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Demi Lovato será a grande anfitriã do Choice Award 2020

Vencedora de cinco People’s Choice Awards e estrela pop adorada ao redor do mundo, Demi Lovato, será a grande anfitriã da noite em que os fãs são os únicos jurados da premiação mais importante da cultura pop, e que vai homenagear as estrelas favoritas do público em 44 categorias de filmes, TV, música e cultura pop

A estrela pop Demi Lovato ficará encarregada de dirigir a cerimônia de premiação como a grande apresentadora do E! People’s Choice Awards 2020, que será transmitido AO VIVO de Barker Hanger, em Santa Monica, Califórnia, no próximo domingo, 15 de novembro, só no E! Entertainment.

“Demi Lovato é um ícone internacional e mal podemos esperar por ela para ser a anfitriã da edição 2020 do E! People’s Choice Awards “, disse Jean Neal, Gerente Geral do E! News, Eventos Ao Vivo e Estilo de vida digital. “Sua presença autêntica e talentos dinâmicos tornarão a noite verdadeiramente inesquecível”.

Lovato teve um ano muito interessante. Ela começou 2020 com a estréia de sua poderosa música “Anyone” no Grammy Awards e, em seguida, rapidamente seguiu com uma apresentação do National Anthem no Super Bowl LIV em Miami. Em março, Lovato lançou seu single autorreflexivo “I Love Me”, seguido por uma colaboração com Sam Smith para “I’m Ready”.

A superestrela internacional continuou a usar sua voz para defender causas próximas a ela. Mais recentemente, ela fez parceria com o DJ Marshmello para o lançamento da inspiradora canção “Ok Not To Be Ok”, agendada para o Dia Mundial da Prevenção do Suicídio. Recentemente, ela subiu ao palco no Billboard Music Awards para estrear sua música política, “Commander In Chief”.

Além de ganhar cinco People’s Choice Awards, a artista multi-platina também recebeu um MTV Video Music Award, um ALMA Award, um Latin American Music Award, um GLAAD Vanguard Award por ativismo LGBTQ e, mais recentemente, uma indicação ao VMA por “I Love Me”, na categoria Video for Good.

29 de outubro Dia mundial da Psoríase: Você sabe o que é essa doença?

Estudos mostram que a jornada do paciente até medicamentos biológicos pode ser longa, mas que a opção é a que mais proporciona qualidade de vida

Deixar a doença no passado: Esse é o desejo do paciente com psoríase. Quem sofre com a doença, no entanto, pode levar em média mais de um ano e meio para encontrar um tratamento efetivo que resolva as lesões da pele. É comum que os pacientes passem por diversas opções de tratamentos que pouco diminuem as lesões e nem devolvem bem-estar e qualidade de vida, até chegarem aos biológicos (produzidos a partir de organismos vivos). Para alguns casos, estes tratamentos são a única opção de controle da doença, principalmente se o paciente estiver na faixa dos 20% dos casos que não responderam ao tratamento convencional.

Estudo

É o que confirma o estudo feito entre os Departamentos de Dermatologia do Los Angeles Medical Center e a Wake Forest University School of Medicina da Carolina do Norte, entre outros parceiros. Dos mais de 6.700 pacientes avaliados, 741 foram prescritos com biológicos para o tratamento da doença em algum momento do período de acompanhamento. A diferença está no tempo percorrido até o início do tratamento com biológico que realmente se mostrou efetivo para o controle da doença: 488 dias para 42,7% dos pacientes que passaram antes pelo medicamento oral (como metotrexato e azatioprina) após falha do tratamento tópico em comparação com 206 dias para 57,3% dos pacientes que, ao perceberem que o tratamento tópico não era efetivo, migraram diretamente para o biológico. Para estes, foi menos da metade do tempo.

