Evento reuniu convidados em torno da nova boutique da maison francesa no Cidade Jardim
Por: Jefferson de Almeida
A Dior inaugurou, nesta quinta-feira (17), sua boutique no Fasano Tennis Club, na região do Cidade Jardim, em São Paulo. Em clima intimista, a ocasião reuniu um seleto grupo de convidados para celebrar a chegada do novo espaço da maison francesa, referência mundial em moda e luxo.
Entre os nomes que prestigiaram a inauguração estavam Enzo Celulari, Zeca Veloso, Caroline Ribeiro, João Guilherme, Pedro Novaes, Maeve Jinkings, Jão, Shirley Mallmann, Maju Trindade e Filipe Bragança, além de outros convidados do universo da moda, da música, do cinema e da televisão.
Instalada em um dos endereços mais exclusivos da capital paulista, a boutique reforça a presença da Dior no mercado brasileiro e aproxima o público da estética que consagrou a marca fundada por Christian Dior. O encontro foi marcado por elegância, moda e pelas conexões que fazem de São Paulo uma das principais vitrines do luxo na América Latina.
A inauguração no Fasano Tennis Club também evidencia a sintonia da Dior com um público que valoriza experiências personalizadas, tradição e contemporaneidade — códigos que atravessam a história da maison e seguem inspirando novas gerações. Fotos: Tom Barreto/ Cleiby Trevisan
…Bom dia! “O sucesso nasce do querer, da determinação e persistência em se chegar a um objetivo.
…Um abraço aos aniversariantes de hoje: Enrico Feitosa, Jessica Sotolani, Nayara Moraes Barbosa, Ana Clara Ferrão, Anderson Souza Gonçalves, Dionísio Antonio Vaneca, Adilson Texeira da Silva e Luciano Amaral Miranda. Happy birthday!
Reconhecida internacionalmente por sua cozinha sustentável e pela valorização dos pequenos produtores, a chef paranaense é a convidada de hoje, com entrada, prato principal e sobremesa
Por: Jefferson de Almeida
A convidada de hoje do Cozinhando para o Jeff é Manu Buffara, uma das principais representantes da gastronomia brasileira contemporânea. Paranaense, a chef construiu uma cozinha profundamente conectada aos ingredientes, às comunidades produtoras e à biodiversidade brasileira.
Antes de se dedicar à gastronomia, Manu chegou a estudar Jornalismo. Sua formação como cozinheira passou por restaurantes na Itália e por casas internacionalmente reconhecidas, como o Noma, na Dinamarca, e o Alinea, nos Estados Unidos.
Manu Buffara, uma das principais representantes da gastronomia brasileira contemporânea. Foto: Divulgação
Em 2011, inaugurou em Curitiba o restaurante Manu, concebido como um espaço intimista de pesquisa e experimentação. Seu trabalho lhe rendeu o título de Melhor Chef Mulher da América Latina em 2022 e o prêmio de Restaurante Sustentável da América Latina em 2023.
Além do restaurante Manu, a chef está envolvida em novos projetos gastronômicos e em iniciativas sociais desenvolvidas pelo Instituto Manu Buffara.
Para o nosso menu de hoje, selecionamos três receitas publicadas e atribuídas à chef: um creme de abóbora com gengibre e maracujá como entrada, peixe marinado no mel nativo como prato principal e cookies de cacau com tomilho para a sobremesa.
Entrada: Brilho do Outono — creme de abóbora com gengibre e maracujá
Uma entrada cremosa e aromática, na qual a doçura natural da abóbora encontra o frescor ácido do maracujá e o leve toque picante do gengibre.
creme de abóbora com gengibre e maracujá. Foto: Rubens Kato / divulgação.
Ingredientes
1 colher de sopa de azeite de oliva — 15 ml
1 cebola média picada — aproximadamente 100 g
2 dentes de alho picados — aproximadamente 10 g
1 colher de sopa de gengibre fresco ralado — 15 g
500 g de abóbora descascada e cortada em pedaços
3 xícaras de caldo de legumes ou água — 750 ml
½ xícara de suco de maracujá — 120 ml
¼ de xícara de creme de leite — 60 ml
Sal a gosto
Pimenta-do-reino a gosto
Polpa de 1 maracujá para finalizar — opcional
Modo de preparo
Aqueça o azeite em uma panela, em fogo médio. Acrescente a cebola e refogue durante três ou quatro minutos, até começar a ficar transparente.
