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Polvo grelhado na páprica defumada, batata no azeite e legumes provençais

Bistrot de Paris Chef - Alain Poletto Polvo Provencal

 Aprenda a receita de Polvo grelhado na páprica defumada, batata no azeite e legumes provençais assinada pelo chef francês Alain Poletto que comanda o charmoso Bistrot de Paris localizado na cidade de São Paulo.

Ingredientes:

1 kg de polvo

150 g de batata

200 g de azeite

30 g de salsinha

100 g de pimentão vermelho

100 g de pimentão amarelo

50 g de cebola roxa

1 unidade de tomate sem pele

4 unidades de azeitonas pretas

2 dentes de alho confitados

10 g de páprica defumada

Rendimento: 2 porções

Modo de preparo:

Cozinhe o polvo na água com sal por 45 minutos e verifique o ponto de cocção em função do tamanho. Reserve e separe os tentáculos. Em seguida, corte em laminas os pimentões e a cebola. Depois cozinhe as batatas com pele e reserve. Tire a pele das batatas e amasse no garfo, tempere com sal, salsinha picada e azeite. Corte os tomates e dispense as sementes. Salteie no azeite os pimentões e a cebola, tempere com sal e adicione os tomates, azeitonas e dentes de alho. Por fim, salteie no azeite o polvo temperado com páprica defumada e sal até deixar dourado e bem quente por dentro. Num prato, disponha a batata, por cima os legumes e termine pelos tentáculos de polvo.

 

Sobre Alain Poletto

Cresceu no hotel-restaurante de sua família na cidade de Thonon-les–Bains. Foi professor titular de gastronomia na Escola Hoteleira da cidade, uma das mais conceituadas da França, durante 21 anos. Em 1989 lançou a tese “La cuisson sous vide”, tornando-se referência mundial nesse tipo de cocção. Em São Paulo desde 2002, foi sócio de restaurantes como Paola di Verona (2002 a 2007) e do Dalva e Dito. De 2009 a 2013 foi o chef consultor especialista do grupo Pão de Açúcar.

Sobre o Bistrot de Paris

Na Villa San Pietro, escondida no meio da agitação dos Jardins, o Bistrot de Paris foi repensado em todos os detalhes para se tornar um autêntico bistrot francês e oferecer uma verdadeira experiência de bistronomia. Pautado por sua vivência, o sócio-chef Alain Poletto, assina o cardápio de clássicos incontornáveis, o que reforça ainda mais seus laços com a verdadeira cozinha francesa. Sem deixar de lado seu lado criativo com sugestões especiais servidas todos os dias, resultado de uma cozinha autoral.

 

A TAG Heuer apresenta o TAG Heuer Carrera Green Special Edition

Com o tom azul-esverdeado profundo deste relógio de edição especial, a icônica coleção TAG Heuer Carrera assume uma aparência misteriosa e sofisticada.

Bem a tempo do verão no Hemisfério Norte, a fabricante suíça de relógios de luxo revela o TAG Heuer Carrera Green Special Edition, um relógio excepcional em uma cor totalmente nova: um azul-esverdeado profundo com um brilho intenso. Limitado a 500 peças, este relógio combina artisticamente a tradição herdada dos primeiros modelos da Heuer Carrera com a elegância moderna, reunida por um estilo incomparável da Riviera.

A coleção TAG Heuer Carrera homenageia a fascinante herança automobilística da marca com uma linha de cronógrafos atemporais, esportivos e elegantes. Desde sua introdução há mais de 60 anos sob o visionário Jack Heuer, estes relógios, com suas linhas limpas e proporções perfeitas, se tornaram um ícone imediatamente reconhecível. E esta nova edição, com uma nova edição bem trabalhada, é um sucessor digno do modelo original de 1963.

O cronógrafo TAG Heuer Carrera Green Special Edition tem de fato muito em comum com o Heuer Carrera ref. 2447. Os lugs com assinatura, a caixa elegante, os botões de pressão polidos e o mostrador todo em tons agradáveis com seu ilustre predecessor, mas os detalhes e o diâmetro maior – aumentado de 36 para 39 mm – o atualizam perfeitamente.

O mostrador ostenta uma estrutura tricompax sóbria e sofisticada com três sub-diais encaixados: um cronógrafo de minutos às 3 horas, um cronógrafo com hora às 9 horas e um indicador de segundos permanente às 6 horas. Os ponteiros das horas e minutos são facetados e revestidos com Super-LumiNova® para uma ótima legibilidade. Atrás da “caixa de vidro” de cristal de safira em estilo retro, também inspirado no Heuer Carrera original, o mostrador ostenta o emblemático logotipo Heuer e o nome Carrera.

