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Conheça a salada de palmito com atum que é sucesso em Campos do Jordão

O verão está ai e nada melhor que um prato saboroso e rápido para compartilhar com a família. Pensando nisso, o chef Bernard Contipelli do Restaurante Pontremoli abriu o livro de receitas da família e ensina como preparar uma entrada que é um sucesso em seu restaurante. A salada na travessa leva palmito e atum e serve até 20 pessoas. Então anote os ingredientes e se jogue nessa maravilha!

Ingredientes

1200g de palmito de palmeira real
2 latas de atum sólido sem o óleo e desfiado
100g de aliche
440g de picles
100ml de azeite extra virgem
1 maço de salsinha (reserve algumas folhas para decorar)
Suco de 2 limões
3 ovos cozidos
500g de maionese

Modo de Preparo

No processador bata o aliche com o picles, salsinha, limão, o azeite e reserve. Corte o palmito em rodelas e distribua em uma travessa para formar a primeira camada, em seguida faça uma nova camada com metade do atum desfiado.

Cubra a camada de atum com metade da mistura de aliche com picles batidos. Repita o processo fazendo uma nova camada de palmito, atum e o creme de picles com aliche. Em uma tigela bata a maionese com um garfo para incorporar ar e deixar ela mais leve, espalhe a maionese por cima criando a camada final. Finalize ralando os ovos cozidos por cima com algumas folhas de salsinha, leve para gelar por pelo menos 3 horas.

Rendimento: Serve até 20 pessoas

Ristorante Il Cuore di Pontremoli
Endereço: Rua das Hortências, 605 – Alto Boa Vista, Campos do Jordão.
Telefone: (12) 9.9794-1213 somente com reservas no horário das 13h às 21h (Terça a Domingo)
www.restaurantepontremoli.com.br
Instagram: @ilcuoredipontremoli
Facebook: @ilcuorediprontemoli

Defasagem na tabela de IR: a injustiça tributária no Brasil

*Por Regina Fernandes

Recentemente, o Sindicato dos Auditores Fiscais da Receita Federal, o Sindifisco, divulgou um estudo que revela que a defasagem acumulada na tabela de Imposto de Renda é de 113,09% nos últimos 24 anos. Na prática, isso quer dizer queda no poder de compra e aumento na injustiça tributária no país.

Em 1996, a isenção no imposto contemplava trabalhadores que recebiam até nove salários mínimos mensais. Em 2021, a proporção é de apenas 1,73. Ou seja, quem recebe acima de R$ 1.903,98. Se a tabela tivesse sido corrigida de acordo com a inflação, o imposto deveria ser pago apenas por quem recebe mais de R$ 4.022,89. Uma diferença gigantesca que aumenta ainda mais a desigualdade social por aqui.

Para piorar a situação dos mais pobres, boa parte dos que receberam o auxílio emergencial poderão ter que pagar imposto de renda sobre o benefício. Isto porque quem recebeu rendimentos tributáveis acima da primeira faixa da tabela progressiva – num montante superior a R$ 28.559,70 ao longo de 2020, somado o benefício – será obrigado a apresentar a declaração. Dentro do ajuste entre receitas recebidas, estão despesas dedutíveis dentro do limite, dedução de dependentes, gastos com saúde e educação formal, sendo possível que se apresentem impostos devidos. É importante contar com um contador especialista para evitar erros.

Atualmente, o Brasil tem cerca de 30 milhões de declarantes. Desses, 10 milhões ficam isentos ou recebem restituição. Caso a faixa de isenção subisse para R$ 3 mil, por exemplo, esse número saltaria para 18 milhões. Isso quer dizer que 8 milhões de contribuintes, que representam cerca de 30 milhões de famílias, ficariam livres desse imposto.

Embora a correção da tabela tenha sido uma promessa de campanha do presidente Jair Bolsonaro, o governo já deu sinais de que dificilmente fará a alteração para o próximo período de declaração, que tem início em 01 de março. Em função da pandemia, 2020 foi o sétimo ano seguido de contas no vermelho, só que com um recorde de R$ 831,8 bilhões negativos. Ajustar a tabela significa menos dinheiro entrando para os cofres públicos num momento crítico.

O problema é que, mesmo que o governo aumente a arrecadação agora, ele gera um desequilíbrio social no médio prazo, visto que o poder de consumo da população é reduzido, o que agrava ainda mais a diferença entre ricos e pobres. Principalmente porque o cidadão paga impostos, mas não vê o retorno em serviços como saúde, educação e transporte de qualidade, por exemplo.

