também é essencial para a saúde do cabelo, segundo o instrutor. “É comum que o banho nessa época seja mais quente, mas o ideal é utilizar água morna na hora de lavar o cabelo, pois a água quente agride o couro cabeludo, fazendo com que ele produza mais oleosidade para se proteger, além de ressecar os fios e reduzir o aspecto de brilho. Uma dica é lavar o corpo primeiro com a água quente e depois mudar a temperatura do chuveiro para lavar o cabelo”.

Maneire no uso de secador e chapinha

Quem não ama sentir aquele vento quentinho do secador nos dias frios? A sensação pode ser boa, mas é importante não exagerar no uso de fontes de calor, como secador e chapinha. O cabelo pode ficar com um aspecto ressecado, além do couro cabeludo agredido. “É preciso ter cuidado na hora de usar esses aparelhos, optando pelas temperaturas mais mornas tanto do secador, quanto da chapinha. E, no caso do secador, é preciso manter uma distância considerável, cerca de 30 centímetros da cabeça”.

Importante ressaltar a importância de outro item: o protetor térmico. “Protetores térmicos são grandes aliados nesses momentos, basta aplicá-los nos fios antes de usar o secador ou a chapinha para protegê-los do calor excessivo.”

Mais do que nunca, invista na hidratação.

Quem já segue ou conhece o cronograma capilar, sabe que a hidratação constante é um dos principais passos nessa rotina de cuidados. Na época de frio ela se torna ainda mais importante, pois ajuda a amenizar o aspecto de cabelo ressecado e sem brilho, efeitos de um clima mais seco. “Quer ter cabelos sempre saudáveis? Tenha sempre uma boa hidratação inclusa na rotina. A hidratação é capaz de repor água aos fios ressecados trazendo a aparência saudável para o cabelo constantemente. Uma dica para a época de frio é fazer aquelas hidratações mais rápidas durante o banho, com maior frequência; assim não é necessário sair do chuveiro para esperar o produto fazer efeito”, afirma o instrutor Marcelo Luiz.

“Para quem tem cabelos cacheados e crespos, que já possuem o aspecto mais seco naturalmente, a sugestão é investir no uso de produtos livres de parabenos em sua fórmula, já que eles podem potencializar o problema e tornar os fios ainda mais ressecados e sem brilho”.

Que tal deixar o loiro um pouco de lado?

Para quem é loira e normalmente já precisa lidar com a aparência ressecada do cabelo por conta do tom, uma boa dica para a temporada de inverno é apostar em uma coloração mais escura. “Vale investir tanto na coloração definitiva, como no tonalizante, que possui uma duração menor. Para o inverno deste ano, os tons que serão tendência e são boas opções para fugir da aparência de fios ressecados são o castanho chocolate, castanho avermelhado e o moreno iluminado”.

Dormir com o cabelo molhado? Jamais!

Agora que os cuidados necessários com o secador já foram esclarecidos, não há motivo para se deitar ou sair com o cabelo molhado, afinal, além de poder fazer mal à saúde, ainda prejudica os fios e o couro cabeludo. Deixar o cabelo molhado pode encharcar o couro cabeludo e isso fragiliza os fios e os deixam quebradiços, até caspas podem surgir. Portanto, seque bem e tome todos os cuidados já citados anteriormente.

Como aproveitar todas as mil e uma possibilidades do arroz

Alimento mais consumido no mundo, o grão possui uma enorme variedade de tipos e pode abrir um leque de oportunidades para variar a alimentação do dia a dia; confira dicas dos especialistas da Camil

Ele é utilizado para desejar felicidade aos noivos e consumido em todo o mundo, mas é mais conhecido mesmo por estar presente no dia a dia do brasileiro: na mais famosa dupla com feijão, o arroz faz parte da cultura do país, e é um alimento muito nutritivo.

O arroz branco do tipo agulhinha é o mais consumido no Brasil, mas poucos conhecem todas as outras variedades deste grão: dentre os milhares de tipos, podemos encontrar desde o integral até os mais especiais, como arroz preto, o vermelho e o selvagem, além da combinação em um mix com outros grãos, como o 7 grãos integrais.

