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NANNAI Milagres entra em operação e amplia a hotelaria de luxo em Alagoas

Terceira unidade da rede ocupa uma área de 2,1 hectares na Praia do Marceneiro e reúne arquitetura integrada à natureza, acomodações com piscinas privativas e gastronomia inspirada nos sabores nordestinos

Por: Jefferson de Almeida

São Miguel dos Milagres acaba de ganhar um novo endereço dedicado à hospitalidade de alto padrão. O NANNAI Milagres entrou oficialmente em operação na Praia do Marceneiro, no litoral norte de Alagoas, levando para a Costa dos Corais o conceito que consolidou a rede entre os principais nomes da hotelaria brasileira.

A abertura marca a terceira unidade do grupo no Nordeste. Depois de construir sua trajetória em Muro Alto e Fernando de Noronha, ambos em Pernambuco, o NANNAI escolheu Alagoas para iniciar uma nova etapa de expansão, acompanhando o crescimento da Rota Ecológica dos Milagres como destino de natureza, exclusividade e experiências personalizadas.

Praia do Marceneiro, em São Miguel dos Milagres, Alagoas
NANNAI Milagres ficará em luxuosa propriedade à beira da Praia do Marceneiro • Divulgação

Instalado em uma área de 2,1 hectares, o empreendimento foi concebido para manter uma relação permanente com a paisagem. O mar, os extensos coqueirais, a areia branca e o ritmo das marés ajudam a definir a atmosfera do hotel, que procura combinar sofisticação, privacidade e a sensação de que o tempo passa mais devagar.

O projeto arquitetônico, assinado pelo escritório Rodrigo Fagá, adota linhas contemporâneas e materiais naturais, como madeira, pedra, concreto e piaçava. As grandes superfícies envidraçadas aproximam os ambientes da vegetação e favorecem a entrada de luz natural. A implantação e a arquitetura de interiores foram conduzidas pela The WeDo, enquanto o paisagismo leva a assinatura de Luiz Vieira.

As grandes superfícies envidraçadas aproximam os ambientes da vegetação e favorecem a entrada de luz natural. Foto: Divulgação

Elementos da cultura alagoana também aparecem na composição dos espaços. Peças artesanais da Ilha do Ferro, referências à renda filé e móveis de designers brasileiros ajudam a construir uma identidade ligada ao território. A proposta é apresentar um luxo menos ostensivo, percebido principalmente na qualidade dos materiais, no conforto e no cuidado com os detalhes.

As acomodações foram planejadas para receber casais e famílias em diferentes configurações. Entre as categorias está a Villa Beira Mar, com 151 metros quadrados, piscina exclusiva, ducha ao ar livre e uma área externa voltada para o oceano. Já o Bangalô Master Jardim oferece 230 metros quadrados de área privativa, ambientes integrados e piscina cercada pelo verde.

Já o Bangalô Master Jardim oferece 230 metros quadrados de área privativa, ambientes integrados e piscina cercada pelo verde. Foto: TRIPADVISOR

O hotel também disponibiliza Bangalô Jardim, com 110 metros quadrados e piscina privativa; Suíte Jardim, com 82 metros quadrados e vista para o lago; e Apartamento Jardim, com 37 metros quadrados, pensado especialmente para duas pessoas. Em todas as categorias, a arquitetura procura favorecer a privacidade e o contato com a natureza.

A estrutura de lazer reúne piscinas, jacuzzi, spa, academia, boutique, beach club e áreas de contemplação. O projeto acompanha uma tendência presente na hotelaria contemporânea: transformar a hospedagem em uma experiência completa, na qual descanso, bem-estar, gastronomia e paisagem fazem parte da mesma narrativa.

O restaurante TiaTê Milagres apresenta uma cozinha autoral e afetiva, inspirada nas receitas de família e na valorização dos ingredientes brasileiros. Foto: Divulgação

A gastronomia é outro ponto central da experiência. O restaurante TiaTê Milagres apresenta uma cozinha autoral e afetiva, inspirada nas receitas de família e na valorização dos ingredientes brasileiros. O espaço também recebe visitantes que não estão hospedados e amplia a presença da marca na cena gastronômica da região.

Localizada a aproximadamente 100 quilômetros do Aeroporto Internacional de Maceió, São Miguel dos Milagres se tornou um dos destinos mais desejados do litoral brasileiro. O trajeto terrestre leva cerca de uma hora e meia e atravessa paisagens marcadas por coqueirais, pequenos povoados e praias preservadas.

Praia Galés em Maragogi.
A chegada do NANNAI reforça o potencial turístico de Alagoas e consolida a Costa dos Corais como território estratégico para a hotelaria de luxo. Foto: Divulgação.

A chegada do NANNAI reforça o potencial turístico de Alagoas e consolida a Costa dos Corais como território estratégico para a hotelaria de luxo. Ao mesmo tempo, o crescimento da região amplia a responsabilidade de empreendedores, visitantes e autoridades na preservação de um patrimônio natural que constitui o principal valor do destino.

Mais do que inaugurar um hotel, o NANNAI Milagres abre um novo capítulo para a hospitalidade na Rota Ecológica dos Milagres, unindo arquitetura, cultura regional, gastronomia e natureza em um dos cenários mais encantadores do Nordeste brasileiro.

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Vai pedir cidadania italiana? atenção às novas regras

Foto: Magnific

*Por Welliton Girotto

No dia 20 de maio, a Câmara dos Deputados italiana aprovou a nova lei que limita o reconhecimento da cidadania italiana por descendência restringindo o acesso a netos e excluindo bisnetos, tataranetos e gerações seguintes da possibilidade de serem reconhecidos automaticamente como cidadãos de origem.

A medida, criticada por diversos parlamentares do Partido Democrático, teria sido impulsionada por pressão direta do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O motivo? Evitar que ítalo americanos usassem a cidadania italiana como ferramenta jurídica para escapar de políticas migratórias duras e eventuais deportações em massa. Mas o que se observa é que essa troca não rendeu nenhuma contrapartida concreta à Itália: não houve benefício fiscal, acordo bilateral ou estímulo direto à economia italiana em troca da ruptura com milhões de descendentes legítimos.