Junte o alho e o gengibre e refogue por mais um ou dois minutos. Adicione a abóbora e misture.
Coloque o caldo de legumes ou a água e cozinhe por aproximadamente 20 minutos, ou até que a abóbora esteja completamente macia.
Bata a mistura no liquidificador até obter um creme homogêneo. Retorne o creme à panela, acrescente o suco de maracujá e o creme de leite.
Tempere com sal e pimenta-do-reino. Sirva quente e, se desejar, finalize com a polpa do maracujá.
Prato principal: Peixe marinado no mel nativo com abacate e melancia
Nesta receita, Manu Buffara combina peixe, mel nativo, abacate, melancia, leite de coco, ervas e diferentes texturas. O resultado é um prato que equilibra doçura, acidez, frescor e picância.
Peixe marinado no mel nativo com abacate e melancia. Foto: Globo/Gshow
Ingredientes para o peixe
200 g de robalo
1 tomate cortado em cubos pequenos
½ cebola-roxa cortada em cubos pequenos
½ maço de cebolinha picada
1 pimenta-dedo-de-moça picada
½ abacate amassado
100 ml de mel nativo
50 g de batata palha caseira
Suco de ½ limão
100 g de melancia cortada em cubos
10 g de molho de pimenta
20 ml de vinagre de arroz
100 ml de leite de coco
15 folhas de hortelã picadas
50 g de farinha de milho
Minicoentro a gosto
Brotos de rabanete a gosto
Brotos de capuchinha a gosto
Sal a gosto
Para a batata palha
5 batatas Asterix
150 ml de óleo
Para o molho de pimenta
200 g de pimenta-cambuci
Água fervente
Água com gelo
Um pouco de óleo
Modo de preparo
Rale as batatas e deixe-as de molho em água. Escorra, seque cuidadosamente e frite no óleo quente até ficarem douradas e crocantes. Reserve.
Para o molho, coloque a pimenta Cambuci no liquidificador. Acrescente água fervente e, em seguida, água com gelo. Adicione um pouco de óleo e bata.
Em uma tigela, misture a cebola roxa, o tomate, a pimenta picada, o abacate, o suco de limão, o sal e a batata palha. Reserve.
Em outro recipiente, coloque o vinagre de arroz, algumas gotas do molho de pimenta e as folhas de hortelã. Acrescente o leite de coco e a farinha de milho, deixando a farinha hidratar.
Tempere o peixe com sal, passe-o pelo mel nativo e leve para grelhar.
Para montar, disponha o peixe no prato e acrescente a farinha de milho hidratada, a mistura de abacate e os cubos de melancia. Finalize com minicoentro, brotos de rabanete e brotos de capuchinha.
Sobremesa: Cookies de cacau com tomilho
O cacau e o chocolate amargo ganham uma camada aromática inesperada com a presença do tomilho fresco. Uma sobremesa simples de preparar, mas com a personalidade característica da cozinha de Manu Buffara.
Cookies de cacau com tomilho. Foto: Rubens Kato
Ingredientes
1 xícara de farinha de trigo — 120 g
¼ de xícara de cacau em pó — 25 g
½ colher de chá de bicarbonato de sódio — 3 g
¼ de colher de chá de sal — 1 g
½ xícara de manteiga sem sal em temperatura ambiente
115 g
½ xícara de açúcar mascavo — 100 g
¼ de xícara de açúcar — 50 g
1 ovo
1 colher de chá de extrato de baunilha — 5 ml
1 colher de sopa de folhas frescas de tomilho — 5 g
½ xícara de gotas de chocolate amargo — 85 g
Flor de sal para finalizar — opcional
Modo de preparo
Pré-aqueça o forno a 180 graus e forre uma assadeira com papel manteiga.
Peneire a farinha de trigo, o cacau, o bicarbonato e o sal. Reserve.
Em outro recipiente, bata a manteiga com o açúcar mascavo e o açúcar comum até formar uma mistura clara e cremosa.
Adicione o ovo e o extrato de baunilha. Misture bem e acrescente as folhas de tomilho.
Incorpore gradualmente os ingredientes secos. Por último, acrescente as gotas de chocolate amargo.
Faça pequenas porções da massa, coloque-as na assadeira e pressione levemente cada uma.
Asse durante 10 a 12 minutos. Retire do forno e deixe os cookies descansarem antes de transferi-los para uma grade. Se desejar, finalize com uma pequena quantidade de flor de sal.
…Bom dia! “Os tolos esperam o dia de sorte, mas cada dia é uma sorte.”