Mas como aproveitar todas essas possibilidades para variar também o cardápio do dia a dia?  Confira abaixo:

• O arroz é um grão extremamente versátil, é possível fazer muitas receitas tendo este alimento como ingrediente principal, como: salada de arroz, arroz de forno, arroz-doce, etc;

• Complementar o arroz com alguns ingredientes ajuda a trazer novos sabores para o dia a dia: incluir castanhas, cúrcuma e outras especiarias, e até beterraba para que o arroz fique super colorido! Para este último, outra dica é colocar um pouco de vinagre para que a cor fiquei ainda mais brilhante e viva;

• Preparações que ajudam a reaproveitar o grão: pode ser uma salada com 7 grãos ou os deliciosos bolinhos de arroz, que podem ser incrementados com os sabores de preferência de cada um;

• A tradicional sobremesa de arroz doce também pode ser uma deliciosa opção: a dica é deixar o arroz de molho por 30 minutos, para ajudar na cremosidade. Além disso, ele precisa ficar mais caldoso para que depois de frio não absorva todo o líquido e acabe ficando seco.

“O arroz é um dos alimentos mais versáteis que existem e que está presente na rotina do brasileiro. É importante sempre lembrar que o arroz e feijão são parte da cultura do nosso país e seu consumo é recomendado pelo Guia Alimentar para População Brasileira, pois apresentam diversos nutrientes. Ao aumentar a frequência deles no prato do dia a dia, colaboram para reduzir o consumo dos alimentos ultra processados e assim auxiliam tanto com o aspecto nutricional quanto com o emocional da nossa alimentação”, declara Ivy Oliveira, Gerente de Serviços de Marketing da Camil e que coordena a cozinha experimental da marca.

Além disso, muitas informações são divulgadas em redes sociais sobre o arroz e muitas vezes elas não são verdadeiras, confira algumas das afirmações mais comuns e a verdade sobre elas explicadas pelos especialistas da Camil:

– Comer arroz e feijão engorda?

Mito. Muitas pessoas acreditam que o carboidrato presente no arroz pode levar ao ganho de peso, mas isso é uma ideia errada, visto que nenhum alimento de forma isolada é responsável pelo ganho de peso, e sim quando consumimos alimentos em excesso, em uma quantidade maior do que o corpo necessita. Além disso, muitas pessoas acabam substituindo o arroz e o feijão, alimentos in natura, por lanches ou outros alimentos que consideram melhores para perda de peso, muitas vezes optando por produtos industrializados e menos nutritivos.

– É necessário lavar o arroz antes de cozinhar?

Mito. Esse é um hábito brasileiro que passa de geração em geração, inclusive quem inventou o escorredor de arroz foi uma brasileira no ano de 1959, para retirar as impurezas contidas no alimento que vinha direto do produtor, porém muitas coisas mudaram desde essa época, e hoje em dia não é necessário pois esse processo de limpeza já ocorre na fábrica que elimina essas impurezas. No caso do arroz branco, este apresenta um pó, que é resultado do processo de polimento, ou seja, esse pó não é uma sujeira e sim resquício do próprio arroz, e também não precisa ser lavado.

– Arroz e feijão se complementam?

Verdade. Além de trazerem muitos nutrientes e benefícios, quando são consumidos juntos, eles se complementam em sabor e textura (já que um traz o caldo em sua preparação e o outro tem uma textura mais ‘sequinha’). E também em relação ao lado nutricional, pois o arroz tem o nutriente que falta no feijão para que juntos formem uma proteína completa e, portanto, de alta qualidade no nosso organismo.

– O arroz é um alimento nutritivo?

Verdade. O arroz faz parte do grupo alimentar dos cereais, este grupo abrange os principais alimentos fontes de carboidratos, como o arroz, milho (incluindo grãos e farinha) e trigo (incluindo grãos, farinha, macarrão e pães), além de outros cereais, como a aveia e o centeio. O carboidrato é a principal fonte de energia para o corpo, além disso, os cereais também são fontes de fibras, vitaminas (principalmente do complexo B) e minerais. Combinados ao feijão ou outra leguminosa, os cereais, como o arroz, constituem também uma fonte de proteína de excelente qualidade.

O consumo equilibrado do arroz ajuda na imunidade do corpo?

