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LGPD e seus reflexos nas relações de trabalho

*Francine de Faria

Em 18 de setembro de 2020, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) entrou em vigor, trazendo diversas mudanças em nossas vidas e na forma de nos relacionarmos com a coleta e tratamento de dados pessoais. Com a nova legislação, a premissa é o consentimento expresso e acesso irrestrito do titular dos dados sobre suas informações prestadas a qualquer entidade.

A lei tem o objetivo de proteger a privacidade e liberdade dos brasileiros, de modo a garantir segurança, transparência e maior controle sobre o uso de suas informações pessoais, tanto em relação a quem terá acesso, assim como o que será acessado. Por esta razão, a LGPD estabelece um conjunto de regras para o tratamento dos dados pessoais, desde sua coleta, armazenamento, uso, compartilhamento, até mesmo o seu descarte.

Agora com a vigência da lei, o titular do dado deverá ser comunicado sobre a finalidade para qual se destina a prestação daquelas informações pessoais, além disso, dependendo para qual finalidade se destina, o titular deve autorizar expressamente. Os cuidados envolvidos na coleta e tratamento dos dados, visam tornar as relações mais transparentes e seguras, reduzindo, assim, riscos de vazamentos e uso indevido das informações pessoais.

A LGPD também está trazendo mudanças significativas nas rotinas das empresas, principalmente no que se refere ao tratamento dos dados de seus colaboradores, prestadores de serviços, parceiros, sócios e todas pessoas físicas que de alguma forma precisem ter seus dados disponibilizados para as organizações. Por esta razão, é fundamental que as empresas revisem todos seus procedimentos de coleta de dados, de modo a compatibilizá-los com as previsões da LGPD.

No que se refere aos empregados, as empresas devem estar atentas, pois os cuidados com a coleta de dados em todos os momentos contratuais, desde a fase pré-contratual, fase contratual e pós-contratual, devem estar presentes.

Fase pré-contratual

O tratamento de dados inicia-se na fase pré-contratual, momento do processo de seleção, com o recebimento e triagem dos currículos, entrevistas, até a efetiva contratação. Nesta fase é comum e necessário a coleta de uma série de informações dos candidatos, de modo a mapear o perfil pessoal e a sua compatibilidade com a vaga e com a organização.

Agora, com a LGPD, o recrutador deverá ter a cautela de analisar antecipadamente a necessidade e pertinência dos dados solicitados, para que não atraia riscos para a empresa. Ademais, o candidato deverá ser cientificado sobre a finalidade para que se destina a coleta e utilização daquelas informações, bem como deverá autorizar expressamente o manuseio dos dados por aquela organização.

As empresas, portanto, deverão criar políticas internas, inclusive, tratando sobre para eliminação dos dados obtidos após a dispensa do candidato à vaga, estipular prazo para descarte dos currículos recebidos, dando ciência ao titular dos dados, além de estabelecer penalidades em caso de constatação do uso indevido dos dados.

Algumas organizações têm a prática de arquivar currículos para uso futuro, nestes casos, obrigatoriamente deverá haver autorização expressa do candidato para armazenamento dos seus dados. Além disso, tais dados não poderão ser utilizados para outro fim, tampouco repassados para terceiros, por isso, é de suma importante a conscientização e treinamento dos recrutadores para que passem a adotar os cuidados devidos para manuseio dos dados pessoais dos candidatos.

Fase contratual

No ato da contratação naturalmente as empresas precisam coletar diversos dados necessários para cumprimento de obrigações legais ou regulatórias, tais como envio de dados para Ministério da Economia, INSS, E-social, dentre outros. Nestes casos, devido tratar-se de cumprimento de obrigações legais, não há necessidade de autorização expressa do titular, desde que tais dados sejam usados para a finalidade que se destina. Contudo, é importante que a empresa tome cuidado para não solicitar qualquer informação além do estritamente necessário para os cumprimentos legais.

Já para demais situações, tais como contratação de planos de saúde, cartão transporte, seguro de vida e acidentes pessoais, contador, terceirização de serviços, dentre outros, o empregado deverá autorizar expressamente a utilização e compartilhamento de seus dados com as demais instituições. E na hipótese do empregado ser menor de idade, obrigatoriamente os responsáveis legais deverão autorizar.

