Viajar com bicicleta é uma ótima oportunidade para os que gostam de ecoturismo e buscam se conectar com o ambiente (Foto: Acervo Pessoal)
*Juliana Queissada
Modalidade ganhou mais adeptos com as medidas de restrição e o êxodo urbano.
Sempre tive o costume de caminhar, porém veio o isolamento e caminhar começou a se tornar um pouco monótono. Foi então que comprei uma bike e conheci o cicloturismo. Você já deve ter visto um grupo de ciclistas vestidos com aqueles trajes especiais e com bicicletas lindíssimas andando pelas grandes ciclovias espalhadas pelas capitais, como é no caso da Avenida Paulista, um dos cartões postais de São Paulo. E, se este roteiro fosse um passeio turístico? Isso mesmo, aliar o turismo e a práticas de exercícios físicos no meio de uma pandemia parece muito bom.
O Ministério do Turismo considera que atividades ao ar livre são uma tendência para retomar o setor após a crise enfrentada com a pandemia, e por isso, com o apoio do Ministério do Meio Ambiente e voluntários, está sinalizando e promovendo trilhas de longo curso ao longo do país. Já são 3,5 mil quilômetros de trilhas sinalizadas, com uma meta de 10 mil km nos próximos anos.
Com o êxodo das grandes cidades, e a procura por lugares em meio a natureza, essas rotas ganham ainda mais visibilidade. Há trilhas em todos os lugares do Brasil e com os mais variados graus de dificuldade. Além de aproveitar as belezas naturais e promover a conscientização já que bicicleta é um meio de locomoção não poluente.
As chamadas cidades inteligentes já tem em seus projetos grandes ciclovias e há vários roteiros pelo mundo que dá para fazer de bike, como as vinícolas no Chile e as cidadelas italianas. As expedições de bicicleta fazem tanto sucesso que até existem empresas de turismo e agências de viagem especializadas nesse tipo de turismo, alguns vendem o pacote completo, com hospedagem ou apoio, e o passeio pode ser em grupo ou individual.
Esse tipo de viagem é ótimo para quem busca uma aproximação com a natureza, gosta de passeios tranquilos, e de adquirir novas experiências de vida. Até nós conseguimos desfrutar de viagens internacionais, porque não chamamos um grupo de amigos e vamos passear de bike até o seu ponto turístico mais próximo, mas claro que sempre mantendo o distanciamento e as regras de higiene, o percurso vai ser com certeza uma inspiração para você!
*Juliana Queissada, é CEO da Queissada Comunicação e formada em turismo. Atualmente mora na Bahia, mas sua casa é qualquer lugar desde que tenha Beethoven, o cão e o computador para trabalhar!
Com a lei em vigor, estima-se que 23 mil toneladas de lixo plástico deixarão de ser geradas. Implementação começa em seis meses.
Plásticos descartáveis
O Chile aprovou uma lei nacional que proíbe o uso de itens plásticos descartáveis em restaurantes, cafés, bares e em entregas por delivery, como copos, talheres, canudos, mexedores e bandejas de isopor – os que são mais comumente encontrados em praias e no oceano. Em tramitação desde março de 2019 , o projeto de lei passou por unanimidade tanto no Senado quanto na Câmara dos Deputados e Deputadas, além de receber apoio do Ministério do Meio Ambiente.
Relatório
De acordo com relatório da Oceana com a Plastic Oceans, 23.240 toneladas de plásticos descartáveis são usadas por ano em restaurantes, bares, cafés e serviços de entrega de refeição no país. São os chamados “plásticos de uso único”, descartados após serem usados uma única vez e, por terem destino incerto, acabam chegando no mar e contribuindo para a poluição marinha.
Aprovação
“A aprovação dessa lei, apoiada pelos parlamentares e pela sociedade civil, é um marco na proteção do meio ambiente chileno. Um projeto responsável, mas ambicioso, que nos permite evitar mais de 23 mil toneladas de plásticos de uso único geradas a cada ano por estabelecimentos como restaurantes, bares, cafés e deliveries”, disse a ministra do Meio Ambiente, Carolina Schmidt.