Verdade. O arroz é um tipo de cereal, que por possuir carboidratos, é uma ótima fonte de energia. Combinado com o feijão, que possui ferro, potássio, fósforo, magnésio, além de manganês, zinco, selênio e vitaminas do complexo B, torna a refeição muito nutritiva. Todos esses nutrientes, principalmente as vitaminas do complexo B e o zinco, estão intimamente ligados ao funcionamento do sistema imune. Este cereal também é uma ótima fonte de fibras em sua versão integral, que tem atuação no funcionamento adequado do intestino, órgão também relacionado com a defesa do corpo, e ainda apresenta compostos que combatem os radicais livres, protegendo, assim, as células de lesões, inclusive as células do sistema de defesa. O stress é um fator que pode comprometer o sistema imunológico. Comer arroz pode aumentar os níveis de serotonina, um hormônio que pode ajudar na melhora do humor, e até mesmo, auxiliar o sistema de defesa.

– Arroz e feijão são fonte de proteínas?

Verdade. Quando consumidos juntos, o arroz e o feijão possuem todos os aminoácidos essenciais e constituem uma ótima fonte de proteínas. Atualmente, a qualidade das proteínas é verificada pela digestibilidade dos aminoácidos, ou seja, o quanto dessa proteína é efetivamente digerida e absorvida, para ser utilizada no organismo. Dessa forma, as proteínas do arroz com o feijão, quando comparadas a alimentos fontes de proteínas de origem animal, como o frango ou o ovo, mostram ter uma qualidade similar.

Confira abaixo três receitas do site de Camil práticas e saborosas para você testar em casa e conferir toda a versatilidade do arroz:

Tomate Recheado com 7 cereais

Ingredientes:

• 6 unidades médias de tomate

• 2 colheres (chá) de azeite de oliva

• 1 unidade de cebola pequena picada

• 1/2 xícara (chá) de espinafre picado

• 1 xícara (chá) de Arroz 7 Cereais Integrais CAMIL cozido

• sal a gosto

• Pimenta do Reino (Pó) a gosto

Modo de preparo:

• Lave os tomates, retire a tampa e as sementes.

• Vire os tomates para retirar a água e reserve.

• Preaqueça o forno em temperatura média (180ºC).

• Em uma panela, aqueça o azeite em fogo médio e refogue o alho e a cebola até dourar levemente. Junte o espinafre e refogue até murchar. Tempere com o sal e a pimenta.

• Retire do fogo, acrescente os 7 Cereais Integrais CAMIL cozidos e misture delicadamente.

• Distribua o recheio entre os tomates e coloque-os em uma assadeira média (33 x 23 cm). Cubra com o papel-alumínio e leve ao forno por 15 minutos.

• Retire o papel-alumínio e leve ao forno por mais 10 minutos. Sirva a seguir.

Dicas:

• Você pode servir os tomates frios como salada.

Arroz integral de forno

Ingredientes:

Arroz

• 1 colher (sopa) de óleo

• 1/2 unidade pequena de cebola picada

• 1 xícara (chá) de Arroz Integral CAMIL

• 1 colher (chá) de sal

• 2 e 1/2 xícaras (chá) de água fervente

Molho

• 1 colher (sopa) de óleo

• 1 unidade de Alho picado

• 1/2 unidade pequena de cebola picada

• 1 lata de Tomate pelado

• 1/2 xícara (chá) de água

• sal

• 200 gramas de peito de frango cozido e desfiado

• 1 colher (sopa) de salsinha picada

• 1 unidade de requeijão cremoso light (200g)

• 200 gramas de queijo minas frescal fatiado

Montagem

• queijo parmesão ralado light

Modo de preparo:

Arroz

• Em uma panela, aqueça o óleo em fogo médio e doure levemente a cebola.

• Adicione o Arroz Integral CAMIL e refogue bem. Junte a água fervente e o sal. Tampe parcialmente a panela e cozinhe em fogo médio por 30 minutos ou até o líquido secar e os grãos ficarem cozidos. Reserve.

Molho

• Em uma panela aqueça o óleo em fogo médio, e frite o alho e a cebola até dourarem levemente.

• Junte os tomates, a água e o sal, e cozinhe até começar a ferver.

• Separe meia xícara (chá) do molho e reserve.

