Início Site Página 6

O desafio do futebol brasileiro com o Fair Play Financeiro

Fair Play Financeiro põe à prova a maturidade do futebol brasileiro. Foto: Pixabay

Por João Antonio de Albuquerque e Souza

João Antonio de Albuquerque e Souza. Foto: Divulgação

A adoção do Fair Play Financeiro no futebol brasileiro marca um dos movimentos regulatórios mais relevantes da última década, mas também expõe a complexidade estrutural de um setor historicamente marcado por dívidas, falta de transparência e decisões tomadas sem lastro financeiro. A medida, prevista para começar a valer em janeiro de 2026, chega com a promessa de modernizar a gestão e reduzir distorções competitivas, porém seu impacto real dependerá menos da norma escrita e mais da capacidade das instituições de aplicá-la sem exceções.

Há anos, o futebol nacional convive com um paradoxo: clubes endividados continuam contratando, gastando e acumulando déficits sucessivos, enquanto outros tentam se manter dentro de limites financeiros, mas competem em condições desiguais. De acordo com a consultoria Sports Value, o endividamento total dos clubes brasileiros ultrapassou a marca de R$ 12 bilhões ao fim do ano passado, quando o montante era de quase R$ 10 bilhões, com Corinthians e Atlético Mineiro liderando a lista dos mais endividados.

Há anos, o futebol nacional convive com um paradoxo: clubes endividados continuam contratando, gastando e acumulando déficits sucessivos. Foto: Pixabay

Essa nova regulamentação tenta enfrentar essa lógica, estabelecendo limites claros, como o teto de 70% da receita para gastos com salários e amortização de direitos de atletas, e exigências para que a dívida de curto prazo não ultrapasse 45% da receita do exercício anterior. A introdução dessas travas, no entanto, evidencia o tamanho do problema. Muitos clubes operam com déficits crônicos, estruturas inchadas e departamentos administrativos incapazes de manter padronização contábil mínima.

Quando a CBF anuncia que, entre as principais sugestões do grupo de trabalho, estão justamente “pagamentos em atraso” e “padronização contábil”, revela-se o quão distante ainda estamos de uma governança minimamente consolidada. A proposta de punições progressivas, que vão desde advertências e multas até transferban, perda de pontos e rebaixamento, representa um avanço, mas traz consigo um teste decisivo, que é a isonomia.

Na prática, o sistema só ganhará credibilidade quando um clube grande, popular e politicamente influente for punido da mesma maneira que qualquer outro. Foto: Freepik

Na prática, o sistema só ganhará credibilidade quando um clube grande, popular e politicamente influente for punido da mesma maneira que qualquer outro. Caso contrário, o Fair Play corre o risco de se tornar mais um regulamento simbólico, importante no discurso, mas ineficaz na aplicação. E há ainda um desafio adicional que são os clubes em Recuperação Judicial, em que a regulamentação prevê regras específicas, como limitação da folha salarial e equilíbrio financeiro nas janelas de transferência, permitindo contratações apenas quando houver compensação financeira equivalente.

Medidas como essa tentam impedir que a crise estrutural se agrave, mas também escancara a fragilidade de um mercado onde parte significativa das instituições chegou ao colapso administrativo. A implementação gradual, prevista até 2029, é outro ponto que divide opiniões, pois, se por um lado permite adaptação e evita um choque imediato em estruturas frágeis, por outro, prolonga um modelo que já não se sustenta. O futebol brasileiro vive um ciclo permanente de urgência: clubes gastam mais do que arrecadam, apostam em soluções de curto prazo e repetem erros que os afastam da sustentabilidade de longo prazo.

O futebol brasileiro vive um ciclo permanente de urgência. Foto: freepik

O Fair Play Financeiro, em essência, não pretende impedir investimentos ou limitar a competitividade, mas forçar responsabilidade. Ao centralizar dados, padronizar processos e exigir previsibilidade, cria-se um ambiente em que decisões deixam de ser tomadas com base apenas na euforia esportiva e passam a respeitar critérios técnicos de viabilidade. Para o torcedor, isso significa menos temporadas de euforia seguidas de colapsos; para o mercado, mais seriedade e segurança jurídica.

No fim, essa adoção não é apenas uma mudança normativa, mas um termômetro de maturidade institucional. O sucesso do modelo dependerá da rigidez na fiscalização, da transparência das informações e da capacidade de aplicar sanções sem distinção. Se funcionar, o futebol brasileiro dá um passo real rumo à profissionalização. Se falhar, continuará preso ao círculo vicioso que combina paixão, improviso e crise permanente, um jogo no qual todos perdem, inclusive o espetáculo.