O que diz a lei
A nova lei chilena estabelece que quem vende um produto alimentício dentro de um estabelecimento não poderá entregar itens plásticos que possam ser usados apenas uma vez. Os produtos regulamentados incluem copos, talheres, misturadores, pratos, sachês e bandejas de alimentos preparados. Plásticos certificados serão permitidos para alguns produtos.
No caso dos deliveries, proíbe que os alimentos sejam entregues em itens descartáveis, a menos que sejam plásticos compostáveis certificados ou outros materiais que não sejam plásticos, como alumínio, papel e papelão. A base científica da proposta é um estudo desenvolvido pela Oceana com a Plastic Oceans.
Querido que só, o conceituado médico dr.Antônio Jajah, comemorando hoje mais um aniversário. Happy birthday!
Entrada em vigor
Seis meses após a publicação da lei no Diário Oficial, todos os estabelecimentos de produção de alimentos – como restaurantes, cafés e bares – não poderão entregar talheres, canudos e mexedores de plástico. Também estará proibido o uso de utensílios de isopor nesses locais.
Em três anos …
Em três anos, os estabelecimentos serão obrigados a usar produtos reutilizáveis quando o consumo ocorrer fora do local. Para deliveries, os estabelecimentos deverão oferecer descartáveis de materiais que não sejam plásticos ou de plásticos certificados, que serão permitidos para alguns produtos.
Garrafas retornáveis
O prazo para garrafas retornáveis também é de seis meses após a publicação da lei. Todos os supermercados deverão vender e receber garrafas retornáveis, obrigação que em dois anos será estendida aos armazéns e lojas de conveniência. Finalmente, em três anos a taxa de garrafas retornáveis em exposição para venda não pode ser inferior a 30%.
Só sorriso: a cardiologista Josete Adames festejando hoje mais um aniversário. Happy birthday!
Ausência de lei nacional no Brasil
No Brasil, a Oceana está em campanha para que o país tenha uma lei nacional que reduza o uso e a produção de plásticos descartáveis. O país é o maior produtor de plásticos da América Latina, com uma produção anual de sete milhões de toneladas. Desse montante, três milhões de toneladas são de plásticos de uso único. São cerca de 500 bilhões de itens plásticos descartáveis tais como copos, talheres, sacolas plásticas, e embalagens para as mais diversas aplicações.
Baixas taxas
Com baixas taxas de reciclagem, a maior parte acumula-se em aterros, lixões, e grande parte vai para o meio ambiente. De acordo com o estudo ” Um oceano livre de plástico – desafios para reduzir a poluição marinha no Brasil “, publicado em dezembro pela Oceana, o país é responsável por pelo menos 325 mil toneladas desses resíduos que são levados ao mar a partir de fontes terrestres tais como lixões a céu aberto e descartes inadequados.
Legislação robusta
“É urgente no Brasil uma legislação robusta, inspirada em políticas, leis e boas experiências internacionais, visando reduzir a geração de resíduos evitáveis, problemáticos e desnecessários de plástico, seguindo o exemplo de mais de 40 países no mundo”, afirma a gerente da campanha de combate à poluição marinha por plásticos no Brasil, a engenheira ambiental Lara Iwanicki.
Campanha
Além da criação de uma lei nacional, o ideal que a campanha no Brasil incentive as empresas na redução da quantidade de plástico que colocam na cadeia de suprimentos e ofereçam aos consumidores opções livres de plástico para seus produtos. A organização propõe ainda a criação de zonas livres de plástico (ZLPs): áreas onde não são fornecidos, comercializados ou utilizados plástico de uso único, podendo ser desde escritórios corporativos e do governo, aeroportos, escolas, hotéis, bares de praia, até festivais, eventos ou cidades. As ZLPs podem ser implementadas pelas comunidades, governos ou estabelecimentos comerciais.
… Bom dia!”Foco no objetivo, força para lutar e fé para vencer”.
… Trocam de idade hoje: Luís Eduardo Baís, Bruno Schadeck, Herbert Assunção, Antônio Jajah, Josete Adames, Regina Muruki, Márcio Rogério Pereira. Happy birthday!
… O número de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) tende a crescer na maior parte do Brasil nas próximas semanas, segundo o Boletim InfoGripe, divulgado na sexta- feira (28), no Rio de Janeiro, pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). A análise indica que houve uma retomada precoce das atividades e informa que 96% dos casos de SRAG são causados pelo novo coronavírus.