• Adicione o frango e cozinhe por mais 2 minutos. Retire do fogo e misture a salsinha. Reserve.

Montagem

• Pré-aqueça o forno em temperatura média (180ºC).

• Em um refratário retangular (23 x 12 cm), faça camadas com a metade do arroz reservado, espalhe o requeijão, e distribua as fatias de queijo e o molho de frango.

• Em seguida coloque a outra parte do arroz, o molho de tomates reservado, e polvilhe o queijo ralado.

• Leve ao forno por 20 minutos e sirva em seguida.

Arroz doce Romeu e Julieta

Ingredientes:

Creme de queijo

• 2 embalagens de cream cheese pequena

• 1/2 xícara (chá) de açúcar refinado

• 1 unidade de creme de leite caixinha

Arroz doce

• 1/2 xícara (chá) de Arroz CAMIL

• 2 xícaras (chá) de água

• 600 mililitros de Leite

• 1/2 xícara (chá) de Leite Condensado

• 1 tira de Casca de Limão

Creme de goiaba – montagem

• 300 gramas de goiabada cascão cremosa

Modo de preparo:

Creme de queijo

• Coloque no liquidificador o cream cheese, o açúcar, o creme de leite e bata até ficar homogêneo. Reserve.

Arroz doce

• Em uma panela, coloque o Arroz CAMIL, e a água. Cozinhe em fogo médio, com a panela parcialmente tampada, por 10 minutos ou até começar a secar o líquido.

• Adicione o leite, o leite condensado e a casca de limão. Misture e cozinhe até ferver.

• Reduza o fogo e cozinhe, mexendo algumas vezes, por 20 minutos ou até ficar cremoso.

• Adicione o creme de queijo reservado e misture bem. Reserve.

Creme de goiaba – montagem

• Em uma panela, coloque a goiabada e a água e leve ao fogo médio, mexendo sempre até ficar homogêneo.

• Em 10 taças para sobremesas, coloque camadas alternadas de arroz doce e creme de goiabada, terminando com o arroz doce.

• Leve à geladeira por, no mínimo 1 hora. Sirva em seguida.

 

Clínica Sanabria se torna um dos grandes centros de reparação capilar do Brasil

Ampliando sua área de atuação, a Clínica Sanabria, nome referência em tratamento para queda de cabelos, inaugurou sua nova unidade, em Campo Grande (MS),  e entrou para o ranking de maiores centros de reparação capilar, no país.

A Clínica atende pacientes com distúrbios capilares, devolvendo a saúde dos cabelos e a autoestima do paciente, oferecendo procedimentos modernos e eficazes, proporcionando mais conforto e segurança aos seus pacientes.

O novo espaço, localizado à Rua Dr. Eduardo Machado Metelo, nº 393, no bairro Chácara Cachoeira, conta com ambientes amplos, estacionamento próprio, salas de atendimentos modernas e confortáveis, centros cirúrgicos e o espaço Hospital Day, local onde o paciente pode descansar confortavelmente.

Os atendimentos são realizados pelos médicos dermatologistas Dr. Baltazar Sanabria e Dra. Aline Blanco, profissionais especializados em Tricologia, capazes de tratar mais de 300 patologias do couro cabeludo.

Fotos: Felipe Lima

A Clínica Sanabria oferece transplantes capilares e implantes de barba, utilizando a técnica FUE, onde são retirados folículos do próprio couro cabeludo e, se necessário, de outras partes do corpo, para serem implantados nas áreas com problemas.

Os pacientes também encontram soluções para distúrbios capilares como queda e quebra dos fios, caspa, infecções e problemas no couro cabeludo, por meio de aplicações de corticoide intralesional, luzes de baixa intensidade, mesoterapia capilar, microagulhamento, tratamento medicamentoso, exames de tricoscopia, mmp capilar e toxina botulínica capilar.
Além disso, os pacientes podem encontrar tratamentos para alopecias, cistos, dermatites seborréicas, eflúvio telógeno, foliculite decalvante, líquen plano pilar, lúpus eritematoso discoide, psoríase e tinea capitis.