E por último, mas não menos importante, a nova característica que faz com que este relógio se destaque da multidão: o mostrador é de uma cor deslumbrante em azul-petróleo. Raramente apresentado nas coleções TAG Heuer, esta cor é uma mistura sutil de azul e verde, dando a este relógio um toque fresco e criativo e uma ousadia sofisticada. No fundo da caixa, há toques de azul na engrenagem da coluna do movimento e nas inscrições “Calibre Heuer 02” e “Swiss Made” na massa oscilante, visíveis através da caixa transparente.

O TAG Heuer Carrera Green Special Edition apresenta o movimento de fabricação Calibre Heuer 02, um movimento cronógrafo automático de última geração feito exclusivamente na Suíça na fábrica TAG Heuer em Chevenez. Este movimento compreende 168 peças, incluindo uma roda de coluna e uma embreagem vertical – uma garantia de excepcional desempenho cronométrico. Possui também uma impressionante reserva de energia de 80 horas.

Este modelo é comporto por uma pulseira de couro de aligátor preto com um fecho dobrável com dois botões de pressão de segurança, este modelo é limitado a 500 peças e gravado com a menção “SPECIAL EDITION” no fundo da caixa.

Com sua ilustre herança, proporções perfeitas, mostrador exclusivo e movimento de alta precisão, o TAG Heuer Carrera Green Special Edition é um modelo genderless de 39 mm de diâmetro que atrairá a atenção de todo aficionado por relógios. É uma peça de coleção que faz uma afirmação resolutamente ousada e moderna. Disponível a partir de maio de 2021, este cronógrafo será vendido exclusivamente nas boutiques TAG Heuer e através dos sites de comércio eletrônico da marca.

Como convencer a criança a usar os óculos de grau

Crianças como erros refrativos precisam usar as lentes corretivas para garantir pleno desenvolvimento visual e neuropsicomotor

Os erros refrativos, como a miopia, o astigmatismo e a hipermetropia, são os problemas visuais mais comuns na idade escolar. Felizmente, são condições oculares que podem ser corrigidas com o uso de óculos. Entretanto, nem todas as crianças podem reagir positivamente à necessidade das lentes corretivas.

Segundo a oftalmopediatra Dra. Marcela Barreira, especialista em Estrabismo, a reação dos pais no momento do diagnóstico é muito importante para a aceitação da criança em relação ao uso dos óculos.

“É importante que os pais compreendam que os erros refrativos, geralmente, não causam problemas oculares graves. Porém, é preciso corrigi-los o quanto antes para garantir que a criança tenha um desenvolvimento visual adequado. Inclusive, a falta da correção impacta diretamente no desenvolvimento neuropsicomotor e na vida escolar”, ressalta Dra. Marcela.

Segurança é fundamental

No momento do diagnóstico, os pais precisam passar segurança para que a criança entenda que o uso de óculos trará benefícios na escola, nos esportes e na vida social.

“Em muitos casos, os pais ficam assustados com a notícia e podem mandar uma mensagem errada para a criança. Uma das razões pode ser porque sofreram bullying quando frequentavam a escola ou simplesmente porque não conseguem aceitar o diagnóstico”, diz a médica.

Bebês costumam aceitar melhor

De acordo com especialista, por incrível que pareça, os bebês ou crianças menores costumam aceitar melhor a necessidade de usar óculos. “Geralmente, bebês e crianças pequenas não têm grandes problemas em usar o acessório e a adaptação é bastante tranquila”.

Contudo, como toda regra tem sua exceção, alguns bebês podem se incomodar sim com os óculos. “Nesses casos, é preciso muita perseverança, muita paciência dos pais e muita parceria com o oftalmopediatra para conseguir uma adaptação sem traumas”, diz Dra. Marcela.

Consulta preventiva

Toda criança precisa passar por uma consulta com um oftalmopediatra, preferencialmente no primeiro ano de vida. “Muitas crianças, mesmo com graus muito altos, não demonstram dificuldade para enxergar como os adultos”, cita a especialista.

Isso ocorre por dois motivos. “O primeiro é porque quando a criança nasce com um erro refrativo, ela ainda não entende que a maneira que ela está enxergando está embaçada ou inadequada. Com isso, ela se adapta àquela visão”, comenta Dra. Marcela.

Outro motivo é que os pequenos têm uma capacidade muito grande de compensar graus bastante elevados. Com isso, não demonstram que estão com dificuldades para enxergar.

No Brasil, infelizmente, os pais não têm o costume de fazer consultas oftalmológicas preventivas de forma precoce. Com isso, chegam ao consultório quando as dificuldades de aprendizado começam a surgir.

