Início Site Página 669

“Pavlova de geleia de frutas vermelhas” é uma deliciosa sugestão de sobremesa

Aprenda a fazer a deliciosa “Pavlova de Geleia de Frutas vermelhas” ideal para aqueles que desejam inovar na sobremesa. A receita faz parte do currículo de oficinas, ensinada no módulo de Garde Manger, onde os jovens aprendem esta sobremesa de origem russa. O Chef Aprendiz é um projeto de desenvolvimento humano e inserção social que usa a gastronomia como a principal ferramenta para capacitar jovens em situação de vulnerabilidade social para conseguirem seu primeiro emprego em cozinhas de estabelecimentos parceiros.

Confira a seguir o passo a passo:

Ingredientes:

4 claras
16 colheres de sopa de açúcar refinado
2 colheres de sopa de amido de milho
1 colher de chá de vinagre branco
1 colher de chá de essência de baunilha
1 xícara de chá de creme de leite fresco
Geleia de frutas vermelhas
Papel manteiga

Modo de preparo

Em uma batedeira, bata as claras junto com o açúcar até formar um merengue.

Desligue a batedeira e delicadamente incorpore o amido, o vinagre e a baunilha.

Em uma assadeira coloque o papel manteiga e sobre ele despeje o merengue.

Leve ao forno pré-aquecido à 180c° por 15 minutos, ou até que asse por inteiro.

Retire do forno e deixe resfriar.

Enquanto isso bata o creme de leite até que atinja o ponto de chantilly. Recheie o suspiro com o chantilly, e sobre ele disponha a geleia de frutas vermelhas.

Sirva imediatamente.

 

Atividade física no inverno e os cuidados com o coração

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), seria possível evitar 260 mil mortes por ano causadas por câncer e doenças do coração se toda a população brasileira realizasse, ao menos, 30 minutos de exercícios físicos diariamente e mantivesse uma boa alimentação. A prática regular de atividade física proporciona muitos benefícios à saúde especialmente na prevenção e no tratamento das doenças crônicas não transmissíveis como hipertensão, diabetes, colesterol alto e obesidade, que são importantes fatores de risco para o desenvolvimento da doença arterial coronária que consome a vida de tantas pessoas. A Sociedade Brasileira de Cardiologia estima que, ao final deste ano, quase 400 mil cidadãos brasileiros morrerão por doenças do coração e da circulação.

Segundo Silvio Gioppato, coordenador médico-científico nos serviços de Cardiologia Invasiva do Vera Cruz Hospital, em Campinas, infelizmente, porém, com a chegada do inverno, as pessoas tendem a reduzir ou interromper suas atividades físicas. Tal desânimo, provocado pelo frio e pela chuva, entretanto, deve ser deixado de lado para não atrapalhar o programa de condicionamento pessoal que, durante o inverno, merece uma atenção especial. “É muito importante ficar atento ao coração durante o inverno, pois o frio produz um fenômeno de vasoconstrição no sistema circulatório e isso expõe o coração a uma sobrecarga de trabalho que pode desencadear eventos cardíacos. No inverno, a ocorrência de infarto aumenta na taxa de 30%”, alerta o especialista.

Silvio Gioppato, coordenador médico-científico nos serviços de Cardiologia Invasiva do Vera Cruz Hospital. Foto: Matheus Campos

O que é vasoconstrição e porque ela ocorre?
De acordo com o médico, a vasoconstrição é a diminuição do calibre (diâmetro) dos vasos sanguíneos. Ela se dá ao longo de todo o sistema circulatório, mas é mais intensa nas extremidades (face, mãos e pés). “Por isso, nos dias frios as mãos e os pés ficam mais gelados. Esse fenômeno é um mecanismo de defesa do corpo para manter a temperatura corporal estável”, explica Gioppato. As extremidades, devido à grande rede de vasos, funcionam, segundo ele, como o radiador dos carros por onde se perde muito calor. Então, para diminuir a superfície de perda térmica, o sistema nervoso central, de acordo com a temperatura interna, envia mensagens aos vasos periféricos para dilatar ou contrair conforme a necessidade de perda ou conservação de calor.

