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Nutricionista indica alimentos saborosos que podem ser incluídos na dieta e auxiliar na imunidade

Uma refeição equilibrada é fundamental para manter o sistema imunológico em dia e ainda evitar gripes, resfriados e doenças que podem prejudicar o funcionamento adequado do organismo. Especialmente nessa época do ano, com a chegada do inverno, o corpo exige mais cuidados, por isso, é importante escolher alimentos ricos em nutrientes e antioxidantes.

A nutricionista do Comitê Umami, Graciela Vargas, separou uma lista de alimentos que podem ajudar a garantir maior resistência. De acordo com a nutricionista, optar por determinados ingredientes pode ajudar a proteger as células do organismo, evitando a invasão de vírus e bactérias. Confira os alimentos que merecem mais atenção nesse momento:

Frutas cítricas

A nutricionista destaca que as frutas são alimentos ricos em vitaminas e elementos naturais que ajudam o organismo a criar anticorpos necessários. “Especialmente laranja e tomate, que são ricos em vitamina C e antioxidante, são ótimos para criar uma barreira de defesa nas células. O umami, presente no tomate, aumenta a salivação, permitindo que as proteínas sejam mais facilmente digeridas no estômago. Além disso, ele é um ingrediente muito versátil, é possível comer cru, cozido, frito e até assado”, comenta Graciela.

Vegetais verdes escuros

Vegetais são fontes de nutrientes essenciais para o organismo. Segundo Graciela, eles são um dos maiores responsáveis pela defesa do corpo humano. “Brócolis e espinafre, por exemplo, são ricos em ácido fólico que ajudam na formação de hemácias e produção de novas proteínas”, ressalta.

Alimentos ricos em zinco

A nutricionista destaca que alimentos leves e frescos contribuem para que a defesa do organismo seja ainda mais eficiente. “Cereais integrais, castanhas, sementes e leguminosas, como feijão, lentilha, ervilha e grão de bico são ricos em zinco, atuando diretamente no sistema imune e prevenindo infecções. Além disso, são opções que podem ser preparadas em uma sopa ou como acompanhamento para uma refeição, garantindo uma alimentação completa, versátil e muito saborosa”, sugere.

Alimentos fontes de ômega-3

Além de auxiliarem na redução de inflamações e regularem a coagulação sanguínea, Graciela destaca outras funções que podem provocar reações no organismo. “Alimentos com ômega-3, como peixes, sementes, salmão e óleos vegetais promovem diferentes benefícios, como melhora da função cardíaca e pressão arterial, além de ajudar no combate a alergias e asma”, ressalta.

Fontes antioxidantes

Os antioxidantes são elementos primordiais para a saúde. São eles que retardam o envelhecimento das células e previnem uma série de doenças. Graciela afirma que a boa notícia é que eles podem ser facilmente encontrados e estão em muitos alimentos consumidos. “Os cogumelos, por exemplo, estão cheios de antioxidantes com potencial antienvelhecimento. Eles são muito populares na culinária oriental e estão ganhando cada vez mais espaço no cardápio brasileiro. Aqui no Brasil, o mais conhecido é o champignon, muito utilizado nas preparações de estrogonofe e massas”, finaliza.

Dicas: Alternativas ao leite de vaca

Quando se trata de leite, são muitas as opções. Se você é intolerante a lactose, alérgico a proteína do leite de vaca (APLV), vegano, alérgico a nozes, soja ou coco, não se preocupe, nas prateleiras dos supermercados você encontra diferentes opções, que com certeza, vai atender às suas necessidades com bons perfis nutricionais e sabores diferentes. A  nutricionista Adriana Stavro explica a ampla variedade de opções de produtos em forma de leite.

Leite de vaca integral, semidesnatado, desnatado ou 0 lactose 

A principal diferença é o teor de gordura, e, portanto, a quantidade de calorias. O leite integral é o que contém mais gordura (mínimo de 3% de sua composição). O leite semidesnatado é mais leve em relação ao integral. No processo de fabricação, parte da gordura é retirada, mantendo os níveis entre 0,6 e 2,9%. O leite desnatado tem menos gordura, porém, ele não contém as vitaminas A e D. Com exceção das vitaminas A e D do leite desnatado, todas as versões contém as mesmas quantidades de proteínas, sódio, potássio, cálcio, magnésio, fósforo, e vitaminas A, B1, B2, B3, B5, B6, biotina, ácido fólico, B12, C, D, E, e K. É importante ressaltar que as quantidades de carboidratos nas 3 versões são as mesmas (em média 9,0g por 200ml). Com uma ampla variedade de extratos vegetais disponíveis, pode ser difícil saber qual é o melhor. É importante ficar atento aos ingredientes ocultos que possam ter impacto negativo na sua saúde. Aqui estão alguns pontos importantes a considerar:

Conteúdo de cálcio: O leite de vaca é rico em cálcio, essencial para ossos saudáveis e para prevenir a osteoporose. A maioria dos extratos vegetais é enriquecida com cálcio, portanto, escolha um que contenha no mínimo 120 mg de cálcio por 100 ml.

