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O Coelho bom de copo! Confira aqui as suas travessuras

Mozart Chocolate Tiramisu

Confira aqui as travessuras do coelho “mixologista” e as dicas para beber drinks com chocolate na Páscoa

A paixão por Chocolate move chocólatras de carteirinha a mergulhar em suas texturas macias, crocantes e cada vez mais engenhosas e chega ao seu momento culminante na semana da Páscoa com grande sortimento de delícias para todos os paladares. Na forma de ovos, bombons, sobremesas e drinks, o chocolate é quem dá o tom e garante aquela sensação de felicidade na primeira mordida, colherada ou gole. Rouba a cena por uma semana e ainda deixa resquícios de vontade em muitos.

Quem aí se arrisca a experimentar o nobre cacau em combinações etílicas já testadas por experts e transformadas em drinks criativos, ideais para abrir o apetite ou junto com a sobremesa ou como escolta do próprio chocolate? Confira aqui alguns drinks que aliam o prazer de beber ao gosto único de um belo chocolate, preparados com vodka Stolichnaya, o licor Mozart ou em combinações separadas, caso de Tequila Jose Cuervo, uma boa aliada do chocolate amargo e com pouco açúcar.

O Coelho assume ares de mixologista e dá 5 dicas para turbinar sua Páscoa:

Como aperitivo

Chocolate Margarita 

O coelho da Páscoa sai da cartola na forma desse drink delicioso, preparado com 30 ml de licor Mozart Dark Chocolate, 50 ml de Tequila Silver Jose Cuervo, 20 ml de Triple Sec e 20 ml de suco de limão. Bata na coqueleira e sirva em uma taça de martini.

Mozart Dark Old Fashioned

Mozart Dark Old Fashioned 

De tanto ver Don Draper entornar Old Fashioneds na série Mad Man, o coelho adicionou chocolate a este famoso drink que leva 20 ml de Mozart Dark Chocolate, 50 ml de Bourbon Whiskey e 5 ml de xarope de açúcar.

Para acompanhar sobremesas

Vanil Hot Chocolate

Vanil Hot Chocolate 

Aqui o coelho confeiteiro se inspirou na pâtisserie suíça e francesa e criou este cocktail sedutor que leva 1 ½ Partes de vodka Stoli® Vanil, ½ parte Licor de café e quatro partes de chocolate quente. Coloque todos os ingredientes em uma caneca e decore com marshmallow.

Mozart Chocolate Tiramisu

Mozart Chocolate Tiramisu 

O coelho deu um pulo na Itália, ficou doido com a receita de tiramisu e colocou o doce dentro do copo! Em uma taça estilo “cupcake” coloque 100 ml de licor Mozart Chocolate Cream, 20 ml de Espresso Cold Brew, 3 colheres de chá de mascarpone e finalize com pó de cacau e creme chantilly.

Para finalizar a comilança com chocolate

Tequila Silver e chocolate amargo

Tequila pura e chocolate 

O coelho sabe das coisas e sugere uma boa dose de Tequila para arrematar e fazer a digestão, e mais um bom motivo para finalizar com chocolate amargo. Sugestão: em um copo pequeno sirva Cuervo Silver, depois de beber, finalize com um pedaço de chocolate amargo, de alta intensidade, com pouco açúcar.

As palavras papa Francisco nesta Páscoa!

Você pode ter defeitos, ser ansioso, e viver alguma vez irritado, mas não esqueça que a sua vida é a maior empresa do mundo. Só você pode impedir que vá em declínio. Muitos o apreciam, o admiram e o amam.

Gostaria que lembrasse que ser feliz não é ter um céu sem tempestade, uma estrada sem acidentes, trabalho sem cansaço, relações sem decepções. Ser feliz é achar a força no perdão, esperança nas batalhas, segurança no palco do medo, amor na discórdia. Ser feliz não é só apreciar o sorriso, mas também refletir sobre a tristeza. Não é só celebrar os sucessos, mas aprender lições dos fracassos.

Não é só sentir-se feliz com os aplausos, mas ser feliz no anonimato. Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver a vida, apesar de todos os desafios, incompreensões, períodos de crise. Ser feliz não é uma fatalidade do destino, mas uma conquista para aqueles que conseguem viajar para dentro de si mesmo. Ser feliz é parar de sentir-se vítima dos problemas e se tornar autor da própria história.