Quais cuidados tomar para proteger o coração durante atividades físicas no inverno?
• Nas atividades ao ar livre, é importante estar agasalhado e proteger as extremidades com luvas, meias e calçados fechados. Se for nadar, leve um bom agasalho (saída de banho) para se proteger e aquecer ao sair da água. Prolongue o período de aquecimento para dar tempo ao seu organismo de se preparar para a atividade. Lembre-se, o coração já está sob uma carga maior de trabalho, portanto, se aumentar subitamente e em muitas vezes essa sobrecarga, talvez ele não suporte;

• Na medida que o corpo for aquecendo, diminua gradativamente a quantidade de agasalhos, mas evitar ficar muito exposto ao frio e mantendo sempre as mãos protegidas;

• Do mesmo modo que no aquecimento, prolongue o tempo de recuperação reduzindo gradativamente a intensidade do exercício, informando ao sistema cardiovascular que a atividade está chegando ao fim. Finalize com um bom alongamento;

• Essa é para não engordar e vai especialmente para os praticantes de atividades aquáticas. No frio, o cérebro nos induz a comer mais, principalmente alimentos ricos em energia como os carboidratos e gorduras (pães, bolos, chocolate, etc.). Por que isso? A resposta é simples: para “manter calor”. Portanto, se a pessoa não se cuidar, irá comer mais do que o necessário, colocando em risco a manutenção do peso.

Chloé anuncia nova fragrância “Chloé Rose Tangerine”

Chloé revisita a linha Signature Eau de Toilette, tornando-se mais ousada e empática. Até os clássicos podem ser reinventados. Além de uma reinterpretação, esta é uma redescoberta.

O perfume feminino Chloé Rose Tangerine é a expressão de uma feminilidade livre e ousada, mais independente e confiante do que nunca.

O novo Chloé Signature 

Os perfumistas Sidonie Lancesseur e Michel Almairac criaram essa fragrância mais recente: Rose Tangerine. Como sempre, ela apresenta a emblemática nota de Chloé: uma rosa radiante, fresca e límpida, que faz parte da identidade das fragrâncias da marca.

Identidade da fragrância

Com Rose Tangerine, a nota da clássica rosa é surpreendentemente inspirada pelo toque frutado da vibrante e ensolarada essência de tangerina, acrescentando mais brilho à composição, enquanto o luminoso cassis, com suas nuances verdes, potencializa a assinatura da fragrância. As notas de fundo são compostas pelo requinte da madeira de cedro e pela sensualidade do âmbar branco, que trazem à tona uma elegância contemporânea e aerodinâmica. Chloé Eau de Toilette é uma expressão de feminilidade mais independente e confiante do que nunca.

Rose Tangerine

Refletindo essas novas notas, o icônico frasco de Chloé apresenta novas cores, com uma fita de gorgorão em tom rosé alaranjado para combinar com o perfume. Os detalhes do frasco permanecem inalterados: seu vidro canelado – evocando as pregas do raio de sol tão características da Chloé – além da tampa oval e da placa de metal prateado folheado à mão.

 Espírito livre

Uma nova história, uma nova musa. Hoje, a atriz britânica Lucy Boynton encarna a personagem espontânea e de espírito livre de Chloé Eau de Toilette com sua beleza, frescor e charme óbvio. Sua personalidade inspiradora transparece também: aquele pequeno algo especial que ressoa perfeitamente com o espírito Chloé.

Eu sou Chloé 

Há um arco-íris
No seu sorriso
Quando você está maduro
Quando você brilha

Essas palavras, que narram o novo clipe da Chloé Eau de Toilette, são um trecho de Breath, um dos sucessos da dupla de música eletrônica The Blaze. O membro Jonathan Alric dirigiu a campanha, usando a música como trilha sonora para Lucy Boynton, uma vez que ela mostra o que significa “ser você mesmo”.

No filme, Boynton aparece rindo e dançando. Ela estabelece seu próprio ritmo e é vista de paisagens estonteantes: empoleirada nos galhos altos de uma árvore ou sentada na beira de um penhasco com vista para o mar. Ela abraça sua liberdade, possuindo completamente seu estilo. Ela é guiada por sua intuição, suas emoções e seus sentidos. Ela vive uma série de momentos sinceros, felizes e autênticos que representam a mulher Chloé em toda sua beleza natural.

