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Água na agricultura e produção de alimento

Lineu N. Rodrigues – pesquisador da Embrapa Cerrados (DF)

No dia 22 de março, celebra-se o Dia Mundial da Água. É uma oportunidade para se discutir a importância desse recurso para a vida e para o desenvolvimento econômico e social. É fundamental que o tema seja analisado dentro das suas várias dimensões, sendo preponderante adotar estratégias de manejo que considerem os recursos hídricos de forma integrada, e que almejem uma alocação equitativa, considerando os usos múltiplos da água e a bacia hidrográfica como unidade de referência. Água é sinônimo de dialogar, de compartilhar e de integrar. Não é geradora de conflitos, mas sim de oportunidade para produzir e de criar desenvolvimento.

Nesse contexto, não teria como não aproveitar a oportunidade de trazer para a reflexão o tema água na agricultura e produção sustentável de alimento. Segurança alimentar e hídrica estão no centro das maiores preocupações da sociedade.

A água é o principal fator de produção de alimentos. Como balancear produção de alimento e demanda hídrica em um mundo onde cerca de 820 milhões de pessoas não têm acesso à quantidade de alimento suficiente para manter níveis básicos de saúde e onde dois terços da população enfrentarão algum problema de falta de água é o grande desafio a ser enfrentado.

A relação água-alimento é complexa. Esses dois elementos estão intrinsecamente e fortemente interconectados. A complexidade inerente a essa interação é um dos motivos dos debates e disputas, muitas vezes desnecessárias, entre os setores usuários. Mantidas as condições atuais, o aumento na produção de alimentos demandará mais água e poderá aumentar ainda mais as disputas pelo uso da água, reduzindo a qualidade de vida da população. É nesse sentido que a ciência tem papel fundamental. As inovações modificam a situação atual, possibilitando produzir mais sem aumentar as demandas hídricas.

Atender as demandas atuais e futuras por alimento vai requerer um rápido aumento de produtividade, que precisa ser alcançado sem danos adicionais ao ambiente. Para que isso ocorra, é fundamental que os princípios de sustentabilidade sejam parte central das políticas agrícolas. As pessoas estão, em sociedade, cada dia mais conscientes sobre as questões ambientais e têm optado, de forma crescente, por alimentos produzidos nessas bases sustentáveis.

Nesse sentido, o objetivo de produzir mais alimentos deve ser visto dentro de uma abordagem mais ampla, considerando os aspectos de sustentabilidade ambiental, ou seja, buscando produzir mais alimentos com melhor qualidade e com menores danos aos recursos naturais. Para isso é necessário intensificar a agricultura de maneira sustentável e melhorar a eficiência dos sistemas agrícolas, tornando-os mais produtivos. Qualquer estratégia que vise intensificar a agricultura, reduzindo a variação na produção e aumentando a produtividade das culturas, deve necessariamente incluir a irrigação.

A irrigação é tecnologia essencial no xadrez da produção de alimentos. Atualmente, com a variabilidade climática cada vez mais acentuada, não se pode pensar no desenvolvimento de uma política de segurança alimentar e de segurança ambiental que não estabeleça políticas de longo prazo para o desenvolvimento da agricultura irrigada.

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No mundo, a agricultura irrigada é responsável por cerca de 40% de toda a produção, viabilizando produzir fisicamente, em uma mesma área, até quatro vezes mais que a agricultura de sequeiro. A grande vantagem da agricultura irrigada, entretanto, está em trazer estabilidade para a produção, o que possibilita planejar estratégias de segurança alimentar e propor políticas públicas de médio e longo prazo.

O desenvolvimento de uma agricultura sustentável passa, necessariamente, pelo uso sustentável dos recursos hídricos, que por sua vez, depende de uma gestão que incorpore os usos múltiplos da água e considere os fundamentos e diretrizes da Política Nacional de Recursos Hídricos. Não se pode pensar em agricultura e desenvolvimento sustentável sem que haja um equilíbrio entre a oferta e a demanda de água.

O Brasil é um país de dimensões continentais com grandes diferenças sociais, ambientais e econômicas, o que deixa a atividade de gestão muito mais complexa. Fazer a gestão de recursos hídricos de forma igualitária em todo o País pode levar a conflitos em bacias hidrográficas que já se encontram em estado crítico em termos de disponibilidade hídrica.

A água tem diversas formas e recebe diferentes nomes. A água na agricultura é sinônimo de produção de alimento e segurança alimentar. Aparentemente, a quantidade de água doce renovável anualmente no mundo é muito maior que a quantidade de água necessária para sustentar as demandas dos três usos consuntivos de água (abastecimento doméstico da população; produção industrial; e produção agrícola sob irrigação).

Dentre esses usos, a agricultura irrigada é o único que faz uso tanto da água verde (água proveniente da chuva e armazenada no solo) quanto da água azul – água existente nos rios ou aquíferos. Em países tropicais como o Brasil, a água verde representa um componente significativo para a produção e estratégias devem ser desenvolvidas para maximizar o seu uso.

