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Ferretti 670: Elegância sobre as águas

Reafirmando seu status como uma joia da engenharia náutica, a FY 670 é um refúgio elegante que convida a viver o mar em movimento, transformando a viagem em uma experiência de beleza e liberdade. Foto: Divulgação

A Ferretti Yachts 670 reafirma o compromisso da icônica marca italiana com a beleza em sua forma mais pura. Com mais de 50 unidades navegando pelo mundo, o modelo tornou-se um dos maiores sucessos da Ferretti Yachts, destacando-se como uma das embarcações mais prestigiadas do segmento. E não é difícil entender por quê: trata-se de um iate que amplia o espaço da elegância — das linhas exteriores ao equilíbrio entre luz, volumes e aproveitamento inteligente de cada ambiente.

Lançada no Brasil há dois anos pela OKEAN, licenciada exclusiva da Ferretti Yachts e único estaleiro autorizado a fabricar modelos da marca fora da Itália, a FY 670 apresenta design exterior assinado por Filippo Salvetti e interiores criados pelo estúdio IdeaeItalia. A dupla é responsável por imprimir aos projetos da Ferretti Yachts um estilo contemporâneo, acolhedor e sofisticado.

Com 20,24 metros de comprimento e 5,38 metros de boca, a embarcação combina desempenho e elegância em proporções perfeitas. Cada detalhe foi desenhado para proporcionar uma experiência fluida entre áreas internas e externas, equilibrando convivência, privacidade e conforto absoluto.

No cockpit de popa, totalmente integrado à ampla plataforma de banho, o ambiente de quase 20 m² convida ao relaxamento e ao contato direto com o mar. Já no convés de proa, o layout flexível reúne sofás, espreguiçadeiras e uma mesa dupla — solução inédita da FY 670 que otimiza a circulação e inspirou o design de modelos posteriores, como o Ferretti Yachts 1000. O flybridge, redesenhado com linhas mais leves e teto rígido, amplia a sensação de liberdade e bem-estar a bordo.

O interior revela materiais nobres, abundância de luminosidade e proporções harmônicas. O salão principal integra áreas sociais e de descanso de maneira fluida, enquanto a suíte master, com impressionantes 18 m², redefine o conceito de privacidade em alto-mar. No deck inferior, o proprietário pode escolher entre dois layouts: três suítes com um boat office voltado para o mar, ou quatro cabines e três banheiros. Em ambas as versões, o conforto é o protagonista.

A FY 670 é equipada com motores MAN V8 de 1.200 HP, garantindo alta performance e eficiência. Outro diferencial marcante são os dois estabilizadores — um destaque na categoria, na qual o sistema costuma ser opcional. O resultado é uma estabilidade excepcional, mesmo em mar agitado.

O modelo também marca um avanço significativo para o mercado brasileiro: é o primeiro iate da linha Ferretti Yachts abaixo de 100 pés a receber uma porta lateral ao lado do comando principal, recurso típico de embarcações de grande porte e um diferencial competitivo no país. Fotos: OKEAN/ Licenciado exclusivo Ferretti Yachts

Kombi celebrou 68 anos como símbolo automotivo

Foto: Alfonso Escalante Pexels

Há 68 atrás, a primeira Kombi brasileira saia da linha de produção na Fábrica da Anchieta da Volkswagen do Brasil, em São Bernardo do Campo. O ícone global da marca foi o primeiro modelo produzido no Brasil e seguiu sendo fabricada até 2013, depois até da Alemanha.

Aberta antes mesmo da inauguração da planta em 1959, a linha da Kombi nasceu com 50% dos componentes nacionais e revolucionou a indústria nacional. Em apenas quatro anos, a montagem passou a receber 95% dos componentes nacionais.

Ao longo da sua trajetória, a Kombi viveu o dia a dia dos brasileiros e criou histórias inesquecíveis. Foram diversas versões especiais, a transição dos motores refrigerados a ar para os motores 1.4l à água, até o fim da produção com a Kombi Last Edition, lançada em 2013 e limitada a 1.200 unidades.

Brasil é referência quando se fala de Kombi

Aqui no País, além da Kombi ter sido o primeiro automóvel montado na fábrica da Volkswagen a primeira fábrica da montadora fora da Alemanha, foi por aqui que ela teve sua vida mais longa em produção.