Na prática, quem tem um pouco mais de condição, acaba pagando duas vezes por esse tipo de serviço. Seja contratando um plano de saúde, uma escola particular ou mesmo pagando uma empresa de segurança privada para a sua rua ou condomínio. Mesmo tendo a possibilidade de solicitar deduções de algumas despesas no imposto, elas não são nem um pouco compatíveis com o preço desses serviços.

No caso de educação, por exemplo, o teto da tabela atual é de até R$ 3.561,50 por ano e por dependente. Isso quer dizer menos de R$ 300 por mês. Quantas escolas conseguimos pagar com esse valor? Ou seja, a dedução não é compatível com a inflação e isso gera um descompasso social, onde as famílias são duplamente penalizadas.

Com menos poder de compra, a roda da economia é prejudicada. As pessoas compram menos, as empresas vendem menos e, consequentemente, contratam menos e pagam menos impostos, já que não tem demanda para sua capacidade produtiva. Com isso, o desemprego aumenta, a arrecadação cai e o chamado custo Brasil sobe, o que nos coloca em desvantagem em relação a inúmeras outras economias até menores que a nossa.

Tem uma questão que os governantes precisam entender: o pobre não é o problema para as contas do governo. Ele é a solução. Várias atividades que antes eram permitidas no MEI (Micro Empreendedor Individual), estão deixando de ser. Isso prejudica a economia, já que o cidadão se vê obrigado a partir para a informalidade, gerando zero de receita ao governo. Em contrapartida, ele continua recebendo os serviços sociais. Se estivesse formalizado, ele geraria receita ao governo, desenvolveria o próprio negócio e, a empresa crescendo, mudaria o regime tributário.

Assim como as empresas têm um papel social determinante, o governo precisa aumentar sua eficiência e retornar o que pagamos em serviços de qualidade. Isso quer dizer que precisamos não apenas de uma reforma tributária, mas de uma reforma política, onde sejam reavaliadas as estratégias de cargos, salários, benefícios e regalias aos governantes eleitos, bem como cargos públicos.

Afinal, do que adianta no projeto de reforma tributária incluir mudanças no imposto de renda (como a volta da tributação sobre lucros e dividendos, extinta em 1996, reforçando um retrocesso) se contabilmente tributar a distribuição de lucro significa uma bitributação para os empresários, considerando que eles já foram pagos dentro da empresa e não terão efetividade das ações públicas com revisão dos gastos que não representam serviços diretos à sociedade?

Pensar na arrecadação apenas em curto prazo é uma estratégia pouco inteligente e arriscada. O Brasil precisa amadurecer e entender que, muitas vezes, o remédio amargo que tomamos hoje é o que vai nos salvar amanhã. Avançar com as reformas pode nos trazer pequenos sacrifícios agora, mas muitos benefícios no futuro. Ter uma máquina governamental eficiente é o mínimo que a população brasileira exige e merece.

*Regina Fernandes é perita contábil, trainer em gestão, mentora e responsável técnica da Capital Social, escritório de contabilidade com 10 anos de atuação que tem como objetivo facilitar o dia a dia do empreendedor.

 

Mudanças na imigração americana devem passar pela revisão de vistos

É preciso diminuir a redundância de alguns vistos para facilitar a aplicação para quem deseja imigrar para os Estados Unidos

Por Daniel Toledo

Assunto que ficou totalmente de lado no governo de Donald Trump, o novo presidente dos Estados Unidos, Joe Biden promete mudanças. Ele anunciou propostas para mudar as políticas de imigração para o país. Entre os principais pontos está a regularização dos imigrantes já residentes e o reinvestimento no Departamento de Segurança (DHS) para recontratação de profissionais que foram desligados na gestão anterior.

Um dos principais pontos da proposta que será enviada pelo novo governo ao Congresso americano é a reforma imigratória. Existem alguns vistos que precisam ser reanalisados como, por exemplo, o H1, o H2, o L, que venho falando há bastante tempo.

Para quem trabalha com processos de imigração, é fácil identificar que existem vários vistos que são idênticos e nem sempre isso é bom para a legislação. Pelo contrário, é péssimo para o sistema jurídico, para quem está julgando e analisando.

No caso do agente de imigração, do agente consular, de quem analisa o processo, esses profissionais não são formados em Direito, não são advogados e não têm conhecimento jurídico. Na verdade, o conhecimento que eles têm é sobre o texto que aprenderam e estudaram para poder analisar o check list de requisitos. Mas eles não têm uma formação que exija deles tomar uma decisão jurídica sobre a situação.

