Com a globalização dos jogos online, aprender inglês faz toda a diferença para jogos como League of Legends, Free Fire, LOL, Fortnite entre tantos outros disponíveis na internet. Quem já se aventurou com os jogos digitais, certamente encontrou termos, frases ou textos em inglês. De acordo com o relatório divulgado pela Pesquisa Games Brasil (PGB) 2024, cerca de 73,9% dos brasileiros afirmam jogar em alguma plataforma de jogos online, e esse número cresceu 3,8% em relação ao ano anterior. Desse percentual, 85,4% consideram os jogos digitais uma das principais e favoritas formas de entretenimento.
“Eu jogo League of Legends, e os melhores jogadores do mundo são de fora do Brasil, especialmente da Coreia do Sul. O fato de saber falar inglês possibilitou assistir às lives e vídeos desses gamers, e auxiliou a entender melhor sobre o jogo e aprender várias dicas para um melhor desempenho na plataforma, comenta o coordenador pedagógico da KNN Idiomas, Diego Rodrigues Moreti.
Cerca de 73,9% dos brasileiros afirmam jogar em alguma plataforma de jogos online, e esse número cresceu 3,8% em relação ao ano anterior. Foto: Freepik
“A língua inglesa contribuiu muito para o meu desenvolvimento nos jogos online, pois eu jogo Yu-Gi-Oh e o servidor precisa de comunicação em inglês. Além disso, um dos motivos por ter aprendido o idioma foi justamente por conta dos jogos. Quando eu era criança meus primos jogavam Pokémon e às vezes me deixavam jogar também o Gameboy, mas o jogo era totalmente em inglês e eu não entendia o que precisava fazer. Posteriormente quando aprendi o idioma, a primeira coisa que fiz foi jogar Pokémon de novo e zerar o jogo pela primeira vez”, comenta o coordenador pedagógico da KNN de Peruíbe (SP), Lucas Messias Souza Jorge da Silva.
Jogos online são globais, assim como o inglês. Os melhores times e jogadores se comunicam pela língua. Foto: Pixabay
Para Lucas Cristiano Bernardoni, o curso de inglês contribui de forma significativa no desenvolvimento e aprimoramento nos games online: “Jogos online são globais, assim como o inglês. Os melhores times e jogadores se comunicam pela língua. Ou seja, para poder consumir o conteúdo de melhor qualidade e poder melhorar, é necessário entender de fato o idioma. Por meio de diversos vídeos e lives pude aprimorar cada vez mais”, explica.
Com a popularidade dos jogos no Brasil, as principais faixas etárias dos jogadores variam entre 20 a 29 anos (14,6%), e com (16,9%) acima dos 30. Segundo a pesquisa, 50,9% dos gamers são mulheres e 49,1% são homens.
De Miami a Dubai, passando por Balneário Camboriú e São Paulo, o mercado imobiliário vive a expansão dos chamados “branded residences”, empreendimentos residenciais assinados por marcas internacionais de luxo como Porsche, Armani, Bentley e Pininfarina. Mais do que imóveis sofisticados, esses projetos oferecem experiências inspiradas no universo da moda, do design automotivo e da hotelaria premium.
O conceito de empreendimentos associados a grandes marcas internacionais deixou de ser apenas uma tendência para se transformar em um dos segmentos mais valorizados do mercado imobiliário global. Conhecidos como “branded residences”, esses residenciais unem arquitetura autoral, serviços exclusivos e o prestígio de marcas reconhecidas mundialmente.
Conhecidos como “branded residences”, esses residenciais unem arquitetura autoral, serviços exclusivos e o prestígio de marcas reconhecidas mundialmente. Foto: Pexels
Entre os exemplos mais famosos está o Porsche Design Tower, em Miami, empreendimento que ganhou notoriedade internacional pelos elevadores que transportam os carros diretamente para dentro dos apartamentos. O projeto ajudou a consolidar uma nova geração de imóveis voltados para consumidores de altíssimo padrão, que buscam exclusividade, tecnologia e diferenciação.
Porsche Design Tower, em Miami, empreendimento que ganhou notoriedade internacional pelos elevadores que transportam os carros diretamente para dentro dos apartamentos. Foto: Porsche/Divulgação
Outra marca que ampliou presença no setor foi a Armani/Casa, braço de design da grife italiana, responsável por empreendimentos em cidades como Dubai e Miami. Os projetos apostam em interiores sofisticados, linhas minimalistas e serviços inspirados na hotelaria de luxo.