…Um abraço aos aniversariantes de hoje: Diego Vollkopf, Flavia Fontoura, Edna Joana Duarte Slavec, Sérgio Luiz Ferreira, Graziele Fialho, Adelita Freitas, Inês Helena, Vanilda Rosendo da Silva, Lourença Coimbra Pedra, Jean Adriano Rodrigues e Claudio Esquivel. Happy birthday!
Inteligência artificial, inclusão, segurança, longevidade empresarial, economia, marca Brasil e conexões humanas estão entre os temas que movimentam o palco de conteúdo do Festuris 2026.
O turismo está mudando e quem trabalha no setor precisa acompanhar essa transformação antes que ela chegue ao mercado. É com essa provocação que o Meeting Festuris, palco de conteúdo da 38ª edição do Festuris – Feira Internacional de Turismo de Gramado, reúne especialistas, empresários, lideranças e personalidades para discutir os temas que já estão impactando a forma de viajar, consumir, empreender e fazer negócios.
Com o conceito “Relações reais que constroem o futuro”, o Meeting acontece nos dias 13 e 14 de novembro, em Gramado (RS), e propõe duas manhãs de imersão em ideias capazes de ultrapassar o palco e chegar à prática profissional. A programação foi construída para quem não quer apenas saber o que está acontecendo no turismo, mas deseja entender o que vem pela frente e como se preparar para isso.
Com o conceito “Relações reais que constroem o futuro”, o Meeting acontece nos dias 13 e 14 de novembro, em Gramado (RS). Foto: Festuris/Divulgação
Entre os assuntos que prometem provocar o público está uma das perguntas mais inquietantes do momento: a inteligência artificial vai substituir as pessoas no turismo? O debate “A IA Vai Substituir as Pessoas no Turismo? A Inteligência Emocional Responde” coloca tecnologia e humanidade frente a frente e convida o setor a refletir sobre aquilo que nenhuma ferramenta consegue reproduzir da mesma maneira: relações, sensibilidade, escuta e conexão.
E se a tecnologia redefine processos, a inclusão redefine a experiência. A programação de abertura traz o debate “Além da Acessibilidade Física – O Desafio da Inclusão Neurodiversa no Turismo”, ampliando a discussão sobre como destinos, empresas e profissionais podem construir experiências verdadeiramente acolhedoras para diferentes públicos.
Outro tema que ganha espaço é o wellness tourism, tendência que transforma saúde, bem-estar e qualidade de vida em elementos cada vez mais relevantes para a escolha de destinos e experiências. Na sequência, o Meeting mergulha em um dos segmentos mais desejados do mercado: o turismo de luxo, discutindo a “Conexão Humana por trás da Exclusividade” e mostrando que, em um mercado de alto padrão, personalização e relacionamento podem ser tão importantes quanto o produto oferecido.
Por isso, o Meeting é pensado para quem entende que tempo é investimento e conhecimento é ferramenta de negócio. Foto: Festuris/Divulgação
No segundo dia, o palco amplia ainda mais o olhar sobre os negócios. “Confiança como Ativo – O impacto do Compliance na Experiência Turística” coloca em pauta um ativo muitas vezes invisível, mas decisivo para empresas e destinos: a confiança. Já o debate “Mulheres Viajantes e Segurança: Construindo Destinos mais Acolhedores” aborda um aspecto essencial para a evolução da atividade turística: a construção de ambientes nos quais viajar seja, além de prazeroso, uma experiência segura.
Para quem acompanha os movimentos da economia e quer entender como eles chegam ao turismo, o painel “Brasil em Transformação: Economia, Marca País e o Futuro dos Negócios” reúne Bruno Reis, presidente da Embratur, e Ana Maria Berto, CEO da Orinter Tour & Travel, com mediação da jornalista Giane Guerra. A discussão conecta cenário econômico, posicionamento internacional e oportunidades para o setor turístico brasileiro.
E há espaço, ainda, para olhar para o turismo pelo viés da experiência e do entretenimento. O painel “Turismo de Entretenimento” encerra a programação mostrando como atrações, gastronomia e experiências podem se transformar em produtos turísticos capazes de movimentar destinos e gerar novos negócios.
Conteúdo para sair da zona de conforto
Mais do que uma sequência de palestras, o Meeting Festuris aposta em uma programação que cruza diferentes áreas do conhecimento — de marketing, administração e economia a liderança, empreendedorismo, inovação, sustentabilidade e psicologia.
