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A obrigatoriedade do uso do IDR em instalações elétricas

A norma NBR 5410 é aplicada principalmente em instalações prediais, públicas e comerciais, nas quais funciona como um guia para o profissional da área, pois define os modos corretos e padronizados de realizar serviços e estipula as condições adequadas para o funcionamento usual e seguro das instalações elétricas de baixa tensão.

Segundo a NBR 5410, o interruptor diferencial residual (IDR) é imprescindível e de uso obrigatório durante serviços elétricos, pois funciona como um medidor de correntes de energia, que interrompe e desarma instantaneamente o funcionamento do circuito, caso haja uma fuga de corrente, para proteger contra choques elétricos.

Esse dispositivo deve ser utilizado em locais que estão sujeitos a molhar o usuário ou morador, como banheiro, lavanderia, cozinha, área de serviço, garagem, ou áreas onde exista a presença de umidade.

Seguir as normas de segurança é de extrema importância para a elaboração de um projeto bem dimensionado e instalado. Além disso, é necessário buscar sempre profissionais com capacitação técnica para a execução dos serviços.

Durante as aplicações, é ideal o uso de disjuntores, visto que garantem a proteção da instalação e do cabeamento contra sobrecarga e curto-circuito, como os IDRs, que interrompem a fuga de corrente, e DPS (Dispositivo de Proteção contra Surtos), que protege os equipamentos contra surtos e sobretensões transitórias que possam danificar os equipamentos eletroeletrônicos conectados na residência. Para manter as condições adequadas de funcionamento usual e seguro das instalações elétricas, é preciso realizar periodicamente a manutenção preventiva, seguindo as normas de segurança.

 

Mitsubishi Cup confirma 22ª temporada consecutiva com a realização de 21 provas

Edição 2021 do rally cross-country de velocidade da Mitsubishi Motors começa no próximo dia 10 de abril no autódromo Velocitta em Mogi Guaçu.

No próximo dia 10 de abril, os veículos de competição especialmente produzidos pela Mitsubishi Motors estarão alinhados no pórtico de largada, prontos para levantar muita poeira, tirar as quatro rodas do chão e para oferecer a pilotos, navegadores e equipes uma experiência exclusiva, repleta de velocidade e adrenalina.

A data marca a abertura da 22ª temporada da Mitsubishi Cup, rally cross-country de velocidade promovido pela marca dos três diamantes, que contará com sete etapas e 21 provas nas cidades de Ribeirão Preto, Jaguariúna, Iracemápolis e Cordeirópolis, além de Mogi Guaçu.

Organizada em parceria com a Spinelli Racing, a Mitsubishi Cup é aberta a todos aqueles que curtem acelerar um veículo especialmente preparado, em meio às mais desafiadoras estradas de terra espalhadas pelo Estado de São Paulo.

A competição oferece a pilotos e navegadores a experiência de participarem de um rally que segue os regulamentos estabelecidos pela Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA), tudo em um ambiente familiar e prazeroso.

Com categorias para todos os níveis de participantes, a Mitsubishi Cup é a competição ideal para empresários e profissionais de diferentes áreas, amantes da velocidade, que enxergam o automobilismo e especialmente o rally como um hobby a ser praticado durante os finais de semana. A competição também é uma oportunidade perfeita para aqueles que estão trabalhando para se tornar um piloto ou navegador profissional.

Na temporada 2021, os participantes serão divididos em sete categorias de acordo com o veículo e o nível de experiência em competições do gênero: Outlander Sport R, Outlander Sport R Pró, L200 Triton ER, L200 Triton ER Pró, L200 Triton Sport R, L200 Triton Sport R Pró e L200 Triton Sport RS.

Para participar não é exigida nenhuma experiência prévia de pilotos e navegadores. As categorias “Pró” são condicionadas à participação de, no mínimo, dez veículos inscritos na primeira etapa da temporada.

A cada etapa, os organizadores da categoria também promoverão uma série de atividades paralelas às corridas, como forma de oferecer experiências marcantes para diferentes tribos amantes de esportes, aventura e contato próximo com a natureza.

“A Mitsubishi Cup foi pensada para proporcionar aos participantes o prazer de ser protagonista em um rally, seja como piloto, navegador ou equipe. A competição é a oportunidade perfeita para os participantes descarregarem todo o stress do dia a dia de trabalho, acelerar, desafiar limites e principalmente se divertir”. Afirma Letícia Mesquita A. Oliveira, diretora de marketing da Mitsubishi Motors no Brasil.

“Muito mais que uma competição, a Mitsubishi Cup é um estilo de vida. A confraternização e a troca de experiências entre amantes do mundo do rally, formam o espírito da competição há mais de 20 anos”, complementa a executiva.