Vitamina B12: A vitamina B12 é encontrada naturalmente em produtos de origem animal. Pessoas que limitam ou evitam estes produtos devem escolher produtos enriquecidos com esta vitamina. Alergias e intolerâncias alimentares: algumas pessoas têm alergias ou intolerâncias a certos ingredientes usados em leites à base de plantas, como glúten, nozes e soja. Verifique os rótulos se você tiver alergias ou intolerâncias.

Açúcar: O açúcar é disfarçado por muitos nomes (dextrose, frutose, galactose, glicose, lactose, maltose, sacarose entre outros). É importante ficar atento e evitar produtos com adição de açúcar e de adoçantes artificiais.

Estabilizadores como goma de gel: goma de gel é um polissacarídeo produzido pela bactéria Sphingomonas Elodea. É frequentemente combinado com o agente espessante de gomaxantana, que pode ter efeito laxante quando consumido em grandes quantidades.

Reguladores de ácido: Reguladores de ácido, como fosfatos, são adicionados às alternativas de leite para manter o pH durante o armazenamento. No entanto, há muita controvérsia em torno do uso de altas concentrações de fosfatos como aditivo alimentar, razão pela qual eles devem ser consumidos apenas em pequenas quantidades. Lembre-se de ler a lista de ingredientes antes de adquirir alternativas ao leite de vaca.

Extrato Vegetal de Soja

Tem sido o substituto não lácteo mais popular porque seu perfil nutricional se assemelha muito ao leite de vaca. algumas marcas, são enriquecidas com cálcio e vitamina D, portanto, verifique o rótulo nutricional. Uma xícara (240 ml) de leite de soja sem açúcar contém 80-90 calorias, 4-5 gramas de gordura, 7-9 gramas de proteína e 4 gramas de carboidratos

Extrato Vegetal de Amêndoas

É feito com amêndoas e água. Tem uma textura leve e um sabor ligeiramente doce. Pode ser adicionado ao café e chá, misturado em smoothies e usado como substituto do leite de vaca em sobremesas e assados. Uma xícara (240 ml) de extrato de amêndoa sem açúcar contém 30 a 35 calorias, 2,5 gramas de gordura, 1 grama de proteína e 1 a 2 gramas de carboidratos. Comparado ao leite de vaca, contém menos calorias e menos gorduras. Também é significativamente mais baixo em proteínas e carboidratos. É um dos extratos vegetais de menor teor calórico disponíveis, e é uma ótima opção para aqueles que desejam ou precisam diminuir o número de calorias. Escolha marcas que contenham um conteúdo mais alto de amêndoas, em torno de 7 a 15%. As amêndoas também contêm ácido fítico, uma substância que se liga ao ferro, zinco e cálcio para reduzir sua absorção no organismo. Isso pode diminuir um pouco a absorção desses nutrientes pelo extrato de amêndoa

Extrato Vegetal de Coco

O extrato de coco é feito da água e da polpa branca dos cocos marrons. Tem uma textura cremosa e um sabor doce, mais sutil que o coco. Um copo (240 ml) contém 45 calorias, 4 gramas de gordura, nenhuma proteína e quase nenhum carboidrato. Contém um terço das calorias do leite de vaca, metade da gordura e significativamente menos proteínas e carboidratos. Tem o menor teor de proteínas e carboidratos dos extratos não lácteos. Por isso pode não ser a melhor opção para aqueles com maiores necessidades de proteína, mas seria adequado para quem procura reduzir a ingestão de carboidratos. Além disso, cerca de 90% das calorias do extrato de coco são provenientes de gordura saturada, conhecida como triglicerídeos de cadeia média.

Extrato Vegetal de Aveia

O extrato de aveia é feito a partir de uma mistura de aveia e água. No entanto, os fabricantes costumam adicionar ingredientes extras, como gomas , óleos e sal, para produzir sabor e textura agradáveis. É naturalmente doce e de sabor suave. Pode ser usado para cozinhar da mesma maneira que o leite de vaca e é ótimo com cereais ou smoothies. Um copo (240 ml) contém 140-170 calorias, 4-5 gramas de gordura, 2-5 gramas de proteína e 19-29 gramas de carboidratos. Contém um número semelhante de calorias que o leite de vaca, e cerca de metade da quantidade de proteína e gordura. Curiosamente, o extrato de aveia é rico em fibras totais e beta glucana, um tipo de fibra solúvel que forma um gel espesso à medida que passa pelo intestino. O gel de beta glucana se liga ao colesterol, reduzindo sua absorção no organismo. Isso ajuda a diminuir os níveis de colesterol, principalmente o colesterol LDL, o tipo associado a um risco aumentado de doença cardíaca.

Pesquisas mostraram que as beta glucanas ajudam a aumentar a sensação de saciedade, e diminuem os níveis de açúcar no sangue após uma refeição. O extrato de aveia também é barato e fácil de fazer em casa.

