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Dez tipos de Mangas: aprenda a escolhar a ideal para cada receita

Nutricionista explica a versatilidade da fruta e como utilizá-la em diferentes preparações. Foto: Imagem gerada por Inteligência Artificial

Com a chegada da primavera e a proximidade do verão, começa o período de safra das mangas, uma das frutas tropicais mais consumidas globalmente. Apreciada por seu sabor e aroma, a fruta é amplamente consumida in natura e aplicada em preparos como sucos, sorvetes, geleias e doces, além de fornecer nutrientes essenciais para uma alimentação equilibrada.

No Brasil, o cultivo abrange diversos tipos de manga, cada um com particularidades de textura, tamanho, sabor e aplicação culinária. Para auxiliar o consumidor na escolha ideal na hora da compra ou do preparo de receitas, Cláudia Mulero, nutricionista da rede Água Doce Sabores do Brasil, esclarece as principais distinções entre os tipos disponíveis no mercado.

No Brasil, o cultivo abrange diversos tipos de manga, cada um com particularidades de textura, tamanho, sabor e aplicação culinária. Foto: Pexels

“As principais diferenças estão no sabor, na quantidade de fibras e na aparência. Algumas variedades, como a Ubá, se destacam pelo sabor doce e marcante, sendo uma boa opção para sobremesas. A Rosa, por sua vez, apresenta sabor adocicado e aroma característico. Já algumas possuem maior quantidade de fibras, como a espada, enquanto outras, como a Kent, têm polpa com menos fibras. Um detalhe importante é que a cor da casca não é um indicador totalmente confiável de maturação da fruta. Algumas mangas, como a Keitt, permanecem verdes mesmo quando maduras. Por isso, é importante conhecer as características de cada variedade para escolher a mais adequada para cada preparação”, detalha Cláudia.

Confira as Principais Variedades Cultivadas no País:

Palmer: Uma das mais populares, destaca-se pela polpa firme, suculenta e com baixo teor de fibras. De tamanho grande e alongado, ganha tons avermelhados e arroxeados quando madura, sendo indicada para consumo puro, sucos, vitaminas e saladas de frutas.

Uma das mais populares, destaca-se pela polpa firme, suculenta e com baixo teor de fibras. Foto: Freepik

Rosa: Tradicional e menor que a Palmer, possui casca rosada ou avermelhada ao amadurecer. Apresenta aroma intenso, sabor adocicado e polpa suculenta com fibras.

Tradicional e menor que a Palmer, possui casca rosada ou avermelhada ao amadurecer. Foto: Divulgação

Keitt: Conhecida pelo porte grande e sabor doce, com pouca fibra. Como pode manter a casca verde mesmo quando madura, a coloração não deve ser o único parâmetro de escolha.

Manga Keitt, como pode manter a casca verde mesmo quando madura, a coloração não deve ser o único parâmetro de escolha. Foto: Magnific

Tommy Atkins: Ampla produção no país, conta com casca avermelhada ou alaranjada e polpa firme levemente ácida. Possui mais fibras que as versões Palmer e Keitt e alta durabilidade de transporte.

Haden: Variedade grande com casca em tons de vermelho, amarelo e verde. Oferece polpa macia, sabor marcante e quantidade moderada de fibras.

Manga Haden, variedade grande com casca em tons de vermelho, amarelo e verde. Foto: Magnific 

Ubá: Tradicionalmente brasileira, é menor, arredondada e bastante doce. Com polpa macia e pouca fibra, é utilizada na produção de sucos, sorvetes, geleias e doces.

Bourbon: Possui porte médio, formato ovalado e casca verde-amarelada ou avermelhada. É consumida tanto pura quanto no preparo de bebidas e doces.

Possui porte médio, formato ovalado e casca verde-amarelada ou avermelhada. Foto: Divulgação

Kent: Destaca-se pela textura cremosa e ausência quase total de fibras. Assim como a Keitt, pode permanecer esverdeada na maturação, exigindo verificação pelo toque e aroma.