João Antonio de Albuquerque e Souza é atleta olímpico, graduado em Direito pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e mestre em Direito e Justiça Social pela UFRGS. 

As causas do autismo no centro do debate

Foto: Divulgação/Freepik

*Por Lucelmo Lacerda

Lucelmo Lacerda Foto: Fernando Capellato/ Estudio da Cidade

Vamos imaginar que um governo compre a tese de há um fator ambiental predominante do Transtorno do Espectro Autista e queira fazer estudos para avaliar se isto é verdade e quais seriam esses fatores. Para entendermos como isso poderia ser feito é preciso, antes de tudo, compreender como uma pesquisa séria e bem conduzida precisaria ser estruturada.

Investigações dessa natureza não se resolvem em meses, tampouco com uma única equipe ou um laboratório isolado. Exigem décadas de acompanhamento, bilhões de dólares em financiamento, grandes equipes interdisciplinares e uma metodologia de altíssimo rigor.

Por exemplo, para avaliar se a exposição a metais pesados como mercúrio ou chumbo pode influenciar o desenvolvimento de TEA, o desenho ideal envolveria o acompanhamento de milhares de gestantes e seus filhos ao longo de muitos anos.

O que os melhores estudos científicos mostram até agora é que cerca de 98% da influência no autismo está associada a fatores genéticos. Foto: Freepik

Seria necessário medir os níveis dessas substâncias no sangue, na urina, no ambiente em que vivem, desde a gestação até a infância, controlando outras variáveis como genética, alimentação, condições socioeconômicas e acesso à saúde.

Além disso, os diagnósticos de autismo precisariam ser padronizados e realizados por profissionais altamente treinados, garantindo uniformidade nos critérios e nos métodos.

Já se a proposta fosse estudar a influência da alimentação como o consumo de ultraprocessados, deficiências nutricionais ou exposição a aditivos químicos o desafio seria ainda maior. A dieta humana é extremamente variada e mutável, o que exigiria um controle minucioso da alimentação diária de milhares de pessoas por um período prolongado.

Já se a proposta fosse estudar a influência da alimentação como o consumo de ultraprocessados Imagem de freepik

Além disso, seria necessário combinar esses dados com informações genéticas, ambientais e sociais para que as conclusões fossem realmente válidas.

Outra metodologia, mais rara, mas teoricamente possível, envolveria o uso de políticas públicas como parte da pesquisa: selecionar cidades, por sorteio, para implementar restrições rigorosas ao uso de certos produtos suspeitos (como microplásticos, pesticidas ou aditivos), enquanto outras permaneceriam sem mudanças.

Após anos, avaliações diagnósticas homogêneas entre as populações poderiam indicar se houve alguma diferença significativa. Todos esses exemplos têm algo em comum: são caros, longos e complexos. Não há atalhos.

Diante dessa realidade, soa no mínimo ingênuo o anúncio feito pelo Secretário de Saúde dos EUA, Robert F. Kennedy Jr., de que até setembro serão publicados estudos capazes de apontar quais toxinas seriam as responsáveis pela “epidemia de autismo”. A própria ideia de epidemia, nesse contexto, já carrega um equívoco: esse termo se aplica a doenças infecciosas, não a condições de base genética como o TEA.

O que os melhores estudos científicos mostram até agora é que cerca de 98% da influência no autismo está associada a fatores genéticos. O aumento nos diagnósticos tem sido explicado principalmente pela ampliação dos critérios diagnósticos, pelo maior acesso aos serviços de saúde e pela formação mais qualificada dos profissionais.

Isso não significa, é claro, que fatores ambientais devam ser descartados. A ciência não trabalha com certezas absolutas e investigar possíveis influências do ambiente é legítimo e necessário. Mas esse tipo de pesquisa, como vimos, leva tempo, muito tempo. E qualquer promessa de respostas rápidas, sem um projeto dessa magnitude, não é ciência é bravata.

Entender as causas do autismo seja pela genética, pelo ambiente ou pela interação entre os dois exige respeitar o tempo da ciência. Foto: Freepik

Entender as causas do autismo seja pela genética, pelo ambiente ou pela interação entre os dois exige respeitar o tempo da ciência, reconhecer a complexidade dos fatores envolvidos e a necessidade de controles rigorosos e o trabalho conjunto de especialistas de diversas áreas.