“Os resultados mostram que pessoas com psoríase podem levar muito tempo até encontrarem um tratamento efetivo para o grau da doença que possuem. Nessa jornada, o paciente não vê melhora nas lesões e precisa mudar de tratamento toda hora até achar um eficaz para o quadro”, aponta a dermatologista Juliana Nakano, do Ambulatório de Psoríase da Santa Casa de São Paulo.

Outro Estudo

Outro estudo, realizado na Suíça com 334 pacientes com psoríase, comparou por 12 meses o burden – sensação de fardo físico e/ou emocional e o impacto causado pela doença e tratamento – entre os pacientes que seguiram tratamentos sistêmicos e biológicos. O critério avaliado foi o índice DQLI, que mede o impacto de uma doença de pele na qualidade de vida do paciente. Do total, 145 pacientes que haviam feito tratamento com biológicos ao invés dos orais registraram as menores taxas no índice – o que significou menor impacto da doença na qualidade de vida .

Incômodos físicos e psicológicos

“A psoríase, principalmente quando atinge graus moderado ou grave, causa incômodos físicos e psicológicos consideráveis na vida dos pacientes. Em alguns casos, os biológicos são os que melhor proporcionam uma retomada da qualidade de vida porque são os mais efetivos em combater a doença”, explica a Dra. Juliana. “Por isso é tão importante que as pessoas que precisam tenham acesso a essa classe de medicamentos”, reforça.

Medicação

No Brasil há, atualmente, medicamentos biológicos disponíveis no SUS para o tratamento de casos moderados a grave da doença, após falha de tratamentos anteriores. Mas na saúde suplementar não há cobertura nem possibilidade de acesso a qualquer terapia biológica para psoríase. Cerca de 3 milhões de pessoas no Brasil têm a doença que, quando não controlada, causa impactos negativos e comorbidades: quase 70% dessas pessoas são acometidas por condições psicológicas, como ansiedade (39,7%) e depressão (27,1%), segundo o estudo APPISOT, publicado no Journal of Dermatological Treatment .

“Tratamentos mais modernos para a doença são um divisor de águas para a vida de tantos pacientes que desejam deixar a doença no passado e eliminar as marcas que vão além da pele, como sintomas de depressão e vergonha de si mesmo” concluí a Dra. Juliana.

Covid-19: os cinco tipos de vacina em testes no Brasil e o que falta para ficarem prontas

A busca por uma vacina contra o novo coronavírus passou a fazer parte do dia a dia dos profissionais atuantes em laboratórios farmacêuticos, instituições universitárias e centros de pesquisa em todo o planeta. A meta é apresentar uma solução adequada e resguardar as pessoas contra a Covid-19. Isso porque, especialistas já destacaram que apenas um imunizante seguro e eficaz poderá acabar de vez com a pandemia e contribuir com a redução definitiva nos números da doença.

O médico, infectologista do Serviço de Controle de Infecção Hospitalar (SCIH) do IBCC Oncologia, Dr. Antonio Marcos Cyrillo, ressalta que no Brasil existem hoje cinco vacinas em fase de testes clínicos. São elas: Pfizer/BioNTech, AstraZeneca/Oxforfd, CoronaVac/Butantan, Sputnik/Gamaleya e Moderna. No entanto, o infectologista frisa a importância de não haver descuido quanto à prevenção. “As medidas preventivas são as maneiras que hoje temos, de mais efetivas, para diminuir as chances de infecção pelo vírus, como higienizar as mãos com água e sabão, usar álcool a 70% (em gel ou líquido) e utilizar a máscara de proteção adequada para cada ambiente”, alerta.

 

As fases de um estudo clínico são as seguintes:

Fase 1

– n.º 20 – 100 voluntários

– Estudos realizados em voluntários sadios (exceção em oncologia), avaliação da segurança e tolerabilidade inicial.

– Farmacocinética e Farmacodinâmica.

Fase 2

– n.º 100 – 500 voluntários

– Estudos com foco em dados de eficácia e dados adicionais de segurança.

– Confirmação da dose.