Espada: Apresenta formato alongado, aroma marcante e sabor concentrado. Possui maior presença de fibras na polpa em comparação a outros tipos.

Coquinho: Pequena e arredondada, tem casca verde-amarelada ao amadurecer e polpa macia, suculenta e com textura fibrosa.

Novembro Azul alerta para a prevenção do câncer de próstata

Especialista do Trasmontano Saúde orienta sobre fatores de risco, sinais de alerta e diagnóstico do câncer de próstata. Crédito: Divulgação

A campanha Novembro Azul chama a atenção para a saúde do homem de forma integral, destacando a importância da rotina médica preventiva e da adoção de hábitos saudáveis. O foco principal da mobilização é o combate ao câncer de próstata, segundo tipo de tumor mais frequente entre os homens no Brasil, atrás apenas do câncer de pele não melanoma. De acordo com as estimativas do Instituto Nacional de Câncer (INCA), o país deve registrar 77.920 novos diagnósticos da doença por ano entre 2026 e 2028. Em 2024, a enfermidade causou 17.826 óbitos no território nacional.

“O câncer de próstata pode evoluir silenciosamente. Por isso, o homem não deve esperar o aparecimento de sintomas para começar a cuidar da saúde. O acompanhamento médico permite avaliar o histórico familiar, os fatores de risco e a necessidade de investigação de forma individualizada”, ressalta o Dr. Célio Faustino do Nascimento, urologista do Trasmontano Saúde.

O câncer de próstata pode evoluir silenciosamente. Por isso, o homem não deve esperar o aparecimento de sintomas para começar a cuidar da saúde. Foto: Magnific

O avanço da idade constitui um dos principais fatores de risco, com elevação das taxas de incidência e mortalidade a partir dos 60 anos. O alerta deve ser redobrado entre homens negros e indivíduos com histórico familiar de câncer de próstata. Além disso, o excesso de peso e a obesidade aumentam a probabilidade de desenvolvimento de estágios avançados da doença, enquanto o tabagismo agrava o prognóstico do paciente.

Nas fases iniciais, a condição costuma ser assintomática. Com o avanço do quadro, podem surgir sintomas como dificuldade para urinar, diminuição do jato urinário, aumento da frequência urinária e presença de sangue na urina. Por serem sinais compartilhados com doenças benignas da próstata, o diagnóstico médico especializado é indispensável.

A recomendação geral é que a avaliação médica periódica inicie aos 50 anos para homens sem sintomas. Foto: Magnific

A recomendação geral é que a avaliação médica periódica inicie aos 50 anos para homens sem sintomas. No caso de homens negros ou com antecedentes familiares da doença, o acompanhamento deve começar aos 45 anos. Diante de qualquer sintoma urinário, a consulta médica deve ser buscada imediatamente, independentemente da faixa etária.

Para a investigação, o profissional de saúde pode solicitar o exame de sangue PSA e realizar o exame de toque retal. Alterações nesses testes não confirmam o diagnóstico isoladamente, exigindo exames complementares e a biópsia da próstata para a validação do quadro.

“Cada paciente deve ser avaliado de acordo com sua idade, condições de saúde e histórico pessoal e familiar. A consulta periódica é essencial para definir quais exames devem ser realizados e com que frequência, sempre respeitando as características de cada homem”, enfatiza o urologista.

Confirmada a presença do tumor, a definição do tratamento depende do estágio da doença, das características do tumor, da idade e do estado geral de saúde do paciente. As abordagens incluem vigilância ativa, intervenção cirúrgica, radioterapia, hormonioterapia e outras terapias sistêmicas.

Além do combate ao câncer de próstata, o Novembro Azul promove a conscientização sobre o bem-estar geral do público masculino, incentivando a prática regular de atividades físicas, alimentação equilibrada, controle do peso corporal, moderação no consumo de álcool e abandono do tabagismo.

