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Receitas práticas para aquecer os dias frios

Para inspirar as famílias brasileiras no preparo de pratos quentes, a Companhia Wickbold apresenta duas sugestões que são ideais para o inverno

Com a chegada dos dias mais frios, as sopas e os caldos ganham o topo da lista de pratos preferidos entre os brasileiros. Isso está relacionado ao fato de que esses alimentos promovem aquela sensação reconfortante ao paladar quando consumidos bem quentinhos. Além de serem práticos de preparar, geralmente, os ingredientes necessários para a produção fazem parte da dispensa de casa, o que torna a elaboração ainda mais viável.

Diante disso, para ajudar a aquecer os dias da estação mais fria do ano, apresentamos duas receitas ideias para o período. A primeira opção é Sopa Creme de Abóbora . Já a segunda trata-se do Caldinho de Feijão, Confira o passo a passo abaixo!

Sopa Creme de Abóbora e gengibre –
Rendimento: 6 porções | Tempo de preparo: 20 minutos

Ingredientes

6 fatias de pães

1 xícara (chá) de azeite

1 kg de abóbora cabotiá em pedaços

½ cebola picada

3 dentes de alho picados

30g de gengibre picado

1 litro de caldo de legumes

100g de semente de abóbora torrada

½ xícara (chá) de tomilho

1 colher (sopa) azeite

Sal e pimenta-do-reino a gosto

Modo de preparo

1. Disponha as fatias de Pão numa assadeira e regue com ½ xícara de azeite e tempere com sal. Asse por 10 minutos a 180 graus.

2. Numa panela média, coloque a outra parte do azeite e leve ao fogo baixo. Acrescente a cebola e refogue, até ficar transparente. Junte o alho picado, o gengibre, as folhas de tomilho e mexa por 1 minuto.

3. Adicione os cubos de abóbora e refogue por mais 1 minuto. Em seguida, coloque o caldo de legumes. Quando começar a ferver, deixe cozinhar por 20 minutos em panela tampada.

4. Retire do fogo e transfira o cozido para o liquidificador. Bata até obter um creme homogêneo.

5. Volte para a panela, acerte o sal e sirva com as torradas e semente de abóbora por cima do creme.

Caldinho de Feijão – 
Rendimento: 4 porções | Tempo de preparo: 30 minutos

Ingredientes

2 fatias de Pão de Forma Tradicional

1 colher (sopa) de coentro picado

½ pimenta dedo de moça sem sementes picada

1 colher (sopa) de azeite

2 dentes de alho amassados

2 conchas de feijão carioca cozido

3 conchas de caldo de feijão

1 colher (café) de sal

2 folhas de louro

Modo de Preparo

1. Pique bem as fatias de pão e misture com o coentro e a pimenta. Reserve;

2. Em uma panela, aqueça o azeite e refogue o alho, junte o feijão e o caldo do feijão; tempere com sal e coloque a folha de louro, deixe cozinhando por aproximadamente 15 minutos;

3. Bata o conteúdo da panela no liquidificador, até obter um caldo homogêneo;

4. Sirva o caldinho de feijão quente com a farofa de pão.

A cidade de São Paulo vazia será retratada em exposição

Momentos de crise nos permite olhar sob novos ângulos. Era março, quase na metade do mês, quando o Brasil parou diante de uma pandemia, causada pelo novo coronavírus. E, quem imaginaria São Paulo em um silêncio? Pareceu que o tempo parou e a contagem dos dias em quarentena só aumentava, enquanto as pessoas passam o tempo observando tudo através das janelas. A janela do quarto, da sala, da TV, do computador e do celular. Todas estavam abertas para notar que os roncos de motor nas ruas eram substituídos pelo canto dos pássaros. Uma beleza silenciosa e assustadora tomou conta da capital. Por outro lado, os céus ficaram mais limpos e o pôr do sol alaranjado viralizou nas redes sociais – cada um em sua janela. exposição.

