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Sanduíche Vietnamita é dica da chef Renata Vanzetto

Matilda Lanches Chef - Renata Vanzetto

A chef Renata Vanzetto, que comanda o Mathilda Lanches em São Paulo, ensina no Cozinhando para o Jeff deste sábado a receita de sanduíche vietnamita, um prato cheio de sabores asiáticos.

Ingredientes para o frango:

– 500g de sobrecoxa de frango desossada e limpa

– 1/2 xícara (chá) de shoyu

– 1/2 cebola

– 1/2 (chá) xícara açúcar mascavo

– 1 (chá) xícara de água

– 1 dente de alho

– 1 colher (sopa rasa) de gengibre ralado

Ingredientes para a maionese:

– 2 ovos

– 1/2 dente de alho

– 1/2 limão (suco)

– 1 colher (chá) de mostarda Dijon

– 1 xícara (chá) de óleo de girassol

– 2 colheres (sopa) de shoyu

– 1 colher (sopa) de sriracha

– Pitada de sal

Ingredientes para o pink picles:

– 1 e 1/2 xícara (chá) de vinagre de arroz

– 1 xícara (chá) de água

– 1 xícara (chá) de açúcar

– 1/3 xícara (chá) de sal

– 2 folhas de louro

– 10 sementes de pimenta preta

– 1 xícara (chá) de moyashi

– 1 xícara (chá) de cebola roxa fatiada

– 1 beterraba picada em cubos pequenos

Ingredientes para o picles de jalapeño:

– 1/2 xícara (chá) de vinagre de arroz

– 1/4 xícara (chá) de água

– 1/4 xícara (chá) de açúcar

– 1 colher (sopa) de sal

– 1 folha de louro

– 5 sementes de pimentas preta

– 2 colheres (sopa) de pimenta jalapeño fatiada

Ingredientes para a cenoura agridoce:

– 1 cenoura cortada em tirinhas

– 1 colher de geleia de pimenta

– 1/2 limão (suco)

– 2 colheres (sopa) de azeite

– Pitada de sal

Para montar os sanduíches:

– 4 baguetes

– Folhas de coentro

 

Modo de preparo

Frango:

Na panela de pressão:

Fritar a cebola em meia lua e o alho picado. Jogar as sobrecoxas cortadas ao meio. Fritar bem. Adicionar o shoyo, o açúcar, a água, o gengibre.

Fechar a panela, após pegar pressão  deixar cozinhar por exatamente 9 minutos. Desligar e tirar a pressão da panela. Abrir a panela, e com um garfo mexer bem que o frango ja vai desfiar facilmente.

Maionese:

Adicionar todos os ingredientes (menos o óleo) no liquidificador e bater na velocidade alta. Adicionar o óleo aos poucos, em fio enquanto bate. Bater até adquirir consistência de maionese.

Pink Picles:

Numa panela aquecer o vinagre, a água, o açúcar, o sal, o louro e a pimenta até ferver. Desligar e acrescentar o moyashi a cebola e a beterraba. Deixe esfriar e tampe. Mantenha em geladeira por 1 dia antes de usar.

Picles de jalapeño:

Numa panela aquecer o vinagre, a água, o açúcar, o sal, o louro e a pimenta até ferver. Desligar e acrescentar a pimenta jalapeño. Deixe esfriar e tampe. Mantenha em geladeira por 1 dia antes de usar.

Cenoura agridoce:

Numa vasilha misturar todos os ingredientes.

Para montar os sanduíches:

Corte as baguetes ao meio e leve ao forno pra aquecer. Tire do forno e passe a maionese nos dois lados da baguete. Acrescente o frango, a cenoura, o pink picles. Coloque folhas de coentro a gosto e finalize com o picles de jalapeño.

Rendimento: 4 sanduíches Tempo de preparo: Picles 1 dia Frango 30 minutos

Maionese 30 minutos  Cenoura 15 minutos

Sobre Renata Vanzetto

Com 30 anos a incontrolável Renata Vanzetto já tem um rico currículo de realizações.  A sua primeira empreitada acabou de romper a barreira dos 10 anos e, ao longo dessa década, muita coisa mudou na vida de sua criadora. Hoje Renata comanda um grupo que soma nove bem-sucedidos empreendimentos. Além da matriz na praia e duas unidades do Marakuthai em São Paulo (nos Jardins e no Itaim), somam-se a esses dois buffets (Ilhabela que atende o litoral norte e o de São Paulo que responde pelos serviços na capital e interior do Estado), o espaço de eventos Casa Marakuthai, dividindo um mesmo imóvel nos Jardins, o bar MeGusta e o restaurante autoral Ema, o caçula Matilda Lanches com unidades nos Jardins e Pinheiros, e o mais recente negócio, o restaurante Muquifo com receitas de família.