Armani/Casa projeto que aposta em interiores sofisticados, linhas minimalistas e serviços inspirados na hotelaria de luxo. Foto: Divulgação
A Bentley também entrou no segmento imobiliário com o Bentley Residences, torre em construção em Sunny Isles Beach, na Flórida. O empreendimento promete garagem privativa integrada aos apartamentos, piscinas com vista panorâmica e serviços personalizados voltados para um público internacional.
A Bentley também entrou no segmento imobiliário com o Bentley Residences, torre em construção em Sunny Isles Beach, na Flórida. Foto: Divulgação
Um dos nomes que mais chama atenção nesse movimento é a tradicional casa italiana Pininfarina. Reconhecida mundialmente pelo design de automóveis icônicos da Ferrari e Maserati, a empresa expandiu sua atuação para a arquitetura e o mercado imobiliário. Hoje, assina projetos residenciais de alto padrão em diferentes países, levando ao setor conceitos inspirados na aerodinâmica, sofisticação e elegância típicas da indústria automotiva italiana.
Um dos nomes que mais chama atenção nesse movimento é a tradicional casa italiana Pininfarina. Foto: Divulgação
No Brasil, o modelo também começa a ganhar força, principalmente em Balneário Camboriú, Itapema e São Paulo. Incorporadoras têm apostado em parcerias com marcas internacionais para agregar valor aos empreendimentos e atrair compradores que buscam mais do que localização privilegiada: desejam exclusividade e identidade global.
Em Campo Grande MS, a Plaenge também entrou nesse seleto mercado e anunciou um empreendimento de alto padrão assinado pela Pininfarina. O projeto marca a chegada da tradicional marca italiana ao Mato Grosso do Sul e reforça o crescimento da capital sul-mato-grossense no segmento imobiliário de luxo.
Em Campo Grande MS, a Plaenge também entrou nesse seleto mercado e anunciou um empreendimento de alto padrão assinado pela Pininfarina. Foto: Divulgação
Segundo especialistas do setor, imóveis assinados por grandes marcas podem alcançar valorização significativamente superior à média do mercado tradicional, justamente pelo apelo internacional e pela associação ao universo do luxo e do design autoral.
Além da arquitetura diferenciada, os “branded residences” oferecem serviços como concierge 24 horas, spas privativos, marina exclusiva, adegas climatizadas, wellness centers e experiências inspiradas nos melhores hotéis do mundo.
Mais do que uma tendência passageira, os empreendimentos assinados por grifes internacionais mostram como o mercado imobiliário vem se aproximando cada vez mais do universo da moda, da arte, do design e da experiência de viver.
Mais informações com a Imobiliária Jefferson de Almeida: (67) 98425-6330.
…Bom dia! “Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina.” – Cora Coralina
… Um abraço aos que aniversariam hoje: Mauricio Zito, Luciano Matos, Edson Kiyoshi Shimabukuro, Cerilo Casanta Calegaro Neto, Vaniana Cecilio Helou, Victor Salmão Paiva, Carlos Brum, Gabriel Silva, Nilson Fagundes, Gustavo Silveira Menezes, Helio Souza Jesus, Reginaldo Garcia Riquelme, Sonia Barbosa Wanderlei, Solange Ferreira Lino, Murilo Barros e Ivone Soares. Happy birthday!
Bottega Veneta – Abertura da mostra "If All Time is Eternally Present". Foto: Divulgação
Em 2026, sessenta anos após a fundação da maison, e sob a direção criativa de Louise Trotter, a Bottega Veneta segue fortalecendo seu compromisso e sua herança em Venice com duas colaborações importantes: Lorna Simpson. Third Person at Punta della Dogana-Pinault Collection e If All Time is Eternally Present, um projeto colateral da Biennale d’Arte apresentado pela Pier Luigi Nervi Foundation.
Abrindo a programação cultural na manhã de 6 de maio, a Bottega Veneta realizou um breakfast salotto em Venice para celebrar o If All Time is Eternally Present, em colaboração com a Pier Luigi Nervi Foundation. Reunindo as artistas Tai Shani, Meriem Bennani, Orian Barki e Kandis Williams, ao lado das curadoras Marta Barina e Chiara Carrera, o encontro explorou os temas da exposição em uma conversa conduzida pela curadora editorial Francesca Gavin.