É atravessar desertos fora de si, mas conseguir achar um oásis no fundo da nossa alma. É agradecer a Deus por cada manhã, pelo milagre da vida. Ser feliz, não é ter medo dos próprios sentimentos. É saber falar de si. É ter coragem de ouvir um “não”. É sentir-se seguro ao receber uma crítica, mesmo que injusta. É beijar os filhos, mimar os pais, viver momentos poéticos com os amigos, mesmo quando nos magoam. Ser feliz é deixar viver a criatura que vive em cada um de nós, livre, alegre e simples. É ter maturidade para poder dizer: “errei”. É ter a coragem de dizer:”perdão”.

É ter a sensibilidade para dizer: “eu preciso de você”. É ter a capacidade de dizer: “te amo”. Que a tua vida se torne um jardim de oportunidades para ser feliz… Que nas suas primaveras seja amante da alegria. Que nos seus invernos seja amante da sabedoria. E que quando errar, recomece tudo do início.

Pois somente assim será apaixonado pela vida. Descobrirá que ser feliz não é ter uma vida perfeita. Mas usar as lágrimas para irrigar a tolerância. Utilizar as perdas para treinar a paciência. Usar os erros para esculpir a serenidade. Utilizar a dor para lapidar o prazer. Utilizar os obstáculos para abrir janelas de inteligência. Nunca desista….Nunca renuncie às pessoas que o amam. Nunca renuncie à felicidade, pois a vida é um espetáculo incrível”.
(Papa Francisco). Feliz Páscoa!

A contabilista Rejane Velasco comemorando hoje mais um aniversário. Happy birthday!

… Bom dia! “Não existe nada completamente errado no mundo, mesmo um relógio parado, consegue estar certo duas vezes ao dia” (Paulo Coelho)

Trocam de idade hoje: Rejane Velasco; Danielle  Piccolotto Batista, Marinalva Pereira, Izabela Tavares Oliva, Luiza Ribeiro, Sônia Silva Rodrigues, Alessandra Oliveira, Pollyana Kamie . Happy birthday!

Danielle Piccolotto Batista festejando hoje mais um aniversário. Happy birthday!

… O musical da Broadway sobre a princesa Diana chegará primeiro ao catálogo da Netflix e, de acordo com o site Deadline, estará disponível no serviço de streaming no último trimestre do ano.

Após um longo período sem eventos em razão da pandemia, um dos primeiros espetáculos anunciados para a Broadway foi o Diana:um novo musical, previsto agora para estrear em 16 de dezembro (a previsão anterior era de que a reabertura dos teatros ocorreria em 25 de maio). No entanto, em 1º de outubro o espetáculo poderá ser conferido pelo público global da Netflix.

Foto: Patric Rivieri AFP

… Hoje, dia 4 de abril, às 18h30 ( horário de Brasília), o programa “Anthony Bourdain – Lugares Desconhecidos”, uma das atrações de gastronomia e viagem de maior prestígio da televisão mundial – produzido pela CNN americana e exibido nos EUA até a morte de Bourdain, em junho de 2018 -, exibe a passagem de Anthony Bourdain pela histórica Marseille, a cidade mais antiga da França.

O chef Eric Ripert e Anthony Bourdain no Le Petit Nice, em Marselha_Foto:ZPZ/CNN

  Ao lado de seu melhor amigo, o chef Eric Ripert, Bourdain come, põe a mão na massa, literalmente, e come as principais iguarias da região. “Um bom número de franceses dirá em momentos de descuido que ‘Marselha não é a França’, querendo dizer que ela é muito árabe, muito italiana, muito corsa, muito confusa com o estrangeiro para ser verdadeira e adequadamente francesa”, destacou Bourdain na ocasião.

…  Marseille não tem o charme de Lyon, nem a fama de Paris, mas para muita gente é o destino mais singular e apaixonante da França.

Querida que só, Izabela Tavares Oliva, comemora hoje mais um aniversário. Happy birthday!

... E também hoje (4), na CNN,  às 19h15 ( horário de Brasília), será exibido o programa “CNN Séries Originais”, comandado pelo jornalista Evaristo Costa, aborda a relação entre sexo e saúde.