Sobre Matilda Lanches

Renata Vanzetto abriu as portas do seu nono empreendimento, a Matilda Lanches que tem sandubas criativos e um serviço descomplicado, no início de 2018. A proposta da Matilda Lanches é ser bem informal, acessível, criativa e divertida. O espaço tem 50 metros quadrados e abriga uma pequena cozinha, com chapa e fritadeira abertas para os clientes, e um pequeno salão com 25 lugares entre balcão e mesas. Outra diferença da lanchonete para as outras casas do grupo é o serviço. Lá o cliente faz seu pedido no caixa e aguarda para retirar no balcão. No cardápio, lanches, hambúrgueres, batata frita e milk shake. O projeto arquitetônico e a decoração ficaram por conta de Fernando Ferri, responsável também pelo Ema e pelo MeGusta.

Matilda Lanches: Rua Bela Cintra, 1.541 – Jardins – São Paulo/SP e Rua Mateus Grou, 31 – Pinheiros – São Paulo/SP

 

 

Restaurante Me Vá leva tapas inaugura ao Baixo Pinheiros (SP)

Novo spot tem direito a croquetas, crudos ebons petiscos. Coquetelaria vigorosa acompanha. Nem Galícia, nem Catalunha. Tampouco Andaluzia. Embora os espanhóis continuem trazendo felicidade à mesa em pequenas bocadas de muitas delícias, as tapas conquistaram o direito de assumir os mais variados sotaques, as mais variadas interpretações. Daí a chegada do Me Vā, tapería simpática do Baixo Pinheiros.

Capitaneado por Marcelo Muniz, já à frente do Nonna Rosa, osteria contemporânea nos Jardins, o novo restaurante envereda por um menu vivo: “Na Espanha o conceito de tapas se refere basicamente a pequenos e saborosos petiscos que acompanham uma bebida. Mas em muitos outros lugares, as tapas evoluíram para uma experiência gastronômica livre e divertida. É essa a nossa aposta”.

A bem dizer, é essa a missão do menu, servido do almoço ao jantar sem interrupções. Tesouro entre os snacks, as cremosíssimas croquetas (de camarão com geleia de pimenta de cheiro ou de chistorra, embutido basco à base de carne de porco fresca, com black mayo e mostarda caseira) vêm em porta-joias.

Já o bocadillo (vulgo sanduíche) de vieira, alface romana, maioneses de nori num pãozinho especial, chega ao salão em uma cúpula de defumação. Ao passo que o de angus com maionese de shoyu, saquê e cebolinha literalmente brilha até aterrissar à mesa, visto que é bem acomodado numa versão dourada das tradicionais caixinhas de fast-food.

Mais do que apresentações atraentes, a combinação de sabores e texturas consagra o tom festivo das entradas: o tiradito de peixe branco não traz leche de tigre, mas um creme tostado de couve-flor, piñoli, cebola-roxa e brotos e o tempurá de pato assado à lenha com geleia de tomate tostado

Nota-se por aí que a vocação do cardápio do Me Vāé permitir que o comensal flane sem ordem pelas receitas, reparta cada uma delas, repita sozinho o que se gosta. Seja um pequeno prato ou uma opção mais substancial.

Quer dizer, a essência se estende por toda a carta, como nos pratos principais, como na generosidade de uma porção do Arroz de marinheira (com polvo e camarões grelhados e aioli de açafrão), do Bife de chorizo, ajorriero, cebolinha grelhada e salsa de páprica ou o Fideuá de mexilhões e ervas frescas.

Mesmo as doçuras do Me Vā pedem colheres múltiplas, como comprova a espuma de creme catalão com frutas assadas e corn flakes. Em contrapartida, mais leves e crocantes do que os churros, as flores de carnaval recheadas com doce de leite assado com gel de limão siciliano adoçam com delicadeza e podem ser atacadas diretamente com as mãos.

No rooftop ou nas mesinhas da calçada do luminoso e acolhedor sobrado, a vontade é de gabaritar o menu todinho, de compartilhá-lo com quem se gosta, ao longo de horas, sem regras. Para isso, o serviço amistoso é palavra-chave, assim como a cuidadosa seleção de drinques.

