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Solidariedade e sustentabilidade como diferenciais competitivos

David Braga, CEO da Prime Talent *

“O que se leva da vida é a vida que se leva.” A frase do pensador Antoine de Saint-Exupéry, autor do clássico “O Pequeno Príncipe”, parece ter ganhado relevância maior no cenário atual. No mundo corporativo, empresas e profissionais procuram, cada vez mais, deixar uma marca diferenciada, construir um legado e poder fazer algo além das suas atividades rotineiras, que possa contribuir para um mundo melhor. E, neste ano, em função da pandemia da Covid-19, ficou mais que visível, fora e dentro das organizações, o quanto o espírito colaborativo e de ajuda ao próximo é essencial. Nesse aspecto, a solidariedade ganha destaque, especialmente porque as pessoas vivem em sociedade e dependem sempre umas das outras.

Sendo assim, é importante observar, em primeiro lugar, que estamos falando de um valor humano universal, presente em todas as culturas. Inclusive, a Organização das Nações Unidas (ONU) instituiu, na Assembleia Geral de 2005, o Dia Internacional da Solidariedade Humana, comemorado dezembro. A celebração tem como objetivo destacar a importância da ação coletiva para superar os problemas globais e alcançar as metas mundiais de desenvolvimento, de forma a construir um mundo melhor e mais seguro para todos.

Boa parte das empresas já tem aprimorado essa percepção e incorporado o tema à cultura organizacional. Afinal, se discutimos tanto sobre legado, ser solidário é também pensar nesse viés, uma vez que é importante se sensibilizar com a dor do outro e estender a mão para ajudá-lo de alguma maneira. Ou seja, é ser empático e ter escuta ativa, duas competências e habilidades (soft skills) cada vez mais exigidas, do estagiário ao presidente, dentro das corporações, assim como o espírito colaborativo e cocriativo. Além disso, praticando a solidariedade, todos os envolvidos se apropriam de situações positivas. Quer dizer que quem recebe o apoio é beneficiado, da mesma forma que quem oferece também tem muito a ganhar ao promover o bem-estar do próximo.

Com esse entendimento e após todos os graves impactos provocados pela pandemia à população desde os primeiros meses de 2020, o Terceiro Setor está em ascensão. As companhias perceberam as muitas necessidades da sociedade a partir daquele momento e a importância da colaboração de todos: poder público, iniciativa privada e pessoas físicas para superar a crise. Em todas as esferas, uma nova consciência surgiu. E as pessoas se engajaram em todo tipo de doações, não apenas pela causa, que é de todas as camadas sociais, mas também para ter a consciência tranquila de participar da construção de algo positivo para a sociedade.

Além disso, é importante lembrar que, em termos de carreira, atuar no Terceiro Setor agrega credibilidade ao currículo do profissional, que se mostra socialmente responsável. Quando a solidariedade está presente no dia a dia do indivíduo, a forma como ele enxerga a vida costuma ser diferente. Isso porque entende que tudo e todos estão conectados e cada qual tem uma missão e um propósito no mundo. Ninguém avança sozinho. Ao contrário, sempre precisamos uns dos outros mutuamente.

Dessa forma, independentemente do nível hierárquico ocupado na empresa, o colaborador pode promover ações solidárias genuínas, seja destinando seu tempo livre para apoiar pessoas, seja fornecendo suporte financeiro ou mesmo empreendendo seus conhecimentos técnicos para auxiliar organizações não governamentais (ONGs), por exemplo. De qualquer modo, uma coisa é certa: as empresas estão em constante busca por profissionais sustentáveis, o que vai muito além de tratar apenas do meio ambiente.

Por sua vez, as companhias têm a grande oportunidade de transformar essa corrente de generosidade inédita em algo permanente. Aquelas que não avançarem ainda mais na sustentabilidade – o que significa respeitar os aspectos socioambientais, a diversidade e agora também se mostrarem adeptas da solidariedade – serão cobradas e, dificilmente sobreviverão. Vale lembrar que os resultados de uma instituição não estão mais focados somente nos indicadores financeiros. Buscar a evolução da organização, das pessoas e da sociedade é uma das principais características da liderança sustentável.

David Braga é CEO, board advisor e headhunter da Prime Talent, empresa de busca e seleção de executivos de média e alta gestão, que atua em todos os setores da economia na América Latina, com escritórios em São Paulo e Belo Horizonte. É também autor do livro “Contratado ou Demitido – só depende de você” e professor convidado da Fundação Dom Cabral (FDC)

Receita inusitada e saborosa: árvore de Natal de camarão

Quer inovar na ceia e ainda surpreender com sabor? O chef Melchior Neto ensina a fazer uma Árvore de Natal de camarão com molho de gorgonzola, receita fácil, rápida e criativa. Uma explosão de sabor que promete conquistar toda a família.