A Câmara dos Deputados italiana aprovou a nova lei que limita o reconhecimento da cidadania italiana. Foto: Freepik

Enquanto isso, nos Estados Unidos, mais de 17 milhões de ítalo americanos assistem com perplexidade ao enfraquecimento de seu vínculo jurídico com a Itália. Já no Brasil, onde mais de 30 milhões de pessoas possuem ascendência italiana direta, apenas 1% conseguiu efetivar sua cidadania justamente por conta da complexidade do processo, que por si só já é um filtro natural e rigoroso.

Ainda assim, a narrativa oficial tenta transformar esses números em ameaça: uma “invasão” ou “superlotação” do reconhecimento da cidadania, quando na verdade estamos falando de famílias que mantiveram vivos seus sobrenomes, tradições, idioma, cultura e valores muitas vezes com mais zelo do que o próprio território de origem.

Pós pandemia, o número de pedidos de reconhecimento ou busca por cidadania por parte de norte-americanos cresceu mais de 400%. Esses pedidos não nasceram da conveniência. Eles nasceram da busca por estabilidade, saúde pública de qualidade, segurança social e um novo modelo de vida. Ou seja, a lei aprovada tenta barrar um movimento que já está em curso e que nasce de uma crise social e política interna aos EUA, não da comunidade italiana.

A Itália, ao tentar impedir esse êxodo, acabou por desferir um golpe simbólico na própria diáspora. Foto: Freepik

A Itália, ao tentar impedir esse êxodo, acabou por desferir um golpe simbólico na própria diáspora. E, nesse processo, traiu tanto os ítalo americanos quanto os ítalo-brasileiros, que compartilham mais do que sangue italiano: compartilham o sentimento de pertencimento.

A cidadania italiana não é um privilégio concedido. Ela é um direito de origem, respaldado pela Constituição da República Italiana. O artigo 3º deixa claro que todos os cidadãos são iguais perante a lei, com dignidade social, sem distinção de raça, língua ou condição social. E esse direito não pode ser revogado por conveniência política momentânea ou troca diplomática obscura.

Welliton Girotto é fundador da Master Cidadania com atuação ininterrupta desde 2002 na defesa da cidadania italiana por direito de sangue

A redefinição do luxo masculino por Léo Santana

Cantor Léo Santana transforma acessórios em protagonistas dos looks e reforça uma imagem que vai além do palco. Foto: Reprodução Instagram

O cantor Léo Santana encontrou nas bolsas de grife um novo elemento para estruturar sua imagem de moda. Conhecido pelos figurinos marcantes que exibe nos palcos, o artista passou a compartilhar nas redes sociais produções em que os acessórios de luxo ocupam posição central. Em uma de suas publicações mais recentes, o cantor surgiu combinando diferentes looks com bolsas de marcas renomadas, arrancando elogios de seguidores e de colegas como Ivete Sangalo. Sua esposa, a dançarina Lore Improta, também reagiu ao registro com emojis de coração.

A adesão de Léo Santana ao acessório acompanha um movimento de transformação nos códigos do guarda-roupa masculino. Itens historicamente associados ao universo feminino vêm ganhando espaço na composição de homens que utilizam o vestuário e os acessórios como ferramentas de expressão e identidade.

Itens historicamente associados ao universo feminino vêm ganhando espaço na composição de homens que utilizam o vestuário e os acessórios como ferramentas de expressão e identidade. Foto: Magnific

A estrategista de marcas com atuação internacional e especialista em mercado de luxo Tamara Lorenzoni aponta que essa escolha reflete uma mudança na construção da imagem pública masculina. “A bolsa deixa de ser vista apenas como um objeto funcional e passa a integrar a linguagem de estilo. Quando existe uma escolha consciente, ela comunica repertório, capital cultural e uma determinada leitura estética”, analisa a especialista.

No caso do artista baiano, o equilíbrio entre as peças de vestuário, os acessórios e sua personalidade contribui para a criação de uma assinatura visual própria. Para Tamara, a coerência do visual é o ponto que diferencia o simples consumo de uma declaração de estilo. “No universo do luxo, não é a quantidade de peças que constrói desejo. É a curadoria. A escolha de um acessório pode revelar referências, gosto e até uma relação com a herança daquela marca”, avalia.

A especialista ressalta ainda que a tendência vai além de seguir modismos passageiros. “O luxo não precisa seguir códigos prontos. Ele pode criar novas possibilidades de expressão. Quando um homem incorpora uma bolsa ao próprio estilo sem perder sua identidade, existe singularidade. A peça passa a fazer parte da presença dele, e não o contrário”, conclui Tamara.

No universo do luxo, não é a quantidade de peças que constrói desejo. É a curadoria. Foto: Magnific

Kate Moss estrela ensaio exclusivo da Vogue Brasil na Bahia

Fotografada em Trancoso, supermodelo britânica, veste looks de Bottega Veneta e Saint Laurent para a edição mais aguardada do calendário de moda.

A supermodelo britânica Kate Moss é o grande destaque da edição de setembro da Vogue Brasil, considerada uma das publicações mais importantes do calendário da moda mundial. Para estrelar o projeto, a top model viajou diretamente de Londres para Trancoso, no sul da Bahia, acompanhada de sua filha, Lila Moss. O ensaio fotográfico foi assinado pelo fotógrafo Zee Nunes.

Em duas das capas da publicação, Kate veste criações das marcas Bottega Veneta e Saint Laurent. As fotos combinam os principais lançamentos das coleções internacionais de inverno com os cenários naturais da região baiana, que é um dos destinos preferidos da modelo no país.

Em duas das capas da publicação, Kate veste criações das marcas Bottega Veneta e Saint Laurent.

Durante o projeto, a britânica destacou seu afeto pelo destino. “Eu sempre me sinto muito feliz no Brasil. A energia, a música, a comida, as pessoas… Existe uma generosidade de espírito que realmente adoro”, revelou a supermodelo.

A direção de moda do ensaio ficou a cargo de Rita Lazzarotti, que buscou alinhar o estilo da modelo à atmosfera singular de Trancoso.

A relação de carinho entre a estrela e o país também foi ressaltada pela equipe editorial do veículo.