Pier Luigi Nervi Foundation reúne artistas e curadores em conversa em Venice. Foto: Divulgação/Bottega Veneta
Mais tarde naquela noite, a Bottega Veneta e a Pier Luigi Nervi Foundation co-organizaram o coquetel de abertura da exposição em Campo Manin. Inserida no espaço público da cidade, a mostra apresenta obras em imagem em movimento das quatro artistas. A abertura marcou um momento de encontro entre práticas artísticas contemporâneas e o tecido arquitetônico e social de Venice, ampliando o diálogo para além do contexto institucional e incorporando-o ao ritmo da cidade.
Para encerrar, na noite de 7 de maio, a Bottega Veneta recebeu convidados para um coquetel na Bottega Veneta Venice Residence, o Palazzo Soranzo Van Axel, em colaboração com a Hauser & Wirth, para celebrar Lorna Simpson. Third Person, exposição individual da artista norte-americana Lorna Simpson. No ambiente intimista do palazzo do século XV, uma seleção curada de obras se desenvolve em diálogo com o espaço, criando uma sobreposição entre imagem, arquitetura e atmosfera.
Se todo o tempo está eternamente presente em Campo Manin, Venice. Foto: Divulgação/Bottega Veneta
BottegaVeneta em Venice
A BottegaVeneta possui uma conexão intrínseca com Venice. Desde a fundação da maison, em 1966, a cidade inspira a marca em seu artesanato e em seu espírito singular de movimento e encontro entre ideias, estéticas e pessoas.
A linguagem de design da casa é profundamente moldada pelos materiais e motivos venezianos — como o mármore, o vidro de Murano e os pisos de terrazzo. A BottegaVeneta sempre esteve em diálogo com a arte e o savoir-faire de Venice, incluindo projetos de incentivo cultural, como a restauração do piso da St Mark’s Basilica, iniciativas com a Biennale Danza e a Biennale Architettura, parcerias com o Palazzo Grassi e colaborações com artesãos venezianos no projeto Bottega for Bottegas.
Lorna Simpson (n. 1960), Walk With Me, 2020. Instalação em vídeo de canal único. Foto: Divulgação/Bottega Veneta
Ao abraçar projetos em espaços públicos de Venice e em suas principais instituições culturais, essas duas parcerias celebram a vitalidade da cidade e reafirmam Veneza como um local não apenas de história extraordinária, mas também de expressão contemporânea e encontros — um lugar onde diferentes vozes, perspectivas e comunidades podem se reunir e continuar moldando narrativas.
A Copa do Mundo de 2026, que acontecerá entre os meses de junho e julho, promete transformar cidades como Miami em verdadeiros centros globais de emoção, movimento e celebração. Milhares de turistas devem desembarcar na Flórida para acompanhar o maior evento do futebol mundial, em uma atmosfera marcada por festas, estádios lotados e intensa movimentação internacional. Mas, depois da adrenalina das partidas, cresce também a procura por destinos capazes de oferecer exatamente o oposto: silêncio, exclusividade e desaceleração.
É nesse cenário que as Out Islands das Bahamas surgem como uma extensão natural — e extremamente sofisticada — da viagem. A menos de uma hora de voo de Miami, o arquipélago oferece uma experiência completamente diferente da agitação urbana: praias praticamente desertas, mar cristalino em dezenas de tons de azul e um estilo de vida onde o tempo parece desacelerar naturalmente.
É nesse cenário que as Out Islands das Bahamas surgem como uma extensão natural — e extremamente sofisticada — da viagem. Foto: Divulgação
Enquanto o mundo acompanha gols e disputas emocionantes nos estádios, ilhas como Exumas, Eleuthera, Abacos e Bimini convidam o viajante a trocar a intensidade da competição pela contemplação da natureza e pelo chamado “barefoot luxury”, conceito que valoriza conforto, autenticidade e exclusividade sem excessos.
Em Exumas, o famoso “Bahamian Blue” impressiona até os viajantes mais experientes. O arquipélago reúne bancos de areia que desaparecem com a maré, águas transparentes e cenários que parecem irreais. O luxo, ali, está justamente na sensação de isolamento e privacidade. É um destino perfeito para passeios de barco, mergulhos e experiências reservadas longe das multidões.
Em Exumas, o famoso “Bahamian Blue” impressiona até os viajantes mais experientes. Foto: Divulgação
Já Eleuthera chama atenção pelas praias de areia rosada, consideradas entre as mais bonitas do Caribe. A combinação entre o mar turquesa e o tom suave da areia cria um visual quase cinematográfico. O destino também se tornou referência entre viajantes que buscam villas privativas, hotéis boutique e conexão genuína com a natureza.