Fase 3

– n.º 1000 – 5000 voluntários

– Dados adicionais de segurança e eficácia e diferentes populações e dosagens.

– Utilização de combinação e/ou comparação com medicamentos aprovados.

Fase 4

– Grupo maior de pacientes doentes.

– Estudos pós-comercialização.

– Dados mais amplos sobre segurança, eficácia e interações medicamentosas.

Para que a vacina chegue à população, é preciso que os cientistas possam conferir se as pessoas vacinadas desenvolveram ou não reações adversas e se ficaram mais protegidas, ou não, da infecção pelo novo coronavírus quando comparadas ao grupo que usou placebo. Após essas fases, os dados clínicos são reportados para as agências e órgãos reguladores, que no Brasil é a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

A Organização Mundial de Saúde (OMS) calcula 44 candidatas à vacina que estão em testes nas fases 1, 2 ou 3 de estudos clínicos, ou seja, aquelas que envolvem seres humanos, segundo relatório divulgado em 19 de outubro, último. De acordo com o levantamento, existem ainda mais de cem outras produções em etapa pré-clínica de pesquisas, aquelas realizadas com células e animais.

Vale levar em conta que a aprovação de uma vacina, qualquer que seja, não significa que ela estará disponível prontamente. A liberação significa o início da fabricação em massa, uma adequada organização de campanhas, a ocorrência de treinamento de equipes de saúde e a ordenação de logística e transporte para distribuição.

Sociedade de Cirurgia Bariátrica divulga números e pede participação popular para cobertura da cirurgia metabólica pelos planos de saúde

A Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM) divulgou nesta terça-feira (27) dados sobre cirurgia no Brasil. Em 2019 foram realizados 68.530 procedimentos, – 7% a mais do que em 2018 quando foram feitos 63.969 cirurgias. Além disso, a entidade destacou a importância de ampliar acesso à cirurgia bariátrica pelo SUS e a cirurgia metabólica pelos planos de saúde. A cirurgia metabólica – tratamento regulamentado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) – está em consulta pública na Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) para obter a cobertura pelos planos de saúde. Os dados foram divulgados em entrevista coletiva para todo o Brasil.

Números de cirurgias no país

O total de cirurgias realizadas em 2019 – 68.530 procedimentos – representa 0,5% da população de portadores de obesidade grave, que atinge cerca de 13,6 milhões de pessoas – com indicação de tratamento cirúrgico.

Na saúde pública, foram realizadas 12.568 cirurgias bariátricas no mesmo período. Um crescimento de 10,2% se comparado a 2018. Na saúde suplementar, por meio de planos de saúde, foram realizadas 52.699 cirurgias bariátricas, um crescimento de 6,4% se comparado a 2018. Já entre as cirurgias particulares, pagas integralmente pelos pacientes, o número foi de 3.263 procedimentos no Brasil.

“O único tratamento comprovadamente eficaz a longo prazo para a obesidade e doenças associadas a ela como, por exemplo, o diabetes e a hipertensão, é praticamente inacessível para pessoas que dependem do sistema público e dos planos de saúde”, explica o presidente da SBCBM, Marcos Leão Vilas Boas.

Os números de cirurgias bariátricas por estado foram divulgados apenas com base no Sistema Único de Saúde (SUS) – que mantém seus dados públicos. Já a ANS ainda não divulgou o número de cirurgias realizadas por planos em cada estado do país.

Confira o número de cirurgias por região.