A Mitsubishi Motors é a única montadora na América Latina que tem uma linha de produção de veículos de competição. Até hoje, a marca já produziu mais de 650 veículos para as estradas de terra e para as pistas.

Os veículos participantes da Mitsubishi Cup são especialmente produzidos pela marca dos três diamantes, que conta com a expertise técnica da Spinelli Racing, responsável pela organização e por todas as questões técnicas da competição.

“Como responsáveis pela organização do campeonato, nosso trabalho envolve organizar o evento para oferecer o formato mais profissional e prazeroso para pilotos, navegadores e equipes. Nosso objetivo é proporcionar a todos os participantes a legítima experiência de participar de um rally, com todo o respaldo e estrutura que a Mitsubishi oferece”. Afirma Guilherme Spinelli, diretor da Spinelli Racing.

“A cada etapa, nos empenhamos em oferecer o melhor evento de rally possível para competidores e equipes, sejam elas iniciantes ou veteranas, em cada uma das categorias”, complementa Guilherme.

Outra grande novidade para a temporada 2021 da Mitsubishi Cup será a realização de um faclift nos veículos das categorias L200 Triton Sport R e L200 Triton Sport RS, cujos designs estarão alinhados com a nova L200 Triton Sport 2021. A categoria ASX RS passará a se chamar Outlander Sport R e seus veículos também terão o design atualizado em linha com o SUV Outlander Sport.

A temporada também marcará a estreia de uma nova identidade visual da Mitsubishi Cup, que conta com uma nova logomarca e cores que remetem à marca dos três diamantes.

Oportunidade para os novos pilotos

Aos que nunca participaram da Mitsubishi Cup, a Spinelli Racing oferece nesta temporada a possibilidade de locação de um Outlander Sport R. Por meio dela, piloto e navegador têm a oportunidade de participar de uma etapa da categoria no sistema “sit and drive”.

Ao entrar em contato com o time da Spinelli Racing, os participantes passarão por uma experiência completa que contempla um treino exclusivo com o piloto Guiga Spinelli e tudo mais o que for necessário antes, durante e depois da etapa a ser realizada.

Os agendamentos poderão ser realizados pelo e-mail [email protected]

Maior visibilidade para a categoria

Em 2021, a Mitsubishi Cup estará cada vez mais presente na mídia. Isso porque a categoria será amplamente divulgada nas mídias sociais, na TV aberta, nos canais de TV por assinatura e nos principais portais de notícias do mundo off-road.

Por meio de uma parceria firmada entre a Mitsubishi Motors e os principais conglomerados de comunicação atuantes no Brasil como o Grupo Globo, Warner Media, canais ESPN, Band, Discovery e CNN, a categoria marcará presença na mídia no decorrer do ano.

Calendário 2021

Confira abaixo o calendário das provas da temporada 2021 da Mitsubishi Cup:

10 de abril – Mogi Guaçu (Autódromo Velocitta)
22 de maio – Ribeirão Preto
26 de junho – Iracemápolis
31 de julho – Mogi Guaçu (Autódromo Velocitta)
25 de setembro – Cordeirópolis
23 de outubro – Jaguariúna
20 de novembro – Mogi Guaçu (Autódromo Velocitta)
Protocolos de segurança frente à pandemia

Cada etapa será realizada respeitando uma série de protocolos de segurança em relação ao contágio do Covid-19, conforme regulamentação da Confederação Brasileira de Automobilismo.

A temporada 2021 da Mitubishi Cup tem patrocínio de Lubrax-Petrobras, W.Truffi Blindados, Axalta, Banco Itaú, Pirelli, Harman-JBL, Mit Consórcio, Pilkington e Mit Seguros.

Sobre a HPE Automotores

A HPE Automotores do Brasil é a representante oficial da Mitsubishi Motors no País. Tem escritório no coração comercial de São Paulo (SP), fábrica em Catalão (GO) e concessionárias espalhadas por todo o território brasileiro. A empresa está no mercado desde 1991 e, além de produzir e vender veículos de alta qualidade, organiza eventos esportivos com clientes há mais de 25 anos.

 

 

 

L’Oréal Paris anuncia Nidhi Sunil como nova porta-voz internacional

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L’Oréal Paris apresenta a modelo indiana Nidhi Sunil como sua nova porta-voz global. Após formar-se em direito, a Nidhi chegou a atuar no ramo ambiental, mas deixou sua carreira de advogada para dedicar-se ao universo da moda em 2011, resultando em grandes campanhas de títulos nacionais e internacionais como Vogue, Elle, Harper’s Bazaar e Maxim.