Ingredientes

1kg de camarão limpo

200g de farinha de trigo

200g de farinha de arroz

200g de coco ralado

1 coco fresco marrom

2 ovos

1 caixa de creme de leite

1 vidro de maionese

1 pedaço de queijo gorgonzola

Modo de preparo
Tempere todo o camarão com sal, pimenta do reino e limão. Em uma vasilha, misture a farinha de arroz e o coco ralado, separados da farinha de trigo. Inicie o processo de empanar: passe os camarões na farinha de trigo, em seguida nos ovos batidos e finalize empanando na mistura da farinha de arroz com coco ralado.

Aqueça o óleo em uma frigideira e frite os camarões. Reserve.

Prepare o molho: misture o queijo gorgonzola, com a maionese e o creme de leite até formar uma pasta homogênea. Para dar um charme, pegue o coco fresco marrom, abra no meio e coloque o molho dentro das cuias.

Após os camarões ficarem sequinhos e crocantes, pendure-os em uma pequena árvore de arame com pequenos pregadores coloridos. Sirva com as cuias de coco fresco com o molho dentro e aproveite o Natal em família.

 

Portugal: o azeite alentejano e o olivoturismo

Muitas pessoas sabem que o azeite de oliva português está entre os melhores do mundo. Mas vale destacar que o Alentejo, maior região de Portugal, é responsável por grande parte da produção. Na verdade, 90% do azeite português é produzido em território alentejano.

Justamente por isso, o azeite é um ingrediente essencial na culinária local, e todos os viajantes acabam provando-o nas refeições. Frutado e suave, complexo e harmonioso, o azeite alentejano tem todas as qualidades que o posicionam entre os melhores.

No entanto, muito além de provar as iguarias alentejanas preparadas com azeite ou ver as paisagens marcadas pelos olivais, o destino tem também diversas atrações e atividades relacionadas a esta deliciosa iguaria, que são englobadas pelo chamado olivoturismo.

É o caso das visitas às herdades, em que os viajantes são acompanhados por um guia por todas as fases de produção desde o plantio e a colheita até o lagar, onde a azeitona é espremida. Vale também participar de degustações da iguaria, em que é possível aprender as suaves diferenças entre os variados azeites.

Assim como a produção de vinhos, que têm a temporada das vindimas, os olivais têm a temporada da apanha das azeitonas, que começa no outono. Neste momento, em que o inverno se aproxima em Portugal, as últimas azeitonas estão sendo colhidas no Alentejo. Em algumas herdades, é possível acompanhar esta atividade!

Para quem quer conhecer ainda mais profundamente o azeite alentejano, há spas da região que o utilizam em tratamentos exclusivos, uma vez que é uma substância com alto teor de ômegas, vitamina A e E. Um bom exemplo é o spa do Convento do Espinheiro, em Évora, que utiliza o azeite em seus tratamentos de assinatura.

Outra atração imperdível é o Lagar Museu Melara Picado Nunes, que fica na Aldeia de Galegos, em Marvão. O espaço permite uma verdadeira viagem pelas raízes do saber alentejano, com uma visita guiada que conta a história de uma família produtora e do azeite de Marvão, com direito a visita a um olival, a um lagar antigo e a um lagar em funcionamento.

Sobre o Alentejo

Considerado o destino mais genuíno de Portugal, o Alentejo é a maior região do país. Privilegiando um lifestyle tranquilo em que a experiência de viver bem dá o tom, conta com belas praias intocadas e cidades repletas de atrações ímpares, como castelos e monumentos históricos. Detentor de cinco títulos da UNESCO e diversos outros prêmios e reconhecimentos internacionais no setor do turismo, o Alentejo oferece opções para todos os tipos de viajantes, sejam famílias, casais em lua de mel ou aventureiros. A promoção turística internacional do Alentejo é co-financiada pelo Alentejo 2020, Portugal 2020 e pelo Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER). Para mais informações, visite www.turismodoalentejo.com.br.

Covid-19: Festas de fim de ano e as recomendações médicas

Pneumologista deixa mensagem e orienta a população sobre as comemorações de Natal e Ano Novo.

As próximas duas semanas talvez sejam as mais esperadas pela maior parte da população mundial. Mas desta vez, com tudo diferente por conta da pandemia, as comemorações também precisam de restrições. Então, confira a mensagem e as orientações do Dr. Ricardo Beneti, médico pneumologista e professor da Faculdade de Medicina da Universidade do Oeste Paulista (Unoeste), que está na linha de frente da pandemia desde o seu início:

“O fim de ano se aproxima, tempo de estar junto à família e amigos… A renovação do calendário é uma genial maneira de nos fazer acreditar na mágica do raiar de um novo ano como uma solução para os problemas do cotidiano e a possibilidade de grandes projetos ou sonhos. O ano de 2020 tem sido difícil para todos! O surgimento de um vírus, de maneira inesperada, nos tomou de assalto vários planos e, infelizmente, muitos entes queridos. À parte do que fizemos de correto no enfrentamento deste vírus (e do muito que erramos), algumas verdades são inquestionáveis, dentre as quais a mais dolorosa: o vírus não se foi e a pandemia não acabou!