“Além de clássicos bem executados e de gim tônicas alegres, aromatizadas com as cores da semana, há uma ênfase no uso de Jerez, o complexo vinho fortificado espanhol”, conta Marcelinho, que aprendeu a realizar todas as fórmulas disponíveis.

Na prática, o Jerez dá vida a uma versão de negroni, a um sour perfumado com tomilho e a um highball agengibrado. Na sua forma seca (oloroso ou amontillado), também aparece no refrescante me vā spritz (com toque de frutas vermelhas e bitters aromáticos) e no tropicalizado me vā cobbler (com suco de frutas, bitter, sálvia e rum añejo).

Para os mais ansiosos, calma! Sangria e água de valència (água de valência) não foram deixadas de lado, nem uma enxuta e democrática oferta de vinhos. Juntas ou separadas, elas conduzem igualmente bem a vivência Me Vā.

Se cabe uma última palavrinha sobre ela, é fato que, menos tradicional do que a propiciada por restaurantes espanhóis, não inclui tortillas, pintxos, paella ou churros. A experiência Me Vā envereda antes pela aventura de entreter todotipo de paladar, em qualquer ocasião.

Sobre Marcelo Muniz

Marcelo Muniz tinha 13 anos quando começou a trabalhar na lanchonete do cunhado. Os expedientes, que duraram 3 anos, não raro invadiam a madrugada e dificultavam a locomoção do Valo Velho a Embu das Artes, onde ele vivia. Nada que diminuísse o sonho de gerenciar salões de grandes restaurantes. Aos 16 mirou um emprego no restaurante mais conhecido do Embu, o Garimpo do Interior, onde trabalhou por seis anos. Saiu de lá para assumir uma escalada meteórica no Grupo Fasano, onde trabalhou dos 22 aos 30 anos, e foi de de cumin do Gero, passando a garçom, então a maître do Fasano Punta del Este e da Trattoria Fasano, sempre respaldado pelo olhar de Rogerio Fasano.

Quatro anos atrás, abraçou uma proposta mais arrojada de gastronomia e assumiu a maitria do Nino, restaurante que originou o grupo do chef Rodolfo de Santis. Foi ali que passados outros quatro anos, apaixonou-se pelo embrião do Nonna Rosa. Então, além de cuidar de sua abertura, tornou-se sócio do projeto que foi seu primeiro e segue agora com Me Vā.

Endereço: Rua Ferreira de Araújo, 285 – Pinheiros. Tel.: (11) 3816-0588 – @restaurantemeva

 

 

Confira sete dicas para cuidar dos pés no inverno

As rasteirinhas e sandálias dão lugar às botas e sapatos fechados na estação mais fria, o que favorece o aparecimento de micoses e unhas encravadas

Botas, sapatos fechados, meias e meias-calças. É verdade que os pés ficam bem escondidinhos no inverno, mas não podemos esquecer de cuidar deles também nos dias frios, afinal, este ambiente quentinho e abafado das vestimentas e calçados é o habitat ideal para o desenvolvimento de fungos e bactérias que causam frieiras e micoses, além do ressecamento típico dessa época. “Muitas pessoas esquecem de cuidar dos pés nesse período mais gelado do ano, mas é nessa estação que surgem esses problemas”, explica Maria de Lourdes Pinheiro, podóloga e coordenadora técnica da Doctor Feet, rede especializada em cuidados com os pés.

O cuidado com as unhas e a pele da região é fundamental em todas as estações do ano, lembra a podóloga, que ensina algumas dicas especiais para esse momento:

Escolha sapatos confortáveis que não apertem os dedos para evitar que unhas encravem
Dê preferência às meias de algodão que absorvem melhor o suor dos pés e permite que respirem
Alterne os sapatos que utiliza e deixe-os em local arejado após o uso
Hidrate os pés com cremes específicos para a região
Utilize produtos bactericidas nos sapatos e nos pés para evitar fungos e bactérias
Seque bem os pés após o banho, para prevenir micoses e frieiras
Procure profissional especializado em podologia ao menos duas vezes por mês

Síndrome do Ninho Vazio: Como superar quando os filhos saem de casa?

