Vivemos em uma era em que somos praticamente obrigados a vestir filtros sociais o tempo todo. Temos sempre que parecer bem, felizes e amáveis. Mas gastamos pouco tempo sendo, de fato, essas coisas. Sabe por quê?
Porque é como se estar feliz fosse um atentado à outra pessoa. Demonstrar amor, então, soa como sacrilégio. As pessoas estão sempre em uma posição de julgamento: “Tá, ela é feliz, mas fica fazendo concessões.” E daí? Quando nos relacionamos, é uma troca. Soma-se na vida de ambos, nem mais, nem menos.
As pessoas esperam que sejamos intolerantes e, se não cumprirmos esse papel, elas se incomodam, se frustram, se resignam. Quando assumimos o que queremos e bancamos essa decisão, parece que o mundo nos coloca na cadeira dos réus, prontos para a prisão perpétua. Se esse é o preço para se sentir bem por dentro e por fora, ótimo. A inquietação não está em nós está no outro, naquele que se incomoda mais com o que você escolhe do que com o que ele mesmo sente. É curioso como o desconforto do outro muitas vezes fala mais sobre ele do que sobre nós.
As pessoas esperam que sejamos intolerantes e, se não cumprirmos esse papel, elas se incomodam, se frustram, se resignam. Foto: Yan Krukau/Pexels
Está em tudo: nos vínculos que criamos, nas relações que mantemos e até nas escolhas mais simples, como o que consumimos. No dia a dia, somos empurrados para o excesso: de compras, de conteúdos, de estímulos. E, se não paramos para entender o que faz sentido, vamos absorvendo tudo sem pensar se combina com nosso momento ou com o que queremos para o futuro, e isso nos custa caro.
Por isso, pausas e silêncios não são solidão, são gestos de autoamor. Um tempo só nosso para perguntar: faz sentido ou não? Se não fizer, diga apenas: “Não, obrigado.” Esse espaço íntimo de escuta e reflexão é o que nos ancora em nós mesmos.
Fomos ensinados a achar que dizer “não” é desrespeito. Mas será? E se for respeito por nós mesmos? Então, por que dizemos tão pouco? É tão simples. Dizer “não” é abrir espaço para dizer “sim” ao que realmente importa. Viva mais pelas suas expectativas do que pelas dos outros.
Dizer “não” é abrir espaço para dizer “sim” ao que realmente importa. Viva mais pelas suas expectativas do que pelas dos outros. Foto: Pexels
Posso te dizer? É libertador. Escolher estar onde faz bem é impagável. Sabe aquela frase: “Se eu soubesse, tinha feito isso antes?”. Pois então, faça hoje. Não espere o caos para começar a priorizar a sua paz.
Com o tempo, a gente entende que ser fiel a si mesmo não é sobre nunca mudar é sobre mudar com verdade. É reconhecer o que já não faz sentido, abrir espaço para o novo e se escutar, mesmo quando o mundo espera outra coisa. Mesmo quando isso assusta, mesmo quando custa.
É difícil? Sim. Vai dar trabalho? Com certeza. Mas compensa.
Autor do livro “Um lugar chamado Eu”, Frederico Henrique M. Fernandes utiliza a literatura como espaço de autoconhecimento e expressão.
O verão, que dura até 20 de março 2026 , traz aquela vontade de comer algo para refrescar os dias de calor intenso. Neste início de ano, cidades do Sul já marcaram altas temperaturas nos termômetros. Para ajudar a aliviar o calorão, Isabela sugere duas receitas frescas e saborosas.
A primeira sobremesa é a Torta Brigadeiro de Banana, com uma fruta que é fácil de encontrar na estação, leva o Biscoito Leite na massa e promete muito frescor. A outra sugestão é a Mousse Holandesa, com as Tortinhas Chocolate na decoração, a receita é finalizada com uma calda de chocolate.