Outro aspecto importante de se observar é a coleta dos dados biométricos para registro do controle de jornada. Agora, com a LGPD, este dado também é protegido, sendo considerado um dado sensível, que requer um cuidado ainda maior. Assim, diante desta proteção, o empregado terá que ser comunicado sobre a finalidade da coleta e consentimento expresso e específico para utilização dos dados biométricos.

Vale ressaltar que o empregado, a qualquer momento, poderá requerer que a empresa informe os dados que possui e destinação destas informações, bem como que o empregador efetue o descarte dos mesmos quando a rescisão contratual, exceto para cumprimento de obrigações legais e regulatórias.

Fase pós-contratual

Com a rescisão do contrato de trabalho, os dados pessoais do trabalhador devem ser eliminados. Entretanto, a LGPD prevê a possibilidade de conservação dos dados pessoais para cumprimento de obrigações legais ou regulatórias, que enquadra as obrigações de cunho fiscalizatório e ações trabalhistas.

Entretanto, surgem dúvidas sobre quanto tempo as empresas podem guardar os documentos e dados pessoais do empregado após a extinção do contrato de trabalho, de modo a resguardar sua defesa em eventuais ações trabalhistas. Há quem defenda a possibilidade de guarda destas informações – com respaldo legal – durante o prazo prescricional de 5 (cinco) anos, contados do fim da relação empregatícia, visto que o trabalhador só pode exigir direitos trabalhistas deste período.

Ocorre que em casos específicos, como questões que envolvam acidentes e doenças do trabalho, este prazo pode variar. Isto porque, o prazo prescricional só começa a contar a partir da ciência da doença, que pode ocorrer após o fim da relação empregatícia, gerando a necessidade de armazenamento das informações pessoais do empregado por prazo superior.

Esta é uma questão delicada, principalmente porque ainda não existe regulamentação quanto ao prazo que as empresas podem armazenar os dados dos ex-empregados, ainda mais considerando estes aspectos que envolvam reconhecimento de doenças ocupacionais. Embora não haja resposta objetiva ainda, o recomendável é que as empresas tratem os casos de maneira individualizadas, de modo a mapear possíveis riscos de demandas.

Autorização expressa do empregado

Quando se fala em autorização expressa do empregado, significa que há necessidade da existência de documentação que comprove a ciência do empregado sobre a coleta e destinação dos seus dados pessoais, bem como ser sucedida de sua concordância expressa.

Portanto, para todas as circunstâncias que precisem da autorização do empregado, é necessário que o documento descreva para qual finalidade se destina os dados solicitados, bem como conste a assinatura do empregado. Vale destacar que as autorizações não devem ser genéricas, para evitar qualquer nulidade do documento.

A LGPD veio para ficar e trouxe consigo previsões que vão provocar mudanças substanciais nas rotinas das empresas, principalmente na forma do tratamento dos dados de toda pessoa física que guarde relação com a organização. As adequações são necessárias, a fim de evitar a aplicação de sanções, que podem variar de advertências, até aplicação de multa de até 50 milhões de reais. Portanto, as conformidades com as previsões da LGPD devem ser priorizadas pelas empresas daqui por diante.

 

 

Futuro do trabalho pós-pandemia

Por Natasha de Caiado Castro*, CEO da Wish International

Antes da pandemia, o senso comum acreditava que os escritórios eram essenciais para a produtividade e, por isso, grandes empresas investiam em locais de primeira linha nos principais centros urbanos do mundo. Muitas, inclusive, se concentravam em soluções que promoviam a integração entre as pessoas com espaços para que os funcionários pudessem relaxar durante suas pausas e com projetos de escritórios abertos.

Quando a pandemia se instalou, muitas pessoas ficaram surpresas com a rapidez e eficácia com que foram adotadas tecnologias para videoconferência e outras formas de colaboração digital. Para muitos, os resultados foram melhores do que se imaginava, pois a produtividade ganhou bastante sem a necessidade de locomoção.