É justamente essa diversidade que transforma o palco em uma oportunidade de atualização para profissionais que precisam tomar decisões em um mercado cada vez mais dinâmico.
A proposta é simples: investir uma manhã em conhecimento pode significar economizar meses tentando entender sozinho para onde o mercado está indo. E, em um setor baseado em pessoas, estar no mesmo ambiente que grandes nomes, empresários e profissionais do turismo também significa ampliar a rede de contatos e criar oportunidades que não acontecem apenas em uma palestra.
Por isso, o Meeting é pensado para quem entende que tempo é investimento e conhecimento é ferramenta de negócio. Foto: Festuris/Divulgação
Por isso, o Meeting é pensado para quem entende que tempo é investimento e conhecimento é ferramenta de negócio. Além do acesso ao conteúdo do Meeting, o ingresso inclui a participação na Feira de Negócios do Festuris e nos demais palcos de conteúdo da feira, além de certificado de participação. As inscrições estão abertas. Mais informações com Júlia Bervanger no número (54) 99951.7525.
PROMOÇÃO – Até o dia 30 de setembro, quem adquirir o ingresso para o Meeting Festuris pelo valor integral estará concorrendo a um pacote de experiências em Gramado, que inclui dois ingressos para o Natal Luz, um jantar para duas pessoas no Edelweiss Restaurant e duas entradas para o Garden Park.
Vivemos em um tempo em que ser produtivo se tornou sinônimo de valor pessoal. A rotina acelerada, os prazos curtos e a exigência por resultados fazem com que muitos se orgulhem de conseguir “dar conta de tudo”. Mas, por trás dessa imagem de eficiência, há um esgotamento crescente que poucos reconhecem, e menos ainda ousam nomear.
O hábito de realizar várias tarefas ao mesmo tempo parece um sinal de competência. Na verdade, é o contrário. Pesquisas em neurociência mostram que o cérebro não faz multitarefa de verdade: ele apenas alterna rapidamente entre tarefas, perdendo até 40% da eficiência no processo. É como tentar ouvir várias músicas ao mesmo tempo: o som vira ruído, e nada se aproveita por completo.
O hábito de realizar várias tarefas ao mesmo tempo parece um sinal de competência. Na verdade, é o contrário. Foto: Vilius Kukanauskas por Pixabay
Essa busca constante por produtividade nasce de uma cultura que nos ensinou desde cedo que nosso valor está no que entregamos, não no que vivemos. É como se fôssemos máquinas em manutenção permanente, sempre precisando provar que ainda funcionamos. O descanso, o tédio e até o silêncio passam a ser vistos como desperdício de tempo.
Assim, mesmo quando o corpo para, a mente continua em movimento, pulando de um pensamento a outro, incapaz de desligar. A tecnologia, que deveria facilitar a vida, acaba ampliando essa dinâmica, e estamos sempre disponíveis, conectados e distraídos.
O resultado é uma sensação de cansaço permanente. Dormir não basta, relaxar parece impossível, e a ideia de tempo livre perde completamente o sentido. Você acorda cansado, passa o dia cansado e dorme cansado, sonhando com as tarefas do dia seguinte.
Com o tempo, essa rotina cobra um preço alto, e geralmente em lugares que você não esperava. Foto: Freepik
Com o tempo, essa rotina cobra um preço alto, e geralmente em lugares que você não esperava. A pressa rouba a presença. Você está com seu filho, mas pensando na reunião de amanhã. Está no jantar, mas checando e-mails. Está na cama, mas o cérebro já montou a agenda da semana que vem. A necessidade de estar sempre ocupado impede que se perceba o essencial: que vida é essa, afinal, em que você não está realmente presente em lugar nenhum?
Aqui entra algo que muda completamente o jogo, mas que quase ninguém te conta: o play (em português, seria algo como “brincar”, mas a palavra não traduz a complexidade do fenômeno). Play não é “atividade de integração” da empresa. Não é aquele videogame no escritório que ninguém usa por medo de parecer improdutivo. Play é um estado biopsicossocial que envolve corpo, mente e relações, tirando você do modo sobrevivência e colocando no modo viver de verdade.
Pense comigo: quando foi a última vez que você fez algo completamente “inútil”? Algo que não ia render um post, melhorar seu currículo, queimar calorias mensuráveis ou aumentar sua produtividade? Algo gloriosa e magnificamente inútil? É exatamente aí que mora o antídoto para a exaustão coletiva.
