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Como planejar a viagem de fim de ano com pets

A psicóloga Juliana Sato orienta o que considerar nessa decisão. Foto: Ju Sato/Divulgação

Com a chegada das festas de fim de ano, cresce o número de famílias que consideram os pets parte essencial do planejamento das férias. A escolha do destino, da hospedagem e até do meio de transporte passou a levar em conta o bem-estar do animal, impulsionada pela ampliação de locais e serviços pet friendly no país.

Levar o pet na viagem pode ser uma experiência positiva, mas exige atenção. É necessário confirmar se a hospedagem realmente aceita animais, avaliar a estrutura, verificar documentos e cuidados de saúde e analisar se o trajeto será confortável. Para quem prefere deixar o pet aos cuidados de profissionais, a antecipação é igualmente importante, já que hotéis, creches e pet sitters registram alta procura no período.

Viagem com pet. Foto: JU SATO/Divulgação

A seguir, a psicóloga Juliana Sato, especialista em luto pet e comportamento humano, destaca os principais fatores que influenciam essa decisão.

1. Critério central do planejamento

Para muitas famílias, o ponto de partida do planejamento é a pergunta: “Como o meu pet vai ficar?” A resposta costuma redefinir destino, datas, duração e meio de transporte.

Como o meu pet vai ficar? Foto: Helena Lopes

2. Escolha do destino

Responsáveis priorizam locais com estrutura consistente para pets, como hospedagens verdadeiramente preparadas, ambientes tranquilos e acesso a áreas externas.

3. Preocupação com o bem-estar do pet

Pets idosos, doentes ou sensíveis a ruídos, especialmente no período de fogos, demandam cuidados adicionais. Nesses casos, muitas famílias evitam viagens longas, voos ou destinos mais movimentados.

4. Aspecto emocional do responsável

O estado emocional de quem convive com o pet influencia a decisão. Pessoas em momentos de fragilidade afetiva podem preferir não se afastar do animal. Já quem vive o luto pela perda de um pet tende a buscar viagens como forma de reorganizar a rotina, descansar emocionalmente ou se afastar de gatilhos da convivência diária. A ansiedade de separação, tanto do responsável quanto do animal, também interfere no planejamento.

O estado emocional de quem convive com o pet influencia a decisão. Foto: Freepik

5. Logística e confiança

Quando o pet não acompanha a família, a escolha de creches, hotéis ou pet sitters se torna etapa crucial. A confiança no profissional define se a viagem ocorrerá de forma tranquila.

6. Tendência de viagens curtas e contato com a natureza

Cresce a busca por viagens mais curtas, principalmente de carro, para destinos tranquilos e próximos à natureza. Esse tipo de deslocamento tende a ser mais seguro e menos estressante para o animal.

7. Impacto no orçamento

Levar o pet altera os custos da viagem. Hospedagens podem ser mais caras, algumas cobram taxas extras e há compras específicas necessárias para garantir conforto e segurança.

8. Mudança no conceito de descanso

O descanso passa a incluir a rotina do pet. Pausas, horários de alimentação, caminhadas e atividades ao ar livre são incorporados à programação familiar.

Contra a desinformação, por mais prevenção

Foto: Katja Fuhlert por Pixabay

*Por Maria Auxiliadora Budib

O Dia Nacional da Imunização, celebrado em 9 de junho, é um convite à reflexão sobre a importância das vacinas como ferramenta essencial de proteção à saúde coletiva. Em um contexto marcado pela circulação de desinformação, reafirmar a confiança na ciência e nas políticas públicas de imunização é uma urgência que transcende setores.

As vacinas mudaram o curso da história da medicina. Erradicamos a varíola, eliminamos o sarampo em várias regiões e evitamos, todos os dias, milhares de internações, sequelas e mortes. De crianças a idosos, a imunização é uma das estratégias mais eficientes para reduzir o sofrimento humano, aliviar a sobrecarga do sistema de saúde e promover qualidade de vida.

