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A eficácia das vacinas – e porque máscaras e o distanciamento social ainda são importantes contra o COVID-19

Getty Images / Vergani EyeEm

* Dr. Hyun Seung Yoon, gerente médico do ClubSaúde

Quase um ano após a pandemia acometer mais de 200 países, com 97 milhões de infectados pelo mundo e mais de 2 milhões de vítimas fatais do novo coronavírus, finalmente iniciamos no Brasil a campanha de vacinação contra a COVID-19, um verdadeiro sopro de esperança para um mundo cansado de quarentenas, caos na saúde pública e mortes.

As diversas vacinas desenvolvidas (de vírus inativado, vetor viral não-replicante ou RNA modificado) apresentam perfis de eficácia, efeitos colaterais, custos de produção e aquisição além de demandas logísticas diferentes que deverão ser analisadas pelas autoridades de saúde de cada país, para definir aquela (ou aquelas) que mais se adequa à realidade local.

É tentador achar que uma vacina com 90% de eficácia seja muito melhor que outra com 50%, mas os fatores acima citados devem ser considerados, pois os custos e as dificuldades para obtenção, armazenamento, transporte e administração reduzem a efetividade das vacinas na vida real.

Mas por que devemos manter as medidas de distanciamento social e continuar a usar máscaras por um mais um bom tempo, se agora temos vacinas contra o COVID-19?

Para entender melhor, precisamos conhecer as diferenças entre contágio, infecção e doença. De modo sucinto, contágio é a transmissão de um patógeno biológico, seja um vírus, bactéria ou parasita. Se este agente se instalar e se multiplicar num organismo, se torna uma infecção. Quando a infecção desencadeia manifestações clínicas, se torna uma doença.

É possível sofrer contágio, sem progredir para uma infecção, assim como uma infecção pode não evoluir para doença, permanecendo assintomática. Como exemplo, temos o vírus HIV, cujos infectados podem permanecer por anos assintomáticos (soropositivos) para mais tarde desenvolver a doença, a AIDS. O novo coronavírus já provou ter altíssima taxa de contágio, e permanecer, na maioria dos casos, como uma infecção assintomática, dificultando sua detecção e facilitando sua disseminação na população.

Quando um fabricante alega que sua vacina tem 95% de eficácia, não significa que o indivíduo vacinado tenha somente 5% de risco de contrair o vírus, e portanto pode dar adeus às máscaras e voltar à vida “normal”, para festas e eventos com aglomeração social.

A eficácia de uma vacinada é calculada ao analisar quantos voluntários desenvolveram a doença no grupo dos vacinados em relação aos do grupo dos não-vacinados (placebo). Uma eficácia de 70% significa, a grosso modo, que haverá quase 3,5 vezes mais doentes no grupo não-vacinado quando comparado ao grupo vacinado.

Nenhum dos estudos populacionais realizou coletas sistemáticas de RT-PCR mais sorologias pré e pós-vacinação nos dois subgrupos para identificar os portadores assintomáticos. Somente os voluntários com sintomas gripais, os que já tiveram histórico de COVID ou exames prévios positivos foram considerados, dentre outros critérios, inelegíveis para os testes, de forma que é impossível determinar: I – quantos já haviam contraído o vírus antes da vacinação? ou II – a presença de anticorpos foi induzida pela vacina ou por infecção prévia?

As principais vacinas disponíveis requerem uma segunda dose para alcançar a eficácia anunciada; não garantem imunidade total contra o vírus e nenhuma vacina evitará o contágio. Também é desconhecido por quanto tempo durará a imunidade induzida, e a imunidade coletiva só será atingida quando uma grande parcela da população já estiver vacinada. Além disto o coronavírus tem sofrido mutações e novas variantes tem sido detectadas, como podemos constatar em casos comprovados de reinfecção. A eficácia das vacinas perante as variantes mutantes ainda precisa ser avaliada.

Concluindo, tenham eficácia de 50%, 70% ou 90%, as vacinas são ferramentas fundamentais para o combate à pandemia e para a redução da morbidade e mortalidade. Relevante é o fato delas reduzirem com sucesso a incidência de casos graves e mortes nos voluntários vacinados. Uma vacina hipotética que reduzisse em apenas 30% a mortalidade do vírus já teria salvado pelo menos 60.000 vidas no Brasil.