Na Alemanha, a Kombi foi produzida de 1950 até 1979, completando 29 anos. No México, o penúltimo País a manter a fabricação do modelo, seguiu até 1995.

Em São Bernardo do Campo, de 1957 até 2013 a Kombi foi entregue de forma ininterrupta, totalizando 56 anos de produção. As três unidades que marcam o fim da fabricação por aqui estão na Garagem VW: Kombi Last Edition número 0056 de 1200, com meros 67 km no odômetro, e as últimas Kombi Standard e Furgão produzidas no mundo, ambas na cor branca e com apenas 55 e 43 km rodados, respectivamente.

E a Kombi segue viva: 10 anos após o fim da produção da T2, a Volkswagen, em sua comemoração de 70 anos no Brasil, apresentou o ID. Buzz, a Kombi Elétrica e uma releitura do ícone da marca, agora pronta para o futuro da mobilidade e 100% elétrica.

365 dias do @garagem.volkswagen

Em 2024, exatamente no Dia Nacional da Kombi, a Garagem VW inaugurou seu perfil no Instagram dedicado aos modelos clássicos da marca. Em pouco tempo, a rede se transformou no espaço para reunir todos os públicos amantes da marca e donos das joias clássicas produzidas no Brasil.

Clubes de Fusca, Kombi, Passat, SP2, Golf, Brasília e tantos outros modelos puderam visitar a Garagem VW e marcaram presença nas postagens do perfil. Todos os meses, os principais eventos de clássicos, visitas especiais e datas marcantes da Volkswagen são celebradas, além de relembrar as unidades históricas que estão expostas na nossa garagem dentro da fábrica da Anchieta em São Bernardo do Campo, SP.

Siga a Garagem VW no Instagram e acompanhe muitos outros aniversários da nossa Velha Senhora: Link

Vida longa à Kombi! Fotos: Divulgação/Volkswagen do Brasil

Aprenda a fazer torta de caramelo e chocolate

Tortinha de Caramelo e Chocolate Divulgação: Fortaleza

Buscando por uma sobremesa fácil de fazer e que pode adoçar os seus dias? A Torta de Caramelo e Chocolate em porções individuais promete encantar a todos os gostos e ser muito curinga para o seu dia a dia.

Confira abaixo o modo de preparo:

Ingredientes:

Para a base:

  • 2 pacotes de biscoitos Chocolate
  • 4 colheres de sopa rasa de manteiga
  • Para o caramelo:
  • 200g de açúcar
  • 50ml de água
  • 75ml de creme de leite
  • 50g de manteiga
Tortinha de Caramelo e Chocolate Divulgação: Fortaleza

Para a cobertura:

  • 300g de chocolate meio-amargo
  • Raspas de chocolate para decorar (opcional)

Modo de Preparo:

Base:

Primeiro triture o biscoito até obter uma farofa fina. Derreta a manteiga em fogo baixo e misture-a bem à farofa de biscoitos. Com essa farofa úmida, forre 6 forminhas individuais de fundo falso, pressionando bem o fundo e as laterais das fôrmas. Leve-as para assar em forno preaquecido a 200ºC por mais ou menos 10 minutos. Reserve-as.

Caramelo:

Em uma panelinha, junte o açúcar e a água, de modo que todo o açúcar fique molhado. Leve os ingredientes ao fogo baixo até obter uma calda dourada escura. Ocasionalmente, gire um pouco a panela, segurando-a pelo cabo. Não mexa essa calda com colher/espátula, pois o açúcar tende a empedrar.

Burnout cresce e já afeta milhões de brasileiros

Uma pesquisa realizada pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP), este ano, aponta que uma em cada cinco pessoas que trabalham no mundo corporativo sofre com a Síndrome de Burnout hoje no Brasil. Já em janeiro deste ano, a Síndrome de Burnout passou a ser classificada como uma doença ocupacional, fazendo parte da Classificação Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde (CID), pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

“Antes, a síndrome de burnout era vista como uma doença emocional causada principalmente pela incapacidade do indivíduo em lidar com a pressão por resultados e responsabilidades associadas ao cargo, o que gerava um nível de estresse constante, levando ao esgotamento físico, mental e psíquico. Essa nova classificação atribui às empresas a responsabilidade de causa, pelo contexto ao qual o colaborador está inserido.