Tempos de Quarentena

Ninguém nunca tinha visto a cidade de São Paulo parar e de um dia para o outro, todos estavam em casa. Muitos até mesmo sem perspectivas diante de um novo momento. O contato que era tão comum, deu lugar ao digital. Era novo normal chegando para ficar. E, estimulado por essa inusitada realidade, o fotógrafo Alexandre Suplicy se lançou cidade adentro com suas lentes. Reconhecido por captar cenas do cotidiano e belas paisagens urbanas cheias de movimentos, repletas de histórias e expressões humanas, Alexandre Suplicy percebeu que este momento único na oitava cidade mais populosa do mundo precisava ser registrada. Nenhuma de suas fotografias feitas ao redor do mundo, como África do Sul, Índia, Estados Unidos, Finlândia, Alemanha e Suíça, bem como as coleções “Street Photography”, exposta no 4º Festival de Fotografia de Tiradentes ou “Olhar Expresso” com fotos Metrô da Sé e Metrô Vila Prudente se compravam com aquele momento.

Faces da Quarentena 1

Diante desse cenário com novos olhares e reflexões, o fotógrafo explorou cada detalhe da cidade com câmera e drone, registrando todas as regiões e os pontos históricos de uma forma nunca vista: uma metrópole vazia e silenciosa. A exposição “Tempos de Quarentena”, uma mostra inédita que reúne toda série captada pelo fotógrafo em entre março e abril deste ano. São 23 quadros de imagens únicas com medidas de 60x90cm e de 1m x 1,5m, além de um projetor interativo com vídeo de imagens variadas registradas por drone, no solo e também das pessoas com máscaras com o título “Faces da Quarentena”.

Faces da Quarentena 2

No total, a exposição é composta por aproximadamente 70 obras. A vernissage da mostra acontece no dia  27 de agosto no piso Boulevard do D&D Shopping e fica exposta até o final de setembro, dia 27 de setembro. É possível visitar a exposição no novo horário de funcionamento shopping – de segunda a sábado das 12h às 20h e aos domingos das 14h às 19h, e que segue respeitando todas as orientações, tendo como prioridade a saúde e segurança dos lojistas, clientes e parceiros.

Sobre Alexandre Suplicy

Alexandre Suplicy se formou em fotografia pela “Vega School of Johannesburg – South Africa”. Passou dois anos na África viajando por diversos países para captar suas belezas, povos e particularidades. O fotógrafo e produtor cinematográfico é premiado e fez diversas exposições pelo país. Além de ser embaixador da marca BMW motos no Brasil.

… Bom dia!Quanto mais inteligente você fica,mais você escuta e menos você fala.

… Trocam de idade hoje: Isamara Andrighetto Hardoim,  Gabriela Figueiredo Melke,  Oswaldo Mochi Júnior,  Wilson Vieira Loubet, Antônio Carlos Arroyo,  Alex Maymone da Silva, Claryza Danielle Viveiros, Carol Gaiga, Itamar Ferreira, Priscilla Lemos Colman, Suelen Oliveira Gardin, Dani Arroyo Vargas e carolina Orantes. Happy birthday!

… Hoje (23),à meia-noite, ( horário de Brasília),  na tela da Band, o Canal Livre discute o impacto da pandemia do coronavírus na saúde mental. Para falar sobre o assunto, o programa recebe os psiquiatras Daniel Barros e Ivete Gattás.

… A apresentação é de Rodolfo Schneider. Participam como entrevistadores os jornalistas Fernando Mitre e Veruska Boechat.

Querido que só, o o advogado Wilson Loubet aniversaria hoje

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Operadoras de ski do Brasil se unem para campanha em prol do Braskicup

Seis operadoras de ski do Brasil se unem para campanha de pré-venda do evento. A ação inédita de pré-venda para a temporada de neve 2020/2021 em Courchevel é uma forma de incentivar a retomada do turismo.