Portanto é fundamental mantermos os cuidados para a redução do contágio. Com medidas de higienização adequadas, manutenção do distanciamento social e uso de máscaras para reduzir o risco de transmissão do vírus, conseguiremos conter o vírus até que as vacinas estejam disponíveis e aplicadas à população em larga escala, e a imunidade coletiva se torne uma realidade concreta em nossas vidas. Só assim poderemos, finalmente, retornar ao “novo normal”.

 

Dia da Amizade: vínculos de amizade devem receber atenção e exercício de perdão

De acordo com um estudo realizado por pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), apenas 50% dos sentimentos amistosos são correspondidos. Ou seja, possivelmente, você só pode contar com metade daqueles que considera seus amigos. Aqui no Brasil, muitas pessoas já têm esse entendimento, pelo senso comum de que “amigos verdadeiros se contam nos dedos”. Essa relação de afeto sincero é tão importante que tem uma data para si, o Dia da Amizade, celebrado em 14 de fevereiro.

Fortalecimento de Vínculo

“A amizade é amor e companheirismo”, resume a psicóloga Ana Beatriz Sahium. Ela ressalta que manter uma relação de amizade fortalece os vínculos. “É importante ter uma pessoa ao lado para dividir as coisas, a amizade preenche lacunas. Outro exemplo de importância é para aqueles que, por exemplo, têm famílias pequenas, os amigos se tornam uma extensão dela”, destaca.

Cumplicidade

Sobre classificar amigos, os mais próximos e outros que não são tanto, a psicóloga revela que isso pode ser analisado através da cumplicidade. “Nos momentos bons é muito fácil ter companhia, para sair, rir, se divertir. Mas nos momentos de fraqueza, ou vendo nosso pior defeito, não são todos que estão juntos”, salienta Ana Beatriz. “Se eu não puder ser eu mesmo com a pessoa, é porque a amizade não é tão profunda”, completa ela, que faz parte de um grupo de cinco amigas que mantém esse vínculo há 20 anos. A especialista traz dicas preciosas para desfrutar de forma saudável desse elo:

Sem projeção
Para evitar ter frustrações com as amizades, a dica da psicóloga é ter cuidado com a projeção de suas expectativas no outro. “Nós projetamos no outro algo que falta em nós e quando a pessoa não corresponde aquilo, vem a frustração. Por isso é fundamental estar bem para que outras pessoas possam chegar para somar”, revela a especialista  que acrescenta que o cuidado com a expectativa deve acontecer em todos os relacionamentos.

A empresária Danielle Lemoigne, comemorando idade nova hoje. Happy birthday!

Tolerância
A psicóloga ainda acrescenta sobre a tolerância entre amigos. “Perdoar é um ato de amor, tenho que entender o outro, quando perdoo o outro também estou me perdoando. A amizade não pode ser tão frágil que não consigo perdoar. Vocês podem até não voltar a ser amigos como antes, mas é importante haver o ato do perdão. Na vida hoje tudo é diálogo”, ressalta ela, que fala sobre entender as fases. “Todos temos momentos que podemos focar mais em certas coisas, estudo, trabalho, um namoro, o amigo às vezes fica em segundo plano, mas a se for verdadeira amizade continua, mesmo sem uma presença constante”.

Redes sociais e presença
Sobre as redes sociais, a psicóloga alerta para o equilíbrio. “Na pandemia as redes sociais ajudaram muito, mas de uma maneira geral é importante ter um meio termo. As redes vieram para fortalecer, ela não substitui o outro, mas aquece o coração. Porém, não pode ser só mensagem, tem que ter o lado da presença, conseguir brechas para ver o outro, nem que seja para um lanche”. Ela destaca ainda que conhecer a família do amigo ajuda a manter o vínculo por mais tempo.

Auto-estima e cumplicidade
Por fim, ela reforça a importância de estar bem consigo mesmo. “É preciso auto-estima, tenho que gostar de mim para me aproximar dos outros. Alimentar amizade é relacionamento, estar perto sempre, ser você mesmo. E, se de tudo não estiver dando certo, não deve ficar forçando. É cumplicidade e entender o outro”.

… Bom dia! Por que o Tempo é tão implacável! Nos rouba as  oportunidades se não formos suficientemente rápidos para agarra- las imediatamente.