Agora, mais de oito meses se passaram desde que a Organização Mundial da Saúde declarou a Covid-19 uma pandemia, trabalhar em casa se tornou algo corriqueiro para muitos e, cada vez mais, um número crescente de empresas vem estudando a possibilidade de manter este formato indefinidamente. Do ponto de vista do funcionário, a mudança também foi enorme: as pessoas estão fazendo novas escolhas sobre onde querem viver e criando novas expectativas sobre flexibilidade, condições de trabalho e de qualidade de vida que, muito provavelmente, não poderão mais ser desfeitas.

Portanto, se 2020 foi o ano em que percebemos ser possível trabalhar de qualquer lugar graças à digitalização dos processos, 2021 será pautado pela forma com que as corporações acolhem seus funcionários para muito além das ferramentas que os permite serem produtivos e alcançarem bons resultados. O próximo ano será focado na humanização das relações de trabalho.

Nestes tempos de incerteza, a forma como as empresas estão agindo terá um impacto duradouro no comportamento dos funcionários, incluindo em seu engajamento, produtividade, lealdade e ainda: sua saúde e bem-estar.

Líderes empresariais dispostos a mudar o caráter de sua empresa e orientar uma transformação podem ajudar a inaugurar uma nova era com o surgimento generalizado de empresas humanas, capazes de plantar as sementes do crescimento inclusivo e permanecer relevantes inovando constantemente. Isso pode levar a ganhos para um futuro duradouro para essas empresas, uma sociedade mais próspera com trabalhadores satisfeitos e aptos a fazer suas companhias prosperarem.

Eis alguns pontos de partida que ajudarão a sua empresa a se comprometer com seus colaboradores de forma mais humanizada:

Ofereça flexibilidade de horários

Alguns de seus funcionários podem ter responsabilidades adicionais durante esse período já que escolas e creches fecharam em muitos locais, sendo assim, está mais difícil conciliar as tarefas pessoais com as profissionais. Se a função do colaborador permitir, considere oferecer horários flexíveis. Esta mudança pode ajudar a reduzir o nível de estresse de seus funcionários, permitindo que cuidem de suas necessidades, agendando horas de trabalho em horários compatíveis com suas responsabilidades pessoais. Esta atitude sinaliza que a empresa respeita suas vidas pessoais tanto quanto valoriza suas contribuições profissionais.

Mantenha as linhas de comunicação abertas com as equipes

É possível que muitos funcionários remotos não se sintam envolvidos com a empresa devido a uma cultura de comunicação apenas por e-mail. Essa ideologia torna a interação complicada e muito menos pessoal do que mensagens diretas e bate-papo por vídeo. Considere iniciar um grupo de bate-papo para que todos possam falar livremente a qualquer momento. Você também pode se comunicar com sua equipe por vídeo pelo menos uma vez por semana. Isso ajudará a deixar todos informados e permitirá que seus funcionários exponham quaisquer problemas ou obstáculos que estejam enfrentando.

Ofereça feedbacks

Pesquisadores do Instituto Gallup estudaram o comportamento humano por décadas e descobriram que valorizar os pontos fortes dos funcionários dando-lhes feedbacks positivos é uma abordagem muito mais eficaz do que se fixar nos pontos fracos. Infelizmente, a maioria dos gestores se concentra em dar feedbacks apenas dentro do contexto corretivo. Ao contrário do que a maioria acredita, o feedback positivo não significa apenas reconhecer o seu esforço para fazê-los sentir-se bem. Embora esses sejam fatores importantes, há muito mais do que isso: funcionários que recebem feedback positivo e eficaz regularmente são mais engajados, produtivos, permanecem mais tempo na empresa e apresentam maior lucratividade. Em tempos de home Office, oferecer feedbacks se tornou ainda mais importante já que a falta de proximidade tende a deixar as pessoas mais ansiosas e, muitas vezes, também inseguras com medo de perder seus empregos.

Incentive a colaboração e um senso de comunidade

Uma das melhores maneiras de humanizar seu local de trabalho é construindo um senso de comunidade. Se as pessoas sentem que pertencem a algo maior, é mais provável que se envolvam na colaboração da equipe e nas atividades coletivas e, às vezes, coisas simples também funcionam muito bem. Por exemplo: você pode começar criando um calendário de aniversários nos documentos da empresa e reunindo a equipe em uma rápida chamada por vídeo para cantar parabéns para o aniversariante do dia. Estimular o envolvimento de sua equipe é importante para a humanização do seu ambiente de trabalho e também para a saúde da empresa.