Para saber como fazer, confira as receitas abaixo:
Torta Brigadeiro de Banana
Foto: Divulgação
Ingredientes:
Para o Brigadeiro de Banana
2 latas de leite condensado
4 bananas nanicas, amassadas
2 colheres (sopa) de margarina sem sal
Para a Massa
1/3 de embalagem de Biscoito Leite
100 g de margarina sem sal, em temperatura ambiente
Para a Cobertura
200 g de chocolate meio amargo picado
¼ xícara (chá) de creme de leite
½ xícara (chá) de castanha-do-pará, grosseiramente picadas
Modo de Preparo:
Brigadeiro de Banana
Em uma panela média, coloque o leite condensado, as bananas e a margarina. Leve ao fogo baixo, mexendo sempre, até soltar do fundo da panela. Desligue o fogo e reserve.
Massa
Ligue o forno em temperatura média (180° C 200° C). No processador ou liquidificador, triture os biscoitos. Passe para uma tigela e, com as mãos, misture a margarina para obter uma farofa grossa.
Acomode essa mistura em uma forma redonda (20 cm de diâmetro) e de fundo falso. Pressione com as mãos para forrar todo o fundo da forma. Leve ao forno por 5 minutos, retire e reserve.
Cobertura
Em um refratário, coloque o chocolate com o creme de leite e leve ao micro-ondas, potência média, por 2 minutos, mexendo na metade do tempo. Retire e mexa bem para obter um creme liso e homogêneo. Reserve.
Monte a torta
Sobre a base de torta despeje o brigadeiro de banana. Por cima, espalhe a cobertura e leve à geladeira para firmar por pelo menos 2 horas. Desenforme, decore com as castanhas e sirva.
Rendimento: 10 porções Tempo de preparo: 40 minutos + tempo de geladeira
Mousse Holandesa
Foto: Divulgação
Ingredientes:
Para o Mousse
1 tablete de chocolate branco (200g) picado
1 embalagem de cream cheese
1 lata de creme de leite
2 colheres (sopa) de açúcar
1 colher (chá) de essência de baunilha
2 colheres (sopa) e gelatina incolor sem sabor
2 claras em neve
Para a Montagem
15 biscoitos Tortinhas Chocolate
Para a Cobertura
1 tablete de chocolate meio amargo (180g) picado
1 embalagem de creme de leite (200g)
Modo de Preparo
Mousse
Numa panela pequena derreta em banho-maria o chocolate branco. Reserve.
Bata na batedeira o cream cheese com o açúcar até ficar cremoso. Junte o chocolate derretido, o creme de leite e a baunilha. Acrescente a gelatina previamente amolecida e dissolvida em banho-maria, sem ferver. Misture delicadamente as claras.
Montagem
Numa forma desmontável, média, ajeite as Tortinhas Chocolate na borda, com o recheio voltado para fora. Coloque a mousse. Leve à geladeira, por no mínimo, 4 horas.
Cobertura
Numa panela pequena dissolva o chocolate em banho-maria. Espere amornar. Junte o creme de leite, misturando bem. Sirva sobre a mousse desenformada.
Rendimento: 8 a 10 porções Tempo de Preparo: 30 minutos + tempo de geladeira
Réveillon é, ao mesmo tempo, celebração e ritual. E a mesa da virada tem um papel que vai além do sabor: ela carrega símbolos, desejos e aquelas superstições que atravessam gerações. O interessante é que, mesmo no alto padrão, isso continua forte — só muda o jeito de apresentar. Em 2026, a tendência é clara: mesa bonita, leve, bem executada e com significado, sem exagero e sem “mistura demais”.
A boa notícia: dá para unir tradição e sofisticação com escolhas simples, bem feitas, e com aquele acabamento que deixa tudo com cara de coluna.
As superstições que não saem de moda (e como usar a favor)
Lentilha
Clássica para prosperidade. O acerto é servir com textura e elegância: em saladinha morna, em sopa leve, ou como acompanhamento bem temperado.
Uva
Sorte e desejos. Pode entrar de forma refinada em saladas, sobremesas leves, ou até num toque em tábuas e entradas.
