O Alentejo, maior região de Portugal, preserva em seu território as marcas de diferentes períodos históricos. Um dos legados mais marcantes da presença romana na região é uma prática que atravessou mais de dois milênios e segue como pilar da identidade local: a produção do vinho de talha.
Famoso pelo perfil encorpado e marcante, a bebida é elaborada por meio de uma técnica ancestral transmitida entre gerações com raras alterações ao longo dos séculos. O grande protagonista do processo é a própria talha — um recipiente de barro que pode atingir até dois metros de altura, utilizado para a fermentação das uvas.
A relevância cultural da prática levou à sua inclusão, em 2023, no Inventário Nacional do Patrimônio Cultural Imaterial de Portugal, reforçando a importância histórica do método para as comunidades locais. A tradição também concorre ao título de Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela Unesco, aguardando a chancela oficial.
Produção do Vinho de Talha Crédito: Turismo do Alentejo
O processo de fabricação nas ânforas de barro
Apesar de existirem variações no método, a utilização das grandes ânforas de barro é o elemento central da produção. O ciclo se inicia durante a vindima, quando as uvas colhidas são desengaçadas e esmagadas. O mosto é transferido diretamente para as talhas, onde a fermentação ocorre de maneira espontânea.
Durante essa etapa, as cascas das uvas sobem à superfície e formam uma camada sólida. Para garantir a extração ideal de cor, aroma e sabor, essa cobertura é quebrada e afundada periodicamente. O processo é mantido até que os resíduos assentem no fundo do recipiente, sinalizando o término da fermentação.
A etapa de extração também respeita o método tradicional. O vinho é retirado por uma torneira instalada na base da talha e passa por uma filtragem natural ao atravessar o bagaço retido no fundo, composto por cascas, sementes e partes sólidas da fruta.
Armazenagem dos Vinhos de Talha – crédito Nelson Carvalheiro
Calendário e experiências do enoturismo
O ciclo de produção começa em agosto, na época da colheita, e culmina em novembro, quando os recipientes são abertos para a primeira degustação. O método se aplica tanto a vinhos tintos quanto a brancos, além do tipo conhecido como “petroleiro”, que combina uvas brancas e encarnadas na mesma preparação.
Para os viajantes, a tradição das talhas oferece um ponto de contato direto com a história e a cultura do Alentejo através do enoturismo.
Degustação do Vinho da Talha – crédito Turismo do Alentejo
Em Vila de Frades, a Honrado Vineyards permite acompanhar desde a colheita até a abertura das talhas. O local oferece uma masterclass ministrada pelo enólogo da vinícola, acompanhada de harmonização com petiscos regionais e visita guiada à Adega-Museu Cella Vinaria Antiqua, espaço focado na preservação dos utensílios e do saber empírico dos antigos adegueiros.
Na mesma localidade, a Adega Gerações da Talha disponibiliza o Tour do Vinho de Talha. A experiência inclui um passeio de jipe pelas vinhedos, visita ao Centro Interpretativo do Vinho de Talha, degustação na adega e tour pelas ruínas romanas de São Cucufate — antiga vila agrícola com histórico de produção vinícola de cerca de dois mil anos. A programação pode ser encerrada com um almoço focado na gastronomia tradicional alentejana.
O corpo realmente precisa desta movimentação antes e depois da atividade física. Foto: cottonbro studio
Os músculos são mais vulneráveis a lesões e distensões quando o corpo está frio. Muitas vezes, as pessoas não dedicam o tempo necessário ao aquecimento antes de seus exercícios específicos, nem ao alongamento após seus treinos. O corpo realmente precisa desta movimentação antes e depois da atividade física. Thais Ghendov, personal trainer que atende pela GetNinjas, compartilhou três dicas de exercícios simples e acessíveis que podem ser realizados em casa, especialmente para iniciantes que desejam começar a se exercitar. Confira:
Alongamento dos músculos posteriores:
É de grande importância se alongar e se aquecer antes de se exercitar, e os principais músculos a serem alongados são os músculos posteriores da coxa, ou os músculos atrás da coxa. Para conseguirmos alongar essa musculatura, pode-se afastar as pernas maior que a largura do quadril, manter os joelhos estendidos, e aos poucos ir levando o tronco e os braços em direção ao chão, tentando alcançá-lo.