A alta taxa de ocupação de leitos hospitalares coloca, neste momento, todos nós em risco (isso mesmo, todos, independentemente de SUS ou Saúde Suplementar) com a possibilidade de desassistência em um momento de necessidade extrema. A realização das festividades de fim de ano não pode ser cega a esta situação. Isso não quer dizer que devemos nos trancar em casa ou aderir a um lockdown irracional. Pelo contrário, devemos usar a racionalidade a nosso favor, minimizando o risco àqueles que amamos e aos seus amados. Trata-se de um vírus com um alto índice de transmissão e não há receita 100% segura. Mas, considerando o conhecimento atual, podemos (e devemos):

– restringir as festividades aos conviventes do mesmo lar, sem receber pessoas de fora (trata-se de recomendação da Organização Mundial de Saúde; na Europa alguns países tornaram isso uma exigência).

mas, tudo bem, somos brasileiros, latinos, gostamos de nos misturar, arriscamos… Então: quanto menor o número de pessoas, de um menor número de núcleos familiares (lares) diferentes, menor o risco. Caso a opção seja receber convidados de outros lares ou locais – o ideal é selecionarmos aqueles que já convivem diariamente com a família.

– realizar o evento ao ar livre; quanto maior a circulação de ar, menor o risco. Separar os lugares (ou mesas) por famílias e manter um distanciamento entre as pessoas e as mesas (entre 1,5 e 2,0 metros). Restringir o número de pessoas e o tempo de duração do evento; quanto menor o tempo de contato no ambiente (especialmente se fechado), menor o risco.

disponibilizar álcool gel para todos os presentes e manter os alimentos cobertos. Idealmente, os talheres de uso comum devem ser higienizados a cada utilização por pessoa diferente.

– o correto é que as máscaras sejam retiradas apenas às refeições. Nestas festas, comemos e bebemos (obviamente sem máscaras) e isso aumenta muito o risco de contaminação (ainda; como agravante, ao consumir álcool tendemos a relaxar).

Reduza e evite o contato íntimo; beijos e abraços animados podem e devem esperar outra oportunidade.

– muita atenção aos chamados “grupos de risco”. As aglomerações com idosos e portadores de doenças crônicas (cardíacas, pulmonares, diabetes, dentre outras) devem ser evitadas sobremaneira. Caso estes estejam dentre os convidados, a máscara como proteção respiratória ganha ainda mais importância.

não há teste ou exames laboratoriais que sejam seguros para selecionar os convidados. Seja rígido e cobre honestidade: em caso de sintomas a pessoa (e sua família) não deve comparecer. O período de isolamento de uma síndrome respiratória (ou gripal) aguda é de até 10 dias (independentemente que tenha sido confirmado Covid-19 ou não), considerando ainda que a pessoa deve estar assintomática nos últimos dias do isolamento.

– mesmo que a pessoa já tenha sido contaminada com a Covid-19 é possível que haja reinfecção, principalmente após 3 a 6 meses do primeiro episódio. Não há garantia de imunidade (nem à pessoa nem aos convivas).

– o período de incubação do coronavírus é de 2 a 14 dias e sabemos que há transmissão de pessoas assintomáticas para outras pessoas. Seria necessário um isolamento “total” por 14 dias antes de uma reunião (ou evento) para garantir “zero risco”. Na prática é impossível.

Assim, utilizar alguns dos aprendizados que tivemos neste ano, visando uma real “virada de calendário”, livre de pandemia, é fundamental. Não há comemoração que valha o dissabor de uma doença na família ou ente querido. Para que tenhamos este e muitos outros finais de ano na companhia daqueles que amamos, não há receita diferente daquela que tem o recheio da consciência cidadã e uma cobertura abundante de responsabilidade”.

 

Podcast: Bolsas de estudo no Japão

Neste final de ano, o podcast Japão sem Escalas atende a um pedido especial de seus ouvintes e lança o episódio “Estude no Japão: conheça as bolsas para brasileiros”. O assunto tem sido o mais solicitado desde sua estreia, em junho deste ano. O programa estará disponível a partir da próxima segunda-feira, dia 21 de dezembro, nas principais plataformas de streaming.

Existem diversas bolsas de estudos no Japão voltadas para estudantes brasileiros. O governo japonês e entidades brasileiras e internacionais com presença no Brasil oferecem auxílios para intercambistas que desejam estudar no arquipélago. Durante o episódio, as apresentadoras Tatiana Aoki, CEO da Aoki Media, que já foi bolsista, e a jornalista Ana Paula Novaes, falam mais sobre os tipos de bolsas de estudos e como participar dos programas.