Extrato Vegetal de Arroz

É feito de água e arroz branco ou marrom moído. Tal como acontece com outros não lácteos, geralmente contém espessantes para melhorar a textura e o sabor. O extrato de arroz é o menos alergênico dos não lácteos. Isso o torna uma opção segura para pessoas com alergias ou intolerâncias a laticínios, glúten, soja ou nozes. Tem sabor suave e naturalmente doce com consistência levemente aquosa. É ótimo para beber, preparar smoothies e sobremesas. Uma xícara (240 ml) contém 130-140 calorias, 2-3 gramas de gordura, 1 grama de proteína e 27-38 gramas de carboidratos. O extrato de arroz contém calorias semelhantes ao leite de vaca. Ele também contém consideravelmente menos proteína e gordura. De todas as alternativas não lácteo, o extrato de arroz contém mais carboidratos, cerca de três vezes mais que os outros. Além disso, tem um alto índice glicêmico (IG) de 79 a 92, o que significa que é absorvido rapidamente no intestino, e aumenta rapidamente os níveis de açúcar no sangue. Por esse motivo, pode não ser a melhor opção para pessoas com diabetes. Devido ao seu baixo teor de proteínas, também pode não ser a melhor opção para crianças, atletas e idosos. Essas populações têm maiores necessidades de proteína.

Extrato Vegetal de Caju

É feito de uma mistura de castanha de caju e água. É cremoso e tem um sabor doce e sutil de nozes. Tal como acontece com a maioria dos extratos à base de nozes, a polpa é extraída do leite. Isso significa que as fibras, proteínas, vitaminas e minerais de todo o caju são perdidos. Um copo (240 ml) de extrato de caju sem açúcar contém apenas 25 a 50 calorias, 2 a 4 gramas de gordura, 0 a 1 grama de proteína e 1 a 2 gramas de carboidratos.O extrato de caju contém menos calorias do leite de vaca, metade da gordura e significativamente menos proteínas e carboidratos. Devido ao seu baixo teor de proteínas, pode não ser a melhor opção para pessoas com maiores necessidades como idosos, crianças e atletas. Com apenas 25 a 50 calorias por xícara (240 ml), o extrato de caju sem açúcar é uma ótima opção de baixa caloria para quem procura reduzir sua ingestão calórica. O baixo teor de carboidratos e açúcar também a torna uma opção adequada para pessoas que precisam monitorar sua ingestão de carboidratos, como diabéticos. Por fim, o extrato de caju é um dos extratos mais fáceis de fazer em casa.

Extrato Vegetal de Macadâmia

O extrato de macadâmia é feito principalmente de água e cerca de 3% de macadâmia. É relativamente novo no mercado. Tem sabor suave e é mais cremoso que a maioria dos extratos vegetais. Um copo (240 ml) contém 50 a 55 calorias, 4-5 gramas de gordura, 3-5 gramas de proteína. Isso faz com que seja uma ótima opção para quem tenta reduzir a ingestão de calorias. Contém menos calorias e gordura em relação ao leite de vaca. Também tem menos proteínas e carboidratos. Além disso, o extrato de macadâmia é uma ótima fonte de gorduras monoinsaturadas saudáveis , com 3,8 gramas por xícara (240 ml). Aumentar a ingestão de gorduras monoinsaturadas pode ajudar a reduzir os níveis de colesterol no sangue, a pressão sanguínea e o risco de doença cardíaca, especialmente se ele substituir alguma gordura saturada ou carboidrato em sua dieta

Extrato Vegetal de Cânhamo

É produzido a partir das sementes da planta de cânhamo. O extrato de cânhamo tem um sabor levemente adocicado e uma textura fina e aquosa. Uma xícara (240 ml) de extrato de cânhamo sem açúcar contém 60 a 80 calorias, 4,5 a 8g de gordura e 1 a 2g de carboidratos. Contém quantidade semelhante de gordura ao leite de vaca, mas cerca da metade das calorias e proteínas. Ele também contém significativamente menos carboidratos em relação ao leite. É uma boa opção para veganos e vegetarianos, pois um copo fornece 2 a 3g de proteína com todos os aminoácidos essenciais. É baixo em carboidratos, tornando-o uma ótima opção para quem deseja reduzir a ingestão. Evite variedades adocicadas, pois elas podem conter até 20 gramas de carboidratos por xícara (240 ml)

Extrato Vegetal de Quinoa

Embora a quinoa tenha se tornado um superalimento muito popular nos últimos anos, o extrato é relativamente novo no mercado. Por esse motivo, é um pouco mais caro que outros extratos e pode ser um pouco mais difícil de encontrar. Um copo (240 ml) contém 70 calorias, 1 grama de gordura, 2 gramas de proteína e 12 gramas de carboidratos em média. É composto principalmente de água e de 5 a 10% de quinoa. Isso significa que a maioria das proteínas, fibras, vitaminas e minerais da quinoa são diluídas. Possui um perfil nutricional bastante equilibrado em comparação com outros extratos. É relativamente baixo em gordura, com quantidades moderadas de proteínas, calorias e carboidratos. É uma boa fonte de proteína para vegetarianos e veganos. Se estiver disponível no supermercado, pode valer a pena apostar.

Conheça 6 tipos de alimentos que auxiliam no preparo de refeições saborosas e equilibradas

Comemorar datas gastronômicas é uma verdadeira festa de sabor e história, e para celebrar a data mais saborosa do calendário não poderia ser diferente. No próximo dia 25 é comemorado o Dia do Umami, data em que o quinto gosto do paladar humano foi descoberto pelo professor e pesquisador Kikunae Ikeda, em 1908, no Japão.