“Algumas vezes, esse atraso no diagnóstico pode levar à ambliopia, que nos casos dos erros refrativos está relacionada a diferença de grau de um olho para outro. O cérebro acaba preferindo a imagem captada pelo olho com menor grau e isso afeta o desenvolvimento visual do olho com maior grau”, reforça Dra. Marcela.

Dicas para o uso de óculos na infância

Procure na internet fotos de pessoas famosas, ex-jogadores ou jogadores de futebol, esportistas, cantores e cantoras que fazem uso do acessório, reforçando para a criança que não há nada demais nisso e que o uso dos óculos traz uma série de vantagens
Leve a criança para participar da escolha da armação, principalmente os maiores
Faça uma lista dos familiares mais próximos que também usam óculos
Peça a ótica que coloque prendedores nos óculos para facilitar a prática de esportes
Para os menores, o ideal é escolher modelos de silicone, pois são mais resistentes a quedas e ao manuseio

“Vale lembrar que o crescimento pode alterar o grau, uma vez que o olho cresce também. Portanto, quando a criança tem um erro refrativo, o acompanhamento com o oftalmopediatra deve ser regular, principalmente quando o grau é alto”, finaliza Dra. Marcela

Congelamento de óvulos: saiba como se preparar para o procedimento

Especialista em reprodução humana da Nilo Frantz Medicina Reprodutiva, explica mais detalhes sobre o processo que preserva a fertilidade feminina

O congelamento de óvulos é um procedimento da Reprodução Assistida que está em alta em todo o mundo. Isso é reflexo de uma mudança de comportamento das mulheres que estão postergando a maternidade. Desta forma, seja pela vida profissional, por escolhas pessoais ou falta do parceiro, nota-se que muitas mulheres decidem engravidar mais tarde.

Nesse sentido, a gravidez programada (quando a mulher se planeja para ter um filho) vem acontecendo cada vez mais tarde. Assim, a média de idade que elas têm tido o primeiro filho já supera os 30 anos.

“A Medicina Reprodutiva tem utilizado a técnica de congelamento de óvulos como uma das formas para tentar preservar a fertilidade feminina, já que ela vai diminuindo com o passar dos anos, diferentemente dos homens, que permanecem férteis por toda a vida”, explica o médico especialista em reprodução humana, Dr. Nilo Frantz, da Nilo Frantz Medicina Reprodutiva, em São Paulo.

O especialista detalha mais informações sobre o procedimento, que vem sendo realizado por muitas mulheres no país.

“O congelamento de óvulos, também chamado de criopreservação, é a técnica de preservação dos óvulos em nitrogênio líquido, por meio de vitrificação. Nesse sentido, o congelamento de óvulos é um tratamento para postergar a possibilidade de ter filhos”, pontua Frantz.

Este procedimento foi realizado pela primeira vez em 1986 e, desde então, o método progrediu significativamente. Vale ressaltar que, nos primeiros anos, a taxa de gravidez a partir de óvulo congelado era muito baixa (cerca de 1%). Isso acontecia porque a técnica utilizada para o congelamento criava cristais de gelo que danificavam a estrutura da célula.

No entanto, com a introdução da técnica de vitrificação, em 2006, a taxa de qualidade e de sobrevivência dos óvulos, depois do descongelamento, aumentou para 95%. Desta forma, de acordo com dados do Sistema Nacional de Produção de Embriões (SisEmbrio), a procura por congelamento de óvulos com o intuito de adiar a maternidade triplicou nos últimos anos.

Sendo assim, esta técnica é considerada como um dos avanços mais importantes da Medicina Reprodutiva dos últimos tempos.

“Sabe-se que as mulheres entre 20 a 30 anos estão biologicamente no auge da fertilidade. Portanto, o ideal é fazer o congelamento de óvulos nesse período. Muitas mulheres deixam para recorrer ao procedimento aos 38, 39 ou até 40 anos, porém, as chances de sucesso diminuem muito. Isso porque o envelhecimento reduz significativamente a quantidade e a qualidade dos óvulos produzidos, interferindo diretamente nas chances de uma gravidez”, explica o especialista.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Reprodução Humana (SBRA), a idade limite para o congelamento de óvulos é de 35 anos.

O médico especialista em reprodução humana, Dr. Nilo Frantz

O especialista explica que o congelamento é indicado por diversos motivos, mas mais procurado por mulheres que pretendem engravidar após os 35 anos, ou que chegaram perto da idade e ainda não sabem se querem ter uma gestação.

“É importante esclarecer que as mulheres já nascem com um número de óvulos predeterminado e o seu organismo não é capaz de produzir mais. Sendo assim, com o avanço da idade, os óvulos envelhecem e, neste processo, a quantidade e a qualidade disponíveis para serem fertilizados também diminuem”, ressalta o médico.