Por isso, quando ouvirmos promessas de descobertas miraculosas em poucos meses, é bom lembrar: nove mulheres não geram um bebê em um mês. E nem todos os cientistas do mundo, reunidos, conseguiriam responder uma questão tão complexa quanto essa em tão pouco tempo.

A ciência é lenta. E talvez seja justamente essa lentidão que a torna o caminho mais confiável.

Lucelmo Lacerda é doutor em educação, pesquisador, ativista do TEA e autor de “Crítica à pseudociência em educação especial: Trilhas de uma educação inclusiva baseada em evidências”.

Planejando a Europa: 5 Destinos Inesquecíveis

Viajar é uma experiência enriquecedora que permite explorar novas culturas, sabores e paisagens. Entre os destinos mais desejados pelos viajantes estão a Europa e a Ásia, dois continentes repletos de história, tradição e belezas naturais. Se você está planejando sua próxima viagem, confira algumas sugestões imperdíveis para tornar sua experiência inesquecível.

Europa: História e Cultura em Cada Esquina

A Europa é um continente fascinante, onde cada país oferece uma mistura única de história, arquitetura e gastronomia. Entre os destinos mais procurados, destacam-se:

Paris, França

A cidade luz encanta com sua atmosfera romântica, monumentos icônicos como a Torre Eiffel e o Museu do Louvre, além de sua gastronomia refinada, que inclui croissants, queijos e vinhos deliciosos.

A cidade luz encanta com sua atmosfera romântica, monumentos icônicos como a Torre Eiffel. Foto: Pete Linforth por Pixabay

Roma, Itália

A capital italiana é um verdadeiro museu a céu aberto, repleto de atrações históricas como o Coliseu, o Vaticano e a Fontana di Trevi. A culinária italiana, com suas massas e gelatos, também é um grande atrativo.

A capital italiana é um verdadeiro museu a céu aberto, repleto de atrações históricas como o Coliseu, o Vaticano e a Fontana di Trevi. Foto: Udo por Pixabay

Santorini, Grécia

Este destino paradisíaco no Mar Egeu é conhecido por suas casas brancas de telhados azuis, vistas deslumbrantes e pores do sol inesquecíveis. Perfeito para quem busca romance e tranquilidade.

Este destino paradisíaco no Mar Egeu é conhecido por suas casas brancas de telhados azuis, vistas deslumbrantes e pores do sol inesquecíveis. Foto: Michelle Raponi por Pixabay

Barcelona, Espanha

Famosa por suas obras arquitetônicas de Gaudí, como a Sagrada Família, e por sua vibrante vida noturna, Barcelona combina cultura, praias e uma gastronomia incrível, com destaque para as tapas e a paella.

Famosa por suas obras arquitetônicas de Gaudí, como a Sagrada Família, e por sua vibrante vida noturna

Testes genéticos auxiliam no diagnóstico do câncer de bexiga

O câncer de bexiga é um dos tumores urológicos mais comuns entre os homens, responsável por quase oito mil diagnósticos em 2023, de acordo com dados do INCA (Instituto Nacional de Câncer, do Ministério da Saúde). Devido à sua alta incidência, a campanha julho roxo foi criada para conscientizar sobre os sintomas, fatores de risco e a importância de realizar exames preventivos, que permitam diagnosticar precocemente sua existência. Nesse sentido, os testes genéticos como os oferecidos pela QIAGEN possibilitam identificar as mutações responsáveis pelo aparecimento dos tumores, antes mesmo que eles venham a se estabelecer.

É o que explica Allan Munford, gerente regional LATAM de Marketing para Diagnósticos de Oncologia e Precisão da QIAGEN. Segundo ele, devido a uma fase inicial muitas vezes assintomática, o diagnóstico do câncer de bexiga já pode ser feito de maneira antecipada e com maior precisão, ao se analisar os genes atrelados ao desenvolvimento da doença.

A campanha julho roxo foi criada para conscientizar sobre os sintomas, fatores de risco e a importância de realizar exames preventivos. Foto: Silvia por Pixabay

“Esses exames são indicados aos pacientes com histórico familiar da doença ou que já tenham sido acometidos por outros tipos de tumores ao longo da vida. Nesses casos, ao identificar a predisposição ao câncer de bexiga a partir de um teste genético, é possível acompanhar a possibilidade de seu surgimento com a realização de exames de sangue, de imagem e avaliações constantes desses pacientes. Isso tem um impacto direto na vida das pessoas e, um dia, em larga escala, poderá mudar totalmente a forma que se realizam as políticas de saúde pública no país”, ressalta.