Desacelerar, hoje, é quase um ato de coragem, de rebeldia até. Concentrar-se em uma única coisa. Foto: Imagem de freepik
A ironia cruel é que vivemos cercados de “entretenimento”: Netflix infinito, TikTok sem fim, jogos, séries, memes. Mas isso não é play genuíno. É distração algorítmica, consumo passivo que mantém você ocupado sem renovar suas energias.
Desacelerar, hoje, é quase um ato de coragem, de rebeldia até. Concentrar-se em uma única coisa. Desligar o celular por algumas horas. Permitir-se o tédio. Simplesmente não fazer nada pode parecer simples, mas exige resistência contra uma cultura que glorifica o excesso e mede seu valor pelo quanto você aguenta.
A verdadeira eficiência não está em fazer mais, mas em escolher o que realmente merece atenção. Reconhecer que seu cérebro não foi projetado para essa corrida maluca de estímulos constantes. Ele foi desenhado para alternar entre foco intenso e recuperação real, entre trabalho e play, entre fazer e ser.
Talvez a solução não esteja em produzir sem parar, mas em reencontrar o ritmo natural das coisas, aquele em que o tempo não é inimigo, e sim um espaço para existir com mais clareza, leveza e presença. Lembre-se sempre: quanto mais você tentar dar conta de tudo, mais esquecerá de dar conta de si mesmo.
Lucas Freire é psicólogo e autor de “Exaustos: Imaginando saídas para o cansaço diário”
Feito com quatro principais ingredientes: soja, trigo, água e sal, o shoyu é um molho utilizado na produção de diversos pratos.
O shoyu também é conhecido pelo seu sabor umami – o quinto gosto do paladar humano – capaz de realçar e transformar receitas. Sua cor é um rubi translúcido que realça a aparência dos alimentos e indica um sabor equilibrado. Apesar de ser muito utilizado na culinária asiática, o shoyu é versátil e pode ser usado em diferentes receitas, inclusive até em sobremesas como o picolé.
O resultado é uma sobremesa com um com um sabor contrastante, complexo e delicioso. Para quem tem curiosidade de saborear um sorvete com shoyu, a Kikkoman explica o passo a passo de uma receita de picolé de maracujá, confira:
Picolé de maracujá
Ingredientes
1 xícara (chá) de polpa de maracujá
1 caixinha de leite condensado
1 caixinha de creme de leite
2 colheres (chá) de Shoyu
Folhas de hortelã picadinhas
Picolé de maracujá Foto: Divulgação
Modo de Preparo
No copo do liquidificador adicione o leite condensado, o creme de leite, o Shoyu no maracujá e as folhas de hortelã.
Despeje em forminhas de picolé e leve para o congelador por 20 minutos.
Adicione os palitinhos e deixe congelar.
Sirva a seguir.
Dica: Você pode trocar o maracujá por kiwi, morango ou limão.
Rendimento: 6 porções Tempo de preparo: 10 minutos + 3h de geladeira
Especialista do CEJAM explica como hábitos saudáveis podem auxiliar na redução das dores de cólicas menstrual, e orienta sobre quando é necessário procurar ajuda médica. Foto: Andrea Piacquadio
A cólica menstrual é uma realidade para milhões de mulheres e pode impactar diretamente a qualidade de vida, a produtividade e o bem-estar delas. De acordo com a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO), cerca de 50% das mulheres em idade reprodutiva sentem cólicas durante o período menstrual.
A dor tem origem na liberação de prostaglandinas, substâncias responsáveis por estimular as contrações uterinas para a eliminação do endométrio, camada interna do útero que se renova a cada ciclo. Quanto maior a liberação dessas substâncias, mais intensas são as contrações e, consequentemente, a dor sentida.
Além disso, dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) revelam que cerca de 10% das mulheres em idade fértil sofrem com a endometriose, doença inflamatória crônica que pode demorar anos para ser diagnosticada, justamente por a dor ser frequentemente naturalizada.
Segundo o Dr. Sérgio Rocha, ginecologista da Santa Casa de São Roque, unidade administrada pelo Centro de Estudos e Pesquisas “Dr. João Amorim” – CEJAM em parceria com a prefeitura da cidade, é fundamental diferenciar a cólica considerada normal daquela que pode sinalizar problemas como endometriose, miomas uterinos ou doença inflamatória pélvica.