Muito do que existe na legislação sobre vistos de entrada nos Estados Unidos precisa ser reanalisado e adaptado à nova realidade do país por já ser muito antigo. Para se ter uma ideia, há vistos que foram criados na época da Revolução Industrial, quando havia mais emprego do que pessoas. Hoje a realidade é outra.

Portanto, é preciso readequar a questão do desemprego, da demanda, da necessidade americana de contratação de trabalhadores internacionais, de atrair profissionais por meio dos vistos EB2, por exemplo.

Os Estados Unidos sempre foram um grande captador de recursos internacionais por meio da emissão de vistos EB5, trazendo muitos investimentos, projetos e fundos. O que faz com que tudo precise ser reavaliado e feito de uma forma que não impacte os cerca 30 milhões de desempregados que existem no Estados Unidos, embora eu não acredite nesse número.

Existe uma diferença nos Estados Unidos entre desempregado e pessoas sem trabalhar. Na verdade, 25 milhões de pessoas que estão sem trabalhar, porque existe uma demanda que infelizmente o presidente Trump não conseguiu ou não quis enxergar, que é a de trabalhos que o americano não quer fazer e por isso o país precisa de muitos trabalhadores internacionais para poder dar conta dessa demanda e manter a economia aquecida.

É importante destacar que essas mudanças passam pelo reinvestimento no DHS – Department of Homeland Security, o Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos.

Daniel Toledo é advogado da Toledo e Advogados Associados especializado em direito internacional, consultor de negócios internacionais e palestrante.

O ex-presidente Donald Trump fez forte oposição à imigração para os Estados Unidos e promoveu um verdadeiro desmonte no DHS, com a demissão de cerca de 13 mil funcionários e redução drástica do orçamento.

O DHS tinha um orçamento estimado em US$ 1,2 bilhão e recebeu apenas US$ 250 milhões para o exercício de 2021, provocando uma forte redução de custos com a demissão de pessoal. A situação chegou a um nível tão drástico que funcionários de consulados, embaixadas e do Departamento de Imigração que cuidavam de dez processos passaram a analisar cerca de 300.

É importante ressaltar que estamos falando de seres humanos que têm família, se preocupam com o trabalho, têm necessidade de levar dinheiro para dentro de casa e quando se cria um caos e um desconforto interno dentro da empresa onde você trabalha, isso se reflete no seu dia a dia.

Trabalhadores que antes analisavam 10 processos, de repente, passaram a ser responsáveis por 300, chegando a um nível de estresse mental tão alto que fica impossível produzir com a mesma qualidade, num prazo tão exíguo para poder fazer uma análise.

Durante a campanha, o presidente Biden falou que vai promover um reinvestimento nos órgãos de imigração e segurança interna e recontratar ao menos 10 mil trabalhadores. Esta ação certamente vai desafogar os setores responsáveis pela análise de processos de imigração, vai trazer um alívio para muitas pessoas e retomar o ritmo de volta como ele deveria ser.

*Daniel Toledo é advogado da Toledo e Advogados Associados especializado em direito Internacional, consultor de negócios internacionais e palestrante.

 

Matrix 4: qual comprimido você escolhe?

*Daniel Bydlowski

Quando Matrix estreou em 1999, o cinema passou por uma revolução. Tanto de técnicas de filmagem, efeitos especiais, quanto de roteiro. Não foram apenas as cenas de lutas coreografadas e memoráveis, como a de Neo, personagem de Keanu Reeves desviando de balas, que durou cerca de 20 segundos, mas demandou anos de pesquisas para ser elaborada, que fizeram do filme um sucesso.

Muitos se identificaram com a narrativa repleta de ficção cientifica, literatura, artes marciais, religião e referências das irmãs Lana e Lilly Wachowski, também responsáveis pela direção da trilogia. Claro que a distopia, que apresenta a história de um mundo onde as máquinas tomaram conta de tudo, os humanos, sem consciência de nada, tornarem-se apenas fontes de energia é bastante complexa, mas quando analisada com cuidado as referências são incríveis.

A obra Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carroll, provavelmente é a que mais aparece. Desde analogias com nomes, como Choi e Dujour (algo como “escolha do dia”), o casal que aparece no começo do filme, até o famoso coelho branco, explicito em frases e tatuagens, entre muitas outras. Outra referência clássica é ao Mágico de Oz, inspirado na obra de L. Frank Baum. Vermelho é a cor do comprimido que dá a Neo a escolha de conhecer o universo desconhecido, assim como a cor dos sapatos de Dorothy. Assim como Neo, a garotinha também descobre na terra fantástica de Oz que a tecnologia era uma arma usada para enganar as pessoas.