Com a intenção de promover a retomada do turismo, seis principais operadoras de ski do Brasil: FVO, Interpoint, SnowTime, Landscape, SkiBrasil e Teresa Perez Tours se uniram à Carla Moura Pinheiro – idealizadora do Brasckicup – único evento de esportes de neve para brasileiros em Courchevel, para uma campanha de pré-venda da 8ª edição do evento. “Possuo mais de 10 anos de atuação no turismo, e não houve nada parecido com o que vivemos nos últimos meses. Agora, com a retomada, nossa estratégia com a campanha é gerar oportunidade para o setor, divulgar as medidas tomadas pela região, pelo hotel oficial do evento: La Sivolière e o hotel parceiro: Barrière Les Neiges para receberem os turistas com segurança. Ou seja, teremos o grande desafio de criar um Braskicup que simbolizará para muitos o regresso à liberdade”, explica Carla.

A ação online acontecerá entre os dias 24 a 28 de agosto. Para acompanhar a semana da pré-venda, receber as condições exclusivas para o Braskicup e participar dos sorteios onlines, o público deverá acessar o perfil do Instagram: @braskicup_courchevel. Vale ressaltar que a Braskicup Week em Courchevel, acontece entre os dias 16 e 23 de janeiro de 2021, com a presença confirmada das Djs Marina Diniz e Ornella Maggi embaixadoras do evento há 8 anos.

 

 

e Ornella Maggi embaixadoras do evento há 8 anos.

Como fazer Leite condensado vegano e Manteiga vegana

Leite condensado Vegano

Ingredientes
• 350 ml de leite de coco ou outro extrato vegetal
• 100 ml de calda de agave

Preparo:
• Em uma panela pequena, coloque o extrato vegetal e leve ao fogo para ferver, acrescente a calda de agave e mexa lentamente.
• Deixe cozinhar em fogo baixo por aproximadamente 40 minutos mexendo continuamente.
• A mistura vai engrossar. Deixe cozinhar até reduzir em cerca de 1/3 do líquido.
• Desligue, o fogo e espere esfriar.
• Guarde em um recipiente de vidro.
• Durabilidade 7 dias

Manteiga Vegana

Ingredientes:
• 250 ml de extrato vegetal (usei de amêndoas)
• 1 colher de sopa de vinagre de maçã
• 150 g de inhame cozido e picado em cubos grandes
• 1 colher de chá de goma guar
• 120 ml de óleo de coco sem sabor
• 1 colher de café de sal (usei sal de ervas)
• 1 colher de café de cúrcuma
• Salsinha, cebolinha, orégano desidratado à gosto

Preparo:

• Aqueça o extrato vegetal (sem ferver), dilua o vinagre. Deixe descansar 10 min para dar uma leve talhada. Acrescente o óleo de coco e a goma guar. Mexa delicadamente até misturar todos os ingredientes.
• Bata no liquidificador o inhame, o sal a cúrcuma e o extrato vegetal aquecido até formar um creme homogêneo.
• Acrescente as ervas desidratadas e misture delicadamente.
• Despeje a manteiga em um recipiente de vidro e leve à geladeira para gelar por 4 horas. Está pronta.

Receitas preparadas pela nutricionista Adriana Stavro

Estresse da quarentena pode causar tremores nas pálpebras

A condição é benigna e está quase sempre relacionada a momentos de tensão e ansiedade

Nada mais irritante do que aquele tremor nas pálpebras, que surge do nada e incomoda bastante. O termo médico dessa condição é mioclonia ou saúdeO tremor nas pálpebras está quase sempre ligado a quadros de estresse. E nada mais estressante do que a pandemia do coronavírus. Segundo a oftalmologista Dra. Tatiana Nahas, Chefe do Serviço de Plástica Ocular da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, o tremor nas pálpebras é uma condição, geralmente, benigna. “Na maioria dos pacientes, a mioclonia palpebral é um sinal de cansaço crônico, de ansiedade, de consumo excessivo de cafeína ou de álcool ou ainda de deficiência de magnésio. Trata-se de uma queixa constante na prática clínica e houve um aumento de consultas por esse motivo desde abril”, afirma Dra. Tatiana.