Nascida em Kerala, na Índia, a modelo, atriz e ativista comemora a parceria de sucesso com L’Oréal Paris e ainda reforça o porquê ingressou no time na gigante da beleza: “Estou extremamente feliz em fazer parte disso! Defendo que quando falamos de nós mesmos, devemos acreditar em todo o nosso sucesso, mesmo que os outros digam o contrário. Para mim, a beleza está no poder de nossas vozes e também se reflete em nossa presença aqui neste mundo. Cada história é digna para ser ouvida. Nosso valor é um direito inato”, comenta Nidhi, que estará em sua primeira campanha global de L’Oréal Paris em março.

“A família L’Oréal Paris está encantada em receber Nidhi Sunil como porta-voz. De advogada para modelo, atriz para ativista, ela usa toda sua energia e flexibilidade para defender as questões raciais e de gênero, lutando para que as mulheres sejam mais valorizadas e respeitadas como os homens. Ela é perfeita para levar nossa mensagem de marca que toda mulher vale a pena”, diz Delphine Viguier-Hovasse, presidente global de L’Oréal Paris.

Carreira

Depois de desligar-se do Direito, ela começou a modelar e foi estrela da capa de revistas femininas internacionais como Elle, Vogue, Harper’s Bazaar e outros títulos relevantes. Em paralelo, iniciou a carreira de atriz em Bollywood. Sua estreia no cinema veio em 2013, no filme Gangoobai, e seguiu com notoriedade em seu papel como Samira, em Kaash exibido em 2015. Em 2017, sua carreira atingiu um degrau relevante ao ser eleita Modelo do Ano pela revista Vogue Índia. Desde então, ela transformou seu sucesso em um meio de campanha para tratar as questões que defende.

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Combate ao racismo

Nidhi tornou-se uma voz influente na luta contra o preconceito e a discriminação racial. A modelo já sofreu bullying quando ainda estudava, presenciou ataques racistas na internet e vivenciou episódios de racismo na indústria da moda e do cinema – chamando a atenção para a obsessão por pessoas claras em uma sociedade de peles negras.

Recentemente, ela participou como palestrante do festival global Women of the World Teen Summit: No Shade, debatendo assuntos relacionados ao racismo e colorismo, abrindo diálogos e fazendo com que as pessoas criem consciência sobre essas questões.

Grito ao genocídio

A principal mensagem de L’Oréal Paris é que toda mulher vale a pena. Isso soma-se ainda mais à luta de Nidhi, que batalha pelo fim da violência contra meninas vulneráveis.

Sua determinação pelo alerta desta questão reflete em seu papel como embaixadora e membro do conselho consultivo da ONG americana Invisible Girl Project – que trabalha contra a discriminação de gênero sexual, negligência e violência desproporcional. Recentemente, realizou a produção de um filme que compartilha histórias de meninas resgatadas pelo tráfico, abuso e violência para aumentar a conscientização sobre o assunto. Como porta-voz, Nidhi foi convidada a apresentar o conteúdo para as Nações Unidas, reforçando ainda mais sua causa social que mulheres devem ser consideradas tão importantes quanto homens.

Sobre L’Oréal Paris

Em mais de 120 países, a assinatura L’Oréal Paris se desenvolve em torno da filosofia de inovar e oferecer ao maior número de consumidores possível os produtos mais eficientes, ao melhor preço. Uma filosofia que incorpora a pesquisa, através de seus laboratórios, e o desejo de democratizar a expertise profissional. Líderes em nosso campo, temos por objetivo fornecer a maior gama de produtos possível, que traduza o mundo rico e diversificado em que vivemos.

Le Creuset lança aventais e luvas exclusivas

Produtos oferecem proteção máxima e tornam os preparos ainda mais especiais.

Avental do chef Por: R$389,00.

Le Creuset apresenta aventais e luvas exclusivas, feitos 100% de algodão e totalmente laváveis na máquina. Os três novos itens vêm como complemento ao extenso portfólio da Le Creuset, garantindo a segurança na hora dos preparos. O Avental do Chef, a Luva de Algodão e a Luva Dupla já estão disponíveis no e-commerce da marca e nas lojas físicas de todo o Brasil, por período limitado ou enquanto durarem os estoques (www.lecreuset.com.br).

O Avental do Chef conta com bolsos laterais e frontais, possibilitando que o usuário tenha sempre em mãos os utensílios necessários para tornar o preparo mais prático. Além disso, conta com ajuste na alça de pescoço, que garante um vestir mais confortável e adequado para a altura.