O crescimento das áreas irrigadas, entretanto, não pode mais ser fundamentado apenas no aumento do uso de recursos hídricos. O crescimento desejado e possível é cada vez mais dependente dos ganhos de eficiência nos sistemas já existentes. O desafio da agricultura irrigada é a promoção do irrigar com qualidade. Isso quer dizer que deve ser buscada continuamente uma elevada eficiência e produtividade de uso das águas.

A agricultura irrigada deve ser capaz de utilizar os recursos de forma eficiente, com mínimas perdas e deterioração da qualidade da água. Neste cenário, a agricultura irrigada terá a grande oportunidade de contribuir para a segurança ambiental, hídrica e alimentar, podendo ainda contribuir para reduzir os impactos na produção advindos das mudanças climáticas, garantindo alimento em quantidade, qualidade e a custos acessíveis para as pessoas.

As retiradas de água dos mananciais, necessárias para garantir a prática da agricultura irrigada, devem estar previstas nos planejamentos estratégicos, especialmente em cronogramas existentes nos planos de recursos hídricos, conforme as condições climáticas, a vocação dos cultivos regionais, as potencialidades das áreas produtivas e os mercados consumidores e, posteriormente, consolidadas por meio da definição de planos de concessão de outorga de uso de água para irrigação, possibilitando que seja feita uma gestão compartilhada em cooperação e a prevenção com redução dos conflitos.

No olhar da gestão quanto à oferta, deve-se considerar as desigualdades hídricas regionais e ter um olhar diferenciado para as bacias hidrográficas críticas, onde a disponibilidade hídrica já está comprometida, assim como onde a ocorrência de conflitos pelo uso da água já é realidade. No olhar da gestão quanto à demanda, a irrigação precisa de uma gestão com olhar ampliado.

O produtor precisa ter uma visão além de sua propriedade e de sua área de produção. É preciso ter sempre uma visão macro da bacia hidrográfica. A irrigação tem que ser feita considerando a bacia hidrográfica. O rio é, na verdade, reflexo daquilo que acontece na bacia como um todo. Ou seja, é preciso olhar a bacia de forma mais integrada, considerar estratégias de conservação de água e solo, que vão refletir diretamente na quantidade e na qualidade das águas.

O Brasil, com 12% da água doce superficial disponível no planeta e 28% da disponibilidade as Américas, é estratégico para suprir o aumento de cerca de 60% da demanda por alimentos, necessários para atender a uma população mundial que em 2050 será de aproximadamente 10 bilhões de habitantes. O sucesso dependerá da capacidade da sociedade em entender estrategicamente o nexo água-alimento. Para responder à pergunta sobre o quanto de água será necessário, é preciso saber antes o quanto de alimento se deseja produzir.

Segurança hídrica e alimentar devem fazer parte de qualquer política de estado que vise ao desenvolvimento e ao bem estar de sua população. Nesse contexto, é importante aprender com os erros do passado e planejar um futuro melhor, que consiste necessariamente em tratar a água como um bem estratégico para o País. Para isso, é preciso integrar a Política Nacional de Recursos Hídricos com as demais políticas públicas. É fundamental definir as prioridades de uso da água, levando-se em consideração as necessidades básicas do País e as especificidades de cada região.

Os avanços tecnológicos na agricultura irrigada vão muito além do desenvolvimento de novos equipamentos de irrigação. Os processos de tomada de decisão estão cada vez mais complexos, com necessidade de decisões mais rápidas, além de depender de análises de quantidade de dados cada vez maiores. Notam-se, nesse campo, avanços significativos relacionados às tecnologias da informação, da comunicação, de big-data e de modelos de inteligência computacional e simulação. As possibilidades tecnológicas são ilimitadas, sendo muito arriscado fazer qualquer previsão sobre o futuro.

Todo esse avanço, entretanto, não será suficiente para o desenvolvimento sustentável se, na gestão da água no meio agrícola, não forem observadas as especificidades da agricultura, que depende da chuva. É preciso criar mais valor e bem-estar com os recursos hídricos disponíveis. Isso não significa, é claro, incentivar a cultura do desperdício de água. Com uma gestão de recursos hídricos competente e aberta para incorporar os novos conceitos e tendências, é possível trazer segurança hídrica e atender a todos os usos e usuários sem comprometer a disponibilidade hídrica.

 

 

Aprenda a fazer Trufa de açaí com chocolate

Ingredientes para a Cobertura
500 gramas de chocolate ao leite

Ingredientes para a Massa
500 gramas de chocolate branco
120 ml de creme de leite
1 colher (chá) de aroma de chocolate

Ingredientes da Geleia de Açaí
2 polpas de açaí congeladas
1/2 xícara (chá) de açúcar

Modo de preparo da Massa
Derreta o chocolate, acrescente o aroma, o creme de leite, misture bem e leve para gelar por 8 horas no mínimo.

