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#MostraTuaPele chama atenção para a prevenção ao câncer melanoma

Quando diagnosticado precocemente, o mais letal entre tipos de câncer de pele apresenta alta chance de cura.

Com o verão batendo na porta, nem mesmo a pandemia é capaz de segurar a vontade dos brasileiros de colocar o corpo no sol. Por isso dezembro é o mês de conscientização sobre o câncer de pele, o tipo de tumor com maior incidência no Brasil. A mobilização pede uma atenção especial à prevenção do melanoma, o câncer de pele mais grave. Segundo dados do INCA (Instituto Nacional do Câncer), 8.450 novos casos serão diagnosticados no país em 2020.

Uma pesquisa do Instituto Datafolha mostrou que 78% dos brasileiros não sabem o que é melanoma. Por isso, é importante alertar que melanoma não escolhe raça ou etnia e pode aparecer em qualquer parte do corpo, na pele ou mucosas, na forma de manchas, pintas ou sinais. A manifestação da doença na pele se dá após o aparecimento de uma pinta escura de bordas irregulares que pode ser acompanhada de coceira e descamação.³

Embora o câncer de pele seja o mais frequente no Brasil e corresponda a cerca de 30% de todos os tumores malignos registrados no país, o melanoma representa apenas 3% das neoplasias malignas do órgão.[i] “O melanoma é o tipo mais grave de câncer de pele devido à possibilidade de provocar metástase, que é a disseminação da doença para outros órgãos,” afirma o oncologista Antonio Carlos Buzaid, co-fundador do Instituto Vencer o Câncer.

Se detectado precocemente, o prognóstico desse tipo de câncer pode ser considerado bom. Nos últimos anos, houve grande melhora no tratamento da doença, principalmente devido à detecção precoce do tumor e à introdução de novos medicamentos, como imunoterapia e terapia alvo, o que pode representar o aumento da sobrevida de pacientes com melanoma.

Crédito: Getty Images

Ainda que o diagnóstico seja realizado por meio de exame clínico pelo médico dermatologista, outros especialistas são muito importantes no tratamento do paciente com melanoma, como o cirurgião e o oncologista, e em conjunto podem acompanhar o paciente em sua jornada.

Para alertar as pessoas da importância do acompanhamento médico regular e ficar atento aos sinais que aparecem na pele, a biofarmacêutica Bristol Myers Squibb (BMS), em parceria com o Instituto Vencer o Câncer (IVOC), preparou o movimento #MostraTuaPele.A ação faz parte da campanha organizada pelo IVOC, que contará com um conjunto de ativações que ocorrerão entre os meses de dezembro e janeiro. Para levar essa luta ainda mais longe, a BMS convocou seis influenciadoras digitais do segmento de beleza que alertarão os usuários do Instagram sobre a doença e ainda incentivarão o público a usar um filtro de stories na rede social especialmente desenvolvido para a ação.

O movimento ainda joga luz sobre medidas preventivas. Como os outros tipos de câncer de pele, o melanoma pode ser prevenido evitando a exposição ao sol no horário das 10h às 16h, quando os raios ultravioletas são mais intensos, uma vez que o maior fator de risco para o seu surgimento é a sensibilidade ao sol.

Mesmo em outros períodos do dia, recomenda-se procurar lugares com sombra, usar proteção adequada, como roupas, bonés ou chapéus de abas largas, óculos escuros com proteção UV, sombrinhas e barracas. Aplicar na pele, antes de se expor ao sol, filtro (protetor) solar com fator de proteção 30, no mínimo, que deve ser reaplicado a cada duas horas, além de usar filtro solar próprio para os lábios.

As tendências para o mercado imobiliário neste ano

Para conquistar investidores, os empreendimentos devem ter foco nos diferentes grupos de pessoas e na tecnologia, mas sobretudo prezar pelo respeito ao meio ambiente. É o que apontam as 21 tendências para o mercado imobiliário em 2021 desenvolvidas pelo CEO da Datastore, Marcus Araujo.

As discussões que permeiam a sociedade do século XXI, como o respeito à diversidade e a natureza e a importância da tecnologia na vida das pessoas, chegou ao mercado imobiliário e serão primordiais para conquistar compradores. É a conclusão do estudo 21 Tendências para o mercado imobiliário em 2021 desenvolvido pela Datastore.