Romã
Abundância. Funciona como detalhe bonito e chique: finalização de saladas, sobremesas, drinques e até como elemento de decoração na mesa.
Peixe e frutos do mar
Simbolizam fluidez e caminhos abertos. E são perfeitos para o calor: mais leves, mais festivos e com alto potencial de apresentação.
Folhas e verdes
Renovação. E no Réveillon ficam lindos quando bem montados: folhas boas, frutas na medida, queijo certo e um molho bem feito.
O que muita gente evita (por superstição):
Alguns evitam aves que ciscam para trás (como frango) por associarem a “andar para trás”. Outros evitam pratos “pesados” demais para não começar o ano carregado. Não precisa virar regra — mas é um detalhe que muita gente comenta e gosta de ver na mesa.
A regra de ouro do Réveillon: leveza com acabamento
O Réveillon pede comida que sustenta a noite, mas não derruba. Por isso, a mesa mais elegante é a que tem:
• entradas bonitas e frescas
• um prato principal com execução impecável
• acompanhamentos simbólicos (lentilha, por exemplo)
• sobremesa leve
• bebida bem servida (taça certa, gelo bom, ritmo)
O Réveillon pede comida que sustenta a noite, mas não derruba. Por isso, a mesa mais elegante.
Menu completo da sorte (com receitas práticas e chiques)
1) Entrada — Ceviche elegante (peixe branco)
Por que funciona: é fresco, festivo e tem cara de alto padrão.
Ingredientes: peixe branco fresco em cubos, limão, cebola roxa bem fina, pimenta suave, coentro (opcional), sal, azeite, manga ou uva (opcional).
Como fazer: tempere o peixe com limão e sal, deixe poucos minutos, finalize com azeite e cebola roxa. Se quiser dar toque de Réveillon, use uvas cortadas ao meio ou manga em cubinhos para um contraste elegante.
Serviço: em taças ou prato raso, com acabamento limpo.
Entrada — Ceviche elegante, Foto: Pixabay
2) Símbolo da prosperidade — Salada morna de lentilhas
Ingredientes: lentilha cozida al dente, cebola roxa, tomate-cereja, salsinha, azeite, limão, sal, pimenta, folhas (rúcula ou agrião).
Como fazer: cozinhe lentilha sem desmanchar. Misture com azeite, limão e temperos. Finalize com tomate-cereja e cebola roxa. Sirva sobre folhas.
Upgrade chic: finalize com romã por cima (fica lindo e simbólico).
3) Principal — Peixe assado com crosta de ervas e limão
Ingredientes: filés ou posta de peixe (robalo, badejo, etc.), azeite, limão, sal, pimenta, ervas (salsinha, dill, tomilho), farinha panko (opcional).
Como fazer: tempere com sal, pimenta e limão. Cubra com ervas e um fio de azeite. Se quiser crosta, misture panko + ervas + azeite e cubra o peixe. Asse até o ponto.
Por que é perfeito: leve, bonito, e “cara de virada”.
4) Acompanhamento — Arroz com amêndoas e uvas-passas (na medida)
Como fazer: toste as amêndoas, misture ao arroz já pronto com um fio de azeite. Use passas só como detalhe (sem “açucarar” o prato).
Resultado: clássico de Réveillon com acabamento.
5) Sobremesa — Pavê leve de frutas cítricas (sem pesar)
Ingredientes: creme leve (pode ser iogurte grego + mel + raspas de limão), frutas (manga, abacaxi, uva), biscoito leve.
Montagem: camadas finas, fruta bem cortada, finalização com raspas de limão e grãos de romã.
Chique e fresco: fecha a noite sem “derrubar”.
A mesa bonita (que parece cara) em 5 detalhes
1. Luz quente + vela (instantâneo).
2. Flores baixas (não atrapalham conversa).
3. Louça clara e guardanapo bem dobrado (acabamento).
4. Taça certa e gelo bom (serviço é luxo).
5. Uma bandeja de frutas simbólicas (uvas e romãs ficam lindas).
Brinde e drinks: o que combina com a virada
• Espumante bem gelado (serviço correto faz diferença).