Antes, a síndrome de burnout era vista como uma doença emocional causada principalmente pela incapacidade do indivíduo em lidar com a pressão. Foto: Pixabay

Ou seja, deixa de ser sobre “fraqueza, falta de resiliência ou incapacidade de lidar com pressão, e passa a ser sobre a influência da qualidade do ambiente de trabalho a qual eu pertenço”. A causa não está mais na pessoa, mas sim no empregador”, diz Patricia Ansarah, fundadora do Instituto Internacional em Segurança Psicológica (IISP), master trainer e especialista em Segurança Psicológica em Times.

Patricia explica também que ambientes em que há pouco espaço para se falar dos limites, dificuldades e de pedir ajuda causam um estresse constante e são mais propícios a terem colaboradores que sofrem com a Síndrome de Burnout.

“A síndrome de burnout é resultado de uma série de sintomas por conta de um ambiente opressor, que desperta medo. Esse medo consome energia psíquica e inibe a capacidade de aprendizado, de análise, de criatividade e por isso o impacto direto na performance do indivíduo. No entanto, esses sintomas vão surgindo de forma silenciosa, eles não acontecem de uma hora pra outra. Para tornar o ambiente de trabalho mais saudável e menos estressante, trabalhar na prevenção é fundamental. É preciso começar a falar sobre o assunto, alfabetizar os empresários e os funcionários emocionalmente para que seja prática do dia a dia falarem sobre o impacto das emoções nas relações e nos resultados”, finaliza Patrícia.

A síndrome de burnout é resultado de uma série de sintomas por conta de um ambiente opressor, que desperta medo. Foto: Freepik

Dicas de como amenizar o problema

  • Os líderes devem criar práticas de gestão que estimulem a contribuição de todos de sua equipe de forma igualitária, partindo do pressuposto de que todos têm algo a contribuir.
  • A liderança deve estar preparada para fazer mais perguntas e dar menos respostas. Essa também é uma forma de incluir a diversidade de pensamentos e criar diálogos e discussões produtivas para o negócio.
  • Ambientes psicologicamente seguros, favorecem a saúde mental, logo diminui-se o nível de estresse e aumenta a qualidade de vida no trabalho.

E-sports crescem e conquistam o mundo

Foto: Matheus Bertelli

*Por João Antonio de Albuquerque e Souza

Os e-sports deixaram de ser uma tendência de nicho para se tornar uma indústria global consolidada. Jogos como Fortnite, Counter-Strike, Grand Theft Auto V, FIFA, League of Legends e Minecraft já não são apenas produtos de entretenimento, e sim plataformas competitivas e de consumo de conteúdo, que atraem milhões de jogadores e espectadores diariamente. No Brasil, segundo dados da Newzoo, existem mais de 100 milhões de jogadores, dos quais 55% assistem conteúdos de jogo, 27% acompanham competições de e-sports e 12% se consideram entusiastas, evidenciando o tamanho e o engajamento desse público.

O crescimento desse mercado impacta diretamente a forma como desenvolvedoras projetam seus jogos. Hoje, é necessário pensar não apenas na jogabilidade, mas também na experiência do espectador. Competir de forma atrativa para o público se tornou tão importante quanto criar um produto divertido para jogar. Essa mudança reflete a profissionalização do setor, que passou a investir em transmissões, comentários especializados, eventos presenciais e premiações que aproximam fãs e atletas virtuais.

Competir de forma atrativa para o público se tornou tão importante quanto criar um produto divertido para jogar. Foto: Pixabay

A dimensão e o engajamento dos e-sports têm levado até o Comitê Olímpico Internacional (COI) a considerar formas de inserir modalidades de jogos eletrônicos nos Jogos Olímpicos ou mesmo criar um evento olímpico próprio para e-sports. Essa discussão ganha relevância diante do envelhecimento do público de esportes tradicionais e da necessidade de atrair novas gerações, que já estão imersas em realidades digitais, jogando, assistindo competições e seguindo influenciadores especializados nas redes sociais.