As vacinas mudaram o curso da história da medicina. Foto: nts01 por Pixabay

Vacinar é um gesto de responsabilidade coletiva. Muitas doenças imunopreveníveis são silenciosas no início, mas podem ter consequências graves. Manter o calendário vacinal em dia protege o indivíduo e interrompe a circulação de vírus e bactérias, beneficiando também quem não pode se vacinar como recém-nascidos e pessoas imunossuprimidas.

No entanto, o Brasil, referência histórica em vacinação com seu Programa Nacional de Imunizações, enfrenta hoje uma preocupante queda na cobertura vacinal. A hesitação vacinal tem crescido, alimentada por desinformação nas redes sociais, fake news e desconfiança nas instituições. Esse cenário exige respostas firmes e coordenadas.

É essencial preparar os profissionais de saúde para acolher dúvidas com empatia e comunicar-se com precisão. Imagem de freepik

É preciso fortalecer campanhas contínuas, claras e baseadas em evidências científicas. Também é essencial preparar os profissionais de saúde para acolher dúvidas com empatia e comunicar-se com precisão. A saúde suplementar, junto ao SUS, tem papel decisivo nesse esforço: promovendo ações educativas, facilitando o acesso às vacinas e combatendo ativamente a desinformação.

Vacinar é um ato de amor, responsabilidade e compromisso com o futuro. A pandemia reafirmou o valor da ciência e da proteção coletiva. Neste Dia Nacional da Imunização, o convite é simples e poderoso: revise sua caderneta, incentive quem você ama a fazer o mesmo e confie no trabalho dos profissionais que, todos os dias, salvam vidas com uma das mais seguras e eficazes ferramentas da saúde pública. Vacinas salvam vidas e a história já provou isso.

Maria Auxiliadora Budib é Diretora de Assistência à Saúde da Cassems

Perfumes: nicho, assinatura e o luxo do cheiro inesquecível

Perfume sempre foi elegância — mas, nos últimos tempos, ele virou ainda mais: identidade. Em um mundo onde muita gente cheira igual, cresce o desejo por fragrâncias que tenham personalidade, que sejam reconhecidas no abraço, na conversa de perto, no rastro discreto. E aqui vale uma verdade simples: luxo, hoje, é ser memorável sem exagerar.

Quando se fala em assinatura masculina contemporânea, é impossível não citar a Chanel. Bleu de Chanel se tornou um daqueles perfumes que comunicam presença imediatamente — moderno, sofisticado, impecável. Já o Allure Homme (e suas variações) tem uma elegância clássica, muito bem acabada, com aquele ar de homem bem resolvido: não precisa provar nada, apenas chega e pronto.

Bleu de Chanel se tornou um daqueles perfumes que comunicam presença imediatamente — moderno, sofisticado, impecável. Foto: Divulgação

E existe também um refinamento que vem da tradição italiana, com a Acqua di Parma. É a marca perfeita para quem gosta de sofisticação luminosa, com frescor elegante e um “cheiro limpo” de luxo — daqueles que combinam com bom gosto, rotina bem cuidada e presença discreta.

E existe também um refinamento que vem da tradição italiana, com a Acqua di Parma. Foto: Divulgação

No universo feminino, a Chanel é praticamente um capítulo à parte. Ela não vende apenas fragrâncias: ela vende personagem. O clássico N°5 continua sendo um símbolo eterno, mas a beleza moderna aparece também em linhas como Coco Mademoiselle e Chance, que são amadas justamente por equilibrar charme, feminilidade e presença — sem cair no óbvio. E aqui entra um ponto importante: perfume feminino elegante não é “perfume doce demais”; é perfume que tem construção, assinatura e harmonia.

O rosto de uma mulher que usa N°5 talvez seja mais inesquecível que outro. Este é o rosto de Margot Robbie, a nova embaixadora do N°5, capturada pelo fotógrafo Karim Sadli.