A relação de carinho entre a estrela e o país também foi ressaltada pela equipe editorial do veículo. “Ela tem uma relação longa e amorosa com o nosso país, e essa ligação está agora registrada em 20 páginas da Vogue Brasil. Em Back in Bahia, a natureza de Kate e a natureza baiana se encontram em um ensaio de muita calma, beleza e moda, da melhor maneira que sabemos fazer”, afirmou Maria Laura Neves, diretora de conteúdo da Vogue Brasil.

Ficha Técnica

Fotos: @zee_nunes
Direção de moda: @ritalazzarotti
Direção de arte: @juliakoala
Beleza: @henriquem85
Produção executiva: @sdcep_ e @domingos_diego
Produção local: @brunoalmeidavieira
Produção de moda: @frenchtouchofficial, @marianoanac e @artatsuo
Assistente de produção local: @jorge_pardim e @pabloscarpelly
Assistentes de foto: @edsonluciano, @naelsondecastro e @pupilla.k
Assistentes de beleza: @shady_jordan
Camareira: Israelita Santos de Jesus
Manicure: @srgrande
Tratamento de imagens: @b_rezende90
Gerente de projetos: @caru.guariento
Agente de casting: @patrick_hope
Agradecimentos: @wilbeedee, @polydepret, @uxua.mare e @interamerican_network
Look: @katemossagency usa vestido Bottega Veneta em uma capa e top e saia YSL na outra.

Confira três receitas italianas fáceis para preparar em família

A culinária italiana está entre as preferidas dos brasileiros. As massas fazem parte da rotina alimentar da maior parte das famílias do país, refletindo uma tradição que atravessa gerações e vai muito além do sabor. Afinal, poucos momentos são tão acolhedores quanto preparar uma boa receita e compartilhar com quem se ama.

E o melhor é que não é preciso ser um especialista para colocar essa tradição em prática. Com ingredientes simples e modos de preparo acessíveis, é possível fazer pratos clássicos que agradam desde as crianças até os adultos.

Para quem procura ideias para o almoço de domingo, um jantar especial ou até mesmo uma ocasião para cozinhar em família, Débora Alberti, chef a frente do Itália no box, separou três receitas italianas fáceis que unem praticidade e muito sabor.

Nhoque de batata com molho de tomate caseiro

Nada representa melhor o conforto da cozinha italiana do que um nhoque preparado em casa. A receita leva poucos ingredientes e ganha um toque especial com molho de tomate fresco.

Ingredientes

Para o nhoque

  • 1 kg de batata
  • 250 g de farinha de trigo
  • 1 gema
  • Sal a gosto

Para o molho

  • 5 tomates maduros picados
  • 2 dentes de alho picados
  • 2 colheres de sopa de azeite
  • Manjericão fresco
  • Sal e pimenta a gosto
Nhoque de batata com molho de tomate caseiro. Foto: Magnific

Modo de preparo

Cozinhe as batatas com casca até ficarem macias. Depois de descascá las, amasse ainda mornas e espere esfriar. Misture a gema, o sal e acrescente a farinha aos poucos até formar uma massa homogênea. Faça rolinhos, corte os nhoques e cozinhe em água fervente até que eles subam à superfície.

Para o molho, refogue o alho no azeite, acrescente os tomates e cozinhe até engrossar. Tempere com sal, pimenta e finalize com folhas de manjericão. Sirva sobre o nhoque.

Espaguete ao alho e azeite

Quando a ideia é preparar uma refeição rápida sem abrir mão do sabor, esse clássico italiano é uma ótima escolha.

Espaguete ao alho e azeite. Foto: Magnific

Ingredientes

  • 500 g de espaguete
  • 5 dentes de alho fatiados
  • 5 colheres de sopa de azeite de oliva
  • Queijo parmesão ralado
  • Salsinha picada
  • Sal e pimenta a gosto

Modo de preparo

Cozinhe o espaguete até ficar al dente. Enquanto isso, aqueça o azeite e doure o alho em fogo baixo. Misture a massa ao azeite aromatizado, ajuste o sal e a pimenta e finalize com parmesão ralado e salsinha.

Tiramisù simplificado

Para fechar a refeição, uma sobremesa clássica que pode ser preparada sem dificuldade e ainda impressiona pelo sabor.

Tiramisù simplificado. Foto: Magnific

Ingredientes

  • 300 g de cream cheese
  • 1 lata de creme de leite
  • 1/2 xícara de açúcar
  • 1 colher de chá de essência de baunilha
  • 1 pacote de biscoito tipo champanhe
  • 1 xícara de café forte frio
  • Chocolate em pó para finalizar

Modo de preparo

Misture o cream cheese, o creme de leite, o açúcar e a baunilha até obter um creme uniforme. Passe rapidamente os biscoitos pelo café e monte camadas alternando biscoitos e creme. Leve à geladeira por pelo menos quatro horas e finalize com chocolate em pó antes de servir.

Além de serem fáceis de fazer, as três receitas permitem adaptações com ingredientes que muitas famílias já têm em casa. O resultado é uma refeição completa, capaz de reunir diferentes gerações e mostrar que, muitas vezes, os melhores momentos acontecem ao redor de uma mesa.

Tire suas dúvidas sobre o anticoncepcional

Foto: Magnific

Embora façam parte da rotina de milhões de mulheres, os anticoncepcionais ainda geram muitas dúvidas e inseguranças. Questões como o ganho de peso, a necessidade de pausas, o impacto na fertilidade futura e o funcionamento dos esquecimentos são recorrentes nas consultas médicas.

Para desmistificar o assunto, a ginecologista Dra. Loreta Canivilo responde às cinco perguntas mais frequentes sobre o uso de métodos contraceptivos:

1. Anticoncepcional sempre causa ganho de peso?

Mito. Não é possível afirmar que os métodos hormonais sejam a causa direta do aumento de peso.

“Cada organismo responde de uma maneira. Alterações de peso podem estar relacionadas a diversos fatores, como alimentação, retenção de líquidos, metabolismo, idade e estilo de vida. Por isso, não podemos atribuir automaticamente qualquer aumento de peso ao anticoncepcional”, explica a Dra. Loreta. A médica reforça a importância de uma análise individual para encontrar a opção com o melhor equilíbrio entre eficácia e bem-estar.

Por isso, não podemos atribuir automaticamente qualquer aumento de peso ao anticoncepcional. Foto: Magnific

2. É preciso fazer pausas no uso da pílula para “descansar”?

