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Desejo de doce? experimente esta receita sem glúten

Donuts de aveia com calda de agave sem glúten. Foto: Divulgação

Bateu aquela vontade de comer um docinho? Os Donuts de Aveia com Calda de Agave são uma alternativa deliciosa para esses momentos, preparados com ingredientes como aveia, banana e purê de maçã, além de serem sem glúten.

Fáceis de preparar, os donuts são finalizados com calda de agave e combinam sabor e praticidade para um café da manhã reforçado, um lanche da tarde ou uma pausa ao longo do dia. Confira o passo a passo:

Donuts de aveia com calda de agave sem glúten

Ingredientes:

  • 1 xícara (chá) de Aveia Sem Glúten em Flocos Finos;
  • 2 colheres (sopa) de Calda de Agave Orgânico;
  • ⅓ xícara (chá) de purê de maçã;
  • 1 banana madura;
  • ½ colher (chá) de canela;
  • 2 colheres (sopa) de farinha de amêndoa.
Donuts de aveia com calda de agave sem glúten. Foto: Divulgação

Modo de preparo:

Amasse a banana e misture com os demais ingredientes;

Molde as massas em forma de donuts, fazendo um buraco ao meio;

Coloque-as em uma assadeira untada e asse a 180°C por 10 minutos. Vire-as e asse por mais 5 minutos;

Sirva quente com cobertura de calda de agave.

Mitos e verdades do vinho que você precisa saber

Vinho Dá Sono? Teste Seus Conhecimentos sobre a Bebida Foto: Pexels

O universo do vinho é amplo, com longa história e tradição, acumulando curiosidades e lendas ao longo dos anos. Será que o vinho dá sono? O vinho precisa respirar? Vinho Rosé é feito de que uva? Essas e muitas outras perguntas permeiam o imaginário popular, especialmente dos brasileiros, cuja população adulta (36%) consome a bebida regularmente uma porção equivalente aos Estados Unidos, segundo a Wine Intelligence.

O consumo do vinho cresceu 18% no Brasil durante a pandemia da covid-19, de acordo com o relatório divulgado pela Diretoria de Agronegócio do Itaú BBA. A pesquisa apontou que os brasileiros compraram 430 milhões de litros em 2020.

O consumo do vinho cresceu 18% no Brasil durante a pandemia da covid-19. Foto: Pexels

Se você está neste grupo de admiradores da bebida, que tal testar seus conhecimentos?

A Vinícola Salton que elabora vinhos e espumantes apreciados em quase 30 países – preparou uma listagem com os mitos e verdades mais comuns sobre uma das bebidas mais antigas do mundo. Confira abaixo:

Vinho dá sono?

Mito! O vinho é uma bebida relaxante e consumi-lo de forma moderada relaxa o corpo e faz com que a pessoa durma melhor. Porém, isso não significa que o vinho atue como sonífero. O álcool tem efeito sedativo e a melatonina oriunda das cascas, polpa e semente das uvas é um hormônio que ajuda a melhorar o sono.

O álcool tem efeito sedativo e a melatonina oriunda das cascas, polpa e semente das uvas é um hormônio que ajuda a melhorar o sono. Foto: Pexels

Vinho respira?

Verdade! No mundo da enologia, existe o termo conhecido como “respiração do vinho” que diz respeito à relação entre oxigênio e a bebida. Ao “respirar” – ou ao entrar em contato com o oxigênio – o vinho libera seus compostos aromáticos e isso pode causar mudanças no sabor e no aroma.

Quanto mais velho o vinho, melhor ele é?

Mito! O vinho é uma bebida fermentada, com capacidade de envelhecimento, podendo durar bastante tempo. E vale dizer que menos de 5% deles são produzidos com o intuito de envelhecer – os vinhos de guarda. Grande parte dos vinhos disponíveis são pensados para serem consumidos em pouco tempo, cerca de quatro a oito anos, mantendo suas características de aroma e sabor.

Vinho precisa ser guardado em ambiente escuro?

Verdade! Esse cuidado extra em como as pessoas armazenam os vinhos pode fazer grande diferença no aroma, sabor e aparência do vinho ao longo do tempo. É recomendado armazená-lo em locais com baixa luminosidade, seja natural ou artificial. A Salton indica que os amantes do vinho mantenham as garrafas em temperaturas em torno de 13 °C e 15 °C.

Vinho feito de várias uvas não é bom!

Mito! A qualidade não está relacionada às variedades de uva utilizadas na elaboração do vinho. O que torna um rótulo bom é o manejo da videira, sua adaptação ao solo e clima da região, a técnica de vinificação, a higiene na elaboração e a qualidade da safra.

Quem se exercita mais tende a consumir mais vinho?

Verdade! De acordo com o estudo publicado na revista Medicine & Science in Sports & Exercise, liderado por Kerem Shuval, do centro de pesquisa Cooper Institute, apontou que as pessoas que se exercitam mais tendem a beber mais.

As pessoas que se exercitam mais tendem a beber mais. Foto: Pexels

Vinho Rosé é resultado da mistura de vinho tinto com vinho branco.