Testes genéticos para o câncer de bexiga avançado

Para os casos avançados ou mesmo irreversíveis do câncer de bexiga quando as células cancerígenas atingiram outros órgãos, em processo de metástase Munford explica que a detecção, acompanhamento e controle dos novos tumores é essencial para direcionar esses pacientes a tratamentos personalizados, que permitam aumentar a longevidade. Nesses casos, entre os testes genéticos disponíveis para encontrar essas mutações, os que apresentam metodologia de PCR em tempo real são capazes de detectar até quatro mutações e duas fusões gênicas em pacientes com câncer de bexiga.

“A PCR em tempo real faz uso de uma metodologia muito mais rápida, sensível e precisa quando comparada às gerações anteriores de PCR, o que favorece identificar tratamentos cada vez mais eficazes no combate ao câncer. Uma vez detectada a mutação, é possível iniciar um tratamento com medicamentos combinados, com os princípios ativos capazes de inibir as proteínas relacionadas à rápida progressão da doença”, comenta Munford.

Como os demais tipos de tumor, o câncer de bexiga também é ocasionado por motivos que transcendem os genéticos e pode estar atrelado aos hábitos de vida. Foto: Pixabay

Sintomas e como evitar o câncer de bexiga

O câncer de bexiga pode ser assintomático na maioria dos casos iniciais, mas à medida que avança, provoca o aparecimento de sangue na urina, sensação de dor ou ardência ao urinar, micção frequente além do habitual e fluxo de urina fraco. Esses sintomas podem ser confundidos com outros diagnósticos, como a infecção urinária, portanto, buscar ajuda e orientação médica é fundamental.

Como os demais tipos de tumor, o câncer de bexiga também é ocasionado por motivos que transcendem os genéticos e pode estar atrelado aos hábitos de vida. Ter uma alimentação equilibrada, evitar o sedentarismo e o consumo de substâncias como o tabaco, além de realizar com frequência os exames de rotina, é capaz de ajudar a prevenir e detectar precocemente a doença. E caso o câncer seja identificado, essas medidas podem ainda contribuir para um tratamento menos traumático e invasivo, evitando a contaminação de outros órgãos e ampliando a longevidade dos pacientes diagnosticados.

Aprenda a fazer Iscas de Salmão com Molho de Queijo

Iscas de Salmão com Molho de Queijo Foto: Divulgação - Marca Piraquê

Que tal uma receita leve e saborosa para o jantar de hoje? Com as altas temperaturas do verão, um peixe acompanhado de molho e salada torna-se uma ótima opção. Confira abaixo o modo de preparo das Iscas de Salmão com Molho de Queijo.

Ingredientes:

  • ½ embalagem de biscoito Água e Sal, picados em pedaços pequenos
  • 3 colheres (sopa) de linhaça
  • 500g de iscas de salmão
  • 2 colheres (sopa) de azeite
  • 3 dentes de alho, picados
  • Suco de 1 limão
  • Ervas picadas a gosto (alecrim, tomilho, salsinha, endro, entre outras.)
  • 2 claras de ovo
  • 1 colher (sopa) de margarina
  • Sal

Molho de Queijo:

  • 200g de queijo cremoso
  • 50g de queijo provolone ralado
  • 2 colheres (sopa) de azeite
  • 2 colheres (sopa) de maionese
  • Sal
Iscas de Salmão com Molho de Queijo Foto: Divulgação – Marca Piraquê

Modo de Preparo:

Comece temperando as iscas de salmão. Numa tigela pequena, junte as iscas de salmão, azeite, dentes de alho, suco de limão, as ervas, misture bem, acerte o sal e reserve.

Bata as claras e reserve.

Misture bem o biscoito com a linhaça e reserve.

Passe as iscas de salmão pela clara de ovo e empane com a mistura de biscoito com linhaça.

Unte uma assadeira média com margarina, acomode as iscas de salmão empanadas, cubra com papel alumínio e leve ao forno pré-aquecido (180º) por 20 minutos.

Após os 10 minutos, retire o papel alumínio e vire as iscas, cubra novamente e deixe por mais 10 minutos.

Prepare o molho de queijo. Numa tigela pequena, junte o queijo cremoso, queijo provolone, azeite, maionese e misture até envolver bem. Acerte o sal e sirva as iscas de salmão com o molho de queijo.