Mantendo esse mesmo espírito, o fotógrafo Karim Sadli oferece um retrato em preto e branco que captura perfeitamente a atitude de Chloé. A foto revela um momento suspenso no tempo em que Lucy Boynton, com sua pele luminosa e sem maquiagem, aparece como ela é. Pura e simplesmente.

Serviço:

Chloé Rose Tangerine Edt 50Ml R$ 499,00

Chloé Rose Tangerine Edt 75ML R$599,00

Disponível exclusivamente nas lojas Sephora e e-commerce.

Falha no INSS: como agir diante de recusa do auxílio-doença

Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

Mais de 30 mil pedidos de auxílio-doença previamente concedidos foram negados pelo INSS em razão de uma falha no sistema operacional do órgão. Segundo denúncia da Associação Nacional de Médicos Peritos (ANMP), esses indeferimentos foram provocados por uma falha na sincronização de dados entre a base do Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS) e do Sistema de Administração de Benefícios por Incapacidade (Sabi). No total, 31.150 trabalhadores em todo o Brasil foram prejudicados.

A advogada Thaís Cremasco, especialista em Direito do Trabalho e Previdenciário, orienta o trabalhador que teve o seu auxílio-doença reprovado a apresentar um recurso junto ao órgão. “O contribuinte pode apresentar esse recurso por meio do site do INSS ou entrar com uma ação judicial para corrigir o erro, mas o prejuízo é enorme porque sem o deferimento, ele não terá acesso ao benefício”, afirma.

Thaís Cremasco é especialista em Direito do Trabalho e Previdenciário e presidente da AATC e da ABRAT

Falha no sistema do órgão negou mais de 30 mil pedidos de auxílio-doença já autorizados

De acordo com a ANMP, mesmo com o reconhecimento da incapacidade comprovada pelo perito médico, o sistema passou a indeferir automaticamente os benefícios por ausência de vínculos ativos no CNIS (Cadastro Nacional de Informações Sociais). O INSS confirmou, em comunicado, a falha no compartilhamento de informações. “É uma situação gravíssima que atinge milhares de segurados em todo o Brasil que estão incapacitados de trabalhar, já passaram por perícia, têm direito ao benefício e por esse erro poderão ficar desassistidos em um momento de grave crise econômica”, afirma

Levantamento do Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário (IBDP) aponta que, em janeiro deste ano, dos 530 mil benefícios assistenciais que estão em análise no Brasil, 277.470 se referem a auxílio-doença e aposentadoria por invalidez. “Semana passada o governo federal determinou que, em razão da pandemia, o auxílio-doença poderá ser concedido apenas com atestados e documentos médicos, sem a realização de perícias até o final do ano.

A medida é excelente, garantirá que muitos segurados doentes não passem fome diante da impossibilidade de fazer perícias presenciais, mas a falha no sistema prova que quem depende de benefícios ainda enfrenta uma grande dificuldade com erros decorrentes da informatização do sistema”, avalia a advogada.

 

Conexão Lago di Como & Saint-Barth no hotel Sereno em Grand Cul de Sac

Apesar de ser a ilha mais glamurosa do Caribe, o luxo de Saint-Barth é discreto, relaxado, contemporâneo. Desenhado originalmente pelo arquiteto francês Christian Liaigre (o mesmo que desenhou os hotéis Montalembert em Paris e o Mercer em Nova York) e presente em dois destinos de verão de prestígio do mundo – Lago di Como e Saint-Barth –, o hotel Le Sereno fica nas águas turquesa e tranquilas da Baía Grand Cul de Sac ocupando quase 200 metros de uma faixa de areia quase privativa.


Cores claras, linhas limpas, muita madeira em diferentes tonalidades e uma distribuição generosa do espaço que garante a sensação de exclusividade para os hóspedes mesmo quando o hotel está com a ocupação máxima definem a atmosfera do Sereno. São 39 suítes com um, dois ou três quartos, todos com varandas, e, atravessando a rua em direção ao topo da colina, mais três villas com três suítes master cada, além de biblioteca, cozinha e piscinas privativas com vista panorâmica para o Mar do Caribe.

No restaurante pé-na-areia e aberto para o mar, o chef italiano Raffaele Lenzi, se reveza entre o Caribe e a cozinha do Il Sereno Lago di Como, que tem uma estrela Michelin. No cardápio, o frescor dos ingredientes do mar em receitas italianas, como a lagosta com caponata de legumes e o caciucco alla livornese, um ensopado de peixe tradicional dos pescadores de Livorno, cidade na costa oeste da Toscana. Anexos ao restaurante, a poucos metros da água, o bar e o beach club são lugares perfeitos para passar o dia e para o aperitivo pré-jantar.