De origem japonesa, a palavra umami significa saboroso, delicioso. Nomeado pelo cientista, o termo sempre foi muito usado no vocabulário dos japoneses ao longo de séculos. Sua escrita é uma derivação de “umai”, que significa delicioso, e “mi”, que significa “gosto”.

Assim como doce, salgado, azedo e amargo, o quinto gosto também está presente naturalmente em diferentes alimentos. Além de dar um toque especial aos pratos, oferece diversos benefícios para o organismo, como a melhora da aceitação alimentar de crianças e idosos, o auxílio à manutenção da higiene bucal e à digestão de proteínas, além da redução de sódio.

Confira e desfrute de todo potencial que este gosto é capaz de oferecer:

Algas

O umami é muito presente na culinária oriental devido ao consumo de dashi, um caldo à base de algas marinhas, peixe e cogumelos. As algas são fontes de ferro, niacina (vitamina B3) e iodo, minerais muito importantes para a saúde do corpo humano. Além de serem benéficas à saúde, são muito versáteis.

Alimentos à base de soja

Além de nutritivos, são ingredientes de origem vegetal e ricos em proteínas, por isso podem ser opções mais leves para incluir no cardápio diário. O caldo de missô ou um prato que leve tofu, por exemplo, são excelentes escolhas para garantir a ingestão de nutrientes como o aminoácido triptofano, essencial para controlar os hormônios de ansiedade do organismo, e são fontes de umami. Seguindo a mesma linha, o tempeh é uma ótima opção que oferece versatilidade às receitas e proporcionam benefícios ao corpo humano.

Queijos

Um dos “queridinhos” dos brasileiros, os queijos estão entre os que mais representam o umami. Todos os queijos possuem o quinto gosto de forma bem acentuada e o parmesão é a melhor opção para senti-lo. Quanto maior a maturação do alimento, maior a concentração natural de glutamato, e, consequentemente, de umami. Inclusive, o quinto gosto favorece a harmonização dos queijos com outros acompanhamentos, como por exemplo, o café e o vinho. Nessas combinações, as papilas gustativas produzem um volume maior de saliva, o que ameniza a adstringência e o amargor das bebidas.

Peixes e Frutos do mar

Outro grupo rico em umami são os peixes e frutos do mar. Camarão, caranguejos, sardinha e salmão são excelentes opções. Esses alimentos são ricos em proteínas, favorecendo a produção de anticorpos e dando mais energia ao corpo. Devido à forte concentração de glutamato, os frutos do mar apresentam o quinto gosto de forma mais evidente.

Carnes

A maior parte dos alimentos que são fontes de proteínas também possuem umami em sua composição. Esse é o caso das carnes, que podem ajudar a aumentar a massa muscular, oferecendo maior resistência aos músculos e deixando-os mais fortes. Igual ao grupo dos queijos, quanto maior for o tempo de maturação, maior a concentração do umami.

Cereais, Verduras, Legumes e Tubérculos

O quinto gosto está presente em alguns cereais, legumes, verduras e tubérculos como aspargo, cenoura, batata, cebola, milho, brócolis, couve, rúcula e espinafre. Pratos coloridos, além de serem muito nutritivos, podem conferir o gosto umami. Dessa forma, por realçarem os sabores percebidos pelo paladar, são ótimas opções para incluir nas refeições diárias de crianças e idosos, promovendo maior aceitação alimentar.

Especialista destaca o poder transformador do Mindfulness na Educação

O Diretor do Mindful Life Project, JG Larochette, compartilhou sua experiência com a prática da meditação mindfulness junto a crianças e adolescentes durante a live “Diálogos e Mindfulness na Educação”, promovida pela MindKids

A troca de experiências sobre como a prática da meditação mindfulness pode transformar o ambiente escolar e o dia a dia de alunos e educadores foi destaque entre os temas debatidos durante o evento on-line “Diálogos em Mindfulness na Educação”, promovido pela MindKids, iniciativa que ensina Mindfulness para crianças, adolescentes, educadores e famílias.

A live contou com a participação especial do Diretor do Mindful Life Project, JG Larochette. O convidado iniciou sua participação contando como a prática do mindfulness começou a fazer parte de sua vida e o ajudou a superar desafios estruturais na área da Educação também observados em seu país, os Estados Unidos. “Fui professor em áreas muito carentes e ali pude perceber como as deficiências do sistema educacional eram fonte de estresse, tanto para os alunos quanto para os educadores”, relatou durante a conversa, mediada pela fundadora da Mindkids, Daniela Degani, que também é instrutora certificada pela Mindful Schools, dos EUA, e pelo Mindfulness Training Institute, da Inglaterra.

O Diretor do Mindful Life Project, JG Larochette,

Nesse contexto, JG conheceu a meditação mindfulness e buscou aprofundamento na prática, introduzindo-a também, aos poucos, junto a seus alunos. “A melhoria de quadros causados por situações como estresse, ansiedade e depressão foi visível”, contou o educador, que decidiu trabalhar pela disseminação da prática e iniciou o projeto que, hoje, atende a cerca de 20 mil crianças, em 20 cidades da Califórnia.