• Drinks cítricos e leves (menos açúcar, mais frescor).
• Água com gás + limão + gelo bom (parece simples, mas comunica padrão).
A mesa do Réveillon mais elegante é aquela que equilibra sabor, símbolo e leveza. Lentilha para prosperidade, frutas para sorte, peixe para caminhos abertos — tudo com apresentação bonita e execução impecável. Porque na virada, mais do que “comer”, a gente celebra desejos. E quando o ritual está bem feito, o ano começa com outro astral.
… Bom dia! “A estrada para o sucesso está sempre em construção”
… Um abraço aos aniversariantes de hoje: Denize Demirdijan, Paulo Manzolin, Margareth Marques, Maria Cristina Davalo, Isabella Terengue de Mattos, Célia Curto, Keila Carriço, Cris Medeiros, Marlene Schneider Pereira, Emerson Coelho, Neumann Rodrigues Bauermeister, Renan Contar, Adilson Schieffer, Elvira Brandão e Marilaine Marcelina Barbosa. Happy birthday!
Em seu 24º aniversário, o The Peninsula Chicago celebra uma série de conquistas que reforçam sua posição como um dos destinos de luxo mais desejados globalmente. O icônico hotel, situado no cruzamento mais prestigiado da cidade as avenidas Michigan e Chicago, na Magnificent Mile – acaba de ser eleito o Melhor Hotel dos Estados Unidos e um dos 10 Melhores do Mundo pelo renomado ranking internacional La Liste.
Reconhecida por sua expertise em classificar os melhores restaurantes do mundo, a organização francesa La Liste organiza pela segunda vez uma análise voltada para a hotelaria e turismo. O resultado colocou o The Peninsula Chicago em um empate no 1º lugar global e no topo da lista americana, com avaliação de 99,5 pontos em 100. Em sua análise, a La Liste descreveu o hotel como uma “peça arquitetônica de destaque que entrega a filosofia de serviço asiática em espaços distintamente americanos”, ressaltando ainda que seus quartos estão “entre os mais tecnologicamente avançados do mundo” e oferecem automação intuitiva que aprimora, em vez de interferir, na experiência do hóspede.
Chicago_Dining_Z Bar, Exterior with Guests
Gastronomia premiada e experiências exclusivas
A excelência do The Peninsula Chicago vai muito além da hospedagem. O Z Bar, elegante rooftop bar do hotel, acaba de ser incluído pela revista Food & Wine entre os “10 Melhores Bares de Hotel dos EUA”, destacando-se por seus coquetéis autorais, ambiente sofisticado e vistas deslumbrantes da cidade.
No campo da gastronomia, o restaurante Shanghai Terrace, conhecido por sua autêntica culinária cantonesa em um ambiente que remete à década de 1930 em Xangai, foi nomeado pelo OpenTable & Kayak como um dos “100 Melhores Restaurantes de Hotel dos EUA”, reforçando a reputação do hotel como destino gastronômico imperdível.
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Luxo, tecnologia e hospitalidade incomparáveis
Desde sua inauguração em 2001, o The Peninsula Chicago é referência de hospitalidade de luxo, unindo a tradição de serviço asiático marca registrada do grupo The Peninsula Hotels à energia cosmopolita de Chicago. Com 339 acomodações, incluindo 83 suítes, o hotel oferece design elegante, vistas panorâmicas, spa premiado, piscina coberta, além de tecnologia de ponta que garante conforto e personalização em cada detalhe da estadia.
Entenda a síndrome da disfunção cognitiva em cães e saiba como identificar e manejar os sinais do envelhecimento cerebral nos pets Foto: Divulgação
Assim como nós, os cães também envelhecem e, com o tempo, podem apresentar alterações no comportamento que vão além de simples mudanças causadas pela idade. Alguns tutores percebem que o pet parece mais confuso, dorme em horários diferentes ou esquece rotinas simples, como onde fica a caminha ou o local das refeições. Esses sinais, muitas vezes discretos no início, podem estar associados ao surgimento da Síndrome da Disfunção Cognitiva (SDC), popularmente conhecida como Alzheimer canino.