Mito. Interromper a medicação por conta própria não é recomendado e pode causar gravidez indesejada.

“Não existe uma recomendação geral de que toda mulher precise interromper o uso do anticoncepcional para o organismo descansar. A necessidade de pausa ou troca do método deve ser avaliada individualmente, considerando o histórico de saúde e o tipo de anticoncepcional utilizado”, destaca a médica. A interrupção sem acompanhamento compromete a eficácia do tratamento.

Não existe uma recomendação geral de que toda mulher precise interromper o uso do anticoncepcional para o organismo descansar. Foto: Magnific

3. O uso prolongado pode causar infertilidade?

Mito. A ação dos contraceptivos hormonais é temporária e reversível.

“O anticoncepcional atua justamente para evitar a ovulação ou dificultar a fecundação durante o período de uso. Isso não significa que ele provoque infertilidade permanente. Depois da suspensão, o tempo de retorno da fertilidade varia de acordo com o método e com as características individuais da mulher”, elucida a ginecologista. Caso haja dificuldade para engravidar após a interrupção, outros fatores de saúde do casal devem ser investigados.

4. Todo anticoncepcional hormonal é igual?

Mito. Há uma grande variedade de opções no mercado, como pílulas, adesivos, anéis vaginais, implantes, injeções e DIUs hormonais.

“Existem diferentes tipos de hormônios, doses, vias de administração e formas de uso. Além da eficácia contraceptiva, precisamos avaliar o histórico clínico, a idade, os fatores de risco, os medicamentos utilizados e os objetivos daquela mulher”, pontua a Dra. Loreta, ressaltando que a escolha deve considerar o histórico de saúde de cada paciente.

Existem diferentes tipos de hormônios, doses, vias de administração e formas de uso. Foto: Magnific

5. Esquecer uma pílula significa perder a proteção imediatamente?

Depende. A consequência varia conforme o tipo do medicamento, o número de comprimidos esquecidos e em qual semana da cartela o esquecimento ocorreu.

“A mulher deve consultar a bula do medicamento e, quando houver dúvida, procurar orientação médica. Em algumas situações, pode ser necessário utilizar um método adicional de proteção”, aconselha.

A médica lembra ainda que os métodos hormonais previnem apenas a gestação, tornando o uso do preservativo indispensável para a proteção contra Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs).

A mulher deve consultar a bula do medicamento e, quando houver dúvida, procurar orientação médica. Foto: Magnific

A importância da escolha individualizada

Não existe um método universalmente “ideal”. A decisão deve ser tomada junto ao médico, levando em conta o histórico de saúde, a rotina, as preferências e o planejamento reprodutivo.

“Contracepção não deve ser uma escolha baseada apenas em relatos de amigas ou informações encontradas nas redes sociais. O que funciona bem para uma mulher pode não ser a melhor opção para outra. Uma consulta ginecológica permite avaliar as alternativas de forma individualizada e segura”, finaliza a Dra. Loreta Canivilo.

Como chegar aos 70 com corpo e mente de 40

Foto: Magnific

*Por Arnaldo Pinto Guedes de Paiva Neto

Arnaldo Pinto Guedes de Paiva Neto. Foto: Divulgação

A forma como uma pessoa chega aos 70 anos pode ser comparada à clássica fábula da formiga e da cigarra: a formiga representa quem se prepara para o envelhecimento, enquanto a cigarra simboliza quem não se planeja e corre o risco de depender mais dos outros no futuro. O organismo humano funciona como um sistema aberto, recebendo matéria e energia do ambiente para transformá-las, liberando calor e resíduos — um processo semelhante ao de uma casa que só se mantém organizada quando a desordem é colocada para fora.

Nesse funcionamento diário, a própria respiração traz um custo biológico. O oxigênio utilizado na produção de energia pode originar espécies reativas, como os radicais livres. Quando esses compostos superam as defesas e os mecanismos de reparo do corpo, causam danos às células. Entre as estruturas mais vulneráveis estão os telômeros, responsáveis por proteger as extremidades dos cromossomos. Eles se encurtam naturalmente a cada divisão celular, mas o estresse oxidativo pode acelerar esse desgaste.

O oxigênio utilizado na produção de energia pode originar espécies reativas, como os radicais livres. Foto: Divulgação

Embora a longevidade humana tenha raízes na evolução, o aumento na expectativa de vida foi impulsionado pelos avanços da medicina e da sociedade, que reduziram mortes precoces causadas por infecções, traumas e doenças. Atualmente, o maior desafio é viver esses anos adicionais com autonomia, evitando a dependência provocada por condições que poderiam ter sido prevenidas.

Fatores como hipertensão, diabetes, colesterol LDL elevado, triglicérides altos, obesidade, tabagismo e sedentarismo costumam agir de forma silenciosa, ao mesmo tempo em que elevam o risco cardiovascular. O LDL elevado favorece o surgimento da aterosclerose nas artérias, aumentando as chances de doenças vasculares cerebrais, que podem levar à demência vascular. Durante a meia-idade, esse colesterol alto também se relaciona a um risco maior de desenvolvimento da doença de Alzheimer no futuro. Como alterações vasculares podem coexistir com o Alzheimer e agravar o declínio cognitivo, cuidar dos níveis de colesterol aos 40 anos reflete diretamente na saúde cerebral aos 70.

O LDL elevado favorece o surgimento da aterosclerose nas artérias, aumentando as chances de doenças vasculares cerebrais, que podem levar à demência vascular. Foto: Arek Socha por Pixabay

Além da saúde vascular, o músculo esquelético representa outro patrimônio crucial a ser construído antes da velhice. Indo além de questões estéticas, o tecido muscular atua no metabolismo e serve como uma reserva vital de proteínas e aminoácidos. Em cenários de doença ou internação, o corpo recorre a essa reserva: os aminoácidos liberados pelos músculos ajudam a fabricar proteínas de defesa e a sustentar a atuação dos leucócitos, as células de defesa do organismo. Manter a força muscular é fundamental para preservar a caminhada, o equilíbrio, a capacidade de se levantar e a independência geral.