Eleuthera chama atenção pelas praias de areia rosada, consideradas entre as mais bonitas do Caribe. Foto: Getty / Divulgação
Mais próxima da Flórida, Bimini é vista como a porta de entrada ideal para quem deseja estender rapidamente a viagem após os jogos. O destino está localizado a cerca de 80 quilômetros de Miami e oferece experiências ligadas ao mergulho, navegação e observação da vida marinha, incluindo encontros com golfinhos.
Mais próxima da Flórida, Bimini é vista como a porta de entrada ideal para quem deseja estender rapidamente a viagem após os jogos. Foto: Divulgação
Outro destaque é Grand Bahama, acessível inclusive por ferry. A ilha reúne parques nacionais preservados, cavernas subaquáticas e praias frequentemente apontadas entre as melhores do Caribe, como Gold Rock Beach. O destino combina natureza exuberante com excelente infraestrutura turística.
Grand Bahama reúne parques nacionais preservados, cavernas subaquáticas e praias frequentemente apontadas entre as melhores do Caribe, como Gold Rock Beach. Foto: Divulgação
Nas Abacos, a experiência ganha um perfil ainda mais náutico. Considerada uma das capitais da navegação no Caribe, a região atrai turistas interessados em catamarãs, island hopping e pequenas marinas charmosas espalhadas pelas ilhotas da região.
Nas Abacos, a experiência ganha um perfil ainda mais náutico. Foto: Divulgação
O conceito de “slow travel”, cada vez mais valorizado no turismo de alto padrão, também encontra espaço nas Bahamas. Em Andros, lar da terceira maior barreira de corais do mundo, mergulhar deixa de ser apenas lazer e passa a representar contemplação e conexão com um ecossistema preservado. Já em terra firme, flamingos-rosados e o raro papagaio-das-Bahamas reforçam o apelo ligado à natureza e à vida selvagem.
Mais do que uma simples extensão da Copa do Mundo, as Out Islands aparecem como uma oportunidade de transformar a viagem esportiva em uma experiência muito mais ampla e memorável. Afinal, depois da multidão dos estádios, o silêncio do mar; depois da correria das cidades, o privilégio do espaço; depois da emoção do jogo, a descoberta de um Caribe sofisticado, sereno e autêntico.
Para roteiros personalizados, experiências exclusivas e viagens nacionais e internacionais:
Especialista explica por que dietas restritivas exigem atenção redobrada ao consumo de ferro e acompanhamento nutricional adequado. Foto: Divulgação
A decisão de seguir uma alimentação vegana ou vegetariana tem se tornado cada vez mais comum, seja por questões de saúde, sustentabilidade ou escolhas pessoais. Recentemente, o tema voltou ao debate após declarações da modelo Gisele Bündchen sobre mudanças em sua alimentação e os impactos percebidos em sua saúde, reacendendo discussões sobre os desafios nutricionais de dietas restritivas.
Embora padrões alimentares baseados em vegetais possam trazer benefícios e ser perfeitamente saudáveis, a restrição de alimentos de origem animal exige atenção especial ao consumo de nutrientes essenciais, entre eles o ferro, mineral fundamental para o transporte de oxigênio no organismo e prevenção da anemia.
O ferro presente em vegetais existe, mas sua absorção costuma ser menor quando comparada ao ferro heme, encontrado em carnes e vísceras. Foto: Pixabay
De acordo com o Dr. Carlos Alberto Reyes Medina, Diretor Médico da Carnot Laboratórios, dietas veganas e vegetarianas podem ser saudáveis e equilibradas, desde que bem planejadas. O principal ponto de atenção está na ingestão e absorção de ferro, já que a principal fonte de ferro de alta biodisponibilidade é encontrada em alimentos de origem animal.
“O ferro presente em vegetais existe, mas sua absorção costuma ser menor quando comparada ao ferro heme, encontrado em carnes e vísceras. Isso significa que pessoas vegetarianas e veganas precisam ter um olhar ainda mais atento para a composição da dieta e para possíveis sinais de deficiência”, explica.
Segundo OMS, a anemia afeta cerca de 1,62 bilhão de pessoas no mundo, sendo a deficiência de ferro sua principal causa. Foto: Pixabay
Segundo a Organização Mundial da Saúde, a anemia afeta cerca de 1,62 bilhão de pessoas no mundo, sendo a deficiência de ferro sua principal causa. Mulheres em idade fértil, gestantes, crianças e pessoas com dietas restritivas estão entre os grupos de maior risco.