O Le Sereno St. Barth ainda conta com um spa e academia, e não faltam acessórios para você aproveitar a bela baía onde está o hotel, seja com kitesurf, stand-up paddle ou snorkeling, já que é muito fácil nadar com tartarugas em Grand Cul de Sac.

 

 

Fiat amplia liderança no setor e Nova Strada é o veículo mais vendido do Brasil

Marca fecha março na frente ao emplacar 38.043 unidades e 21,4% de participação de mercado, sua maior performance desde agosto de 2014.

Mais uma vez, Nova Strada termina o mês como o veículo mais vendido do Brasil (10.268 unidades), alcançando também o primeiro lugar no ranking de vendas.  Fiat lidera o mercado nacional no trimestre ao superar os 100 mil carros vendidos, um crescimento de 6,2 p.p. comparado ao mesmo período de 2020, a maior alta entre os concorrentes.
Com uma estratégia comercial acertada e o ritmo acelerado de vendas, a Fiat terminou março na liderança de mercado ao emplacar 38.043 unidades. Isso corresponde a 21,4% de market share, sua maior performance desde agosto de 2014.

A Fiat tem outra marca a comemorar: 16,3% de market share no Varejo, número que também deu a liderança nacional neste canal, fato que não ocorria desde junho de 2015.

O destaque ficou novamente com a Nova Strada, picape que vem quebrando seguidos recordes de vendas. Em março, o modelo emplacou 10.268 unidades, o que significou 5,8% de participação de mercado total na indústria. A Toro também teve uma performance mensal inédita. Com 6.708 vendas, a picape chegou a 3,8% de market share total na indústria, atingindo o recorde histórico desde o seu lançamento.

Com esses números, a Fiat mostra que entende como ninguém o consumidor quando o assunto é picape. A Nova Strada domina totalmente seu segmento com quase 77% de participação. A Toro também não fica atrás. Levando-se em conta as categorias C e D (de picapes maiores), o modelo da Fiat tem participação de 39,4% no mês. Isso significa que a marca está com 55,1% de participação na venda de picapes, ou seja, mais da metade dos modelos do segmento comercializados no Brasil são da Fiat.

No trimestre, a Fiat superou 100 mil emplacamentos (102.423), alta de 6,2 p.p. comparada ao mesmo período de 2020. Isso se traduz no maior crescimento de mercado diante de seus concorrentes. O resultado comercial no trimestre mantém a Fiat na liderança do setor com 20,5% de market share. De quebra, colocou a Nova Strada como o veículo mais vendido do Brasil em 2021, com 28.870 unidades e 5,79% de market share, superando o Chevrolet Onix.

Herlander Zola, diretor do Brand Fiat e Operações Comerciais Brasil, comemora os números: “O extenso trabalho que fizemos de reposicionamento da marca no Brasil já dá resultado. O consumidor percebeu o maior valor que os nossos carros entregam. Ele agora está diante de uma nova Fiat, com um portfólio de produtos mais competitivo, que mudou sua forma de se comunicar em nossas campanhas e, principalmente, junto à rede de concessionárias”.

A Fiat manteve bons resultados com os demais modelos da gama, a exemplo do Mobi, que também terminou pelo terceiro mês consecutivo na liderança do segmento dos hatches de entrada, com 54,3% de share em março.

 

O tradicional Gnocchi Pomodoro é bom demais!!

Aprenda a receita do tradicional Gnocchi Pomodoro do restaurante Forneria San Paolo, elaborada pelo chef Rodrigo Gonçalves.

Ingredientes   04 porções

Ingredientes
• 500 g de batata
• 70 g de parmesão ralado
• 50 g de manteiga
• 130 g de farinha de trigo
• 120 ml de Molho de Tomate
• Azeite
• 2 dentes de alho amassado
• Salsinha à gosto
• Manjericão à gosto
• Sal – 1 pitada (Se necessário)
• Açúcar – 1 pitada

Modo de preparo massa:
Cozinhe as batatas descascadas, retire do fogo e amasse. Acrescente o parmesão ralado e a manteiga e leve ao fogo. Misture bem até formar um purê de batatas. Espere esfriar e leve a geladeira de um dia para o outro ou no mínimo por 5 horas.
Com o purê de batatas gelado, acrescente a farinha de trigo, amassando bem com as mãos. Faça rolinhos e corte para moldar o gnocchi. Reserve.