Modo de preparo da Geleia
Leve todos os ingredientes ao fogo baixo, mexendo sempre até engrossar bem. Retire e deixe esfriar.

Montagem da Trufa
Depois da massa resfriada, derreta o chocolate da cobertura. Retire a trufa da geladeira, abra pequenas porções, recheie com a geleia, enrole as trufas e banhe no chocolate da cobertura. Depois do banho, se preferir, passe as trufas por chocolate ao leite ou meio amargo ralado. Mantenha em local seco e arejado.

 (Aproximadamente 25 unidades)

Fonte: Açaí da Barra, primeiro self-service de açaí do estado de São Paulo

Trabalho híbrido, cloud, segurança, 5G: como o mercado de TI seguirá se desenvolvendo em 2021

Por Mauricio Suga, diretor de Tecnologia da Logicalis

A pandemia da Covid-19 e as mudanças decorrentes dela foram grandes aceleradores da transformação digital, tanto no Brasil quanto a nível mundial. Mudamos a maneira como trabalhamos e entendemos o local de trabalho, como gerimos e nos relacionamos com equipes e, também, revisitamos as prioridades de investimentos organizacionais, sejam elas de curto ou longo prazo.

Sem dúvidas, a digitalização é uma das prioridades para este e para os próximos anos. Segundo a Deloitte, em levantamento sobre as expectativas e intenções dos líderes empresariais para o ambiente de negócios no Brasil, 62% dos respondentes consideram que a meta das empresas para 2021 é assumir uma mentalidade mais digital, focada em estratégias e gerar, assim, mais valor.

É importante ressaltar que o que era visto como digitalização, também sofreu alterações durante a pandemia. A queda de importantes barreiras culturais e alterações na infraestrutura tecnológica necessárias para o atendimento das demandas emergenciais decorrentes da crise criaram uma base para uma “nova digitalização”, com novos pilares de negócio. Por isso, abordo a seguir cinco grandes tendências fundamentais para esse novo modelo.

A primeira grande tendência que gostaria de ressaltar é o que chamamos de regime híbrido de trabalho. Uma pesquisa da Robert Half de 2020 mostra que 89% dos executivos pretendem voltar aos escritórios, mas vão permitir que suas equipes continuem trabalhando de casa ao menos parte da semana. Ao mesmo tempo, outro levantamento da consultoria mostra que 86% dos funcionários de empresas gostariam de continuar trabalhando remotamente. Nesse regime híbrido, o modelo operacional, outrora centralizado em locais físicos, passa a ser distribuído, gerando desafios e oportunidades em toda a cadeia de valor.

Internamente, essa mudança de comportamento impõe o desafio de proporcionar uma experiência melhor e mais positiva aos seus colaboradores e um olhar mais atento em toda a cadeia para a preservação da cultura organizacional, proteção de dados e eficiência operacional. Dentro deste contexto, os espaços físicos serão repensados para promover interatividade e os meios digitais alavancados cada vez mais para atender a questões de mobilidade, disponibilidade e segurança. Do ponto de vista externo, a mudança do físico ao digital abre novos mercados consumidores e uma enorme oportunidade de crescimento de negócios em uma escala completamente diferente dos modelos tradicionais limitados geograficamente.

Essa nova realidade é o contexto ideal para a aceleração do que coloco como segunda tendência: nuvem. Embora seja uma tecnologia com crescimento bastante expressivo no período pré-pandemia, o que se espera para os próximos anos é um mindset cloud-first muito mais maduro nas empresas. Na América Latina, de acordo com estudos recentes da Accenture, 97% das companhias pesquisadas avaliam que a nuvem é um componente crítico para atingir seus objetivos de negócios, e mais da metade dos entrevistados afirmam que 75% de seu fluxo de trabalho já é feito em sistemas na nuvem.

É importante também compreender que com a maturidade alcançada pelas empresas, o conceito de cloud também evolui. Antes vista mais como infraestrutura, a visão do que entendemos por nuvem mudou para serviços de alto valor que proporcionam inteligência de dados, automatização, mobilidade, segurança e experiência ao usuário. Essa tecnologia, assim, se consolida como sendo um dos pilares principais para as outras tendências que mencionarei adiante. Ainda sobre este tema, a infraestrutura de nuvem se altera para estar cada vez mais próxima ao usuário (edge computing) entregando uma melhor experiência para serviços em tempo real.

Como terceira tendência, trago a automatização em grande escala. A pandemia trouxe à tona algumas fragilidades e oportunidades de melhoria nos processos de trabalho. O uso de tecnologias de machine learning, inteligência artificial (IA) e RPA (Robotic Process Automation) devem ampliar a automatização em todos os níveis das organizações para diminuir os impactos de riscos operacionais, acelerar os processos de trabalho de maneira a adequar-se aos tempos requeridos nos meios digitais e gerar cada vez mais dados confiáveis para um processo ágil de tomada de decisão.