Agora, quando a conversa entra no campo do nicho, o que muda não é só o preço — é a intenção. O nicho costuma trazer fórmulas mais autorais, menos “cheiro de todo mundo”, e cria aquela sensação de exclusividade: parece que o perfume foi pensado para um público mais seletivo. Por isso nomes como Creed, Maison Francis Kurkdjian, Le Labo, Byredo, Diptyque e Jo Malone se tornaram referências — cada um com sua personalidade, do mais marcante ao mais clean.

Agora, quando a conversa entra no campo do nicho, o que muda não é só o preço — é a intenção. Maison Francis Kurkdjian se torna referencia.

Na vida real, o guarda-roupa olfativo mais elegante é o que equilibra: um perfume de assinatura para o dia a dia, um mais fresco e sofisticado para clima quente e compromissos diurnos, e um aroma mais marcante para a noite e ocasiões especiais.

E tem uma regra que nunca falha: a diferença entre perfume comum e perfume sofisticado quase sempre está na medida. Elegância é fazer alguém pensar “que perfume incrível” e precisar chegar perto para descobrir. Perfume bom não entra na sala antes de você — ele acompanha sua presença.

Fragrância, Perfume, Perfumaria
A diferença entre perfume comum e perfume sofisticado quase sempre está na medida. Foto: Pixabay

No fim, perfume é memória. É o detalhe invisível que fecha o look, marca momentos e faz a gente ser lembrado do jeito certo.

… Bom dia!”Corra, lute pelo seu futuro, pois quando ele se tornar passado , não poderá muda-lo”.

… Abraço aos aniversariantes de hoje: Raul Borges Júnior, Luciano Lopes, Carol lopes, Ana Flávia Christofoletti, Rosilene Nogueira Tabosa, Patrícia Mello, Simone Massano, Sirlei Mari Tertuliano, Ivan Alves Pereira, Leonildo Oliveira, Gustavo Henrique, Augusto de Souza, Lucelma Castilho, Vitor Nascimento, Leopoldina Arruda, Helena Do Amaral, e Maria José Gonzaga. Happy birthday!

Joias e relógios: o luxo que atravessa gerações

Quando a conversa é luxo de verdade, quase sempre ela volta para duas palavras: herança e atemporalidade. Joias e relógios atravessam gerações porque unem história, acabamento impecável e um tipo de prestígio que não depende de tendência. E, nesse universo, o charme não está no excesso: está em escolher a peça certa, da casa certa, na linha certa.

No território das joias, algumas maisons viraram linguagem universal. A Cartier é um clássico absoluto com coleções como Love, Juste un Clou, Trinity e Panthère — peças que funcionam como assinatura: reconhecíveis, elegantes e sempre atuais. É o tipo de joia que acompanha a vida real: do casual ao sofisticado, sem esforço.

No território das joias, algumas maisons viraram linguagem universal. Foto: Pixabay

E aí entra uma referência indispensável: Tiffany & Co.. Há um motivo para o “azul Tiffany” ser imediatamente associado a desejo e celebração. Linhas como Tiffany T, HardWear, Return to Tiffany e Lock têm aquela combinação rara de design limpo com impacto visual, sem exagero. São joias com presença — e com o tipo de charme que transforma um detalhe em memória.

Colaboração Tiffany & Co. e Oportunidade do Bem_Créditos @lecanovo

Para completar esse repertório de peso, há outras casas que vivem nesse mesmo patamar de desejo e tradição: Bvlgari, com coleções marcantes como Serpenti e B.zero1, e Van Cleef & Arpels, com o seu inconfundível Alhambra, sinônimo de delicadeza e sofisticação. São marcas que não precisam “provar” nada — elas apenas continuam relevantes, década após década.