Modo de preparo molho:
Em uma frigideira, aqueça o azeite em fogo baixo e acrescente os 2 dentes de alho amassados. Deixe dourar, retire o alho, deixando só o azeite. Com o azeite ainda no fogo, acrescente o manjericão e em seguida o molho de tomate. Mexa os ingredientes com o auxílio de uma colher ou puxe na própria frigideira. Tempere com sal à gosto e coloque uma pitada de açúcar para tirar a acidez do molho. Reserve.

Modo preparo do prato:
Dê uma pré-cozida na massa em água fervente por 1 minuto. Depois coloque a massa em água com gelo para dar um choque térmico. Escorra o gnocchi e misture a massa junto ao molho com o fogo baixo. Coloque no prato a preparação e salpique salsinha à gosto por cima.

 

 

 

A Educação Superior e o Novo Mercado de Trabalho

Por Ricardo Drummond

Quando falamos sobre educação superior do futuro, logo nos vem à cabeça o uso de robôs, tecnologias de realidade virtual e aumentada, chips que transmitem informações diretamente para nosso cérebro, entre outras maravilhas proporcionadas pelas novas tecnologias.

Entretanto, verificamos que o modelo educacional tradicional sofreu pouquíssimas evoluções nas últimas décadas. Uma estrutura formatada, criada no século 19, na qual o professor, detentor do conhecimento, fica à frente de seus alunos que estão organizados em fileiras lado a lado, prontos para receber a informação e o conhecimento de forma estruturada e engessada. Tal modelo já não atende mais às demandas destes alunos, que desde muito pequenos já têm acesso a todo o conhecimento do mundo a um clique de distância, nas telas dos celulares.

Nunca tivemos tanto acesso a conteúdos de maneira livre e gratuita na Internet como temos hoje. Dentro deste contexto, vocês devem estar se perguntando: não precisamos mais de professores? A resposta curta e simples é: não para transmitir conteúdo! O professor, dentro do contexto da educação do futuro, assume um papel muito mais de mentor do que de transmissor de conteúdo. Os alunos não mais precisam ir para a sala de aula para ter acesso a conteúdo. O professor precisa transformar a forma como leciona e agir para estimular os alunos na busca e construção do conhecimento, de forma a auxiliá-los na jornada do aprendizado.

Outro importante fenômeno que deve crescer cada vez mais, caso a educação superior não se reinvente, é a desvalorização do diploma pelo mercado. O mercado de trabalho, via de regra, já não valoriza mais a educação superior como antigamente. Pessoalmente, ao analisar um currículo, eu não olho mais qual curso superior a pessoa fez, em qual escola ela se formou (se é que ela se formou) e, muito menos me interesso por suas notas. O que quero saber em um processo seletivo é a experiência dessa pessoa, suas habilidades interpessoais, seu perfil comportamental e sua capacidade de entregar resultados.

E eu não sou uma voz isolada na multidão, grandes empresas já manifestaram publicamente a não relevância da educação formal em seus processos seletivos. Com a especialização cada vez maior das funções, veremos cada vez mais, cursos curtos e com conteúdos práticos sendo ofertados por instituições não acreditadas pelo MEC, mas cada vez mais acreditadas pelo mercado, não pelo diploma que fornecem, mas pelos resultados entregues pelos seus egressos alunos.

Ainda dentro desta nova realidade do mercado de trabalho, observamos que, cada vez mais, as habilidades comportamentais têm se tornado muito mais importantes do que as habilidades técnicas. Vários são os estudos que demonstram que as habilidades interpessoais são responsáveis pela maioria das promoções e demissões de profissionais. Assim, cada vez mais, surge a necessidade de os programas formais, que tradicionalmente sempre foram focados no desenvolvimento de habilidades técnicas, se adaptarem para fornecer em suas grades, temas ligados ao desenvolvimento de habilidades comportamentais.