A pandemia do novo coronavírus trouxe algumas novidades para o cenário atual do segmento, como, por exemplo, a busca por imóveis onde as pessoas possam viver melhor e com baixo risco de contaminação, bem como aqueles que possibilitem a junção perfeita entre moradia confortável e trabalho através de ferramentas digitais.

O estudo, desenvolvido a partir da análise de dados e do conhecimento aponta que um empreendimento para ter sucesso precisa se adequar às necessidades dos seus moradores. Sem isso, os lançamentos não terão sucesso. Agora, mais do que nunca, é hora de ouvir e observar as necessidades reais dos clientes e entregar o que, de fato, eles querem e esperam.

As 21 tendências para o mercado imobiliário em 2021:

#1 Não há nada mais humano que o imóvel: tudo foi feito nos últimos cinco anos para fazer a velocidade de vendas dos imóveis decolar e isso só aconteceu a partir de uma crise gerada por um vírus, aliado a alguns fatores econômicos. E por quê? Porque o imóvel voltou a sua função original, a de proteger a vida.

#2 A segurança biológica é uma nova demanda: as pessoas vão preferir empreendimentos que ofereçam algum tipo de segurança biológica, um projeto que permita um menor risco de contágio em casos de epidemias ou pandemias.

#3 Os líderes estão no front das empresas: os líderes de incorporadoras, imobiliárias, e de equipes, estarão na frente, liderando suas equipes. A situação da pandemia exige isso.

#4 Fusão do mercado imobiliário com o mercado pet: os pets fazem parte das famílias. Quem ainda não entendeu isso, perderá uma fatia cada vez maior de clientes nesta nova década.

#5 As locações voltarão com tudo em 2021: parte das novas gerações que chegarão ao mercado imobiliário nos próximos 10 anos são desprovidas da sensação de posse do imóvel. Viver em imóveis alugados talvez seja uma opção para sempre!

#6 A maioria dos novos investidores querem ganhar com locações de imóveis e não com revenda: uma nova geração de investidores chegará a cada ano ao mercado imobiliário. São pessoas com 35 anos hoje e que terão 45 anos no final da década, muitos ainda moram com os pais e só vão se casar mais tarde.

#7 Os novos empreendimentos precisam estar obrigatoriamente conectados com as entregas de alimentos: durante a pandemia, a entrega ganhou um grande valor agregado, agora ela faz parte da vida de todas as gerações.

#8 O “2 quartos” (sem ou com suíte ou com 2 suítes) é o chassi imobiliário do Brasil em 2021: por uma mudança de comportamento, o tamanho das famílias está diminuindo de forma acelerada desde 2013/14.

#9 Os novos grupos de demanda para 2021 não compram o que consideram excessos nos imóveis: em 2021, as pessoas comprarão aquilo que é essencial para elas. Lembrando que a maior demanda do século não é por espaço ou m2, mas sim por tempo, atenção, felicidade, experiências e gigabytes de dados, todos estes itens são imateriais.

#10 Já existe a “entre-demanda”: moradia, trabalho e lazer no mesmo imóvel, só a conexão com internet importa: as pessoas que ganham dinheiro no ambiente digital se posicionaram de forma veemente e só atendem e agem pelo meio digital. Este fato, acelerado pela pandemia, muda profundamente a relação com os imóveis.

#11 As mulheres revolucionarão as funções no mercado imobiliário em 2021: em 2020, as mulheres fizeram, venderam, compraram e investiram em imóveis. Elas são engenheiras, arquitetas, corretoras de imóveis, diretoras comerciais, CEOs. A cadeia imobiliária está repleta delas e isto é muito saudável!

#12 As equipes que fazem o mercado imobiliário terão mais presença de grupos, antes considerados minorias, inclusive em cargos de liderança: em 2021, o mercado imobiliário será também um lugar de diversidade onde todas as sensibilidades se somarão para criar imóveis onde pessoas felizes vão morar. Quer atender bem a diversidade nos clientes que vão comprar imóveis? Então respeite e tenha uma equipe também com diversidade.

#13 Chega de gramados, as pessoas querem paisagismo adulto e sustentabilidade que gera economia no bolso: os novos compradores de imóveis não querem só gramados nos empreendimentos, eles querem árvores, de preferência preservadas. Ou seja, áreas de matas permanentes. Isto valerá mais que qualquer outra coisa em um empreendimento imobiliário nos próximos anos.