Trocam de idade hoje: Danielle Lemoigne, Cynthia Lima Raslan,  Heber Ferreira de Santana, Marly Correa Coelho,  José Thomaz,  Luiz Carlos Lazzarotto, Andressa Queiróz e Almir Silva Paixão. Happy birthday!

… A atriz, cantora, produtora e rosto da Coach, Jennifer Lopez, circulou em Miami, Florida, com sua Beat Saddle bag. O modelo, que faz parte da nova coleção da marca, estará disponível nas lojas brasileiras a partir de março/2021.

A atriz, cantora e produtora Jennifer Lopez

…  A SouthRock, operadora licenciada da Starbucks no Brasil, anuncia a abertura da loja Drive-Thru, localizada na Rodovia Dutra, principal estrada que liga São Paulo ao Rio de Janeiro. Com o formato, a marca tem como objetivo ampliar a experiência do cliente e atender às necessidades de conveniência, conexão e personalização, criando momentos únicos e significativos.

…  A luta para ter seu trabalho reconhecido ainda não chegou ao fim, mas o cantor, ator e empresário Michel Abou já tem motivos para comemorar: 18 músicas autorais vão ser lançadas em diversas plataformas de streaming – incluindo Spotify, onde o material já tinha sido publicado, e, por um motivo ainda desconhecido, e sem aviso prévio, foi removido.

Cantor, ator e empresário Michel Abou

…  As 18 canções de “Abou e os Caras da Terra” – premiado em 2009 com O Prêmio Mineiro da Música Independente – estão disponíveis de forma gratuita pelo Spotify, Apple Music, Deezer, Tidal, Itunes Store, Youtube, Facebook e Instagram  desde a última  sexta-feira (12).

…  Em maio de 2020 as canções, que geravam rentabilidade ao artista, foram removidas da plataforma depois que uma pessoa reivindicou a autoria das músicas. Abou contratou um advogado que o ajuda a apurar a situação.

 

Três dicas para ter mais rendimento em época de crise

(*) Por Mônica Moraes Vialle

No princípio era o desconhecido, uma crise sanitária sem precedentes que o mundo todo não estava preparado para lidar. Um ano depois, há um pouco mais de sabedoria sobre a gravidade da doença provocada pelo novo coronavírus e a necessidade de medidas coletivas. Mas mais ainda: há a esperança da vacina e da superação da pandemia. Mas nós não somos mais os mesmos.

Em uma crise, independente da dimensão, há essa trilogia em comum: primeiro não sabemos com o que estamos lidando. Há o medo e a ansiedade de não ter o controle. Depois, apesar das circunstâncias, é preciso estudar o cenário, conhecer muito bem as adversidades, na medida do possível e traçar metas. Em seguida, lidar com a realidade, trabalhar dentro das expectativas e planejar o futuro.

Mas uma crise, é uma crise e afeta as pessoas de forma diferente. Há quem consegue ser positivo, em meio ao caos, há quem esmoreça, há quem perca as esperanças e a produtividade, mas existe também as pessoas que conseguem aprender com as adversidades e superá-las. Que pessoa você quer se tornar?

Se você está desanimado e perdeu completamente o rendimento no trabalho e na vida pessoal nesses tempos difíceis, não se culpe. Cada pessoa tem um modo de vivenciar as experiências. Você não pode controlar os seus sentimentos. Mas pode controlar como lidar com eles de forma madura e ampliando o seu autoconhecimento.

Não é um processo fácil, nem rápido, mas aqui vão três dicas para você começar. Afinal, toda mudança começa com o primeiro passo, não é mesmo?

1 – Seja realista
Analise o cenário e seja objetivo. Não busque subterfúgios para se enganar. Se o assunto é sua vida profissional, estude todos os dados e soluções. Se está empregado, obtenha informações sobre sua empresa. Peça transparência. Se a empresa pretende fechar ou demitir, os funcionários precisam estar cientes para poderem planejar sua carreira. Se você é o empresário, é hora de analisar suas contas e devolver a mesma dedicação que os funcionários tiveram com o trabalho. Seja honesto. Não fuja da realidade.

Se sua vida pessoal virou uma bagunça com os novos tempos, é hora de agir. Delegar responsabilidades dentro de casa e não assumir tudo sozinha é essencial. Várias pesquisas indicam que as mulheres ficaram muito mais sobrecarregadas do que os homens trabalhando em casa, pois precisaram assumir mais tarefas além do trabalho, com os filhos e os afazeres domésticos, por exemplo.