… A tendência de aumento na incidência da doença é mais forte no Amazonas, Mato Grosso do Sul e Rio Grande do Sul, onde a probabilidade de uma alta no número de casos passa de 95%. Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Maranhão, Tocantins, Mato Grosso, Distrito Federal, Goiás, São Paulo, Paraná e Santa Catarina também tendem a registrar mais casos de SRAG, porém a probabilidade de essa tendência se confirmar é de 75%.
… Roraima é o estado que tem a mais forte tendência de queda nos casos, com mais de 95%. Também devem apresentar reduções no nível da doença o Amapá, Pará, Piauí e Ceará. A análise aponta ainda uma tendência de estabilidade para o Acre, Rondônia, Rio Grande do Norte, Sergipe, Bahia, Espírito Santo e Rio de Janeiro. ( Fonte: Agência Brasil)
…A cantora norte-americana Lady Gaga anunciou, nesta sexta-feira (28), o relançamento do álbum Born this way, como forma de comemorar o aniversário de 10 anos do disco.
… Além de relançar as 14 músicas originais do álbum, Gaga lançará um segundo disco em edição especial com versões das músicas reimaginadas por artistas LGBTQI+. O lançamento será em 18 de junho, para celebrar o mês do orgulho LGBTQI .
Apaixonada por ciclismo desde pequena, Viviane Mendonça aproveitou todos os benefícios do esporte e adotou a bicicleta, como estilo de vida. Sua trajetória começou aos 10 anos, quando ganhou uma bicicleta de seu pai. Aos 15, trocou a festa de aniversário, por uma bicicleta melhor. Já em sua fase adulta, mudou-se para Curitiba, insatisfeita com seu sedentarismo descobriu um grupo de pessoas, que pedalava aos finais de semana. Investiu em uma nova bicicleta, juntou-se ao grupo, desenvolvendo ainda mais, sua paixão pelo ciclismo.
Inspirada nas mulheres alemãs que iam de bike e salto alto para o trabalho, Viviane, que até então usava sua bicicleta apenas para cicloturismo, decidiu incluí-la em sua rotina e usá-la como meio de transporte para o trabalho.
O objetivo era fazer o percurso de ida e volta de bike, sem precisar trocar de roupas, ao chegar ao trabalho. No primeiro dia do ano letivo, vestiu-se como sempre se vestia, com uma camiseta, uma calça e um sapato de salto alto e seguiu seu caminho.
“Desde então, levo a minha vida em cima da bike. Não tenho carro, não aprendi a dirigir. Vou a todos os lugares e tenho uma relação gostosa com a cidade, conheço bem os caminhos, os cantinhos, vejo as árvores e a flores, tenho um contato mais próximo com as pessoas. Praticante de cicloturismo a mais de 15 anos Viviane conheceu o mundo em cima da bike.”
Aos 43 anos, Viviane é dona da marca Vou de Bike e Salto Alto, onde produz bermudas, camisetas com cortes e cores femininas, luvas, bandanas, capacetes e os incríveis macaquinhos, que são o maior sucesso e já conquistaram consumidores do mundo todo.
Entre seu Facebook e Instagram, Vivi possui muito mais que 100 mil seguidores, a maioria mulheres. Além disso, todos os anos ela promove palestras e oficinas de conscientização no trânsito, para formar pessoas mais preparadas.
Mais sobre Viviane Mendonça:
Viviane Mendonça, é professora por profissão e ciclista por paixão. Há 15 anos pratica cicloturismo e usa a bicicleta como meio de transporte. Fundadora das redes sociais VouDeBikeeSaltoAlto que desde 2011 incentiva mulheres a pedalar.
Através da educação no trânsito, mobilidade urbana e o uso da bicicleta como esporte e lazer, saúde, bem estar e mobilidade e contato com a natureza.
De acordo com levantamento recente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 85,4% da população afirmou adoçar o que vai à mesa. A frequência diminuiu (era de 90,8% em 2008), mas este consumo ainda é considerado alto. E o uso exagerado de sal também ganha atenção na Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) 2017-2018: Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil (http://bit.ly/3lrof9a ), publicada recentemente pelo órgão.