No sul, foram 7.456 cirurgias no Paraná; 376 em Santa Catarina; e 434 no Rio Grande do Sul. Na região sudeste, São Paulo realizou 1.636 procedimentos; Rio de Janeiro 47; Espiríto Santo 656; e Minas Gerais 944. No Centro-Oeste foram realizadas 70 cirurgias no Mato Grosso do Sul; 300 em Goiás; nenhuma em Mato Grosso e 4 no Distrito Federal. Já no Nordeste foram 23 cirurgias na Bahia; 5 no Sergipe; 35 em Alagoas; 204 em Pernambuco; 61 na Paraíba; 89 no Rio Grande do Norte; 137 no Ceará; nenhuma no Piauí e 52 no Maranhão. Na região Norte foram 32 cirurgias no Tocantins e 10 no Acre.
Amazonas, Roraima, Amapá, Rondônia e Piauí não possuem serviços de cirurgia bariátrica habilitados no SUS. Atualmente, o SUS conta com 85 serviços de assistência de alta complexidade à atenção ao Indivíduo com Obesidade em 22 estados.

Até agora, os dados de 2020 foram divulgados apenas pela saúde pública. Entre janeiro e junho deste ano foram realizadas 2.859 cirurgias. Em 2019, no mesmo período, já haviam sido feitas 5.382 cirurgias bariátricas pelo SUS.
A queda de 60% pelo SUS se deve a suspensão das cirurgias eletivas com o início da pandemia do novo Coronavírus. Para que se tenha ideia, em janeiro deste ano foram 904 procedimentos realizados e, em julho, foram realizadas 32 cirurgias pelo SUS em 2020.

As cirurgias passaram a ser retomadas após recomendação do Conselho Federal de Medicina (CFM) para continuidade dos procedimentos, em maio, mas ainda em ritmo lento. O órgão considerou que pacientes portadores de doenças graves e ou/crônicas como a obesidade e o diabetes precisam de tratamento e que a sua postergação pode resultar no aumento da morbidade e da mortalidade, tendo em vista que essa população é a mais afetada por quadros graves de COVID-19.

COMO AMPLIAR O ACESSO AO TRATAMENTO CIRÚRGICO

Nos últimos anos, a Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM) conduziu estudos de custo/efetividade e também estudos clínicos randomizados que comprovam a remissão do diabetes em pacientes que realizam a cirurgia metabólica. A cirurgia é indicada para portadores de diabetes que não conseguem o controle da doença com medicamentos.

Segundo o representante da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) e coordenador do Centro de Obesidade e Diabetes do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, Ricardo Cohen, cerca de 72% dos pacientes portadores de diabetes não conseguem controlar a doença mesmo com o tratamento clínico medicamentoso.

“A obesidade e o diabetes são doenças crônicas e progressivas que evoluem como um câncer em que se atinge um limite de eficácia dos remédios. Quando bem indicada, a cirurgia metabólica é capaz de controlar o açúcar no sangue e 90% dos pacientes deixam de utilizar insulina, 80% deixam de utilizar remédios e mais de 30% obtém o controle da pressão arterial”, explica Cohen.

A cirurgia metabólica está em discussão – com a possibilidade de participação popular – para que tenha cobertura dos planos de saúde. A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) possui uma lista mínima dos procedimentos que os planos de saúde devem obrigatoriamente oferecer aos consumidores.

De acordo com o presidente da SBCBM, mesmo com diversos estudos apresentados, a proposta recebeu parecer negativo da câmara técnica da ANS que analisou o processo. Agora, a entidade abriu uma consulta pública para ouvir a sociedade civil sobre a cirurgia metabólica e decidir se incorpora ou não o procedimento ao seu rol.

“Nós temos a cirurgia para o diabetes plenamente regulamentada por uma série de resoluções, mas essa tecnologia não está plenamente acessível no SUS e aos usuários dos planos de saúde. A cirurgia demonstra, tanto no Brasil quanto fora, que é extremamente custo-eficaz. O impacto orçamentário é adequado e capaz de ser absorvido pelo sistema de saúde. O setor seria impacto por apenas dez centavos por mês e por usuário”, comenta Marcos Leão.

“Nosso pedido é que, a cirurgia, oferecida hoje aos pacientes com obesidade, seja coberta também para pacientes com diabetes tipo 2. Temos uma chance de reverter a recomendação e mostrar a importância do procedimento para os pacientes”, completa Marcos Leão.