Especialistas da Holiste Psiquiatria explicam quais são os sintomas e quando é hora de buscar ajuda para superar a mudança dos filhos

Os filhos crescem e saem de casa em busca de outros objetivos e da própria independência. O desafio de se adaptar à casa vazia e a buscar novos objetivos leva alguns pais a passar por um período de sofrimento profundo, a Síndrome do Ninho Vazio. Diferente de uma tristeza comum, o sentimento de melancolia e desamparo desencadeado nesses pacientes exige acompanhamento profissional para ser tratado.

“Apesar de não ser um diagnóstico oficial, a Síndrome do Ninho Vazio é um termo utilizado para descrever os pais que passam por um sofrimento intenso após a saída dos filhos de casa. É importante entender que se caracteriza como síndrome porque se trata de um conjunto de sentimentos e sensações um pouco mais exacerbada do que a simples falta dos filhos e da rotina anterior. Mais do que saudade, é um período de reflexão existencial”, explica a psicóloga especialista em clínica da pessoa e da família na Holiste Psiquiatria, Maria Eugênia Glustak.

Apesar de comum, muitos pais que estão passando pela Síndrome do Ninho Vazio desconhecem o diagnóstico. Para esclarecer dúvidas e levar informações sobre os sintomas e tratamentos, a Holiste Psiquiatria realizará um bate-papo online com as psicólogas Josefa Ferreira e Maria Eugênia Glustak, na quarta-feira (16) às 19h30 (horário de Brasília) no instagram da clínica que realiza o atendimento de saúde mental presencialmente e online (@holistepsiquiatria).

O objetivo do diálogo aberto sobre esse momento, que ainda é um tabu para muitas pessoas, é ensinar sobre os principais sintomas e sinais de alerta, além de ouvir relatos e dúvidas de pais e filhos que possam estar passando por esse período de sofrimento emocional durante a pandemia. “Com a mudança dos filhos, a função materna e paterna muda de dinâmica. Por isso, é preciso se enxergar novamente como sujeito e aprender a lidar com outras demandas, procurar outras atividades e objetivos. Esse momento pode ser bastante delicado e alguns sinais indicam a hora de pedir ajuda”, complementa.

Para mais informações sobre saúde mental, acesse o site: https://holiste.com.br/

Serviço

O que: Live da Holiste
Tema: Síndrome do Ninho Vazio
Quando: 16 de junho (quarta-feira), às 19h30 (horário de Brasília)
Onde: Instagram (@holistepsiquiatria)

Espaguete com Molho Bolonhesa Vegan

Foto - Julia Guedes

Aprenda como fazer Espaguete com Molho Bolonhesa Vegan. A receita é da influenciadora Patricia Helu que é especialista em alimentação saudável e vegana. O preparo é dividido por etapas, por isso reserve um tempo na cozinha.

Na receita usamos a bebida Original da A Tal da Castanha que possui lista de ingredientes reduzida, sendo feito apenas com amêndoas de castanha de caju e água. O produto substitui o leite de origem animal em todos os preparos dentro da cozinha. A Castanha de Caju Crua Orgânica também aparece por se tratar de um alimento densamente nutritivo e repleto de benefícios nutricionais. Confira o passo a passo abaixo:

Para a massa:

500 g de espaguete de quinoa;
1 pacote de tempeh orgânico (200 g);
3 colheres (sopa) de azeite;
2 dentes de alho ralados;
1 cebola finamente picada;
1 a 2 colheres (chá) de sal de especiarias;
2 colheres (chá) de páprica defumada;
½ colher (sopa) de ervas secas (orégano, tomilho, sálvia, salsinha);
1 porção de molho de tomate.

Para o creme:

80 g de Castanha de Caju Crua Orgânica da A Tal da Castanha;
1 ½ colher (sopa) de melado de cana ou 2 tâmaras medjool sem caroço;
2 colheres (chá) de sal marinho;
2 xícaras (chá) da bebida Original da A Tal da Castanha;
5 gotas de tabasco ou outra pimenta de sua preferência;
1 a 2 colheres de sopa de missô claro;
½ dente de alho pequeno ou 1 colher de sopa de pasta de alho.
Outros:

1 xícara (chá) de vinho tinto (merlot é uma ótima opção);
½ colher (sopa) de cacau em pó.

Para finalizar:

um punhado de cebolinha-francesa finamente picada;
sal rosa;
“parmesão” vegano pimenta-do-reino moída.