O nome do protagonista Neo é um anagrama de “one” (um, em inglês), o escolhido e Morpheus, interpretado por Laurence Fishburne, na mitologia grega é o deus dos sonhos, mas no filme ele é o responsável por “despertar” as pessoas de seus sonhos. Ainda, é possível com um olhar mais atento encontrar outras referências como semelhanças com questões religiosas profundas e momentos históricos reais. Mas talvez a mais curiosa seja o momento escolhido para a continuação.

Curiosamente o lançamento de Matrix 4 Child of Zion, ocorrerá em meio ao momento que a sociedade passa por angustias e preocupações, sentimentos representados pela Matrix. O que esperar então? Coincidência ou não, me diga, qual comprimido você escolhe?

Lana Wachowski foi confirmada como roteirista e diretora da nova produção, bem como Keanu Reeves (Neo), Carrie-Anne Moss (Trinity) e novos atores no elenco como, Neil Patrick Harris (How I Met Your Mother) e Jonathan Groff (Mindhunter), além de Yahya Abdul-Mateen II (Aquaman), Priyanka Chopra Jonas (Baywatch), Jessica Henwick (Punho de Ferro), Andrew Caldwell (iZombie) e atores de Sense8 da Netflix, Max Riemelt, Eréndira Ibarra, Toby Onwumere e Brian J. Smith. A estreia está prometida para dezembro, 2021.

Sobre o cineasta:

O cineasta brasileiro Daniel Bydlowski é membro do Directors Guild of America e artista de realidade virtual. Faz parte do júri de festivais internacionais de cinema e pesquisa temas relacionados às novas tecnologias de mídia, como a realidade virtual e o future do cinema. Daniel também tenta conscientizar as pessoas com questões sociais ligadas à saúde, educação e bullying nas escolas. É mestre pela University of Southern California (USC), considerada a melhor faculdade de cinema dos Estados Unidos. Atualmente, cursa doutorado na University of California, em Santa Barbara, nos Estados Unidos. Recentemente, seu filme Bullies foi premiado em NewPort Beach como melhor curta infantil, no Comic-Con recebeu 2 prêmios: melhor filme fantasia e prêmio especial do júri. O Ticket for Success, também do cineasta, foi selecionado no Animamundi e ganhou de melhor curta internacional pelo Moondance International Film Festival.

 

 

Os bilionários que colocaram Saint-Barth no mapa (e ainda dão o que falar)

Até a chegada de David Rockefeller, um dos homens mais ricos dos Estados Unidos e do mundo nos anos 1950, Saint-Barthélémy era apenas uma ilha pobre em recursos naturais, sem água doce — por isso, sem capacidade de produção de alimentos –, cuja principal atividade econômica era a produção de sal. Ainda hoje é possível ver as marinhas de sal ao chegar à praia de Saline (daí o nome), uma das mais belas e isoladas da ilha, onde a prática de naturismo é permitida.

Saint-Barth

A belíssima casa que Rockefeller construiu na Baía de Colombier em 1958 em um terreno de 27 hectares, atraiu no ano seguinte não só outro grande sobrenome da elite mundial — desta vez europeia: o banqueiro franco-suíço Baron Edmond de Rothschild — como também o mítico bailarino russo Rudolf Nureyev, que também construíram suas casas nesta pequena ilha do Mar do Caribe.

Luxuosas casas

Os Rockefellers e os Rothschilds não possuem mais suas residências (a icônica casa do Rockefeller está abandonada e a do Rothschild estava à venda em 2017 por US$ 67 milhões), mas hoje quem domina a cena é o oligarca russo Roman Abramovich, que tem uma casa que custou US$ 90 milhões na praia de Gouverneur, e cujo iate, com enormes quinhentos e quarenta pés e avaliado em US$ 1,5 bilhão, domina a paisagem quando está na ilha.

 

Jet Set

Em Gouverneur, que é uma das mais lindas e bem frequentadas de Saint-Barth, dá até para parar o carro no estacionamento público que Abramovich generosamente construiu ao lado de sua casa. De graça!

Detalhe: você pode passar seus dias em Saint-Barth na Villa Nureyev, por € 9 mil a noite, podendo utilizar a estrutura (café da manhã, academia, beach club) do hotel Le Toiny, a 700 metros de distância. Nem preciso dizer que a presença desses três sobrenomes atraíram todos os holofotes da imprensa e do jet-set mundial para Saint-Barth.