#14 Em 2021, os novos empreendimentos estarão conectados com aplicativos para facilitar as entregas de tudo, principalmente dos serviços: os imóveis não estão prontos para pessoas que querem se deslocar o mínimo possível, mas terão que se adaptar. Isso é uma forte tendência para a década e não importam as idades.

#15 As parcerias moldarão o novo ano e a nova década: não há outro caminho para crescer que não seja compartilhando ideias e construindo parcerias com as pessoas que não são do seu ciclo familiar.

#16 A longevidade é a busca do século, imóveis para quem tem mais de 60 anos também: completar 60 anos a partir de 2021 significa ter mais dinheiro, poupança, viver bem e fazer muitos investimentos, de preferência, investimentos imobiliários.

#17 Em 2021, os brasileiros que moram fora do país comprarão mais imóveis aqui no Brasil: Para isso, as empresas brasileiras devem ter alcance na internet para esses brasileiros que moram fora, e ainda mais preparo no atendimento.

#18 As pessoas que não moram em lugar algum ou em qualquer lugar estão chegando ao mercado imobiliário: essa demanda não compra imóveis, só aluga e obrigatoriamente por aplicativos e por períodos curtos. São como nômades: há sempre um apartamento bem decorado que está sempre esperando em algum lugar interessante.

#19 Já temos o maior patamar de famílias interessadas em comprar imóveis do século 21: após o sucesso das vendas dos imóveis em 2020, o Brasil acaba de atingir o maior patamar de famílias interessadas em comprar imóveis desde o início do século 21 com impressionantes 13,42 milhões de famílias em todo o país.

#20 A geração dos Centennials carrega consigo a centelha do futuro do mercado imobiliário: os jovens com menos de 20 anos trazem uma revolução dentro de si: eles protegem a natureza, adoram os animais, muitos são filhos únicos, tem poucos primos, não querem ter ou vão ter pouquíssimos filhos, vivem dentro do quarto, mas nunca sozinhos e sim conectados a muitos outros através da internet.

#21 Em 2021 invista em você, invista em conhecimento, é o bem imaterial que mais valorizará na década: em todos os tempos, nunca houve tanto conhecimento, tanta informação e tantos dados disponíveis. Quando você absorve e internaliza este conhecimento, coisas maravilhosas podem acontecer.

Redes Sociais: uma carta sobre o direito à veracidade

*Daniel Schnaider

Foto: Keiny Andrade

A liberdade de expressão e a violência não são essencialmente um dilema das redes sociais. Afinal, racistas, extremistas e misóginos coexistem conosco desde que aprendemos a nos comunicar, a tecnologia deu a eles amplitudes estratosféricas. Multiplicou a potência da comunicação aos grupos desinformados e obscuros, mas também a grupos excluídos e sem voz. Tudo isso somado a uma boa dose de valentia proporcionada pelo anonimato ou pela força de pertencer. Mas qual é o grande problema encontrado em tantas falas soltas e facilmente acessíveis nas plataformas de interação? A veracidade.

Um estudo realizado pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts cita que as notícias falsas se espalham 70% mais rápido do que as verdadeiras. Sem o filtro, a censura, a equalização e a qualidade das informações compartilhadas, a internet é um ambiente propício a malfeitores. O que antes era limitado na imprensa secular, por um controle de sistema de comunicação em massa, com editores e profissionais qualificados que tinham o poder de filtrar as publicações, mesmo que de forma tendenciosa, atualmente tornou-se a livre demanda de opiniões.

Perceba que os milhões de leitores dos maiores veículos impressos do Brasil, hoje não são só espectadores, são seguidores e comunicadores. Influenciadores como Ricardo Amorim, possuem o mesmo alcance de divulgação que um jornal. Ou seja, cada indivíduo torna-se dentro do seu meio, um veículo de comunicação em potencial.