Além disso, o episódio conta com a participação de dois convidados que compartilham experiências e dicas para quem quer concorrer a uma dessas bolsas. Paulo Kenzo, que hoje é diretor na Associação de ex-Bolsistas Gaimusho Kenshusei, fala sobre as três vezes em que foi ao Japão com bolsas de estudos, sobre os processos de seleção e sobre como a vivência no exterior contribuiu para sua carreira profissional.

O segundo convidado é Masanari Mase, representante da Agência de Cooperação Internacional do Japão no Brasil (JICA), que detalhou sobre as oportunidades ofertadas para brasileiros e fez recomendações para quem almeja concorrer às bolsas da agência.

“Estudar um período em outro país é uma experiência muito rica e transformadora. Estudar no Japão é especialmente marcante por conta de todas as particularidades culturais do país. Trouxemos esse tema para o Podcast, pois sabemos o quanto as pessoas buscam informações sobre bolsas e querem ter essa vivência do outro lado do mundo”, diz Tatiana Aoki, CEO da Aoki Media.

Japao-shutterstock

A segunda temporada

“Estude no Japão: conheça as bolsas para brasileiros” é o quinto episódio da segunda temporada, estreada em novembro. A programação compreende nove episódios, é semanal e apresenta entrevistas, depoimentos e discussões aprofundadas e atuais sobre assuntos variados relacionados à cultura e sociedade japonesas. Entre os temas abordados estão o idioma, bolsas de estudos, hábitos, alimentação, organização no estilo Marie Kondo, doramas e direitos LGBTQIA+. Confira abaixo os temas de todos os episódios da segunda temporada.

23/11 – Ep. 1: Hábitos japoneses que ajudam na prevenção de doenças;
30/11 – Ep. 2: J-Dramas: o audiovisual japonês pelo mundo;
7/12 – Ep. 3: O olhar brasileiro sobre o Japão;
14/12 – Ep. 4: Dieta japonesa: os benefícios da alimentação saudável;
21/12 – Ep. 5: Estude no Japão: conheça as bolsas para brasileiros;
28/12 – Ep. 6: Japonês? Dicas para aprender o idioma;
4/1 – Ep. 7: Direitos LGBTQIA+ no Japão
11/1 – Ep. 8: Método Konmari: como a organização pode transformar a vida
18/1 – Ep. 9: Empoderamento feminino e o papel da mulher na sociedade japonesa

Sobre o Japão sem Escalas

O Japão sem Escalas é uma iniciativa Aoki Media e tem apoio do Consulado Geral do Japão de São Paulo. O podcast tem como objetivo ser uma conexão direta entre o Brasil e o Japão e apresenta conteúdo direcionado a quem têm interesse em conhecer mais sobre o país, o idioma e sua cultura em geral. O programa foi lançado em junho de 2020 e é apresentado por Tatiana Aoki, CEO da Aoki Media, e pela jornalista Ana Paula Novaes.

Sobre a Aoki Media

Aoki Media (www.aokimedia.com.br) é uma central de solução em mídias sociais. A agência tem como missão orientar e fornecer soluções inovadoras para empresas que pretendem realizar novas formas de marketing digital.

 

 

Trem Republicano foi inaugurado em São Paulo

Trem Republicano foi inaugurado no dia 19 de dezembro

No sábado (19), a Serra Verde Express, atual concessionária dos trens turísticos na ferrovia Paranaguá-Curitiba, inaugurou o Trem Republicano, atração que vai ligar os municípios paulistas de Itu e Salto. O projeto turístico, iniciado há 15 anos, começou a operar regularmente desde ontem, dia 20 de dezembro, como uma das grandes apostas para a retomada da economia regional. O trajeto cumpre uma rota de 7,6 quilômetros entre os dois municípios, fazendo alusão à Convenção de Itu – primeira convenção republicana do Brasil, datada de 1873.

Com número restrito de convidados, para atender aos protocolos de segurança diante da pandemia da Covid-19, a cerimônia de inauguração contou com a presença de autoridades como o Secretário Estadual de Turismo de São Paulo, Vinicius Lummertz; o Prefeito de Itu, Guilherme Gazzola; e o Prefeito de Salto, Geraldo Garcia. Os convidados participaram da viagem inaugural, embarcando na Estação Ferroviária de Itu, localizada na Praça Dr. Gaspar Ricardo, no Bairro Liberdade. O imóvel foi inteiramente restaurado para receber os passageiros e operar o serviço. A Estação Ferroviária de Salto, escolhida como destino final, também foi revitalizada e está pronta para receber os turistas.