A estratégia de prevenção na faixa dos 40 anos inclui não fumar, evitar o consumo excessivo de álcool, praticar exercícios aeróbicos e de fortalecimento, além de cuidar da alimentação, do sono e da saúde mental. Tratar eventuais perdas auditivas e visuais, manter a mente ativa e cultivar laços sociais também são passos essenciais. Adoecer e perder a autonomia não são etapas inevitáveis do processo de envelhecer.

Adoecer e perder a autonomia não são etapas inevitáveis do processo de envelhecer. Foto: Magnific

Adotar esses cuidados na meia-idade não significa privar-se do presente em função do futuro. A lição central da metáfora entre a formiga e a cigarra reflete a importância de aproveitar o momento atual sem deixar de se preparar para os anos seguintes, garantindo o bem mais precioso na velhice: a liberdade e a independência para viver.

Arnaldo Pinto Guedes de Paiva Neto é médico geriatra e autor de “Palimpsesto: O corpo que se reescreve”, resultado de um trabalho que integra evidências científicas e reflexão teórica para compreender como a vida preserva informações apesar das constantes mudanças.

Quem são os dez maiores bilionários do Brasil em 2026

Eduardo Saverin permanece na liderança pelo quarto ano consecutivo, enquanto Ricardo Faria protagoniza a maior ascensão do ranking ao quase duplicar seu patrimônio

Por: Jefferson de Almeida

O Brasil chegou a 2026 com 255 bilionários, donos de uma fortuna combinada estimada em R$ 1,86 trilhão. O levantamento revela um grupo formado por empresários e herdeiros ligados principalmente à tecnologia, ao sistema financeiro, à mineração, às bebidas, aos cosméticos e à produção de alimentos.

No topo da lista aparece, pelo quarto ano consecutivo, Eduardo Saverin, cofundador do Facebook. Mesmo depois de perder parte significativa de sua fortuna, o empresário permaneceu com ampla vantagem sobre os demais brasileiros, com patrimônio calculado em R$ 162,9 bilhões.

A aposta de US$ 2,8 bilhões de Eduardo Saverin no mercado financeiro
No topo da lista aparece, pelo quarto ano consecutivo, Eduardo Saverin, cofundador do Facebook. Foto: Divulgação

O levantamento mostra que a maioria dos integrantes do seleto grupo ficou ainda mais rica. Dos 255 bilionários, 151, o equivalente a 59,2%, aumentaram o patrimônio. Outros 77, ou 30,2%, registraram perdas, enquanto 27 permaneceram com valores estáveis.

Entre os dez primeiros colocados, a maior ascensão foi protagonizada por Ricardo Castellar de Faria, fundador da Granja Faria. O empresário avançou da 21ª para a 10ª posição depois de ver seu patrimônio crescer 79,08%, passando de R$ 19,6 bilhões para R$ 35,1 bilhões.

Ricardo Faria, dono da Granja Faria
Entre os dez primeiros colocados, a maior ascensão foi protagonizada por Ricardo Castellar de Faria, fundador da Granja Faria. Foto: Divulgação

Carlos Alberto Sicupira percorreu o caminho inverso. Único integrante do grupo dos dez mais ricos a perder posições, ele deixou o sexto lugar e caiu para o nono, com uma redução patrimonial de 9,46%.

Eduardo Luiz Saverin lidera a relação com R$ 162,9 bilhões. Em 2025, seu patrimônio era estimado em R$ 227 bilhões, o que representa uma queda de 28,24%. Apesar da perda, ele permanece na primeira colocação, posição que ocupa desde 2023.

Nascido em São Paulo, Saverin tem 44 anos e vive em Singapura desde 2012. Depois de participar da criação do Facebook, passou a se dedicar aos investimentos por meio da B Capital, empresa voltada para startups. Em 2026, a companhia anunciou um novo fundo de US$ 500 milhões destinado principalmente a negócios de inteligência artificial nas áreas de saúde e energia.

O cofundador do Facebook Eduardo Saverin (dir.) e Darius Cheung cofundador da BillPin e CEO cofundador da tenCube adquirida pela McAfee participam do segundo aniversário da 99.co e do lançamento da 99PRO em Cingapura em 26 de maio de 2016. — Foto: Roslan Rahman/AFP/Arquivo
Eduardo Luiz Saverin lidera a relação com R$ 162,9 bilhões. Foto: Roslan Rahman/AFP/Arquivo

A redução do patrimônio de Saverin foi relacionada ao desempenho das ações da Meta em um cenário de maior concorrência entre as empresas de tecnologia e inteligência artificial. Ainda assim, sua fortuna supera em mais de R$ 32 bilhões a da segunda colocada.

Vicky Sarfati Safra e família aparecem em segundo lugar, com patrimônio de R$ 130,6 bilhões, crescimento de 8,38% em comparação aos R$ 120,5 bilhões registrados no ano anterior.

Viúva do banqueiro Joseph Safra, Vicky herdou parte da fortuna construída pelo empresário, morto em 2020. Foto: Renata Jubran/AE/Estadão/Reprodução

Viúva do banqueiro Joseph Safra, Vicky herdou parte da fortuna construída pelo empresário, morto em 2020. O patrimônio familiar está ligado principalmente ao Banco Safra. Aos 74 anos, ela também preside uma fundação filantrópica dedicada ao apoio a projetos nas áreas de saúde, educação e artes.

Na terceira posição está Jorge Paulo Lemann e família, com uma fortuna calculada em R$ 103,5 bilhões. O valor representa crescimento de 17,61% em relação aos R$ 88 bilhões registrados em 2025.

Jorge Paulo Lemann: Conheça a história do economista e empresário
Na terceira posição está Jorge Paulo Lemann e família, com uma fortuna calculada em R$ 103,5 bilhões. Foto: Divulgação

Aos 86 anos, Lemann mantém investimentos em grupos internacionais por meio da 3G Capital e participação na AB InBev. Seu portfólio também inclui negócios ligados ao setor imobiliário e a empresas como Restaurant Brands International, controladora de redes como Burger King e Tim Hortons. Em 2025, a 3G Capital anunciou a aquisição da fabricante norte-americana de calçados Skechers por aproximadamente US$ 9,4 bilhões.