O termo faz referência a uma doença neurodegenerativa progressiva, que costuma atingir cães mais velhos geralmente a partir dos 8 anos e tem como característica a perda gradual de funções cognitivas, como memória, aprendizado e percepção. A condição é comparável ao Alzheimer humano justamente pelos sintomas semelhantes, embora tenha características e causas específicas da espécie.
Assim como nós, os cães também envelhecem e, com o tempo, podem apresentar alterações no comportamento que vão além de simples mudanças causadas pela idade Imagem de freepik
“O que acontece, na prática, é que o cérebro do animal começa a sofrer um processo natural de envelhecimento, com redução na atividade dos neurônios e diminuição de neurotransmissores importantes, como a dopamina e a acetilcolina. Como resultado, o cão pode apresentar comportamentos diferentes do habitual, como desorientação em ambientes familiares, alteração no sono, vocalizações sem motivo aparente, perda de hábitos de higiene ou até dificuldade para reconhecer pessoas próximas”, explica Mariana Raposo, médica-veterinária gerente de produtos da Avert Saúde Animal.
Muitos tutores demoram a perceber que essas mudanças podem ter origem neurológica, confundindo os sintomas com “manias da idade”. Por isso, o diagnóstico precoce é fundamental. Ao notar alterações comportamentais persistentes, é essencial procurar um médico veterinário, que poderá investigar outras possíveis causas como dores crônicas, problemas hormonais ou até perda sensorial e confirmar o quadro de disfunção cognitiva.
Embora não exista cura para o Alzheimer canino, é possível manejar a condição com bons resultados. O tratamento inclui mudanças na rotina, estímulos cognitivos e suporte nutricional. Nesse contexto, a suplementação tem se mostrado uma aliada importante no cuidado com cães idosos, especialmente quando inclui nutrientes com ação comprovada sobre o sistema nervoso central.
Embora não exista cura para o Alzheimer canino, é possível manejar a condição com bons resultados. Imagem de wirestock no Freepik
“Os ácidos graxos essenciais da família ômega-3, como EPA e DHA, contribuem para a proteção dos neurônios e têm efeito anti-inflamatório. O triptofano, por sua vez, auxilia na produção de serotonina, favorecendo o equilíbrio emocional e ajudando a reduzir sinais de ansiedade ou irritabilidade, comuns em quadros de disfunção cognitiva. Já o extrato de valeriana, de origem vegetal, possui propriedades calmantes que podem ajudar a melhorar a qualidade do sono, especialmente em animais com agitação noturna”, elucida a profissional.
Esses compostos, quando utilizados de forma complementar à rotina do pet e sob orientação veterinária, oferecem suporte relevante à função cognitiva e ao bem-estar comportamental. A escolha da suplementação deve sempre considerar o histórico clínico e o estágio da doença, sendo parte de um plano individualizado para cada animal.
“Além da suplementação, medidas simples no dia a dia também fazem diferença: manter uma rotina estruturada, evitar mudanças bruscas no ambiente, promover estímulos mentais com brinquedos e exercícios leves e, acima de tudo, oferecer paciência e carinho. Esses cuidados ajudam o pet a se sentir mais seguro e confortável, mesmo diante dos desafios que a idade pode trazer”, reforça Mariana.
A longevidade dos pets é uma conquista e também uma responsabilidade. Entender o Alzheimer canino é parte fundamental desse cuidado: quanto mais informados e atentos os tutores estiverem, maiores são as chances de garantir uma velhice mais tranquila, ativa e feliz para os companheiros de quatro patas.