As Luvas de Algodão foram projetadas para oferecer total segurança ao usuário na cozinha. São fabricadas com um ímã embutido, que ajuda a mantê-las sempre ao alcance. Já as luvas duplas proporcionam proteção máxima ao transferir panelas, frigideiras e bandejas quentes a locais de temperaturas extremas, como fornos e fogões.

 

 

 

Proteção Animal Mundial comemora o reconhecimento de dois novos locais como Patrimônio das Baleias

Foto: Pixabay

Tenerife-La Gomera, de Tenerife (Espanha), e Dana Point, da Califórnia (Estados Unidos), recebem o título de primeiro Whale Heritage Sites

Proteção Animal Mundial comemora um passo importante para a proteção da vida silvestre: Tenerife-La Gomera, de Tenerife (Espanha), e Dana Point, da Califórnia (Estados Unidos), recebem o título de primeiro Whale Heritage Sites (Local de Patrimônio das Baleias) na Europa e nas Américas, respectivamente. Além dessas localidades, existem apenas dois outros patrimônios das baleias no mundo: The Bluff, na África do Sul, e Hervey Bay, na Austrália.

Apoiado pela Proteção Animal Mundial, o Whale Heritage Sites é um modelo de acreditação global desenvolvido pela World Cetacean Alliance. O objetivo da iniciativa é reconhecer destinos que oferecem a observação responsável e sustentável de baleias e golfinhos selvagens. Dessa forma, é possível oferecer à indústria do turismo uma maneira de proteger a vida silvestre marinha e ainda apoiar práticas sustentáveis.

Crédito da imagem: Capt. Dave’s Dolphin & Whale Safari

“Esses novos locais do patrimônio das baleias são muito importantes na proteção da vida selvagem, pois apresentam uma alternativa viável e sustentável às atividades de entretenimento com animais. Essa conquista também ajuda os operadores turísticos a oferecer uma experiência inesquecível de observação de baleias na natureza e, ao mesmo tempo, proteger o bem-estar da fauna marinha”, explica João Almeida, gerente de vida silvestre da Proteção Animal Mundial no Brasil.

Para se qualificar para esta acreditação global, os locais devem atender a critérios pré-definidos que reconhecem seu compromisso com a conservação de cetáceos por meio de interações responsáveis com os animais silvestres. Isso inclui: estimular a coexistência respeitosa entre humano e cetáceos; observar os animais; praticar a sustentabilidade ambiental, social e econômica; pesquisar, educar e conscientizar.

Tenerife-La Gomera é, há muito tempo, um local conhecido por oferecer aos visitantes a possibilidade de assistir baleias e golfinhos em seu habitat natural. A certificação de Whale Heritage Sites reconhece o compromisso da comunidade em respeitar esses animais. Atualmente, existem 28 espécies de cetáceos encontradas nas águas da ilha – a maioria é sazonal, mas entre as espécies que são residentes locais estão as baleias-piloto de barbatana curta, cachalotes e golfinhos nariz-de-garrafa.

Crédito da imagem: Fracis Pérez

Já Dana Point é chamada de “Capital Mundial da Observação de Golfinhos e Baleias” (em inglês, Whale Watching Capital of the World®) e é um dos melhores lugares para observar a magnífica baleia-azul. A região também conta com uma grande variedade de baleias o ano todo e é o local com mais golfinhos por quilômetro quadrado em todo o mundo.

Para mais informações sobre turismo consciente acesse aqui.

Sobre a Proteção Animal Mundial (World Animal Protection)

A Proteção Animal Mundial (anteriormente conhecida como Sociedade Mundial para a Proteção Animal) mudou o mundo para proteger os animais por mais de 50 anos. A organização trabalha para melhorar o bem-estar dos animais e evitar seu sofrimento.

As atividades da organização incluem trabalhar com empresas para garantir altos padrões de bem-estar para os animais sob seus cuidados; trabalhar com governos e outras partes interessadas para impedir que animais silvestres sejam cruelmente negociados, presos ou mortos; e salvar as vidas dos animais e os meios de subsistência das pessoas que dependem deles em situações de desastre.

A organização influencia os tomadores de decisão a colocar os animais na agenda global e inspira as pessoas a mudarem a vida dos animais para melhor. Para mais informações acesse: www.protecaoanimalmundial.org.br.

 

 

 

 

Austrália está em guerra contra Google e Facebook

A proibição do gigante da tecnologia de os australianos procurarem notícias em sua plataforma sugere que o controle equitativo das reportagens internacionais é um trabalho em andamento, compartilhou Bruna Boner.

O Facebook proibiu os australianos de encontrar ou compartilhar notícias em sua plataforma , em resposta a uma proposta do governo australiano de exigir que as redes de mídia social paguem às organizações de jornalismo por seu conteúdo. A mudança já está reduzindo o número de leitores online de sites de notícias australianos.