Mas todos que moram na casa devem dividir as funções igualmente, certo? Converse com o seu parceiro ou com sua família e combine tarefas que todos podem fazer dentro da sua realidade sem prejudicar a si mesmo nem o outro.

2 – Não procrastine
Procrastinar é adiar ou atrasar uma tarefa em detrimento de outra mais importante. O home office ajudou nessa “atividade”. Quantas vezes você ignorou as dezenas de contratos para ler, a soma das contas para pagar ou a pilha de louças para lavar para assistir apenas um episódio de uma série?

Nosso cérebro adora nos enganar com pegadinhas, achando que nós merecemos um tempo de prazer: “só mais um chocolatinho” ou coisas parecidas. Afinal, a vida já está tão estressante. Mas o fato é que temos que ter o controle da nossa mente se quisermos nos desenvolver e ter muito claro nossos objetivos.

3 – Defina metas
Para alcançar um objetivo, é preciso desenvolver metas tangíveis. Se você precisa organizar o orçamento da sua casa ou empresa, mudar de carreira porque está infeliz ou porque seu trabalho não gera tanta renda quanto antes. Mudar de casa ou simplesmente render mais na vida profissional e pessoal, a mudança deve começar em você.

Priorize as tarefas mais importantes, divida-as em mini tarefas, veja a melhor forma de organizá-las visualmente. Seja no papel, em um planner digital, em post-it. Ter uma visão clara do que você precisa fazer para alcançar suas metas, ajuda na produtividade. A medida que você for colhendo os resultados da sua organização e prioridades, o seu rendimento aumenta.

A crise não pode ser uma desculpa para a estagnação. Todos nós, de alguma maneira, estamos sendo afetados por ela e todos, nós, de alguma maneira, temos algo a aprender.

Toda crise é uma evolução, uma mudança que exige do indivíduo e do coletivo um esforço de superação e aprendizado. Você pode escolher paralisar diante do medo ou crescer e evoluir diante da mudança. A escolha é sempre sua!

(*) Mônica Moraes Vialle – Sócia e diretora da MOOM Consultoria e Coaching, empresa binacional com sedes no Brasil e em Portugal.

Taças ao alto: chegou o Global Wine Drinking Day

Créditos: @terracoitalia - Instagram

No Brasil a data ainda não é muito conhecida, mas lá fora já entrou para o calendário de comemorações em torno do vinho. Fato é que há sempre um bom motivo para beber vinho que também já tem um dia para chamar de seu e é celebrado mundialmente no próximo dia 18 de fevereiro com o título “Global Wine Drinking Day”. Saúde!

No dia 18 de fevereiro, durante o Global Wine Drinking Day, o esporte mais bacana será abrir garrafas, levantar taças de vinho e dizer “Saúde”. No Terraço Itália, pode-se provar vários rótulos em taça, com a qualidade garantida pela sua Enomatic

Já se sabe que o consumo de vinhos aumentou consideravelmente no ano passado, e que a pandemia foi um dos fatores que impulsionou o incremento das vendas da bebida. Diante do distanciamento social, o ato de abrir uma garrafa de vinho e degustá-la em casa com tranquilidade tem sido um aliado eficaz para substituir o consumo em bares e restaurantes, quando as cidades regridem para fases restritivas.

Bar do Terraço Italia

Mas com a retomada ainda que lenta, vale conferir as boas adegas de restaurantes, caso do Terraço Itália que conta com uma variada carta de vinhos com 205 rótulos de países do Velho e Novo Mundo. Alí, a cereja do bolo é sua Enomatic, que permite armazenar com qualidade e garantia de sabor, frescor e aromas, rótulos famosos e convidativos. No dia 18 de fevereiro, quando se comemora o Global Wine Drinking Day, vale celebrar a data com uma boa taça na mão.

Entre as opções, pode-se provar 4 rótulos da prestigiada linha Marques de Casa Concha – Pinot Noir 2018, Syrah 2016, Cabernet Sauvignon 2016 e Carmenère 2017 – a R$ 42,00 a taça de 100 ml, e R$ 62,00 a de 150 ml. No mesmo valor, há outras boas opções como La Vielle Ferme Rouge 2019, Merlot Pizzato 2016, RAR Collezione Pinot Noir 2018, La Joya Grand Reserva Syrah e Emiliana Novas Gran Reserva Carmenere e Cabernet Sauvignon.