Bvlgari/ divulgação Bvlgari_Serpenti Dragoni

No universo dos relógios, o ícone fala mais alto do que a novidade. A Rolex construiu um imaginário poderoso com modelos que se tornaram referência mundial: Submariner, Datejust, Day-Date, GMT-Master II e Cosmograph Daytona. A Omega segue com força quando o assunto é história e precisão, com linhas como Speedmaster, Seamaster e Constellation.

A Rolex construiu um imaginário poderoso com modelos que se tornaram referência mundial: GMT-Master II beautyshot.

A Panerai é outra que tem identidade própria: Luminor e Radiomir são praticamente um “estilo” — presença no pulso e desenho que atravessa o tempo. E, como você lembrou muito bem, a TAG Heuer tem um espaço especial nessa conversa por unir tradição e esportividade, com modelos como Carrera, Monaco, Aquaracer e Formula 1.

E vale reforçar um ponto que muita gente esquece: Cartier também é relógio — e dos mais desejados do mundo. Tank, Santos e Ballon Bleu são exemplos perfeitos de design atemporal: relógios que não envelhecem porque nasceram como ícones. A Montblanc, além do universo da escrita, também entrega relógios sofisticados em coleções como 1858, Star Legacy e TimeWalker, com uma estética clássica e muito bem acabada.

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A Montblanc, além do universo da escrita, também entrega relógios sofisticados em coleções como o Star Legacy. Foto: Montblanc

No fim, joias e relógios de grandes casas representam um luxo raro: permanência. Eles não são só acessórios; são símbolos pessoais, marcos de vida, objetos que guardam memória — e, quando bem escolhidos, viram parte da história de quem usa… e de quem herda.

… Bom dia!”Energia positiva é o melhor presente que a gente pode receber”.

… Abraço aos aniversariantes de hoje: Sidinei Marcio Paim Broglio, Débtyns Reis, Leonardo Vieira, Roseli Crepaldi, José Olavo Mendes, Silmara Cruz, Kamila Alvarenga Gonzalez, Grazieli Carvalho, Ana Marta Abitante, Cleide Alcantara, Glasiele Da Cruz Sales, Nilza Oliveira Marquês, Silvia Rosa, Denise Severino De Oliveira, José Quirino, Alcina Reis, Aymoré Senna, Carlos Kayoda, Wesley Alves, Osman Carlos de Matos e Rubens Leite. Happy birthday!

Cozinhando para o Jeff: Salmão grelhado com manteiga de ervas e limão siciliano

Hoje no Cozinhando para o Jeff: Salmão grelhado com manteiga de ervas e limão siciliano. Receita inspirada na cozinha contemporânea francesa, muito usada por chefs internacionais.

Salmão grelhado com manteiga de ervas e limão siciliano.

Ingredientes

  • 4 postas de salmão com pele

  • Sal e pimenta-do-reino a gosto

  • 2 colheres (sopa) de azeite

  • Suco de 1/2 limão siciliano

Manteiga de ervas

  • 3 colheres (sopa) de manteiga sem sal

  • 1 colher (sopa) de salsinha picada

  • 1 colher (chá) de tomilho ou alecrim

  • Raspas de limão siciliano

Modo de preparo

  1. Tempere o salmão com sal, pimenta e limão.

  2. Aqueça bem uma frigideira com azeite.

  3. Grelhe o salmão primeiro com a pele para baixo, até dourar e ficar crocante.

  4. Vire rapidamente apenas para finalizar.

  5. Em outra panela, derreta a manteiga, acrescente as ervas e as raspas de limão.

  6. Regue o salmão com essa manteiga quente e sirva imediatamente.

Rendimento: 2 a 4 porções      Tempo: 20 minutos

Dica de Chef

O ponto perfeito do salmão é quando ele ainda está úmido no centro e se solta em lascas. Passar do ponto tira toda a elegância do prato.