Uma operação distribuída com infraestruturas em nuvem e automatizada traz grandes desafios na segurança, proteção de dados e continuidade dos negócios. Desta maneira coloco como quarta grande tendência a mudança nas estratégias de segurança. Com as novas características, as estratégias baseadas em proteção de perímetros deixam de ser eficazes. A segurança deixa de ser baseada em “onde” e passa a se importar mais em “quem” e “o que” se pode acessar. O uso de tecnologias de gestão de identidades e análises de comportamento para identificação de anomalias baseadas em IA devem ganhar uma adoção expressiva. Adequação às normas como a LGPD dentro deste novo contexto, também impulsionarão essa mudança.

Por fim, estas transformações demandarão conectividade de alta capacidade e baixa latência. Neste sentido, destaco como quinta tendência tecnológica o 5G. Os leilões de frequências adiados no ano passado deverão ocorrer durante o ano de 2021, movimentando os investimentos ao redor desta tecnologia. Colocando essa perspectiva em números, no Brasil, nesta nova década, a chegada do 5G poderá impactar 100 bilhões de dólares no PIB do País, segundo a Anatel e a KPMG.

Nestes números não estamos falando apenas de usuários de telefonia móvel, mas principalmente de serviços que farão uso das características da tecnologia como: baixa latência, capacidade de transmissão, suporte a bilhões de dispositivos e segmentação por tipo de serviço (slicing). O 5G ainda viabilizará nos próximos anos o uso massivo de soluções de IoT e a criação de redes móveis privadas de comunicação, sendo um dos principais pilares para a transformação digital de diversas indústrias.

Estas tendências serão alavancadas por movimentos importantes de mercado que ocorrem paralelamente no Brasil. No setor bancário, a entrada do open banking será um grande acelerador, assim como a popularização dos meios de pagamento digitais a partir do uso do PIX. Grandes cadeias de varejo tornaram-se plataformas de e-commerce e integraram suas operações físico-digital. Setores industriais, como mineradoras e empresas de energia, começaram a utilizar redes LTE privadas para avançar em tecnologias de indústria 4.0 e smart grid.

É fato que a pandemia e todos seus efeitos trouxeram à tona uma nova realidade digital que vai perdurar pelos próximos anos. O distanciamento social físico fez com que ficássemos cada vez mais próximos digitalmente, e o mundo digital é um oceano de possibilidades para aqueles que serão capazes de colher os bons frutos do uso de tecnologia nos mais variados mercados.

 

No Cozinhando para o Jeff: Aprenda a receita do Bacalhau Espiritual

Olivardo Saqui, da Quinta do Olivardo, compartilha dicas para garantir uma deliciosa e econômica refeição com a receita do Bacalhau Espiritual

A Páscoa está chegando e como de costume, o Bacalhau é o prato principal do almoço de domingo. Pensando nisso, o chef Olivardo Saqui, da Quinta do Olivardo, traz a receita do Bacalhau Espiritual, tradicional prato português que faz sucesso no outro continente.

Feito com lascas de bacalhau, a doçura da cenoura e tudo isso atrelado a uma cremosidade sem igual, a típica receita nascida nos anos 40, causa uma explosão de sabores na boca.

“O Bacalhau Espiritual desfaz-se na boca de forma etérea e a textura aveludada configura-lhe o caráter. Isto para não falar do sabor, que nos leva aos céus. Por isso é chamado de “Bacalhau Espiritual” – afirma o chefe.

Ingredientes

400 Gr de bacalhau dessalgado

½ pacote de pão de fôrma sem casca

2 cebolas

5 dentes de alho

1 cenoura ralada

1lt de leite

2 folhas de louro

1 colher de sopa de manteiga

1 colher de sopa de farinha

150 Gr de parmesão

Quanto Basta (QB) azeitona preta

QB tomate cereja

QB Azeite extra virgem

QB de noz moscada ralada

QB salsa

QB pimenta do reino

Modo de preparo

Coloque em uma panela, a manteiga e a farinha, deixe cozinhar e acrescente o leite aos poucos sempre mexendo. Reserve 200 ml de leite para hidratar o pão. Deixe cozinhar até espessar, tempere com sal e noz moscada. Reserve o molho branco.

Coloque para aquecer os 200 ml restantes do leite e em seguida em um recipiente deixe o pão no leite para hidratar.

Em outra panela coloque azeite, alho, cebola, cenoura somente a metade, bacalhau, louro e refogue bem. Acrescente o pão, misture bem, coloque o molho branco e salsa e pimenta, sal se necessário. Monte em refratário, cubra com o restante da cenoura, parmesão, decore com tomate cereja, azeitona. Leve para o forno a 180ºC até gratinar.