Verdade! Os vinhos rosés são leves, vibrantes e podem ser elaborados com o corte entre uvas brancas e tintas ou apenas com uvas tintas. A coloração, definida após a prensagem dos frutos para extração do mosto e a tonalidade do vinho, dependerá do tempo em que o mosto ficará em contato com as cascas da uva, de onde extrairá os pigmentos que darão a cor final. Vale ressaltar que os tons variam entre salmão e rosa-claro, conforme passam as horas.

Vinho brasileiro é de má qualidade?

Mito! Os produtores nacionais sabem que há muitos desafios para que os vinhos brasileiros sejam competitivos no mercado, mas já conquistamos espaço especial na mesa dos brasileiros e também de consumidores internacionais com bebidas premiadas só a Salton possui mais de 200 premiações nacionais e internacionais, conquistadas nos últimos três anos. A abundância da matéria-prima brasileira traz vantagens e permite que tenhamos vinhos cada vez melhores.

Os produtores nacionais sabem que há muitos desafios para que os vinhos brasileiros sejam competitivos no mercado. Foto: Pexels

Existe um jeito correto de segurar a taça!

Verdade! Segurar a taça pela haste evita que a temperatura do vinho seja alterada. É preciso também estar atento à limpeza da taça, uma vez que a taça ‘suja’ pode esconder os sabores presentes no vinho.

Vinho tinto só combina com carne e vinho branco com peixe!

Mito! Essa é uma crença popular. De acordo com os especialistas da Salton, vinho tinto e vinho branco combinam com uma série de comidas. Porém, o vinho tinto junto com o peixe pode dar uma sensação metalizada na boca, mas se for um prato de bacalhau ele pode harmonizar. Já os peixes mais gordurosos ou com textura combinam mais com vinho tinto leve. E carnes brancas e aves também podem ser associadas ao vinho branco mais encorpado e envelhecido, por exemplo. Tudo pode interferir e influenciar na escolha do vinho.

Conheça Caye Caulker: o refúgio de paz em Belize

Foto: Divulgação/Belize Tourism Board

Em um mundo dominado pela pressa, a pequena ilha de Caye Caulker, em Belize, surge como um verdadeiro ato de resistência. No local, não existem rodovias, não há correria e tampouco circulam automóveis. As ruas são formadas por areia branca, e o trânsito se limita ao ritmo tranquilo de bicicletas e carrinhos de golfe. O pequeno paraíso caribenho atrai viajantes do mundo inteiro graças à união entre o lema “Go Slow” (Vá Devagar) e o conceito de Barefoot Luxury (Luxo Descalço).

Em Caye Caulker, o luxo aborda a simplicidade, sem ostentação ou protocolos rígidos. O privilégio está em caminhar descalço ao longo de todo o dia, conectar-se à natureza e aproveitar a estada sem distrações artificiais. A paisagem local é composta por charmosas casas em tons pastel, escolas de mergulho coloridas, restaurantes ao ar livre e uma atmosfera boêmia.

Aerial Caye Caulker The Split. Foto: Divulgação/Belize Tourism Board

A regra de ouro: proibido ter pressa

O lema “Go Slow” funciona como uma filosofia de vida na região. Ao caminhar em ritmo acelerado pela rua principal, é comum que moradores locais lembrem os visitantes, em tom amigável, de que o objetivo da ilha é justamente desacelerar e recarregar as energias.

A atmosfera ganha ainda mais simpatia com os cães locais. Caye Caulker é conhecida pelos seus habitantes de quatro patas que, embora em sua maioria tenham donos, circulam livremente pelas ruas de areia, interagindo com os turistas e fazendo companhia em cafeterias e restaurantes.

Ao caminhar em ritmo acelerado pela rua principal, é comum que moradores locais lembrem os visitantes, em tom amigável, de que o objetivo da ilha é justamente desacelerar e recarregar as energias. Foto: Divulgação/Belize Tourism Board

O ritual diário rumo ao “The Split”

Apesar da dimensão reduzida, a ilha oferece diversas opções de exploração. O principal ponto de encontro é o famoso The Split, um canal que divide o caye em duas partes, onde o próprio percurso até lá se integra à experiência do visitante.

Um roteiro clássico para começar o dia envolve:

  • Café da manhã ao ar livre: momentos em charmosas cafeterias para saborear um tradicional desjejum belizenho ou uma tigela de frutas frescas sob a brisa do Caribe, muitas vezes na companhia de cães locais.
  • Artesanato e lembranças autênticas: ao seguir rumo ao norte, pequenas lojas e barracas comercializam joias artesanais, obras de arte, bolsas e objetos produzidos por artistas da região.
  • Exploração da Barreira de Coral: ponto de partida para passeios de barco rumo à Reserva Marinha de Hol Chan, permitindo a prática de snorkeling entre peixes tropicais, arraias, dóceis tubarões lixa e peixes-boi.

The Split e o pôr do sol

No The Split, a atmosfera se torna mais animada. O local convida o público a mergulhar nas águas cristalinas, saltar do famoso trampolim ou relaxar em cabanas construídas sobre o mar. Dois rituais tradicionais no local incluem saborear um ceviche fresco acompanhado do coquetel “Lizard Juice” e registrar o pôr do sol, marcado por tons avermelhados no céu e pelo mergulho dos pelicanos.