Por esta razão, para aquelas mulheres que pretendem adiar a maternidade é recomendado o congelamento de óvulos. Entretanto, segundo o Conselho Federal de Medicina, a idade máxima para se submeter a um tratamento de reprodução assistida é de até 50 anos. Este limite foi escolhido por causa do risco obstétrico, já que após os 50, aumentam os casos de hipertensão na gravidez, diabetes e partos prematuros.

Outro fator que leva ao congelamento, é a menopausa precoce, um quadro clínico em que a mulher deixa de ovular e menstruar antes dos 32 anos de idade. Isso é considerado anormal já que o período natural para a falência ovariana é após os 40 anos.

“Sabe-se que a menopausa precoce pode se originar de vários fatores, como da própria genética, por exemplo. Desta forma, é importante que a mulher saiba identificar, no histórico da mãe e das avós, quando elas entraram na menopausa, pois há uma tendência que o cenário se repita”, pontua.

O especialista ressalta que independente dos fatores, é importante que mulheres com menopausa precoce possam preservar a sua fertilidade, congelando seus óvulos de forma preventiva. Assim, quando decidirem ter filhos, poderão usar os óvulos congelados, caso necessário.

Casos de mulheres que precisam se submeter a tratamentos oncológicos, como quimioterapia ou radioterapia, e que desejam ter filhos após a recuperação, têm a possibilidade de congelar os óvulos antes de iniciar o tratamento oncológico.

“Nestes casos, é fundamental avaliar primeiro o nível de agravamento da doença. Caso o câncer esteja em um estado avançado, e não for possível esperar por uma indução de ovulação, existe a possibilidade da retirada e o congelamento apenas de fragmentos de tecido ovariano. Assim, quando a mulher terminar o tratamento, estes fragmentos podem ser implantados novamente, para tentar a fertilização”, explica Frantz.

Quais são as taxas de sucesso de gravidez com óvulos congelados?

O médico aponta que desde 2006, com o desenvolvimento da “vitrificação”, técnica criada por cientistas japoneses, a taxa de sobrevivência do óvulo após o descongelamento se aproximou de 95%. Desta forma, as taxas de gravidez de óvulos congelados são praticamente as mesmas dos óvulos frescos.

“É importante esclarecer que a taxa de sucesso de uma gestação vai estar diretamente ligada à idade da mulher no momento em que os óvulos foram congelados e não na idade em que eles serão fertilizados e transferidos. Portanto, a possibilidade de uma gravidez futura em mulheres que congelarem seus óvulos depois dos 38 anos de idade é menor do que em mulheres que fizeram o procedimento mais jovens”, pontua.

Além disso, é importante esclarecer que cada caso é diferente do outro e é imprescindível que a mulher passe por uma avaliação médica para verificar a sua reserva ovariana e questões gerais de saúde. Da mesma forma, ela precisa do acompanhamento de um especialista em reprodução assistida durante todo o processo de congelamento de óvulos.

Como funciona o congelamento de óvulos?

Segundo o especialista, o congelamento de óvulos consiste em duas principais etapas. A primeira etapa de congelamento de óvulos possui alguns procedimentos que devem ser seguidos. Confira quais são:

Estimulação ovariana

A estimulação ovariana tem como principal objetivo produzir um número maior de óvulos maduros para serem congelados. Desta forma, a técnica é realizada através do uso de medicamentos, as gonadotrofinas, que promovem o amadurecimento dos óvulos.

Bloqueio Hipofisário

Esta técnica tem a função de impedir que a ovulação aconteça antes do momento da coleta dos óvulos, além de garantir maior precisão no acompanhamento do desenvolvimento folicular.

Aspiração e recuperação dos óvulos

Nesta fase, os folículos são aspirados através de uma agulha acoplada a um transdutor de ultrassom transvaginal, e o líquido colhido é encaminhado aos embriologistas para separarem os óvulos do conteúdo aspirado. Desta forma, o procedimento requer o uso de sedação endovenosa, ou seja, por via de injeção.

Congelamento

Para o congelamento dos óvulos, é utilizada a técnica de vitrificação, que se caracteriza pela rapidez com que atinge baixas temperaturas. Sendo assim, a velocidade da diminuição de temperatura na vitrificação é de – 23ºC por minuto, ou seja, 70 vezes mais rápido que o processo de congelamento lento.

Desta forma, os óvulos congelados ficam armazenados em um cilindro de nitrogênio líquido e são mantidos a -196º. Eles, por sua vez, ficam num estado vítreo, impedindo a formação de cristais de gelo, que danificam células reprodutoras.

2ª etapa: descongelamento e fertilização

A 2ª etapa do processo consiste no descongelamento dos óvulos, na fertilização in vitro (no laboratório) e na transferência do embrião para o endométrio da mulher. Confira abaixo, mais detalhes sobre cada procedimento.