Descubra seis cidades fortificadas no Alentejo

No Alentejo, a maior região de Portugal, as marcas do passado estão gravadas em livros e, de forma ainda mais viva, nas imponentes construções em pedra que contornam suas cidades. Erguidas em períodos marcados por guerras, invasões e severas disputas territoriais, as muralhas locais foram vitais para a proteção e a consolidação do país. Séculos depois, essas estruturas defensivas deixaram os cenários de batalha para se tornarem valiosos testemunhos históricos.

Hoje, totalmente restauradas e preservadas, as fortificações integram a paisagem de vilas e cidades alentejanas. Elas convidam os viajantes a caminhar por suas ameias, atravessar portas seculares e mergulhar nas origens da região. Trata-se de um destino onde a tranquilidade atual contrasta diretamente com o passado bélico, enriquecendo a experiência turística.

Abaixo, confira as principais cidades amuralhadas que ajudam a contar a história do Alentejo:

Marvão

Situada a 860 metros de altitude na Serra de São Mamede, Marvão chama a atenção por suas muralhas que circundam uma pitoresca vila medieval datada do século 13. O complexo exibe um notável conjunto de arquitetura militar medieval, composto por:

  • O castelo local;
  • A tradicional Torre de Menagem;
  • Estruturas defensivas que acompanham perfeitamente o relevo rochoso da serra.

No interior dessas muralhas, o turista encontra um núcleo urbano extremamente preservado, repleto de ruas de pedra, igrejas históricas, jardins e construções tradicionais.

Marvão chama a atenção por suas muralhas que circundam uma pitoresca vila medieval datada do século 13. Crédito Victor Carvalho

Castelo de Vide

Também integrada ao relevo da Serra de São Mamede, as muralhas de Castelo de Vide foram erguidas no século 13. Além de protegerem a vila e suas fortificações originais, as estruturas revelam um impressionante conjunto de arquitetura militar abaluartada.

Quem cruza os muros encontra um centro histórico charmoso, caracterizado por ruas estreitas, residências tradicionais e vestígios de diferentes eras. O castelo da cidade integra esse cenário ao lado da imponente Torre de Menagem, que se destaca no panorama local.

Também integrada ao relevo da Serra de São Mamede, as muralhas de Castelo de Vide foram erguidas no século 13. Crédito: Turismo do Alentejo

Elvas: A “Rainha da Fronteira”

Reconhecida como Patrimônio Mundial pela Unesco, a cidade de Elvas abriga a maior fortificação abaluartada do mundo, construída entre os séculos 12 e 13. Suas famosas muralhas possuem um desenho em forma de estrela e estendem-se por cerca de 10 quilômetros de extensão.

Por combinar diferentes períodos históricos, o complexo resulta em um conjunto arquitetônico único. Dentro dessa estrutura militar, destacam-se:

  • O Forte de Santa Luzia;
  • O Forte da Graça;
  • Diversos fortins que atuavam no reforço da proteção da cidade.
Castelo de Elvas. Crédito: Turismo do Alentejo

Évora

Classificadas como monumento nacional, as muralhas de Évora envolvem um centro histórico que também é listado como Patrimônio Mundial pela Unesco. Embora a cidade tenha origens ainda mais antigas, a configuração atual das muralhas começou a ser edificada a partir do século 14.

Ao longo do tempo, povos como romanos, visigodos, mouros e portugueses medievais deixaram suas marcas na região, gerando uma arquitetura rica e diversa. Atualmente, os visitantes podem percorrer trechos inteiros das muralhas, observando baluartes, portas e torres, além de desfrutar de praças e ruas de pedra muito bem conservadas.

Mourão

Erguidas no topo da vila e posicionadas às margens do rio Guadiana, as muralhas medievais de Mourão datam do século 13. As fortificações preservam o traçado medieval original integrado ao relevo e mostram vestígios da arquitetura militar abaluartada.

O castelo local é composto por muralhas reforçadas por torres quadrangulares e portas em arco ogival com clara influência gótica. No interior da área protegida, os destaques ficam por conta das ruas tranquilas, das casas tradicionais, da Torre de Menagem e da histórica Igreja Matriz de Nossa Senhora das Candeias.