O interesse em e-sports não é apenas cultural, mas também econômico, em que a audiência crescente gera oportunidades de patrocínios, publicidade e monetização direta em transmissões. Além disso, o setor movimenta apostas esportivas significativas, criando a necessidade de regulamentação e monitoramento, similar ao que ocorre em modalidades tradicionais. A profissionalização dessas práticas é fundamental para garantir transparência e justiça nas competições.

No entanto, um dos desafios mais urgentes é a questão da integridade esportiva, já que atualmente, os testes de doping em e-sports são quase inexistentes, enquanto o uso de estimulantes e substâncias que aumentam desempenho cresce entre competidores. A supervisão adequada e a aplicação de regras rigorosas, possivelmente sob a tutela do COI ou de entidades especializadas, são passos essenciais para proteger atletas, investidores e espectadores.

A profissionalização e o reconhecimento oficial dos e-sports também podem gerar impactos sociais positivos. Foto: Yan Krukau:

Além disso, a regulamentação pode contribuir para mitigar fraudes e manipulação de resultados em apostas esportivas, um ponto crucial em um mercado de e-sports que já movimenta cifras expressivas. A ausência de fiscalização e padronização gera riscos significativos tanto para o setor quanto para a confiança do público, tornando essencial garantir integridade e credibilidade para consolidar a indústria em nível global.

A profissionalização e o reconhecimento oficial dos e-sports também podem gerar impactos sociais positivos, criando carreiras estruturadas, oferecendo oportunidades de educação e desenvolvimento de habilidades digitais, e estimulando práticas éticas de competição. Dessa forma, o setor passa a oferecer alternativas concretas de crescimento profissional para jovens em um ambiente cada vez mais digitalizado.

Portanto, os e-sports representam uma mudança de paradigma no consumo de esportes e entretenimento, e a combinação de audiência engajada, potencial econômico e oportunidades de inovação exige atenção das instituições esportivas, empresas e investidores. Com regulamentação adequada e acompanhamento estratégico, esses esportes digitais têm potencial para se tornar parte integrante da cultura esportiva mundial, criando novas formas de competir, assistir e investir.

João Antonio de Albuquerque e Souza é atleta olímpico, graduado em Direito pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e mestre em Direito e Justiça Social pela UFRGS.

BMW estende sua parceria com o tenista Carlos Alcaraz

O tênis é um pilar fundamental da marca BMW compromisso esportivo internacional. A BMW apoia o tênis há quase 40 anos e continuará sendo um parceiro forte no futuro. Isso é destacado por sua colaboração bem-sucedida com o número 1 do mundo, O tenista espanhol Carlos Alcaraz, que agora foi prorrogado a longo prazo.

“O tênis tem papel fundamental no nosso portfólio de patrocínios”, diz Uwe Dreher, vice-presidente de marketing da BMW Europa. “Estamos muito satisfeitos em continuar nossa jornada com Carlos Alcaraz. Sua paixão pelo esporte e sua busca pela excelência é consistente com os valores de nossa marca. Juntos, criaremos momentos inesquecíveis que celebram o esporte de tênis e fortalecer o vínculo com nossos clientes.”

No início de setembro, Carlos Alcaraz venceu o US Open, no processo recuperando seu ranking mundial nº 1, que ele reivindicou pela primeira vez em 2022 como o jogador mais jovem da história. O seis vezes campeão do Grand Slam, em 22 anos já uma das personalidades definidoras do ATP Tour, diz: “Estou muito satisfeito por continuar a fazer parte da família BMW, cuja honestidade, excelência, inovação e alegria – sempre ressoou profundamente com o meu. Sou grato à BMW pelo apoio que recebi antes mesmo da minha primeira vitória no Grand Slam e espero que possamos desfrute de muitos outros sucessos juntos.”

O envolvimento da BMW no tênis remonta a 1987, quando a empresa fez parceria pela primeira vez com o BMW Open em sua cidade natal, Munique (GER). Este ano, o 38º ano desta colaboração, o torneio histórico teve sua estreia como um evento ATP 500. BMW também é parceira do ATP Masters 1000 torneios em Indian Wells (EUA) e Roma (ITA), bem como o Evento indoor ATP 500 em Viena (AUT).