Semelhante ao que aconteceu quando o Facebook suspendeu a conta de Donald Trump em janeiro , a briga com a Austrália está novamente levantando o debate em torno do enorme controle das redes sociais sobre o acesso das pessoas à informação. O primeiro-ministro da Austrália, Scott Morrison, diz que seu país “ não será intimidado ” por uma empresa americana de tecnologia, mostrou Bruna Boner.

Minha pesquisa na história da política da mídia internacional tem mostrado que um punhado de países ricos há muito tempo exerceu influência indevida sobre a forma como o resto do mundo fica suas notícias.

O Facebook tem 2,26 bilhões de usuários, e a maioria deles mora fora dos Estados Unidos, segundo Bruna Boner. Índia, Indonésia, Brasil, México e Filipinas são os lares da maioria dos usuários do Facebook fora dos EUA

A participação do Facebook no mercado global de mídia social é impressionante, mas a empresa não está sozinha. Oito das 11 empresas de mídia social mais populares do mundo estão sediadas nos Estados Unidos . Isso inclui o YouTube e o Tumblr, bem como o Instagram, que é propriedade do Facebook.

A concentração geográfica da tecnologia da informação coloca esses bilhões de usuários de mídia social não americanos e seus funcionários do governo em uma posição subserviente.

As decisões de negócios da Big Tech podem ditar com eficácia a liberdade de expressão em todo o mundo.

A dependência da mídia estrangeira tem sido um problema no Sul Global – os chamados países em desenvolvimento com uma história comum de domínio colonial.

Tudo começou, de muitas maneiras, 150 anos atrás, com o desenvolvimento dos serviços de notícias – os atacadistas de notícias que enviam correspondentes ao redor do mundo para entregar histórias por meio de fio aos assinantes. Cada serviço registrava notícias nas respectivas colônias ou esferas de influência de seu país de origem , de modo que a Reuters da Grã-Bretanha arquivava histórias de Bombaim e da Cidade do Cabo, por exemplo, e da Havas da França, de Argel.

Essas empresas monopolizaram o mercado global de produção de notícias, gerando a maior parte do conteúdo que as pessoas no mundo inteiro lêem na seção internacional de qualquer jornal. Isso significava, por exemplo, que um boliviano lendo sobre acontecimentos no vizinho Peru receberia notícias de um correspondente americano ou francês.

De acordo com Bruna Boner, os monopólios de notícias das antigas potências coloniais continuaram no século XX. Alguns países latino-americanos, como Argentina e México, desenvolveram seus próprios jornais fortes que noticiavam eventos locais e nacionais, mas não podiam enviar muitos correspondentes ao exterior.

Na década de 1970, as agências de notícias do Atlântico Norte ainda forneciam até 75% das notícias internacionais impressas e transmitidas na América Latina, de acordo com minha pesquisa.

Separadamente, muitos líderes mundiais fora dos Estados Unidos e da Europa também temiam que essas potências estrangeiras interviessem nos assuntos internos de seus países, usando secretamente a mídia de seus países.

Isso aconteceu durante a Guerra Fria. Na preparação para um golpe apoiado pela CIA em 1954 na Guatemala, a agência secretamente usou as ondas de rádio guatemaltecas e plantou notícias locais para convencer os militares e o público guatemaltecos de que a derrubada de seu presidente eleito democraticamente era inevitável.

Depois da Guatemala, no final dos anos 1950 e início dos anos 1960, muitos líderes do “terceiro mundo” – países que não se alinharam nem com os EUA nem com a União Soviética – começaram a criar notícias e serviços de rádio próprios.

O líder cubano Fidel Castro criou um serviço de notícias internacional estatal, Prensa Latina, para permitir que os latino-americanos “ saibam a verdade e não sejam vítimas de mentiras ”. Ele também criou a Rádio Havana Cuba, que transmitia uma programação revolucionária nas Américas, inclusive no sul dos Estados Unidos. Essas eram agências governamentais, não organizações de notícias independentes.

Os líderes do Sul global também queriam moldar o retrato internacional de seus países. Os serviços de notícias do Atlântico Norte freqüentemente retratam o terceiro mundo como atrasado e caótico, justificando a necessidade de intervenção externa, mostra Cristina Boner.

Tomando o controle

Bruna Boner mostra que os líderes do Sul global também não tinham acesso total à tecnologia de comunicação, especialmente satélites, que eram controlados pelos Estados Unidos e por organizações dominadas pelos soviéticos.