Rendimento para 4 pessoas.

… Bom dia! “Que a gente saiba agradecer o pouco para merecer o muito de Deus”!

Trocam de idade hoje: Luiz Epelbaum Cátia Hugueney Cruz, Cláudia Simões,, Ana Paula Gonçalves, Vera Lúcia Fernandes e Francys Rodryguez. Happy birthday!

… A baguete, pão emblemático da gastronomia francesa, será candidata ao patrimônio cultural imaterial da Unesco, informou nesta sexta-feira (26) o Ministério da Cultura francês.

Querida que só, Cátia Hugueney Cruz, comemora hoje mais um aniversário. Happy birthday!

…  Se este reconhecimento for alcançado, a inscrição da baguete “permitiria sensibilizar uma prática alimentar que faz parte da vida cotidiana, partilhada por todos e tida como certa, constitui um patrimônio em si”, afirma um comunicado. A Unesco anunciará sua decisão no final de 2022.

… O ministério lembrou que o número de padarias na França “continua diminuindo, especialmente nas comunidades rurais”. “Em 1970, havia 55 mil padarias artesanais (uma para cada 790 habitantes) em comparação com 35 mil hoje (uma para cada 2 mil), muitas vezes se beneficiando da venda de baguetes produzidas industrialmente”.

O conceituado advogado Luiz Epelbaum comemorando hoje mais um aniversário. Happy birthday!

O termo “baguete” para designar o pão longo e estreito, tão associado à cultura francesa, surgiu no início do século 20.

… Todos os anos, a Unesco inscreve quase uma centena de bens no patrimônio imaterial mundial. Uma das condições de aceitação é que o objeto candidato diga respeito a toda uma comunidade, como é o caso dos padeiros para a baguete. (Fonte: AFP)

Claudia Simões festejando hoje mais um aniversário. Happy birthday!

Confira seleção de receitas que traz aconchego para o coração

Todos sabemos o quão delicioso é provar uma comida que deixa nosso dia mais especial e faz aquele momento valer a pena! Então para deixar esse momento que estamos em casa ainda mais saboroso, Receitas Nestlé fez uma seleção com preparos que vão deixar seu coração confortável e quentinho no café da tarde, uma das refeições mais queridas pelas pessoas. Confira:

Pão Caseiro

Ingredientes
1 quilo de farinha de trigo
3 ovos
3 colheres (sopa) de açúcar
2 colheres (chá) de sal
1 lata de Creme de Leite
4 colheres (sopa) de óleo
1 e meia xícara (chá) de Leite integral
3 tabletes de fermento biológico fresco (45 g)

Modo de preparo

Em um recipiente grande coloque a farinha e faça uma cova no meio. Junte os ovos, o açúcar, o sal, o Creme de Leite, o óleo e misture bem. Dissolva os tabletes de fermento biológico no Leite NINHO morno e junte à massa.

Misture bem e sove por cerca de 10 minutos, até ficar a massa bem macia e lisa.Deixe crescer por 30 minutos. Divida a massa ao meio, coloque em 2 formas de bolo inglês (26 x 10 x 7 cm) e deixe descansar por mais 30 minutos.
Leve ao forno médio (180°C), preaquecido, por 40 minutos ou até dourar.

Bolo de Banana Caramelada

Ingredientes
Calda
1 xícara (chá) de açúcar
6 bananas-nanicas
meia xícara (chá) de água fervente

Massa
1 Leite MOÇA® (lata ou caixinha) 395g
1 medida (da lata) de Leite  Integral
1 colher (chá) de canela em pó
1 xícara (chá) de óleo
3 ovos
3 xícaras (chá) de farinha de trigo
1 colher (sopa) de fermento em pó

Modo de preparo
Calda
Em uma panela de fundo largo, coloque o açúcar.
Leve ao fogo baixo e quando estiver bem dourado, junte a água fervente.
Mexa com uma colher e deixe ferver até dissolver os torrões de açúcar.
Forre com esta calda uma fôrma retangular (23x32cm) untada.
Corte as bananas ao meio, no sentido do comprimento, distribua sobre a calda e reserve.

Massa
Em um liquidificador bata no Leite MOÇA, o leite, a canela, o óleo e os ovos.
Coloque a mistura em um recipiente e junte a farinha e o fermento peneirados, misturando bem.
Despeje sobre as bananas carameladas.
Leve ao forno médio-alto (200ºC), preaquecido, por cerca de 40 minutos ou até dourar. Deixe amornar, desenforme e sirva.


Café Au Lait e Laranja

Ingredientes
2 colheres (sopa) de Creme de Leite
1 cápsula de Café Au Lait
meia colher (chá) de raspas da casca de laranja

Modo de preparo
Em uma xícara grande, coloque o NESTLÉ Creme de Leite decorando as laterais.
Prepare a cápsula de café, conforme as instruções da embalagem.
Polvilhe as raspas de laranja e sirva.