Temporada social: casamentos e festas de fim de ano com glamour e assinatura

Por Jefferson de Almeida

Dezembro tem um ritmo próprio. A agenda aperta, as noites ficam mais cheias, os convites se multiplicam e o calendário social vira quase um segundo trabalho — só que com melhor trilha sonora, looks impecáveis e encontros que fecham o ano em grande estilo. É a temporada em que confraternizações, festas e casamentos ganham força, e o Brasil mostra que sabe celebrar com sofisticação.

O mais interessante é perceber como a estética das festas mudou. A ordem agora é: menos exagero gratuito, mais assinatura. O evento elegante não é o que grita — é o que tem coerência. Cenografia, luz, música, bar, gastronomia e conforto funcionando como um conjunto bem dirigido.

Dress code voltou a ser protagonista

O convite voltou a orientar. E isso é ótimo. Dress code claro (black tie, tropical chic, all white, cocktail, brilho controlado) facilita a vida do convidado e eleva o tom da festa. Mais do que uma regra, é um pacto de beleza coletiva: todo mundo entra no clima e a celebração ganha unidade.

E sim: o glamour está de volta — mas com maturidade. O brilho aparece, porém com elegância. A sensualidade existe, mas sem excesso. O chic do momento é o equilíbrio.

Dress code claro (black tie, tropical chic, all white, cocktail, brilho controlado) facilita a vida do convidado e eleva o tom da festa. Foto: Pixabay

Decoração: impacto inteligente e cenários memoráveis

A decoração deixou de ser só “bonita”. Ela precisa ser cenário. Entradas marcantes, lounges acolhedores, mesa posta com personalidade, velas, arranjos mais orgânicos, volumes bem distribuídos e aquele ponto estratégico para fotos que vira o “lugar oficial” da noite.

Teto decorado, flores em composição escultural, luz quente e texturas ganharam mais relevância do que a ostentação pura. A festa moderna não precisa de exagero — precisa de atmosfera.

Teto decorado, flores em composição escultural, luz quente e texturas ganharam mais relevância do que a ostentação pura. Foto: Freepik

Gastronomia e bar: a festa também passa pelo paladar

Nada derruba mais o clima do que fila, demora ou menu confuso. Por isso, cresce a preferência por estações bem pensadas, serviço fluido e opções que encantam sem complicar:

• entradas circulando com frequência;
• pratos principais com execução impecável;
• sobremesas que viram “momento”;
• café e after bem resolvidos.

O bar também mudou: coquetelaria autoral, carta curta e certeira, clássicos bem feitos e uma bebida “assinatura” da noite. E quando tudo funciona, o convidado percebe — mesmo sem saber explicar por quê.

O bar também mudou: coquetelaria autoral, carta curta e certeira, clássicos bem feitos e uma bebida “assinatura” da noite. Foto: Pixabay

Música: o timing é rei

A pista não nasce sozinha. Ela é construída. Banda e DJ em sequência planejada, repertório que conversa com o perfil dos convidados, e aquele pico de energia pensado para o horário certo. Festas elegantes têm narrativa: começam acolhedoras, crescem com charme e terminam no alto.

A pista não nasce sozinha. Ela é construída. Banda e DJ em sequência planejada, repertório que conversa com o perfil dos convidados. Foto: Pixabay

O Brasil chic como cenário de celebração

Dezembro reforça uma tendência que já está consolidada: o Brasil como destino de festa de alto padrão. Serra, litoral, fazendas, hotéis com vocação para eventos e espaços clássicos entram no radar porque entregam beleza, logística e personalidade.

E há um detalhe importante: quem faz festa fora do eixo tradicional muitas vezes ganha um diferencial — o convidado vive um deslocamento, sai da rotina, e a celebração fica com outro sabor.

Dezembro reforça uma tendência que já está consolidada: o Brasil como destino de festa de alto padrão. Foto: Gabriel Monteiro / Riotur

A etiqueta atual da boa convivência

Na era das redes sociais, elegância também é comportamento:

• respeitar horários e orientações do convite;
• não transformar a festa alheia em palco pessoal;
• entender limites de filmagens e exposição;
• agradecer com classe (uma mensagem curta, bem escrita, faz diferença).