Qual a relação do estresse com os olhos?

“Quando estamos estressados, liberamos hormônios, como o cortisol, que vão para o sistema nervoso autônomo (responsável por controlar funções como respiração e digestão). “Lá, eles geram estímulos para as pálpebras e isso faz com que elas tenham contrações involuntárias e repetitivas das fibras do músculo orbicular palpebral”. Mas, não é só o estresse que pode fazer suas pálpebras tremerem. O consumo além da conta de café e álcool também tem relação com a mioclonia. “Sabemos que durante a quarentena houve um aumento no consumo de álcool e isso pode ter contribuído para o tremor palpebral.

Outros culpados

Outra causa comum do tremor nas pálpebras é o cansaço visual, decorrente do uso excessivo de celular, computador e televisão. “O que as pessoas mais fizeram dentro de casa foi exatamente aproveitar a tecnologia para passar o tempo”, diz Dra. Tatiana.
A deficiência de magnésio, mineral ligado à transmissão de impulsos nervosos e às contrações musculares, bem como a falta de óculos ou de lentes com graus inadequados e o olho seco também podem fazer suas pálpebras tremerem.

Gerenciamento do estresse

Não há nenhum tratamento para o tremor nas pálpebras. “O que é recomendado ao paciente é gerenciar o estresse, diminuir a ingestão de cafeína e álcool e trabalhar nos outros fatores de risco passíveis de prevenção, como reduzir a quantidade de horas em frente ao computador, consumir alimentos ricos em magnésio e assim por diante”, comenta a médica.

Tremores acompanhados de outros sintomas devem ser investigados

A mioclonia pode persistir durante semanas, principalmente quando ligada ao estresse. E como a maioria da população anda bem estressada, o tremor palpebral pode durar bastante tempo. A boa notícia, de acordo com Dra. Tatiana, é que não é preciso se preocupar, desde que não haja outros sintomas relacionados.  “Quando o tremor persistir e outras manifestações surgirem, como contrações musculares nos braços e nas pernas, alteração da força, cansaço crônico, perda de peso, alterações visuais, no paladar, olfato, entre outros, é preciso investigar junto ao oftalmologista”, finaliza Dra. Tatiana.

Café envelhecido é o mesmo que Café velho? Qual a diferença?

A técnica de maturação de alimentos é muito popular no universo dos vinhos, queijos e cachaças, mas você já ouviu falar de café envelhecido? Esse é um tema muito discutido no universo dos baristas e apreciadores da bebida, que se dividem entre os que aprovam e abraçam o envelhecimento dos grãos e os que acreditam que a técnica não passa de uma forma de vender café velho. O lançamento do café de Edição Limitada Master Origins Aged Sumatra, da Nespresso, reacendeu o debate e comprova: café envelhecido não é sinônimo de café velho. Entenda as diferenças e os processos a seguir:

Grãos e Torra

Para iniciar o envelhecimento do café é necessário selecionar variedades que combinem com o processo. Grãos da Indonésia e da Sumatra possuem o perfil ideal para essa técnica, sua baixa acidez e potencial aromático permitem que os grãos adquiram sabores desejados durante a maturação.
Uma torra intensa ressalta as notas especiais causadas pelo envelhecimento. Entre os sabores estão notas de Cedro, especiarias e um toque herbáceo.