Se preocupe com saúde mental dos colaboradores

Em um mundo que se tornou virtual da noite para o dia, muitas vezes a ansiedade toma conta e, por isso, pensamentos e sentimentos negativos podem acontecer com frequência. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, globalmente, estima-se que 264 milhões de pessoas sofrem de depressão e, muitas delas, também possuem sintomas de ansiedade. Os locais de trabalho que promovem a saúde mental e apoiam as pessoas com transtornos mentais têm maior probabilidade de reduzir o absenteísmo, aumentar a produtividade e se beneficiar dos ganhos econômicos associados. Entre em contato com a equipe para conversar não apenas sobre trabalho, mas também sobre sua vida pessoal. Essas interações podem ajudar a amenizar a pressão e a diminuir inseguranças.

*Natasha de Caiado Castro é CEO da Wish International, empresa especializada nos segmentos de MICE – Meetings, Incentives, Conventions and Exhibitions – e IDX – Innovation and Disruptive Experience

Conheça as diferenças entre suco 100% natural, néctar e refresco

Foto: Bigstock

O mercado de sucos no Brasil é bastante heterogêneo. Isso porque, presente em diferentes lares do país, e do mundo, nem todo suco é igual. Segundo dados da Euromonitor International, esse mercado deve movimentar R﹩ 19,96 bilhões em 2020 no país.

Dentro deste amplo mercado, você sabe quantos tipos de sucos existem? E como identificá-los na hora da compra? Para sanar todas as dúvidas sobre o assunto, o time da Natural One, líder do setor de sucos 100% naturais, explica essas e outras informações importantes na hora de escolher e adquirir a bebida. Confira!

O que significa um suco ser 100% Natural?

O suco 100% Natural é a bebida obtida da fruta por meio de um processo tecnológico. Dessa forma, não possui corantes, nem aromatizantes artificiais ou adição de açúcares. Além disso é produzida sem adição de água.

Qual a diferença entre o suco 100% natural e os classificados como Néctar ou refresco?

O chamado Néctar é obtido a partir da diluição do suco da fruta com água e adição de açúcares. Pode conter, ainda, aromas, corantes, espessantes e estabilizantes. Já o refresco reúne o suco de fruta, polpa ou extrato vegetal diluídos em água potável. Dessa forma, o percentual de suco, de fato, da fruta fica abaixo de 100%.

Qual o prazo de validade de um suco 100% Natural? E qual processo o faz durar tanto tempo?

Todos os nossos produtos possuem 8 meses da validade. Na Natural One, utilizamos uma tecnologia especial de pasteurização onde garantimos que o processo de aquecimento e resfriamento do produto seja feito o mais rápido possível, de forma a garantir a eficácia do tratamento térmico sem afetar o sabor do produto. Após a pasteurização o produto está isento de microrganismos que poderiam levar a deterioração do produto e problemas de saúde. Na sequência, o produto é envasado em máquinas assépticas, que não adicionam nenhuma contaminação no produto.

Quais os cuidados e formas ideias para manutenção do produto depois de aberto?

O mais importante é, depois de aberto, manter o suco sempre refrigerado. Após ser aberto ocorre o contato do produto com o ar externo, que possui naturalmente contaminação por bolores e tem presença de oxigênio. Esses bolores (presentes naturalmente no ar ambiente) ao entrarem em contato com o suco podem encontrar ambiente propício para seu desenvolvimento e podem levar a deterioração da bebida. Além disso, o ar ambiente possui oxigênio que acelerar o processo oxidativo do suco.

Chá no verão? Melhora o bem-estar do indivíduo

Estamos na  estação mais quente do ano. Nessa estação, as pessoas costumam frequentar mais praias, piscinas e cachoeiras e começam a se preocupar mais em se cuidar, desinchar, desintoxicar e até bronzear, tudo para se sentir bem com sigo mesmo. Um aliado nessas horas são os produtos da linha de suplementos funcionais da marca A Fórmula, indicados para melhora e bem-estar do indivíduo.