Para acompanhar, saem da cozinha petiscos que acompanham bem o vinho, como bruschettas, suculentos espetinhos de cordeiro ao molho de hortelã, melão com presunto de Parma e redução de vinho do Porto e a tradicional receita italiana de bolinhos de provolone e pancetta, entre outros. Tudo isso com uma vista estonteante da cidade, a 165 metros de altura.

Clássicos da cozinha italiana preparados pelo chef Pasquale Mancini harmonizados com grandes vinhos da carta garantem a experiência completa para celebrar o Global Wine Drinking Day.

Sobre a origem da data, especula-se que tenha sido criada por um conhecedor e amante de vinhos que a instituiu globalmente fazendo um convite a que todos bebessem uma taça em honra de Baco. E como dizia o poeta Fernando Pessoa, boa é a vida, mas melhor é o vinho!

Serviço

O Terraço Itália está aberto diariamente das 12h às 22h00. Reservas pelo telefone 2189.2929

Terraço Itália

Avenida Ipiranga, n°344 – 41° – Centro

São Paulo – SP

Reservas: SP (11) 2189-2929

Formas de Pagamento: todos os cartões de crédito e débito

Estacionamento com manobrista

Móveis planejados podem otimizar o espaço de apartamentos pequenos

Segundo o IBGE, em 10 anos, o número de pessoas que vivem sozinhas no Brasil cresceu de 10,4% para 14,6%. Nos dias atuais, é muito comum que os jovens saiam cada vez mais cedo de casa. Com isso, os apartamentos mais compactos se tornaram uma forte tendência no mercado imobiliário. No entanto, espaços reduzidos necessitam de soluções inteligentes na hora de serem mobiliados.

Essa missão pode ser facilmente solucionada pelos móveis planejados. Eles atendem à demanda de quem quer mobiliar, reformar ou otimizar o espaço para torna-lo mais funcional. Optando pelo planejamento de cada cômodo é possível dar uma nova cara aos ambientes, além de atender exatamente às necessidades dos moradores e inserindo a personalidade e estilo dos proprietários no projeto.

Para auxiliar quem busca funcionalidade e otimização aos apartamentos menores, a Simonetto, empresa especializada em móveis planejados, indica vantagens das peças sob medida e quais as melhores opções para cada ambiente. Confira abaixo.

Benefícios:

• Maior controle:

Mandar fazer móveis planejados permite que seja possível escolher quem irá projetar as peças e, também, como ele deverá produzi-las, atendendo às demandas de cada lar. Sendo assim, pode-se controlar mais de perto a escolha do material e da qualidade da produção e do acabamento.

• Adequação aos espaços:

Ter um espaço para guardar todos os sapatos ou roupas pode ser um dilema em apartamentos pequenos. Sendo assim, investir em um mobiliário planejado permite a criação de uma peça voltada para usos específicos que caiba no espaço desejado, mas também, apresente multifuncionalidades. Um exemplo é a cômoda, que serve para roupas e, ao mesmo tempo, pode ser utilizada como suporte para a televisão.

• Mobiliário padronizados:

Eles também possibilitam a padronização dos móveis que estarão em cada ambiente.

• Custo-benefício:

Móveis sob medida também dão a oportunidade de gerenciar melhor os gastos com as peças. Por exemplo, pode se optar por materiais mais econômicos, que se adeque ao orçamento.

Dicas para cada ambiente:

• Quarto:

Nos dormitórios, o planejamento ocorre principalmente em armários e closets. Uma dica é optar por materiais mais resistentes, já que costumam estar em contato constante com sapatos e são higienizadas com maior frequência. Outra sugestão, é a escolha por portas tradicionais ao invés das de correr.

• Cozinha:

Nesses espaços é muito usual armários, bancadas, gavetas e ilhas planejadas. É importante atenta-se à funcionalidade; as bancadas não devem ser altas ou baixas demais, e armários, gavetas e ilhas devem comportar todos os objetos do cômodo.

Além disso, essas peças também devem ser projetadas de acordo com o tamanho e usabilidade dos objetos de cozinha. Uma boa opção é acoplar os eletrodomésticos como geladeira, fogão e micro-ondas no projeto dos móveis.

• Salas:

Em apartamentos esses espaços geralmente são integrados, separados por uma bancada. Alguns não apresentam espaço para a sala de jantar, a utilizando para fazer as refeições. A sala de estar poderá ganhar um painel para o televisor, sendo uma solução muito prática e funcional.