Modo de preparo:

Esfarele o tempeh, deixando-o moído em pedaços pequenos. Em uma panela aqueça o azeite em fogo médio. Quando estiver quente, refogue o alho até dourar, então adicione a cebola e deixe cozinhar, refogando sempre, por pelo menos 10 minutos. Ao final, adicione as ervas e as especiarias. Enquanto isso, despeje um fio de azeite em uma frigideira grande. Sele o tempeh em fogo bem alto, deixando-o levemente torrado. Faça isso quando a cebola já estiver começando a caramelizar (depois de 8 minutos). Após selado, adicione o tempeh ao refogado. Mexa rapidamente e adicione o vinho.

Coloque o molho de tomate, e abaixe o fogo, deixe o molho curtindo. Se gostar de um molho mais cremoso, prepare o creme que é opcional: Escorra a água do tofu, corte em cubos e bata com os demais ingredientes até obter um creme homogêneo. Incorpore na panela do molho.

Tampe a panela e cozinhe em fogo médio para baixo por pelo menos 30 minutos, mexendo de tempos em tempos. Se puder, deixe por 1 hora ou até mais. Se necessário, vá adicionando água quente ou caldo de legumes e mexendo de vez em quando para não grudar.

Quando chegar à textura desejada — com caldo, porém não muito líquido —, adicione o cacau e ajuste os temperos. A ideia é que o molho incorpore bem à massa mas que ainda fiquem pedaços. Em seguida, adicione a cebolinha-francesa apenas antes de servir.

Ponha o macarrão para cozinhar (leia a seção de dicas sobre o ponto perfeito que vem a seguir). Tire do fogo um minuto antes, para ficar al dente, sem cozinhar demais. Quando estiver pronto, coloque o molho, finalize com ervas frescas e bastante pimenta-do-reino moída na hora, adicione um fio de azeite e capriche no parmesão vegano. Sirva imediatamente em um refratário ou prato pré-aquecido com água fervente para manter quente a temperatura do macarrão.

Rende: 4 porções

Tempo de preparo: 30 minutos

Tempo de cozimento: 1 hora

 

 

Rendas brasileiras são tema de selos postais

Uma linha de quatro selos postais homenageando as rendeiras brasileiras foi lançada nesta quarta-feira (7) pelo Sebrae e pelos Correios. A apresentação das novas estampilhas foi realizada durante live no canal do YouTube do Sebrae. Participaram do evento de lançamento o presidente do Sebrae, Carlos Melles, o presidente dos Correios, Floriano Peixoto, o secretário adjunto da Secretaria Especial de Produtividade, Emprego e Competitividade (Sepec) do Ministério da Economia, Bruno Portela, e o diretor de Desenvolvimento do Sebrae/RJ, Sérgio Malta. A nova linha já entrou em circulação.

Artesanato

Considerada um artesanato que conta apenas com o manuseio de linha e agulha, a renda é praticada no Brasil desde o período da colonização portuguesa. A influência de imigrantes europeus impactou diretamente nesse processo, colaborando para que surgissem inúmeras tipologias de pontos com características variadas em todas as regiões do país. Entre as dezenas de rendas brasileiras, foram escolhidas quatro delas para a representação nos selos, que inclui a renda de bilro, filé, irlandesa e a renascença.

Rumo ao Espaço

Duas naves, duas empresas e um objetivo: tendo cada um fundado sua própria companhia espacial no início dos anos 2000, os bilionários Jeff Bezos e Richard Branson se preparam para inaugurar pessoalmente – com poucos dias de intervalo – a era das viagens turísticas à fronteira do espaço.

Cronograma

Espantosamente coincidentes no cronograma de desenvolvimento e um reflexo da acirrada competição entre os dois empresários, seus respectivos voos também marcarão um ponto de inflexão para a nascente indústria do turismo espacial. Porque os dois chefes têm o mesmo objetivo: fazer com que centenas de viajantes ricos admirarem com os próprios olhos, por alguns minutos, a curvatura da Terra.

Foto :Manoel Ngan, Don Manoel / AFP

Espaçonaves

Eles não serão os primeiros bilionários a ir para o espaço: o americano de origem húngara Charles Simonyi e o fundador canadense do Cirque du Soleil Guy Laliberté passaram vários dias a bordo da Estação Espacial Internacional (ISS) em 2007 e 2009, mas fizeram a viagem em um foguete russo Soyuz.