Erguidas no topo da vila e posicionadas às margens do rio Guadiana, as muralhas medievais de Mourão datam do século 13. Crédito: Nelson Carvalheiro

Serpa

Fechando a lista, a cidade de Serpa é envolvida por muralhas medievais do século 13 que abraçam todo o seu núcleo histórico. As fortificações cumprem o papel de proteger a vila e formam um expressivo conjunto de arquitetura militar da Idade Média.

Dentro dos muros, o público se depara com um ambiente de ruas tranquilas e importantes testemunhos históricos. O conjunto é coroado pelo Castelo de Serpa, pela Torre do Relógio (de origem islâmica) e por uma imponente Torre de Menagem, espaço que hoje sedia o Museu de Arqueologia local.

Fechando a lista, a cidade de Serpa é envolvida por muralhas medievais do século 13 que abraçam todo o seu núcleo histórico. Crédito: Nelson Carvalheiro

Tesla tira o Roadster do chão e aproxima o superesportivo da tecnologia espacial

Por: Jefferson de Almeida

Um superesportivo elétrico capaz de acelerar em menos de um segundo e realizar movimentos no ar. Foi com essa proposta que a Tesla apresentou, na noite de 15 de outubro, uma nova evolução do Roadster, em um evento nas instalações da SpaceX, no Texas, nos Estados Unidos. Desenvolvido com a colaboração da empresa aeroespacial de Elon Musk, o projeto incorpora propulsores à engenharia automotiva e amplia as possibilidades de desempenho sobre quatro rodas.

A sequência divulgada pela fabricante mostra o veículo percorrendo uma rampa curva, ficando de cabeça para baixo e realizando uma rotação no ar antes de retornar ao solo. A combinação de um sistema de sucção com propulsores permite executar movimentos que ultrapassam o repertório habitual de um carro esportivo. A apresentação, porém, ainda integra o desenvolvimento de um projeto cuja produção está prevista para 2028.

Um superesportivo elétrico capaz de acelerar em menos de um segundo e realizar movimentos no ar. Foto: Divulgação/Tesla

Tecnologia da SpaceX

A participação da SpaceX envolve tecnologias adaptadas ao automóvel, especialmente os propulsores de gás frio. O sistema libera gás armazenado sob alta pressão para gerar impulso e ajudar a controlar os movimentos do veículo. Diferentemente dos motores convencionais de foguetes, esse mecanismo não depende da queima de combustível para produzir a propulsão.

Outro recurso apresentado é o sistema de sucção, que aumenta a força que mantém o carro junto à superfície. Ele contribui para explicar a passagem pela parte invertida da rampa. Os propulsores, por sua vez, auxiliam os movimentos fora do solo.

A integração dessas soluções exige uma estrutura que acomode reservatórios pressurizados, dispositivos de controle e saídas de gás. O resultado é um projeto que combina desempenho elétrico, aerodinâmica e recursos derivados da engenharia aeroespacial.

Outro recurso apresentado é o sistema de sucção, que aumenta a força que mantém o carro junto à superfície. Foto: Divulgação/Tesla

Três configurações

A apresentação destacou as configurações Performance, Thrust e Rocket, com propostas distintas. A Performance foi descrita pela Tesla como voltada às ruas, com dois lugares, aerodinâmica ativa e sistema de sucção.

A Thrust acrescenta propulsores traseiros de gás frio e tem proposta direcionada às pistas. Para essa configuração, a fabricante anuncia aceleração de zero a 60 milhas por hora aproximadamente 96,6 km/h em menos de um segundo. O número deve ser tratado como uma informação divulgada pela empresa, ainda dependente de avaliação independente em condições verificáveis.

A Thrust acrescenta propulsores traseiros de gás frio e tem proposta direcionada às pistas. Foto: Divulgação/Tesla

A Rocket representa a interpretação mais extrema do projeto. Com apenas um assento e dez propulsores distribuídos pelo veículo, reúne os recursos destinados aos movimentos no ar. Essa configuração tem acesso restrito e não é aprovada para circulação em vias públicas.