Boas festas são aquelas em que todo mundo se sente bem — e isso não se compra, se constrói.

Dezembro, no fim das contas, é isso: um encerramento com brilho, encontros e emoção. Casamentos e festas crescem porque o ano pede celebração — e porque, mesmo com o mundo acelerado, ainda existe algo insubstituível: estar junto, bem vestido, bem servido e com o coração leve, brindando o que passou e o que vem aí.

… Bom dia! “Se um olhar vale mais que mil palavras, um sorriso vale mais que mil parágrafos”.

… Abraço aos aniversariantes de hoje: Renata Frederico, Matheus Maluf, Giuseppe Brambilla, Valéria de Eugenio, Marcilio Aleoni Marson, Rose Broetto, Ivo Fernandes da Silva, Jorge Medeiros e Oscar Mendes. Happy birthday!

… A Ferrari 12Cilindri desembarcou no Brasil via Via Itália com preço na casa de R$ 7,9 milhões (antes de personalizações). O charme aqui é também simbólico: a imprensa tratou o modelo como um dos últimos grandes V12 “puros” — peça de coleção com cara de encerramento de era.

Ferrari 12Cilindri
Ferrari 12Cilindri Foto: Ricardo Moriah / Guia do Carro

… A Porsche iniciou no Brasil as entregas do novo 911 GT3 (992.2), celebrando os 25 anos do GT3 com motor 4.0 boxer de 510 cv e duas propostas: a versão “clássica” e a GT3 Touring, mais discreta. O preço informado na imprensa especializada parte de R$ 1,62 milhão — carro de nicho, mas com aura de ícone.

Porsche 911 GT3 2026. Foto: Porsche/Divulgação
Porsche 911 GT3 2026 Foto: Porsche/Divulgação

… A Lamborghini colocou no radar nacional o Temerario, com preço divulgado na casa de R$ 5,8 milhões e distribuição enxuta (perfil “para poucos”). É aquele lançamento que funciona como vitrine da marca: performance absurda, design que chama atenção e posicionamento de exclusividade.

… A Dior Beauty reuniu convidados em São Paulo em um encontro de fim de ano com Lívia Nunes, com nomes do circuito de moda/beleza e clima de celebração (incluindo apresentação do Ballet Paraisópolis, segundo a cobertura). É aquele tipo de evento que mistura marca forte, lista quente e narrativa social. Créditos: Junior Scoz

Chiloé: seu próximo destino de Paz

Tierra Chiloé tem restaurante conceituado e guias que organizam passeios pelo destino chileno. Foto: Divulgação

Situado em uma área remota do arquipélago de Chiloé, no Chile, o hotel Tierra Chiloé propõe que as famílias desfrutem do próximo Carnaval longe da agitação e em absoluta conexão com a natureza. Com enormes janelas panorâmicas tanto nas 24 acomodações de luxo como nas áreas comuns, o empreendimento conta com um desconto especial (limitado conforme a disponibilidade) para o período: 30% off em reservas a partir de três noites.

Um dos grandes diferenciais é que o hotel conta com guias especializados que organizam excursões pela região de acordo com as preferências e limitações de cada hóspede. Há opções de um dia e meio dia, que contemplam tanto o público mais aventureiro como as pessoas que preferem explorar a cultura local ou apostar em atividades contemplativas.

Com enormes janelas panorâmicas tanto nas 24 acomodações de luxo como nas áreas comuns, o empreendimento conta com um desconto especial. Foto: Divulgação

Entre os passeios favoritos das famílias destacam-se as trilhas, os percursos de bicicleta e as expedições de barco realizadas a bordo da sofisticada embarcação do hotel, que percorrem caminhos entre os fiordes e levam os viajantes a algumas das ilhas mais incríveis do arquipélago. Durante as navegações, é possível avistar diversas espécies de aves, bem como golfinhos e leões marinhos. Em trechos específicos, também dá para remar em caiaques e passear em botes motorizados.

Outra atividade que faz sucesso entre hóspedes de todas as idades é a cavalgada. A experiência começa nos estábulos do Tierra Chiloé e percorre trilhas antigas que exploram a história das aldeias insulares. O passeio é conduzido por cavaleiros experientes, que compartilham informações a respeito da fauna, da flora e dos costumes da região.