Mas Bezos, à frente da Blue Origin, e Branson, da Virgin Galactic, serão os primeiros a voar em espaçonaves desenvolvidas por empresas criadas por eles mesmos.  (Fonte: Agência AFP)

… Bom dia!” Sonhos não possuem data de validade”

Abraço aos aniversariantes de hoje: Valmir Guarinão, Mário Viana, Georges Kabad Bittencourt, Karoll Fernandes, Luís Carlos Borges, Roberto Maia, Suzi Batistela, Renatta Britto, Edson Crispim e Wagner Santos. Happy birthday!

O empresário Valmir Guarinão comemorando hoje mais um aniversário. Happy birthday!

… Os ministros do Turismo, Gilson Machado Neto, e das Comunicações, Fábio Faria, inauguram amanhã segunda-feira (12.), às 11h30, a restauração do Antigo Armazém Real da Capitania – Casa do Patrimônio, em Natal (RN). A obra contou com recursos do Iphan, vinculado ao Ministério do Turismo.

A Marc Jacobs International e a Marc Jacobs Fragrances, parte do grupo Coty Inc., anunciam o lançamento do novo perfume da marca, Marc Jacobs Perfect. Uma manifestação de otimismo e originalidade, Marc Jacobs Perfect é uma fragrância descontraída e surpreendente, inspirada no mantra pessoal do designer: “I am perfect as I am” (tradução: “Eu sou perfeito como eu sou”), e personificada em uma campanha global com a participação de 42 pessoas que foram escaladas através das mídias sociais.

… A BMW Motorrad apresenta a nova scooter elétrica CE 04, que vai integrar a sua linha de duas rodas no futuro próximo. Com propulsão elétrica, design voltado para o futuro e soluções de conectividade inovadoras, o modelo combina as funções de transporte e comunicação em uma nova marca de mobilidade urbana pessoal. É uma revolução silenciosa, que vem de encontro com a estratégia de eletrificação global do BMW Group.

Querida que só, Suzi Batistela, festejando hoje mais um aniversário. Happy birthday!

…. A tecnologia é um caminho que não define barreiras. É um meio que apresenta inovações, conexões e, acima de tudo, permite abertura ao novo. E, pensando nisso, a Samsung lançou na quarta-feira (7), a Why Galaxy, uma campanha que busca ressaltar o quanto a marca Galaxy pode conectar, sem limites, dispositivos, experiências e pessoas.

 

 

 

Escovas faciais: para que servem e como escolher?

A escova facial é um dos principais acessórios com presença marcada no skincare. De acordo com a dermatologista Vanessa Perusso, ela é responsável por dar um up na etapa de limpeza, removendo as impurezas não eliminadas na higienização diária. Para entender melhor, a especialista responde as principais dúvida sobre o item.

Para que serve a escova de limpeza facial?

“A escova de limpeza facial serve para otimizar a limpeza do rosto. Entre as principais funções estão a higienização profunda, ação que o sabonete por si só não é capaz de realizar; remoção de células mortas, o que ajuda a desobstruir os poros, evitando o acúmulo de resíduos e amenizando quadros de cravos e espinhas; além de melhorar a circulação sanguínea e ajudar na absorção de outros produtos aplicados na sequência durante o skincare.”

Como escolher a escova facial mais adequada?

“A escolha da escova facial depende do tipo de pele. Para peles sensíveis indico escovas com cerdas de nylon extramacias que realizam uma limpeza profunda de forma mais delicada. Para peles que não sofram com nenhuma sensibilidade, indico as escovas de silicone que também limpam de forma suave, além de esfoliar e ativar a circulação do rosto.”

Com qual produto usar?

“As escovas faciais devem ser usadas com sabonetes, géis ou espumas de limpeza com texturas suaves. Nunca com esfoliantes. No caso de sabonetes em barra, é preciso fazer espuma com ele nas mãos, aplicar sobre o rosto e então fazer a limpeza com o acessório.”

Como usar?

“Antes de começar, molhe o rosto. Depois, aplique o sabonete, gel ou espuma de limpeza sobre as cerdas e faça movimentos circulares em toda a área. Se a pele for mista ou oleosa, é preciso dar mais atenção à zona T, porém, se for sensível, carregue menos força e faça círculos suaves. O processo pode ser feito por cerca de 1 minuto. Por fim, enxague o rosto e aplique um hidratante indicado para o tipo de pele correto, assim é possível evitar ressecamento de peles já secas e efeito rebote em peles com maior produção de sebo.”