A introdução de novas tecnologias traz momentos ruins, é uma parte infeliz da evolução humana, mas há recompensas, como tecnologias militares que deram origem a soluções na área da saúde, por exemplo. Ou mesmo o GPS e a internet, o alicerce da telemetria hoje utilizado por empresas como a Pointer para salvar vidas, manter empresas e monitorar cargas preciosas, como exemplo as vacinas, que é elaborado com base em satélites militares do Ministério da Defesa Americano e a Internet inventado pela DARPA (unidade de pesquisa militar).. E no contexto da Internet e de Redes Sociais, a comunicação e interação em massa ajuda nas campanhas de saúde, a noticiar o que acontece no mundo inteiro e consegue propagar os mais diversos alertas à população. Diante de tantas codificações e algoritmos, não é possível não conseguirmos construir um ambiente seguro nos meios de comunicação social.

O uso indiscriminado das redes por pessoas que não só expõe a si mesmo, mas aos outros também, seja pelo lado profissional, pessoal ou ideológico, é um problema de todos. Mas o debate tem que ser estabelecido em soluções. Como leitor de um jornal ou de um post, eu gostaria de ter a certeza de que aquela informação foi verificada, foi publicada por uma pessoa real, não por um robô ou pessoa mal-intencionada. O dilema está nos problemas que já existem em nosso ambiente, na falta de validação de qualidade e classificação da informação e seu “potencial destrutivo”.

Acredito que uma empresa que se propõe a criar um ambiente que permite a dissipação de informações, ou mesmo de opiniões, deve ter um mecanismo que exponha a veracidade de cada textão, post, meme ou matéria compartilhada. Claro que não estou impondo uma ditadura das redes “só publiquem coisas que sejam verdades, nada de brincadeiras ou opiniões”. Não, não é isso! Apenas, preciso da tecnologia para me dizer qual é o cunho de cada postagem.

A viralização de uma mensagem deve estar exponencialmente atrelada à qualidade e a classificação da informação. O mecanismo da rede, deve punir conteúdos falsos, criminosos e que tem o intuito de dissipar mentiras ou agressões; e beneficiar conteúdo de altíssima qualidade e verídicos. O debate deve ser qual o mecanismo de checagem e classificação deve ser usado para identificar a mensagem que está apta para o compartilhamento. Lembrando que deve ser controlado pela sociedade civil no que cerne a sua comunidade – região – e não pelo governo, para que não haja nenhum tipo de manipulação ou mesmo censura.

Na minha visão você teria total liberdade de escrever o que quiser, mas da mesma forma que filmes e aparelhos tem conteúdo com ampla classificação, assim o post deve ter seu selo de qualidade ou a falta dele. E ainda que tenhamos essa conquista, ressalto que não há substituto a uma boa educação, onde uma base de conhecimento sustentadas pela dúvida, curiosidade e a lógica sejam construídas.

Com a livre demanda de opiniões, é necessária uma marcação de qualidade, para que possamos ter a certeza sobre o conteúdo que consumimos, e principalmente para a parcela da sociedade que não tem acesso à educação saber o que de fato estão internalizando. Precisamos apoiar um mecanismo democrático e que inclua o direito ao anonimato, que além de quebrar alguns medos e trazer benefícios, uma vez que somos um dos países que mais matam jornalistas no mundo por conta de informações verídicas e indigestas para alguns, a verificação de conteúdo duvidoso ou de opiniões extremistas tem que estar explícita.

Esse mecanismo pode limitar o racismo/xenofobia/fakenews travestidos de “opinião”, e me permitir como indivíduo ou como grupo selecionar o que acredito ser adequado para mim e para os meus filhos. Entenda, não é uma questão de censura à liberdade de expressão, mas sim a luta pelo direito à veracidade que é um alicerce para o bom funcionamento da sociedade e a democracia.

Daniel Schnaider é CEO da Pointer By PowerFleet Brasil, líder mundial em soluções de IoT para redução de custo, prevenção de acidentes e roubos em frotas. LinkedIn

Retorno econômico do milho safrinha 2021, em Mato Grosso do Sul

*Alceu Richetti[1] * Gessí Ceccon[2] Analistas da Embrapa Agropecuária Oeste

O cultivo do milho safrinha é uma atividade de alto risco, principalmente, quando semeado fora do período recomendado pelo zoneamento agrícola de risco climático. Em períodos de incertezas, as preocupações se voltam para as condições climáticas, oscilações dos preços de comercialização e do custo de produção.

De acordo com os dados publicados pela Famasul e Aprosoja/MS, na safrinha de 2020 foram cultivados 1.895 mil hectares, com produção total de 10.618 milhões de toneladas. A produtividade média obtida foi de 93,4 sacas por hectare e a área cultivada em consórcio de 39%.