• Banheiros:

As peças sob medida mais comuns são os gabinetes e nichos. Como é uma área com umidade, certifique-se de que o móvel seja composto por um material que possua maior resistência a ela.

 

 

Aprenda a preparar um lanche rápido com linguiça de pernil e queijo brie

A batata rosti é uma receita que surgiu na Suíça e uma refeição completa em um prato que fica pronto em menos de 30 minutos. A base da receita é a batata ralada que pode ser crua ou cozida e na hora do recheio é usar a criatividade ou o que tiver na geladeira. O chef Melchior Neto preparou uma versão recheada com linguiça de pernil e queijo brie.

Rosti de Linguiça com brie

Ingredientes

Batata Rosti
1kg de batatas
1 colher (chá) de sal
1 pitada de pimenta-do-reino
2 colheres (sopa) de azeite

Recheio
1 Linguiça de pernil
200g de queijo brie
1 pimentão vermelho picado

Modo de preparo

Recheio

Retire a carne da linguiça da tripa, frite bem junto com o pimentão e reserve. Fatie o queijo brie e reserve.

Batata Rosti

Em uma panela de pressão cozinhe as batatas sem casca e quando a panela apitar deixe por 5 minutos e desligue. Elas devem ficar macias, porém ainda firmes. Deixe esfriar e leve ao freezer por cerca de 10 minutos.

Retire do freezer e rale na parte grossa do ralador. Tempere com sal e pimenta-do-reino e reserve. Em uma frigideira média anti-aderente (15 cm de diâmetro) com azeite forre o fundo com a metade das batatas raladas, coloque todo o recheio por cima e cubra com o restante das batatas.

Aperte bem com uma colher ou espátula de modo que as bordas fiquem bem arredondadas e fechadas. Cubra com uma tampa e deixe cozinhar por cerca de 5 minutos. Vire em um prato e deixe mais 5 minutos ou até dourar.

DICA:

Se desejar, você pode trocar a linguiça por frango desfiado, carne seca ou carne moída.

 

Governo anuncia liberação R$ 408 milhões em recursos para o setor de eventos

Crédito: Assessoria de Imprensa – ABRAPE

Secretaria Especial da Cultura afirma que auxílio deve ficar disponível ainda no primeiro semestre

Na última terça-feira (9), o governo federal anunciou a liberação de R$ 408 milhões em recursos para as empresas do setor de eventos de cultura e entretenimento que foram afetadas pela crise provocada pelo coronavírus. A comunicação foi feita pelo secretário Especial da Cultura, Mário Frias, e pelo secretário Nacional de Fomento e Incentivo à Cultura, André Porciuncula, durante a Assembleia Geral da Associação Brasileira de Promotores de Eventos (Abrape).

De acordo com a última edição do levantamento do Sebrae, que avalia o impacto da pandemia nos pequenos negócios, realizado em novembro, a Economia Criativa, que abriga o setor de eventos, está entre as áreas mais afetadas pela crise, tendo registrado uma perda de 62% do faturamento se comparado aos períodos anteriores às restrições de isolamento social. Desde o início da pandemia o setor já eliminou mais de 450 mil postos de trabalhos formais, entre diretos e indiretos.

Cesar Rissete, gerente de Competitividade do Sebrae, destaca que o auxílio é fundamental, já que o retorno significativo do setor só deva ocorrer em 2022, após a vacinação em massa da população brasileira. “A MP 936 acabou em dezembro e ainda não foi reeditada. As parcelas de empréstimos aos quais os empreendedores recorreram para manter suas empresas abertas começaram a vencer agora, mas o volume de negócios ainda está longe do patamar normal e a grande maioria não tem como honrar esses compromissos. Há uma necessidade de linhas de financiamento que deem mais um ano de fôlego para essas empresas. Os recursos liberados pelo Governo Federal além de bem-vindos, são necessários”, afirma.

A verba será fornecida por meio de linhas de crédito do BNDES. Embora as regras para a obtenção do recurso ainda não tenham sido divulgadas, a Secretaria Especial de Cultura afirma que a liberação do recurso deve ocorrer ainda no primeiro semestre deste ano. A proposta é de que o acesso seja facilitado por fundos garantidores, com carência de dois anos, e juros de 0,8%.