“O tratamento das cólicas varia conforme o grau de dor e a causa. Cólica leve pode ser tratada com medicação em casa; moderada, com suporte hospitalar; e nos casos graves, pode haver necessidade de intervenção cirúrgica. A dor é considerada normal quando não compromete a rotina da mulher. Já as cólicas incapacitantes merecem atenção especial”, afirma o médico.
O tratamento das cólicas varia conforme o grau de dor e a causa. Foto: Saranya7 por Pixabay
Além do uso de medicamentos, práticas como atividade física regular, alimentação equilibrada e compressas de água quente podem ajudar a reduzir os sintomas. Em alguns casos, o uso de anticoncepcionais hormonais também pode ser recomendado como forma de controle.
“A medicina alternativa, como acupuntura, fisioterapia e pilates, pode ajudar a combater dores mais leves (as cólicas simples). Já nas cólicas de forte intensidade, o efeito costuma ser mais limitado”, complementa.
Dr. Sergio lembra que visitas regulares ao ginecologista são fundamentais para o esclarecimento de dúvidas e detecção precoce de problemas de saúde.
O profissional também destaca que manter uma rotina equilibrada fortalece o sistema imunológico e contribui para a regulação dos níveis hormonais, especialmente em pacientes que adotam hábitos saudáveis, como uma boa alimentação e noites de sono adequadas. Ele ressalta ainda que esse estilo de vida não apenas alivia as cólicas, mas ajuda na prevenção e no controle de diversas outras doenças e sintomas.
“O estresse e a ansiedade podem amplificar a percepção da dor e desregular o ciclo menstrual. O sistema nervoso central é o comando do nosso corpo. Se a paciente está tranquila, em um ambiente emocionalmente equilibrado, a cólica tende a ser de menor intensidade. Portanto, uma mulher que está bem psicologicamente pode ter suas dores menstruais amenizadas”, afirma o especialista.
Empreendimento da Tectaris, lançado na Avenida Mato Grosso, propõe integrar consultórios, diagnóstico, hospital-dia e serviços em um mesmo complexo, com entrega prevista para 2029.
Por: Jefferson de Almeida
Campo Grande acaba de ganhar um projeto que reposiciona a conversa sobre infraestrutura para a saúde privada. Lançado pela Tectaris na Avenida Mato Grosso, o Campo Grande Medical Center chega com a proposta de ser o primeiro condomínio clínico-médico da Capital, reunindo, em um único endereço, consultórios, exames, laboratórios, farmácia, centro cirúrgico e hospital-dia.
Campo Grande acaba de ganhar um projeto que reposiciona a conversa sobre infraestrutura para a saúde privada.
A ideia é tornar mais fluida uma jornada que, muitas vezes, exige deslocamentos entre diferentes bairros e serviços. No novo complexo, o paciente poderá encontrar, no mesmo ambiente, atendimento médico, diagnóstico e suporte assistencial. Para os profissionais de saúde, o empreendimento oferece uma estrutura planejada para concentrar o exercício da atividade em espaços funcionais, adaptáveis e conectados.
O projeto contou com consultoria do Sírio-Libanês, que participou dos estudos de mercado e de viabilidade econômica, além da revisão das plantas do centro de diagnósticos, laboratório e hospital-dia. A análise também abrangeu os fluxos operacionais dessas áreas, com foco na organização dos processos e na experiência de médicos, equipes e pacientes.
Entre os diferenciais anunciados está a implantação de um centro cirúrgico tipo II, em formato de Day Hospital, com projeto aprovado pela Anvisa. A proposta inclui ainda uma estrutura voltada a especialidades médicas, exames, análises clínicas e serviços de apoio, criando uma operação que vai muito além do modelo tradicional de edifício de consultórios.
A infraestrutura chama atenção pela escala. Serão oito elevadores, lobby com pé-direito duplo, oito posições de atendimento na recepção, 400 vagas rotativas para automóveis, 60 vagas para motos e gerador instalado. No térreo, o planejamento prevê lobbies específicos para o Medical Center e para laboratórios, além de farmácia, cafeteria, laboratório de análises clínicas, medicina nuclear e diagnósticos médicos.
Os consultórios poderão ser personalizados pela incorporadora ainda durante o período de obras, uma vantagem importante para profissionais que buscam adequar cada espaço às necessidades de sua especialidade. O condomínio também terá gestão de resíduos hospitalares e comuns, administração especializada após a entrega — incluindo a operação do centro cirúrgico —, sistema integrado de gestão dos consultórios e seguro de entrega.