O alcance da “flutuação”

As imagens rapidamente estimularam o uso da expressão “carro voador”. A demonstração apresentada, entretanto, envolve impulsos, saltos e controle momentâneo da posição do automóvel no ar. Não estabelece, por si só, capacidade para realizar trajetos aéreos contínuos.

A distinção ajuda a dimensionar a novidade. Sair do chão durante uma manobra controlada é um feito diferente de oferecer um veículo destinado ao transporte aéreo. Também permanecem questões sobre duração dos impulsos, necessidade de reabastecimento dos reservatórios e condições de utilização dos recursos na versão definitiva.

Para o público, a imagem mais marcante é a do esportivo suspenso. Para a engenharia, o desafio está em integrar essas funções a um conjunto que possa ser produzido e operado com segurança e consistência.

Carro esportivo cinza escuro visto por trás, com lanterna traseira vermelha horizontal e placa POSTR, em movimento rápido à noite, com luzes de farol iluminando a pista e postes de luz ao fundo
A distinção ajuda a dimensionar a novidade. Sair do chão durante uma manobra controlada é um feito diferente de oferecer um veículo destinado ao transporte aéreo. Foto: Divulgação/Tesla

Uma espera de quase uma década

A segunda geração do Roadster foi inicialmente apresentada em 2017, com a intenção de chegar à produção em 2020. Desde então, o projeto passou por mudanças de cronograma e de proposta. O prazo agora indicado por Musk é 2028, ainda como previsão da companhia.

O preço final não foi divulgado na apresentação. Valores associados a anúncios anteriores e depósitos de reserva não devem ser confundidos com o custo definitivo das novas configurações.

A trajetória prolongada também coloca o lançamento sob observação. Entre apresentar um protótipo e entregar um automóvel aos compradores há etapas de desenvolvimento, validação e preparação industrial. No caso do Roadster, a complexidade dos recursos anunciados torna essa passagem especialmente relevante.

Tesla Roadster
No caso do Roadster, a complexidade dos recursos anunciados torna essa passagem especialmente relevante. Foto: Divulgação/Tesla

Uma vitrine para a marca

O Roadster ocupa uma posição de destaque na estratégia de imagem da Tesla. Sua proposta é demonstrar capacidade de engenharia, atrair atenção e projetar a marca no segmento dos superesportivos, mesmo sem a expectativa de atingir o volume comercial de modelos mais acessíveis.

A colaboração com a SpaceX reforça essa intenção ao aproximar duas empresas de Musk em um produto que concentra tecnologia e espetáculo. O próximo passo será acompanhar quais recursos chegarão à produção e em que condições poderão ser utilizados. A apresentação já colocou o esportivo entre os projetos mais comentados do momento; sua entrega determinará o alcance efetivo dessa nova etapa.

Carro esportivo branco com portas tipo tesoura abertas para cima e capô traseiro também aberto, revelando o interior escuro e o motor. O veículo está em um estúdio com fundo preto e piso cinza escuro
A colaboração com a SpaceX reforça essa intenção ao aproximar duas empresas de Musk em um produto que concentra tecnologia e espetáculo. Foto: Divulgação/Tesla

… Bom dia! “Os obstáculos são essas coisas espantosas que você vê quando afasta os olhos da meta.”

… Um abraço aos aniversariantes de hoje: Mariana Medina de Almeida, Karine Casal, Allan Ribeiro, Claudinei Martinucho, Patricia Riccelli Galante de Sá, Cleirton Damasceno, Ayrton Moura, Celi Martins Pereira, Eloah Andrade, José Ferreira Netto, Antonio Flavio Silva Neto, Alexandre Leo da Silva, Neide Moraes, Dionéia Bambil Dias Rigo, Fernanda Oliveira Machado, Neuza Guerra, Roberto Guerra, Lih Silva, Raquel Santos Valeriano e João Macedo. Happy birthday!