Olhar artesanal

Para produzir um bom café envelhecido é preciso levar em consideração uma série de fatores, desde o tipo de grão até o monitoramento correto. No caso do café Master Origin Aged Sumatra, os grãos, colhidos em 2016, são armazenados em sacos de juta permeáveis, onde perdem e ganham umidade durante três anos, seguindo o ritmo da natureza. A cada três meses, esses sacos são abertos para que os grãos fiquem expostos ao ar e sequem de forma uniforme, evitando o mofo e apodrecimento, que caracterizam cafés velhos.

A técnica perfeita

Apenas a combinação do toque do homem com a técnica apurada é capaz de gerar cafés envelhecidos. O café Master Origin Aged Sumatra passa pelo método de processamento giling basah, ou descascamento molhado, que consiste em remover o pergaminho dos grãos enquanto estes ainda estão úmidos, permitindo que sequem com mais facilidade. O resultado traz notas amadeiradas com leve toque de especiarias, além de uma percepção aveludada, ressaltando sabores de cacau e de caramelo doce, ao contrário do café velho, que conta com um amargor indesejado.

TJ-MS se prepara para a retomada gradual a partir do dia 8 de setembro

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul estabeleceu, por meio da Portaria n. 1.828, medidas para retomada gradual a partir do dia 8 de setembro dos serviços presenciais no âmbito do Poder Judiciário de Mato Grosso do Sul, observadas as ações necessárias para prevenção de contágio pelo novo coronavírus – Covid-19. A norma estará publicada no Diário da Justiça da próxima segunda-feira (24).

A portaria regulamenta a retomada gradual e sistemática das atividades presenciais nas unidades jurisdicionais e administrativas do Poder Judiciário do Estado de Mato Grosso do Sul, observado o estabelecido nesta Portaria, nas Resoluções vigentes do Conselho Nacional de Justiça e nas condições sanitárias e de atendimento de saúde pública de cada Comarca, como forma de prevenção ao contágio da Covid-19.

O restabelecimento das atividades presenciais será a partir de 8 de setembro, no horário do expediente regular das 12 às 19 horas, observadas as etapas e demais regras constantes da norma. Fica mantida a autorização de trabalho remoto para magistrados, servidores e estagiários que estejam em grupos de risco, até que haja situação de controle da Covid-19 que autorize o retorno seguro ao trabalho presencial, mesmo com a retomada total das atividades presenciais.

O retorno gradual dos serviços presenciais deverá observar o percentual inicial máximo de até 30% dos usuários da respectiva unidade judiciária ou administrativa, por recinto de trabalho, de modo a evitar aglomeração de pessoas, devendo o quantitativo remanescente de servidores desempenhar suas atribuições em regime de teletrabalho, até que haja situação de controle da Covid-19.

Autor da notícia: Secretaria de Comunicação – [email protected]

Filme Morte no Nilo: com os famosos diamantes Tiffany

Crédito da foto: Rob Youngson/20th Century Studios.

A integração da Tiffany & Co., que será apresentada em lojas e online, mostra os diamantes e joias brilhantes da joalheria no novo filme de Kenneth Branagh, nos cinemas brasileiros em 12 de novembro .

O incomparável Diamante Tiffany de 128 quilates, que ficou famoso por Audrey Hepburn e usado pela última vez por Lady Gaga, aparecerá no novo longa do 20th Century Studios, “Morte no Nilo”. baseado no romance de 1937 de Agatha Christie. Uma recriação de The Tiffany Diamond é destaque no centro da história, ao lado de outros designs da Tiffany usados ​​no filme. “Morte no Nilo” é estrelado por Tom Bateman, Annette Bening, Kenneth Branagh, Russel Brand, Ali Fazal, Dawn French, Gal Gadot, Armie Hamer, Rose Leslie, Emma Mackey, Sophie Okonedo, Jennifer Saunders e Letitia Wright.

“O diamante Tiffany é um símbolo inestimável dos mais altos padrões de virtuosismo e artesanato na Tiffany, e raramente aparece além de seu cofre “, disse diretor artístico. “Um papel central na adaptação do romance clássico de Agatha Christie é merecedor de nosso diamante inestimável.”