Dois rituais tradicionais no local incluem saborear um ceviche fresco acompanhado do coquetel “Lizard Juice” e registrar o pôr do sol. Foto: Divulgação/Belize Tourism Board

Temporada da lagosta

Em meio ao clima habitual de tranquilidade, a energia da ilha se transforma durante a temporada da lagosta. Anualmente, no mês de julho, os pescadores locais iniciam a captura da lagosta espinhosa, uma das principais atividades econômicas da comunidade.

A prática dá origem ao Festival da Lagosta de Caye Caulker, realizado desde 1994. Em 2026, o evento está programado para ocorrer entre os dias 17 e 20 de julho. Durante os quatro dias de celebração, a ilha conta com atrações como o concurso “Miss & Mr. Lobster Fest”, apresentações musicais, gastronomia focada em lagosta grelhada e festas na praia com pós coloridos.

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Perfis de viajantes e acesso

Caye Caulker atende a diferentes perfis de turistas:

  • Pessoas em busca de resorts tranquilos focados em descanso e serenidade;
  • Mochileiros e viajantes econômicos que procuram uma experiência caribenha autêntica;
  • Turistas interessados em desacelerar e explorar a ilha de bicicleta de forma livre;
  • Amantes do ecoturismo focados no contato responsável com a vida marinha.

A localização da ilha também funciona como ponto estratégico para explorar Belize. Ambergris Caye fica a 40 minutos de barco, enquanto o continente está a cerca de uma hora e meia de distância, permitindo passeios de ida e volta no mesmo dia.

Como chegar

Para os viajantes que partem do Brasil, o acesso a Belize é realizado por meio de voos da Copa Airlines com conexão no Panamá. Para quem sai dos Estados Unidos, há opções de voos via Miami e Dallas (American Airlines), Houston (United Airlines) e Atlanta (Delta Airlines).

Inteligência artificial impulsiona economia global e transforma logística internacional

Com investimentos globais estimados em US$ 2,59 trilhões em 2026, a inteligência artificial deixa de ser apenas uma revolução tecnológica para movimentar toda a cadeia logística mundial. A expansão dos data centers, o aumento da demanda por semicondutores e a necessidade de importar equipamentos de alta tecnologia colocam o Brasil em posição estratégica no cenário latino-americano.

A inteligência artificial vem redefinindo não apenas a forma como empresas desenvolvem tecnologia, mas também a dinâmica do comércio internacional. Segundo projeção da consultoria Gartner, os investimentos globais em IA deverão atingir US$ 2,59 trilhões em 2026, um crescimento de 47% em relação ao ano anterior. Quase metade desse volume será destinada à infraestrutura necessária para sustentar essa revolução digital, incluindo servidores, chips, sistemas de armazenamento, redes de alta velocidade e data centers.

Segundo projeção da consultoria Gartner, os investimentos globais em IA deverão atingir US$ 2,59 trilhões em 2026, um crescimento de 47% em relação ao ano anterior. Foto: Magnific

Esse avanço gera impactos diretos na logística internacional. O transporte de equipamentos tecnológicos de alto valor agregado cresce em ritmo acelerado, exigindo operações cada vez mais sofisticadas para garantir segurança, rastreabilidade e rapidez nas entregas. Países asiáticos, como China, Taiwan, Coreia do Sul e Singapura, concentram grande parte da produção mundial desses componentes e reforçam sua posição como principais fornecedores para mercados emergentes, entre eles o Brasil.

O cenário favorece o fortalecimento da infraestrutura digital brasileira. De acordo com o relatório Latin America Data Center Report 2025, elaborado pela consultoria JLL, o Brasil concentra cerca de 48% da capacidade de data centers em operação na América Latina e responde por 71% dos empreendimentos atualmente em construção na região. O país consolida-se, assim, como principal hub latino-americano para computação em nuvem, armazenamento de dados e aplicações baseadas em inteligência artificial.

data centers
Brasil é o principal hub latino-americano para computação em nuvem, armazenamento de dados e aplicações baseadas em inteligência artificial. Crédito: Reprodução/Equinix

Para acompanhar essa expansão, cresce também a necessidade de importação de servidores, sistemas de refrigeração, equipamentos de conectividade, componentes eletrônicos e, principalmente, semicondutores. Considerados o “cérebro” dos equipamentos modernos, esses chips são indispensáveis para aplicações de IA, telecomunicações, veículos inteligentes e automação industrial. Segundo a Semiconductor Industry Association (SIA), o mercado global de semicondutores movimentou US$ 791,7 bilhões em 2025, registrando crescimento de 25,6% sobre o ano anterior, tendência que deve continuar impulsionada pela inteligência artificial.

Na avaliação de Alexandre Pimenta, CEO da Asia Shipping, a transformação digital torna a logística um dos principais pilares da nova economia. Segundo ele, o avanço da IA aumenta a complexidade das cadeias globais de suprimentos, exigindo planejamento detalhado, gestão de riscos, conhecimento regulatório e operações altamente integradas para evitar atrasos que possam comprometer investimentos bilionários.

Mais do que transportar mercadorias, a logística passa a exercer um papel estratégico na sustentação da economia digital. Foto: Magnific

Mais do que transportar mercadorias, a logística passa a exercer um papel estratégico na sustentação da economia digital. Afinal, por trás de cada plataforma de inteligência artificial existe uma extensa cadeia física composta por fábricas, portos, centros de distribuição e infraestrutura tecnológica espalhados pelo mundo. O sucesso da revolução da IA dependerá não apenas da inovação em software, mas também da eficiência com que esses equipamentos chegam aos mercados consumidores.