O prato na mesa do brasileiro apresentou mudanças em dez anos e acabaram alterando o perfil de consumo de alguns nutrientes. Nesse período, a ingestão de gorduras saturadas e o consumo de fibras diminuíram.
“Diminuir o consumo de gorduras saturadas, muito presente em alimentos processados e ultraprocessados é ótimo, mas a diminuição no consumo de fibras traz um alerta, já que a fibra ajuda no funcionamento do intestino e pode melhorar a imunidade”, Tamiris Oliveira, nutricionista da Cia da Consulta.
O uso do sal adicionado em comidas prontas foi mencionado por 13,5% da população, sendo mais frequente em homens adultos (16,5%). O sódio foi ingerido acima do limite por 53,5% da população e o índice foi mais elevado em homens adultos (74,2%).
De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a recomendação é a ingestão de menos de 5 gramas (um pouco menos de uma colher de chá) de sal por dia. A utilização de açúcar para adoçar líquidos ou alimentos não é recomendada. Os açucares dos próprios alimentos, como o das frutas, por exemplo, são suficientes para suprir a necessidade do organismo. A nutricionista explica que, tomando por base uma dieta de 2000 calorias, a recomendação de açúcar estabelecida pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Diabetes é entre 25 a 50 gramas de sacarose/dia.
“Consumo muito acima destes números está ligado ao aumento de diversas doenças, como diabetes e colesterol elevado”, explica o diretor médico de Cia. da Consulta, Felipe Folco.
E para driblar os hábitos ruins, Tamires, nutricionista da Cia. da Consulta, ensina cinco dicas que podem ajudar a diminuir o uso de sal e açúcar na cozinha:
– Não colocar saleiros na mesa;
– Ler rótulos – escolher produtos com baixo teor de sódio até (300 mg)
– Optar por produtos in natura ao invés de congelados;
– Evitar o consumo de alimentos embutidos e ultra processados, como: salgadinhos, biscoito, refrigerante, macarrão instantâneo, molhos prontos, doces e fast-food em geral. Embutidos salsicha, linguiça, mortadela, presunto, peito de peru e salame;
-Evitar consumo de refrigerantes, sucos de caixinha e bebidas alcoólicas.
Adoramos estrogonofe! Essa receita de origem russa sempre dá as caras no cardápio do brasileiro quando pensamos em saborear algo simples e gostoso. Pensando nisso, separamos a versão vegana para você reproduzir em casa. A super dica é substituir o leite animal pela bebida Original da A Tal da Castanha que é 100% natural, vegetal e que deixa qualquer receita mais saborosa. Confira o passo a passo.
Ingredientes do molho de estrogonofe:
1 Couve-flor;
1 cebola;
2 colheres (sopa) de pasta de amendoim;
3 dentes de alho;
2 colheres (sopa) de farinha de mandioca torrada;
2 xícaras da bebida vegetal Original da A Tal da Castanha;
1 colher (sopa) de ketchup;
1 colher (chá) mostarda em pó;
1 colher (chá) de páprica picante;
Óleo de coco a gosto.
Modo de preparo do molho:
Em uma panela doure o alho com uma colher de óleo de coco e, depois, acrescente a cebola picada. Em seguida, coloque a pasta de amendoim, a farinha de mandioca e vá adicionando a bebida vegetal aos poucos. Mexa até engrossar. Bata no processador, volte para a panela e adicione os demais ingredientes.
Modo de preparo da couve-flor:
Cozinhe no vapor, mas por pouco tempo, para ficar com consistência firme. Em seguida, corte em pedaços pequenos e adicione o molho.
Combinar vitaminas e minerais favorece o funcionamento do sistema imunológico em adultos e crianças
Há mais de um ano a Organização Mundial da Saúde (OMS), decretou a pandemia do novo coronavírus, causador da Covid-19. Nesse período, o mundo observou uma mudança radical de costumes e hábitos e a acentuada preocupação das pessoas em relação a saúde e principalmente nos cuidados para manter uma boa imunidade.