Papai Noel deu as boas-vindas a bordo de um helicóptero

Antes da primeira viagem do Trem Republicano, o Papai Noel deu as boas-vindas a bordo de um helicóptero, presenteando as cidades de Itu e Salto com a nova atração. Também estiveram presentes com ele três personagens importantes da história do País, que dão nome aos vagões do trem: Dona Olímpia, Anselmo Duarte e Prudente de Morais. “No entorno de 60 quilômetros, temos uma população de cerca de 6 milhões de habitantes, o que nos faz acreditar não só no potencial turístico, mas também na valorização histórica e na pujança econômica da região”, afirma o diretor presidente da Serra Verde Express, Adonai Aires de Arruda.

Geraldo Garcia (Pref. de Salto), Vinicius Lummertz (Secretário Estadual de Turismo de São Paulo), Guilherme Gazzola (Pref. de Itu) e Adonai Aires de Arruda (Diretor presidente da Serra Verde Express)

O trem tem capacidade para transportar até 140 passageiros, mas irá operar com 50% da capacidade para atender aos protocolos de segurança diante da pandemia. Os vagões também contam com um processo de desinfecção diário por névoas, o que garante eficiência completa por até 72 horas.

Inauguração apresentou três personagens importantes da história do País, que dão nome aos vagões do trem: Dona Olímpia, Anselmo Duarte e Prudente de Morais

Vagões

Com um projeto arrojado, moderno e aconchegante, a concepção dos vagões é assinada pela arquiteta Lucille Amaral. O carro Anselmo Duarte é um vagão boutique, que homenageia um dos artistas mais importantes da história do país. Natural de Salto, Anselmo Duarte foi laureado com a Palma de Ouro no Festival de Cinema de Cannes pelo filme O Pagador de Promessas. Além de ser sofisticado, o vagão é pet friendly, com adaptações para que os animais de estimação possam aproveitar a atração turística junto de seus tutores.

Outro carro da composição homenageia Olímpia Fonseca de Almeida Prado, esposa de Carlos Vasconcelos de Almeida Prado, republicano envolvido nos movimentos da época. Ambos eram donos do sobrado onde se realizou a Convenção de Itu, em 18 de abril de 1879. O vagão tem acessibilidade, ideal para as pessoas com necessidades especiais desfrutarem do passeio.

Já o carro Prudente de Moraes é o vagão convencional, mais econômico, que homenageia o primeiro presidente eleito pelo voto direto depois da Proclamação da República. Prudente de Moraes foi advogado, governante do estado de São Paulo, senador e presidente da Assembléia Nacional Constituinte de 1891.

Passeios e valores

O Trem Republicano vai circular de segunda a sexta, com duas idas e duas voltas (Itu-Salto/Salto-Itu). Nas sexta-feiras e sábados haverá ainda uma viagem noturna, que vai privilegiar um jantar de características personalizadas similares ao Expresso Classique. O passeio conta com serviços de bordo e guias treinados para contar a história e as curiosidades do Trem Republicano, das cidades de Itu e Salto, da região, da Convenção Republicana e, finalmente, da Proclamação da República. Todos os comissários de bordo vão se apresentar aos passageiros com duas máscaras descartáveis, além de máscaras face shield e álcool em gel. Os processos de embarque e de distanciamento serão devidamente cumpridos.

Entre os dias 20 e 22 de dezembro, os passeios de ida e volta a bordo do trem serão parte de uma ação solidária. Os ingressos irão custar R$ 15 mais 1kg de alimento não perecível, que serão integralmente doados a duas importantes instituições da região: Lar Frederico Ozanam e o Lar Santo Inácio, que cuidam de crianças e idosos em situação de vulnerabilidade.

Nos demais dias, os valores do passeio serão de R$ 101 para o vagão boutique, R$ 87 para o turístico e R$ 77 para o convencional. Crianças e moradores de Salto e Itu têm 50% de desconto. Os ingressos podem ser adquiridos nas estações ferroviárias de ambas as cidades, no site www.tremrepublicano.com.br e nas agências de viagem parceiras.

Além de responder pelo novo serviço no interior de São Paulo, a Serra Verde opera o passeio ferroviário entre Curitiba e Morretes, que percorre a maior porção contínua de Mata Atlântica preservada no Brasil. Mais de três milhões de passageiros foram transportados durante os 22 anos de operação nessa rota, o que rendeu à empresa premiações nacionais e internacionais, além da nomeação pelo jornal The Guardian como um dos 10 passeios de trem mais espetaculares do mundo.

Sobre a Serra Verde Express

Em operação desde 1997, a Serra Verde Express é uma empresa referência em operações turísticas ferroviárias no Brasil. Com sede em Curitiba (PR), tem a concessão dos trens turísticos na ferrovia Paranaguá – Curitiba. Em 2008 lançou o primeiro trem de luxo nacional. Fotos: Juca Ferreira

 

 

 

Alergia a leite de vaca: impacto no dia a dia

56% das crianças demoram mais de três meses para ter o diagnóstico de APLV, aponta pesquisa.Estudo realizado pela Danone Nutricia em parceria com a editora Abril aponta o impacto da alergia à proteína do leite de vaca no dia a dia das famílias e nas escolas.