Na década de 1970, os líderes do Sul Global levaram suas preocupações sobre as desigualdades de informação à UNESCO , fazendo lobby por regulamentações obrigatórias das Nações Unidas que proibissem as transmissões estrangeiras diretas por satélite. Foi uma busca quixotesca para persuadir as potências dominantes a abrir mão de seu controle sobre a tecnologia de comunicação, e eles não foram longe.

Mas essas propostas de décadas reconheceram os desequilíbrios nas informações globais que permanecem até hoje.

Nas últimas décadas, outros países criaram suas próprias redes de notícias com o objetivo expresso de desafiar representações tendenciosas de suas regiões.

Outra é a TeleSur, fundada pela Venezuela em parceria com outras nações latino-americanas em 2005, que visa contrabalançar a influência dos EUA na região. Foi criado após a tentativa de golpe de 2002 contra o presidente venezuelano Hugo Chávez, que teve o apoio do governo dos Estados Unidos e de poderosas emissoras venezuelanas .

Por que a mídia é importante

Os meios de comunicação patrocinados pelo estado enfrentaram acusações – algumas bem fundamentadas – de cobertura tendenciosa em favor de seus patrocinadores governamentais. Mesmo assim, sua existência ressalta que importa onde a mídia é produzida e por quem.

A pesquisa sugere que essa preocupação se estende às mídias sociais, explicou Cristina Boner. O Facebook e o Google, por exemplo, produzem algoritmos e políticas que refletem as ideias de seus criadores – que são principalmente brancos, homens e moram no Vale do Silício, Califórnia.

Bruna Boner mostra que um estudo descobriu que isso pode resultar em resultados de pesquisa racistas ou sexistas em mecanismos de pesquisa. Uma investigação do ProPublica de 2016 também descobriu que o Facebook permitia que os anunciantes de habitação tivessem como alvo os usuários com base na raça, violando o Fair Housing Act de 1968.

Tudo isso levanta dúvidas sobre se o Facebook, ou qualquer empresa internacional, pode fazer regras regulando o discurso que sejam igualmente apropriadas em todos os países em que operam. Um conhecimento profundo da política e da cultura nacional é necessário para entender quais contas são perigosas o suficiente para suspender, por exemplo, e o que inclui desinformação .

Enfrentando essas críticas, em 2020 o Facebook montou um conselho de supervisão independente , coloquialmente referido como a Suprema Corte. Composto por especialistas em mídia e jurídicos de todo o mundo, o conselho tem uma composição verdadeiramente diversificada. Mas sua missão é defender uma “constituição” elaborada pela empresa americana, avaliando um punhado de recursos às decisões de remoção de conteúdo do Facebook.

A luta atual do Facebook com a Austrália sugere que o controle equitativo das notícias internacionais continua sendo um trabalho em andamento.

 

 

Dica de Happy Hour: Crocante de Mozzarella Búfalo Dourado

Depois de tanto tempo em casa, as ideias para inovar na cozinha começam a ficar   escassas. Para ajudar a levar mais sabor para aquele fim de tarde em família, a Búfalo Dourado traz uma receita exclusiva e deliciosa de “Crocante de Mozzarella” do Bistrô Charlô – uma opção prática e bem fácil de preparar. Confira os detalhes abaixo:

Ingredientes:

500gr – Mozzarella Búfalo Dourado em barra

1 pacote – Massa de Harumaki (rolinho primavera)

½ maço – Manjericão

QB – Sal

QB – Pimenta do reino branca em pó

1,2L – Óleo para fritura

Modo de Preparo

Cortar tiras de Mozzarella em tamanhos de 2cm de largura por 6cm de comprimento, se preferir menor também é possível, porém se fizer maior pode dificultar a fritura depois.

Levar as tiras de queijo para um recipiente e temperar com sal pimenta e o manjericão picado.

Separar as folhas de harumaki em uma bancada, cortá-las ao meio e sobrepor uma metade na outra colocando gotas de água nas pontas para colar as massas uma na outra.

Dispor uma tira de queijo em cada massa já cortada e colada, enrolar puxando as sobras de massa laterais para dentro a cada volta completa do queijo, para manter o queijo bem protegido por massa para não vazara durante a fritura. Fazer o processo com todas as tiras e sempre colando com pouca água no final de cada rolinho para manter a massa fechada. (usar nas laterais caso ela vá se desprendendo.

Manter todos os rolinhos já fechados em geladeira e ao mesmo tempo aquecer uma panela de óleo suficiente para fritar ao menos 6 tiras por vez. Testar a temperatura do óleo com algum pedaço de massa e então ir fritando de 6 em 6 sempre tirando da geladeira e fritando diretamente. Pode ser mantido em freezer também caso o queijo derreta muito rápido e a massa não doure.