No topo do edifício, um rooftop com auditório e espaço gourmet amplia a proposta de convivência e poderá receber encontros profissionais, aulas, palestras e eventos. É um detalhe que reforça a vocação do empreendimento para formar uma comunidade de saúde, aproximando diferentes especialidades e criando novas possibilidades de troca.
Ao lado do Medical Center, o projeto prevê integração com o Timeless Residence, residencial pensado para uma rotina mais prática, especialmente para o público 60+, familiares e profissionais da área. O conceito se apoia na proximidade entre moradia, prevenção, atendimento e bem-estar — uma tendência cada vez mais presente nos grandes centros urbanos.
Com entrega prevista para novembro de 2029, o Campo Grande Medical Center apresenta uma nova leitura para o setor imobiliário e para a saúde em Campo Grande: mais integrada, especializada e atenta ao tempo de quem cuida e de quem precisa de cuidado. Fotos: Divulgação
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Creci Pessoa Física MS: 12284
Creci Jurídico MS: 12559
… Bom dia! “Respire fundo e fique atento às surpresas deliciosas que a vida preparou para você”.
… Abraço aos aniversariantes de hoje: Cida Fontoura Carlana, Inez Murari Pereira Gentil, Luciana Schneider, Maria Cristina Desiderio, Francisco Eugenier Martins da Silva, José Martins Alves, Maria Angela Moura Salvioni, Judiclei Lopes Alonso, Célia Regina Antunes Bettoni, Humberto Chelotti Gonçalves, Fênix Nyr Valentina e Leu Ribeiro da Silva. Happy birthday!
Publicações recentes do Multishow reacenderam as especulações sobre a cantora no megashow de Copacabana. Foto: Reprodução/Redes Sociais
A confirmação oficial da cantora Katy Perry no evento Todo Mundo no Rio 2027 ainda não foi divulgada, mas as especulações sobre uma apresentação da artista na Praia de Copacabana ganharam força em agosto. O tema voltou a repercutir nas redes sociais e na imprensa, impulsionado por reações de fãs com referências ao termo “katycabana”. Os rumores começaram em maio, após o perfil oficial da Prefeitura do Rio de Janeiro publicar a frase “Uma coisa é certa no Todo Mundo no Rio 2027: vai ter fogos”, o que gerou associações ao sucesso Firework.
Se Katy Perry realmente vier ao Rio, dá para chegar ao show com muito mais segurança para falar inglês e com os principais hits na ponta da língua. Foto: Chris Jackson Getty Images
Diante da expectativa do evento, o repertório da artista norte-americana — que reúne canções como Teenage Dream, Roar, The One That Got Away, Hot N Cold e a própria Firework — traz uma oportunidade para o aprendizado prático de vocabulário, pronúncia e expressões no idioma inglês. A prática de ouvir e acompanhar as letras atua como uma ferramenta complementar ao estudo regular.
“A música cria uma conexão muito forte com o idioma porque faz parte da rotina e estimula a repetição de palavras, frases e sons. Para um fã, ter a possibilidade de assistir a um show como esse também pode se transformar em um objetivo para começar a estudar agora. A experiência muda quando você consegue cantar e, ao mesmo tempo, entender o que está sendo dito. Se Katy Perry realmente vier ao Rio, dá para chegar ao show com muito mais segurança para falar inglês e com os principais hits na ponta da língua”, destaca Reginaldo Kaeneêne, fundador e CEO da KNN Idiomas.
Para atender àqueles que buscam acelerar o processo de aprendizado, a rede disponibiliza um curso intensivo com duração de seis meses, focado em conversação e desenvolvido para falantes nativos de português. Alunos que ingressarem na modalidade no mês de outubro concluem o módulo em março de 2027, período que antecede as datas previstas para as apresentações na capital fluminense.
A prática de ouvir e acompanhar as letras atua como uma ferramenta complementar ao estudo regular. Foto: Cynthia Parkhurst
Da mesa ao idioma, a cultura italiana molda hábitos, celebrações e valores no Brasil
O Brasil é lar de uma das maiores comunidades italianas fora da Itália, com mais de 30 milhões de ítalo-brasileiros. A chegada dos imigrantes italianos em terras brasileiras no final do século XIX e início do século XX trouxe uma rica herança cultural que se integra profundamente à nossa sociedade.
Como um país rico em história e cultura, há 150 anos a Itália vem deixando um legado profundo e duradouro no Brasil. A influência italiana é visível nas mais diversas esferas e em tradições familiares que continuam sendo passadas de geração em geração, ajudando a formar a identidade de muitos brasileiros.