O puro prazer de dirigir sempre fez parte do DNA da BMW. O BMW Z4 é um exemplo perfeito disso: diversão de roadster em sua forma mais pura. Desde o lançamento da primeira geração do modelo, em 2002, o esportivo conversível vem encantando clientes com sua combinação única de design inconfundível, experiência de condução purista e dinâmica esportiva. A próxima BMW Z4 Final Edition oferece aos fãs uma oportunidade por tempo limitado de adquirir uma versão muito especial do carro, com potencial para se tornar peça de colecionador. Ela traz elementos específicos de equipamento que criam destaques individuais no exterior e no interior. Ao mesmo tempo, a Final Edition representa o ápice desse icônico modelo de dois lugares.
Design marcante para uma personalidade inconfundível
A característica externa distintiva do BMW Z4 Final Edition é sua pintura exclusiva Frozen Matt Black. Esta cor, que realça o estilo individual e dinâmico do modelo, está disponível apenas na Final Edition. Ela fica ainda mais impressionante quando combinada com o acabamento externo M High-gloss Shadowline, presente em todas as versões Final Edition. Além da Frozen Matt Black, os clientes podem escolher outras cores da linha BMW Z4 sem custo adicional. O freio M Sport em vermelho brilhante também faz parte do pacote da Final Edition, oferecendo uma aparência especialmente atraente.
Detalhes vermelhos no interior
As marcantes costuras vermelhas contrastantes, desenvolvidas especialmente para a Final Edition, criam um fio condutor literal que une o painel de instrumentos, o console central, os painéis de porta e os bancos M Sport em couro Vernasca/Alcantara. Outro destaque visual é o volante M em Alcantara, com costuras contrastantes combinando. Ele reforça perfeitamente o caráter esportivo do BMW Z4 Final Edition, enquanto soleiras de porta com gravação especial elevam ainda mais sua exclusividade.
A história do BMW Z4: Lançamento da primeira geração em 2002
O BMW Z4 faz parte de uma longa tradição da BMW de esportivos conversíveis de dois lugares. Essa linhagem de sucesso inclui ícones como o BMW 328 Roadster, o BMW 507 e o BMW Z8.
O BMW Z4 fez sua estreia no outono de 2002 como sucessor direto do BMW Z3, lançado em 1995. Assim como seu antecessor, o roadster da BMW, conhecido internamente como série E85, foi produzido na planta da BMW em Spartanburg, no estado norte-americano da Carolina do Sul.
Com seu capô longo e traseira curta, o design do BMW Z4 transmitia potência e esportividade. Na cabine, a posição baixa dos assentos, logo à frente do eixo traseiro, proporcionava uma experiência de roadster inesquecível. O BMW Z4 estabeleceu novos padrões com uma rigidez torcional até então inédita no segmento de conversíveis e roadsters. Sua agilidade excepcional também se devia à distribuição de peso 50/50. O topo de linha da primeira geração foi o BMW Z4 M Roadster, equipado com o motor de seis cilindros em linha de 340 cv do BMW M3, acelerando de 0 a 100 km/h em 5,0 segundos.
Segunda geração do BMW Z4: Mesma dinâmica, teto rígido retrátil de série
Em dezembro de 2008, a BMW apresentou ao mundo a segunda geração do Z4. O novo modelo, conhecido internamente como série E89, mais uma vez combinava proporções clássicas com engenharia de ponta.
Ele trazia um teto rígido retrátil eletro-hidráulico completamente novo, composto por duas seções e com estrutura de alumínio. O teto era de série e podia ser aberto ou fechado ao toque de um botão em apenas 20 segundos. Com o teto fechado, o BMW Z4 oferecia o conforto refinado de um cupê esportivo premium. O interior também ficou mais espaçoso do que o da primeira geração, com mais espaço para a cabeça e os ombros. Além disso, essa foi a primeira vez que o roadster passou a utilizar o sistema de infoentretenimento BMW iDrive.