Com que frequência usar?

“Para peles secas ou sensíveis as escovas faciais podem ser usadas 1 vez por semana. Para peles mistas e oleosas podem ser usadas até 3 vezes por semana.”

 

Privatização dos Correios: complexa necessidade

Em busca de mais eficiência, a privatização é fundamental. Mas demanda critérios.

*Antonio Wrobleski

Sou totalmente favorável à privatização dos Correios. Mas para que esse processo seja realmente favorável ao País como um todo, é fundamental estar atento a pontos essenciais e cumprir requisitos rigorosos.

O primeiro ponto é reconhecer que não temos condições de continuar arcando com os custos de operação dos Correios. A falta de modernização e a total ausência de processos eficientes transformou a estatal em algo não rentável e praticamente inadministrável. Não por acaso, a estatal foi usada para construir esquemas de corrupção para diversos partidos políticos ao longo dos últimos anos, em um esquema que vai continuar caso a gestão não seja alterada.

Eficiência é outra questão central nesse debate, um dos motivos que fez com que a maioria dos países no mundo tenha privatizado seu sistema de entrega de encomendas. É inegável que o trabalho que os Correios realizam hoje é arcaico e não há nenhuma expectativa de que será melhorado. O resultado é um serviço que custa cada vez mais caro com produtividade menor, atingindo níveis mais altos de cobranças e reclamações.

Os que argumentam contra a privatização costumam dizer que nenhuma empresa tem o alcance que os Correios têm. Afinal, eles estão em mais de 5 mil cidades brasileiras e, hoje, as empresas que têm mais penetração chegam a 3,5 mil cidades. Mas por isso que o processo de privatização precisa ser feito com cuidado, com a criação de órgãos reguladores, que vão garantir que toda a população seja atendida, com mais eficiência e qualidade.

Também não podemos entregar a gestão de uma empresa complexa, como os Correios, a marinheiros de primeira viagem. Para prestar esse serviço, o primeiro passo é exigir que a empresa seja multimodal – como é a DHL, resultado da privatização dos correios da Alemanha. Ou seja, a empresa precisa prestar atendimento por via terrestre, aérea, marítima, de acordo com a necessidade de cada entrega, expertise que, hoje, nenhuma empresa brasileira tem.

Há outras exigências que devem ser prioridade em um processo de privatização, que eu considero o tripé de sucesso: tecnologia, gestão e investimento. Todas as empresas que trabalham com logística no mundo, precisam contar com as mais modernas ferramentas tecnológicas, para garantir um serviço de qualidade. Também devem manter uma gestão impecável em termos de eficiência e eficácia, para não tornar-se foco de corrupção e atendimento ruim. Por fim, é essencial que faça investimentos constantes em pesquisa e treinamento, algo que, infelizmente, passa longe de acontecer na maioria das empresas estatais.

Privatização é, sim, um mantra que o governo deve seguir. A gestão pública tem que estar focada em suas missões prioritárias, como a saúde e a educação e deixar que serviços como o dos Correios sejam geridos por quem sabe como fazer. E se o que o País receber como resultado de um processo de privatização for bem aplicado, estou certo que pode melhorar, efetivamente, a situação do povo brasileiro.

*Antonio Wrobleski é presidente do Conselho de Administração da Pathfind. Engenheiro, com MBA na NYU (New York University), também faz parte do Conselho da BBM Logística e e sócio da Awro Logística e Participações.

 

 

Como entrada para o jantar, aposte na receita de queijo cremoso no pão italiano

Ingredientes

100g de queijo gruyère

100g de queijo brie

1 colher (sopa) de manteiga com sal

1 cebola picada

1 colher (sopa) de farinha de trigo

150ml de leite integral

100g de requeijão cremoso

50g de queijo mussarela

4 colheres (sopa) de creme de leite

1 pão italiano médio

Modo de preparo

Corte a tampa do pão italiano, retire o miolo até ficar uma camada média perto da parede do pão. Reserve. Em uma panela, doure, por alguns minutos, a cebola na manteiga. Em seguida, acrescente a farinha de trigo, o leite e mexa até formar o creme. Inclua o queijo gruyère, o brie, o requeijão e, por último, a mussarela e o creme de leite. Mexa novamente até dar o ponto. Depois de pronto, preencha o pão italiano com creme e sirva.

Rendimento: 6 porções

Fonte: Água Doce Sabores do Brasil – https://www.aguadoce.com.br