Por fim, acredito que a habilidade mais importante que o profissional do futuro tenha, é a capacidade de se adaptar em um mundo de constantes mudanças. Um estudo conduzido pelo Institute for the Future ligado à empresa Dell, concluiu que cerca de 85% dos empregos de 2030 ainda não existem. Ora, se os trabalhos do futuro ainda não existem, como devemos nos preparar para esses trabalhos? Não existe receita de bolo para responder essa questão, mas existem várias coisas que você pode fazer. Aprenda a estudar e conheça coisas novas, isso te ajudará quando precisar desenvolver uma nova habilidade. Lembre-se, a única coisa certa sobre o futuro é a mudança. Esteja pronto.

Sobre o Autor:

Ricardo Drummond: O executivo atua há mais de 20 anos como empreendedor em tecnologia educacional. Responsável pelas áreas de finanças, RH e relações com investidores da mLearn, edtech em que é fundador, Drummond é engenheiro e mestre em Administração pela Universidade Federal de Lavras, possui Certificação em Inovação e Empreendedorismo pela Stanford University e apaixonado por tecnologia e educação.

 

 

Economista afirma que turismo mundial poderá se recuperar apenas em 2024

Suitcase, Vacations, Luggage concept travel to sea beach for relaxation landscape viewpoint

Enquanto os governos correm para conter novas e mais contagiosas variantes da Covid-19, “passes de viagens” ou “passaportes de vacina” não serão suficientes para reviver o turismo: a indústria só poderá ver uma recuperação em 2024. A análise é do time de economistas da seguradora de crédito Euler Hermes, que determinou o ritmo de recuperação examinando dois principais pontos: 1) quanto tempo os países podem levar para alcançar a imunidade em massa e 2) as lições de recessões econômicas anteriores.

Nos Estados Unidos e Reino Unido

Enquanto os Estados Unidos (EUA) e o Reino Unido estão a caminho de alcançar a imunidade coletiva até o final do primeiro semestre de 2021, a previsão é que a União Europeia (UE) alcance a vacinação geral no segundo semestre desse ano e o Japão no primeiro semestre de 2022 (Figura 1).

“Isso pode impedir que pessoas desses países visitem os Estados Unidos ou o Reino Unido sem documentos que atestem sua saúde. Ao mesmo tempo, é importante notar que a maior parte das vacinas disponíveis não evita que as pessoas vacinadas contaminem outras, especialmente, aquelas que ainda nãoreceberam as doses necessárias. Isso também pode complicar a recuperação do setor”, explica Marc Livinec, consultor setorial da seguradora. Já na China e África do Sul, a imunidade em extensão será alcançada só no segundo semestre de 2022.

 

Fontes: IFPMA, Oxford Economics, Euler Hermes

América Latina

A América Latina se destaca como retardatária na corrida da vacinação. O atraso no alcance da imunidade de rebanho é causado principalmente por dificuldades em obter vacinas convencionais e mais baratas, como a chinesa CoronaVac, e por problemas na entrega do imunizante, especialmente no Brasil. A região também tem que lidar com a relutância da sua população em ser vacinada.

Gastos com viagens turísticas 1

A Euler Hermes também analisou quanto tempo levou para os gastos com viagens turísticas se recuperarem após crises econômicas anteriores. Depois das duas últimas crises (os ataques de 11 de setembro e a Crise Financeira Global de 2008-2009), os gastos com viagens (turismo e negócios) voltaram ao nível pré-crise dois, senão três anos, após o início (Figura 2). No primeiro caso, a fragilidade da demanda reprimida determinou o tempo de recuperação devido aos temores da segurança. No caso da segunda, o obstáculo à recuperação teve mais a ver com a necessidade repentina de financiar enormes déficits e colocar o dinheiro de volta no motor econômico.

“Se considerarmos que a atual crise econômica começou no primeiro trimestre de 2020, isso significa que os serviços globais relacionados ao turismo e as atividades de viagens podem voltar aos níveis anteriores à crise a partir da segunda metade de 2022”, afirma Livinec.

Gastos com viagens turísticas 2

No entanto, o economista ressalta que a Covid-19 gerou uma crise econômica sem precedentes, com grandes medidas de contenção por meio de quarentenas, regras de restrição de viagens muito rígidas e toques de recolher, que ainda afetam a circulação de muitas pessoas em países maduros e ricos. Como resultado, ele acredita que as chances de uma recuperação acelerada no turismo são muito improváveis no próximo ano.