Estudos indicam que o consumo de Chá Verde antes da atividade física pode ajudar na queima de gordura, além de melhorar os mecanismos de defesa antioxidante em quem faz musculação, podendo reduzir a manifestação de danos teciduais induzidos pelo esforço. Além disso, ele também auxilia na hidratação durante a prática e, por ter cafeína, aumenta o desempenho durante exercícios de força e resistência.

Além de ajudar na atividade física, o Chá Verde também combate o estresse, acelera o metabolismo auxiliando a queima de gordura, contribui para a perda de peso e é livre de glúten.

Já, o Chá de Hibiscus, combinado a uma alimentação saudável também pode ajudar a eliminar o peso. A bebida auxilia na redução de gordura, na digestão, regulariza o intestino e ainda combate a retenção de líquidos, o que facilita o emagrecimento.

Outro ponto importante do Chá de Hibiscus é que a bebida é muito rica em flavonóides, uma poderosa substância antioxidante, que combate os radicais livres, protegendo o coração de doenças e a pele do envelhecimento.

Como usar biquíni cruzado para valorizar cintura

Tainá usando o modelo Búzios by Eloisa Fummero Divulgação

Seguindo a tendência que está sendo febre entre as mulheres, Karine Rodrigues e Eloísa Fummero mostram a versatilidade do modelo

O famoso modelo cortininha ganhou laços maiores nesse verão, e vem fazendo sucesso entre as brasileiras, que têm ousado na criatividade e transformando um único modelo em vários. Além de estar na moda, as diferentes amarrações também podem valorizar ainda mais a silhueta, segundo a consultora de moda Karine Rodrigues.

Karine se uniu à marca Eloisa Fummero, que apostou muito nessa moda e trouxe o modelo Búzios em sua coleção Veraneio. Em diferentes cores, o biquíni é perfeito para as fashionistas abusarem da criatividade. “Quando criei a coleção e apostei nesse modelo, eu sabia que não seria para um único verão, acredito que ele será sucesso por muitos verões” comenta Eloisa Fumero.

Biquíni Búzios Damasco – Eloisa Fummero  Divulgação

A consultora de moda também aposta no modelo como um truque de estilo para essa versatilidade, e deu algumas dicas para quem quer usar a favor do corpo. “A amarração na cintura ajuda a destacar a região, valorizando a silhueta e destacando a cintura. Para quem não tem a silhueta mais retangular, essa forma de amarração ajuda a criar uma “cintura falsa”, modelando ainda mais o corpo” Finaliza Karine.

Camila usando o modelo Búzios by Eloisa Fummero Divulgação

Motoristas estão mais agressivos e imprudentes no trânsito

Aumento no número de acidentes compromete disponibilidade de leitos nos hospitais Depositphotos

Desde o início da pandemia, houve uma mudança no perfil psicológico do motorista brasileiro, que passou a ser mais agressivo, imprudente e individualista. O resultado dessa transformação pôde ser sentido nas rodovias e estradas brasileiros durante o feriado das festas de fim de ano.

Em vários estados brasileiros, a Polícia Militar Rodoviária e Rodoviária Federal registraram aumentos nos índices de acidentes e mortes, além de inúmeros flagrantes de imprudência. Em Minas Gerais, 45 pessoas morreram em 406 acidentes registrados entre os dias 24 de dezembro de 2020 e 3 de janeiro de 2021. “Aqui em Minas Gerais houve vários casos de imprudência na condução dos veículos, mas esse problema começou com o desrespeito às orientações sanitárias para evitar viagens e aglomerações”, afirma o coordenador da Mobilização Nacional dos Médicos e Psicólogos Especialistas em Trânsito e diretor da Associação Mineira de Medicina do Tráfego, Alysson Coimbra.

Coordenador da Mobilização Nacional dos Médicos e Psicólogos Especialistas em Trânsito

O aumento dos casos de acidentes sobrecarrega ainda mais os hospitais públicos e privados, que já estão atendendo em capacidade máxima devido à pandemia do novo coronavírus. “As autoridades sanitárias esperam um crescimento significativo no número de casos de Covid após as festas de Natal e Ano Novo. O impacto na ocupação dos leitos pode ser agravado caso não seja feito nada para frear a ocorrência de acidentes de trânsito. Precisamos reduzir a circulação de veículos e intensificar a fiscalização”, alerta Coimbra.