Diante desse cenário, especialistas avaliam que o crescimento da inteligência artificial continuará impulsionando investimentos em infraestrutura, fortalecendo o comércio exterior e ampliando o protagonismo da logística internacional como elo fundamental da transformação digital global.

O sucesso da revolução da IA dependerá não apenas da inovação em software, mas também da eficiência com que esses equipamentos chegam aos mercados consumidores. Foto: Magnific

… Bom dia! “O que você mais teme na vida não tem poder. Seu medo dela é o que tem poder. Encarar a verdade realmente vai te libertar.”

… Um abraço aos aniversariantes de hoje: Raquel Araujo de Sá, Jussara Palieraqui Pettengill, Flávia Leimgruber, Lidiane Novaes Barbosa, Gracy Becker, Bianca Figueiredo, Luciana Machado Oliveira, Fabiana Carminati e Samoel Weck. Happy birthday!

Mito ou verdade? os limites da estética regenerativa

Créditos: @dradanuzaalves

O termo “regenerativo” tornou-se um dos mais cobiçados no mercado da estética moderna. A promessa atrai por propor uma beleza menos artificial, focada na qualidade da pele, no viço, na textura e no estímulo à capacidade natural de reparo do tecido. No entanto, sob o mesmo rótulo, têm sido agrupadas procedimentos com níveis de evidência científica, segurança e maturidade clínica bastante divergentes — desde bioestimuladores até exossomos, plasma rico em plaquetas (PRP), fatores de crescimento e terapias celulares.

Para a médica Dra. Danuza Alves, diretora médica da Clínica Leger Porto Alegre, o primeiro ponto de atenção está na própria interpretação do conceito. “Quando falamos em estética regenerativa, não falamos de milagre, mas de criar melhores condições para a pele responder. A ideia não é vender juventude engarrafada, e sim entender como melhorar o terreno da pele para reparar melhor, inflamar menos e ter uma resposta mais adequada ao tratamento”, explica a médica.

Quando falamos em estética regenerativa, não falamos de milagre, mas de criar melhores condições para a pele responder. Foto: Magnific

A diferenciação é crucial em um cenário onde parte do mercado passou a tratar a inovação como sinônimo automático de comprovação científica. Enquanto algumas técnicas possuem uso clínico consolidado quando bem aplicadas, outras ainda se encontram em fase promissora e demandam mais estudos, padronização e cautela. Apesar do forte interesse médico e das pesquisas em andamento, permanecem incertezas sobre protocolos de aplicação, segurança a longo prazo, durabilidade dos resultados e indicações precisas.

Dra. Danuza ressalta que o principal erro está em nivelar todas as abordagens sem o devido critério. “Há ferramentas maduras, há técnicas promissoras e há hipóteses ainda vestidas de tratamento. O paciente escuta a palavra ‘regenerativo’ e imagina algo seguro, natural e superior, mas a medicina não pode funcionar por encantamento. Antes de indicar qualquer procedimento, é preciso entender a evidência, o produto utilizado, o risco envolvido e se aquela pele realmente tem indicação”, destaca.

O paciente escuta a palavra ‘regenerativo’ e imagina algo seguro, natural e superior, mas a medicina não pode funcionar por encantamento. Foto: Magnific

O avanço desse segmento acompanha uma tendência da estética contemporânea, que busca resultados mais sutis e sem marcas de excessos. A perspectiva de uma melhora progressiva na pele atende a um desejo real dos pacientes, mas também abre margem para abordagens precipitadas. Segundo a especialista, é preciso cautela: “Natural não significa automaticamente seguro, biológico não significa automaticamente indicado e regenerativo não significa que serve para todo mundo”.

Na prática clínica, separar fatos de promessas na estética regenerativa exige rigor técnico. É comprovado que determinados procedimentos auxiliam no estímulo de colágeno, na melhora da textura e na qualidade cutânea ao longo do tempo. Por outro lado, é um mito supor que todo tratamento sob esse conceito entregará um rejuvenescimento profundo, que novidades sejam necessariamente superiores às técnicas tradicionais ou que a pele possa passar por esse processo sem uma avaliação individualizada e acompanhamento adequado.

A estética regenerativa tem futuro, mas esse futuro não pode ser construído em cima de promessas milagrosas. Foto: Magnific

Para a diretora da Clínica Leger, a consolidação desse campo dependerá cada vez menos de jargões de marketing e mais de diagnósticos precisos. “A estética regenerativa tem futuro, mas esse futuro não pode ser construído em cima de promessas milagrosas. Em consultório, penso menos no que está em alta e mais no que aquela pele consegue sustentar. Às vezes, o gesto mais elegante é indicar menos, esperar mais e recusar o milagre”, conclui a médica.

Audi Nuvolari: o primeiro supercarro híbrido da marca

Com o Nuvolari, a Audi apresenta seu primeiro supercarro com um sistema de propulsão híbrido de alto desempenho — acelerando ainda mais o progresso tecnológico. Com 1.001 cv e uma velocidade máxima superior a 350 km/h, o Nuvolari está prestes a se tornar o veículo mais potente e o carro de produção mais rápido da história das quatro argolas. As entregas do supercarro, limitado a 499 unidades, terão início no primeiro semestre de 2027.