“As pessoas enxergam os cabelos, como a moldura do rosto. Realmente, é este o papel deles. E perde-los reflete diretamente em baixa autoestima. Por isso, muita gente vai em busca de tratamentos, até em outros países. Mas aqui no Brasil, já temos as técnicas mais avançadas e a segurança é muito maior. Não existe a necessidade de correr riscos, procurando técnicas fora do país”, comenta Dr. Baltazar Sanabria.

 

 

Aprenda a fazer um saboroso Salmão ao molho de laranja

Ingredientes
450g de salmão em postas
1 colher de café de pimenta do reino
½ colher de café de sal refinado
50ml de azeite de oliva
3 dentes de alho picados
100ml de suco de laranja
2 colheres de sopa de mostarda
1 colher de café de páprica doce
3 colheres de sopa de mel
1 colher de café de pimenta dedo de moça picadinha
1 colher de sopa de cebolinha

Modo de preparo:
Tempere as postas de salmão com sal e pimenta do reino e reserve. Em uma tigela, faça um molho misturando o azeite, o alho, o suco de laranja, a mostarda, a páprica, o mel, pimenta dedo de moça e a cebolinha. Em uma travessa, acomode as postas de salmão, regue com o molho e cubra com papel alumínio, em seguida leve ao forno por 10 minutos. Sirva e decore como preferir.

Tempo de Preparo: 30 minutos

Rendimento: 4 porções

Fonte: Água Doce Sabores do Brasil – https://www.aguadoce.com.br

Três quitutes para uma festa junina deliciosa e saudável

A chef Lidiane Barbosa especializada na gastronomia funcional, tendo como hábito o uso de ingredientes integrais, frescos e orgânicos, traz três receitas tradicionais para festejar festas juninas.

Bolo de Fubá com Coco e Açafrão

Ingredientes:

3 ovos

1/2 xícara de açúcar de coco ou eritritol (1/2 xicara menos 2 colheres de sopa)

1 xícara de fubá fino orgânico

4 colheres de sopa de manteiga ghee líquida

1/2 xícara de leite de coco caseiro

1 xícara de coco seco em pedaços ou em lascas

1 colher de sopa de fermento caseiro

1 colher de chá de açafrão em pó.

Modo de preparo:

Bata no liquidificador os ovos e o açúcar por 5 minutos. Acrescente os demais ingredientes aos poucos deixando por último o fermento. Coloque em uma forma pequena untada com ghee e polvilhe fubá fino. Asse em forno pré aquecido 180c por 30 minutos.

Quem gosta de pedaços de coco, coloque em lascas e não bata no liquidificador. Quando a massa estiver pronta, coloque em um bowl e misture delicadamente.

Bolo de Milho

Ingredientes:

3 a 4 ovos – se forem grandes, optem por ter ovos.

1 xícara (chá) de eritritol em pó, xilitol* pó ou açúcar de coco/ mascavo ou demerara

½ xícara (chá) de fubá fino orgânico

¾ de xícara (chá) de manteiga ghee ou de óleo de coco – líquidos

400g de milho cozido ou 2 xícaras (chá)

¼ de xícara (chá) de farinha de linhaça – opcional

1 ½ xícara (chá) de leite de coco caseiro

1 colher (sopa) de fermento caseiro

Opcional: 1 colher (chá) de canela em pó

Modo de preparo:

Pré aqueça o forno a 180c. Unte uma forma média com manteiga ghee ou óleo de coco e polvilhe fubá fino orgânico. No liquidificador, bata os ovos e o eritritol em pó ou açúcar de sua escolha. Bata bem, por 3 minutos. Coloque o fubá e o leite de coco e bata mais um pouco, até obter uma massa homogênea. Por último o milho, a farinha de linhaça e o fermento. Bata obter uma massa lisa. Coloque a massa na assadeira e leve ao forno por 40 a 45 minutos.

Pipoca Doce com Caramelo de Coco e Flor de sal

Ingredientes:

1 xicara de chá de milho de pipoca orgânico

2 colheres de sopa de óleo de coco extra virgem

3 colheres de sopa de açúcar de coco

1/4 de xicara de água flor de sal

Modo de preparo:

Em uma panela coloque o óleo de coco. Deixe esquentar um pouquinho e adicione o milho. Mexa um pouco e deixe que a pipoca estoure. Abaixe o fogo e deixe que ela estoura sozinha. Retire a pipoca da panela, coloque em um bowl. E na mesma panela adicione o açúcar e a água e mexa por 5 minutos, até formar um caramelo. Adicione a pitada de flor de sal e na mesma panela adicione a pipoca já estourada. Mexa delicadamente e sirva em seguida.