Segundo o especialista, 90% dos acidentes são provocados pelo fator humano, como sono, doenças orgânicas, imprudência e desatenção. Outros 5% são provocados por falhas mecânicas dos veículos e o restante, por problemas nas estradas. Levantamento divulgado pela imprensa local apontou que cerca de 60% da extensão do rodovias estaduais e federais em Minas Gerais estão em precárias condições. “Por isso o cuidado com a saúde física e mental dos condutores é indispensável para a segurança viária de milhões de motoristas, passageiros, pedestres e ciclistas. Quando o descaso com a saúde dos motoristas se soma aos problemas estruturais nas estradas, o resultado é trágico, principalmente nesse período em que faltam leitos de UTI no Brasil. Os poderes executivos e legislativos têm que tratar a epidemia de acidentes de trânsito no Brasil como o problema de saúde pública que é”, completa.

Quais as dicas de um CMO para um aprendiz de marketing?

*Por Marcelo Trevisani

O século XXI nunca fora considerado, nas previsões dos mais consagrados especialistas, como um período tão inconstante e repleto de mudanças como tem se apresentado até este momento. Um cenário pandêmico, cheio de incertezas e de anseios do que está por vir. Diante de todas as dificuldades, os diversos setores do mercado de trabalho permaneceram ativos da forma como puderam, transformando tudo que era tendência em áreas como Marketing, Tecnologia, Inovação, em realidade cada vez mais presente na sociedade.

Dessa forma, em termos de carreira, é nítido que houve uma corrida por parte de muitos profissionais para que estivessem aptos às exigências que se fizeram necessárias quase que de um dia para o outro. Na verdade, o mundo digital saiu de algo simples como apenas um site www para algo intrínseco ao negócio, de influência em massa, de personalização de produtos e serviços, de velocidade, de automatizando processos, escalando negócios. Da criação de um ecossistema digital que o valor está na cadeia que você cria que usa a tecnologia para conectar pessoas, organizações e recursos em um ecossistema interativo. E essa avalanche de conteúdo que surge como resultado de todo esse movimento frenético da sociedade, com certeza, nos traz muitos ensinamentos.

Entretanto, hoje, como CMO e com mais de 20 anos de experiência, sei o valor que é contribuir e retribuir com o crescimento profissional de alguém. Vivi em uma época mais “dura”, em que o colega de trabalho muitas vezes era visto como um concorrente e a hierarquia não abria espaço para a troca. Era cada um na sua posição e desenvolvendo as tarefas que lhe pertenciam. Atitudes que não fazem mais sentido nos dias de hoje em que a palavra de ordem é colaboração – pois hoje nenhum saber detêm todo conhecimento, é preciso somar as visões, perspectivas, olhares para resolver assuntos muito mais complexos. Portanto, é esse o sentido que busco por meio desse texto, oferecer e compartilhar algumas orientações que me deram – ou que eu gostaria de ter recebido no início de minha carreira; pois são sagazes para fazer a diferença na vida de quem inicia sua jornada, em especial, na área do marketing:

Faça algo que te preencha, encontre um sentido pessoal e profissional: vivemos em uma sociedade acometida pela ansiedade, onde tudo precisa ser “pra ontem”. Portanto, procurar conteúdos, fazer cursos, estar antenados em noticiários é de grande valia.
Antes de entender de negócios, é preciso entender de Pessoas. Se você consegue entender de pessoas, vc consegue colaborar e se um líder melhor.
Agradeça a todos os NÃOs que receber na vida, acredite, eles são bem mais educadores que os SIMs.
Jamais confie em quem nunca erra. Você conhece os melhores profissionais no momento em que eles erram e como lidam com isso.
A forma como tomamos decisões será mais importante do que as próprias decisões em si: ser uma pessoa mais centrada, equilibrada ao tomar decisões obterá mais sucesso em sua trajetória de vida.