Evaristo Costa comanda o “CNN Séries Originais” todos os domingos, às 19h15 ( horário de Brasília)

… No episódio “Cuidados com a Saúde”, o segundo da série “O Labirinto do Sexo”, os repórteres da CNN conversam com especialistas que listam todos os benefícios que o sexo traz às pessoas, fazendo dois alertas importantes sobre educação sexual e vício.

 

Você conhece a biblioterapia? Saiba como funciona o cuidado por meio dos livros

Se levarmos em consideração o significado literal da palavra biblioterapia, nos depararemos com o significado de terapia por meio dos livros, junção das palavras de origem grega: BIBLIO + THERAPY. Mas, na atualidade e, na prática, esse processo pode ser realizado com os mais variados materiais literários, embora, o mais comum de fato seja o livro. É um termo que tem se propagado ultimamente, mas seu uso e benefícios datam da Grécia Antiga.

É o que afirma a facilitadora de círculos de biblioterapia e bibliotecária da Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas, Katty Anne Nunes. “É fácil perceber se você já teve contato com a biblioterapia, basta se perguntar se algum livro ou mesmo um pequeno texto já falou profundamente com você? Ou se você já teve uma experiência literária (livro, teatro, ouviu uma história) que mexeu com você de tal forma que após esse momento você não foi mais o mesmo? Se sim, você já teve contato com a biblioterapia”, diz Katty Anne.

Para a bibliotecária Silvia Fortes, a biblioterapia é o cuidado através dos livros. “A literatura por ela mesma, sem a utilização de artifícios didáticos, buscando o seu leitor, fazendo com que ele se sinta acolhido dentro de uma história”, explica.

A biblioterapia não é uma atividade exclusiva dos bibliotecários e bibliotecárias, são várias as pessoas que inserem a biblioterapia no seu fazer profissional: bibliotecários, psicólogos, psiquiatras, psicanalistas, professores, contadores de histórias, assistentes sociais, entre outros. “É um campo multi e interdisciplinar. Requer um debruçar sobre a temática e pede, especialmente, que você tenha obras que lhe tocaram, essas poderão também tocar o outro”, comenta Katty Anne Nunes.

 

Silvia explica que existem dois tipos de biblioterapia: a clínica, que é aplicada por psicólogos, com o intuito de corrigir patologias em pessoas com problemas comportamentais e a biblioterapia do desenvolvimento, que é utilizada por bibliotecários e também por profissionais de outras áreas, com a finalidade de oferecer a literatura como suporte no desenvolvimento pessoal na prática de um autoconhecimento e autocuidado. “Para desenvolver a função de biblioterapeuta, é fundamental que o bibliotecário tenha uma escuta atenta e sensível, pois os participantes muitas vezes trazem para a roda suas angústias e o simples fato de ter alguém que o escute já ameniza bastante as suas aflições”, diz Silvia.

Assim como o campo de atuação do bibliotecário tem sido cada vez mais amplo, os espaços para a realização das rodas de biblioterapia também, podendo o profissional adaptar a prática em seu ambiente de trabalho.

Katty Anne conta que trabalha a biblioterapia em vários contextos. “Voluntariamente com alunos de ensino médio de uma escola da rede pública do Estado; Na Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas, com encontros e uma espécie de podcast com leituras compartilhadas com os servidores”, diz. “E na Kuau Experiências Formativas, um empreendimento no qual ofereço círculos de biblioterapia e oficinas para quem deseja conhecer mais do assunto”, complementa.

A bibliotecária Silvia Fortes trabalha na biblioteca escolar e conta que lá, os encontros são semanais, divididos por turma e idades. “Para a seleção dos livros convém observar se existe a necessidade de trabalhar algum tema específico com o grupo, o gosto literário da turma. Os encontros costumam ser leves e muitas vezes divertidos. Algumas vezes após a leitura, são oferecidas atividades coletivas, como dramatização, esquetes e dinâmicas focadas no tema selecionado do dia”.

Para ela, a biblioterapia não é um remédio para curar doenças, mas um cuidado com o ser. “É apresentar ao outro um momento de reflexão, aguçando a vontade de se conhecer e de se autocuidar. É abraçar com palavras”, conclui Silvia.

Katty Anne e Silvia têm capítulos no livro QUINTAIS DA BIBLIOTERAPIA: experiência na poética do cuidado. Uma obra organizada por Cristiana Seixas, e publicada pela Editora Cândido, onde relatam as experiências com a biblioterapia.