Do ponto de vista climático, para cultivo de milho safrinha, Mato Grosso do Sul pode ser dividido em três regiões. A região Sul, onde tem chuvas distribuídas ao longo do cultivo, mas tem risco de geadas; a região Norte, com chuvas mais definidas, porém com risco de seca no final do ciclo, e a região Central, com risco de seca e/ou geada. Nessa análise, considerando as condições climáticas e econômicas, o Estado foi caracterizado em região Norte e Centro-Sul, com o objetivo de auxiliar o produtor na apuração e avaliação dos resultados econômicos que podem ser obtidos com o milho safrinha em 2021.

Analisou-se os sistemas de produção de acordo com a representatividade da região produtora e níveis tecnológicos: 1) na região Norte, utilizou-se milho híbrido geneticamente modificado, com a introdução de genes específicos de Bacillus thuringiensis (Bt) e outro com milho híbrido geneticamente modificado, com a introdução de genes Bt e Roundup Ready (Bt + RR), ambos em cultivo solteiro; 2) na região Centro-Sul optou-se por milho híbrido Bt, cultivo solteiro e em consórcio com Brachiaria ruziziensis e outro com milho híbrido Bt + RR, em cultivo solteiro.

O custo de produção de milho safrinha 2021 contempla o Custo Operacional Total (COT) e a Remuneração dos Fatores de Produção (RFP). O COT é composto pelo Custo Variável (CV), que corresponde ao desembolso que o produtor faz para conduzir a sua lavoura, e pelo custo fixo (CF), que é o custo não desembolsado pelo produtor, mas que incide sobre o total do custeio. A RFP, também conhecida como Custo de Oportunidade, corresponde ao valor que o capital empregado em uma atividade renderia se fosse utilizado na melhor alternativa de emprego.

Os preços dos fatores de produção e dos produtos, levantados no mês de novembro de 2020, foram usados para elaborar o custo de produção, estimar o grau de importância dos seus componentes e analisar a viabilidade econômica da cultura do milho na safrinha de 2021. Para o cultivo consorciado foi adicionado apenas o custo da braquiária, equivalente a três quilogramas por hectare de sementes com valor cultural de 80%, semeada na mesma operação de plantio do milho.

A produtividade média estimada, neste trabalho, é de 6.000 kg/ha, tanto para o milho Bt quanto para o milho Bt + RR, na região Norte. Para a região Centro Sul, em função dos maiores riscos climáticos, o investimento na safrinha é menor e, com isso, a produtividade estimada é de 5.367 kg/ha, tanto para o milho Bt quanto para o milho Bt + RR, e para o milho Bt consorciado com Brachiaria ruziziensis.

A análise dos cenários permite identificar os limites de variação dos preços dos produtos e das quantidades produzidas sem comprometer a viabilidade econômica do sistema de produção. A análise aponta o valor mínimo para comercialização do produto ou a quantidade mínima a ser produzida para que o produtor não tenha prejuízos com a atividade agrícola.

Foram consideradas três situações de menor favorabilidade, sendo as alterações de -10%, -20% e -30%, e três de maior favorabilidade, +10%, +20% e +30%, tanto para as variações dos preços pagos ao produtor quanto das quantidades produzidas, nas diferentes tecnologias avaliadas. Para esta análise considerou-se o preço base, pago ao produtor, de R$ 54,30 por saca de 60kg e as produtividades estimadas, na região Norte, de 100 sc/ha para as duas tecnologias analisadas. Na região Centro-Sul, produtividades de 89,45 sc/ha para as três tecnologias avaliadas.

Mantendo-se os atuais níveis de preços de mercado, tanto do produto quanto dos insumos, a análise de viabilidade indica ganhos positivos para o produtor com o milho safrinha 2021.

O produtor deve comercializar a produção de milho quando os preços estiverem acima dos custos médios por saca produzida. A venda antecipada da produção é uma alternativa desde que o valor garanta a cobertura dos custos ou proporcione lucro com o milho safrinha.

[1] Administrador, mestre em Administração, analista da Embrapa Agropecuária Oeste, Dourados, MS.

[2] Engenheiro Agrônomo, Doutor em Agricultura, analista da Embrapa Agropecuária Oeste, Dourados, MS.