Com as tiras fritas escorrer bem o óleo em papel absorvente e servir em temperatura morna.

Ideal como aperitivo e pode ser servido com uma geleia de pimenta, ou molho agridoce. Mas também fica ótimo em uma salada.

Tempo de preparo 1h30  Rendimento: 10 porções   Dificuldade: Baixa

Oito dicas de como montar jardins em pequenos espaços

Foto Pexels

Especialistas em jardinagem do GetNinjas dão dicas para deixar imóveis menores mais floridos e até com hortas

Apaixonados por jardinagem que moram em apartamentos ou casas pequenas não precisam desistir de criar o seu próprio espaço verde. O técnico agrícola Vinicius de Souza Lima e o paisagista Alessandro Marcos Tavares,  separaram algumas dicas para fazer jardins em imóveis com pequenas metragens. “Não existe mais restrição de tamanhos para fazer um jardim hoje em dia. Nós temos muitos recursos”, explica Vinícius. “Eu tenho uma cliente que construiu um jardim debaixo da pia do lavabo com uma medida de apenas 20×40 cm. É preciso ter criatividade”, conta Alessandro.

Confira:

O espaço:
O primeiro passo a tomar é escolher o ambiente a ser montado o jardim.

Tipos de plantas:

Antes de iniciar o projeto é preciso identificar quais os tipos de plantas são mais aptas para o local escolhido. O ambiente inadequado prejudica o desenvolvimento delas:
– Para ambientes fechados e sem iluminação são preferíveis as plantas de sombra como zamioculca, pacová e antúrios, que dão flores;
– Para ambientes fechados com iluminação artificial, escolha as plantas de sombra ou meia sombra como maranta e rafis;
– Para ambientes abertos que recebem a luz do sol apenas na parte da manhã, o ideal são as plantas de meia sombra como samambaia, orquídea, bromélia e peperômia;
– Os ambientes abertos que recebem a luz do sol o dia todo pedem as plantas de sol pleno como azaleia, icsória e camarão amarelo.

Medidas:
Verifique o tamanho atual da planta e a tendência de crescimento. Dependendo da espécie, um vaso não vai suportar, e a raíz da planta pode não crescer de forma correta.

Vasos:
Existem muitos tipos de vasos como os cilíndricos, cônicos, polietileno, cimento, barro e os meia lua que já vêm com suporte para prender na parede, o que facilita muito quando o assunto é decoração.

Jardim Vertical:
As jardineiras e o jardim vertical, que têm opções como as de tela e bolsa viva, são boas escolhas para espaços pequenos. Assim como as treliças de madeira, que podem ser adaptadas a espaços como banheiros e halls de entrada.

Horta:
Em locais pequenos também é possível construir uma horta. Os temperos são os mais escolhidos para ambientes com pouca luminosidade, já que as hortaliças dependem de um período maior de exposição ao sol. Em contrapartida, não é recomendado plantar frutas, pois as plantas que dão frutos são de pleno de sol e precisam de um espaço maior para se desenvolverem.

Plantas e pets:
Caso tenha animais ou crianças na casa, evite plantas com espinhos, como as roseiras, e as venenosas, como comigo-ninguém-pode.

Próximos passos:
Depois de pronto, use adubos químicos a cada 45 dias, observe a umidade, remova as folhas murchas e amareladas. O cuidado com a irrigação e controle de possíveis pragas são fundamentais.

Empresas de turismo que estão prestes a realizar IPO em 2021

 *Marcelo Linhares, CEO da Onfly – Viagens Corporativas

O ano de 2020 foi péssimo para o setor de turismo. Com a pandemia de Covid-19 cidades inteiras fecharam suas barreiras, voos foram cancelados e remarcados.

A principal empresa de turismo de capital aberto na B3, a CVC, viu seu valor de mercado cair mais de 50%, e companhias aéreas como Azul e GOL, também listadas na B3, caíram em média 35%, depois de quase 85% de queda no auge, em março de 2020.

A retomada do setor está sendo gradual, curiosamente as viagens a lazer retornaram mais rápido, enquanto as empresas ainda enxergam muito risco em colocar os colaboradores em viagens.

Mas, já dá para prever que as empresas que estão saindo mais fortes da pandemia são essencialmente as de tecnologia que atuam no setor de turismo e que podem aproveitar a euforia do mercado e abrir capital ainda em 2021, seguindo a boa fase das empresas de tecnologia que abriram capital recentemente, como Enjoei, Meliuz, Mosaico e Locaweb, e do Airbnb, empresa de compartilhamento de quartos, que abriu capital em dezembro do ano passado em NASDAQ e já valorizou 47% em pouco mais de dois meses.