Preparo do endométrio

O preparo do útero para receber os embriões pode ser considerado um processo simples. Se a mulher possui ciclos regulares, o procedimento pode ser feito dentro de um ciclo ovulatório espontâneo, acompanhado por ultrassom e dosagens hormonais.

Desta forma, no momento da ovulação, os óvulos são descongelados, fertilizados e a progesterona é introduzida.

Descongelamento e fertilização in vitro

No processo de descongelamento, os óvulos são retirados do nitrogênio líquido e aquecidos. Logo após, eles são encaminhados para o processo de fertilização.

Por último, os embriões terão o seu crescimento acompanhado até o quinto dia, e quando estiverem adequadamente desenvolvidos, em fase de blastocisto, são transferidos para o útero.

Transferência embrionária

Com os embriões de melhor qualidade separados e endométrio adequadamente preparado, a mulher poderá agendar a transferência embrionária.

O processo é indolor e consiste na introdução dos embriões no útero por meio de uma sonda (cateter) guiada por ultrassom abdominal. Normalmente, o procedimento é feito sem anestesia. Assim, depois de 10 dias, deve ser feito um exame beta HCG para confirmar a gravidez.

Caso positivo, a reposição de estradiol e progesterona é mantida até completar 12 semanas de gestação. A partir desse momento, a placenta já será capaz de produzir esses hormônios em quantidades adequadas.

Há riscos no congelamento de óvulos?

Dr. Nilo Frantz explica que é importante esclarecer que não há riscos em congelar óvulos, pois o processo de vitrificação garante a qualidade das células germinativas. Nesse sentido, o embrião resultante do óvulo congelado tem a mesma qualidade do embrião formado por um óvulo fresco.

“O congelamento de óvulos é um processo seguro que não traz riscos para a saúde da mãe e nem para a saúde do bebê. No entanto, é importante ressaltar que o procedimento deve ser realizado e acompanhado por um médico especializado, numa clínica capacitada e de confiança”, finaliza o especialista.

Sobre a Nilo Frantz: A Nilo Frantz Medicina Reprodutiva, constrói uma trajetória de credibilidade e sucesso. Sua história é repleta de inovação, de responsabilidade e, principalmente, de vidas

Economia compartilhada no mercado de luxo

Mercado do compartilhamento mira na classe A, atraídos por resorts, aeronaves e lanchas

Ter bens de luxo é o sonho de consumo de muitos. Mas muitos se deparam com o alto custo de manutenção de uma lancha, helicóptero ou mesmo de um apartamento de férias. De modo geral, a conta não fecha quando se compara o tempo de uso – poucas vezes ao ano – de cada um desses itens e o alto investimento para ser dono dessas regalias. Mas para quem não abre mão de ter esses bens e ainda assim quer economizar, o mercado encontrou uma solução: o compartilhamento de propriedade.

No ramo de aviões e helicópteros particulares já existe a compra de aparelhos compartilhados. O cliente compra uma fração do helicóptero (5%) ou jato (16,6%), obtendo o direito de voar até 60 horas por ano com o helicóptero ou até 120 horas no caso do jato. Na compra do helicóptero, por exemplo, a fração pode custar R$240 mil, frente ao valor total de R$7,24 milhões. A conta fica ainda melhor quando se compara o tempo de voo, em média 100 horas por ano e a maior parte do tempo o helicóptero fica parado.

Já no caso dos resorts de luxo em multipropriedades, existe a escritura que dá o direito de compra e venda da fração do imóvel. Na multipropriedade, o proprietário passa a ser dono de 1/26 do imóvel, investindo muito menos do que o necessário para dar a entrada em um imóvel tradicional. No Residence Club at the Hard Rock Hotel Fortaleza é possível comprar frações a partir de R$60 mil reais. Como proprietário, pode desfrutar de duas semanas por ano em seu imóvel com serviço de hotelaria cinco estrelas, pode alugar através do pool do hotel para outros hóspedes ou trocar sua semana de uso por hospedagens em outros 4.300 destinos no mundo.

“Trabalhamos apenas com bandeiras mundialmente reconhecidas pelo alto padrão. A qualidade está em cada parte, do projeto ao serviço. Planejamos cada detalhe para que os proprietários vivam os melhores dias de sua vida”, diz Samuel Sicchierolli, presidente da VCI, empresa responsável pela implementação de bandeiras premiums no Brasil no sistema de multipropriedade. Se fosse comprar o mesmo imóvel inteiro, de frente para o mar, isto custaria uma fortuna de investimento e de manutenção. Já neste modelo, os custos de condomínio incluem toda manutenção e também são fracionados com todos os proprietários, assim como o valor bem mais baixo pago pelo investimento.