O Audi Nuvolari acelera de 0 a 100 km/h em 2,6 segundos e atinge 200 km/h em 6,8 segundos. Esses números são possibilitados por uma série de inovações inspiradas na Fórmula 1, incluindo o sistema de propulsão híbrido de alto desempenho, o quattro predictive ride, a aerodinâmica ativa e a nova estrutura Audi Space Frame (ASF) com carroceria em carbono.

“Com o Audi Nuvolari, estamos acelerando o progresso tecnológico”, afirma Gernot Döllner, Presidente do Conselho de Administração da AUDI AG. “Ele mostra o que é possível quando o foco está em tecnologia, desempenho e execução por meio do trabalho em equipe — e quando alcançamos progresso juntos.”

Design em sua forma mais visceral

Como o primeiro veículo de produção a seguir a nova filosofia de design da Audi, o Nuvolari combina o caráter de alto desempenho de um supercarro com um design distinto. Superfícies tensionadas, tecnologia perfeitamente integrada e aerodinâmica inteligente definem sua aparência.

A configuração com motor central define as proporções, resultando em um volume monolítico, uma postura poderosa e uma presença marcante. O exterior é caracterizado pela nova cor de assinatura da Audi Titanium, uma pintura também utilizada no Audi Concept C e no carro de corrida de Fórmula 1 da Audi. Em combinação com elementos de carbono, ela destaca as linhas precisas do Nuvolari.

Sistema de propulsão híbrido de alto desempenho com quatro unidades de distintas de condução

O Audi Nuvolari é impulsionado por um sistema de propulsão híbrido de alto desempenho com uma potência máxima de 736 kW (1.001 cv). Ele combina um motor V8 biturbo de 4,0 litros, que entrega 588 kW (800 hp), com três motores elétricos de fluxo axial, cada um com 110 kW. A bateria de íons de lítio possui uma capacidade bruta de 7,3 kWh.

O motor a combustão fornece um torque máximo de 730 Nm e alcança até 10.000 rpm — uma faixa anteriormente reservada ao automobilismo.

Dois motores elétricos de fluxo axial, refrigerados a óleo, no eixo dianteiro entregam até 2.150 Nm de torque. Como parte integrante do sistema quattro, eles apoiam a distribuição variável de torque. Um terceiro motor elétrico, posicionado entre o motor central V8 e a transmissão, completa o conceito de propulsão.

O conjunto de propulsão de alto desempenho acelera o veículo de 0 a 100 km/h em 2,6 segundos¹ e de 0 a 200 km/h em 6,8 segundos, atingindo uma velocidade máxima superior a 350 km/h.

“Com o Audi Nuvolari, toda a nossa equipe demonstrou mais uma vez sua competência técnica, força inovadora e dedicação”, afirma Rouven Mohr, CTO da Audi. “Isso se reflete não apenas no desempenho do veículo e em suas tecnologias inspiradas na Fórmula 1, mas também na capacidade de transferir inovações de forma rápida e precisa para um veículo de produção.”

Tração quattro com predictive ride

A tração quattro é uma das inovações exclusivas da Audi e representa tração, controle e dinâmica de condução em todas as condições. No Nuvolari, a Audi desenvolve ainda mais esse princípio e define a próxima geração de tração integral com o quattro predictive ride.

O sistema processa o estado atual de condução com base em um modelo altamente preciso do estado do veículo. Dados detalhados de sensores — incluindo ângulo de direção, aceleração, taxa de guinada (rotação do veículo em torno do seu eixo vertical, que determina a resposta de direção em curvas) e nível de aderência atual — alimentam continuamente o sistema de controle.

Se o sistema antecipa uma possível perda de aderência em uma curva, ele reage de forma proativa como um sistema integrado.

As unidades de propulsão distribuem o torque com precisão tanto no sentido longitudinal quanto lateral. Os freios estabilizam o veículo por meio de intervenções direcionadas e reduzem o deslizamento. A aerodinâmica ajusta a força de sustentação descendente conforme a situação.

Os motores elétricos no eixo dianteiro são um elemento-chave do sistema de dinâmica preditiva, permitindo a vetorização de torque variável para maior agilidade nas curvas e estabilidade em altas velocidades.

A calibração inteligente e preditiva da dinâmica do veículo garante máxima tração e controle — mesmo em situações de forte aceleração lateral e deslizamento dos pneus, em pisos molhados ou com neve, e em condições variáveis de aderência.

Os motoristas também podem influenciar o sistema por meio de controles rotativos no volante, com quatro modos de condução que priorizam de forma diferente o sistema de propulsão, a dinâmica do veículo e a eficiência:

  • E-Hybrid permite condução totalmente elétrica para uso urbano e em curtas distâncias.
  • Balanced combina conforto, eficiência e desempenho.
  • Dynamic torna a resposta do sistema mais direta e aumenta a agilidade e a precisão.
  • Dynamic+ concentra o sistema de propulsão totalmente em uma experiência de condução emocional.