“Combinar vitaminas e minerais favorece o funcionamento do sistema imunológico e isso vale para adultos e crianças. Essa combinação deve estar presente na alimentação. Vitaminas C, D e E, além de zinco e selênio são fundamentais, mas quando a quantidade não supre a necessidade diária a suplementação pode ser uma excelente opção, desde que seja orientada por um médico”, comenta o Dr. Daniel Magnoni, chefe de nutrologia do Instituto Dante Pazzanese, em São Paulo.
Com o delicado momento atual da pandemia e o retorno das novas restrições e distanciamento social, as atividades cotidianas voltaram a ser feitas em casa, sobrecarregando consideravelmente as pessoas. E manter uma rotina atribulada é uma das grandes vilãs da dieta saudável.
“Com as atividades em casa é mais difícil manter uma dieta rica em alimentos que forneça as necessidades diárias das principais vitaminas e minerais. Esse é o cenário ideal para a suplementação, que se mostra eficaz e muito prática, inclusive com opções em gomas mastigáveis que podem ser consumidas sem água”, comenta Dr. Magnoni.
O que não pode faltar
Vitamina C – Muito importante na função dos leucócitos, que formam as defesas do organismo, por isso tem o papel de auxiliar com a imunidade e disposição. (1)
Vitamina D – Importante regulador do sistema imune e auxilia com a absorção de minerais como o cálcio, fundamental na formação de ossos e dentes. (1)
Vitamina E – É uma das vitaminas em que a suplementação em concentração acima da recomendada contribui positivamente com a função imune. (1)
Selênio – Essencial para o sistema imune, tanto inato quanto adquirido, com papel fundamental no equilíbrio de oxidação-redução e proteção do DNA. (2)
Zinco – Auxilia no funcionamento do sistema imunológico, cicatrização de ferimentos, além de fortalecimento de unhas e cabelo. (3)
Referências
• Nutrição e imunidade no homem; Sandra Gredel
• Funções Plenamente Reconhecidas de Nutrientes – Selênio / ILSI Brasil; Cristiane Cominetti, Graziela Biude Silva Duarte e Silvia Maria Franciscato Cozzolino
• Funções Plenamente Reconhecidas de Nutrientes – Zinco / ILSI Brasil; Cristiane Cominetti, Bruna Zavarize Reis e Silvia Maria Franciscato Cozzolino
Quem não ama uma boa macarronada? Então que tal inovar e preparar um molho saboroso de beterraba? O chef Melchior Neto preparou para o Cozinhando para o Jeff, Espaguete ao molho de beterraba com queijo coalho, versão do famoso espaguete ao molho de beterraba acompanhado de bacon crocante e queijo coalho tostado. Confira abaixo o passo a passo.
Ingredientes
250 g de macarrão tipo espaguete
2 beterrabas médias
1 colher (sopa) de sal grosso
Azeite a gosto
Pimenta-do-reino moída na hora a gosto
4 espetos de queijo coalho cortados em cubos
100g de bacon em cubos
Modo de preparo
Descasque e corte a beterraba em 8 partes. Coloque os pedaços de beterraba no centro de um pedaço grande de papel-alumínio, regue com azeite e tempere com o sal grosso e pimenta a gosto. Una as pontas e dobre, formando uma trouxinha, coloque o pacote em uma assadeira e leve para assar em forno pré-aquecido a 200º por cerca de 30 minutos.
Retire a assadeira do forno. Transfira as beterrabas (com o líquido que se formou na trouxinha) para o liquidificador, tempere com azeite e o sal. Adicione 1 xícara da água do cozimento do macarrão e bata até ficar um molho liso.
Em uma frigideira adicione o bacon e deixe fritar até dourar e reserve. Na mesma panela coloque o queijo coalho e até ficar tostado e reserve.
Quando faltar 10 minutos para o tempo da beterraba, leve uma panela média com cerca de 2 litros de água ao fogo alto. Assim que ferver, adicione 1 colher (sopa) de sal, junte 250g de espaguete e misture, deixe cozinhar por 8 minutos ou até ficar al dente.
Assim que estiver cozido, escorra a água e transfira o macarrão para uma tigela grande. Adicione o molho de beterraba e misture até absorver parte do molho e ficar com a cor da beterraba.
Sirva a seguir com o queijo coalho tostado e o bacon.