Dados publicados pelo periódico científico Nutrients apontam que vegetarianos e veganos podem apresentar estoques de ferro mais baixos quando comparados à população onívora, especialmente mulheres, devido à combinação entre maior necessidade fisiológica e menor biodisponibilidade do mineral na dieta.
Entre os alimentos vegetais ricos em ferro estão feijões, lentilha, grão-de-bico, tofu, vegetais verde-escuros, sementes e oleaginosas. Ainda assim, especialistas reforçam que a absorção pode ser prejudicada por compostos presentes em alguns alimentos, como fitatos e polifenóis, encontrados em cereais integrais, café e chás.
Entre os alimentos vegetais ricos em ferro estão feijões, lentilha, grão-de-bico, tofu, vegetais verde-escuros, sementes e oleaginosas. Foto: Pixabay
Uma estratégia recomendada é associar fontes vegetais de ferro ao consumo de vitamina C, presente em frutas cítricas, acerola, morango e kiwi, que melhora a absorção do nutriente.
Os sinais de deficiência de ferro incluem cansaço excessivo, falta de concentração, queda de cabelo, palidez, unhas frágeis e baixa imunidade. Quando identificados, devem ser avaliados por um profissional de saúde.
“O mais importante não é demonizar nenhum padrão alimentar, mas entender que cada escolha nutricional exige responsabilidade e acompanhamento. Em alguns casos, a suplementação pode ser necessária para garantir níveis adequados de ferro e prevenir complicações”, reforça Dr. Carlos.
Com o crescimento do número de adeptos às dietas baseadas em vegetais, o debate sobre nutrição individualizada ganha ainda mais relevância. A orientação profissional continua sendo essencial para garantir saúde, equilíbrio e prevenção de deficiências nutricionais.
A cena do João Fonseca destruindo a raquete em Madri viralizou, e abriu um debate que vai muito além do tênis. Foto: Freepik
*Por Bruno Rosa
Bruno Rosa, da Domperf Foto: Divulgação
No final de abril, durante o Master 1000 de Madrid, o jovem tenista João Fonseca sofreu uma derrota para o espanhol Rafael Jodar. Mas o que mais chamou a atenção do público não foi apenas o desempenho do carioca em quadra, e sim sua reação. Após uma sequência de erros no terceiro set, ele descontou a frustração na própria raquete, que acabou amassada. As imagens correram o mundo e levantaram uma discussão legítima: foi falta de controle emocional ou apenas uma reação humana sob pressão extrema?
Mas, afinal, quem nunca quebrou a própria “raquete” no trabalho?
O tênis é um esporte solitário. Em quadra, o atleta não enfrenta apenas o adversário, enfrenta a si mesmo. Seus limites físicos, mentais e emocionais são testados ponto a ponto, sem ninguém para dividir o peso. No mundo corporativo, mesmo cercados por equipes, o desafio não é tão diferente assim. Todos os dias lidamos com pressão, frustrações e expectativas, muitas vezes tentando entregar o melhor possível em cenários que fogem completamente do nosso controle. O problema não está em sentir. Está em agir exclusivamente a partir da reação.
Não por acaso, o domínio emocional se tornou uma das habilidades mais valorizadas no ambiente profissional. O relatório Future of Jobs 2025, do Fórum Econômico Mundial, que ouviu mais de mil dos maiores empregadores do planeta, aponta competências como inteligência emocional e resiliência entre as mais demandadas para os próximos anos. Não é um detalhe: é o que o mercado está dizendo sobre o que separa profissionais bons de profissionais de alta performance. Mas o que acontece, de fato, quando a emoção toma conta?
Não por acaso, o domínio emocional se tornou uma das habilidades mais valorizadas no ambiente profissional. Foto: Pixabay
O psicólogo e Nobel Daniel Kahneman descreve dois sistemas que operam em nós simultaneamente. Um é o reativo, ele é rápido e automático (responde antes mesmo que a consciência entre em cena). O outro é o racional, ele é lento e analítico (pondera, avalia e organiza a melhor resposta possível). No calor de uma partida, ou de uma reunião que saiu do trilho, é sempre o primeiro que assume o controle.
Na prática do desenvolvimento humano e organizacional, esse funcionamento se traduz em três dimensões integradas: a reativa, a emocional e a racional. A dimensão reativa age no impulso, antes do pensamento. A emocional interpreta e dá significado ao que acontece. E a racional organiza e direciona a melhor resposta.
Quando a dimensão reativa domina sozinha, decisões são precipitadas, conflitos se intensificam e o desempenho oscila. Quando conseguimos trazer a racionalidade para o processo (mesmo sob pressão) aumentamos nossa capacidade de resposta e reduzimos as decisões impulsivas. Aquelas que, no ambiente profissional, costumam custar caro.