Rendimento: 25 iscas de salmão Tempo de Preparo: 40 minutos Calorias por Porção: 373 kcal

Chega ao Brasil o novo esportivo Audi RS Q8 Performance

Audi RS Q8 performance Foto: Divulgação/Audi

A Audi do Brasil anuncia o lançamento do novo RS Q8, linha reestilizada da versão esportiva do utilitário de alto luxo da marca das quatro argolas. O modelo chega em versão única Performance, oferece desempenho impressionante e conta com uma extensa lista de equipamentos de segurança, tecnologia, conforto e conveniência.

“A chegada do novo Audi RS Q8 preenche uma lacuna de interesse por veículos que entregam versatilidade sem abrir mão da esportividade, e este modelo foi desenvolvido exatamente para atender a esse perfil. Este modelo reflete nosso compromisso em oferecer produtos que unem alta performance, tecnologia de ponta e um design que se destaca nas ruas e nas estradas”, afirma Renato Celiberti, head de vendas da Audi do Brasil.

Desempenho apaixonante

O modelo é equipado com motorização 4.0 biturbo V8 de 640 cavalos a 6.000 rpm e 850 Nm de torque entre 2.300 e 4.500 rpm. A tração é quattro e a  transmissão é Tiptronic de oito velocidades. O conjunto mecânico permite ao utilitário esportivo de alto luxo acelerar de 0 a 100 km/h em apenas 3,6 segundos, além de atingir a velocidade máxima de 280 km/h (limitada eletronicamente), ou até 305 km/h (opcionalmente). Trata-se do motor à combustão mais potente já fabricado na história da Audi Sport. A partir de agora, o modelo passa a contar com freios de cerâmica de série.

O V8 biturbo de quatro litros com 471 kW (640 PS) e 850 Nm de torque é o motor de combustão produzido em série mais potente da história da Audi. Foto: Divulgação/Audi

Além disso, o novo sistema de escape recém desenvolvido é mais leve cria um som mais encorpado e envolvente, proporcionando uma experiência sonora apaixonante. Para uma condução menos arisca, o modelo conta com diferentes modos de condução que oferecem desde uma dinâmica de condução mais esportiva até uma dirigibilidade mais confortável e com foco na eficiência de consumo de combustível.

Estética inigualável

O novo Audi RSQ8 entrega um visual esportivo e marcante, com linhas sinuosas e uma linha de cintura alta que traz imponência ao modelo. O remodelado para-choque dianteiro oferece entradas de ar marcantes, e uma ampla estrutura em favo de mel preto brilhante compõem a grade dianteira singleframe, onde cada célula individual agora é tridimensional, e que já apresenta o logotipo em 2D que integra a nova linguagem visual da Audi globalmente. Na traseira, as duas saídas de escape ovais são as primeiras características distintivas de um modelo RS. No novo Audi RS Q8, a Audi Sport colocou um difusor entre elas, que é dividido ao meio por um refletor, tornando a traseira ainda mais harmoniosa.

Interior luxuoso

A cabine do veículo oferece luxo, elegância e sofisticação. A ergonomia é assegurada com comandos e acessos à mão do motorista e passageiros, que viajam com conforto para até cinco ocupantes. O acabamento interno é feito em alumínio escurecido escovado, e o modelo oferece bancos esportivos RS em couro Valcona e desenho diamante. Os revestimentos misturam materiais nobres como couro e Alcantara, enquanto o teto possui revestimento em tecido preto. A soleira do porta-malas é em alumínio e há soleiras de porta com o logotipo RS.

O sistema de freios cerâmicos RS instalado de série no RS Q8 Performance garante alto desempenho de frenagem. Foto: Divulgação/Audi

Equipamentos

O novo Audi RS Q8 oferece uma ampla lista de equipamentos de série. Em relação aos itens de tecnologia e segurança, são oferecidos ACC e lane keeping assist (LKAS) com emergency assist; assistente de troca de faixa e trafego traseiro e exit warning; Audi Pre Sense dianteiro e traseiro; câmera 360°; faróis Full LED Matrix com com apresentação de luzes;  Park assist plus com sensores estacionamento dianteiros e traseiros.