Como um país rico em história e cultura, há 150 anos a Itália vem deixando um legado profundo e duradouro no Brasil. Foto: Edyta Stawiarska por Pixabay
“Essa herança continua viva e reforça o orgulho de muitos brasileiros de terem suas raízes italianas”, diz Renata Bueno, ex-parlamentar italiana, advogada e presidente do Instituto Cidadania Italiana. Confira a seguir cinco tradições italianas que conquistaram os brasileiros.
Arte, arquitetura e música
A Itália é o berço de um dos movimentos artísticos mais importantes da história: o Renascimento. Artistas como Leonardo da Vinci, Michelangelo, Rafael e Botticelli criaram obras que são admiradas até hoje. “A influência renascentista pode ser vista em vários formatos de arte no Brasil, especialmente em museus e galerias que exibem obras inspiradas nesses mestres”, comenta Renata.
A arquitetura italiana também deixou suas marcas no Brasil. Os imigrantes italianos trouxeram consigo o estilo singular de suas regiões, como as casinhas estreitas construídas de pedra ou madeira, típicas do Sul do Brasil.
A Itália é o berço de um dos movimentos artísticos mais importantes da história: o Renascimento. Foto: JÉSHOOTS Pexels
A música italiana, por sua vez, com sua rica tradição de óperas e canções populares, teve um impacto significativo na cena musical brasileira. Compositores como Verdi, Puccini e Rossini introduziram obras-primas que são regularmente ouvidas em teatros renomados no Brasil. “Além das óperas, canções tradicionais italianas como O Sole Mio e Santa Lucia são populares em eventos culturais. A influência italiana também permeia a música popular brasileira, com ritmos e harmonias que ecoam nas composições locais”, destaca.
“Eventos e festivais culturais italianos no Brasil mantêm viva essa herança musical, promovendo uma profunda conexão cultural entre os dois países, como a Festa de São Vito ou da Nossa Senhora de Achiropita”.
Gastronomia
A gastronomia italiana é uma das mais queridas pelos brasileiros. Muitos pratos têm origem italiana, tais como o gnocchi, o fettuccine, a pizza, a lasanha e muitas outras delícias que se tornaram parte da culinária brasileira.
Além disso, após a imigração passou-se a cultivar verduras e milho no Brasil, usados para produzir fubá nos quintais, tanto para consumo familiar quanto para venda. “O uso de embutidos, como calabresas e mortadelas, também é proveniente dos italianos”, conta Renata.
A gastronomia italiana é uma das mais queridas pelos brasileiros. Foto de Rene Strgar Pexels
Religião
O catolicismo, a principal religião na Itália, foi trazido pelos imigrantes italianos e continua sendo predominante na vida de muitos ítalo-brasileiros e da sociedade brasileira em geral. Além disso, a Itália é lar de importantes áreas religiosas, incluindo a Basílica de São Pedro no Vaticano e a Basílica de São João de Latrão em Roma, locais de peregrinação e devoção para muitos fiéis.
Língua
A língua italiana contribuiu significativamente para o vocabulário português no Brasil. Uma das tradições mantidas pelos italianos aqui no Brasil é o famoso “tchau”, que tem origem da palavra “ciao”, utilizada na Itália como uma saudação informal.
Outras palavras de origem italiana são alarme, artesão, banquete, cascata, festim, gazeta, maestro, máfia, panetone, polenta, soneto, trampolim e violino. “O brasileiro utiliza também no seu dia a dia em tom de brincadeira expressões italianas como va bene, mangiamo, mamma mia, felice e tantas outras. E ainda temos o Talian, uma língua reconhecida oficialmente no Brasil, que é muito falada em colônias italianas da região Sul”, explica Renata.
A língua italiana contribuiu significativamente para o vocabulário português no Brasil. Imagem de rawpixel.com no Freepik
Família
Na tradição italiana, a família é um pilar central que envolve uma vasta rede de parentes. Essa tradição se mantém viva entre os ítalo-brasileiros, que frequentemente se reúnem para grandes almoços familiares repletos de comida e vinho, seja para celebrar uma data comemorativa ou apenas manter o convívio com os familiares.
E são justamente as famílias que passam todas essas tradições italianas de pai para filho, mantendo viva sua herança cultural e garantindo que a cultura da Itália continue a influenciar as novas gerações. “São tradições que fortalecem os laços familiares e a identidade cultural, promovendo um sentimento de pertencimento e de orgulho das raízes italianas”, completa Renata.