Pesquisa realizada pela Danone Nutricia, divisão de nutrição especializada da Danone, aponta que o tempo de diagnóstico da APLV – alergia à proteína do leite de vaca – é demorado e envolve diversas idas ao médico. 56% dos respondentes levaram mais de três meses para identificação da alergia e, para isso, 52% deles precisaram visitar pelo menos três médicos diferentes. O estudo, desenvolvido pela empresa em parceria com a Editora Abril, foi realizado por meio de entrevistas com 617 pais e responsáveis por crianças com APLV e 207 escolas públicas e privadas.

De acordo com Arthur Lorenzetti, Diretor da unidade de pediatria da Danone Nutricia, o estudo visa fornecer mais informações sobre o impacto da APLV na vida das crianças e das famílias, assim como traçar um diagnóstico em relação ao preparo das escolas e creches ao lidarem com as alergias, trazendo, também, informações para auxiliar na adaptação, conscientização e inclusão das crianças no ambiente escolar.

A dificuldade em obter um diagnóstico assertivo é ocasionada por alguns fatores – diversidade dos sintomas e a falta de conhecimento da doença são os principais. 85% dos pais ou responsáveis não sabiam exatamente do que se tratava ou, até mesmo, nunca tinham ouvido falar no tipo de alergia antes de receber o parecer médico. Entre os principais sintomas apresentados pelas crianças estão dermatite (71%), cólica (61%), problemas respiratórios (59%), refluxo (56%) e dificuldade de crescimento (33%), por exemplo.

A demora no diagnóstico e, consequentemente, no tratamento adequado à APLV, faz com que as alergias se tornem cada vez mais persistentes e prevalentes. Além disso, o estudo ainda levantou que 70% das crianças possuem outras dificuldades ou restrições alimentares somadas à APLV. Diante deste cenário, os impactos na vida das crianças se tornam cada vez mais expressivos, com dificuldades no dia a dia de toda a família e, também, nas relações sociais dos alérgicos. A desaceleração no ganho de peso (49%), isolamento/exclusão social (23%), raiva ou não aceitação relacionadas a dificuldade alimentar (22%) e traumas relacionados a alergia (21%) são algumas das situações enfrentadas pelas crianças com APLV, de acordo com a pesquisa.

Os pais ainda apontam que a falta de preparo das outras pessoas em lidar com a condição, assim como a dificuldade em encontrar produtos sem a proteína do leite de vaca e manter uma dieta saudável e equilibrada com a exclusão desses alimentos são outros fatores desafiadores. A falta de informações nos rótulos também foi bastante abordada – 87% deles avaliam que as informações são incompletas, o que aumenta a dificuldade em se adaptar às restrições e ao novo estilo de vida necessário.

Os desafios são ainda maiores quando as crianças atingem a idade escolar, principalmente por conta da insegurança e receio dos pais em deixarem seus filhos em um ambiente diferente, com pessoas que podem não ter amplo conhecimento da APLV, seus riscos e cuidados. 73% das escolas afirmaram que possuem estudantes com alergia alimentar, sendo que 28% deles possuem APLV. No entanto, a pesquisa aponta dificuldades na adaptação das crianças nas escolas, assim como nas atividades do dia a dia escolar. 40% dos pais apontam que a alergia impactou, de alguma forma, a ambientação delas, enquanto 37% relatam que a condição afeta bastante as interações sociais com amigos, como festas e participações em datas comemorativas.

Mesmo que cerca de 87% das instituições dizem ter opções de substituição para as refeições diárias dos alérgicos, a exclusão fica bastante evidente durante os eventos e comemorações, em que 80% deles apontam que não contam com alimentos ou opções específicas para quem tem alergias.

A falta de treinamento para identificar crises alérgicas e prestar socorro também foi um ponto de alerta levantado pelo estudo. Mesmo que a maior parte das escolas relataram que possuem pelo menos 1 criança com alergias, menos da metade (41%) contam com pessoas treinadas para identificar reações alérgicas. Além disso, apenas em 15% das escolas ou creches particulares possuem profissionais treinados para primeiros socorros disponíveis durante todo o período. Esse cenário é ainda pior em escolas públicas.

A presença de aulas ou projetos de nutrição/ alimentação equilibrada na grade curricular, que abordem a temática das alergias alimentares, também foi avaliada pelo estudo. 43% das escolas apontam que possuem iniciativas com o intuito de conscientizar as crianças de forma lúdica sobre o assunto. Porém, 27% relataram que não possuem a intenção de incluir.

Segundo Arthur, esses fatores dificultam o entendimento amplo das dietas restritivas e como, com o tratamento e alimentação adequados, as crianças alérgicas também podem levar uma vida normal. “Diante disso, a pesquisa aborda a importância da ampliação de discussões sobre o tema dentro das escolas, com o intuito de auxiliar na conscientização de todos e, assim, promover maior inclusão dos alérgicos nos ambientes sociais”, finaliza.