Crédito da foto: Rob Youngson/20th Century Studios.

O diamante Tiffany, um diamante amarelo extravagante raro, foi descoberto em 1877 como um diamante bruto de 287,42 quilates das minas Kimberley da África do Sul e adquirido por Charles Lewis Tiffany. Em 1878, o diamante bruto foi lapidado em Paris em um formato de almofada brilhante de 128,54 quilates com 82 facetas sem precedentes, revelando o extraordinário fogo e a beleza dessa pedra.

A Tiffany & Co. promoverá o filme em suas lojas e plataformas digitais, destacando os diamantes amarelos radiantes da Tiffany e as coleções excepcionais vistas na tela. As lojas selecionadas da Tiffany apresentarão uma curadoria “Morte no Nilo” de joias Tiffany com uso intensivo de diamantes refletindo a aparência do filme, incluindo peças únicas de alta joalheria e das coleções Tiffany & Co. Victoria e Schlumberger®.

Além disso, as vitrines que capturam o espírito do mistério emocionante de Christie e as joias do filme serão apresentadas na Tiffany Flagship Next Door em Nova York, na butique de Beverly Hills em Los Angeles e na localização da Old Bond Street em Londres.

Em “Morte no Nilo”, as férias do detetive belga Hercule Poirot no Egito a bordo de um navio fluvial glamoroso se transformam em uma busca assustadora por um assassino quando a lua de mel de um casal é tragicamente interrompida. Situado em uma paisagem épica de paisagens arrebatadoras do deserto e as majestosas pirâmides de Gizé, este conto de paixão desenfreada e ciúme incapacitante apresenta um grupo cosmopolita de viajantes impecavelmente vestidos, o deslumbrante Diamante Tiffany, e reviravoltas perversas o suficiente para prender a atenção do público até o chocante desfecho final. “Morte no Nilo” terá estreia mundial em 23 de outubro e estará nos cinemas em 12 de novembro de 2020 no Brasil.

Bolsas e mochilas produzidas em papel amassado

As peças integram a nova linha sustentável da marca UMA, focada no público jovem e consciente

A linha de roupas e acessórios UMA X, lançada no mês de julho pela marca UMA, tem como compromisso uma produção sustentável consciente, trazendo inovações para um público jovem e conectado. Entre os destaques de sua primeira coleção estão a Bolsa Planície e a Mochila Patamar, que são produzidas 100% em papel amassado e traduzem na prática a missão da empresa em inovar com o uso de matérias-primas pouco exploradas e que, sobretudo, diminuam o impacto ambiental.

Com design assinado por Raquel Davidowicz, ambas as peças são confeccionadas com um papel enrijecido lavável, durável, prático e ecológico, que permite um manuseio eficiente e descomplicado. Credenciado pelo Forestry Stewardship Council (FSC) e pela Oeko-Tex, órgãos profissionais que garantem que o material seja originado e produzido com responsabilidade, é reconhecido como um recurso vegan e uma alternativa viável a muitos produtos à base de couro, por ter um sensorial bem similar.

Ao contrário do que se possa imaginar, o papel é muito resistente e suporta os impactos do uso diário com tranquilidade, além de ser impermeável, aumentando assim sua durabilidade e impedindo que agentes externos e ações do clima, como chuva e umidade, afetem o produto.

Com caimento transversal, forro interno, zíper de metal e alça ajustável, a Bolsa Planície possibilita diferentes modos de uso, inclusive como pochete, enquanto a Mochila Patamar possui forro, fechamento por fivelas, bolso interno com zíper e alças ajustáveis, para quem busca pela combinação perfeita de espaço e funcionalidade.

Ambas as peças são produzidas no Brasil e estão disponíveis para venda nas lojas da UMA (SP, RJ e NY) e pelo site da UMA X: https://www.uma.com.br/x