Samuel Sicchierolli, presidente da VCI (Venture Capital Investimentos), fundo responsável por controlar os investimentos da rede Hard Rock e licenciar a marca no Brasil.  Foto: Jarbas Oliveira.

No mercado de lanchas a conta é bem parecida. Estima-se que um barco de recreio individual é usado, em média, 30 dias ao ano, ficando parado durante todo o restante, resultando em despesas com guarda e manutenção. Já com o compartilhamento, é possível comprar uma cota de uma lancha no valor de 300 mil reais por apenas 40 mil reais. Neste formato, a reserva de datas é feita por um sistema e cada cotista se programa para usar o barco nas datas desejadas, em média, 20 dias por ano.

Num momento onde a experiência é mais valorizada do que a posse integral de bens, o custo benefício destas modalidades é vantajoso. Pagar apenas pelo que usa e economizar com o tempo ocioso de um imóvel de férias, lancha ou jatinho tem chamado a atenção de empresários e executivos, aumentando as possibilidades de atuação do mercado

Hospital de SP realiza primeira cirurgia robótica pediátrica

Paciente de 11 anos tratou uma apendicite de urgência nesta semana; especialista é o primeiro do interior de SP a operar crianças

O Vera Cruz Hospital realizou, na última semana, a primeira cirurgia robótica pediátrica da unidade. Pedro Lucas Alves Gomes, de 11 anos, passou pelo procedimento de urgência para tratar uma apendicite, e foi operado pelo primeiro e único cirurgião pediátrico robótico certificado do interior de São Paulo. “A precisão durante um procedimento cirúrgico é fundamental para a garantia de um tratamento seguro e de qualidade, principalmente quando o paciente é uma criança. Com necessidades diferentes dos adultos, todo cuidado e atenção devem ser mais que redobrados, por isso optamos pela técnica robótica”, explica o médico cirurgião Rodrigo Garcia. A cirurgia, que teve duração de cerca de uma hora, foi considera um sucesso e o paciente já está em casa.

A apendicite, segundo o especialista, é uma inflamação do apêndice – que fica localizado na primeira porção do intestino grosso. No processo inflamatório, ele fica com seu tamanho aumentado e, às vezes, com secreção (pus), causando fortes dores abdominais, o que levou Pedro ao hospital. “Quando não tratada, a apendicite pode levar a sérias complicações de saúde. Entretanto, o problema é resolvido com uma cirurgia de remoção total do apêndice, o que fizemos nesse paciente”, conta. De acordo com Garcia, em uma laparoscopia comum, algumas incisões usadas são maiores. A técnica robótica minimamente invasiva proporciona incisões menores, maior precisão e amplitude dos movimentos que, muitas vezes, não são possíveis pela laparoscopia e cirurgia convencional. O procedimento ainda diminui a dor dos pacientes e oferece menor risco de sangramento. 

O médico cirurgião Rodrigo Garcia. Foto: Matheus Campos

Segundo o especialista, a tecnologia ainda proporciona visibilidade tridimensional em alta resolução. “Todo o procedimento é realizado com o auxílio de um robô e controlado por um médico cirurgião habilitado. Ficamos, portanto, munidos de toda a capacidade tecnológica atualmente disponível para operar aquele paciente de forma segura e benéfica”, explica Garcia, que se certificou em cirurgia robótica em fevereiro deste ano.

“O Vera Cruz Hospital vem ocupando espaço de referência no atendimento de alta complexidade no eixo materno-infantil no interior do estado de SP, com investimento em equipes especializadas e tecnologia de ponta para o melhor desfecho nos casos complexos, como cirurgia fetal e cardíaca, além de referência em parto prematuro extremo. A entrada da cirurgia pediátrica na robótica reforça o posicionamento da instituição”, completa o coordenador de Pediatria do Vera Cruz Hospital, Antonio Carlos Girotto Junior.

A mãe do paciente, Elisangela da Silva Alves Gomes, de 44 anos, conta que não sabia da possibilidade de operar roboticamente e ficou extremamente tranquila com a decisão do médico. “Ele nem sequer levou pontos externos. Foi excelente”, disse. Pedro também aprovou o método. O paciente não via a hora de ter alta hospitalar para contar aos amigos que foi operado por um ‘robô’. “Ele era enorme, parecia um Transformers, foi sensacional”, afirmou.

Pioneirismo

Em outubro do ano passado, o Vera Cruz Hospital alcançou a marca de 500 cirurgias robóticas em adultos, e celebrou a chegada do robô Da Vinci XI, modelo mais moderno, com plataforma totalmente digital. O Vera Cruz foi o primeiro hospital do interior de São Paulo a adquirir um robô, o Da Vinci SI, como parte do Programa de Cirurgia Robótica, em 2018. Outro passo importante no aporte tecnológico da unidade foi a aquisição do novo sistema de visualização robótica: Kinevo, um microscópio de alta tecnologia que ajuda a reduzir os movimentos e o desgaste físico dos cirurgiões, além de diminuir o tempo de cirurgias de alta complexidade.