Você sabe qual é o corpo ideal para o verão? O SEU!

Imagem de @helenamorani

Por Patrícia Cândido*

Todos os dias, somos bombardeados na mídia e nas redes sociais com imagens idealizadas de corpos magros, sem estrias ou celulites. Isso nos leva a focar na forma do corpo e não em sua funcionalidade. Além disso, abre caminho para comparações e julgamentos sobre como lidamos com nossa autoimagem, tendo como base padrões inatingíveis – algo injusto e cruel. Hoje somos condicionados a escolher entre bonito ou feio, mas estes são conceitos relativos, que variam conforme a percepção de cada um.

Então, quando se trata do seu corpo, se possível, direcione seu foco para sua funcionalidade, e seja muito grato se tudo funcionar. Expresse amor e gratidão por todas as partes do seu corpo e deixe os padrões de lado. Aceite a sua aparência e, claro, se você quiser procurar meios para melhorá-la com exercícios físicos, tratamentos, dieta – tudo bem, vá em frente.

O importante é se sentir bem consigo mesmo e ser feliz! Mas sempre expresse gratidão pelas coisas incríveis que seu corpo produz todos os dias. Este é um dos maiores segredos da autoestima: desafiar-se, procurar melhorar, mas sem deixar de expressar amor, afeto, carinho e gratidão por quem você é e por tudo que já conquistou.

Se, mesmo depois de praticar o autoamor e a gratidão, você ainda acreditar que seu corpo não é perfeito, lembre-se: o melhor corpo é e sempre será o SEU, que está com você todos os dias e o sustenta. O corpo ideal para o verão, ou para qualquer estação do ano, é o seu!

A falta de aceitação pode gerar muito sofrimento, e nenhuma cirurgia plástica vai conseguir mudar a autoimagem que você projetou de si mesmo. Se você tem algo fixo na mente e se enxerga de uma forma distorcida, não é um bisturi que vai corrigir isso, mas a mudança dos seus pensamentos e paradigmas. Portanto, a autoestima não está apenas no corpo físico. Por isso, a partir de agora, se olhe no espelho e se ame. Recupere o poder que é seu por direito.

*Patrícia Cândido é CEO do Grupo Luz da Serra. Filósofa e pesquisadora na área da espiritualidade há quase 30 anos, a autora best-seller publicou 17 obras, entre elas Manifesto da Autoestima e Código da Alma

Melasma: veja como prevenir e tratar essas manchas escuras

O verão começa hoje, (21), e é nesta estação que quem tem melasma sofre ainda mais com a piora das manchas. Para orientar sobre como prevenir, controlar e tratar o melasma, a Dra. Simone Stringhini, médica dermatologista, Membro efetiva da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) desde 1994; membro efetiva da Academia Americana de Dermatologia (AAD) desde 2010; membro efetiva da IMCAS Academy (Aesthetics Surgery & Cosmetic Dermatology – European) desde 2018; referência em Diagnóstico e Tratamentos Dermatológicos Estéticos há 20 anos; e uma das primeiras a fazer a aplicação de peeling no País-, dá algumas dicas de cuidados essenciais.

Comum principalmente entre as mulheres, cerca de 90% dos casos, segundo artigo científico do The Journal of Dermatology, o melasma são manchas escuras que podem aparecer com maior frequência na testa, bochechas, buço e dorso do nariz. Segundo a dermatologista com mais de 30 anos de experiência, membro efetiva da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) desde 1994; e membro efetiva da Academia Americana de Dermatologia (AAD), Simone Stringhini, os três principais fatores desencadeadores do melasma são: sol, calor e hormônios. Por isso, o verão é a estação em que os sintomas se agravam.

Mulheres grávidas apresentam maiores chances de desenvolver o melasma em decorrência do fator hormonal, que causa o aumento na dilatação dos vasos sanguíneos, contribuindo para o aparecimento das manchas. Além disso, pessoas de pele morena e negra, além de asiáticos e latinos, também têm maior predisposição ao aparecimento do melasma.

Apesar de ser um problema crônico, o melasma pode ser bastante atenuado tomando alguns cuidados básicos, como explica a dermatologista Dra. Simone Stringhini, “é importante tentar manter a temperatura, principalmente do rosto, mais amena para evitar o melasma. Por isso, durante o verão eu indico usar água termal no rosto e levar na bolsa quando for sair. Pode deixar a água termal na geladeira e pegar antes de sair para conservar a baixa temperatura”, aconselha a doutora.