É de grande importância se alongar e se aquecer antes de se exercitar, e os principais músculos a serem alongados são os músculos posteriores da coxa. Foto: Jenia Nebolsina por Pixabay
Alongamento da panturrilha:
Alguns exercícios de alongamento podemos utilizar a parede de apoio, como o alongamento de panturrilha. Para começar tem que apoiar a ponta do pé na parede e deixar o calcanhar apoiado no chão, assim mantendo a ponta do pé bem firme, com isso este movimento irá promover o alongamento da panturrilha, a famosa batata da perna.
Alguns exercícios de alongamento podemos utilizar a parede de apoio, como o alongamento de panturrilha. Foto de Amar Preciado
Alongamento de glúteo:
O alongamento do glúteo pode ser realizado da seguinte forma: sentar na ponta de uma cadeira, fazer o “4” (colocando a perna em cima da coxa), após estar nesta posição, pode-se aumentar o grau de dificuldade, levando o tronco a frente e descendo, levando as mãos e o tronco em direção ao solo.
Lembrando que todos os exercícios devem ser feitos de forma leve, sem sentir fortes dores, e claro não esquecer de aquecer antes de iniciar sua atividade.
Lembrando que todos os exercícios devem ser feitos de forma leve, sem sentir fortes dores, e claro não esquecer de aquecer antes de iniciar sua atividade. Foto: Jonathan Borba
Kris Jenner, Jane Fonda e Michelle Pfeiffer. Foto: Divulgação
A beleza depois dos 60 deixou de ser tabu e passou a ser celebrada por mulheres como Kris Jenner, Jane Fonda, Helen Mirren e Michelle Pfeiffer. Em comum, elas mantêm a pele firme, o viço natural e a elegância que desafia o tempo muito além de filtros ou truques de maquiagem.
Kris Jenner, aos 69 anos, chamou atenção recentemente ao aparecer com o rosto rejuvenescido durante um evento de moda em Paris. Exibia contornos definidos e pele firme, gerando especulações sobre procedimentos como lifting facial, laser e enxertos. Michelle Pfeiffer, com 65 anos, também é referência de beleza discreta e charmosa, enquanto Jane Fonda, aos 86, segue ativa e elegante, mostrando como a dedicação ao bem-estar se reflete diretamente na aparência.
Helen Mirren, de 78 anos, é outro exemplo de beleza madura com autenticidade. Conhecida por não esconder suas rugas e por valorizar sua imagem natural, a atriz é um símbolo de como envelhecer com orgulho.
Especialistas explicam que um dos grandes vilões do envelhecimento cutâneo é a perda de colágeno proteína essencial para a firmeza e elasticidade da pele. Foto: Anna Shvets Pexels
Especialistas explicam que um dos grandes vilões do envelhecimento cutâneo é a perda de colágeno proteína essencial para a firmeza e elasticidade da pele. A produção natural começa a cair a partir dos 25 anos e despenca após os 50. “A perda de colágeno é um dos principais fatores do envelhecimento da pele, mas hoje temos formas eficazes de estimular sua produção de maneira natural”, reforça a Dra. Gina Matzenbacher, dermatologista.
Um dos tratamentos indicados para quem busca esse efeito sem perder a naturalidade é o Harmonize Gold, bioestimulador de colágeno com tecnologia de ponta. À base de hidroxiapatita de cálcio, o procedimento promove a regeneração da pele e melhora a firmeza de forma gradual e duradoura, com partículas calibradas para uma estimulação precisa e segura.
Para especialistas, a busca pela beleza aos 60 não precisa ser marcada por exageros. Pelo contrário: o segredo está em escolhas inteligentes e no cuidado constante com a saúde da pele. E isso inclui, cada vez mais, o estímulo ao colágeno como grande aliado da estética madura.