André Santos Esteves ocupa o quarto lugar, com patrimônio de R$ 66,1 bilhões. A fortuna do principal acionista individual do BTG Pactual cresceu 29,61% em um ano, impulsionada pelo desempenho e pela valorização das ações do banco.

André Santos Esteves: conheça a trajetória do empresário e banqueiro
André Santos Esteves ocupa o quarto lugar, com patrimônio de R$ 66,1 bilhões. Foto: Divulgação

Esteves começou sua carreira no Banco Pactual em 1989, quando ainda estudava ciência da computação e matemática na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Contratado inicialmente como analista de sistemas, tornou-se sócio quatro anos depois. Entrou para o grupo dos bilionários em 2005 e, desde então, permanece entre os empresários mais ricos do país.

Fernando Roberto Moreira Salles aparece na quinta colocação, com patrimônio estimado em R$ 50,3 bilhões, alta de 25,12% em relação a 2025. Primogênito do banqueiro Walther Moreira Salles, ele concentra sua atuação em investimentos ligados ao Itaú Unibanco e à Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração, a CBMM, referência mundial na produção de nióbio.

Fernando à esquerda e seu irmão, o também milionário Pedro Moreira Salles, à direita – Imagem: Exame/reprodução

Em sexto lugar está Pedro Moreira Salles, com R$ 46,6 bilhões. O empresário subiu uma posição e registrou crescimento patrimonial de 22,63%. Assim como o irmão Fernando, ele mantém participações no Itaú Unibanco e na CBMM por meio das estruturas de investimento da família.

Pedro é copresidente do conselho de administração do Itaú Unibanco e também desenvolve atividades acadêmicas nos Estados Unidos. Em 2026, anunciou sua saída da presidência do conselho da Alpargatas, função transferida para João Moreira Salles, seu filho.

Max Van Hoegaerden Herrmann Telles, de 30 anos, ocupa a sétima posição. Seu patrimônio chegou a R$ 38,8 bilhões, crescimento de 32,42% em relação aos R$ 29,3 bilhões do ano anterior. Com o avanço, ele passou da 11ª para a sétima colocação.

Max Van Hoegaerden Herrmann Telles comanda império familiar com maestria
Max Van Hoegaerden Herrmann Telles, de 30 anos, ocupa a sétima posição. Crédito: Reprodução

Filho mais novo do empresário Marcel Herrmann Telles, Max vem recebendo participações do pai em empresas como a AB InBev e a São Carlos Empreendimentos. Nascido em São Paulo, mora em Nova York e mantém uma vida discreta, apesar de ser um dos integrantes mais jovens do ranking.

O oitavo lugar pertence a Miguel Gellert Krigsner, fundador de O Boticário, com patrimônio estimado em R$ 35,7 bilhões. A fortuna cresceu 4,39% em comparação a 2025.

Nascido em La Paz, na Bolívia, Krigsner mudou-se ainda criança para Curitiba. Formado em farmácia e bioquímica, abriu em 1977 uma pequena farmácia de manipulação que deu origem a um dos maiores grupos de beleza do país. A companhia passou a controlar diferentes marcas de cosméticos e consolidou uma extensa rede de franquias no Brasil e no exterior.

O oitavo lugar pertence a Miguel Gellert Krigsner, fundador de O Boticário, com patrimônio estimado em R$ 35,7 bilhões. Foto: Getty Images

Carlos Alberto da Veiga Sicupira e família aparecem na nona posição, com patrimônio de R$ 35,4 bilhões. Em 2025, ele ocupava o sexto lugar, com R$ 39,1 bilhões.

Ligado à 3G Capital e à AB InBev, Sicupira enfrentou uma retração de 9,46% em sua fortuna. Mesmo com os impactos associados à crise da Americanas e às mudanças no portfólio da 3G Capital, a participação no setor de bebidas continua sustentando uma parcela importante de seu patrimônio.

Ricardo Castellar de Faria fecha o grupo dos dez maiores bilionários brasileiros, com R$ 35,1 bilhões. Aos 51 anos, o engenheiro agrônomo é fundador da Granja Faria, da Insolo e da RCF Capital.

O Brasil chegou a 2026 com 255 bilionários, donos de uma fortuna combinada estimada em R$ 1,86 trilhão. Créditos: Marcelo Calenda

Criada em 2006, a Granja Faria tornou-se uma das maiores produtoras de ovos do país. A expansão ganhou dimensão internacional com a aquisição da Hillandale Farms, nos Estados Unidos, e do Grupo Hevo, na Espanha.

Em 2026, a gestora norte-americana Warburg Pincus anunciou um investimento de até US$ 1 bilhão na Global Eggs, holding fundada por Ricardo Faria. A operação avaliou a companhia em US$ 8 bilhões e teve papel importante na valorização do patrimônio do empresário.

A lista é elaborada principalmente a partir de informações públicas e participações em empresas com ações negociadas em bolsa. Para a edição de 2026, foram consideradas as cotações de fechamento de 30 de junho.

Embora oficiais e auditados, os dados não representam necessariamente todos os bens pertencentes aos integrantes do ranking. Imóveis, obras de arte, aviões, embarcações e outros ativos particulares geralmente ficam fora da estimativa quando não existem informações públicas ou dados fornecidos pelos próprios empresários.

Os valores também estão sujeitos às oscilações do mercado financeiro, às mudanças cambiais e ao desempenho das empresas. Por essa razão, o ranking funciona como uma fotografia de determinado momento, e não como uma avaliação permanente da riqueza de cada nome.

Mais do que revelar fortunas individuais, a lista de 2026 mostra onde se concentra uma parte expressiva da riqueza empresarial brasileira. Tecnologia e finanças continuam no topo, mas a chegada de Ricardo Faria ao grupo dos dez mais ricos demonstra como setores tradicionais, a exemplo da produção de alimentos, também podem alcançar dimensão global. Crédito da foto: Marcelo Calenda

… Bom dia! “O ato mais corajoso que podemos ter é ter a coragem de sair de nossa história e do nosso passado para que possamos viver nossos sonhos.”

… Um abraço aos aniversariantes de hoje: Hudson Nunes Medeiros, Maria Oliva Bicudo Vieira, Julia Fonseca Ribeiro, Maria Helena de Oliveira Stopa, Mila Siega, Waldir Rabacow, José Ricardo Coimbra da Silva, Luzmar Joaquim Silva, José Carlos da Silva, Elayne de Moura, Andreia Grimaldi, Edison Silvestre e Ilma Domingos. Happy birthday!