Entre os principais itens de conforto e conveniência, estão ar-condicionado automático de 4 zonas; Audi Drive Select; Auto Hold; bancos super-esportivos com ajustes elétricos, memória, aquecimento e ventilação; espelho retrovisor interno com função antiofuscante automático; fechamento das portas servo assistido; Head-up display; Keyless entry; pacote de luzes customizáveis com 30 opções de cores; porta-malas com abertura/fechamento elétrico e sistema hands-free; apoio lombar com ajustes elétricos para bancos dianteiros; e teto solar elétrico panorâmico “Open Sky”.

O sistema de infoentretenimento conta com sistema de som Bang & Olufsen de 730W de potência com som 3D para os bancos dianteiros; MMI Navegação plus com MMI touch response; e Audi Virtual Cockpit Plus com Layout adicional RS.

Os painéis centrais dos bancos perfurados com acolchoamento em formato de colmeia possuem um inserto em azul, vermelho ou cinza e fazem parte do pacote RS Design Plus. Foto: Divulgação/Audi

Reforçando a estratégia de livre customização sem custos, vários pacotes podem ser adicionados gratuitamente para tornar o carro ainda mais único, exclusivo  personalizável: Pacote RS Design Cinza com volante em Alcântara com costuras contrastantes em cinza, cintos de segurança com a borda em cinza e tapetes dianteiros com inscrição RS; Pacote RS Design Vermelho com volante em Alcântara com costuras contrastantes em vermelho, cintos de segurança com a borda em vermelho e tapetes dianteiros com inscrição RS; Pacote RS Design Azul com volante em Alcântara com costuras contrastantes em azul, cintos de segurança na cor azul  e tapetes dianteiros com inscrição RS; e “Pacote óptico exterior em preto brilhante incluindo Audi Rings e capa do retrovisor na cor preta.

Além disso, o cliente poderá escolher, de forma livre e sem custo adicional, pinças de freio na cor azul ou vermelha; capa do espelho retrovisor externo na cor do veículo; capa do espelho retrovisor externo em alumínio. Os opcionais com custo adicional são: pintura Audi Exclusive, assistente de Visão Noturna, faróis Digital MATRIX HD com Audi Laser Light, acabamento do painel em carbono, Capa do retrovisor em carbono, e pacote 305 km/h com pneus Pirelli P Zero Performance.

Cores e dimensões

Externamente, as dimensões do modelo são 5.022 mm (comprimento), 1.699 mm (altura), 2.998 mm (entre eixos), 2.190 mm (largura). A capacidade do porta-malas é de generosos 605 litros, e a capacidade do tanque de combustível é de 85 litros. O peso total é de 2.515 quilos.

As opções de cores disponíveis são  Branco Carrara (sólida); Azul Ascari, Azul Waitomo, Branco Geleira, Bege Gold Sakhir, Prata Satélite, Preto Mito, Vermelho Chili (metálicas); e Cinza Daytona (perolizada). Há ainda a opção de pintura Audi Exclusive nas cores sólida, metálica, perolizada ou cristalizada.

Foto: Divulgação/Audi

Internamente, o modelo recebe acabamento na tonalidade Marrom com costuras em cinza (couro), Preto com costuras em preto (couro), Preto com costuras em cinza (couro), Preto com costuras em vermelho, ou Preto com costuras em azul. Há ainda diversas opções de rodas de liga leve de 23 polegadas, com acabamento em preto, cinza, e neodymio.

Apesar da queda, risco de novo pico de dengue preocupa

Mesmo com queda, infectologista do Sírio-Libanês alerta que calor e chuvas podem reacender epidemia, se a população relaxar nos cuidados. Foto: Pixabay

Embora os números indiquem uma queda de mais de 70% nos casos de dengue em 2025, a infectologista do Sírio-Libanês, Mirian Dal Ben, alerta que o período de aparente tranquilidade não é sinônimo de segurança. Segundo o Ministério da Saúde, entre janeiro e outubro deste ano, foram registrados aproximadamente 1,3 milhão de casos prováveis, uma redução expressiva em relação ao mesmo período de 2024, ano em que o Brasil enfrentou a maior epidemia de dengue da história, com quase seis milhões de casos. “É justamente nessa fase de baixa que a prevenção precisa ser reforçada”, diz Mirian. “O mosquito Aedes aegypti se aproveita do calor e das chuvas para se multiplicar rapidamente.

Se a população relaxa agora, criamos as condições ideais para um novo surto”, explica.

A sazonalidade da doença é um dos principais desafios no controle do vírus. A queda das temperaturas reduz a circulação do mosquito, mas basta o retorno do clima quente e úmido para que os focos de reprodução se multipliquem novamente. “A ausência de casos não significa que o risco desapareceu”, ressalta a especialista.