Criado em 1896 para proteger a autenticidade dos baús da maison, o encontro entre as iniciais LV e motivos florais atravessou gerações, conquistou a moda e se transformou em um dos símbolos mais reconhecidos do luxo mundial.
Poucos desenhos alcançaram a capacidade de identificação do monograma Louis Vuitton. Basta observar a combinação das iniciais LV com flores e formas geométricas sobre a tradicional superfície marrom para reconhecer imediatamente a maison francesa. Em 2026, essa assinatura visual completa 130 anos como um exemplo de permanência em uma indústria movida por mudanças constantes.
Monograma da Louis Vuitton foi criado em 11 de janeiro de 1896. Foto: Divulgação
A história do monograma começa antes de sua criação. Louis Vuitton fundou sua maison em Paris, em 1854, depois de trabalhar como artesão especializado na fabricação de embalagens e baús de viagem. Naquele período, as transformações nos transportes ampliavam a circulação de pessoas pela Europa. Trens e navios exigiam bagagens mais funcionais, resistentes e fáceis de acomodar.
Vuitton percebeu essa mudança e substituiu os tradicionais baús de tampo arredondado por modelos de superfície plana, que podiam ser empilhados. A inovação contribuiu para que seu trabalho conquistasse viajantes de grande poder aquisitivo e transformou a oficina instalada em Asnières, nos arredores de Paris, em referência na produção de artigos de viagem.
Louis Vuitton celebra 130 anos de seu monograma com o lançamento de três coleções-cápsula — Foto: Divulgação
O sucesso, entretanto, provocou o aparecimento de inúmeras imitações. A maison já havia criado a estampa quadriculada Damier, lançada em 1888, como forma de diferenciar seus produtos. Com a reprodução do padrão por concorrentes, tornou-se necessário desenvolver uma identidade ainda mais particular.
Em 1896, quatro anos após a morte do fundador, Georges Vuitton criou um novo desenho para homenagear o pai e dificultar as falsificações. Entrelaçou as iniciais LV e acrescentou motivos florais e geométricos influenciados pelo japonismo, pela ornamentação Art Nouveau e pela arte heráldica neogótica.
Nascia a tela inicialmente conhecida como L.V. Canvas e que, décadas mais tarde, receberia oficialmente o nome de Monogram Canvas. Aplicado primeiramente aos baús, o padrão estabeleceu uma espécie de assinatura permanente da maison. Mais do que decoração, funcionava como declaração de autoria em uma época na qual a identidade visual das marcas ainda não possuía a importância atual.
Saiu dos grandes baús destinados às travessias marítimas e chegou às malas mais leves, bolsas, carteiras e pequenos acessórios. Foto: Divulgação
O monograma acompanhou a mudança dos hábitos de viagem ao longo do século XX. Saiu dos grandes baús destinados às travessias marítimas e chegou às malas mais leves, bolsas, carteiras e pequenos acessórios. Ao conservar seus elementos fundamentais em diferentes formatos, estabeleceu uma continuidade entre a origem artesanal da Louis Vuitton e sua expansão como uma das maiores casas de luxo do mundo.
Modelos como Keepall, Noé, Speedy, Alma e, mais recentemente, Neverfull ajudaram a levar o desenho às ruas. A Speedy, criada nos anos 1930 como uma versão compacta das bolsas de viagem, ganhou especial projeção ao ser usada por Audrey Hepburn. A Noé, por sua vez, nasceu para transportar garrafas de champanhe e acabou incorporada ao cotidiano como bolsa feminina.
Parte da longevidade do monograma pode ser explicada por sua capacidade de permanecer reconhecível mesmo quando submetido a interpretações ousadas. Em vez de preservar o símbolo como um elemento intocável, a Louis Vuitton permitiu que artistas e criadores o transformassem, sem destruir sua identidade.