No esporte de alto rendimento, o que separa bons atletas de campeões não é a ausência de reação, é o que se faz depois dela. Foto: Pixabay
Eu entendo a frustração do João Fonseca. O sonho dele também é o de uma nação inteira que acompanha e torce. Mesmo sendo tão jovem, está entre os melhores do mundo, e tem um caminho longo – e muito promissor – pela frente. O gesto não foi um erro isolado. Foi uma reação humana, sob uma pressão que talvez a maioria de nós jamais experimentará.
No esporte de alto rendimento, o que separa bons atletas de campeões não é a ausência de reação, é o que se faz depois dela. Reconhecer padrões, desenvolver consciência emocional e treinar respostas mais equilibradas não elimina a pressão. Não impedirá que você sinta frustração, raiva ou ansiedade diante de um desafio real. Mas muda, de forma significativa, o que você faz com isso.
No fim, todos temos nossas raquetes. Nem sempre visíveis, mas sempre presentes. Aprender a não quebrá-las pode ser um dos passos mais importantes dentro e fora da quadra.
Bruno Rosa é engenheiro eletricista e Managing Director da Domperf High Performance, empresa de treinamento de alto desempenho profissional e consultoria empresarial.
A Copa do Mundo de 2026, que acontecerá entre os meses de junho e julho, promete transformar cidades como Miami em verdadeiros centros globais de emoção, movimento e celebração. Milhares de turistas devem desembarcar na Flórida para acompanhar o maior evento do futebol mundial, em uma atmosfera marcada por festas, estádios lotados e intensa movimentação internacional. Mas, depois da adrenalina das partidas, cresce também a procura por destinos capazes de oferecer exatamente o oposto: silêncio, exclusividade e desaceleração.
É nesse cenário que as Out Islands das Bahamas surgem como uma extensão natural — e extremamente sofisticada — da viagem. A menos de uma hora de voo de Miami, o arquipélago oferece uma experiência completamente diferente da agitação urbana: praias praticamente desertas, mar cristalino em dezenas de tons de azul e um estilo de vida onde o tempo parece desacelerar naturalmente.
É nesse cenário que as Out Islands das Bahamas surgem como uma extensão natural — e extremamente sofisticada — da viagem. Foto: Divulgação
Enquanto o mundo acompanha gols e disputas emocionantes nos estádios, ilhas como Exumas, Eleuthera, Abacos e Bimini convidam o viajante a trocar a intensidade da competição pela contemplação da natureza e pelo chamado “barefoot luxury”, conceito que valoriza conforto, autenticidade e exclusividade sem excessos.
Em Exumas, o famoso “Bahamian Blue” impressiona até os viajantes mais experientes. O arquipélago reúne bancos de areia que desaparecem com a maré, águas transparentes e cenários que parecem irreais. O luxo, ali, está justamente na sensação de isolamento e privacidade. É um destino perfeito para passeios de barco, mergulhos e experiências reservadas longe das multidões.
Em Exumas, o famoso “Bahamian Blue” impressiona até os viajantes mais experientes. Foto: Divulgação
Já Eleuthera chama atenção pelas praias de areia rosada, consideradas entre as mais bonitas do Caribe. A combinação entre o mar turquesa e o tom suave da areia cria um visual quase cinematográfico. O destino também se tornou referência entre viajantes que buscam villas privativas, hotéis boutique e conexão genuína com a natureza.
Eleuthera chama atenção pelas praias de areia rosada, consideradas entre as mais bonitas do Caribe. Foto: Getty / Divulgação
Mais próxima da Flórida, Bimini é vista como a porta de entrada ideal para quem deseja estender rapidamente a viagem após os jogos. O destino está localizado a cerca de 80 quilômetros de Miami e oferece experiências ligadas ao mergulho, navegação e observação da vida marinha, incluindo encontros com golfinhos.
Mais próxima da Flórida, Bimini é vista como a porta de entrada ideal para quem deseja estender rapidamente a viagem após os jogos. Foto: Divulgação
Outro destaque é Grand Bahama, acessível inclusive por ferry. A ilha reúne parques nacionais preservados, cavernas subaquáticas e praias frequentemente apontadas entre as melhores do Caribe, como Gold Rock Beach. O destino combina natureza exuberante com excelente infraestrutura turística.