Para preparar os empreendedores para enfrentar a crise, o Sebrae investiu em diversos programas com orientações específicas para o cenário da pandemia. Estão disponíveis cursos online de liderança e comportamento do consumidor, entre outros, além de consultoria personalizada, com recomendações assertivas para as necessidades específicas de cada negócio.

Rissete destaca que é muito importante entender o consumidor durante a pandemia e ressalta as orientações do Sebrae para os pequenos negócios, que estão disponíveis desde o início da pandemia. “Os empreendedores precisam preservar o fluxo de caixa e perceber onde podem reduzir custo, buscar o mínimo de receita, por exemplo, identificando eventos online nos quais você tenha algum retorno ou onde possa comercializar seu produto, identificar os mercados correlatos, renegociar créditos com atenção para os prazos e taxas de juros e se reinventar para não perder a base de clientes”, finaliza.

Quatro caminhos para ensinar crianças a lidarem com dinheiro em meio à pandemia

Neste período de crise e pandemia é fundamental ir além do convencional e repensar no papel dos pais no desenvolvimento da educação financeira dos filhos. Neste momento, não é mais possível se omitir sobre esse tema, sendo que todos precisam entender minimamente o tema para que o impacto seja menor em relação ao endividamento e inadimplência.

“Diante de um cenário assustador de quarentena que se estende, crise, população endividada ou frustrada por não conseguir realizar seus sonhos, ensinar como lidar com dinheiro e anseios para crianças e jovens tornou-se um dos principais desafios de pais. Lembro que as famílias têm papel fundamental no significado que os filhos atribuem ao dinheiro e a forma como se lida com seus recursos financeiros pode influenciar a maneira como a criança irá administrar seus bens no futuro”, explica Reinaldo Domingos, PhD em Educação Financeira e autor do livro Mesada não é só dinheiro (Editora DSOP);

Ele conta que muitos pais, que não receberam orientações dessa natureza e encontram dificuldades em transmitir esse tipo de conhecimento. Um dos caminhos para famílias educarem financeiramente seus filhos é estimular que esses identifiquem seus sonhos de curto, médio e longo prazos; ensinando a investigar quanto custam esses e, junto com os pais, começarem a poupar.

Reinaldo Domingos, PhD em Educação Financeira e autor do livro Mesada não é só dinheiro

Reinaldo Domingos preparou quatro orientações de como os pais podem educar financeiramente os filhos:

Começar cedo 

É uma característica das crianças serem muito observadores e cedo começam a perceber que o dinheiro tem uma importância na vida dos pais e, em paralelo tem estabelecido os desejos de consumo, assim, a partir da percepção deste entendimento, que ocorre normalmente por volta dos três anos, já deve ter início a educação financeira. Frequentemente eles observam os adultos entregarem dinheiro, cartões, cheques em vários locais em troca de mercadorias.

Ou seja, observam que troca dinheiro por coisas que se quer ter. Ao mesmo tempo crianças e jovens estão expostos às mensagens publicitárias que estimulam o desejo de ter. São duas forças importantes que movimentam a sociedade e, portanto, precisam ser bem compreendidas.

Envolva nas decisões

O antídoto para os possíveis efeitos nocivos do estímulo ao consumo é envolver esses nas decisões familiares sobre os gastos, colocando os sonhos em primeiro lugar. Temos de mostrar que é preciso ter objetivos, fazer escolhas e que nada é mágico, porém, tudo é possível, desde que o dinheiro seja usado com foco e sabedoria.

Dessa forma, habitua-se as crianças e jovens que acordos não significam negação, mas sim negociação. Eles perceberão que é possível ter, porém, nem sempre no momento que se quer. Essa prática também ajuda a aliviar o sentimento de culpa de muitos pais porque, nesse exercício, eles também aprendem a se reeducar financeiramente e deixam de ver o dinheiro – ou o poder de comprar – como uma válvula de escape para suprir lacunas em outros aspectos da vida.

Cuidado com o excesso de publicidade 

A exposição das crianças às ações publicitárias faz com que estas se tornem cada vez mais cedo consumistas, por isso é preciso conversar sobre esse tema, mostrar que nem tudo que aparece na tv ou na Internet ele precisa. . Hoje a criança é elevada ao status de consumidora sem estar preparada. E a publicidade utiliza de propagandas são apelativas, que causam desejos imediatos nas crianças de querer o produto, e isso não significa necessariamente que essa criança é excessivamente consumista, pois, esse desejo será rapidamente esquecido.