Simples Nacional é prologado

Os donos de micro e pequenos negócios que faturam até R$ 4,8 milhões por ano terão mais tempo – até 15 de fevereiro, para regularizar pendências na adesão ao Simples Nacional. O resultado dos pedidos de opção que estavam com pendências será divulgado dia 25 de fevereiro, e a guia do Simples relativa a janeiro poderá ser quitada até 26/02/2021. A solicitação é feita exclusivamente pela internet, por meio do portal do Simples Nacional. Com o pedido aceito, a adesão retroagirá ao dia 1º de janeiro.

Regime compartilhado

O Simples Nacional é um regime compartilhado de arrecadação, cobrança e fiscalização de tributos aplicável às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte, previsto na Lei Complementar nº 123, de 14 de dezembro de 2006.

Esse sistema de tributação abrange o IRPJ, o CSLL, o PIS/Pasep, o Cofins, o IPI, o o ICMS, ISS e a Contribuição Patronal Previdenciária para a Seguridade Social (CPP). O recolhimento é feito por um documento único de arrecadação que deve ser pago até o dia 20 do mês seguinte àquele em que houver sido auferida a receita bruta.

O encontro de dois colegas de Senado Federal. Ana Amélia e Pedro Chaves foram exemplos de dedicação na Casa Alta e grandes amigos até hoje.

Oito impostos

De acordo com o presidente do Sebrae, Carlos Melles, esse sistema é uma grande vantagem para os donos de pequenos negócios, pois unifica oito impostos em uma única declaração mensal e reduz a carga tributária. “Na declaração, a empresa diz quanto faturou no mês anterior, como foi esse faturamento, se foi Comércio, Indústria ou Serviço e o sistema calcula automaticamente os oito tributos e gera uma guia única para pagamento”, explica. As empresas que estavam no Lucro Presumido ou Lucro Real e tiveram queda muito grande no faturamento em 2020, por causa da pandemia do Coronavírus, também poderão aderir ao Simples.

Inovação

Outra inovação para esse ano, é que atendendo um pedido do Sebrae, excepcionalmente em 2021, o governo federal não excluiu do Simples Nacional as micro e pequenas empresas inadimplentes em 2020. Dessa forma, os pequenos negócios, já optantes pelo sistema, não precisam fazer nova opção neste ano, uma vez que a empresa somente sairá do regime quando excluída, seja por comunicação do empresário ou de ofício, por decisão do governo.

Ele é disparado um dos melhores deputado federal do Parlamento brasileiro. Fábio Trad agrega ao seu entorno os mais influentes personagens da vida pública nacional. Exemplo de valor e inteligência em prol do Brasil.

… Bom dia! “Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o bem que poderíamos conquistar se não fosse o medo de tentar.” (W. Shakepeare)

Trocam de idade hoje: Ana Mahyara Garcia Rodrigues, Ivete Freitas, Rodrigo Maia, Roseani Victorio, Kelly Fernandes Cláudia Massolim, Juliano Coelho Arakaki,  Ricardo Carvalho, Almir Gonçalves e Bruno Santos Cunha. Happy birthday!

… A procura pela formalização por meio do registro como Microempreendedor Individual (MEI) continua em ritmo de crescimento no país, mesmo diante das dificuldades impostas pela pandemia da Covid-19.

O mais longevo Presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia passa a cadeira para seu substituto hoje (1). Descerá para a platéia e deverá ser ferrenho opositor do governo Jair Bolsonaro.

 Somente em 2020, foram registrados 2,6 milhões de novos MEI. O número é o maior registado nos últimos cinco anos, de acordo com levantamento feito pelo Sebrae com dados da Receita Federal. Atualmente, o Brasil já conta com mais de 11,3 milhões de MEI ativos.

... Os setores de Comércio Varejista de Vestuário e Acessórios (180 mil); Promoção de Vendas (140 mil); Cabeleireiros, Manicure e Pedicure (131 mil); Fornecimento de Alimentos para Consumo Domiciliar (106 mil) e Obras de Alvenaria (105 mil) seguiram – a exemplo de 2019 – liderando o ranking de atividades com o maior número de MEI criados. Apesar disso, uma análise comparativa mais aprofundada entre os dois anos mostra novidades.

Um dos casais mais icônicos do jet set campo-grandense Paulo e Liz Derzi Matos. Ambos com foco no desenvolvimento da pecuária de elite em suas propriedades rurais .

Outra alteração nesse cenário foi o aumento de quase 15% do número de novos MEI no setor varejista de vestuário e acessórios, que superou a marca de 180 mil novos registros em 2020.

… Entretanto, o maior crescimento do número de novos MEI foi identificado nas áreas de Transportes (86%), Restaurantes e Similares (59%), Fornecimento de Alimentos para Consumo Domiciliar (48%) e Comércio Varejista de Bebidas (41%).