Grand Bahama reúne parques nacionais preservados, cavernas subaquáticas e praias frequentemente apontadas entre as melhores do Caribe, como Gold Rock Beach. Foto: Divulgação
Nas Abacos, a experiência ganha um perfil ainda mais náutico. Considerada uma das capitais da navegação no Caribe, a região atrai turistas interessados em catamarãs, island hopping e pequenas marinas charmosas espalhadas pelas ilhotas da região.
Nas Abacos, a experiência ganha um perfil ainda mais náutico. Foto: Divulgação
O conceito de “slow travel”, cada vez mais valorizado no turismo de alto padrão, também encontra espaço nas Bahamas. Em Andros, lar da terceira maior barreira de corais do mundo, mergulhar deixa de ser apenas lazer e passa a representar contemplação e conexão com um ecossistema preservado. Já em terra firme, flamingos-rosados e o raro papagaio-das-Bahamas reforçam o apelo ligado à natureza e à vida selvagem.
Mais do que uma simples extensão da Copa do Mundo, as Out Islands aparecem como uma oportunidade de transformar a viagem esportiva em uma experiência muito mais ampla e memorável. Afinal, depois da multidão dos estádios, o silêncio do mar; depois da correria das cidades, o privilégio do espaço; depois da emoção do jogo, a descoberta de um Caribe sofisticado, sereno e autêntico.
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… Bom dia! “Viver não é esperar a tempestade passar, é aprender a dançar na chuva”.
… Abraço aos aniversariantes de hoje: Maria Olga Mandetta, João Flores Júnior, Cida Alves, Eliana Paião, Cleyster Cardoso, Jane Pina Bulhoes Moreira, Teté Rahe, Cássia Cristina Cardozo, Gaby Penrabel, Ana Christina Garcia, Márcio Gonçalves, Marisa Pereira de Oliveira, Sandra Alves Marques, Hugo Silva, Adriano Hany, Jocelene Flores, Venancia Rodrigues e Gerusa Almeida. Happy birthday!
Entre o 6 e o 9: quando a política atravessa relações. Foto: Imagem ilustrativa/Freepik
*Por Beatriz Breves
Beatriz Breves. Foto: Laisa de Souza
A polarização política no Brasil é inegável. O país se vê dividido entre esquerda e direita, e essa cisão tem atravessado relações de forma profunda. Amizades antigas acabaram, famílias se desentenderam, casais se separaram. A divergência de ideias, quando acompanhada de emoções intensas, cria ruídos que se acumulam e provocam um verdadeiro “curto-circuito” nas relações.
Do ponto de vista psicológico, a polarização surge, muitas vezes, da insegurança diante do diferente: o medo de que, ao escutar o outro, se perca o próprio rumo. Soma-se a dificuldade de lidar com sentimentos intensos, o que torna o diálogo mais árduo. Logo, em vez de se aproximar, a pessoa se afasta; em vez de escutar, reage; em vez de perguntar, julga.
Do ponto de vista psicológico, a polarização surge, muitas vezes, da insegurança diante do diferente: o medo de que, ao escutar o outro, se perca o próprio rumo. Foto: Magnific
Ainda assim, quando falamos de pessoas de boa índole, temos algo em comum: embora as ideias divirjam, muitos dos ideais se aproximam. Há um desejo compartilhado por justiça, dignidade, liberdade e acesso a direitos básicos como saúde, segurança e educação.
É nesse ponto que a metáfora do número 6 ganha força. Duas pessoas, frente a frente, podem olhar para o mesmo símbolo e enxergar coisas diferentes: uma vê um 6, a outra um 9. Ambas estão certas dentro de seus pontos de vista. Assim também ocorre com as ideias: diferentes interpretações podem emergir a partir de um mesmo ideal.
Quando aproximamos essas visões, surge o número 69. Nesse encontro, não há disputa sobre quem está certo, porque aquilo que antes era oposição se transforma em complementar. Ou seja, duas perspectivas coexistindo e compondo algo maior quando colocadas, lado a lado, harmoniosamente.
Talvez seja justamente essa a habilidade que falte ao Brasil, e a todos nós: a capacidade de transformar o embate em encontro. Foto: Pexels
Talvez seja justamente essa a habilidade que falte ao Brasil, e a todos nós: a capacidade de transformar o embate em encontro. De lembrar que discordar não significa desarmonia. De aceitar que ninguém enxerga tudo sozinho. De trocar certezas rígidas por curiosidade genuína.