Resolvedor de problemas

Seja um resolvedor de problemas, as pessoas fogem de problemas e esquecem que são neles que podemos encontrar e enxergar novas possibilidades, soluções e oportunidades
Nunca pare de estudar: um profissional da área de Marketing precisa ser antenado, precisa saber atuar em todas as frentes na empresa, interna e externamente. Seja capaz de influenciar e engajar novas parcerias.
Pedir ajuda é necessário: a maneira mais fácil de resolver um problema é pedindo ajuda pra quem é especialista. Não ter medo, não ter orgulho, não ter vergonha são peças-chaves. A verdade é que a sua vida vai mudando na proporção da sua coragem e atitudes.
Respeito ao próximo: quem faz bem o seu trabalho não só demonstra respeito pelo próximo como entende que o sucesso é uma medida relativa, cada um tem a sua. Por isso, nunca se espelhe somente pelo sucesso do outro e muito menos espere querer ser mais feliz do que os outros. Cada um constrói o seu caminho.

Ousado e transgressor

Apesar de todas as mudanças que estamos passando, as empresas continuam esperando que o trabalho de marketing e comunicação seja ousado e transgressor, que a leve para um outro patamar de imagem e relacionamento com o mercado e consumidores. Portanto, inovação e criatividade continuam sendo alicerces para esse profissional, que tem de gostar muito de experimentação, trabalhando quase como um cientista. O novo mercado e os novos clientes não esperam. É preciso encontrar na soma Construir, Medir e Aprender os caminhos para alcançar a rapidez e a agilidade necessárias. Validando hipóteses rapidamente em busca de aprendizado e melhoria constantes sempre utilizando dados, novas tecnologias e ser condutor da introdução do “novo” na empresa e saber que os seus líderes estão lá para te orientar nesse caminho. É uma troca de experiência, de vivência profissional e, acima de tudo, uma troca de saberes singulares que só uma pessoa é capaz de passar à outra.

Relacionamentos profissionais

Um outro ponto que não posso deixar de destacar são os relacionamentos profissionais, o denominado Networking. Compreender que, mesmo com uma transformação digital constante, tentar quebrar barreiras e promover interações pessoais, pode trazer grandes resultados, principalmente, para sua trajetória profissional. Hoje o profissional de marketing precisa saber navegar dentro e fora da empresa. Estabelecer parcerias e desenvolver bons relacionamentos. Acabou a era do profissional isolado, o que chamo de gênio solitário. É preciso ter espírito conciliador, ser capaz de influenciar e engajar parceiros. Essas condições passam a ser premissas para alcançar os resultados, e por consequência, o sucesso.

Por isso é tão importante nos planejarmos para grandes mudanças, para grandes trajetórias. Acredito no provérbio da poetisa Adélia Prado, “Não quero a faca, nem o queijo. Quero a fome”. Entenda seu caminho, defenda seu propósito. Isso, com certeza, te levará muito longe.

Marcelo Trevisani

com mais de 18 anos de experiência como profissional nas áreas de Digital Marketing, Transformação Digital e Inovação, é Chief Marketing Officer da IBM no Brasil. Participou de grandes cases de Marketing Digital do Brasil para empresas como Tecnisa, BRF, Itaú, Coca-Cola, Nestlé e Vivo, além de ter sido finalista e vencedor em prêmios como Caboré 2017 e CMO 2019, respectivamente.

Aprenda a preparar o “Casquinha da Mata”

A Tal da Castanha traz uma receita especial da chef paulistana Natália Luglio, jovem cozinheira especializada em gastronomia sustentável, com foco em ingredientes locais da biodiversidade brasileira e defensora de uma dieta à base de vegetais. O prato está disponível no menu plant based da Pousada do Sandi, que fica em Paraty e que passou por uma repaginada completa no último ano. Confira abaixo:

Ingredientes:

80g cebola;
300g jaca
80g pimentão ou pimenta Cambuci (ou chapéu);
270g tomate;
7g alho;
80g;
10g polvilho;
15g salsinha;
15g cebolinha;
60g azeite;
80g creme branco de castanha.

Modo de preparo:

Em uma panela refogue no fogo baixo a cebola, a pimenta ou pimentão e a carne de jaca. Quando começar a dourar, adicione o tomate e o alho e refogue até o tomate dissolver completamente e ficar bem cremoso. Adicione o creme branco de castanhas, o sal e as ervas e desligue. Espere esfriar e misture o polvilho.