Parte da longevidade do monograma pode ser explicada por sua capacidade de permanecer reconhecível mesmo quando submetido a interpretações ousadas. Foto; reprodução redes socias
No início dos anos 2000, sob a direção artística de Marc Jacobs, o artista norte-americano Stephen Sprouse cobriu o tradicional canvas com inscrições que lembravam grafites. Pouco depois, o japonês Takashi Murakami apresentou o Monogram Multicolore, substituindo a combinação clássica por iniciais e flores em uma ampla paleta de cores sobre fundos claros ou escuros.
A colaboração com Murakami tornou-se um fenômeno cultural, aproximou a maison de uma nova geração e marcou a estética dos anos 2000. O desenho também foi reinterpretado em projetos com Richard Prince, Yayoi Kusama e outros artistas, demonstrando como uma identidade criada no século XIX poderia participar dos debates da arte e da cultura contemporâneas.
O monograma igualmente atravessou fronteiras de gênero. Antes associado principalmente aos baús e às bolsas femininas, passou a ocupar coleções masculinas, tênis, roupas, joias, relógios e objetos. Sob diferentes direções criativas, apareceu ampliado, fragmentado, camuflado, perfurado, bordado e trabalhado em novos materiais.
A colaboração com Murakami tornou-se um fenômeno cultural, aproximou a maison de uma nova geração e marcou a estética dos anos 2000. Foto: Divulgação
Para celebrar os 130 anos, a Louis Vuitton retomou diferentes capítulos dessa história por meio de coleções especiais. A Monogram Origine recupera referências do padrão de 1896 e as apresenta em novas combinações de cores. A linha VVN destaca o couro natural tradicionalmente utilizado pela maison, enquanto a Time Trunk revisita visualmente os históricos baús de viagem por meio de efeitos que reproduzem ferragens, cantos e fechaduras.
A comemoração também inclui novas versões de modelos emblemáticos e o retorno do universo multicolorido de Takashi Murakami. Ao reunir arquivo e experimentação, a maison reforça uma estratégia decisiva para sua permanência: reconhecer o próprio passado sem permanecer aprisionada a ele.
Zendaya posa para a nova campanha da Louis Vuitton em homenagem aos 130 anos do monograma da marca (Foto/Reprodução instagram @louisvuitton)
Em uma época na qual imagens circulam rapidamente e marcas disputam atenção em diferentes plataformas, a história do monograma revela a força de uma identidade visual coerente. Seu valor não depende somente das iniciais que carrega, mas de tudo o que foi construído ao redor delas: artesanato, inovação, viagens, desejo, colaborações artísticas e memória cultural.
O desenho criado por Georges Vuitton para combater imitações acabou se tornando um dos símbolos mais imitados do planeta. A aparente contradição ajuda a dimensionar sua influência. Depois de 130 anos, o monograma continua cumprindo sua função original: permitir que uma criação Louis Vuitton seja reconhecida antes mesmo que o nome da maison precise ser anunciado.
… Bom dia! “Acredite, existem pessoas que não procuram beleza, mas sim coração”.
… Abraço aos aniversariantes de hoje: Marise Anzoategui, Gideão Dias, Izabel Magalhães, Dayane Vicente Santana, Fabio Pinheiro, Jozimar Rocha, Carlos Henrique Medeiros, Lindamar Rodrigues, Geraldo Antonio Goldrin Junior, Emily Mendoza Lagbunan e Flavia Eliezer da Silva. Happy birthday!
A Ford levou ao Festival Interlagos, em São Paulo, duas das suas principais novidades para o mercado brasileiro: a inédita picape F-150 Raptor e o Mustang GT Performance 2026. A exibição ao público no evento, que acontece entre 27 e 30 de agosto, faz parte de uma ofensiva da marca que prevê 20 ações de produto no país até 2027.
Além dos modelos de produção, a fabricante exibe no festival o Mustang Dark Horse SC como demonstração de tecnologia. Revelada no início do ano em Detroit pela divisão Ford Racing, a versão especial do esportivo conta com motor V8 Supercharged de 795 cv e agrega soluções herdadas das pistas (como os modelos Mustang GT3 e GTD), a exemplo das rodas em fibra de carbono e freios Brembo de carbono-cerâmica.