Waffle com Sorvete, Frutas e Mel

Ingredientes
2 ovos
1 e meia xícara (chá) de farinha de trigo
2 bolas de Sorvete Brigadeiro
1 colher (chá) de fermento em pó
5 colheres (sopa) de manteiga derretida (80 g)
banana em rodelas
morangos picados
mel

Modo de preparo
Em um recipiente, misture as gemas, a farinha de trigo, o Sorvete e o fermento em pó até ficar homogêneo.
Acrescente a manteiga e misture bem. Reserve.
Em uma batedeira, bata as claras em neve e incorpore à massa reservada.
Coloque 1 concha da massa em uma máquina de waffle aquecida e deixe até o waffle ficar levemente dourado.
Sirva com as frutas, o Sorvete Brigadeiro e o mel.

Chocolate Quente Nestlé com Paçoca

Ingredientes
160 ml de Leite Integral quente
2 colheres (sopa) de Chocolate Quente
1 paçoca esfarelada

Modo de Preparo
Em um copo, coloque o Leite NINHO e misture o Chocolate Quente. Sirva com a paçoca esfarelada.

 

Neste sábado (27), líderes do setor ensinam a vender pela internet

Evento online com transmissão ao vivo marca o lançamento do livro “Cientista do Marketing”

Diante do impacto e das mudanças no cenário econômico vivenciados desde o início da pandemia, muitos setores e segmentos foram atingidos, porém, no mundo digital muitas oportunidades foram e estão sendo criadas.

Para ver seus negócios alavancarem, muitos empreendedores estão cada vez mais interessados em aprender sobre as inovações, estratégias de vendas e técnicas de sucesso no marketing digital. E, de acordo com os experts no assunto, uma das melhores formas de fazer isso, é aprender com os grandes líderes e profissionais que atuam nesse setor.

No radar da constante inovação, a V4 Company, rede de franquias de marketing digital fundada no Rio Grande do Sul, que implementa e otimiza o processo de vendas pela internet, promove o evento “Cientista do Marketing”, dia 27 de março (sábado), das 13h às 20h, que acontece de forma online (transmissão ao vivo) com a participação dos maiores nomes do marketing digital.

Um dos pontos altos do evento será o lançamento do livro homônimo – “Cientista do Marketing” – que apresenta referências práticas dos quatro pilares requeridos para o bom desempenho de uma estratégia, de acordo com a experiência de sucesso da V4 Company

De acordo com o autor, Dener Lippert, CEO da companhia, a obra é indispensável tanto para os profissionais de marketing, como para o empreendedor e líder que deseja se aprofundar no eixo mais relevante de qualquer empresa: vender mais com menos recursos.

“Uma estratégia de marketing precisa gerar vendas, além de ter excelente repercussão e alcance. Se não resultar em vendas, todo esforço e investimento será em vão. O cientista de marketing digital adota uma posição estratégica na organização, desenvolvendo suas habilidades analíticas na avaliação de todos os dados gerados pelas estratégias digitais. A partir dessas informações, são gerados insights poderosos que irão otimizar sua estratégia de marketing”, declara Dener.

As inscrições para participar estão abertas e podem ser realizadas diretamente na página oficial do evento. Quem adquirir o livro na pré-venda, que já está disponível no link https://bit.ly/3rcKYrh, terá acesso gratuito ao evento. 

Confira a programação do evento “Cientista do Marketing”:

Data: 27/03/2020 (sábado) – ao vivo – online
Horário: das 13 às 20 horas
Inscrições e informações: https://bit.ly/3cjf9ZE
Pré venda do livro “Cientista do Marketing”: https://bit.ly/3rcKYrh

Temas e Participações:
• “Conversão”, por Alfredo Soares (Vtex | Gestão 4.0);
• “Fundamento de Negócios”, por Sandro Magaldi (Gestão do Amanhã, meuSucesso.com);
• “Neurociência aplicada a Marketing e Vendas”, por André L. Souza (Spotify);
• “Tráfego”, por João Victor (Suno | Gestão 4.0)
• “Marketing no Ponto de Vista do Controlador do Mercado”, por Tallis Gomes (Singu, Gestão 4.0);
• “Engajamento”, por Breno Perrucho (Jovens de Negócios);
• “Retenção”, por Bruno Nardon (Rappi, Kanui e Gestão 4.0);
• “Business Intelligence”, por Karine Lago (Microsoft).

 

 

 

Hoje( 26) comemora o Dia Mundial de Conscientização sobre a Epilepsia

Tratamento neuromodulatório traz qualidade de vida a pacientes com epilepsia refratária. Terapia VNS promove a reeducação do funcionamento do cérebro, atuando na melhora do desenvolvimento cognitivo e do padrão emocional do paciente

Mais de 50 milhões de pessoas em todo o mundo sofrem com a epilepsia, uma doença neurológica cujo impacto vai muito além da sua saúde física. Trata-se de uma condição caracterizada por alterações recorrentes da função cerebral, chamadas convulsões ou crises convulsivas, que podem durar alguns segundos ou até minutos.