Sugestão de acompanhamento

  • Arroz com amêndoas

  • Legumes grelhados

  • Purê de batata ou mandioquinha

Réveillon com elegância: o “branco chic” que não cai no óbvio

Dezembro tem seus códigos — e poucos são tão fortes quanto o branco do Réveillon. Ele atravessa gerações, funciona em diferentes estilos e tem uma vantagem rara: sempre parece apropriado. O problema é quando vira uniforme, quando perde acabamento, quando cai no previsível. E é exatamente aí que entra o olhar de alto padrão: o branco mais elegante não é o mais chamativo — é o mais bem construído.

O branco pode ser simples, mas nunca pode ser “simplório”. Em fim de ano, o que diferencia é o detalhe. Foto: IA

O luxo discreto aparece no que quase ninguém explica, mas todo mundo percebe: caimento, tecido, textura, transparência bem resolvida, costura impecável e acessórios na medida. O branco pode ser simples, mas nunca pode ser “simplório”. Em fim de ano, o que diferencia é o detalhe.

O que faz um look branco parecer realmente premium

Não é marca gritando. É qualidade de material e acabamento. Branco “acende” qualquer erro: tecido fino demais, amassado, transparência indesejada, modelagem ruim. Por isso, quem quer elegância de verdade precisa pensar como curadoria.

Vestido branco fluido na praia — vibe perfeita para Réveillon à beira-mar.

Os melhores tecidos para branco chic:

• Linho e linho misto (quando bem passado e com bom caimento).
• Algodão encorpado (estrutura, não “marca” e veste melhor).
• Crepe / alfaiataria leve (sofisticação imediata).
• Renda discreta (com forro bem pensado).
• Seda / acetinado bom (se for de qualidade e não “brilhar” demais).

Off-white, gelo, pérola: o branco certo para cada pele

Outra diferença de quem entende: não existe “um branco”. Existem variações que mudam tudo no resultado final.

• Branco óptico: mais moderno, mais “impacto”, pede acabamento perfeito.
• Off-white / creme: mais sofisticado, mais elegante, mais fácil de “parecer caro”.
• Gelo / pérola: chique e discreto, ótimo para quem quer leveza sem apagar.

O segredo está na textura

Se você quiser fugir do óbvio sem inventar moda, a resposta é textura:

• Branco + linho = fresco e elegante.
• Branco + renda discreta = festa sem exagero.
• Branco + alfaiataria leve = poder silencioso.
• Branco + tricô fino = conforto chic.

Acessórios: onde se ganha (ou se perde)

O look branco aceita tudo, mas não perdoa excesso.

Dourado ou prata?

• Dourado aquece e fica mais “festa”.
• Prata moderniza e fica mais clean.
• Misturar os dois pode funcionar, desde que seja muito bem dosado.

Bolsa e sapato:

• Nude, metalizado, caramelo claro e tons naturais deixam sofisticado.
• Branco com branco só funciona quando o acabamento é impecável (senão vira “uniforme”).
• Conforto é obrigatório: o luxo de fim de ano é não sofrer no pé.

Para homens: o branco elegante é o que tem estrutura

Camisa de bom algodão, polo bem cortada, calça de linho/alfaiataria leve, tênis limpo ou sapato discreto. O diferencial é simples: caimento e tecido. E sim: branco amassado demais “derruba” o look — o acabamento manda.

Beleza e grooming: o glow certo é o natural

Fim de ano pede viço, não excesso. Pele bem hidratada, cabelo alinhado, perfume com presença (sem exagero). A elegância é ser lembrado pelo conjunto, não por um elemento gritando.

O fechamento do Réveillon elegante

O branco é símbolo, mas o verdadeiro alto padrão está em outra coisa: ritmo, leveza, conforto e presença. O look certo não é o que chama atenção — é o que sustenta a noite inteira com classe. Quando o acabamento está perfeito, o resto flui.

… Bom dia!”Não há tempo ruim quando se tem fé, determinação e otimismo no coração”.