Quem vai ao destino chileno também se encanta com a gastronomia. Foto: Divulgação

Quem vai ao destino chileno também se encanta com a gastronomia. No restaurante do hotel é possível provar receitas preparadas com produtos de pescadores locais e experimentar algumas das centenas de espécies de batatas cultivadas no arquipélago. O maior sucesso de todos, contudo, é o curanto, prato mais emblemático do destino. Trata-se de uma receita que leva mariscos, carnes, legumes, batatas, linguiças, milcaos e chapaleles. Todos os ingredientes são assados por quatro horas na terra, em um buraco cheio de pedras quentes.

Até que ponto é normal a cólica menstrual

Especialista do CEJAM explica como hábitos saudáveis podem auxiliar na redução das dores de cólicas menstrual, e orienta sobre quando é necessário procurar ajuda médica. Foto: Andrea Piacquadio

A cólica menstrual é uma realidade para milhões de mulheres e pode impactar diretamente a qualidade de vida, a produtividade e o bem-estar delas. De acordo com a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO), cerca de 50% das mulheres em idade reprodutiva sentem cólicas durante o período menstrual.

A dor tem origem na liberação de prostaglandinas, substâncias responsáveis por estimular as contrações uterinas para a eliminação do endométrio, camada interna do útero que se renova a cada ciclo. Quanto maior a liberação dessas substâncias, mais intensas são as contrações e, consequentemente, a dor sentida.

Cerca de 50% das mulheres em idade reprodutiva sentem cólicas durante o período menstrual. Imagem de diana.grytsku no Freepik

Além disso, dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) revelam que cerca de 10% das mulheres em idade fértil sofrem com a endometriose, doença inflamatória crônica que pode demorar anos para ser diagnosticada, justamente por a dor ser frequentemente naturalizada.

Segundo o Dr. Sérgio Rocha, ginecologista da Santa Casa de São Roque, unidade administrada pelo Centro de Estudos e Pesquisas “Dr. João Amorim” – CEJAM em parceria com a prefeitura da cidade, é fundamental diferenciar a cólica considerada normal daquela que pode sinalizar problemas como endometriose, miomas uterinos ou doença inflamatória pélvica.

“O tratamento das cólicas varia conforme o grau de dor e a causa. Cólica leve pode ser tratada com medicação em casa; moderada, com suporte hospitalar; e nos casos graves, pode haver necessidade de intervenção cirúrgica. A dor é considerada normal quando não compromete a rotina da mulher. Já as cólicas incapacitantes merecem atenção especial”, afirma o médico.

O tratamento das cólicas varia conforme o grau de dor e a causa. Foto: Saranya7 por Pixabay

Além do uso de medicamentos, práticas como atividade física regular, alimentação equilibrada e compressas de água quente podem ajudar a reduzir os sintomas. Em alguns casos, o uso de anticoncepcionais hormonais também pode ser recomendado como forma de controle.

“A medicina alternativa, como acupuntura, fisioterapia e pilates, pode ajudar a combater dores mais leves (as cólicas simples). Já nas cólicas de forte intensidade, o efeito costuma ser mais limitado”, complementa.

Dr. Sergio lembra que visitas regulares ao ginecologista são fundamentais para o esclarecimento de dúvidas e detecção precoce de problemas de saúde.

O profissional também destaca que manter uma rotina equilibrada fortalece o sistema imunológico e contribui para a regulação dos níveis hormonais, especialmente em pacientes que adotam hábitos saudáveis, como uma boa alimentação e noites de sono adequadas. Ele ressalta ainda que esse estilo de vida não apenas alivia as cólicas, mas ajuda na prevenção e no controle de diversas outras doenças e sintomas.

“O estresse e a ansiedade podem amplificar a percepção da dor e desregular o ciclo menstrual. O sistema nervoso central é o comando do nosso corpo. Se a paciente está tranquila, em um ambiente emocionalmente equilibrado, a cólica tende a ser de menor intensidade. Portanto, uma mulher que está bem psicologicamente pode ter suas dores menstruais amenizadas”, afirma o especialista.