Segundo o neurocirurgião da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo Dr. Sandro Natali, cerca de 30% a 40% dos pacientes não respondem aos medicamentos e tratamentos convencionais, comprometendo diversos aspectos da vida.

“Nesses casos, chamados de epilepsia refratária, a quantidade de episódios convulsivos pode variar, chegando a ocorrer diversas vezes num mesmo dia para algumas pessoas. E isso provoca um impacto devastador na qualidade de vida do paciente”, destaca.

O médico explica que a epilepsia refratária causa um grande efeito na vida do paciente, interferindo em uma rotina comum, como o trabalho ou a escola. Além disso, a doença carrega um estigma muito forte, o que tende a prejudicar suas relações sociais, gerando disfunções psicológicas.

“Além do comprometimento cognitivo e outros problemas decorrentes da doença, o medo e a vergonha de sofrer convulsões em público levam crianças e adultos ao isolamento, o que contribui para o surgimento de outros distúrbios, como a depressão e a ansiedade, por exemplo”, alerta.

Nesses casos, o acompanhamento multidisciplinar é fundamental e o tratamento dependerá da avaliação individual do paciente.

“A epilepsia tem diversas causas possíveis e pode atuar de maneiras distintas em cada pessoa. Por isso, aqui no Hospital São Camilo, nós criamos um Centro de Referência no tratamento de epilepsias refratárias, reunindo serviços de neurologia, neurocirurgia, neuropsicologia e nutrição, além do acesso às especialidades relacionadas a cada caso em particular sempre que necessário”, frisa o especialista.

Como funciona a Terapia VNS

Em situações que o paciente não responde bem à melhor terapia medicamentosa ou à cirurgia, Dr. Sandro destaca que a indicação está no tratamento neuromodulatório, feito por meio da terapia VNS (Vagus Nerve Stimulation, ou em português Estimulação do Nervo Vago), um artefato que gera impulsos elétricos programáveis.

“O dispositivo é implantado em um procedimento simples e rápido sob a pele na área do peito, com fios que se conectam ao nervo vago no pescoço. A partir daí, ele envia uma corrente por este nervo para o cérebro, podendo reduzir o número de convulsões ou diminuir a gravidade de uma convulsão”, explica o médico.

Essa foi a experiência vivida pela paciente Lara, de 11 anos, que nasceu com um problema grave que a levava ter diversas convulsões diariamente. Seus pais, Michelle e Denilson, contam que, antes de colocar o implante, as dificuldades eram diárias. “Ela sofria muitas crises, o que a tornava uma criança muito magrinha e com o desenvolvimento intelectual bem defasado.”

O procedimento foi realizado no Hospital São Camilo de São Paulo em agosto deste ano e, de lá para cá, foram muitas as melhorias na saúde e, principalmente, na qualidade de vida de Lara.

“No começo fiquei bem apreensiva quanto ao resultado, uma vez que ela fez vários tratamentos medicamentosos, incluindo cinco cirurgias sem grandes resultados, pois o tipo de epilepsia dela é de difícil controle”, detalha Michele, destacando o cuidado e a atenção recebidos pela equipe de especialistas durante todo o tratamento.

Dr. Sandro conta que, em geral, se espera que o ápice da melhora no paciente se dê entre o 3º e 5º ano após o implante, mas o caso de Lara mostrou uma evolução positiva precoce. “Em poucos meses, ela já apresenta uma evolução notável, com uma resposta ao implante melhor do que a média”, comemora.

Ele explica que o VNS funciona como um reeducador do funcionamento do cérebro. “Quando o paciente diminui a quantidade de convulsões, o cérebro consegue voltar a se desenvolver, o que é muito impactante, sobretudo para crianças, que são mais suscetíveis às alterações funcionais provocadas pela epilepsia.”

Essa é uma das principais vantagens do implante, que atua para melhorar o padrão plástico, como protetor das células nervosas e, consequentemente, no desenvolvimento cognitivo e do padrão emocional. “O paciente vivencia uma mudança de vida, através da qual ele terá condições de ter maior autonomia e, efetivamente, viver melhor”, ressalta o médico.

Os pais de Lara revelam que as crises, antes diárias, ficaram muito mais esporádicas. “Tem semana que nem acontece”, vibra a mãe. E finaliza: “Hoje, eu posso dizer que fico muito mais tranquila com o futuro dela, pois sei que vai evoluir cada vez mais”.