Terceira geração do BMW Z4: Uma interpretação moderna do clássico esportivo conversível
A BMW apresentou a terceira, e atual, geração do BMW Z4 em agosto de 2018, no Pebble Beach Golf Links, perto de Monterey, Califórnia. A estreia mundial revelou uma interpretação moderna do clássico esportivo aberto: um roadster premium com capota de tecido elétrica, comportamento dinâmico esportivo e interior purista voltado para o motorista. Isso foi complementado por recursos premium de assistência ao motorista, infotainment e conectividade.
Inigualável no segmento é o motor de seis cilindros em linha de três litros com tecnologia M TwinPower Turbo do BMW Z4 M40i, que desde 2024 passou a ser oferecido também com transmissão manual na versão Pure Impulse Edition. A Final Edition será o auge da terceira geração do BMW Z4.
Um olhar mais humano sobre casos de doping relacionados a substâncias como maconha e cocaína, geralmente consumidas fora da competição e sem intenção de obter vantagem esportiva. Foto: Freepik
*Por João Antonio de Albuquerque e Souza
Embora o doping seja frequentemente associado ao uso de substâncias para melhorar o desempenho esportivo, como anabolizantes e hormônios, muitos casos envolvem drogas de abuso, como maconha, cocaína e ecstasy. Essas substâncias, em geral, não aumentam a performance e são consumidas fora do ambiente competitivo, refletindo questões sociais e, muitas vezes, quadros de dependência química.
Reconhecendo essa distinção, o Código Mundial Antidopagem passou a tratar essas drogas de forma diferenciada, mudança adotada também pelo Código Brasileiro Antidopagem (CBA). Desde 2021, por meio do artigo 119, o CBA prevê punições mais brandas para atletas que usaram substâncias de abuso fora de competição e sem objetivo de obter vantagem esportiva, promovendo um tratamento mais humano e equilibrado.
Embora o doping seja frequentemente associado ao uso de substâncias para melhorar o desempenho esportivo, como anabolizantes e hormônios. Foto: Freepik
O uso de drogas como a cocaína, se não for enquadrado como “substância de abuso”, pode levar a punições severas, como suspensões de até quatro anos. Por isso, o CBA determina que o consumo fora do período competitivo seja considerado, utilizando faixas de concentração na urina para estimar o momento do uso. No entanto, fatores individuais influenciam esses níveis, e os dados não devem ser tratados como absolutos.
Esse novo tratamento jurídico não significa conivência com o uso de drogas; ao contrário, reforça o papel educativo do esporte e a necessidade de desincentivar o consumo. Casos como os de Diego Maradona, Richard Gasquet, Jobson e Michael Phelps escancaram para o mundo o impacto das drogas sociais na vida de atletas de elite.
O uso de drogas como a cocaína, se não for enquadrado como “substância de abuso”, pode levar a punições severas, como suspensões de até quatro anos. Foto: Freepik
Ainda assim, a sociedade e o sistema esportivo precisam evoluir no entendimento de que, nesses casos, a prioridade deve ser o cuidado, não apenas a sanção. Em resumo, a atual legislação representa um avanço ao reconhecer que nem todo doping é fraude. Muitos são, inclusive, retratos de uma crise maior.
João Antonio de Albuquerque e Souza é atleta olímpico, graduado em Direito pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e mestre em Direito e Justiça Social pela UFRGS.
O nariz torto, muitas vezes visto como uma peculiaridade estética, pode estar associado a questões de saúde bem mais sérias. Foto: Imagem de freepik
O nariz torto, muitas vezes visto como uma peculiaridade estética, pode estar associado a questões de saúde bem mais sérias o que torna o assunto também de interesse daqueles que não se apegam tanto aos padrões de beleza.
Isso porque a deformidade nasal também pode ser indicativo de desvio de septo. Ou seja, um desalinhamento da estrutura que separa as nossas duas cavidades do nariz e pode comprometer a respiração, impactando a saúde de maneira geral.
Portanto, mais do que uma questão estética, é algo a ser observado com atenção a quem deseja viver com qualidade conforme explica o Dr. Thássio Zaccarof, otorrinolaringologista do Hospital Paulista e especialista em cirurgias nasais.