A ausência de casos não significa que o risco desapareceu. Crédito: Freepik

Outro ponto de atenção é a circulação simultânea dos quatro sorotipos de dengue no país, o que aumenta o risco de novas infecções e de formas mais graves da doença. “Boa parte da população brasileira ainda é suscetível. Por isso, além das medidas preventivas, é fundamental que quem está no grupo elegível busque a vacinação”, diz Mirian.

Cinco cuidados essenciais para reduzir o risco de dengue:

  1. Eliminar recipientes que acumulem água parada;
  2. Revisar regularmente calhas, caixas d’água e vasos de plantas;
  3. Manter a rotina de limpeza durante todo o ano;
  4. Observar sinais de alerta, como dor abdominal intensa, vômitos persistentes, sangramentos ou sonolência;
  5. Procurar atendimento médico imediatamente ao notar sintomas de dengue.

Entre os sinais mais comuns da doença estão febre alta, dores no corpo e nas articulações, dor atrás dos olhos, fraqueza, náusea e manchas vermelhas na pele. “O tratamento é basicamente de suporte, com hidratação adequada e acompanhamento clínico rigoroso para evitar complicações”, orienta a infectologista.

Ford Ranger: 30 anos de Brasil e recorde de vendas

A Ford Ranger completou 30 anos no mercado brasileiro em 2025 com vários motivos para comemorar. A começar pelo recorde histórico de vendas: as mais de 30.000 unidades emplacadas até novembro representam um crescimento de 9% no ano, comparado aos 3,8% do segmento de picapes médias. Ou seja, mais um ano com desempenho muito acima da indústria e liderança de vendas nas versões intermediárias e de topo, as mais disputadas da categoria.

O crescimento na demanda da Ranger no Brasil e outros mercados da América do Sul levou a Ford a investir US$40 milhões este ano no aumento da produção da fábrica de Pacheco, na Argentina, que abastece a região. A capacidade da planta foi ampliada para o recorde histórico de 80.000 unidades anuais, 30% maior que em 2024.

Cinco gerações

Esses números são exemplos do sucesso da picape que se tornou um dos produtos mais importantes da história da Ford no país e segue em constante evolução ao longo de cinco gerações. A primeira Ranger foi lançada nos EUA em 1982, como opção menor e mais econômica que a grande F-150. Inicialmente ela era equipada somente com cabine simples e motores a gasolina.

No Brasil, a Ranger foi apresentada oficialmente no Salão do Automóvel de São Paulo em 1994, já na segunda geração. E chegou ao mercado no ano seguinte, nas versões XL com cabine simples e STX com cabine estendida, importada dos EUA. Em 1996, ela começou a ser produzida na fábrica de Pacheco. A terceira geração estreou em 1998 com a opção de cabine dupla e, em 2012, a quarta geração chegou ao país com novo visual e mais tecnologia, agora como um produto global, estabelecendo novos padrões no segmento.

A Ranger atual de quinta geração, lançada em 2023 no Brasil como modelo 2024, conquistou os principais prêmios da indústria no Brasil e no mundo e também é destaque em segurança, com cinco estrelas nos testes do Latin NCAP. A Ford usou sua experiência de mais de 100 anos à frente do segmento para a criação dessa nova geração, projetada com o conhecido padrão de engenharia das picapes da marca.

Novo padrão

Com plataforma totalmente nova, chassi maior e mais robusto, a Nova Ranger redefiniu o padrão das picapes médias. No interior, a central multimídia com tela vertical de 12” e acesso sem fio para Android Auto e Apple CarPlay e o câmbio eletrônico E-Shifter são alguns destaques. O motor diesel V6 3.0 que equipa as versões Limited, XLT e XLS, entrega o maior torque da categoria (600 Nm) e um nível inédito de performance, junto com a transmissão automática de 10 velocidades e a inédita tração 4WD.

A suspensão, direção e freios também foram aprimorados, refinando a dirigibilidade em todo tipo de terreno. Entre outras tecnologias exclusivas, ela introduziu piloto automático adaptativo com stop & go, assistente de frenagem de ré, monitoramento de ponto cego com cobertura de reboque, câmeras 360° e atualizações over-the-air. A linha dispõe também das versões XL, XLS e Black com motor 2.0 Panther turbodiesel.