COMO CONTRIBUIR

Para contribuir com a Consulta Pública basta clicar no link http://bit.ly/SBCBMConsultaPublica procurar pela Recomendação preliminar “153 – Gastroplastia”⁣, clicar em “Discordo da Recomendação Preliminar”, e dizer porque a cobertura da cirurgia metabólica para pacientes com Diabetes é importante.

Regulamentada pelo CFM em 2017, o procedimento comprovadamente eficaz na remissão do diabetes tipo 2 e, por consequência, na redução de desfechos graves como retinopatia diabética (cegueira), insuficiência renal e amputações, ainda não está no rol de procedimentos obrigatórios da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) e sua cobertura pode ser negada pelas operadoras mesmo existindo indicação ao tratamento cirúrgico do diabetes.

No que se refere ao sistema público de saúde, a SBCBM busca – por meio de um trabalho conjunto com equipes da rede pública – reduzir o tempo da fila de espera e garantir que a cirurgia bariátrica seja feita por videolaparoscopia.

De acordo com a diretora de relações governamentais da SBCBM, Galzuinda Maria Figueiredo Reis, desde 2017 já existe uma decisão federal para que o procedimento seja feito por via laparoscópica – de forma menos invasiva e com recuperação do paciente 50% mais rápida. No entanto, através do SUS, das 12.568 cirurgias pelo SUS no Brasil, apenas 6,4%, ou 806 cirurgias, foram feitas por videolaparoscopia. As demais 11.762 cirurgias foram feitas de forma aberta.

 

 

 

 

Aprenda a preparar uma deliciosa sobremesa “instagramável”

Um dos maiores segredos para atrair muitos likes nas redes sociais é apostar em uma bela imagem. Se for a foto de uma receita, então, ela pode deixar muita gente com água na boca. Mas antes, é preciso preparar o prato de uma forma “instagramável”.

E pensando em deixar essa missão mais fácil, a Marilan, marca especialista em biscoitos e a segunda maior fabricante da categoria no país, ensina uma deliciosa sobremesa Torta Charlote Marilan, um prato que além de saboroso, sai muito bem nas fotos, digna de muitas curtidas.

Confira abaixo o passo a passo e “instagrame-se”:

Ingredientes

1/2 embalagem de biscoitos mini maizena

1 lata de leite condensado (395g)

3 colheres de (sopa) de chocolate em pó

1/2 xícara (chá) de creme de leite

1 colher de (sopa) de margarina

Para polvilhar

1/2 xícara de açúcar de confeiteiro

Modo de preparo

1- Reserve 40 biscoitos mini maizena .

2- Quebre os biscoitos mini maizena restantes em pedaços pequenos. Reserve.

3- Em uma panela, junte o leite condensado, o chocolate em pó, a margarina e leve ao fogo médio, mexendo sempre até o ponto de brigadeiro ou começar a desgrudar do fundo da panela.

4- Retire do fogo, junte o creme de leite e os biscoitos quebrados, mexendo delicadamente até obter uma mistura homogênea e os biscoitos estarem envolvidos com o brigadeiro.

Montagem

1- Coloque porções da mistura dentro de aro de biscoito com (7 cm de diâmetro), modelando mini bolinhos, retire delicadamente. Repita a operação até finalizar toda a mistura.

2- Arrume os biscoitos mini maizena reservados, em volta do doce e decore com uma fita.

3- Polvilhe açúcar de confeiteiro ou frutas (ex. cereja). Sirva em seguida.

Se desejar, substitua o chocolate em pó por cacau em pó.

Rendimento: 4 unidades
Tempo de preparo: 1 hora

Pós-covid: futurologista mostra como as viagens e o turismo se transformarão com o “novo normal”

Com o fim da pandemia global, surgirá uma nova maneira de viver e o mundo, com certeza, será muito diferente. Tendo em vista antecipar algumas mudanças que moldarão essa nova realidade, a Allianz Partners, líder em assistência 24 horas e seguro viagem, produziu, em parceria com o Futurologista Ray Hammond, o relatório “Life after COVID-19”.