Para cenários particularmente exigentes, a dinâmica do veículo pode ser ainda mais refinada com o modo Track. Esse modo permite o ajuste direcionado do controle de tração de acordo com o estilo de condução e o nível de aderência disponível. As configurações variam de Wet (molhado) a Dry (seco) e de Race até Traction Control Off (TC Off) — permitindo um comportamento de condução transparente e controlável até os limites físicos.

Estrutura Audi Space Frame com carroceria em carbono

A arquitetura do veículo do Audi Nuvolari* foi consistentemente projetada para construção leve e alta rigidez torcional. Para isso, a Audi combina a comprovada tecnologia Audi Space Frame com uma carroceria em carbono — uma estreia para a marca.

O Audi Space Frame com carroceria em carbono combina baixo peso com alta resistência estrutural, formando a base para um comportamento dinâmico preciso e um desempenho elevado e controlado. Quase todos os componentes externos são feitos de polímero reforçado com fibra de carbono (CFRP).

Todos os componentes de fibra de carbono do Audi Nuvolari foram desenvolvidos com base na expertise da Fórmula 1. Um elemento-chave é a tecnologia de autoclave com prepreg, na qual fibras de carbono pré-impregnadas são moldadas e posteriormente curadas sob alta pressão e temperatura — garantindo máximo desempenho estrutural com peso mínimo.

Os elementos de carbono são produzidos por meio de processos precisos de laminação manual, que exigem alto nível de experiência, cuidado e habilidade artesanal. A qualidade de execução é crucial tanto para a integridade estrutural quanto para o aspecto visual dos componentes.

Esse processo de fabricação permite a criação de geometrias altamente complexas. Utilizando CFRP, os componentes podem ser projetados integralmente com foco na função — desde estruturas complexas de painéis de porta até elementos verticais de estrutura cuidadosamente alinhados, que direcionam o fluxo de ar através do S-duct oculto.

Em áreas expostas a temperaturas particularmente elevadas, o Audi Nuvolari utiliza materiais resistentes ao calor especificamente ajustados, que combinam desempenho funcional com acentos visuais distintos.

Rodas forjadas com fixação central também estreiam no portfólio de produção da Audi.

Aerodinâmica ativa inspirada na Fórmula 1

A Audi utiliza aerodinâmica ativa no Nuvolari para combinar de forma precisa desempenho e eficiência. O sistema ajusta a força de sustentação (downforce), o arrasto e o equilíbrio aerodinâmico de acordo com as condições de condução — garantindo máxima estabilidade e controle preciso do veículo.

Cada elemento externo cumpre uma função aerodinâmica claramente definida, desde o Splitter dianteiro até o difusor traseiro. Os pilotos de Fórmula 1 da Audi forneceram feedback direcionado durante a fase de desenvolvimento para ajustar com precisão o desempenho aerodinâmico.

As entradas de ar frontais garantem o resfriamento eficaz dos freios, bem como a gestão térmica eficiente do motor a combustão e dos componentes híbridos. A parte frontal ventilada, conhecida como S-duct, melhora a eficiência aerodinâmica no eixo dianteiro — proporcionando força de sustentação adicional, reduzindo a elevação em altas velocidades e melhorando o resfriamento do sistema de propulsão.

O elemento central do sistema aerodinâmico ativo é a asa traseira adaptativa retrátil. Ela controla a força de sustentação e o arrasto em três configurações: Closed (fechada), Low Downforce (LD) e High Downforce (HD).

Na posição Closed, a asa traseira é recolhida para minimizar o arrasto e melhorar a eficiência. Nas configurações LD e HD, diferentes níveis de downforce são gerados dependendo da dinâmica de condução e do modo selecionado.

Em modos voltados ao desempenho, como Dynamic, Dynamic+ e Track, a asa traseira opera de forma totalmente automática. Em retas, o sistema muda para a posição LD para otimizar a velocidade máxima e a estabilidade. O Drag Reduction System (DRS), conhecido da Fórmula 1, pode ser ativado manualmente por meio de um botão dedicado no volante para reduzir ainda mais a altura da asa, diminuindo o arrasto e aumentando a velocidade máxima.

Durante frenagens e em curvas, a asa se move para a posição HD, maximizando o downforce para obter desempenho e controle máximos. Nessa configuração de alta sustentação, o conceito aerodinâmico do Audi Nuvolari pode gerar, dependendo da situação de condução, mais de 400 kg de downforce.

A posição da asa traseira pode ser controlada tanto automaticamente quanto manualmente por meio de um controle rotativo no volante — em todos os modos de condução, exceto no E-Hybrid.

O conceito aerodinâmico foi refinado até os mínimos detalhes — incluindo os anéis metálicos da Audi, integrados de forma nivelada à asa traseira retrátil — e constitui a base para altas velocidades em curvas e tempos de volta rápidos na pista.

Gerenciamento dinâmico de energia

O sistema de gerenciamento de energia do Audi Nuvolari também é inspirado no automobilismo. O modo boost (aumento de potência) e de recuperação de energia estão intimamente ligadas à distribuição de torque. Como um sistema integrado, ele gerencia continuamente a interação entre a entrega de potência e a recuperação de energia — adaptado às condições de condução, ao nível de aderência e à intenção do motorista.

O modo de rodagem livre (coasting) e de recuperação na frenagem ampliam a recuperação de energia para praticamente todas as fases de condução. No eixo dianteiro, a desaceleração elétrica assume uma parcela significativa da frenagem, enquanto no eixo traseiro, fases de rodagem livre, carga parcial e controle de tração são utilizadas para recuperar energia.