Ingredientes para o creme Branco de Castanhas:

130g Castanha de Caju Cruas  hidratada por 3 a 6 horas;
120ml água ou o necessário para bater, com cuidado para não deixar aguado.
Modo de preparo:

Bata tudo no liquidificador até ficar muito cremoso, sem pedacinhos.

Montagem da Casquinha:

Coloque o refogado de jaca em uma concha (falsa, de cerâmica), rale um pouco de castanha do Pará por cima, regue com algumas gotas de azeite e leve ao forno pré-aquecido a 180º até dourar, entre 5 e 10 minutos.

 

 

 

Conheça alimentos que podem aliviar os sintomas da Xerostomia

Sensação de boca seca pode ser causada pelo uso de medicamentos, alto níveis de estresse e sintomas de doenças como diabetes.

Você certamente já sentiu a boca seca quando estava com sede e com vontade de beber algum líquido, certo? Mas, você sabia que a falta de lubrificação bucal, também conhecida como xerostomia, pode ocorrer por diversas razões, como, por exemplo, uso de determinados medicamentos, estresse ou sintomas de doenças como diabetes?

Além dos exemplos citados acima, pessoas que estão realizando tratamentos quimioterápicos ou radioterapia também se queixam da redução da atividade das glândulas salivares e suas complicações.

Ficar com a boca seca pode causar, além do desconforto, o aumento de cáries, mau hálito e o risco de outras doenças. “A saliva é necessária para umedecer a boca, lubrificar os alimentos para facilitar a deglutição, proteger os tecidos e garantir a limpeza bucal”, afirma o dentista e Gerente Científico do Laboratório Gross, Maurício Moreira.

Pessoas que sofrem com xerostomia costumam ter que mudar alguns hábitos alimentares, pois essas mudanças podem contribuir para estimular a mastigação e aliviar o problema de saúde.

Maurício destacou quais alimentos são indicados para diminuir os sintomas de boca seca.

Agrião

O agrião está entre os alimentos que podem estimular a produção de saliva. Incluir o vegetal nas saladas é uma ótima alternativa para ativar a salivação e reforçar a saúde bucal, prevenindo o sintoma.

Ovos

Os ovos são fontes de proteína e vitamina B. Lembrando que a carência vitamínica é uma das causas de boca seca, estomatite e lesões na língua. Ele também pode ser um bom substituto quando a pessoa tiver alguma restrição ao consumo de carne animal, por ser mais fibrosa. Prefira o ovo cozido.

Maça

Uma maçã por dia já pode fazer a diferença para quem sofre com a boca seca. Essa fruta protege a boca e auxilia a higiene bucal porque incentiva à produção de saliva, que funciona como um detergente natural. Além disso, comer maçã exige um esforço maior da arcada dentária durante a mastigação e ajuda a diminuir as impurezas dos dentes.

Melancia

Algumas frutas como melancia são ricas em água e ajudam bastante na hidratação. Ela possui cerca de 90% de água em sua composição, o que alivia a sensação de boca seca e também previne a desidratação. E por conter vários minerais, consumir a fruta mantém o equilíbrio hídrico do corpo.

Picolés de frutas

Alimentos em temperatura ambiente ou gelados trazem diminuição da ardência e do desconforto oral. Por isso, o picolé pode ser uma opção. Prefira o sorvete à base de água, frutas e sem açúcar. Vale ressaltar que após o consumo de alimentos açucarados, o ideal é realizar a higiene oral com a escovação.

Sucos naturais

Os sucos são indicados para manter o corpo hidratado e aliviar o sintoma. O consumo de sucos mais neutros como melancia, melão, uva e goiaba ajudam a controlar a boca seca.

Além dos alimentos, as pessoas que sofrem com xerostomia podem contar com ajuda da saliva artificial, que auxilia a lubrificar a cavidade, como, por exemplo, o Xerolacer , do laboratório Gross. “A linha de produtos Xerolacer é indicada como auxiliar diário para a higiene oral de pacientes que apresentam desconforto e ressecamento da cavidade oral”, finaliza Moreira.