Para atender às novas demandas, o hospital implantou um programa de formação e aprimoramento das equipes internas de cirurgiões com habilidade na cirurgia robótica, expandindo para diversas especialidades. “Ter a cirurgia robótica como escolha para o paciente muda o padrão de um hospital e traz o que existe de mais moderno em tecnologia. Tivemos um resultado fantástico com o Pedro. Uma cirurgia de sucesso e inclusive um melhor pós-operatório”, explica Garcia. “Esse é o futuro da medicina e o Vera Cruz sai na frente incluindo a cirurgia pediátrica nessa possibilidade”, completa.

Aruba seleciona os hotéis mais bem avaliados por viajantes em 2020

Enquanto a ilha mais feliz mais feliz do Caribe está fechada para brasileiros, Aruba reuniu os hotéis mais bem avaliados por viajantes em 2020 nas plataformas Hoteis.com e TripAdvisor para dar uma forcinha àqueles que desejam retomar o planejamento de viagens. A ação otimista deve-se ao avanço da vacinação, a expectativa é que até o fim de junho toda a população local já esteja imunizada contra o coronavírus, o que traz esperanças para o turismo internacional.

Avaliado como “excepcional” e com pontuação de 9,8 na premiação Loved by Guests 2021 da Hoteis.com, está o quatro estrelas Bucuti & Tara Beach Resort, com tarifas a partir de R$ 2.236. Além disso, o resort também foi classificado como um dos melhores hotéis românticos do mundo em 2020 pelos usuários do TripAdvisor. A propriedade que conta com mais de 7 mil avaliações na plataforma, está localizado em Eagle Beach, praia que também foi destaque na premiação The Traveller´s Choice, sendo classificada como a sétima melhor praia do mundo.

Outros hotéis também classificados como excepcionais no Loved By Guests são Wonders Boutique Hotel, 3,5 estrelas e tarifas a partir de R$ 485 (ambos e Oranjestad) e o Arubas Bakval Suites, classificado com 3 estrelas e localizado em Noord. As estadas na Hoteis.com estão disponíveis a partir de R$ 460.

Se Aruba já está na sua lista de desejos de viagens, saiba que o Renaissance Aruba Resort & Casino foi o 18o hotel mais salvo no TripAdvisor em 2020. O hotel fica em uma ilha privativa para hóspedes e conta com toda estrutura de lazer. Além de belíssimo, o local é a casa de famosos habitantes de Aruba: os flamingos, que passeiam livremente pela praia.

 

Fila lança o KR5, o tênis mais leve de corrida da marca

Com 162 gramas, o KR5 desafia os corredores a descobrirem a diferença entre ser rápido e ser veloz.

A FILA reforça o seu compromisso com a alta performance no running e lança a evolução da linha Kenya Racer, o KR5. Um produto leve, desenvolvido no laboratório de biomecânica do Grupo Dass, que realiza testes com a resposta do corpo humano. O KR5 foi criado com novos materiais tecnológicos, muito mais leves e maleáveis, proporcionando maior performance, conforto na passada e alta durabilidade.

A palavra chave do KR5 é leveza, o produto mais leve já desenvolvido pela Fila Brasil, com apenas 162 gramas, no tamanho 40 masculino, conta com cabedal em tecido com perfuros para melhor respirabilidade e tecnologia FUSE para maior resistência. Possui clip de espuma interna que se ajusta ao pé e lingueta com ajuste triplo, na entressola possui material leve e placa interna para estabilidade na região do médio-pé.

Há dois pontos de borracha nas áreas de maior desgaste, na parte traseira e frontal, com tecnologia EVERGRIP que proporciona excelente tração. Através da inovação em desenvolvimentos de produtos a Fila chegou a essa tecnologia EVERGRIP, um composto de borracha de alta durabilidade localizado na parte de trás do calçado que proporciona grip e tração superior na entressola, em superfícies secas ou molhadas. Já o composto em borracha TPU, a tecnologia EVERGRIPT, foi desenvolvido para proporcionar maior tração e grip, e é aplicada sobre um tecido na parte da frente da sola do KR5, trazendo cravos que terminam bem na ponta dos dedos, garantindo uma performance maior em solos molhados. Esse modelo é a junção de agilidade e leveza em um único tênis.

Com design sofisticado e DNA italiano, solado com drop 6mm, entressola leve e responsiva, e mesh localizado, o KR5 promove excelente respirabilidade, suporte de amarração e conforto. Um produto extremamente leve, entregando ao corredor melhora na passada e na velocidade.