Dermatologista Dra. Simone Stringhini

Questões relacionadas ao emocional também podem desencadear o melasma. Segundo a doutora, a explicação para isso é que o sistema nervoso e a pele têm a mesma origem embrionária e, portanto, muitos problemas de pele sofrem influência do nosso estado emocional. “Com o estresse há o aumento do cortisol no organismo e ele atua diretamente na Tirosinase, que é a enzima que regula a produção da melanina. Portanto, esse estado de estresse irá piorar as manchas”, explica Simone, que comentou também o aumento nas queixas de melasma, observado durante a pandemia, ligado a fatores decorrentes do sistema nervoso.

Confira as principais recomendações para prevenir o surgimento do melasma:

– Uso diário e escolha cuidadosa do protetor solar

É essencial a utilização de filtro solar com FPS alto, acima de 50 e com cor, para quem tem melasma. “O ideal são aqueles protetores solares bem grossos para cobrir e aderir bem na pele, criando uma barreira mais reforçada de proteção e também recomendo o uso de filtro solar com cor, como uma espécie de base de maquiagem”, indica Simone.

A dermatologista também destaca a importância de reaplicar o protetor solar ao longo do dia. “Quem tem melasma não pode ficar com a pele exposta ao sol, principalmente na área do rosto, pois o sol é um dos principais fatores que desencadeiam o melasma. Por isso, o uso do protetor solar tem que ser um hábito diário”, afirma ela. Para isso, é indicado levar o produto na bolsa.

Uma informação curiosa e importante é que mesmo as luzes artificiais são um risco para o melasma. Qualquer forma de radiação pode estimular o aparecimento das manchas escuras. Então, mesmo no inverno e dentro de casa a recomendação de usar protetor solar se mantém.

– Uso de chapéu ou boné para ir à praia ou fazer atividades ao ar livre

A recomendação segue o motivo da dica anterior, por isso quem tem melasma tem que sempre utilizar chapéu ou boné quando for fazer atividades ao ar livre, principalmente durante o verão.

Outra dica que pode ajudar na prevenção é o uso de camisas de manga longa com proteção solar. Pois, mesmo que a incidência seja maior no rosto, qualquer parte do corpo que estiver exposta ao sol pode desencadear o melasma.

– Água termal pode ser um bom aliado contra o melasma

Manter a pele fresca, em temperaturas mais amenas, também ajuda a controlar o melasma. Por isso, a dica da doutora Simone é fazer o uso frequente da água termal e, segundo ela, “pode até colocar o produto na geladeira para deixá-lo mais gelado e levar na bolsa quando for sair”.

– Pílulas anticoncepcionais podem agravar o melasma

Os anticoncepcionais podem causar piora no melasma, isso porque eles acabam por dilatar os vasos sanguíneos, o que agrava o melasma.

“Quando a mulher toma a pílula anticoncepcional, ela ingere certa quantidade de hormônios e o corpo reage a eles de maneira similar ao período de gravidez, onde são produzidos muitos hormônios. Portanto, assim como na gravidez, o organismo acaba por aumentar os vasos sanguíneos e isso faz com que o melasma piore”, explica a dermatologista. Ela afirma que na gravidez a probabilidade de piora é maior pois a quantidade de hormônios no corpo é muito maior, mas que a pílula também pode despertar o melasma.

Tratamentos para o melasma

O dermatologista é quem irá diagnosticar o melasma e indicar o melhor tratamento, por isso é importante estar em dia com o check up no dermatologista para identificar precocemente possíveis doenças como o melasma.

São três os tipos de tratamentos possíveis para o melasma: uso de medicamentos tópicos no tratamento, como cremes clareadores; uso de medicamentos orais ou tratamentos dermatológicos avançados, realizados em consultório.

Geralmente, os dermatologistas começam a tratar o melasma com os cremes clareadores e, se necessário, fazem a associação com medicamentos orais. O protocolo mais comum é a chamada tríplice, que consiste em três ativos combinados: a Hidroquinona, associada a um ácido retinoico e um corticóide. Mas a doutora pontua que a Hidroquinona não é um tratamento a longo prazo pois, esse ativo não pode ser utilizado por mais de quatro meses consecutivos e também não é recomendado o uso no verão, portanto, nessa época do ano, os profissionais costumam substituir o clareador por outro mais suave. “No caso do uso da Hidroquinona é importante fazer a substituição por outro clareador pois, se for feita apenas a interrupção do tratamento com a hidroquinona, provavelmente ocorrerá o efeito rebote, voltando o melasma com mais intensidade”, explica a médica, que diz indicar ativos como o Belides, que é um clareador que atua em toda a cascata de formação da melanina.

Em casos de melasma mais persistente, tratamentos em consultório também podem ser utilizados, como: peeling, o microagulhamento (IPCA) e os lasers, que podem ser tanto focados nos vasos sanguíneos, como específicos para clareamento, atuando no controle do excesso de melanina que é uma das causas do melasma. Mas, a indicação irá depender do caso e conforme a avaliação do dermatologista