Ainda de acordo com o especialista convidado pela MindKids, a prática contínua da meditação mindfulness gera resultados comportamentais, individuais e coletivos. “A principal mudança é ‘cultural’, ou seja, observamos que o estresse deixa de ser considerado algo que pertence a um quadro de ‘normalidade’ e dá lugar ao equilíbrio, maior conexão consigo mesmo e o próximo e uma relação mais saudável com as próprias emoções”, destacou JG Larochette.

Durante a live, mais de 200 educadores do Brasil todo puderam fazer perguntas e foram abordados ainda temas diversos, como os desafios de atrair a atenção e manter a concentração de estudantes nas aulas on-line. O evento “Diálogos em Mindfulness na Educação” pode ser assistido, na íntegra, no canal da Mindkids no Youtube, pelo link: https://www.youtube.com/watch?v=Zc2D_Npy1Rk

Quiche Vegetariana de alho-poró com palmito

Ingredientes para a massa

200g de farinha de trigo

100g de manteiga sem sal

1 ovo

40ml de água

Ingredientes para o creme da cobertura

3 ovos

1 lata de creme de leite

100g de requeijão cremoso

Ingredientes para o recheio

1 colher (sopa) de manteiga com sal

1 cebola média picada

100g de alho-poró

300g de palmito

1 tomate picado sem pele e sem semente

100g de queijo parmesão ralado

Modo de preparo da massa

Coloque todos os ingredientes em uma vasilha e amasse. Em seguida, envolva em papel filme e ele à geladeira para descansar por 15 minutos. Com auxílio de um rolo, abra a massa, molde em uma forma de fundo removível e leve ao forno médio preaquecido por 10 minutos ou até que a massa fique levemente dourada. Retire do forno e reserve.

Modo de preparo do creme

Em uma vasilha, misture todos os ingredientes e mexa bem. Reserve

Modo de preparo do recheio

Em uma panela, refogue brevemente na manteiga a cebola e o alho-poró. Em seguida, recheie a massa com os ingredientes na sequência: refogado de alho-poró e cebola, palmito e tomate. Cubra com o creme, espalhe o queijo parmesão e leve ao forno por mais 20 minutos para finalizar. Sirva em seguida.

Rendimento: entre 8 e 10 porções

Fonte: Água Doce Sabores do Brasil – http://www.aguadoce.com.br

Quarto de bebê: como organizar o ambiente para que seja funcional e bonito

A chegada de uma criança traz muita alegria e união para a família, mas também são incontáveis novas tarefas para os pais. A rotina da casa e dos moradores muda completamente, são tantas novidades que todos precisam se reorganizar para dar conta dos horários e cuidados com o bebê. Nesta nova realidade, a última coisa que os pais precisam é se estressar com a organização do quarto do pequeno.

Bodys, fraldas, pomadas, laços e brinquedos precisam estar em seus devidos lugares. Tudo deve estar posicionado para que seja encontrado de forma fácil, ao alcance dos olhos e das mãos de quem cuida do bebê. Para isso, Fabiani Christine, proprietária da Remembear, mostra como organizar todo o enxoval do recém nascido de forma prática.

Fabiani Christine

Segundo Fabiani, o primeiro passo é separar todos os itens do enxoval, higienizar e dobrar. Antes de serem guardados, as roupas, sapatos e acessórios da criança devem estar limpos. Comece lavando as peças menores, que serão usadas nos três primeiros meses de vida do bebê. Deixe as peças maiorzinhas para quando o bebê crescer um pouquinho, assim não se desperdiça a lavagem. Enquanto isso, guarde as roupas maiores em caixas.

Hora de guardar tudo!

Comece guardando na cômoda os itens que serão usados com mais frequência. Nas gavetas, coloque nas primeiras aquilo que será necessário com urgência, como fraldas e toalhinhas de ombro. Nas gavetas seguintes, guarde as peças por ordem de prioridade: nas primeiras os itens mais usados e nas últimas os menos usados.

Tanto na cômoda, quanto no guarda-roupas, uma dica daquelas que salvam a vida na hora da correria é usar etiquetas para nomear as divisórias dos móveis, assim não corre o risco de misturar os itens e se estressar procurando o que precisa na hora de trocar o bebê. “Reúna o enxoval em categorias e guarde-o de acordo com elas. Assim, você treina seu cérebro para sempre buscar no mesmo lugar aquilo que precisa”, orienta Fabiani.

Caixa retangular por dentro

Para ajudar na organização e estética do quarto, Fabiani aconselha usar caixas organizadoras. “Opte por caixas bonitas, que servirão também como item de decoração do quarto. Essas caixas são extremamente versáteis, servem para guardar todo e qualquer tipo de objeto e também, quando não forem mais necessárias no quarto do bebê, podem ser usadas em outro cômodo da casa”, indica a empresária.

Trio de caixas redondas

Uma boa opção é guardar nessas caixas os itens de higiene do bebê, como pomada, lencinho umedecido, perfume, talco. Acessórios também são perfeitos para as caixas. “Colocar laços, prendedores, chupetas nas caixas é ótimo, pois são itens usados com muita frequência e, assim, eles ficam expostos. Além de ficar mais fácil de achar, fica bonito na ornamentação do quarto”, afirma Fabiani.