Biblioterapia na pandemia

Atualmente, devido à pandemia, as rodas de biblioterapia funcionam on line e, muitas vezes, segundo as bibliotecárias, se tornam momentos de afago à pessoas que se sentem solitárias e cansadas. “Um bom exemplo é a roda com idosos, uma experiência de muitas trocas e aprendizados”, comenta Silvia.

Qual o gênero literário deve ser utilizado em uma roda de Biblioterapia?

“A resposta é: todos os gêneros literários! Particularmente, na maioria das rodas que apresento utilizo a Literatura Infantojuvenil, por ser um gênio do qual venho aperfeiçoando o conhecimento e envolvimento, percebendo a cada dia a qualidade das obras”, conta Silvia.

“Esse tipo de literatura, apesar de dita para as crianças, pode ser apresentada aos grupos de todas as idades, pois, na verdade são feitas para todas as infâncias, já que a criança interior de cada um permanece presente e esses livros através da profundidade das histórias e da beleza das ilustrações fazem com que haja um envolvimento independente de se ter cinco ou noventa anos”, conclui a biblioterapeuta.

Sobre o Conselho Federal de Biblioteconomia

O Sistema CFB/CRB é composto pelo Conselho Federal de Biblioteconomia e por 14 Conselhos Regionais de Biblioteconomia. O objetivo do Sistema CFB/CRB é atuar em favor da sociedade brasileira por meio da sua principal missão: fiscalizar o exercício profissional do bibliotecário, cuja operacionalização é feita pelos Conselhos Regionais. Para o Sistema CFB/CRB um país aparelhado com bibliotecas contribuirá na formação de cidadãos esclarecidos, críticos e participativos, condição sine qua non para o desenvolvimento educacional, científico e tecnológico, com vistas ao progresso de uma nação.

 

Cultura árabe de MS é projetada em palestras e espetáculos de dança gratuitos

Para destacar a importância da participação dos povos árabes na construção histórica, econômica e cultural de Mato Grosso do Sul, o projeto Raízes do Oriente, idealizado pela bailarina e coreógrafa Ingridi Farah, realiza palestras com o advogado Munir Sayegh nos dias 5 e 12 de abril, das 19h às 20h, e também o ensaio aberto do espetáculo de dança, que será apresentado em sete sessões, entre maio e junho, no dia 27 de abril, das 20h às 21h. Tudo poderá ser conferido pelo instagram @ingridi_farah.

Filho de libaneses, Munir Sayegh também é mestre em Direito Econômico e vice-presidente da Federação Nacional das Entidades Líbano-Brasileiras de MS. “Nas palestras vou falar a respeito dos libaneses em Mato Grosso do Sul, por qual motivo vieram de lá pra cá, quais foram as rotas migratórias, em que ano chegaram no Brasil e em Campo Grande, quais suas contribuições e marcas, as atividades que desenvolveram. O público que a gente espera alcançar são pessoas interessadas nessa rica cultura que, com certeza, colaborou para o desenvolvimento do Estado”.

No ensaio online do espetáculo de dança, que será reproduzido em sete sessões entre maio e junho, as pessoas terão prévia do que vai rolar, com apresentações de danças diversificadas e que projetam a cultura árabe para o mundo. Através de danças folclóricas e populares, como a do ventre, o espetáculo visa resgatar as manifestações culturais e artísticas do Médio Oriente.

“O espetáculo promove o resgate social da história e cultura dos povos árabes, reconhecendo-as como agentes fundamentais no crescimento e desenvolvimento do Estado, além de mostrar as diversas identidades e etnias das danças latentes na cultura médio oriental, bem como os benefícios da prática delas tanto para os homens quanto para as mulheres ”, ressalta Ingridi Farah.

Raízes do Oriente 

Financiado pelo FMIC (Fundo Municipal de Investimentos Culturais), por meio da Sectur (Secretaria Municipal de Cultura e Turismo e Prefeitura Municipal de Campo Grande), o projeto Raízes do Oriente já realizou palestras e oficinas sobre diversas danças árabes entre novembro de dezembro do ano passado. Neste ano, nas últimas três sextas-feiras de março ofereceu oficinas gratuitas a respeito de dança como instrumento social e político, feminismo e masculinidade saudável, com a participação da psicóloga Ana Loureiro.