Design e sustentabilidade se fundem na Bahia

Hugo França, Laila Assef e Naná Lavander perseguem a preservação do meio ambiente e a conscientização sobre o descarte, transformando em arte o que seria jogado fora.

A beleza inebriante da Costa do Descobrimento, como é conhecido o litoral sul da Bahia, convence pessoas de todos os cantos do mundo desde os anos 1970 a reformularem a vida para fazer do local seu endereço definitivo. No entanto, a disponibilização de luz elétrica e a abertura das estradas (que facilitaram tanto o acesso quanto o turismo) ameaçaram colocar em risco a integridade desse cenário exuberante, capaz de conquistar à primeira vista. Aos poucos, a preocupação com sua conservação despontou na produção de artistas residentes ali, como mostra a reportagem especial da edição de dezembro e janeiro da revista Casa Vogue.

O gaúcho Hugo França, que desembarcou em Trancoso há duas décadas, em busca de mais proximidade com a natureza, e lá passou 15 anos é um exemplo. Neste período, entrou em contato com o desperdício na extração e no uso da madeira, vivência que despertou nele a vocação de criar esculturas mobiliárias: móveis de assento e de apoio, utilitários e obras de arte entalhados em árvores condenadas. Destas, praticamente todos os pedaços, de raízes desenterradas a troncos ocos e toras maciças, renascem com novo propósito. A maioria das peças emprega pequi-vinagreiro, “rejeitado pela marcenaria convencional, pela arquitetura e pela construção civil, mas não pelos índios pataxós, que dispõem dele em suas canoas”, pontua França. Segundo ele, trata-se da espécie com maior longevidade em floresta tropical, chegando à idade adulta aos 200 anos e alcançando os 1.200. Em seu ateliê em Trancoso, onde voltou a viver desde março de 2020, há um acervo com os tesouros encontrados. “O pequi-vinagreiro é o único que resta das queimadas. Por ter um alto índice de umidade, é mais resistente ao fogo e sua decomposição ocorre lentamente”, explica.

Na vila há 15 anos, a mineira Laila Assef diz que foi escolhida pelo plástico quando chegou. “Era tanta garrafinha jogada na minha porta ou esquecida em cima do balcão…”, relembra. Graduada em psicologia, ela atuou no setor da moda por muitos anos em Belo Horizonte, onde abriu uma fábrica de roupas e desenvolveu estampas. “Desse ponto para a pintura foi um pulo. Logo me voltei completamente para o mundo das artes”, relata. Mirando uma rotina mais tranquila e perto do mar, instalou-se no vilarejo baiano e rapidamente alugou a loja que mantém até hoje no Quadrado, com curadoria de decoração, arte e suas próprias criações – entre elas, luminárias de PET. “Ao presenciar aquele tanto de descarte, fiquei incomodada e pensei em alguma maneira de contribuir. Seria, inclusive, um jeito de agradecer pelo acolhimento que recebi da comunidade”, diz.

Teve, então, a ideia de enfeitar a carrocinha do senhor Manoel, que vende abacaxi na praia, para mobilizar as pessoas a recolherem garrafas, e distribuiu coletores em bares, restaurantes e pousadas. “Foi um sucesso! Em um mês, juntei 10 mil unidades”. Esta é a quantidade aproximada que Laila conserva regularmente em seu ateliê. “O estoque esvazia para produção e enche com a coleta.” Com o tempo, aperfeiçoou a técnica e aprendeu a dar cabo de todos os componentes do recipiente, até das tampinhas, na concepção de suas luminárias. Durante a elaboração, aposta em ferramentas inusitadas, como modeladores de cabelo para curvar o material ou toalhas de renda que servem como estêncil. Laila se alegra ao ver a valorização que o trabalho ganhou.