Figura 2: Impacto de crises anteriores no setor de turismo internacional e viagens

Fontes: IFPMA, Oxford Economics, Euler Hermes

Retorno à normalidade

Os resultados apoiam a conclusão de que o retorno à atividade normal de viagens turísticas não ocorrerá antes de 2023. Uma pesquisa recente da OMT com profissionais de turismo reafirma esses resultados: a maioria disse que não esperava um retorno aos níveis pré-pandêmicos antes de 2023, na melhor das hipóteses. 41% dos entrevistados disseram que esperam o retorno ao normal apenas em 2024 ou mais tarde. Quando você espera que o turismo internacional retorne aos níveis anteriores à crise de 2019 em sua região?

Turismo doméstico

Ao olhar para os diferentes subsetores, a seguradora descobriu que o lazer doméstico pode estar de volta aos trilhos em 2022. Mas isso não compensaria as perdas das viagens internacionais e de negócios (mais lucrativas), que ainda podem sofrer até 2023. Os turistas domésticos geralmente não gastam tanto dinheiro quanto os internacionais, mas espera-se que o segmento de viagens internacionais ainda seja -8% menor do que seu nível pré-crise, mesmo em 2023  O aumento do desemprego também agravará o problema, com os consumidores provavelmente reduzindo seus gastos em atividades relacionadas ao turismo.

Em suma, a Euler Hermes estima que pandemia vai continuar afetando o setor por mais um longo período, forçando o turismo e os atores relacionados a viagens a transformar seus modelos de negócios.

Cronograma estimado da recuperação dos gastos globais com viagens, por segmento de viagens

… Bom dia! “Olha para cima. Que é de lá que vem tua força”!

Trocam de idade hoje: Tiago Dorta, Maria Bethânia Gurgel, Thaís Tomé, Vanderlei Júnior, Tatiana Puga, Esmael Barreto, Rosangela Cristaldo e Mateus Barbosa. Happy birthday!

… Rodolffo foi eliminado do Big Brother Brasil mas sua participação no maior reality show do país rendeu ótimos frutos para sua carreira sertaneja. Desde o início do reality até a eliminação do cantor na última terça-feira (06), o número de ouvintes da dupla Israel e Rodolfo cresceu 223% em número de ouvintes na Deezer.

“Batom de Cereja” , single da dupla, chegou a atingir o primeiro lugar como música mais ouvida na Deezer após Rodolffo cantar o hit na sua festa de liderança no reality e atualmente está no ‘Top Trending Brasil’ da plataforma de streaming.

… A música é mais ouvida nas cidades de São Paulo, Curitiba, Belo Horizonte, Brasília e Rio de Janeiro. Já os países que mais ouvem são Brasil, Estados Unidos, Irlanda, França e Paraguai. A maioria dos ouvintes têm entre 26 e 35 anos (48%), seguidos dos novinhos de 18 a 25 anos (33%).

Querida que só, a decoradora Thais Thomé comemora hoje mais um aniversário. Happy birthday!

O “quadro mais caro do mundo”, o “Salvator Mundi”, comprado por 450 milhões de dólares pelo príncipe saudita Mohamed bin Salmán (MBS), provavelmente foi pintado na oficina de Leonardo da Vinci, mas não pelo mestre, de acordo com um documentário.

… Antoine Vitkine, o diretor do documentário, que será transmitido pela rede francesa France 5 em 13 de abril, investigou a obra, comprada em mau estado por 1.175 milhões por um marchand de Nova York em 2005 e restaurada nos Estados Unidos.

O estudo do perito mostra, segundo a fonte, que ‘Leonardo só contribuiu para a pintura’. Foto: Tolga Akmen/AFP/Getty Images

Mais tarde foi autenticada como um verdadeiro Leonardo da Vinci por vários especialistas britânicos e vendida a um oligarca russo, que decidiu revendê-la.

… No final, foi colocado à venda em novembro de 2017, em leilão, cujo catálogo informava que o quadro foi pintado por Leonardo da Vinci.

Embora o governo saudita nunca tenha confirmado que o príncipe é o dono do “último Da Vinci”, relatos concordantes sugerem que foi ele quem o comprou por meio de vários intermediários. (Fonte Agência AFP)