Serviço 

O projeto Raízes do Oriente promove palestras gratuitas sobre a participação dos libaneses no processo de construção de Mato Grosso do Sul com advogado Munir Sayegh, nos dias 5 e 12 de abril, das 19h às 20h, e ensaio online do espetáculo no dia 27 de abril, das 20h às 21h. Tudo no instagram @ingridi_farah.

Fotos: Marcelo Ribeiro

Pirulito de bombom é sugestão para celebrar a Páscoa

Ingredientes:

2 colheres de sopa de coco ralado úmido

2 colheres de sopa de leite em pó

2 colheres de sopa de leite condensado

50g de chocolate ao leite

50g de chocolate meio amargo

Palitos (quantos forem necessários)

Palitos (quantos forem necessários)

Modo de preparo:

Em uma vasilha adicione o coco ralado, o leite em pó e o leite condensado. Misture tudo e amasse bem com as mãos para ficar homogêneo. Faça bolinhas e deixe descansar por aproximadamente 20 minutos. Á parte, derreta os chocolates no micro-ondas (caso seja necessário, adicione leite para obter uma consistência mais líquida). Em seguida, espete os palitos nos docinhos e banhe na calda de chocolate. Para que fiquem firmes, leva à geladeira por 10 minutos.

Rendimento: Em média, 10 porções.

Tempo de Preparo: 20 minutos

Fonte: Água Doce Sabores do Brasil – http://www.aguadoce.com.br

Foto: Bruno Marconato

Receita de Bacalhau para a Páscoa

A Páscoa é um feriado comemorado mundialmente. Com as pessoas se abstendo de comer carnes, muitas famílias começam a procurar por peixes para compor a mesa do domingo de Páscoa.

Assim, que tal nesse ano ter uma receita diferenciada? Para a chef Patrícia da Paz, “o bacalhau é um peixe muito procurado no 4º mês do ano, por isso, uma receita saborosa com esse ingrediente pode ser o diferencial da Páscoa”.

Confira abaixo uma receita da chef de Bacalhau confitado com uma deliciosa salada tropical

Ingredientes

1 quilo de posta de bacalhau

500 ml de azeite

Folhas frescas de alecrim, tomilho

Grãos de pimenta

Sal grosso

1 limão

Salada tropical

Mix de folhas de sua preferência

1 cebola roxa

1 manga

1 xícara de uvas verdes

1 kiwi

1 xícara de morangos

100 ml de iogurte natural

Modo de preparo

Em uma forma ou um recipiente fundo, coloque as postas de bacalhau já dessalgadas, os temperos e especiarias e as ervas;
Leve ao forno por aproximadamente 40 minutos, cozinhando em baixa temperatura. Cuidado para não ferver;
Quando o peixe estiver macio, sirva acompanhado de saladas e risotos.
Salada

Acomode as folhas já higienizadas em uma travessa para servir;
Coloque as frutas cortadas em cubos ou ao meio espalhadas sobre as folhas;
Separadamente colocar o iogurte, o sal, e o azeite;
Mexa, tempere e sirva.

 

Bolo de chocolate sem glúten promete arrancar elogios para a sobremesa da Páscoa

Um bolo bem fofinho e com bastante recheio de chocolate tem muito potencial para se tornar a atração principal na hora da sobremesa nesta Páscoa. A receita sem glúten da Chef Dani Faria Lima chama a atenção por ser saudável sem deixar de lado o doce do chocolate. Confira as dicas para brilhar com o bolo perfeito.

Ingredientes

3 ovos
4 colheres de sopa de xilitol
3/4 de xícara de chá de purê de batata doce
3/4 de xícara de chá de fécula de mandioca
4 colheres de sopa de óleo de coco sem sabor
120g de chocolate 70%
1 colher de sobremesa de fermento para bolo
Modo de Preparo

Bater os ovos com xilitol no liquidificador ou processador por 4 minutos. Enquanto isso derreta o chocolate no óleo de coco. Esse processo pode ser feito no micro-ondas, mexendo a cada 30 segundos ou em banho maria. Espere esfriar o chocolate.

Depois de bater os ovos, acrescente o chocolate derretido e frio, o purê de batata doce e a farinha de mandioca. Processe. Acrescente o fermento e misture.