A exposição da marca traz ainda veículos de competição, como o carro de Fórmula 1 da equipe Red Bull com motor Red Bull Ford e o protótipo V8 da equipe Sizmic, pilotado por Bia Figueiredo no Rally do Jalapão — ocasião em que se tornou a primeira mulher a vencer a prova.
Além dos modelos de produção, a fabricante exibe no festival o Mustang Dark Horse SC como demonstração de tecnologia. Foto: Divulgação/Ford Brasil
Experiências e atividades para o público
Quem visita o estande da montadora pode pilotar o Mustang Dark Horse na pista de asfalto do autódromo, além de testar o Bronco Sport e a picape Maverick em um circuito off-road — local onde a F-150 Tremor também está exposta. A estrutura conta ainda com três simuladores no espaço Boulevard, loja com produtos licenciados (Ford Store) e palestras sobre manutenção de peças no espaço Motorcraft, localizado no Paddock.
Mustang GT Performance 2026 chega ainda este ano
Com lançamento confirmado no Brasil ainda para este ano, o Mustang GT Performance 2026 passa a integrar a linha ao lado do Dark Horse. O esportivo vem equipado com motor Coyote 5.0 V8 de 492 cv, transmissão automática de 10 velocidades e freios Brembo de alta performance tanto na dianteira quanto na traseira.
Visualmente, a versão traz detalhes escurecidos na carroceria — incluindo teto, rodas, emblemas, retrovisores e aerofólio —, além da introdução da cor Cinza Avalanche.
Com lançamento confirmado no Brasil ainda para este ano, o Mustang GT Performance 2026 passa a integrar a linha ao lado do Dark Horse. Foto: Divulgação/Ford Brasil
“O Mustang GT Performance de sétima geração chegou ao Brasil em 2024, com o motor Coyote V8 mais potente já usado em um Mustang GT. O novo GT Performance 2026 leva adiante esse legado, com um desempenho empolgante e visual único, como os fãs do ícone esperam a cada nova edição”, afirmou Marcel Bueno, diretor de Marketing da Ford América do Sul.
O executivo ressaltou o fortalecimento da marca nos esportes a motor, destacando o retorno à Fórmula 1 neste ano e a entrada na categoria de Hypercars em Le Mans, programada para 2027. Os projetos são liderados pela nova divisão Ford Racing, criada para integrar a engenharia e acelerar a transferência de tecnologias das pistas para os carros de rua.
F-150 Raptor reforça linha de picapes em 2027
A estreia da F-150 Raptor no mercado nacional está confirmada para o início de 2027. O modelo traz recursos inéditos voltados ao uso fora de estrada, motor 3.5 V6 EcoBoost Biturbo e conjunto de suspensão com amortecedores FOX Racing.
“Os brasileiros já conhecem a capacidade da família Raptor através da Ranger Raptor, inspirada nos veículos de corrida no deserto. A F-150 Raptor segue o mesmo conceito. É uma picape com todo o DNA de competição que a Ford desenvolveu ao longo de décadas, usando as pistas e ralis como laboratório de inovação e com incontáveis triunfos ao redor do mundo”, destacou Marcel Bueno.
A estreia da F-150 Raptor no mercado nacional está confirmada para o início de 2027. Foto: Divulgação/Ford Brasil
Segundo o executivo, o desempenho comercial da montadora tem acompanhado as novidades no portfólio. A marca registrou um crescimento superior a 21% no primeiro semestre de 2026.
No segmento de picapes médias, a Ranger assumiu a liderança da categoria no mês de julho, atingindo mais de 25% de participação de mercado e acumulando alta de quase 7% no ano. Já a F-150 segue na liderança entre as picapes grandes de até 3,5 toneladas com as versões Lariat, Lariat Black e Tremor, registrando forte apelo no setor do agronegócio.