O talentoso fisioterapeuta Juliano Arakaki comemorando hoje mais um aniversário. Happy birthday!

 

Como a nutrição pode ajudar a prevenir a osteoporose

Nutricionista Adriana Stavro dá algumas sugestões para construir e manter ossos saudáveis.

A osteoporose é uma doença crônica que atinge milhões de pessoas em todo o mundo. É uma doença esquelética caracterizada por baixa massa óssea e arquitetura óssea interrompida que aumenta a fragilidade e o risco de fratura. A perda de massa óssea muitas vezes passa despercebida, pois é um processo contínuo, lento e assintomático. A mineralização óssea é afetada pelo metabolismo do cálcio e do fósforo, que é controlado pela vitamina D, paratormônio e calcitonina.

Até recentemente, acreditava-se que a osteoporose atingia principalmente mulheres na pós-menopausa e idosos. Porém,resultados de pesquisas atuais, indicam que esta doença pode ocorrer em indivíduos por volta dos 40 anos, bem como em jovens.

Os fatores de risco que causam o desenvolvimento da osteoporose incluem a insuficiência do pico de massa óssea, o que é particularmente importante em crianças pois cerca de 90% do pico é alcançado antes do término do processo de maturação. Nas meninas sua densidade óssea máxima é por volta dos 18 anos e nos meninos aos 20. Ao longo da vida, é importante manter a densidade óssea e tentar diminuir a perda óssea.

Por isso todos os fatores de risco: intrínsecos (genéticos, raça, sexo, idade), extrínsecos (medicamentos recebidos, influência de doenças crônicas) e aqueles que podem ser potencialmente modificáveis como, baixo peso corporal, tabagismo, consumo excessivo de álcool e de café, sedentarismo e os fatores de risco dietéticos tais como deficiência de cálcio, vitamina D e baixa ingestão proteica devem ser evitados desde o início da vida até a senescência.

Ter uma alimentação saudável e balanceada, evitar cigarro e álcool, manter-se fisicamente ativo e ingerir quantidades adequadas de cálcio, é um passo importante para construir e manter ossos fortes e saudáveis ao longo de toda a vida. Aqui estão algumas sugestões para construir e manter ossos saudáveis.

Vitamina D
• É bem conhecido que a vitamina D promove a absorção de cálcio no intestino e ajuda a manter as concentrações de cálcio sérico adequadas para permitir a mineralização normal dos ossos. Assim, o cálcio e a vitamina D trabalham juntos de forma sinérgica.Você pode obter vitamina D por meio da exposição à luz solar e em pequenas quantidades em alimentos como: peixes gordurosos (salmão, arenque, cavala), fígado, ovos.

Cálcio
• Os produtos lácteos são uma excelente fonte de cálcio e boa fonte de proteína. Se você é intolerante a laticínios ou se prefere evitar, existem outras fontes alternativas de alimentos com alto teor de cálcio. Esses incluem: Espinafre, sardinha, grão de bico, brócolis, aveia, semente de gergelim, ovos, amêndoas.

Vitaminas e Minerais
• Embora o cálcio e a vitamina D tenham sido o foco principal da prevenção nutricional da osteoporose, pesquisas recentes esclareceram a importância de vários nutrientes adicionais. Além de laticínios, a ingestão de frutas e vegetais emergiu como um importante fator de proteção modificável para a saúde óssea. Vários nutrientes, incluindo magnésio, potássio, vitamina C, vitamina K, complexo B e carotenoides, mostraram ser importantes aos ossos.Boas fontes incluem:abóbora, beterraba, cenoura, couve, damasco seco, melão, ervilha, acerola, brócolis, caju, couve, espinafre, kiwi, laranja, limão, manga, melão, morango, papaia, tomate, arroz integral, amêndoa, amendoim, castanha-do-pará, gema de ovo, gérmen de trigo, milho, óleos vegetais, semente de girassol, aves, cereais integrais, feijões, leite, carne branca, atum, lentilhas, feijões, cebola e alho.

Proteína e atividade física
• A ingestão de proteínas de boa qualidade e a atividade física adequada são os principais estímulos anabólicos para a síntese de proteínas musculares. O treinamento físico leva ao aumento da massa e força muscular, e a combinação de ambos produz maior aumento de proteína muscular que qualquer intervenção isolada. Boas fontes de proteína: frango, carne, peixe, ovos, tofu, soja.

Pessoas com diagnóstico de osteoporose precisam ter cuidado com exercícios de alto impacto e certos alongamentos. O seu médico poderá aconselhá-lo melhor.