Dupla de caixas para quarto de bebê,

 

Contribuição e relevância do plástico na Saúde: um paradoxo para reflexão

*Por Alessandra Zambaldi

O Covid-19 desencadeou a maior crise sanitária mundial de nossa época e isso reforçou a importância de inovações que priorizam salvar vidas. Na saúde moderna, é possível perceber um avanço significativo que não seria possível sem o uso de materiais plásticos.

Dos invólucros de máquinas de ressonância magnética aos menores tubos, os plásticos tornaram o atendimento médico mais simples, ágil e também menos doloroso. Coisas fundamentais sem as quais não é possível viver, como bolsas de sangue intravenoso, válvulas cardíacas e seringas descartáveis – tão necessárias para a vacina contra o Covid-19 – são feitas de plástico.

Ao contrário de materiais metálicos – propensos ao desgaste e corrosão, o plástico consegue superar o tempo e evitar possíveis complicações por conta da degradação. Isso não apenas reduz os custos de aquisição, como também o tempo e o esforço que seriam gastos em manutenção.

Com os avanços no setor de saúde, a versatilidade do plástico foi capaz de se adaptar à natureza dinâmica da indústria, incluindo equipamentos de proteção individual que vêm salvando vidas durante a pandemia como luvas, máscaras, toucas, aventais, proteção para os pés e óculos.

Coronavirus-Covid-19

Plásticos também podem ser moldados de acordo com necessidades específicas em dispositivos minúsculos e complexos como às próteses modernas que oferecem maior flexibilidade, conforto e mobilidade. A embalagem plástica, com suas propriedades de barreira excepcionais, peso leve, baixo custo, durabilidade e transparência, é ideal para aplicações médicas. Os procedimentos médicos mais inovadores de hoje dependem de plásticos.

Já na rotina doméstica, o plástico filme com proteção contra fungos e bactérias é fundamental na conservação de alimentos, reduz possibilidade de problemas gástricos intestinais como a intoxicação alimentar e, com a pandemia, ganhou propriedades específicas contra Sars-Cov-2 sendo usado para envolver diversas plataformas e equipamentos compartilháveis – evitando a proliferação da doença. Este é o caso do Alpfilm Protect desenvolvido a base de micropartículas de prata e que, após uma série de estudos para adequações em sua composição, teve sua eficácia antiviral comprovada contra o novo coronavírus.

Não apenas na saúde, os plásticos são onipresentes na agricultura, pesca, energia renovável, transporte, tecnologia, varejo, têxteis, produtos de higiene pessoal e todos os outros setores e indústrias que afetam direta ou indiretamente nossa vida diária.

Tais exemplos mostram a infinidade de soluções que o plástico desempenha na vida das pessoas e revelam o quanto possibilitou diversas transformações no mundo. Portanto, sem fechar os olhos aos malefícios que resíduos do material podem gerar ao meio ambiente, é preciso repensar a cruzada anti-plástico que tomou conta das pautas sociais nos últimos tempos incentivando uma mudança de comportamento em relação ao descarte e à reciclagem.

Se todos os avanços que mudam a vida das pessoas para melhor possuem participação especial de itens plásticos, se faz urgente o encontro de um ponto de equilíbrio que não condene o material ao ostracismo nem tampouco ignore seus defeitos.

*Alessandra Zambaldi é diretora de Comércio Exterior na Alpes. Graduada em Engenheira Química pela Escola de Engenharia Mauá e pós graduada em Negócios Internacionais e Comércio Exterior pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), possui carreira desenvolvida na indústria de plásticos, com forte atuação em projetos de exportação, com vendas de plásticos para embalagens para o mercado externo.

A perigosa indústria da autoajuda instantânea

Essa indústria carrega uma pergunta do instinto: como viver bem em vários aspectos da vida de maneira imediata e (quase) sem esforço? As respostas vendem bem, mas são reducionistas e falsas.

*Por Dr. Bayard Galvão

Autoajuda é a ideia ser feliz e cuidar de si, resolvendo os próprios problemas psicológicos, emocionais, de relacionamentos ou profissionais. É uma proposta tão antiga quanto as escolas filosóficas da Grécia antiga, como os Céticos, Estoicos e Epicuristas.

Essencialmente, cada escola filosófica propunha um tema e como lidar com ele, seja o medo da morte e como lidar com ela; as opiniões dos outros e como encará-las; amizade e como cuidar do mesmo; a solidão e exercício de como vivê-la bem; o que seria felicidade e como ser feliz e tantos outros assuntos tão necessários ao viver bem.

A “indústria da autoajuda instantânea ” carrega uma pergunta do instinto: como viver bem em vários aspectos da vida de maneira imediata e (quase) sem esforço? As respostas vendem bem, mas são reducionistas e falsas.

Viver de maneira simples, lúcida, sem maiores esforços e com prazeres diários é possível apenas para os seres que frequentam “pet shops” semanalmente. Busque ser uma boa mãe sem esforço, ter bons amigos sem dedicação, ser bem sucedido profissionalmente e financeiramente de maneira “light”, além de ter um corpo esteticamente atraente sem torturas gastronômicas e “caras de dor” no espelho da academia. Aí, então, você verá que a autoajuda simplista vai para o ralo.