Como o crescimento da mama não é uma situação natural para muitos homens, pode gerar consequências psicológicas, o que merece uma atenção especializada
Enquanto muitas mulheres estão aumentando os seios com silicone, muitos homens querem diminuir a mama desenvolvida. Eles sentem vergonha de se expor em público e sem camisa, não apenas por estarem gordinhos, magros demais ou não serem malhados, mas por estarem incomodados com a glândula mamária que está saliente no corpo.
Geralmente, as mamas não se desenvolvem nos homens, porém, algumas vezes, podem aparecer e se destacar por alterações hormonais sofridas ou pelo excesso de peso. “Pode não importar, mas isto causa um grande desconforto estético e emocional. Fere aquilo que alguns chamam de masculinidade”, conta Arnaldo Korn, diretor do Centro Nacional – Cirurgia Plástica.
A cirurgia plástica conhecida por resolver este problema masculino é a Ginecomastia. Apesar de parecer complexa e de ter certos cuidados, não é uma cirurgia que demore muito a ser feita, por isso o paciente fica internado na clínica apenas no dia em que ela será realizada. Dependendo do caso, qualquer um pode fazer.
A cirurgia de correção é feita por uma incisão, de uma maneira muito discreta ao redor da aréola, local onde a pele do homem é mais escura. O excesso de gordura, caso houver, é resolvido com uma pequena lipoaspiração local, e, se necessário, o tecido mamário é removido com bisturi. Os pontos são feitos com fios que reduzem ao mínimo os vestígios da cirurgia. Em outras palavras, a cicatriz não fica aparente.
Vale lembrar que o resultado é excelente, mas que só após seis meses é que se pode dizer que está definitivo. Porém, se a dificuldade é custear a cirurgia, sempre é bom lembrar que hoje é possível parcela ou recorrer a uma intermediador administrativo-financeiro, como o Centro Nacional – Cirurgia Plástica, que ajuda o paciente a encontrar as melhores formas de pagamento com uma instituição médica ou cirurgiões profissionais.
“Nos primeiros 30 dias após a cirurgia, o paciente deve utilizar uma faixa elástica com pressão. E logo o homem poderá voltar ao trabalho, em questão de dias, dependendo das atividades exercidas com o braço, que, aliás, são muito recomendadas neste caso.”, afirma Arnaldo Korn. A drenagem linfática pode ser uma boa indicação neste tipo de pós-operatório.
Ribs on the barbie, Baby Back Ribs, Costelinha ao molho Barbecue são alguns dos nomes desse prato tradicional no sul dos Estados Unidos. Cada um dos estados americanos tem sua versão e modo de preparo, mas o que não pode faltar em nenhuma delas é a carne descolando do osso e um saboroso molho. Para conseguir a textura correta no forno ou churrasqueira a carne precisa assar por pelo menos 2 horas, pensando nisso o chef Melchior Neto elaborou a sua versão que é vapt-vupt.
Nessa receita o que leva mais tempo é a marinada. A carne precisa descansar por pelo menos 30 minutos com os temperos, mas o ideal é deixar de um dia para o outro. Depois disso, são 15 minutos na pressão e mais 15 para a redução do molho e está pronto!
Ingredientes
1 Kg de costela suína
1 sachê de molho de tomate
1 garrafa long neck de cerveja
Sal de Parrila
Dry Rub
2 colheres (sopa) de açúcar mascavo
2 colheres (sopa) de molho inglês
2 colheres (sopa) de ketchup
Pimenta e salsa a gosto
Azeite
50ml de Conhaque para flambar
Modo de preparo
Corte a costela em ripas e tempere com sal e o dry rub. Em uma travessa coloque as ripas de costela e cubra com a cerveja, deixe marinar na geladeira de um dia para o outro.
Retire da geladeira e reserve a marinada. Frite as costelas em uma frigideira grande até dourar e reserve a frigideira sem lavar. Transfira as costelas para uma panela de pressão, coloque toda a marinada e depois que apitar deixe 15 minutos.
Deixe sair a pressão e volte a costela para a frigideira, adicione o conhaque para flambar e deglacear todo o sabor do fundo da panela. Acrescente o caldo do cozimento, o molho de tomate, o molho inglês, o açúcar mascavo e o ketchup. Misture bem e deixe reduzir em fogo baixo, finalize com salsa.