Cálcio e fósforo
• A proporção de cálcio para fósforo também é uma consideração importante, mas a dieta moderna raramente garante o equilíbrio certo entre esses nutrientes. A presença de fosfatos em produtos alimentícios (emulsificantes e estabilizadores de pH) aumenta as concentrações de fósforo na dieta, levando à acidificação dos tecidos corporais e à intensificação da atividade da paratireoide. As glândulas paratireoides produzem paratormônio, que promove a perda de cálcio dos dentes e ossos. A vitamina D é essencial para manter o equilíbrio cálcio-fósforo no corpo e mineralizar a matriz óssea. A deficiência de vitamina D pode ter um efeito prejudicial na qualidade óssea e na absorção de cálcio dos alimentos.

Tabaco
• O tabagismo é bem conhecido por ter um efeito adverso na saúde geral e demonstrou retardar o trabalho das células de construção óssea. Fumar também pode resultar em menopausa precoce nas mulheres e aumentar o risco de fratura do quadril. A boa notícia é que o risco de fratura é reduzido naqueles que param de fumar.

Álcool
• O consumo excessivo de álcool parece ser um fator de risco significativo para osteoporose e fraturas. Se você for mais velho, mesmo uma pequena intoxicação está associada a um aumento nas quedas, o que pode resultar em fraturas.

Peso corporal
• Procure manter um peso corporal saudável , pois estar abaixo ou acima pode aumentar o risco de osteoporose e fraturas. Mesmo após a menopausa, as mulheres com peso saudável podem continuar a produzir pequenas quantidades de estrogênio protetor dos ossos nas camadas de gordura sob a pele. Garantir que você não está muito magro também ajuda a fornecer alguma proteção aos ossos. No entanto, o excesso de peso não ajuda, aumenta o risco de fratura e de desenvolver muitas outras doenças.

Culinária baiana: Acarajé com Vatapá, Caruru, Vinagrete e Camarão

O Acarajé com Vatapá, Caruru, Vinagrete e Camarão é uma saborosa opção para quem aprecia culinária baiana. A dica é da Costa do Cacau é o destino dos sonhos para quem quer escapar de grandes badalações e apreciar o mar. Itacaré, a uma hora de Ilhéus, é a mini capital desse pedaço privilegiado do litoral baiano. O município, na foz do Rio das Contas, guarda um casario bonito e um centrinho vibrante, cheio de bares e restaurantes.

Confira a seguir o passo a passo:

Ingredientes:

Para o Bolinho do Acarajé

½ kg de feijão fradinho
3 cebolas
Sal e pimenta a gosto

Para o Vatapá

½ kg de pão francês
½ litro de leite de coco
2 colheres de azeite de dendê
1 cebola grande
½ xícara de coentro
½ xícara de cebolinha
1 xícara de castanha-de-caju
1 xícara de camarão
1 litro de leite

Para o Caruru

10 quiabos em pedacinhos
150 gramas de castanha-de-caju torradas
150 gramas de amendoim torrado
150 gramas de camarão seco
100 gramas de farinha de mandioca
2 colheres de sopa de azeite de dendê
1 tomate
1 cebola
Cheiro-verde (cebolinha, coentro e salsa)

Para o vinagrete

2 tomates
2 cebolas
2 pimentões
1 limão
15ml de azeite de oliva
2 kg de camarão médio com casca

Modo de preparo

Para fazer a massa do acarajé, deixe o feijão na água por 24 horas e depois tire a sua casca. Bata tudo no liquidificador e reserve a massa.

Para o vatapá, coloque os pães adormecidos em 1 litro de leite. Os outros ingredientes vão ao liquidificador. A mistura deve ser adicionada ao pão com leite e levada ao fogo até engrossar.

Para o caruru, cozinhe o quiabo na água e no sal. Já mole, acrescente os outros ingredientes.

Para o vinagrete, corte os tomates, as cebolas e os pimentões em cubos, adicione o suco de limão e o azeite de oliva. À parte, frite no azeite o camarão inteiro com casca para acompanhar.

Por fim, frite pequenas porções da massa de acarajé no azeite de dendê, coloque quatro bolinhos em um prato redondo e monte seu acarajé com vatapá, caruru, vinagrete e camarão, alternadamente.

Rendimento: 6 porções

 

 

O que está na lista dos famosos cinéfilos?