… A Billboard Brasil chegou ao Rock in Rio 2026 com a maior operação realizada pela plataforma em um festival desde o início de suas atividades no país. Ao todo, 11 marcas participam de projetos que envolvem conteúdo, curadoria e gestão artística, relações públicas e experiências na Cidade do Rock.

… A operação coincide com os três anos da Billboard Brasil e de sua parceria com a Rock World. Desde 2024, a publicação vem ampliando sua presença no festival, ultrapassando a cobertura jornalística para atuar também na criação de projetos que conectam música, artistas, público e marcas.

A Billboard Brasil chegou ao Rock in Rio 2026 com a maior operação realizada pela plataforma em um festival desde o início de suas atividades no país. Crédito: Divulgação Rock in Rio

… Entre as iniciativas desta edição estão a curadoria musical do Espaço Coca-Cola e uma experiência prevista para sexta-feira (11), na qual o público poderá escolher músicas e compartilhar as histórias ligadas a elas. Durante parte da ação, a programação do espaço será construída em tempo real com a participação dos visitantes.

… O trabalho desenvolvido para a KitKat inclui curadoria e gestão artística de Dennis DJ e Luísa Sonza. A Billboard também assumiu, pela primeira vez, a estratégia de relações públicas da Volkswagen dentro do festival, enquanto uma edição especial dedicada a Marina Sena integra a parceria com a Trident.

O trabalho desenvolvido para a KitKat inclui curadoria e gestão artística de Dennis DJ e Luísa Sonza. Foto: Divulgação

… A aproximação com o festival começou antes mesmo da abertura dos portões. Um voo especial entre São Paulo e Rio de Janeiro recebeu uma apresentação dos DJs Cat Dealers, que também integram a programação do Rock in Rio.

… Neste ano, o festival ocupa integralmente a edição impressa da Billboard Brasil. A publicação tem o Sepultura na capa e reúne reportagens sobre os artistas, os bastidores e os personagens que movimentam a Cidade do Rock durante a turnê de despedida da banda.

… Parte do conteúdo produzido no Brasil também terá circulação internacional. Canais da Billboard na Argentina, Colômbia, Estados Unidos, Canadá, França, Coreia do Sul e Japão participarão das colaborações, ampliando o alcance dos artistas e das histórias do Rock in Rio.

… Depois do primeiro fim de semana, o festival retoma sua programação nos dias 11, 12 e 13 de setembro. A operação da Billboard Brasil seguirá acompanhando os shows e produzindo conteúdo para diferentes plataformas até o encerramento da edição. Foto: Divulgação/Rock in Rio

O novo luxo tem o horizonte do Pantanal

Hospedagens integradas à paisagem, grupos reduzidos, observação da fauna e projetos de conservação transformaram uma das regiões mais extraordinárias do Brasil em destino para viajantes que procuram experiências exclusivas e contato verdadeiro com a natureza.

Durante muito tempo, o Pantanal esteve associado principalmente às fazendas de criação de gado, às pescarias e às grandes expedições conduzidas por aventureiros e pesquisadores. Nos últimos anos, entretanto, a região passou a despertar o interesse de um novo perfil de visitante: viajantes que procuram natureza preservada, conforto, experiências personalizadas e participação em iniciativas de conservação.

Viajantes que procuram natureza preservada, conforto, experiências personalizadas e participação em iniciativas de conservação.

Dividido entre Mato Grosso e Mato Grosso do Sul e conectado também aos territórios da Bolívia e do Paraguai, o Pantanal está entre as maiores áreas úmidas continentais do planeta. Sua paisagem é determinada pelo movimento das águas. Cheias e vazantes transformam campos, baías, corixos e florestas, criando diferentes condições para a fauna e definindo a rotina das comunidades locais.

Essa dinâmica faz com que nenhuma viagem seja exatamente igual à outra. Na estação das águas, grandes áreas ficam inundadas e os passeios de barco ganham protagonismo. Durante a seca, animais se concentram próximos aos rios e às lagoas remanescentes, favorecendo a observação da vida selvagem. Entre esses períodos, a paisagem muda gradualmente, oferecendo novas cores, caminhos e comportamentos.

O Pantanal abriga onças-pintadas, ariranhas, tamanduás-bandeira, cervos-do-pantanal, antas, capivaras, jacarés e centenas de espécies de aves. Tuiuiús, araras, colhereiros e gaviões dividem o céu com uma diversidade que transforma cada saída de campo em uma experiência imprevisível.

O Pantanal abriga onças-pintadas, ariranhas, tamanduás-bandeira, cervos-do-pantanal, antas, capivaras, jacarés e centenas de espécies de aves. Foto: Divulgação

Parte de seu território recebeu o reconhecimento de Patrimônio Natural Mundial, concedido pela Unesco em 2000. Mais do que um título turístico, a distinção evidencia a importância do bioma para a conservação da biodiversidade, para a reprodução dos peixes e para o equilíbrio dos sistemas de água da região.

A consolidação do Pantanal como destino de alto padrão não aconteceu pela construção de grandes complexos turísticos. Seu diferencial está justamente na baixa densidade, nas distâncias e na sensação de isolamento. Em vez de resorts monumentais, ganharam espaço pousadas instaladas em fazendas, refúgios com poucos apartamentos e propriedades que combinam conforto com uma operação cuidadosamente adaptada ao ambiente.

Foto: Divulgação / Pousada Araras Pantanal Eco Lodge
Em vez de resorts monumentais, ganharam espaço pousadas instaladas em fazendas, refúgios com poucos apartamentos e propriedades que combinam conforto com uma operação cuidadosamente adaptada ao ambiente. Foto: Divulgação / Pousada Araras Pantanal Eco Lodge

Nesse contexto, exclusividade não significa mármore, lustres ou excesso de formalidade. Significa acordar diante de uma planície praticamente intocada, realizar um passeio acompanhado por um guia experiente, observar uma onça a uma distância segura ou jantar sob um céu sem a interferência luminosa das grandes cidades.