Quem não gostaria que o conceito “seja fluente em inglês em um mês” fosse verdadeiro? Não apenas para aprender inglês, como também para passar numa prova difícil da faculdade, lidar com épocas difíceis do casamento, perder 10 quilos em duas semanas comendo o que quiser, lidar com a perda do emprego e todas as outras mentiras que existem deste tipo.

Até meados do século XVI havia a “venda de indulgências” (ainda existem variações nos dias de hoje), que se referiam a venda de objetos religiosos mentirosos de espetacular representação, como um pedaço de madeira que seria da cruz que Jesus Cristo fora crucificado. O mesmo tem acontecido com as fórmulas secretas de tantas revistas e espertalhões da autoajuda motivacional e estética com frases do tipo “Você pode ser o que quiser na sua vida. Pergunte-me como!”. Uma reflexão um pouco mais aprofundada se desdobra na afirmação: qualquer garoto que queira jogar futebol como o Pelé ou qualquer criança que queira ser Beethoven, basta me seguir e indicarei o caminho!

Ser bem sucedido é atingir aquilo que se propusera, seja ter um corpo escultural, ser rico, tornar-se sábio, ter um casamento saudável e duradouro, educar bem os filhos, ser um profissional de mérito, ter um bom caráter e/ou bons amigos. Pois bem, nada disso é fácil, imediato e desprovido de esforço.

Para viver uma boa vida é necessário refletir sobre si e outros, questionar-se, estudar para se tornar um profissional de mérito, observar os próprios erros, perceber o que tem de bom em si, tentar se olhar com os olhos do outro e compreender as próprias faltas e falhas, saborear o que a realidade oferece, mentir pouco ou nada para si, tomar decisões complicadas e de implicações dolorosas, saber frustrar desejos injustos dos outros e próprios, saber que uma altíssima autoestima é apenas possível na arrogância, saber lidar relativamente bem com as dores da vida e lidar com crises dos diferentes tipos.

Viver bem não é fácil e nem simples, mas aprender a se dedicar, contar a verdade de si e do mundo para si e aprender a lidar bem com tudo isso, traz o esperado para você, senão mês quem vem, quem sabe em alguns anos.

É preciso aprender a viver bem, até para morrer bem e degustar a vida no que, de fato, ela oferece.

* Dr. Bayard Galvão é Psicólogo Clínico formado pela PUC-SP, Hipnoterapeuta, autor de cinco livros e Presidente do Instituto Milton H. Erickson de São Paulo www.hipnoterapia.com.br

Com a aceleração da vacinação, 54% dos pequenos negócios podem retomar faturamento até 18 de agosto

Análise inédita feita pelo Sebrae, que toma por base a relação entre o comportamento dos consumidores, o cronograma de vacinação e a aceleração da aplicação das doses, a partir de estimativas do Ministério da Saúde e IBGE, serve de estrutura para a proposta de socorro do Sebrae às micro e pequenas empresas. O plano envolve ações específicas para apoiar os empresários em três fases: isolamento, flexibilização e pós-vacina.

Estudo

Um estudo feito pelo Sebrae a partir de dados da Fiocruz e do cronograma para a entrega de vacinas do Ministério da Saúde e dados populacionais do IBGE prevê que, acelerandoo ritmo de vacinação, até o próximo dia 18 de agosto, cerca de 9,5 milhões de pequenos negócios podem ter retomado o nível de atividade equivalente ao registrado antes da pandemia. Isso representa cerca de 54% do universo de microempreendedores individuais e micro e pequenas empresas brasileiros. São negócios que atuam principalmente nos setores relativamente menos atingidos pela crise e que teriam uma reação mais rápida ao contexto de imunização da população: Comércio de Alimentos, Logística, Negócios Pet, Oficinas e peças, Construção, Indústria de base Tecnológica, Educação, Saúde e bem-estar e Serviços Empresariais.

Vacinação

De acordo com especialistas, o SUS tem capacidade de aplicar 3,04 milhões de doses diárias. Atualmente, o ritmo de vacinação está próximo a 700 mil doses/dia. De acordo com o estudo do Sebrae, chegando próximo à capacidade do SUS, até o dia 24 de maio 100% dos idosos com mais de 60 anos e dos profissionais da saúde estariam imunizadoscom duas doses da vacina. No dia 6 de julho, esse grupo seria ampliado com o restante dos grupos prioritários, que incluem profissionais da educação, segurança, transportes, industriais e pessoas com comorbidades.

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População imunizada

Assumindo que a vacinação seguiria por grupos de idade, no dia 18 de agosto, 100% das pessoas com mais de 40 anos teriam sido imunizadas. Também nessa data, chegaríamos a dois terços da população imunizada com duas doses. “Sabemos que a vacina é o único meio capaz de devolver a economia ao eixo da normalidade. Por isso, apoiamos todas as iniciativas que têm sido adotadas para ampliar a disponibilidade de vacinas para a população. Quanto mais rápido imunizarmos todos os brasileiros, mais rápida será a retomada dos pequenos negócios”, comenta o presidente do Sebrae, Carlos Meles.