Nova campanha da Maison apresenta a coleção de estreia de Demna e aproxima diferentes universos da cultura em uma narrativa que vai além da moda. Foto: Michael Chelbin/ Reprodução Instagram
A Maison apresenta a campanha Gucci Primavera, celebrando o sentimento de renascimento que surge por meio do poder transformador do amor.
Dirigido por Johan Renck, o curta-metragem mostra Kate Moss dublando a interpretação em voz de barítono de Chris Isaak para “Wicked Game”, enquanto uma sala repleta de desconhecidos desperta, forma pares e se apaixona na pista de dança. A narrativa evoca a intensidade emocional da conexão humana e o sentimento de possibilidades que caracteriza um novo amor.
O cantor canadense Shawn Mendes. Foto: Michael Chelbin/Divulgação
Fotografada por Michal Chelbin, a campanha reúne retratos intimistas concebidos sob o espírito das imagens renascentistas modernas. Reproduzindo as composições, poses e a grandiosidade da pintura clássica, as imagens reúnem 10 talentos das áreas da música, cinema, moda e esporte, incluindo os Embaixadores Globais da Marca Xiao Zhan, Jin e NINGNING, além de Tom Brady, Alex Consani, EsDeeKid, Lee Young Ae, Shawn Mendes, Rico Nasty e Tarzzan.
O grupo representa diferentes perfis que incorporam as diversas facetas do espírito em constante evolução da Gucci e a visão de Demna para a Maison.
A campanha apresenta a coleção exibida durante o primeiro desfile de moda de Demna para a Gucci. A coleção introduz uma nova linguagem de silhuetas e texturas, expressando uma visão de leveza e facilidade por meio de diferentes formas de vestir.
O resultado é uma expressão contemporânea da identidade da Gucci, entrelaçada ao patrimônio e à tradição da Maison. Fotos: Michael Chelbin
Considerados pilares da astrologia, Sol e Lua ajudam a compreender personalidade e emoções. Foto: Magnific
Em uma roda de conversa entre entusiastas de astrologia, é comum ouvir perguntas como “Qual o seu signo solar?” e “Qual a sua Lua?”. Isso porque esses dois astros ocupam posições centrais no mapa astral e servem como base para diferentes interpretações relacionadas à personalidade, às emoções e ao autoconhecimento.
Embora muitas pessoas esperem encontrar signos diferentes nesses posicionamentos, nem sempre isso acontece. Em alguns mapas, ambos estão posicionados no mesmo signo, o que, segundo a astrologia, pode intensificar características da personalidade e da forma como um indivíduo expressa suas emoções.
Para quem quer entender mais sobre essas interpretações e descobrir como fazer mapa astral, existem diferentes plataformas on-line que geram a análise em poucos minutos. Para isso, basta informar dados como nome, cidade, data e horário de nascimento.
Embora muitas pessoas esperem encontrar signos diferentes nesses posicionamentos, nem sempre isso acontece. Foto: Magnific
O que o Sol quer dizer no mapa astral?
Segundo a astróloga Cláudia Lisboa, o Sol e a Lua são os luminares do mapa astral natal e representam aspectos centrais da personalidade e da força vital de cada indivíduo. Por isso, a interpretação desses astros está presente em diferentes leituras, desde a revolução solar até análises voltadas para quem deseja entender para que serve mapa astral vocacional.
Na astrologia, o Sol simboliza a individualidade, a identidade e a forma como uma pessoa expressa seu potencial. É esse posicionamento que indica onde o indivíduo tende a se sentir mais seguro, confiante e fortalecido. “O signo no qual o Sol estiver posicionado irá auxiliar na construção de um ego saudável e do senso de objetividade. Esse posicionamento também indica o que dá energia para uma pessoa”, explica Cláudia Lisboa.
O signo solar é o mais conhecido pelo público, sendo frequentemente citado em horóscopos diários e conteúdos sobre astrologia. Para descobri-lo, basta conhecer a data de nascimento. Quem nasceu entre 23 de setembro e 22 de outubro, por exemplo, tem o Sol posicionado no signo de Libra.