O resgate do que iria para o lixo também está no DNA de Naná Lavander. Formada em artes plásticas, a paulistana iniciou a carreira no teatro, montando adereços e cenários. “Como a verba era pequena, sempre improvisava. ” Em seguida, ao longo de cinco anos na TV Cultura, deu vida a bonecos e maquinou efeitos especiais com poucos recursos em programas como Ilha Rá-Tim-Bum e Cocoricó. Na publicidade, finalmente deparou com um mercado próspero, mas enfrentou um impasse ético: “Eu usava coisas reaproveitadas para vender outras novas e comecei a me questionar. ” Quando resolveu largar tudo para se dedicar a projetos autorais, tirou umas férias e dirigiu sozinha até a Bahia. Trancoso. “Estava uma lua enorme, o Quadrado em festa. Eu ia só pernoitar, e acabei ficando uma semana. ” Extasiada, decidiu que iria morar ali. Retornou a São Paulo, vendeu tudo e já reside no vilarejo há cinco anos. Em seu ateliê, coleciona todos os tipos de sobra (tampinhas, canetas, CDs, rolhas, barbantes) e geralmente os converte em peças lúdicas, com movimento, nascidas de sua mente inquieta.

 

L’Or: a quintessência em conhaques da Maison Martell

Para colecionar e beber em momentos importantes, ou para brindar o primeiro mês de 2021, L’Or é uma obra de arte que desperta com elegância os seis sentidos

Mais de 300 anos marcam a existência do conhaque Martell, genuíno símbolo do “Art de Vivre” francês e criação do visionário Jean Martell, que no século XVII já buscava as melhores “eaux de vies” vislumbrando o que seria nos dias de hoje uma das marcas mais prestigiadas da região de Cognac. Martell é reconhecida como a primeira grande casa de conhaque no mundo, e dá origem a rótulos expressivos e elegantes, cada um com sua rica e única particularidade. Vale lembrar que, tal como Champagne, Cognac também é uma denominação de origem controlada. Do cultivo ao engarrafamento, todas as etapas devem necessariamente ocorrer dentro de uma região designada, no caso a de Cognac.

L’Or integra a impressionante coleção Martell e é considerado a quintessência dos conhaques da Maison, sua expressão mais pura de sabores, aromas e cores. Revela em cada gole sutilezas e detalhes de comprovada elegância e distinção. Em decanter de 700 ml, esculpido em Cristal de Sévres, o líquido encontra-se protegido em um nicho central em forma de gota, conferindo um belíssimo efeito visual, valorizado por detalhes confeccionados em ouro. Uma obra de arte única para enriquecer o repertório de grandes colecionadores. Sedoso e suave, L’Or revela notas cítricas e frescas de bergamota e casca de laranja, toques de baunilha e canela, além de nuances de frutas escuras do bosque. Uma harmoniosa combinação de aromas ricos e potentes.

Essa complexa composição inclui diferenciais consideráveis, a começar pelas raras áreas onde as uvas são cultivadas, como Grande Champagne e Borderie, considerados “grand crus”, e que no conjunto final contribuem para uma aura de elegância, riqueza e poder, típicas deste icônico conhaque. É produzido a partir de 400 diferentes “eaux-de-vies”, algumas delas, inclusive, centenárias. É destilado duas vezes em pequenos alambiques de cobre e envelhecido em barris de nobre carvalho francês. Apresenta graduação alcóolica de 40%, e cor de um âmbar intenso com matizes de mogno. L’Or é a mais pura e autêntica expressão da Maison Martell.

O preço sugerido é de R$ 17.990,00 e pode ser adquirido no site www.drinksandclubs.com.br . Uma bela maneira de começar 2021 e sorver cada gole com requinte e em boa companhia.  

Sobre a Maison Martell

A mais antiga das grandes casas de conhaque, fundada por Jean Martell em 1715, a Maison Martell é conhecida em todo o mundo pelo refinamento e elegância de seus conhaques, o resultado de um legado de savoir-faire transmitido por nove gerações. Junto com a paixão pelo caráter artesanal e um profundo sentido de “terroir”, a Maison Martell é definida pela ousadia com que foi pioneira em novas expressões de conhaque, do ícone Martell Cordon Bleu em 1912 ao pioneiro Martell Blue Swift de hoje.

 

 

 

Bolinho de brisket : sucesso nos bares dos EUA

Rachel Camacho, é chef de cozinha com várias habilidades, entre elas a da confeiteira, e é apaixonada pelo fogo e fumaça. Sempre trazendo novidades para os apreciadores das receitas com a defumação, Rachel apresenta o bolinho sucesso de vendas nos bares dos EUA,  o Brisket.