A chef Lidiane Barbosa dá as dicas

 

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O seu negócio pode não existir se não estiver na nuvem

*Por Eduardo Terzariol

Líderes de todo o mundo começam a se dar conta de uma importante realidade: “Não existirei se não estiver na nuvem”. Essa constatação tem sido acelerada pela pandemia.

A questão crítica, “Será que o meu negócio vai continuar a existir?”, resume-se, em última análise, a dois aspectos:

Competitividade: A sua força de trabalho é produtiva e colaborativa? Aproveita os seus dados para melhorar o serviço ao cliente e adquirir novos clientes? Você otimizou suas operações em termos de custo e eficiência?

Resiliência: O seu negócio é capaz de responder às pressões e oportunidades do mercado com agilidade? Você considera a sua organização segura contra ameaças crescentes?

Muitas companhias respondem sim a estas duas perguntas. Se sua empresa não estiver entre elas, você tem um grande desafio pela frente.

Analise os dados

Desbloquear e ativar o valor dos dados tem benefícios claros de primeira linha. Ao focar, configurar ou aprimorar uma plataforma de dados baseada em nuvem e equipar equipes ágeis, os CIOs podem dobrar ou até triplicar a velocidade de desenvolvimento em curto prazo.

O sucesso de longo prazo pode ser fortemente influenciado pela eficácia da abordagem de dados de uma empresa. No entanto, otimizar dados é uma tarefa complicada. Inclui o desenvolvimento de modelos para governança de dados, redesenho de processos, como aplicativos modulares, e aproveitamento dos benefícios da tecnologia flexível, escalável e baseada na nuvem.

Ao se concentrar na construção de uma arquitetura digital inteligente em um espaço de nuvem moderno, as empresas ativam o valor dos dados e colhem os frutos. Colocar os dados no centro da evolução organizacional, permite obter uma visão clara de toda a empresa, tomar decisões informadas e criar agilidade nos negócios.

Agilidade é fundamental

A agilidade dos negócios é alcançada pela adaptação rápida de bens e serviços para atender à demanda do cliente. A COVID-19 transformou para sempre a vida de todos, especialmente na adoção do mundo digital. Essas mudanças de comportamento remodelaram as jornadas de decisão do consumidor e as companhias precisam se adaptar rapidamente ou correm o risco de perder para aqueles que migraram para o digital antes.

As empresas que já estão na nuvem podem se beneficiar de um ritmo mais intenso de desenvolvimento de produtos, que alinha diretamente a infraestrutura de TI com as metas e objetivos de negócios. Além disso, eles podem escalar processos de tecnologia para cima e para baixo conforme necessário, otimizando o uso de ativos de TI.

De acordo com um estudo da Mckinsey, para os CIOs, o aumento da agilidade e a melhor qualidade de serviços ao cliente são os impulsionadores do investimento na modernização da infraestrutura e a nuvem está no centro disso.

Engajando especialistas

Para usufruir de todos os benefícios da agilidade não basta migrar os aplicativos para plataformas em nuvem. Uma estratégia holística de nuvem agora é um componente fundamental e os líderes precisam entender como aproveitar as inovações tecnológicas mais recentes para cumprir sua estratégia e objetivos de negócios.

O grande desafio é que o ritmo de inovação exige um investimento significativo para interpretar e traduzir as novidades em soluções que atendam aos objetivos de negócios. A escolha de um parceiro tecnológico com experiência em nuvens privadas, hospedadas, híbridas e públicas viabiliza um ambiente seguro, ágil, escalável e disponível, independentemente do local em que os sistemas operam.

Essa preocupação na seleção dos fornecedores deve estar presente seja qual for o porte da empresa. Lembre-se: sem um foco contínuo em aproveitar a tecnologia mais recente para obter uma vantagem competitiva você pode ficar para trás.

Eduardo Terzariol é Cloud Architect Sr. Manager da Logicalis Brasil