Na astrologia, o Sol simboliza a individualidade, a identidade e a forma como uma pessoa expressa seu potencial. Foto: Magnific
Qual a função da Lua no mapa astral?
Assim como o Sol, a Lua ocupa papel chave no mapa astral, representando um dos principais pilares da personalidade. Na astrologia, esse astro está relacionado ao universo emocional e às necessidades afetivas. “É um posicionamento que trata das emoções e da sensibilidade”, explica a astróloga.
Além do aspecto emocional, a Lua também está associada às memórias, às experiências do passado e à maneira como cada indivíduo busca acolhimento. Segundo Cláudia Lisboa, as diferentes fases da Lua podem influenciar a forma como as emoções são percebidas e expressadas, favorecendo variações de humor.
Para quem deseja aprofundar o conhecimento sobre os posicionamentos astrológicos e entender melhor as suas interpretações, uma alternativa é pesquisar onde fazer curso de astrologia e conhecer opções de formação para diferentes níveis.
Além do aspecto emocional, a Lua também está associada às memórias, às experiências do passado e à maneira como cada indivíduo busca acolhimento. Foto: Magnific
O que significa ter o Sol e a Lua no mesmo signo?
No mapa astral, é possível que o Sol e Lua estejam posicionados no mesmo signo. Quando isso acontece, a interpretação considera os significados específicos de cada astro, já que, embora compartilhem o mesmo signo, representam elementos diferentes da personalidade e devem ser analisados de forma complementar.
Segundo a astrologia, essa configuração tende a indicar maior sintonia entre a identidade e o mundo emocional. Uma pessoa com Sol e Lua em Leão, por exemplo, pode apresentar uma personalidade marcante e expressiva, além de demonstrar mais confiança na forma como lida com seus próprios sentimentos.
De maneira geral, quando o mesmo signo aparece nesses dois pilares do mapa astral, é comum que características associadas a ele apareçam com mais intensidade.
Uma pessoa com Sol e Lua em Leão, por exemplo, pode apresentar uma personalidade marcante e expressiva. Foto: Magnific
O sorriso é um dos maiores símbolos de confiança, mas manter os dentes brancos pode ser um desafio. Segundo levantamento da American Academy of Cosmetic Dentistry, mais de 80% dos adultos afirmam que dentes amarelados impactam diretamente na autoestima. E entre os fatores que mais influenciam na cor dos dentes, a alimentação é a principal delas.
De acordo com o dentista Dr. Paulo Yanase, da Oral Sin, “a cor dos dentes é influenciada por diversos fatores, desde o tipo de alimentação até hábitos diários de higiene e consumo. Existem alimentos e bebidas com alta concentração de pigmentos e substâncias chamadas cromógenos, que se aderem ao esmalte e causam manchas com o tempo, principalmente quando o pH da boca está mais ácido. Entender o que realmente provoca essas alterações é fundamental para manter o sorriso bonito e saudável”, explica.
Mas afinal, quais os mitos e verdades de alimentos que mancham os dentes?
Café e vinho tinto escurecem os dentes?
Verdade – Essas bebidas contêm pigmentos que se fixam na superfície do esmalte, especialmente quando consumidas com frequência. O ideal é moderar o consumo e, sempre que possível, enxaguar a boca com água após a ingestão.
Essas bebidas contêm pigmentos que se fixam na superfície do esmalte, especialmente quando consumidas com frequência. Foto: Imagem de freepik
Frutas ácidas, como limão e abacaxi, ajudam a clarear os dentes?
Mito – Apesar da sensação momentânea de limpeza, o ácido presente nessas frutas pode corroer a camada superficial do esmalte, deixando os dentes mais sensíveis e suscetíveis ao aparecimento de manchas. O consumo deve ser moderado e, sempre que possível, seguido de um enxágue com água.
Apesar da sensação momentânea de limpeza, o ácido presente nessas frutas pode corroer a camada superficial do esmalte, deixando os dentes mais sensíveis e suscetíveis ao aparecimento de manchas. Foto: RDNE Stock project:
O tabagismo escurece os dentes?