Entretanto, é preciso lembrar que somos seres humanos complexos, com uma diversidade de sentimentos que, se não bem administrados, podem gerar disputas e desavenças. Por isso, não será surpresa se, mesmo quando os que veem 6 e os que veem 9 se integrarem, surgir alguém que diga que, de fato, o número é 96. Longe de ser um problema, é justamente entre integração e divergência que aparecem novos caminhos.
O importante é reconhecer que, assim como os números 6, 9, 69 ou 96, as ideias podem assumir formas distintas, desde que o ideal permaneça ético, digno e coerente. Afinal, é isso que ainda nos mantém em diálogo.
Celebrado em 10 de maio, o Dia Nacional do Lúpus busca ampliar a conscientização sobre a doença autoimune que afeta milhares de brasileiros. Muitas vezes silencioso e de difícil diagnóstico, o lúpus pode comprometer diferentes órgãos do corpo e impactar diretamente a qualidade de vida dos pacientes. A data reforça a importância da informação, do reconhecimento dos sintomas e do acompanhamento médico adequado.
O lúpus eritematoso sistêmico, conhecido popularmente apenas como lúpus, é uma doença autoimune crônica na qual o sistema imunológico passa a atacar tecidos saudáveis do próprio organismo. A enfermidade pode atingir pele, articulações, rins, pulmões, coração e até o sistema nervoso.
A enfermidade pode atingir pele, articulações, rins, pulmões, coração e até o sistema nervoso. Foto: Divulgação
Os sintomas costumam variar bastante, o que frequentemente dificulta o diagnóstico precoce. Entre os sinais mais comuns estão fadiga intensa, dores e inchaços nas articulações, febre persistente, manchas avermelhadas na pele — especialmente na região do rosto, formando um desenho semelhante a asas de borboleta —, queda de cabelo e sensibilidade excessiva ao sol.
Alguns pacientes também podem apresentar feridas na boca, anemia, dores musculares, alterações renais e dificuldades respiratórias. Como muitos sintomas podem ser confundidos com outras doenças, especialistas alertam para a importância da avaliação médica diante de sinais persistentes.
Alguns pacientes também podem apresentar feridas na boca, anemia, dores musculares, alterações renais e dificuldades respiratórias. Foto: Divulgação
O lúpus atinge principalmente mulheres entre 15 e 45 anos, embora também possa ocorrer em homens, crianças e idosos. Fatores genéticos, hormonais e ambientais estão entre os principais elementos associados ao desenvolvimento da doença.
Apesar de ainda não ter cura, os avanços da medicina permitem controlar os sintomas e proporcionar melhor qualidade de vida aos pacientes. O tratamento pode incluir medicamentos imunossupressores, anti-inflamatórios, acompanhamento multidisciplinar e mudanças no estilo de vida.
O Dia Mundial do Lúpus fomenta o debate sobre a doença e os cuidados com a saúde para quem convive com lúpus. Crédito da Imagem: Shutterstock
Além de conscientizar sobre os sintomas e tratamentos, o Dia Nacional do Lúpus também reforça a necessidade de empatia e acolhimento às pessoas que convivem diariamente com uma doença muitas vezes invisível, mas que pode trazer impactos físicos e emocionais significativos.
… Bom dia! “Qualquer coisa que custe a sua paz é muito cara”.
… Abraço aos aniversariantes de hoje: Maria Eduarda Maia dos Santos Maia, Gleide Flores, Maria Eduarda Maia, Kamila Saravi Ely, Carlos Alexandre Santiago, Salime Nery Fameli, Lis Geovana, Amielly da Silva, Kelly Ferreira Benedito, Elisabete Rosa Correa, Danny Fabricio Cabral Gomes, Lindaura Oliveira e Antonio José Ueno. Happy birthday!
… O SEPHORiA, o maior e mais aguardado evento global de beleza da Sephora, chegou a São Paulo pela primeira vez na quarta-feira, 07, no Pacubra, no Parque Ibirapuera. A celebração icônica reuniu beleza, moda, música e experiências imersivas em uma noite inesquecível.
… A pré-abertura exclusiva reuniu celebridades, influenciadores e personalidades que viveram de perto a experiência única que só o SEPHORiA pode oferecer.
… Entre os convidados desta noite esteve a apresentadora e atriz Giovanna Ewbank, que mergulhou no universo árabe de KAYALI, marca de fragrâncias de luxo que chegou à Sephora Brasil no ano passado, em uma experiência sensorial inspirada nas origens e no universo olfativo da marca. Também estiveram presentes Tati Machado, Jade Picon, Bianca Andrade, Theodoro, Fran Ehlke e muito mais. Crédito das Imagens:Estúdio Ondina