O novo modelo da Linha KR, o FILA KR5, conseguiu estabelecer a verdadeira atmosfera dos esportes de alta performance através de personagens reais. O produto foi testado em mais de 6000 Km e avaliado por 15 atletas profissionais e amadores, no Laboratório de Biomecânica do Grupo Dass, um dos mais modernos e o pioneiro na indústria de calçados da América Latina.

A Fila realizou testes que obtêm a resposta do corpo humano, fundamental para o desenvolvimento do KR5, através de testes precisos que reagem de acordo com a realidade do dia a dia de um atleta. O KR5 passou por testes na chuva, no calor, com suor, e em diversos tipos de pisos, registrando muitas respostas que somente o corpo humano proporciona. “Para o desenvolvimento do KR5 foram necessários quase dois anos em pesquisa. Buscamos novas tecnologias e materiais para garantir o produto mais leve já fabricado pela Fila Brasil. Isso se deve à parceria com os atletas e aos investimentos da marca em inovação e desenvolvimento de produto” Jonas Rocha, gerente de produto de performance Fila Brasil.

Preço sugerido do FILA KR5: R$ 399,90

Masculino: Tam: 37 ao 45
Preto / Grafite / Vermelho, Branco / Marinho / Coral, Vermelho / Branco /Preto

Feminino: Tam: 33 ao 40
Preto / Rosa Fluor / Royal, Prata / Limão / Branco, Coral / Prata / Azul

 

 

Manutenção na indústria 4.0 envolve planejamento e tecnologia

Andreas Göhringer*

Pense na indústria do passado: máquinas antigas, inseguras, com equipamentos enviados fora de hora para manutenção e equipes sem preparo para lidar com as novas exigências. Se olharmos para trás, vemos que os gastos com reparos podiam até mesmo extrapolar o lucro líquido anual.

Ao voltamos ao presente, com olhos para o futuro, vemos que a Indústria 4.0 não tolera imprevistos como esses. Hoje, identificar as causas de possíveis falhas – antes que elas ocorram – é fundamental. E quais são elas?

Infelizmente, observo que os sintomas de falhas nos equipamentos costumam mascarar as verdadeiras causas de problemas, que envolvem contaminações e má operação do equipamento.

Se você garantir a perfeita instalação e seguir as diretrizes do fabricante, podemos dizer que eventuais problemas serão fortemente minimizados. Além disso, é necessário implantar um programa rigoroso de risco zero, tanto pela segurança dos seus colaboradores quanto para a preservação de seus bens de capital.

Sabemos que um programa de tal porte não nasce da noite para o dia, por isso saliento a importância de prever melhorias de manutenção industrial em etapas. Algo factível e que traga resultados mensuráveis.

Uma das soluções mais eficazes atualmente para manutenção controlada e eficaz é a implementação de tecnologia em todas as máquinas da planta, para que processos de manutenção possam ser adaptados a um sistema único. Quando operado por radiofrequência, é possível garantir o melhor controle e planejamento das revisões periódicas.

O sistema tem como premissa o uso de um chip acoplado a cada um dos equipamentos ou a componentes de equipamentos, de forma a armazenar dados de trocas ou intervenções, como data, próximo agendamento e até quem realizou a operação, além de armazenar e disponibilizar toda documentação necessária para a intervenção, como manuais, instruções, registros etc. A vantagem em relação ao antigo sistema de código de barras é a rastreabilidade e armazenagem de dados em nuvem, incluindo agilidade e confiabilidade.

Como escolher entre a manutenção preventiva ou preditiva

É importante estabelecer a diferenciação: a manutenção preventiva é aquela planejada para ocorrer num determinado intervalo de tempo. Já a preditiva, que também pode ser planejada periodicamente, utiliza medições por aparelhos para verificar a condição do equipamento e eventuais necessidades de troca.

Em matéria de planejamento, é possível dizer que as trocas preditivas devem ser usadas em complemento à ação preventiva. O resultado é o aumento da vida útil das máquinas e economia de tempo e rentabilidade.

Em se tratando de fluidos (líquidos ou gasosos), um item crucial nas manutenções é o diafragma de vedação das válvulas. Se ele não estiver em perfeito estado, podem ocorrer vazamentos, o que compromete toda a operação e segurança do processo e das pessoas. Sua quebra pode levar junto toda a máquina, ou até mesmo todo o sistema.

Acredito que o planejamento corajoso e inteligente seja a chave para o futuro da indústria – para manter a segurança de todos, a competitividade e o compliance total em todos os processos.

*Andreas Göhringer é CEO da GEMÜ Válvulas, Sistemas de Medição e Controle no Brasil e conselheiro da Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha (AHK Paraná).