Serviço:

Centro de Referência em Epilepsia Refratária da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo

 

Ginecologista esclarece mitos sobre o DIU

Dra. Marcella Marinho tira dúvidas, principalmente das mulheres mais jovens, sobre o contraceptivo

O dispositivo intrauterino (DIU) é um método contraceptivo clássico, seguro, de alta eficácia, longa duração, é facilmente reversível e são essas características que o colocam entre os métodos mais elegíveis para o perfil da mulher moderna. Contudo, algumas mulheres têm dúvidas e acreditam até em alguns mitos sobre seu uso e efeitos colaterais.

A ginecologista Marcella Marinho esclarece que as principais dúvidas das suas pacientes em consultas são se o DIU é abortivo; se ele pode ser sair do lugar; se dói ou atrapalha a relação, se existem chances de engravidar mesmo usando o contraceptivo e se quem nunca engravidou pode usar normalmente.

Segundo a médica, o DIU não é abortivo, pois sua presença dentro do útero causa uma reação inflamatória no endométrio que impede a motilidade dos espermatozoides e, nos dispositivos com hormônios, ocorre também alteração no muco cervical e inibição da ovulação. “A chance do organismo expulsar o DIU é de 4% e geralmente ocorre no primeiro mês do uso. Ele não atrapalha nem deve causar dores na relação sexual. Sua eficácia é uma das mais altas, de 99,2% a 99,8%. E pode ser utilizado por mulheres que nunca tiveram filhos, mas nesse caso é necessário a paciente passar por uma avaliação antes”, completa.

A médica Marcella Marinho é especialista em ginecologia e obstetrícia pela Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia

Ela ainda relata outros questionamentos até peculiares. “Já me perguntaram se o DIU aciona o Raio-X do aeroporto. Não aciona, podem viajar tranquilas. E seguindo essa mesma linha de raciocínio, é seguro fazer ressonância magnética e tomografias computadorizadas. A única situação que definitivamente não é segura é a prevenção de infecções sexualmente transmissíveis (ISTs). Usuárias de DIU, assim como todas as mulheres sexualmente ativas devem saber que apenas os métodos de barreira protegem contra ISTs”, esclarece.

Existe a possibilidade de inserir o dispositivo de forma prática no consultório e sobre a questão da dor, Dra. Marcella esclarece “costuma ser bem tolerada, porém sabemos que a dor se trata de uma resposta muito individual”, pontua.

Quando escolher

Dra. Marcella Marinho aponta que na hora da escolha do método contraceptivo, o ginecologista deve pontuar as principais características de cada método e promover espaço aberto para esclarecer as dúvidas. “Sempre falo para minhas pacientes, ‘a escolha final é sua’, o meu trabalho é orientar sobre as opções que mais se moldam ao seu perfil para atingirmos o objetivo contraceptivo e sempre com a autonomia da paciente respeitada”, reforça.

De acordo com a ginecologista, os dispositivos podem ter hormônios ou serem livres deles, e essa é uma segunda decisão que precisa ser tomada em conjunto no momento da consulta e da avaliação. “Não existe apenas uma decisão correta, mas conhecendo as características de cada um dos contraceptivos, a escolha fica muito mais fácil”, aponta.

Os dispositivos hormonais podem promover a amenorreia, ou seja, o bloqueio da menstruação, um controle da cólica e do fluxo menstrual. Para promover esse efeito, o dispositivo libera pequenas quantidades de um hormônio sintético dentro da cavidade uterina. É importante que as pacientes saibam que nem todas irão ter a menstruação completamente bloqueada e que, dependendo do metabolismo, esse componente hormonal pode causar efeitos colaterais no corpo como inchaço, acne, sangramentos pequenos e irregulares (escapes) e até diminuição da libido. Para as mulheres que praticam atividade física, a possibilidade de dificuldade de ganho de massa magra (músculo) deve ser informada.

Os dispositivos sem hormônio, por sua vez, não causam nenhum tipo de bloqueio ou estímulo dos hormônios naturalmente produzidos no corpo. Portanto, não atrapalham o ganho de massa ou a resposta sexual. Por outro lado, não tratam cólicas ou sangramento. Outro ponto positivo é que os dispositivos sem hormônios são mais baratos. “Eu particularmente fico muito satisfeita com a proposta do DIU de cobre com prata, que já não é mais tão novidade assim, devido a pouquíssima alteração no fluxo menstrual ou cólicas que o DIU de cobre puro pode causar”, detalha.

A médica informa que o DIU de cobre com prata pode ser facilmente inserido durante uma consulta. “Na minha prática, realizamos um preparo com analgésico oral e local, bem como um teste de tolerância à dor. Guiamos o procedimento pelo ultrassom e em menos de 30 minutos, a paciente termina o procedimento sem necessidade de parar suas atividades para uma internação”, relata.

Sobre Marcella Marinho

A médica Marcella Marinho é especialista em ginecologia e obstetrícia pela Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (FEBRASGO). Para mais informações, acesse o perfil do Instagram @dramarcellamarinho, por e-mail [email protected] ou pelo telefone (11) 93429-0805.