Um septo nasal com desvio acentuado pode ocasionar uma laterorrinia, ou seja, o nariz torto. Foto: Imagem de freepik
“Um septo nasal com desvio acentuado pode ocasionar uma laterorrinia, ou seja, o nariz torto. Essa condição ocorre quando o dorso do nariz, que é a parte cartilaginosa, se apoia de maneira irregular sobre o septo, provocando esse efeito estético. O que muitos não sabem, no entanto, é que mais do que um traço individual da aparência, esse pode ser um sinal de problemas respiratórios.”
O médico destaca que o desvio septal pode gerar complicações significativas em termos de qualidade de vida. “Quando o nariz é torto, o indivíduo pode apresentar obstrução nasal, que pode levar a sinusites, cefaleias e à chamada hiposmia, que é a diminuição do olfato. Esses problemas não só afetam a qualidade de vida, mas também podem impactar a saúde geral do paciente.”
Tratamentos
Para aqueles que desejam corrigir o desvio, a cirurgia é a única solução. “Esse é um problema anatômico, e a cirurgia pode corrigir tanto a parte funcional como a estética”, explica o especialista. Isso significa que, além de respirar melhor, os pacientes podem sair da sala de cirurgia com um nariz mais harmonioso.
Recentemente, a modelo internacional Bella Hadid foi internada em decorrência da doença de Lyme despertando a atenção em torno da enfermidade. No Brasil, não há descrição de casos autóctones da doença de Lyme clássica, mas sim de uma síndrome semelhante, pouco conhecida e de difícil diagnóstico. Segundo a infectologista do Hospital Sírio-Libanês, Jessica Ramos, a suspeita só costuma ser considerada quando o paciente relata ter visitado regiões em que a doença é mais comum, como a América do Norte (EUA e Canadá) e a Europa. Nos Estados Unidos, por exemplo, estima-se que aproximadamente 476 mil pessoas sejam diagnosticadas e tratadas para a doença de Lyme a cada ano.
A especialista explica que a doença é uma infecção causada pela bactéria Borrelia burgdorferi, transmitida pela picada de carrapatos do gênero Ixodes. “Esses carrapatos se infectam ao se alimentar de animais silvestres e podem transmitir a bactéria para humanos”, complementa.
A especialista explica que a doença é uma infecção causada pela bactéria Borrelia burgdorferi, transmitida pela picada de carrapatos do gênero Ixodes. Foto: Imagem de freepik
Ainda de acordo com Jessica, os sintomas iniciais mais comuns incluem o eritema migratório (uma mancha avermelhada em formato de “alvo” no local da picada, que se expande progressivamente, além de febre baixa, fadiga, dores musculares e articulares, dor de cabeça e aumento dos linfonodos, estruturas que fazem parte do sistema linfático e atuam como centros de defesa do sistema imunológico.
A médica explica que o tratamento em fases iniciais geralmente é feito com antibióticos administrados por via oral, mas que, em casos mais graves, pode ser necessária a aplicação endovenosa. Segundo ela, “iniciar o tratamento de forma precoce é fundamental para evitar a evolução para quadros mais severos, que podem envolver comprometimento neurológico (como meningite, neuropatias e paralisia facial periférica), artrite de Lyme (inflamação articular recorrente, principalmente nos joelhos), cardite de Lyme (alterações na condução elétrica do coração) e sintomas crônicos, como fadiga persistente e dores difusas”.
“iniciar o tratamento de forma precoce é fundamental para evitar a evolução para quadros mais severos, que podem envolver comprometimento neurológico. Foto: Darko Stojanovic por Pixabay
A infectologista reforça que pessoas que vivem ou viajam para locais com registros da doença devem adotar cuidados preventivos. “Evitar áreas de mata ou gramados altos em épocas de risco, usar roupas de manga comprida, calças dentro das meias, optar por cores claras que facilitem a visualização dos carrapatos e aplicar repelentes adequados são medidas simples, mas bastante eficazes na prevenção”, conclui.