Verdade – A nicotina e o alcatrão presentes no cigarro se aderem ao esmalte, formando manchas amareladas ou acastanhadas que são difíceis de remover apenas com escovação.
Escovar os dentes logo após tomar café, vinho ou refrigerante evita manchas?
Mito – Após o consumo de bebidas ácidas, o esmalte dental fica temporariamente amolecido, e a escovação nesse momento pode causar desgaste. O ideal é esperar cerca de 30 minutos ou apenas enxaguar a boca com água para neutralizar o pH.
Após o consumo de bebidas ácidas, o esmalte dental fica temporariamente amolecido, e a escovação nesse momento pode causar desgaste. Foto: Greta Hoffman
Receitas caseiras com limão, bicarbonato ou carvão clareiam os dentes com segurança?
Mito – Esses métodos podem parecer inofensivos, mas causam desgaste e sensibilidade. Usar substâncias abrasivas ou ácidas diretamente nos dentes é extremamente prejudicial.
“O clareamento dental supervisionado e a limpeza realizada no consultório são procedimentos seguros e eficazes para remover pigmentos e restaurar a tonalidade natural dos dentes. A prevenção, no entanto, é sempre o melhor caminho. Escovar os dentes ao menos três vezes ao dia com creme dental fluoretado, usar fio dental diariamente e visitar o dentista regularmente são hábitos simples que fazem toda a diferença para proteger o esmalte”, finaliza o Dr. Yanase.
Com a aproximação do período eleitoral de 2026, a Igreja Católica reforça a necessidade de sabedoria e diálogo para assegurar um pleito focado na cidadania e livre de hostilidades ideológicas. Sem apresentar ou indicar candidatos e partidos políticos, a instituição concentra sua atuação na formação da consciência dos eleitores, fundamentada em princípios éticos, morais e na Doutrina Social da Igreja.
Em mensagem oficial divulgada pelo Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), o episcopado reafirmou o compromisso com a dignidade humana e o bem comum. Guiada pelo trecho bíblico “Examinai tudo e guardai o que for bom” (1Ts 5, 21), a mensagem define a participação política consciente como uma elevada expressão de caridade e serviço à sociedade.
Segundo a manifestação dos bispos, o processo eleitoral vai além da escolha de governantes e representantes: trata-se de um momento para renovar compromissos com a convivência democrática, a justiça social e a fraternidade.
Segundo a manifestação dos bispos, o processo eleitoral vai além da escolha de governantes e representantes. Foto: Magnific
Material formativo e metodologia sinodal
Para aprofundar o debate junto à sociedade, o Centro Nacional de Fé e Política, organismo vinculado à CNBB, lançou o subsídio intitulado “Eleições 2026: democracia, sinodalidade e bem comum”. O material sugere encontros comunitários de oração e reflexão ética com base na metodologia da “Conversa no Espírito”, inspirada nas diretrizes sinodais do Papa Francisco.
Atuação das bases e do Movimento dos Focolares
A difusão desse itinerário formativo é conduzida por meio das pastorais e movimentos eclesiais nas comunidades. Entre as iniciativas citadas está o Movimento dos Focolares, que atua a partir do “carisma da unidade” na busca por uma política orientada ao diálogo e à fraternidade.
A organização conta com um segmento voltado ao tema, o Movimento Político pela Unidade (MPPU). O grupo promove campanhas de conscientização sobre o voto ético, qualificação do debate público e manutenção do diálogo no período pós-eleitoral como forma de assegurar o bem comum.
A mensagem do episcopado conclui destacando que a construção de pontes, a promoção do encontro e o cultivo da amizade social permanecem como exigências centrais para o fortalecimento da democracia no país.
A organização conta com um segmento voltado ao tema, o Movimento Político pela Unidade (MPPU). Foto: Magnific
José Expedito da Silva é assessor de imprensa da Fundação João Paulo II / Canção Nova