Para o Halloween: biscoitos fantasminhas de marshmallow

Foto: Divulgação/Divino Fogão

Aposte na receita criativa de Biscoitos Fantasminhas de Marshmallow do Divino Fogão para celebrar a data do Halloween com doçura e um toque de travessura! Perfeitos para a sua festa ou para fazer a alegria da criançada, esses biscoitinhos combinam a leveza e a textura macia do marshmallow com uma base crocante. Prepare o caldeirão, vista a fantasia e traga o espírito do Dia das Bruxas para a sua cozinha com essa delícia assustadoramente saborosa!

Biscoitos Fantasminhas de Marshmallow

Ingredientes:

  • 12 marshmallows grandes
  • 12 biscoitos de maisena ou cookies redondos
  • Chocolate meio amargo derretido ou caneta de chocolate (para os olhos)
Foto: Divulgação/Divino Fogão

Modo de preparo:

Inicialmente, coloque os biscoitos em uma assadeira ou prato, derreta um pouco do chocolate e use como “cola” para fixar o marshmallow sobre cada biscoito. Com o chocolate derretido ou a caneta de chocolate, faça dois olhinhos e uma boquinha no marshmallow, formando fantasminhas. Deixe secar por alguns minutos e sirva.

O problema da adultificação infantil

Um tema importante e que está mobilizando todo o país: a adultificação infantil. Foto: Freepik

*Por André Naves

Defensor Público Federal André Naves / Foto: Arquivo pessoal

O recente e necessário documentário “Adultizando”, do youtuber Felca, cumpre um papel brilhante ao escancarar a perversidade da adultificação infantil e os perigos da superexposição de crianças nas redes sociais. A obra é um soco no estômago, um alerta indispensável contra uma cultura que flerta perigosamente com a exploração e até com o incentivo à pedofilia. Recomendo que todos assistam.

Ao olharmos, no entanto, para além do imediato, o documentário tangencia uma ferida ainda mais profunda e estrutural do nosso país. Entre uma cena e outra de crianças imitando rotinas e vaidades ostentatórias de adultos vazios, emerge um sintoma assustador: o desprezo explícito pela educação.

Entre uma cena e outra de crianças imitando rotinas e vaidades ostentatórias de adultos vazios, emerge um sintoma assustador: o desprezo explícito pela educação. Foto: Adina Voicu por Pixabay

Para essas crianças, a escola é um peso, o conhecimento é um obstáculo e o sonho não é ser, mas ter. O materialismo, despido de qualquer pudor, se apresenta como o valor supremo, ofuscando pilares como o trabalho, a ética e a própria construção do saber.

Este é o epicentro do nosso drama. Aliás, o documentário deveria ter dado mais atenção para essa indigência moral, e deixado o sensacionalismo em suspenso, um pouco… Uma criança materialista hoje é o projeto de um adulto que, amanhã, enxergará nos próprios filhos uma nova fonte de renda, um produto a ser monetizado. Inicia-se, assim, um ciclo vicioso e devastador, onde a infância é sequestrada e o futuro, aniquilado.

Mas seria simplista culpar apenas os pais. Todos eles são culpados, claro, mas não são a causa, e sim a consequência de um abandono muito maior. Muitos desses pais foram, eles mesmos, crianças cujos direitos foram negligenciados, crescendo em um ambiente de miséria, desigualdade e, sobretudo, de uma educação precária.

Para essas crianças, a escola é um peso, o conhecimento é um obstáculo e o sonho não é ser, mas ter. Foto: Mirko Sajkov por Pixabay

Uma educação que não dialoga com suas realidades, que não acende a chama da curiosidade e que parece anacrônica diante das linguagens e dos anseios das novas gerações. Quando a escola falha em apresentar um caminho de esperança e propósito, o apelo vazio da fama instantânea e dos “likes” se torna um canto de sereia irresistível.