O Brisket é a carne mais conhecida como peito bovino. Para preparar o Brisket, você vai precisar de alguns temperos secos e uma churrasqueira Smoker Pit (aquela churrasqueira com tampa para defumar sua carne), lenha frutíferas (pois qualquer outra lenha pode ser tóxica). Para a produção do Brisket será necessário um defumador. Sua cocção de defumação é feita em temperaturas baixas, isso significa que o Brisket será defumado lentamente, através da queima da lenha e todo preparo pode levar em média 12 horas, ou seja, você vai precisar ter paciência, mas garanto que a espera será recompensada.

Ingredientes:

600g de Brisket desfiado

200g de queijo cremoso

150g de queijo parmesão ralado

200g de cebola caramelizada

Sal a gosto

Farinha de trigo e de rosca para empanar.

2 ovos

Modo de Preparo

Misture todos os ingredientes até formar uma pasta que fique fácil de modelar. Reserve essa mistura e deixe por 1 hora na geladeira. Depois da massa gelada, modele bolinhas do tamanho de sua preferência. Passe elas na farinha de trigo, depois nos ovos e depois na de rosca. Em uma panela, coloque o óleo quente e frite os bolinhos. Eles ficam maravilhosos e é só servir. Me conte depois o que achou desta receita.  Instagram @kelcamacho.

 

Torta de espinafre com nozes: prática e leve

Quer inovar na ceia? Uma torta de espinafre com nozes pode ser uma pedida diferente e muito saborosa para agradar a todos os paladares, inclusive daqueles que não comem carne. A chef Janaína Barzanelli, especialista em confeitaria, dessa vez apostou numa receita salgada e criou uma torta para o Ano Novo com ingredientes fáceis de encontrar. E o melhor: simples de preparar.

“O espinafre tem sabor forte e as nozes trazem uma crocância que deixa a torta muito marcante. Minha dica é usar formas que vão ao forno e já servem para servir, fazendo com que a apresentação fique linda na mesa. Como não é necessário desenformar, você evita o risco de quebrar a massa”, conta a chef.

As formas escolhidas pela pela chef são da Sulformas, modelo que vai ao forno, pode ir à mesa sem a necessidade de recipiente e ainda é biodegradável. “Nada de forma para lavar depois da ceia! Assim a gente ganha tempo com a família e ainda economiza água, já que convivemos com a estiagem em praticamente todo o ano de 2020”.

A chef Janaína Barzanelli

Confira a receita da torta de espinafre com nozes:

Massa:

200g de farinha de trigo

125g de margarina sem sal

5g de sal

1 ovo

 

Recheio:

1 maço de espinafre

50g de nozes trituradas

200g de cream cheese

Alho picado

Azeite

Modo de preparo

Massa

Em um bowl coloque a farinha de trigo, a margarina e o sal. Mexa bem até formar uma farofinha úmida. Acrescente o ovo e mexa bem até formar uma massa.

Coloque dentro de um saco descartável e abra a massa entre dois plásticos. Coloque dentro da forma modelo Torta Pie 160 x 30 e fure a massa com um garfo.

Reserve. Em uma panela coloque o azeite e o alho e doure. Coloque o espinafre e deixe murchar.

Montagem

Coloque o recheio e cubra com a massa. Leve para assar a 180 graus por aproximadamente 30 minutos. Sirva.

 

Cimento queimado: charme e estilo na decoração

Sika® traz dicas sobre como usar o produto Cimento Queimado PortoKoll® aproveitando o início do ano para reformar os ambientes

Começo de ano é época de grandes mudanças, sejam elas comportamentais ou físicas. Procurar uma nova residência ou buscar reformar a atual está entre a lista dos afazeres mais prometidos para a virada do ano. Moderno, econômico e de alta durabilidade, o cimento queimado conquistou sua cadeira cativa no quesito tendência de decoração, sendo uma ótima opção para incluir neste momento. Isso porque oferece muita personalidade para os projetos com seu estilo rústico e tonalidade neutra. Sendo uma solução atemporal para móveis, pisos e paredes de diferentes cômodos.

A moda caiu no gosto dos brasileiros e passou a ser frequentemente procurada por sua praticidade. Antenados nesta tendência,  empresa especializada em produtos químicos,  conta com o Cimento Queimado  em sua gama de produtos. Disponível nos tons carbono, geada, damasco, fendi e mineral, combina com diferentes cômodos como quartos, salas, escritórios e até banheiros.