… Abraço aos aniversariantes de hoje: Tania Alzira Scandola, Marly Brandão, Ademir Cruz, Angela Rodrigues, José Olivio Martins, Adriana Gonçalves, Alessandra Delfini, Denilson Pinto, Adalto Francisco De Souza, Aguinaldo Benites, Isabel Dos Santos, Eustáquio Franco, Marcio Rodrigues, Azen Brito, Cyro Akiyoshi, Edna Morais, Aleci Barros e Adriano Santos . Happy birthday.

Por que é difícil ser quem somos?

Foto: Dziana Hasanbekava

*Por Frederico Henrique M. Fernandes

Frederico Henrique M. Fernandes. Foto: Divulgação

Vivemos em uma era em que somos praticamente obrigados a vestir filtros sociais o tempo todo. Temos sempre que parecer bem, felizes e amáveis. Mas gastamos pouco tempo sendo, de fato, essas coisas. Sabe por quê?

Porque é como se estar feliz fosse um atentado à outra pessoa. Demonstrar amor, então, soa como sacrilégio. As pessoas estão sempre em uma posição de julgamento: “Tá, ela é feliz, mas fica fazendo concessões.” E daí? Quando nos relacionamos, é uma troca. Soma-se na vida de ambos, nem mais, nem menos.

As pessoas esperam que sejamos intolerantes e, se não cumprirmos esse papel, elas se incomodam, se frustram, se resignam. Quando assumimos o que queremos e bancamos essa decisão, parece que o mundo nos coloca na cadeira dos réus, prontos para a prisão perpétua. Se esse é o preço para se sentir bem por dentro e por fora, ótimo. A inquietação não está em nós está no outro, naquele que se incomoda mais com o que você escolhe do que com o que ele mesmo sente. É curioso como o desconforto do outro muitas vezes fala mais sobre ele do que sobre nós.

As pessoas esperam que sejamos intolerantes e, se não cumprirmos esse papel, elas se incomodam, se frustram, se resignam. Foto: Yan Krukau/Pexels

Está em tudo: nos vínculos que criamos, nas relações que mantemos e até nas escolhas mais simples, como o que consumimos. No dia a dia, somos empurrados para o excesso: de compras, de conteúdos, de estímulos. E, se não paramos para entender o que faz sentido, vamos absorvendo tudo sem pensar se combina com nosso momento ou com o que queremos para o futuro, e isso nos custa caro.

Por isso, pausas e silêncios não são solidão, são gestos de autoamor. Um tempo só nosso para perguntar: faz sentido ou não? Se não fizer, diga apenas: “Não, obrigado.” Esse espaço íntimo de escuta e reflexão é o que nos ancora em nós mesmos.

Fomos ensinados a achar que dizer “não” é desrespeito. Mas será? E se for respeito por nós mesmos? Então, por que dizemos tão pouco? É tão simples. Dizer “não” é abrir espaço para dizer “sim” ao que realmente importa. Viva mais pelas suas expectativas do que pelas dos outros.

Dizer “não” é abrir espaço para dizer “sim” ao que realmente importa. Viva mais pelas suas expectativas do que pelas dos outros. Foto: Pexels

Posso te dizer? É libertador. Escolher estar onde faz bem é impagável. Sabe aquela frase: “Se eu soubesse, tinha feito isso antes?”. Pois então, faça hoje. Não espere o caos para começar a priorizar a sua paz.

Com o tempo, a gente entende que ser fiel a si mesmo não é sobre nunca mudar é sobre mudar com verdade. É reconhecer o que já não faz sentido, abrir espaço para o novo e se escutar, mesmo quando o mundo espera outra coisa. Mesmo quando isso assusta, mesmo quando custa.

É difícil? Sim. Vai dar trabalho? Com certeza. Mas compensa.

Autor do livro “Um lugar chamado Eu”, Frederico Henrique M. Fernandes utiliza a literatura como espaço de autoconhecimento e expressão.