Uma desaceleração totalmente elétrica de até 0,3 g é possível — cobrindo grande parte das frenagens no uso cotidiano e em condução dinâmica. Essa desaceleração controlada estabiliza o veículo enquanto simultaneamente recarrega a bateria.

A arquitetura integrada de entrega de potência, distribuição de torque e recuperação de energia torna-se especialmente evidente na função Launch Control. Nesse caso, o sistema utiliza de forma direcionada a energia armazenada para obter aceleração máxima — um conceito derivado diretamente da Fórmula 1, que permite desempenho máximo com tração controlada.

Sistema de frenagem de alto desempenho

O sistema de frenagem do Audi Nuvolari foi desenvolvido com um objetivo claro: máximo desempenho em condições extremas por meio da interação precisa entre a frenagem hidráulica e a desaceleração elétrica.

Um sistema brake-by-wire inspirado no automobilismo permite a distribuição variável entre a recuperação de energia e a frenagem hidráulica. O pedal de freio é funcionalmente desacoplado da força de frenagem real nas rodas, garantindo uma sensação de pedal consistente e precisa.

No centro do sistema está o novo freio Audi Ceramic Pro, projetado para oferecer desaceleração consistentemente elevada e controle preciso — mesmo sob uso intenso e contínuo em pista.

No eixo dianteiro, pinças fixas de dez pistões atuam em discos de freio de 420 × 40 mm, enquanto no eixo traseiro, pinças de quatro pistões são combinadas com discos de 410 × 32 mm. Essa configuração proporciona um desempenho de frenagem equilibrado, com alta estabilidade térmica e resposta precisa do pedal em toda a faixa de velocidade.

Os discos de freio, derivados diretamente da Fórmula 1, são baseados em uma estrutura de carbono de fibras longas, projetada para suportar cargas térmicas extremas sem comprometer a integridade estrutural ou as características consistentes de atrito.

Um sistema interno de refrigeração especialmente desenvolvido para os discos de freio melhora o fluxo de ar e aumenta a dissipação de calor em até 21% em comparação com sistemas convencionais de carbono-cerâmica.

A redução de vibrações longitudinais sob frenagens intensas, a melhora da estabilidade direcional e a resposta precisa da direção reduzem as distâncias de frenagem — especialmente em altas velocidades — ao mesmo tempo em que aumentam o controle e a segurança.

Em condições adequadas, uma parcela significativa da desaceleração é realizada puramente de forma elétrica. Somente sob demandas mais elevadas de frenagem ou próximo aos limites da dinâmica do veículo é que o sistema aciona de forma contínua os freios hidráulicos.

Com uma capacidade de absorção de energia de até 2,8 megawatts, o sistema de frenagem é capaz de lidar com cargas extremas de desaceleração — em nível comparável ao de um carro de Fórmula 1 atual. Isso garante um desempenho de frenagem consistentemente elevado, semperda de eficiência (fading) ou superaquecimento, mesmo em condições extremas de pista.

Interior e UI/UX

O interior do Audi Nuvolari é totalmente focado no ato de dirigir. Uma arquitetura reduzida concentra todos os controles nas funções essenciais e os posiciona diretamente no campo de visão do motorista — incluindo elementos-chave da interface homem-máquina (HMI).

Essa abordagem centrada no condutor prioriza as informações relevantes, enquanto conteúdos secundários permanecem em segundo plano. Displays digitais e controles físicos seguem uma lógica consistente, permitindo uma interação natural.

Os destaques de cor na HMI fazem referência ao lendário carro de corrida Auto Union Type C, evocando a era do automobilismo dos anos 1930, marcada por recordes históricos de velocidade. Esse uso funcional das cores continua no conceito geral do interior, dividindo o habitáculo em duas zonas. A parte dianteira é finalizada em um tom profundo e escuro, projetado para favorecer a concentração. Superfícies, materiais e detalhes são consistentemente alinhados a esse esquema de cores escuras. Em contraste, a seção traseira apresenta um tom mais claro, chamado Shadow Dune.

Precisão e qualidade artesanal definem todo o interior — desde os controles e saídas de ar até a moldura da tela central, confeccionada em alumínio anodizado.

Bancos leves complementam o conceito de interior orientado ao motorista. A estrutura em fibra de carbono na base e no encosto reduz o peso ao mesmo tempo em que proporciona alta rigidez e suporte lateral preciso. O design ergonômico favorece uma posição de condução natural e permite um feedback direto tanto do veículo quanto da estrada.

Como funciona a (IA) na área de atendimento e vendas

Foto: Magnific

*Por Helen Toyama

Quando pensamos no impacto da Inteligência Artificial (IA) na área de atendimento e vendas, especialmente no segmento educacional, podemos nos surpreender em como a ferramenta já faz parte das mais variadas atividades do dia a dia. Já utilizamos com sucesso Chatbots com fluxos automatizados para atender prospects e alunos. Esse recurso, por meio de um fluxo pré-definido de informações, não só reduz a quantidade de atendimentos transbordados para atendentes humanos, mas também melhora a experiência do cliente. Em momentos de pico, a vantagem é clara, pois não há restrição na quantidade de atendimentos simultâneos.