Segmentos

Ainda de acordo com o estudo realizado pelo Sebrae, outros setores da economia, pelas suas particularidades, retornariam mais lentamente ao estágio verificado antes do início da pandemia. É o caso dos segmentos de Bares e Restaurantes, Artesanato e Moda, que só retomariam esse nível de atividade por volta do dia 11 de outubro, quando 100% das pessoas com mais de 25 anos estariam imunizadas. Já o setor de Beleza só alcançaria o estágio de faturamento equivalente ao pré-pandemia em 27 de outubro. Segundo o estudo feito pelo Sebrae, os setores de Turismo e Economia Criativa devem demorar ainda mais, voltando ao patamar de faturamento anterior à pandemia apenas em 2022, mesmo que 100% da população já tenha sido vacinada até dezembro desse ano.

Mudanças de hábitos

“A pandemia mudou muitos dos hábitos de consumo da população. Mesmo com o avanço significativo da vacinação, alguns comportamentos não serão alterados rapidamente. A tendência é que o consumo por meio da internet continue em alta. Assim como é esperado que as pessoas continuem evitando grandes concentrações ainda por algum tempo. Por esse motivo, atividades como Economia Criativa e Turismo levarão um tempo maior para voltar ao mesmo padrão de faturamento anterior à crise”, comenta o presidente do Sebrae.

Socorro aos pequenos negócios

Enquanto acompanha a evolução da vacinação e a gradativa retomada dos diferentes setores da economia, o Sebrae estruturou um plano de apoio aos pequenos negócios, dividido em três fases. A primeira – que é o momento atual de Isolamento – prevê uma série de ações voltadas a apoiar os pequenos negócios na abertura de novos mercados (digitalização das empresas), melhorar as finanças do negócio e desenvolver ações junto ao Congresso e ao governo para melhoria das políticas públicas.

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Fase 2

Na fase 2, que é o estágio da flexibilização das medidas de isolamento social, o Sebrae vai reforçar a atenção dos pequenos negócios quanto à importância de continuar observando os protocolos de higiene e saúde e vai abrir espaço também para orientar os empreendedores na renegociação de dívidas e empréstimos, bem como a remodelagem das empresas. “Muitos empresários e empresárias vão precisar reformular seus modelos de negócio para continuarem em operação”, diz o presidente do Sebrae.

Fase 3

Por fim, na fase 3, que é o período pós-vacina, o Sebrae vai trabalhar para apoiar os novos negócios que deverãosurgir. Além disso, o foco deve voltar para uma questão estrutural da economia brasileira, a partir daa melhoria produtividade das empresas, e para incentivara inteligência de negócios, para que o pequeno empreendedor possa se preparar para um mercado consumidor em constante mudança. “Nossa expectativa é que, no momento em que a população esteja vacinada, muitos empreendedores que fecharam as portas por conta da crise resolvam abrir novas empresas, assim como devem surgir novos empresários, movidos pelas oportunidades que serão criadas nesse novo momento da sociedade e da economia”, avalia Carlos Melles.

… Bom dia! “Nunca uma noite venceu o amanhecer. E nunca um problema venceu a esperança”.

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… O Programa Matchfunding BNDES+ Patrimônio Cultural selecionou dez projetos para sua terceira edição que, pela primeira vez, traz uma etapa inteiramente digital, até por força da pandemia do novo coronavírus (covid-19). O edital foi lançado em dezembro de 2020 e o resultado foi divulgado ontem(9) pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

 Batizada de Edição Lab, essa nova etapa do programa dá destaque a propostas que usam a internet para ampliar a interação do público com os patrimônios culturais brasileiros.

…  As propostas selecionadas terão um mês de capacitação visando a estruturação da campanha de financiamento coletivo e escolha de parceiros. A partir de maio, eles já deverão estar prontos para captar recursos junto à sociedade, por meio de campanhas de crowdfunding (financiamento coletivo) hospedadas no site do programa .

A cada R$ 1 doado pelo público, que inclui pessoas físicas e jurídicas, o BNDES investe mais R$ 2, até o valor máximo de R$ 75 mil por projeto, o que significa triplicar a arrecadação. Cada projeto deverá captar, pelo menos, R$ 25 mil via financiamento coletivo, de modo a mostrar que houve um engajamento social.

… A expectativa é que as dez iniciativas consigam arrecadar, no total, pelo menos R$ 750 mil, sendo R$ 250 mil ou mais de recursos da sociedade e R$ 500 mil do BNDES. Ao final da campanha de financiamento coletivo, os projetos, nesta edição, têm seis meses para execução. Nos dois editais anteriores, não digitais, o prazo de execução foi de nove meses cada.

… Na Região Centro-Oeste, os selecionados são o Projeto Filhos da Terra: Festa do Divino, Círio de Nazaré, Bumba Meu Boi, Maracatú, Congada, pela Lente Cultural Coletivo Fotográfico, de Goiás, para elaboração de cartografia que resgata itinerários de povos e bens culturais ao longo da história, por meio de plataforma online de acesso, difusão e referência das manifestações documentadas; e Monumentos em Movimento, da Associação Goiana de Artes Visuais, prevendo a produção de 20 minidocumentários sobre os mais diversos patrimônios do estado e seus processos construtivos, para exibição em redes sociais.