No setor de turismo, o estudo mostra que a experiência de viagem nunca mais será a mesma. O período pós-pandemia abrirá uma nova era com menos naturalidade e mais proteção. Prevê-se que o voo doméstico e de curta distância se recupere primeiro, mas os viajantes mudarão de comportamento, incluindo máscaras durante toda a jornada e os abraços e beijos de despedidas serão fora do aeroporto. Em alguns casos, pontes de embarque, ou ponte telescópica, para aviões serão usadas como um “túnel desinfetante”. Outras iniciativas das companhias serão na redução das malas de mão, para acelerar o embarque e reduzir o risco de contaminação, além de diminuir os serviços de bordo.

A pesquisa mostra que a indústria de cruzeiros certamente será a mais afetada. Ninguém tem uma visão clara de como eles podem se organizar, respeitando o distanciamento social e, acima de tudo, a quarentena de viajantes doentes para evitar a contaminação.

A hospedagem será impactada por medidas aprimoradas de saneamento. É provável que os restaurantes reabram com menos horas, por menos dias, com muito menos mesas e menus bastante simplificados. Enquanto isso, os pedidos pelos aplicativos de delivery continuarão em alta.

Além disso, os pacotes all inclusive de hotel provavelmente serão redesenhados. Assim, será possível remover a entrega de comida e bebida em estilo buffet, e garantir que os clientes recebam o serviço em suas mesas individuais e distanciadas. As excursões deverão ser fornecidas individualmente e, por isso, serão mais caras.

Finalmente, as viagens de negócios serão reconsideradas, pois a pandemia mostrou que o gerenciamento de projetos pode ser feito por videoconferência, permitindo reduções de custos financeiros e das emissões de gases de efeito estufa. Provavelmente, apenas reuniões comerciais, exposições e eventos esportivos internacionais voltarão aos níveis normais no futuro próximo.O relatório completo está disponível para leitura aqui: http://www.allianz-partners.com/en_US/press-and-media/reports/life-after-covid.html

Sobre o futurologista Ray Hammond

Ray Hammond tem quase 40 anos de experiência escrevendo e falando sobre as tendências que moldarão o futuro. Ele foi premiado com a Medalha de Ouro das Nações Unidas em Serviços para Futurologia em 2010. O longo histórico de previsão precisa de Hammond é único na Europa e ele agora vive no futuro que descreveu há quase 40 anos. O futurologista oferece discursos, palestras e workshops para empresas, governos e universidades em todo o mundo. Ele ministrou palestras na Oxford-Martin School da Universidade de Oxford, na CASS Business School e na Lund University. Hammond também é membro eleito da Royal Society of Arts (FRSA

Para comemorar o dia do veganismo aprenda receita de Bobó de shimeji na moranga

Dia 1º de novembro é comemorado o dia mundial do veganismo. Para celebrar a data, o Divino Fogão,  ensina como preparar Bobó de shimeji na moranga.

Bobó de shimeji na moranga

Ingredientes

1 moranga grande

200ml de leite de coco

1 colher de sopa de azeite de dendê

2 colheres de sopa de óleo composto

½ cebola picada

1 pimentão vermelho picado

Purê da moranga

100g de mandioca cozida amassada

½ talo de alho-poró picado

½ alga nori picada

1 colher de coentro picado

1 colher de sopa de sal

1 dente de alho picado

Pimenta biquinho para decorar

1 xicara de molho de tomate

400g de shimeji

Modo de preparo

Lave bem e asse a moranga inteira embrulhada em papel alumínio, em forno pré-aquecido a 180ºC, por 30 minutos. Em seguida, desembrulhe a moranga e corte a tampa dela. Tire as sementes sem desperdiçar a polpa.