Uma situação que indica uma criança excessivamente consumista é quando ela gasta todo seu dinheiro ganho com mesadas e logo pede mais dinheiro para seus pais. Porém, não existe um índice que mostre qual o grau que esse problema atingiu.

Você é o exemplo

Os pais são referências para os filhos, ocorre que cada família deve ter seus valores, mas mesmo assim é necessário cuidado. Se a criança vê os pais comprando sem parar, vão tender a seguir esse exemplo e acabar ficando desta forma. Assim, é fundamental ter muito cuidado com o exemplo que os familiares passam, e desde cedo demonstrar que a felicidade não está associada ao consumismo desenfreado e sim na atitude de atingir seus objetivos.

No caso do exemplo externo, a família também terá um papel de grande relevância, que é o de estabelecer os limites para esta atitude. Os pais podem reforçar ou não a atitude consumista da criança e se o comportamento da criança não mudar nesse primeiro momento é muito provável que ela se torne um adulto sem limite nos seus gastos.

Agentes de viagem são peças fundamentais na retomada do turismo

Gabriel Cordeiro*

Cancelamento de voos, fechamento de fronteiras, mudanças nas regras de viagens, novas exigências para entrada em cada país, pontos turísticos com restrições e insegurança geral tomaram conta da atividade turística em 2020. Muita gente teve o plano cancelado ou adiado por conta da pandemia e sentiu na pele o valor de um agente de viagem.

A tecnologia trouxe muita facilidade para o consumidor buscar o voo mais barato, procurar indicações de programação na cidade de destino e até reservar tudo na comodidade da sua casa, pelo computador ou smartphone. Porém, por mais que seja incrível planejar uma viagem por conta própria, a internet está cheia de informações desatualizadas, imprecisas e falsas. Além disso, a pandemia nos mostrou que, na hora de cancelar ou pedir o reembolso, o agente de viagem está lá, no mesmo número de telefone, e-mail e WhatsApp e pode ser contatado imediatamente. E as empresas on-line? E a praticidade? E a comodidade? E a economia? E a segurança? As burocracias de cancelamento, por exemplo, demoram horas no telefone, cada uma delas. O tempo é precioso e cada vez mais, temos menos tempo.

Uma pesquisa da Travelport realizada com cinco mil pessoas nos Estados Unidos, Reino Unido, Índia, Austrália e Nova Zelândia, mostra que um terço dos viajantes consultados acredita no aumento do uso de serviços oferecidos pelo agente de viagem. Os entrevistados disseram se sentir mais confiantes comprando direto de agente de viagem, uma vez que esses profissionais têm mais condições de fornecerem informações confiáveis e atualizadas sobre segurança em viagens. E elas são muitas: exigência de atestados, vacinas ou exames, bem como advertir o cliente quanto a riscos políticos e de segurança e a existência de eventos que acontecem no local enquanto o turista estará lá.

Na retomada do turismo, os agentes de viagem estão mais valorizados que nunca. Muita dor de cabeça, frustração e dinheiro desperdiçado podem ser evitados se um agente de viagem ficar responsável pela negociação com todos os fornecedores envolvidos, do começo ao fim, do transfer para o aeroporto até o seguro viagem. Um contato apenas para ligar se qualquer coisa sair do planejado.

Em 2021, o papel do agente de viagens será ainda mais valorizado, afinal ainda teremos muitas mudanças nas legislações por conta da pandemia, diferentes exigências de testes de Covid-19, entre outras alterações que aconteceram e que ainda estão por vir e vão pegar muito turista de surpresa.

Infelizmente, o início de 2021 não será muito diferente de 2020. A retomada será lenta e gradual, apesar da vontade das pessoas de viajar aumentar a cada dia. Com tanto feriado prolongado neste ano, viajar será inevitável e até saudável, do ponto de vista da saúde mental. O contato com a natureza, a fuga da realidade em momentos de lazer, a descoberta para as crianças de um lugar novo, tudo isso é benéfico e alimenta o ser humano. Porém, não podemos esquecer que ainda estamos em uma pandemia e precisamos garantir toda a segurança para que essa viagem não se torne uma dor de cabeça.

* Gabriel Cordeiro é gerente geral da BWT Operadora.