É aqui que reside nossa maior responsabilidade como sociedade. Compete aos educadores, aos gestores públicos e a todos nós entender que a solução não está em demonizar a tecnologia, mas em ressignificar a educação. Precisamos mostrar a estas crianças e jovens que aprender não é decorar fórmulas, mas desenvolver o raciocínio lógico; não é acumular informações, mas cultivar habilidades socioemocionais. É, em outras palavras, aprender a aprender!

Em um mundo onde a inteligência artificial avança para automatizar tarefas técnicas, o que nos restará de essencialmente humano será nossa capacidade de sentir alteridade, de colaborar, de criar, de resolver problemas complexos com um olhar que a máquina não possui.

Em um mundo onde a inteligência artificial avança para automatizar tarefas técnicas, o que nos restará de essencialmente humano será nossa capacidade de sentir alteridade. Foto: Freepik

A criatividade, a resiliência e o pensamento crítico não são matérias de um currículo, mas a própria essência de uma formação que liberta. O desprezo pela educação que “Adultizando” nos mostra de relance é um grito de alerta. Ignorá-lo é nos contentarmos em tapar o sol com a peneira, enquanto as fundações do nosso futuro social se esfarelam.

A verdadeira beleza não está em enxergar o sucesso efêmero de um vídeo viral, mas em construir um caminho sólido onde cada criança possa enxergar, através do conhecimento, a potência infinita do seu próprio ser. O fogo da esperança precisa ser mantido aceso, e a educação é o único combustível capaz de alimentá-lo!

André Naves é Defensor Público Federal formado em Direito pela USP, especialista em Direitos Humanos e Inclusão Social; mestre em Economia Política pela PUC/SP.

Christian Louboutin redefine os calçados masculinos

Os calçados tradicionais do guarda-roupa masculino ganham novas leituras na mais recente seleção da Maison Christian Louboutin. Unindo silhuetas atemporais a acabamentos sofisticados, a coleção reúne modelos dos tipos Oxford, Derby e flats, transitando entre a alfaiataria clássica e propostas de estilo contemporâneas.

Com diferentes combinações de materiais e técnicas de confecção, os lançamentos reafirmam a versatilidade do calçado masculino em composições que vão do estilo formal aos eventos de gala.

Linhas alongadas e detalhes marcantes

A estrutura do clássico Oxford ganha destaque em modelos como o Greggory Flat, confeccionado em couro de bezerro preto e caracterizado por suas linhas alongadas. O modelo conta ainda com a variação Greggory Flat Calf Balmo, em couro marrom de acabamento brilhante, voltada para elevar composições de alfaiataria. No mesmo segmento, o Greggo reforça o visual elegante com amarração por cadarço e corte ajustado.

Greggory Flat. Foto: Divulgação/Christian Louboutin

Para quem busca uma proposta mais robusta sem perder a sofisticação, o Moustachou Derby apresenta bico arredondado e sola proeminente, garantindo um equilíbrio entre a inspiração clássica e a estética urbana.

Moustachou Derby. Foto: Divulgação/Christian Louboutin

Ocasiões especiais e minimalismo

A seleção também contempla momentos festivos e o universo bridal (noivos) com o Sartoby. O modelo traz acabamento em couro de bezerro, bico curvo e os tradicionais detalhes brogue (perfurados no couro), sendo indicado para acompanhar trajes formais e eventos de gala.

Em contrapartida, o modelo Dandelion aposta no minimalismo absoluto. Com silhueta limpa e contornos suaves, a peça destaca a capacidade de transição do calçado masculino entre diferentes códigos e ocasiões de vestimenta.

Sartoby. Foto: Divulgação/Christian Louboutin

A assinatura inconfundível

Em todas as criações, o toque final fica por conta da icônica sola vermelha, marca registrada global de Christian Louboutin. A seleção demonstra como integrar os elementos característicos da Maison ao dia a dia masculino, complementando desde ternos tradicionais até combinações casuais refinadas.

Os novos modelos já podem ser encontrados nas boutiques físicas da Christian Louboutin no Brasil e na plataforma de e-commerce Iguatemi 365.