Raspe a polpa interior o máximo que der, sem romper a casca. Misture bem a moranga amassada com a mandioca amassada. Refogue a cebola, o alho picado, o alho-poró e os pimentões no óleo composto e azeite de dendê até dourar.

Acrescente as algas, o leite de coco, o molho de tomates e deixe apurar. Bata a mistura no liquidificador e retorne para panela. Acrescente o shimeji e deixe cozinhar um pouco. Misture o purê e o restante dos temperos. Corrija o sal e sirva.

Rendimento: 8 porções.

 

Receitas criativas para comemorar o Halloween

Mousse de chocolate cemitério

Ingredientes:

125g de pó mousse de chocolate

250ml de leite gelado

5 unidades de bolacha oreo

100g de chocolate meio amargo

3 unidades de bolacha champagne

Gomas diversas e granulado colorido a gosto

Modo de Preparo:

Mousse:

Colocar o leite gelado na batedeira e, em seguida, acrescentar o pó para mousse de chocolate. Mexer. Derreter o chocolate meio amargo em banho maria ou no micro-ondas. Bater em velocidade lenta até ficar consistente. Colocar no pote e ir para geladeira por 1 hora. Bater as bolachas oreo no liquidificador até ficarem moídas. Cortar a bolacha champagne ao meio.

Montagem:

Colocar a bolacha moída por cima do mousse, como se fosse a terra, em seguida fazer uma cruz com o chocolate derretido na bolacha champagne, ou escrever R.I.P. Em seguida, colocar a bolacha no mousse com a escrita para fora, e decorar com as gomas diversas e o granulado colorido.

Tempo de Preparo: 15 minutos.

Rendimento: 4 porções.

Coquetel das Bruxas

Ingredientes:

250g de morango

1 xícara de chá de mirtilo

100g de polpa de frutas vermelhas

100ml de refrigerante sabor limão

100ml de xarope de groselha

3 colheres de sopa de açúcar

6 pedras de gelo

Aranha de plástico para decorar o copo

OBS: se quiser uma opção alcoólica, substitua o refrigerante de limão por 100ml de rum.

Modo de preparo:

Bata tudo no liquidificador. Coe. Coloque em uma taça e decore com calda de morango e com a aranha de plástico.

Tempo de Preparo: 5 minutos.

Rendimento: 1 porção.

Fonte: Água Doce Sabores do Brasil.

 

 

 

Cresce o número de empresas que investem no bem-estar emocional dos colaboradores

O bem-estar emocional tem ampliado seu espaço no mundo corporativo mesmo antes da pandemia. Uma pesquisa realizada pela consultoria Mercer Marsh, em 2019 já mostrava que 49% das grandes empresas brasileiras investiam em iniciativas para o bem-estar emocional de suas equipes. Apesar das dificuldades pós covid-19, essa é uma prática que continua em expansão e agora também é procurada pelas médias e pequenas empresas como uma maneira de manter a equipe engajada e produtiva.

Levantamento

Segundo o levantamento, dentre as ações mais ofertadas nessas corporações, estão a massagem (53%), assistência ao empregado (49%), salas de descompressão (28%), meditação (17%) e atendimento psicológico (16%).

Neste último, elementos importantes fazem parte do contexto: auxiliar sua equipe na resolução de alguns desgastes emocionais, ali mesmo no ambiente de trabalho, ajuda a evitar que se eles tornem transtornos e, consequentemente, mantém a produtividade da empresa.

Em Campo Grande

Em Campo Grande essa realidade também tem ganhado espaço, em momentos que proporcionam mais diálogo entre as equipes e uma atenção especial a todos os aspectos que envolvem a vida de um colaborador.

A terapeuta integrativa, Shamdaki, vem trabalhando nessa abordagem em conjunto com empresas que têm apostado em momentos que vão além do feedback, atuando como apoio no desenvolvimento emocional de suas equipes.