A implementação desse meio automatizado já resultou em redução de 40% nos atendimentos de captação de alunos transbordados para consultores humanos em nossas operações, por exemplo. Com a chegada de outras tecnologias avançadas, como o GPT, expandimos o uso de Chatbots para captação de alunos, mantendo um padrão consistente de abordagem e fornecendo informações detalhadas durante o atendimento, graças à capacidade de aprendizado e armazenamento de informações da máquina.

Estamos diante de uma nova revolução, na qual a IA substituirá tarefas operacionais e, em breve, também atividades analíticas e estratégicas. Foto: Magnific

Além disso, é possível explorar funcionalidades como assistente de atendimento, em que o Bot sugere respostas para o atendente, elevando o padrão de qualidade da interação e reduzindo o tempo médio de atendimento. Outro aplicativo interessante faz correção de redações em processos seletivos, proporcionando uma experiência mais fluida na captação de alunos, com impacto positivo no percentual de conversão em matrículas.

Para se ter uma ideia dos avanços, recentemente, empresas tem começado a testar a IA na transcrição de atendimentos de voz para texto, visando avaliar a qualidade da abordagem e direcionar a qualificação do time de vendas. Além disso, estudos são feitos para definir modelos de atribuição e predição com IA para otimizar ainda mais o processo de vendas.

Para se ter uma ideia dos avanços, recentemente, empresas tem começado a testar a IA na transcrição de atendimentos de voz para texto. Foto: Magnific

 

Do meu ponto de vista, o principal desafio das instituições de ensino agora é aproveitar a tecnologia para aprimorar a experiência do aluno e o processo de aprendizagem. Embora muitas instituições foquem na IA para captação e retenção, ainda não observei iniciativas significativas para entregar aos alunos, cursos mais dinâmicos e alinhados com a forma como as novas gerações aprendem, desenvolvendo competências essenciais à sua formação profissional.

Estamos diante de uma nova revolução, na qual a IA substituirá tarefas operacionais e, em breve, também atividades analíticas e estratégicas. No entanto, a tomada de decisão final ainda exigirá a intervenção humana. Portanto, empresas e profissionais devem se reinventar para encontrar seu papel nesse processo. Um desafio adicional para as instituições de ensino é formar profissionais para profissões que ainda não existem, capacitando-os a desempenhar funções complementares ao que a IA realiza.

Helen Toyama, CEO e fundadora da Persone, empresa pioneira e especializada em soluções de vendas para o segmento educacional.

Chefe do MPMS afirma que deputados e prefeitos citados na Operação Gutenberg não são investigados

Procurador-geral de Justiça do MPMS, Romão Ávila Milhan Júnior. Foto: MPMS/Divulgação

O procurador-geral de Justiça de Mato Grosso do Sul, Romão Ávila Milhan Júnior, afirmou que deputados estaduais e prefeitos mencionados em conversas encontradas em um celular apreendido durante a Operação Gutenberg não são investigados pelo Ministério Público. Segundo ele, não foram identificados elementos que justificassem a abertura de apuração contra essas autoridades.

O procurador-geral de Justiça de Mato Grosso do Sul, Romão Ávila Milhan Júnior, esclareceu que deputados estaduais e prefeitos citados em conversas extraídas de um celular apreendido durante a Operação Gutenberg não são alvos de investigação do Ministério Público Estadual.

Procurador-geral de Justiça do MPMS, Romão Ávila Milhan Júnior – Foto: Divulgação (MPMS)

A declaração foi feita durante entrevista ao podcast Política de Primeira, divulgada nesta segunda-feira (20), na qual o chefe do MPMS explicou que os nomes apareceram em mensagens analisadas após a deflagração da operação, mas que isso, por si só, não configura indício de envolvimento em irregularidades.

Segundo Romão Ávila, o caso chegou à Procuradoria-Geral de Justiça para análise em razão da existência de autoridades com foro por prerrogativa de função mencionadas nas conversas. No entanto, após avaliação do material reunido pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), não foram encontrados elementos mínimos que justificassem a instauração de uma investigação específica.

“O fato de um nome aparecer em conversas não significa que essa pessoa tenha participado de qualquer prática ilícita. Não há investigação contra deputados ou prefeitos citados. A apuração permanece concentrada no servidor público e nos particulares investigados”, afirmou o procurador-geral.

Diante dessa conclusão, o procedimento foi devolvido para que a investigação tenha continuidade exclusivamente em relação aos alvos originais da operação, que foram objeto de mandados de busca e apreensão e de prisão cumpridos no último dia 7 de julho.

A Operação Gutenberg investiga uma organização criminosa suspeita de movimentar aproximadamente R$ 27 milhões em um esquema de fraudes. Foto: Gaeco/MPMS

A Operação Gutenberg investiga uma organização criminosa suspeita de movimentar aproximadamente R$ 27 milhões em um esquema de fraudes envolvendo a compra de livros paradidáticos e o desvio de recursos da saúde pública em Mato Grosso do Sul.

De acordo com as investigações do Gaeco, o grupo utilizava a Central Estadual de Regulação para supostamente condicionar a liberação de leitos, exames e cirurgias do Sistema Único de Saúde (SUS) à aquisição de materiais da Editora Avante por municípios sul-mato-grossenses.