Leve ao forno por 30 minutos a 180 graus.

Cobertura

100ml de leite de coco
1 colher de sopa de xilitol
1 colher de sopa de cacau
Apure na panela em fogo baixo até reduzir.

 

Especialista em obesidade alerta: chocolate contém muito açúcar e gordura

O almoço de domingo já costuma ser o vilão das rotinas saudáveis de alimentação. Mas quando chegam as datas especiais como Natal, Réveillon, Páscoa e demais feriados, a situação se torna mais crítica. A Páscoa em especial, se tornou o maior risco porque a população começa a ser exposta aos irresistíveis ovos de Páscoa um mês e meio antes da data. E Todos fazem um agradinho, dando chocolate para alguém. No fim, o que se vê é um estoque que, para muitos, vai durar até dois meses. Ou seja, é nessa fase que alguns comem chocolate por quase quatro meses. E as principais vítimas são as crianças. Estas certamente recebem ainda mais presentinhos da família toda.

O médico Cid Pitombo, especialista em tratamentos em obesidade, alerta que o risco da obesidade nunca esteve tão presente em nossas vidas. “A Covid veio mais uma vez para nos alertar. A obesidade piora as chances de a pessoa se recuperar quando fica doente. Ou seja, ela não somente provoca doenças, como câncer, infarto, doenças coronarianas. A obesidade prejudica a cura porque os órgãos dos obesos normalmente funcionam no limite, sem reservas quando se necessita. E quando mais um fator chega, como um vírus que provoca mais inflamações ou prejuízo de oxigenação, como o Sarcov-2, da Covid, que afeta o pulmão, o nível de gravidade é maior. Por isso, meu apelo: controlem a alimentação até mesmo na Páscoa”.

O médico Cid Pitombo, especialista em tratamentos em obesidade

De acordo com o médico, em vez de emagrecer, na pandemia, as pessoas engordaram. “Por mais que foram alertados para ter cuidado com o ganho de peso, a maior parte da população ganhou peso. O confinamento e sedentarismo levam inevitavelmente a mudanças comportamentais e busca maior por alimentos que nos dão prazer, como doces, alimentos gordurosos, massas e bebidas alcoólicas. No caso dos portadores de obesidade mórbida, o isolamento era ainda maior, pois sair à rua aumentava mais ainda a chance de contaminação. Controlar esses mecanismos envolvem tanto o apoio emocional, quanto uma rigorosa vigília no que se come. Uma dica é sempre que for ao mercado ou mesmo fazendo a compra on-line faça alimentado, sem fome”.

O que os médicos buscam é alertar para o fortalecimento da saúde em vários aspectos: dormir bem, praticar atividades físicas, consumir boa quantidade de líquidos e comer alimentos naturais, saudáveis, encontrados no hortifrúti. “Não tem fórmula mágica para salvar da Covid. Não são própolis ou vitamina D que impedem o vírus de se reproduzir. Mas o organismo precisa estar mais preparado.

É cuidado integral. Quem hoje está no peso ideal, certamente está com menos problemas psicológicos, porque sente menos medo de agravar. É claro que ninguém está fora de risco, a doença atingiu pessoas sem comorbidades, jovens, magras, até atletas. Mas a incidência de agravamento foi menor. A Páscoa é uma época especial, que na nossa cultura envolve consumo de chocolate, procurar os ovinhos…nada de errado com isso, mas nós médicos temos a obrigação de informar que é um alimento com muita gordura e açúcar, que deve ser consumido com atenção e limites.

Um ovo de páscoa em média, sozinho, tem 20% a mais de toda gordura e açúcar que precisamos consumir em um dia. É algo que temos que ter em mente para nos controlarmos”, finaliza.

Para pensar: Genocida ou incompetente

Ricardo Viveiros*

A palavra “genocida” está na pauta do dia. Substantivo e adjetivo com dois gêneros, cuja etimologia está na junção do prefixo “geno”, com o sentido de “raça”, e do sufixo “cida”, determinando o ou a “que mata”. Genocida é quem extermina muita gente em pouco tempo.

No Século 13 o imperador Gengis Khan, na Ásia e no Leste Europeu, matou cerca de 40 milhões de pessoas. Ele pretendia instaurar uma grande confederação, que o levasse à condição de “dono do Mundo”. No século seguinte, o turco-mongol Tamerlão, outro imperador, resolveu concretizar o sonho não realizado de Khan. Na Ásia Central e no Oriente Médio, sob fundamento islâmico, matou em torno de 17 milhões de pessoas, 5% da população mundial, à época.