É importante ressaltar que nunca o mercado brasileiro esteve tão otimista com empresas de tecnologia, portanto, empresas do setor de turismo que desejam algum sucesso no mercado de capitais precisam contar uma história muito mais de “tech” do que de turismo, essencialmente.

Veja as quatro apostas de empresas de tech e turismo que podem abrir capital ainda este ano:

123Milhas

A 123Milhas é a principal aposta do setor, com investimento massivo em mídia, tanto on-line, quanto off-line em TVs e, principalmente, mídia aeroportuária (eles estão com ações em mais de 25 aeroportos do Brasil). Segundo a SimilarWeb, o tráfego da 123Milhas já se aproxima da Decolar, empresa que em 2019 realizou entre R$ 7 a R$ 9B em reservas apenas no Brasil.

A favor da 123Milhas, pesa uma excelente reputação do Reclame AQUI, um aumento de inventário – agora a companhia está distribuindo, além de passagens aéreas, também hotéis, seguros e carros – e o fato da empresa não ter demitido ninguém na pandemia, pelo contrário, contratou novas pessoas, inclusive, o novo VP de gestão da companhia é ex-CEO da BH Airport, sinalizando que a empresa está investindo no amadurecimento de sua gestão para uma eventual abertura de capital.

Estima-se que a 123Milhas chegue ao final de 2021 com um volume de vendas aproximado de R$ 3B, com um take rate médio de 16%, o que daria para a empresa uma receita aproximada de R$ 480 milhões.

Para fins de comparação, no ano que antecedeu o IPO (Initial Public Offering – oferta pública inicial) da Enjoei, em 2019, a empresa apresentou uma receita de R$ 53 milhões.

Em termos de tamanho e porte, a 123Milhas talvez seja a empresa mais preparada para realizar o IPO, resta saber se os atuais acionistas entendem se agora é o momento para fazer este movimento ou se vale a pena crescer ainda mais e abrir capital em 2022.

Hurb

O Hurb pode ser a empresa que esteja mais sendo “pressionada” a fazer um IPO, isto porque a empresa passou por um grande conflito entre os investidores e os fundadores entre 2015 e 2017 e, no acordo firmado, os investidores ficam com 30% de todo o valor de uma eventual venda ou IPO da empresa até 2024.

Em 2020, mesmo o ano sendo muito ruim para o turismo, segundo dados publicados no próprio LinkedIn da empresa, embora não auditados, a empresa fez R$ 1,9B em reservas (gross booking volume), entre hotéis e pacotes turísticos, principalmente.

A empresa também contratou mais pessoas em 2020, continua acelerando seu projeto de internacionalização e já está com 723 pessoas no time (e com vagas abertas).

MaxMilhas

A MaxMilhas foi a primeira OTA (Online Travel Agency) do mercado a fomentar fortemente compra e venda de passagens aéreas com milhas e ainda é uma das maiores do mercado.

Estima-se que a empresa mineira deve realizar em 2021 algo próximo de R$ 1,5B com um take rate médio de 20%.

A MaxMilhas deve se beneficiar de um consumidor muito mais digital pós-pandemia e de uma retomada muito mais rápida para destinos domésticos, nicho em que a companhia sempre foi mais forte.

O que pesa contra a empresa mineira é a desconfiança de eventuais investidores sobre a perpetuidade do modelo de passagens aéreas com milhas, que publicamente as companhias aéreas tentam acabar.

Por outro lado, a empresa pode otimizar todo seu tráfego para oferecer outros conteúdos, como hotéis, carros, pacotes e seguros, muito na linha do que a 123Milhas está fazendo.

ViajaNet

Por ter recebido uma série de investimentos de capital de risco, ainda no início da operação, a ViajaNet, uma das primeiras OTAs do Brasil, talvez seja a companhia que esteja mais “apta” para um IPO, pensando na parte de governança tributária e contábil.

Em 2019 a empresa anunciou R$ 1,1B em volume de reservas e publicamente já informou que atingiu o breakeven (equilíbrio entre despesas e receitas).

No ano passado, especificamente em dezembro, por conta da pandemia, a empresa anunciou uma nova captação de $ 6,5M dos investidores atuais para recomposição de caixa, e no total a empresa já captou, segundo a Crunchbase, aproximadamente U$ 25M.

Dependendo de como a empresa se comportar nos primeiros nove meses do ano, ela pode ainda protocolar o pedido de IPO na CVM (Comissão de Valores Mobiliários) este ano, sobretudo, apoiado na grande euforia dos investidores em empresas de tecnologia.