As experiências são organizadas de acordo com o ritmo da natureza. Safáris fotográficos em veículos adaptados, passeios de barco, caminhadas, cavalgadas, canoagem e observação de aves integram os roteiros. Em algumas propriedades, pesquisadores e profissionais ligados à conservação conversam com os hóspedes e explicam como o monitoramento dos animais contribui para o conhecimento científico.

safari no pantanal
Safáris fotográficos em veículos adaptados, passeios de barco, caminhadas, cavalgadas, canoagem e observação de aves integram os roteiros. Foto: Divulgação

A observação da onça-pintada tornou-se uma das atividades mais procuradas, especialmente na região norte, próxima a Porto Jofre. O desenvolvimento desse turismo demonstrou que o animal vivo pode gerar renda contínua para comunidades, guias, pousadas e proprietários rurais. O visitante deixa de procurar apenas uma fotografia e passa a compreender a importância da espécie para o equilíbrio do ecossistema.

No Pantanal sul-mato-grossense, fazendas tradicionais e áreas próximas a Miranda, Aquidauana, Corumbá e à Estrada Parque oferecem contato com a cultura pantaneira. A viagem incorpora a história das comitivas, a relação dos peões com os cavalos, a culinária regional e os conhecimentos de quem aprendeu a interpretar as águas, os ventos e o comportamento dos animais.

Vista aérea do pantanal.
No Pantanal sul-mato-grossense, fazendas tradicionais e áreas próximas a Miranda, Aquidauana, Corumbá e à Estrada Parque oferecem contato com a cultura pantaneira. Foto: Divulgação

O conforto também passou por uma transformação. Algumas hospedagens investiram em arquitetura integrada à paisagem, gastronomia baseada em ingredientes regionais, serviços personalizados e roteiros desenhados para pequenos grupos. Quartos climatizados, decks de observação, piscinas e espaços de convivência aparecem sem tentar competir com o cenário natural.

A culinária participa dessa experiência por meio de peixes, carnes, mandioca, arroz carreteiro, sopa paraguaia, chipa, doces e frutas locais. Quando apresentada com cuidado, ela deixa de ser apenas uma refeição e se torna uma maneira de compreender a formação cultural de uma região marcada pelo encontro de diferentes povos e fronteiras.

O crescimento do turismo, porém, exige responsabilidade. O Pantanal enfrenta ameaças causadas por incêndios, períodos extremos de seca, alterações no regime das águas, desmatamento em áreas próximas e ocupações inadequadas. Uma operação turística só pode ser considerada sustentável quando controla o número de visitantes, administra corretamente seus resíduos, respeita os animais e mantém uma relação justa com os trabalhadores e as comunidades.

Observar um animal não pode significar persegui-lo. Barcos e veículos precisam manter distância, controlar ruídos e evitar interferências no comportamento da fauna. Alimentar espécies silvestres, aproximar-se excessivamente ou sair das rotas definidas pode comprometer tanto a segurança dos visitantes quanto o equilíbrio do ambiente.

Por isso, guias qualificados exercem uma função essencial. Além de localizar os animais, eles interpretam a paisagem, explicam os ciclos naturais e estabelecem limites. A qualidade da experiência depende menos da quantidade de atividades oferecidas e mais da capacidade de observar, compreender e respeitar.

A valorização internacional do Pantanal também cria oportunidades para pesquisas científicas, projetos de prevenção de incêndios, capacitação profissional e geração de renda. Quando parte dos recursos movimentados pelo turismo retorna para a proteção ambiental, a viagem deixa uma contribuição concreta para o território.

O novo interesse pelo bioma acompanha uma mudança na própria ideia de luxo. Depois de décadas associadas ao consumo visível, experiências raras passaram a ocupar um espaço cada vez maior. Silêncio, tempo, privacidade, paisagens preservadas e encontros autênticos tornaram-se bens preciosos.

O Pantanal reúne todos esses elementos, mas sua maior riqueza permanece naquilo que não pode ser controlado. Nenhuma hospedagem pode garantir o aparecimento de uma onça, a passagem de uma arara ou o instante em que o sol transforma a planície. É justamente essa imprevisibilidade que faz a viagem ser tão especial.

Mais do que um cenário para contemplação, o Pantanal é um organismo vivo e complexo. Visitá-lo com responsabilidade significa entender que exclusividade e conservação não devem caminhar separadamente. Nesse território, o verdadeiro privilégio é poder estar presente sem comprometer o direito das próximas gerações de encontrar a mesma paisagem.

…Bom dia! “A inspiração existe, mas você precisa encontrá-la no trabalho.”

…Um abraço aos aniversariantes de hoje: Ricardo Portilho, Magda Tebcharani, Iraci Bastos Ourives, Débora Alves, Onilda Maria Ribeiro,, Mauro Thronicke, Agnaldo Freire Brum, Durcineia Duarte Santos, Kristofer Pachelli Alencar e Lourdes Torres. Happy birthday!

… A Polo Ralph Lauren apresenta no Brasil a Polo Blaze, nova família de bolsas inspirada no universo equestre da marca, agora reinterpretado com uma linguagem contemporânea e urbana.

… O nome Blaze faz referência à marca branca que alguns cavalos apresentam na testa. Essa inspiração aparece nas linhas curvas e esculturais, nas proporções marcantes e nos detalhes que remetem à selaria tradicional.

O nome Blaze faz referência à marca branca que alguns cavalos apresentam na testa. Foto: Divulgação

… Um dos elementos de destaque é a ferragem door-knocker, semelhante a uma aldrava, inspirada em bolsas criadas pela Polo Ralph Lauren na década de 1990. O detalhe estabelece uma ligação entre o acervo da marca e a nova coleção.

… Confeccionada em couro com diferentes texturas e acabamentos, a linha combina estrutura, funcionalidade e uma estética de aparência robusta. A proposta é acompanhar desde os compromissos diurnos até encontros e ocasiões noturnas.

… A família Polo Blaze é formada pelos modelos Small Shoulder Bag, Large Shoulder Bag e Top Handle. No Brasil, o lançamento estará disponível na loja Polo Ralph Lauren do Shopping Iguatemi São Paulo, no piso superior.

A família Polo Blaze é formada pelos modelos Small Shoulder Bag, Large Shoulder Bag e Top Handle. Foto: Divulgação