Na década de 1890, o rei Leopoldo II, na extração da borracha, dizimou entre 5 a 8 milhões de pessoas escravizadas no Congo, então colônia da Bélgica. Entre 1915 e 1923, na Turquia, da 1ª Guerra Mundial até a queda do Império Otomano, o governo matou de 2 a 2,7 milhões de pessoas consideradas “traidoras” por terem lutado ao lado da inimiga Rússia. Armênios, curdos, gregos, assírios foram vitimados pela fome e mal tratos em campos de concentração.

Na década de 1930 a 1940, Josef Stalin, no comando da então URSS, obrigou que alguns países da Cortina de Ferro exportassem a totalidade dos alimentos produzidos para manter a economia, matando entre 20 e 25 milhões de pessoas de fome. Disse Stalin: “A morte de uma pessoa é uma tragédia; a de milhões, uma estatística.” De 1939 a 1945 o Nazismo, sob a liderança de Adolf Hitler, exterminou de 17 a 20 milhões de pessoas na Europa. Foram judeus, ciganos, romenos, sérvios, eslavos e, também, deficientes físicos e gays de qualquer origem étnica.

Em 1945, após a 2ª Guerra Mundial, Stalin obrigou os estrangeiros que estavam no leste europeu, a regressarem a pé aos países de origem. Morreram entre 1,5 a 2 milhões de pessoas. De 1958 a 1969, no “Grande Salto Adiante”, Mao Tsé-Tung, comandou na China e no Tibete um conflito para criar potências industriais. Morreram de fome 40 milhões de pessoas. Na “Revolução Cultural”, de 1966 a 1969, houve novo extermínio na China. Desta vez, com outra “preocupação econômica”: a família do condenado era obrigada a pagar pela bala usada para matar o parente.

Em 1971, a leste do Paquistão aconteceu a guerra para independer Bangladesh. De 2 a 3 milhões de muçulmanos, separatistas hindus e sikhs foram mortos. Entre 1975 e 1979, Pol Pot, líder do “Khmer Vermelho”, no Camboja, comandou uma revolução que, em quatro anos, exterminou 1,7 milhões de pessoas de fome nos campos de concentração – 20% da população do país, à época. Foram sumariamente executados intelectuais, professores, artistas, estrangeiros ou os que usassem óculos. No entendimento de Pot, o uso de óculos determina ser culto, instruído e, portanto, perigoso.

Em 6 de abril de 1994, o presidente de Ruanda, Juvénal Habyarimana, de etnia hutu, é assassinado em pleno voo quando voltava da Tanzânia. Horas depois, a primeira-ministra ruandesa Agathe Uwilingiyimana, também hutu, seria morta por membros da Guarda Presidencial. Os responsáveis pelos atentados nunca foram condenados. Os hutus, prováveis assassinos, aproveitaram a omissão e apontaram os tutsis como culpados. Foi o pretexto para que as milícias hutus mobilizassem a população da etnia para atacar os adversários. Quem matasse um tutsi poderia se apossar da propriedade da vítima, sem qualquer punição. Cerca de 800 mil a 1 milhão de pessoas foram mortas em três meses e pouco – o equivalente a 70% da população tutsi, naquele momento.

Como se pode constatar, por absurdas razões de caráter étnico, religioso, ideológico, econômico, cultural e outros, os genocidas assassinaram milhões de seres humanos ao longo dos séculos. Com o alto número de vítimas da pandemia da Covid-19 no Brasil, a falta de planejamento e o descaso para com a gravidade do problema, sem falar de quatro ministros da Saúde em apenas dois anos, a palavra genocida está nas conversas de todos os brasileiros. Saber se a aplicação do termo é correta ou não, no aspecto legal é um debate para os juristas. Já quanto às mortes por incompetência…

*Ricardo Viveiros, jornalista, professor e escritor, é membro da Academia Paulista de Educação (APE), conselheiro da Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e da União Brasileira de Escritores (UBE), autor, entre outros livros, de “A vila que descobriu o Brasil”, “Justiça seja feita” e “O poeta e o passarinho”.