Em 2023 a linha foi ampliada com a Ranger Raptor, que inaugurou o segmento de picapes esportivas no Brasil. Inspirada nos modelos de competição no deserto, com motor V6 3.0 biturbo de 397 cv, amortecedores de competição Fox e diferencial dianteiro e traseiro blocantes, tornou-se a picape mais rápida e capaz do mercado, com imbatível desempenho off-road.

Híbrida Plug-in

A próxima novidade da Ranger já foi anunciada: a Híbrida Plug-in, primeira versão eletrificada da picape, que será produzida na fábrica de Pacheco e lançada no Brasil em 2027. Entre outros avanços, ela terá um inédito motor flex desenvolvido pela engenharia da Ford no Brasil.

A Ranger Híbrida Plug-in tem como proposta oferecer o melhor de dois mundos: a experiência de condução de um veículo elétrico com zero emissões e a autonomia estendida de um veículo híbrido, sem perder a robustez e capacidade da Ranger que os clientes já conhecem, dando sequência ao legado de inovação da picape.

A evolução do mercado de games no mundo atual

Foto: Victoria por Pixabay

*Por Marina Correia

O mercado de games vive em transformação constante. Por ser um produto de entretenimento, seu conteúdo se adapta ao gosto, preferência e exigências dos jogadores, que aumentam de acordo com o avanço que acontece na tecnologia. Com inúmeros títulos lançados anualmente com gêneros e estilos distintos, seu público acaba sendo bem diversificado também, mudando de acordo com a plataforma escolhida pelos players, seja ela PC, console ou mobile. Nos últimos anos, em especial por conta da pandemia, o número de jogadores cresceu de forma significativa, alcançando a marca histórica de 74,5% de brasileiros afirmando jogar algum jogo eletrônico, segundo a Pesquisa Game Brasil.

Diante dessa situação atípica, a demanda do público também cresceu, fazendo com que diversos setores da indústria expandissem em conjunto. Exemplo disso é a própria área dos monitores, que tiveram um crescimento de 19,4% só no primeiro semestre de 2020, conforme os dados da International Data Corporation (IDC). Porém, após o controle da doença, esse boom ganho durante a pandemia tende a diminuir, já que o isolamento não é mais algo que faz parte da rotina das pessoas e, consequentemente, ajudou no aumento do consumo dos videogames. Agora o grande desafio do mercado é identificar essas exigências cada vez mais plurais dos consumidores e manter o nível de qualidade dos produtos para atrair mais jogadores.

Diante dessa situação atípica, a demanda do público também cresceu, fazendo com que diversos setores da indústria expandissem em conjunto. Foto: Pixabay

Alta resolução, games ultrarrealistas e menor tempo de carregamento estão entre os principais destaques das tendências atuais, e os monitores tornaram-se grandes protagonistas nesse meio. Desde que jogar virou profissão, streamers e atletas de jogos eletrônicos têm investido em equipamentos de alta performance para utilizarem todo o potencial de seus hardwares.

Até mesmo os players casuais podem se beneficiar de um setup mais completo, pois o jogador só conseguirá contemplar parte desses avanços tecnológicos se os equipamentos também forem planejados para tal feito. Não basta apenas ter um computador potente se o monitor, por exemplo, não acompanha os avanços oferecidos por esses aparelhos. Dos headsets aos controles, o mundo dos games se complementa com outras vertentes do setor eletrônico.

X Box, Console, Joypad, Atividade, Azul
E os modelos voltados para o público gamer estão cada vez mais completos, com altas taxas de atualização, melhores resoluções. Foto: Divulgação

Só na área de monitores para jogos, de acordo com dados do Future Gaming Markets, o valor de mercado global desses produtos pode saltar de 9.8 para 11.26 bilhões de dólares até 2025. Grande parte desse crescimento se deve ao fato de que os jogadores querem atualizar seus acessórios e periféricos para desfrutar com plenitude das melhorias gráficas e do potencial desempenho. E os modelos voltados para o público gamer estão cada vez mais completos, com altas taxas de atualização, melhores resoluções e tempo de resposta cada vez menores para uma gameplay mais fluída. Existem atualmente monitores smart que até oferecem a experiência do console no computador via streaming, como um complemento muito bem-vindo para quem deseja economizar.

Com investimento em inovação, lançamento de produtos cada vez mais completos e a disseminação das vantagens que uma atualização no setup proporciona, em especial para aqueles que não se consideram jogadores hardcore, são fundamentais para que esse futuro aconteça.