Momentos de troca

“Algumas situações são bastante pontuais, desalinhamentos pessoais que desgastam o colaborador, que sem apoio, não consegue se desvencilhar desses momentos de tensão, que viram transtornos e, em algum momento impactam negativamente todas as áreas de sua vida”.

A terapeuta explica que, quando realizados momentos de troca, o indivíduo tem a oportunidade de olhar para si e a busca pelo autoconhecimento, pelo gerenciamento de suas emoções. Esse trabalho no ambiente corporativo é a base para qualquer relação: comunicação e, também o primeiro passo para o desenvolvimento emocional.

Ferramentas

“Não existe um escopo fixo para a realização desse trabalho, porém o primeiro passo é identificar o problema recorrente na empresa, após, entender como cada indivíduo se sente em relação ao assunto e em seguida, descobrir as crenças dele, em relação a ele mesmo e aos demais do grupo, assim, entregamos ferramentas para que ele seja capaz de gerenciar suas emoções. A empresa só tem a ganhar, tendo em vista que o bem-estar emocional é a chave para a prevenção do adoecimento físico”.

Mudança de cultura

E, nesse sentido é importante que a mudança dessa cultura no meio empresarial ocorra de forma integral, já que a maioria das ações desenvolvidas são reativas e não preventivas. Esse cuidado com os aspectos emocionais do colaborador é decisivo na prevenção de doenças físicas e, consequentemente o tratamento das enfermidades também deve ser integrativo, como explica o médico acupunturiatra, Dr. Max Henrique Bortotto Garcia.

As enfermidades do corpo

“As enfermidades do corpo são facilmente agravadas por nossas fragilidades emocionais. Principalmente em tratamentos tradicionais, como a milenar acupuntura, a evolução física do paciente precisa estar atrelada ao seu bem-estar psicológico. Em minha rotina, atendendo a diversos casos resultantes de desgastes laborais, é imprescindível uma nova postura corporativa”.

Trabalhar o bem-estar emocional no ambiente corporativo ainda está longe de ser parte dos pilares da maioria das empresas, entretanto dar o primeiro passo já as coloca no caminho dessa mudança de percepção.

Querida que só, Andreá Letteriello festeja hoje mais um aniversário. Happy birthday!

…. Bom dia!  Os dois maiores luxos da vida: ter saúde e estar com aqueles que mais amamos!

… Trocam de idade hoje: Soledad Almeidinha Nahas, Silei Ratier, Paulo Ribeiro,  Rafael Andreá e Andreá Letteriello. Happy birthday!

…  A Mercedes-Benz Cars & Vans terá um novo CEO no Brasil a partir de 1º de novembro. O executivo Jefferson Ferrarez, que já atua como Head das Operações de Vans no país, acumulará o cargo de Head de Vendas & Marketing da Mercedes-Benz Cars & CEO da Mercedes-Benz Cars & Vans, sucedendo Holger Marquardt, que está deixando o Brasil para ocupar a posição de Head de Operações de Marketing Mercedes-Benz Cars Portugal & CEO Mercedes-Benz Portugal.

Jefferson Ferrarez, novo CEO da Mercedes-Benz Cars & Vans Brasil

… O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, confirmou presença no seminário “Obras Públicas: BIM Experience”, que será realizado entre os dias 30 de novembro e 3 de dezembro.

O evento, que será on-line, irá discutir o Building Information Modelling (BIM) ou Modelagem da Informação da Construção, processo integrado e multidisciplinar baseado em modelo 3D digital que permite fazer uma simulação da obra e fornece aos profissionais de arquitetura, engenharia e construção ferramentas para planejar e projetar com mais eficiência, construir e gerenciar edifícios e infraestrutura.

… Nasceu ontem (28) a filha do apresentador Tiago Leifert e a esposa, a jornalista Daiana Garbin. O anúncio do nascimento de Lua, nome dado a primeira filha do casal, foi feito nesta tarde por Tiago no Instagram: “Lua nasceu! Obrigado pelo carinho! Mamãe e Lua estão ótimas!”