*Daniel Bydlowski

Existem muitos conceitos que poderia fazer de um filme o favorito. Cada um tem sua magia, alguns fatores de certos filmes podem ser meus preferidos. Mas sem sombra de dúvidas, no contexto geral, Forest Gump é especial para mim. Assim como todos nós, os famosos atores hollywoodianos também têm aquele filme favorito e fui buscar o que alguns desses ícones da atuação gostam e também falar um pouco de cada produção.

Harrison Ford, o eterno Han Solo, elege O Sol É Para Todos (1962). Não há espanto, uma vez que, inspirado em um livro homônimo, é um clássico tanto da literatura quanto do cinema. A visão infantil de um grande caso de justiça social da história, traz um debate pertinente que envolve racismo, ruptura da pureza e coragem.

Tom Hanks, de ficção o seu personagem Forest Gump supostamente entende, mas esse ator gosta mesmo é de Uma Odisseia no Espaço (1968). Foi um marco à época com os cenários incríveis e uma criatividade sem tamanho. O confronto entre homem e máquina no espaço resulta em uma viagem no espaço e tempo que, realmente, na década de 60, ninguém imaginaria.

Johnny Depp tem cara de caricatura e a maioria de seus personagens parecem sair direto de um desenho. Portanto, quando diz que o espetáculo de produção O Mágico de Oz (1939) é seu filme favorito, nós realmente acreditamos. Cores, dramas, problemas de aceitação envolvem esse enredo maravilhoso e dá vida a um dos clássicos infantis mais amados do mundo.

Morgan Freeman, ator de muitos sucessos que fica difícil escolher um só, me surpreendeu com a sua escolha, Moulin Rouge – Amor em Vermelho (2001). A dramática história de uma cortesã e um poeta, com um cenário de tirar o folego. Com muita música e boemia, a produção foi indicada à 8 Oscars e venceu 2, figurino e direção de arte.

Uma Thurman, a Mamba Negra de Quentin Tarantino, escolheu Confidências à Meia-Noite (1959). Perfeito para os momentos de fossa, o romance é uma viagem no tempo para os mais velhos e uma espécie de viagem na história para os mais jovens. Um acomodado solteiro e uma despreocupada garota vão arrancar suspiros e sorrisos dos espectadores.

Robert De Niro, o impecável Vito Corleone, aposta em Vidas Amargas (1955). Um filme épico em que um menino disputa o amor do pai com o irmão. O jogo vira quando ele vai atrás de sua mãe, até então dada como morta porque virou prostituta, para conseguir um empréstimo e salvar a fazenda da família. Eu, claramente, consigo imaginar De Niro assistindo esse filme.

Esses são os filmes preferidos dos famosos, e o que fica bastante evidente é a preferência por clássicos. Afinal, um clássico é sempre a primeira escolha para assistir mais de uma vez.

Sobre o cineasta:

O cineasta brasileiro Daniel Bydlowski é membro do Directors Guild of America e artista de realidade virtual. Faz parte do júri de festivais internacionais de cinema e pesquisa temas relacionados às novas tecnologias de mídia, como a realidade virtual e o future do cinema.  Atualmente, cursa doutorado na University of California, em Santa Barbara, nos Estados Unidos. Recentemente, seu filme Bullies foi premiado em NewPort Beach como melhor curta infantil, no Comic-Con recebeu 2 prêmios: melhor filme fantasia e prêmio especial do júri. O Ticket for Success, também do cineasta, foi selecionado no Animamundi e ganhou de melhor curta internacional pelo Moondance International Film Festival.

Novo divisor de ambientes ecologicamente correto, assinado por Rafaello Galiotto, chega ao Brasil

O ano de 2021 começa com novidades na Galeria das Lonas. São móveis e acessórios para decorar áreas externas e interna, entre estes lançamentos a marca apresenta o divisor modular de ambientes importado da Itália, Sipario, assinado pelo designer italiano Raffaello Galiotto.

Ideal para ambientes ao ar livre, o divisor de ambientes Sipario se destaca pelo design de malha assimétrica e permite, dependendo do posicionamento dos módulos, a criação de espaços que respeitam o distanciamento social, principalmente em bares, restaurantes e hotéis.

Esta solução inteligente possui ganchos especiais que permite criar divisórias em diferentes formas, lineares, curvadas e até mesmo fechadas. Além disso, é desenvolvido em plástico reciclável, com plantador de auto irrigação, ou seja, é equipado com um tanque de 8 litros: a água, inserida do orifício no topo, flui para o dispenser e um flutuador especial sinaliza seu nível. Desta forma, o ambiente se torna muito mais elegante com plantas vivas sem a preocupação de regá-las a todo momento. É fácil de limpar, montar e remover. Disponível em tons de marrom, com acabamento fosco.