Para se refrescar no verão: duas sobremesas deliciosas

O verão, que dura até 20 de março 2026 , traz aquela vontade de comer algo para refrescar os dias de calor intenso. Neste início de ano, cidades do Sul já marcaram altas temperaturas nos termômetros. Para ajudar a aliviar o calorão, Isabela sugere duas receitas frescas e saborosas.

A primeira sobremesa é a Torta Brigadeiro de Banana, com uma fruta que é fácil de encontrar na estação, leva o Biscoito Leite na massa e promete muito frescor. A outra sugestão é a Mousse Holandesa, com as Tortinhas Chocolate na decoração, a receita é finalizada com uma calda de chocolate.

Para saber como fazer, confira as receitas abaixo:

Torta Brigadeiro de Banana

Foto: Divulgação

Ingredientes:

Para o Brigadeiro de Banana

  • 2 latas de leite condensado
  • 4 bananas nanicas, amassadas
  • 2 colheres (sopa) de margarina sem sal

Para a Massa

  • 1/3 de embalagem de Biscoito Leite
  • 100 g de margarina sem sal, em temperatura ambiente

Para a Cobertura

  • 200 g de chocolate meio amargo picado
  • ¼ xícara (chá) de creme de leite
  • ½ xícara (chá) de castanha-do-pará, grosseiramente picadas

Modo de Preparo:

Brigadeiro de Banana

Em uma panela média, coloque o leite condensado, as bananas e a margarina. Leve ao fogo baixo, mexendo sempre, até soltar do fundo da panela. Desligue o fogo e reserve.

Massa

Ligue o forno em temperatura média (180° C  200° C). No processador ou liquidificador, triture os biscoitos. Passe para uma tigela e, com as mãos, misture a margarina para obter uma farofa grossa.

Acomode essa mistura em uma forma redonda (20 cm de diâmetro) e de fundo falso. Pressione com as mãos para forrar todo o fundo da forma. Leve ao forno por 5 minutos, retire e reserve.

Cobertura

Em um refratário, coloque o chocolate com o creme de leite e leve ao micro-ondas, potência média, por 2 minutos, mexendo na metade do tempo. Retire e mexa bem para obter um creme liso e homogêneo. Reserve.

Monte a torta

Sobre a base de torta despeje o brigadeiro de banana. Por cima, espalhe a cobertura e leve à geladeira para firmar por pelo menos 2 horas. Desenforme, decore com as castanhas e sirva.

Rendimento: 10 porções         Tempo de preparo: 40 minutos + tempo de geladeira

Mousse Holandesa

Foto: Divulgação

Ingredientes:

Para o Mousse

  • 1 tablete de chocolate branco (200g) picado
  • 1 embalagem de cream cheese
  • 1 lata de creme de leite
  • 2 colheres (sopa) de açúcar
  • 1 colher (chá) de essência de baunilha
  • 2 colheres (sopa) e gelatina incolor sem sabor
  • 2 claras em neve

Para a Montagem

  • 15 biscoitos Tortinhas Chocolate

Para a Cobertura

  • 1 tablete de chocolate meio amargo (180g) picado
  • 1 embalagem de creme de leite (200g)

Modo de Preparo

Mousse

  • Numa panela pequena derreta em banho-maria o chocolate branco. Reserve.
  • Bata na batedeira o cream cheese com o açúcar até ficar cremoso. Junte o chocolate derretido, o creme de leite e a baunilha. Acrescente a gelatina previamente amolecida e dissolvida em banho-maria, sem ferver. Misture delicadamente as claras.

Montagem

  • Numa forma desmontável, média, ajeite as Tortinhas Chocolate na borda, com o recheio voltado para fora. Coloque a mousse. Leve à geladeira, por no mínimo, 4 horas.

Cobertura

  • Numa panela pequena dissolva o chocolate em banho-maria. Espere amornar. Junte o creme de leite, misturando bem. Sirva sobre a mousse desenformada.

Rendimento: 8 a 10 porções      Tempo de Preparo: 30 minutos + tempo de geladeira