Show Aquarela do Brasil traz rei Momo, bonecos de Olinda e bois-bumbás para o País Mais Divertido do Mundo
As cores do carnaval brasileiro chegam ao Parque Temático Hopi Hari, nesta quinta-feira, 11, com a atração Aquarela do Brasil. As nuances que essa festa ganha nas diferentes regiões do país se materializam em personagens marcantes, conhecidos de outros carnavais. O show itinerante acontece de quinta a domingo, com quatro sessões por dia.
Mais do que proporcionar um pouquinho das vivências carnavalescas, Aquarela do Brasil é uma forma de valorizar diferentes manifestações culturais: “Com as comemorações de Carnaval canceladas em muitos lugares, tivemos a ideia de juntar várias tradições dessa festividade que acontece pelo País em um só lugar, em uma só história”, explica o diretor artístico do Parque, Rogério Barbatti.
A ideia é que o espetáculo – encenado ao ar livre – seja uma experiência para toda a família, conta Barbatti: “O nosso objetivo é envolver os visitantes em uma experiência interativa. Além de se divertir, as pessoas poderão adquirir conhecimento sobre essas culturas centenárias a partir de suas figuras típicas, por exemplo, bonecos de Olinda, os bois Garantido e Caprichoso, canções e danças populares.”
Crédito: Anderson Torres
História
No ano em que o Carnaval tirou férias no Brasil, país que faz fronteira com Hopi Hari, as figuras mais conhecidas dessa celebração decidem descansar. E, para isso, partem rumo ao País Mais Divertido do Mundo e descobrem que, além da folga, podem matar a saudade da energia que só o povo de seu país de origem proporciona – e com toda a segurança.
Uma cantora cheia de brasilidade, de voz marcante e sorriso encantador, é uma das ´hóspedes’ de Hopi Hari que chega para personificar a magia da festa, em um encontro para lá de divertido com ‘entes folclóricos’ do carnaval, como o Malandro Carioca, os bois-bumbás Garantido e Caprichoso, a famosa Baiana e o rei Momo – cujo coração já começa a bater mais forte ao se deparar com a alegria e beleza da moça.
Covid-19
Vale ressaltar que o Hopi Hari continua operando com redução de capacidade de público, conforme todos os protocolos de segurança anticovid-19, disponíveis aqui. Lembrando ainda que o uso de máscara de proteção é obrigatório durante toda a visita, bem como o cumprimento das normas de segurança já mencionadas.
Crédito: Anderson Torres
Aquarela do Brasil
A atração segue até o dia 7 de março, com sessões às 15h30, 16h30, 17h30, e 18h30* – passando pelas principais áreas de Hopi Hari: Mistieri, Aribabiba, Wild West e Kaminda Mundi, respectivamente. O visitante poderá consultar informações sobre horários e locais em informativos disponíveis no próprio Parque. Para mais informações sobre Passaportis visite o site, ou entre em contato com a Central de Vendas, no telefone (11) 4210 4000. Vale ressaltar que o Parque funciona de quinta a domingo, das 11h às 19h.
Serviço
Aquarela do Brasil – Hopi Hari
Data: de 11 de fevereiro a 7 de março
Horário de funcionamento do Parque: 11h às 19h
Horários da atração*: 15h30 l 16h30 l 17h30 l 18h30
Local: Rodovia dos Bandeirantes, km 72, Moinho, Vinhedo (SP) – Mapa aqui
Central de Vendas: (11) 4210 4000
Serviço de Atendimento: (11) 4290 0333
* Sujeito a alteração sem aviso prévio
Maior feira de tecnologia do mundo, a Consumer Electronics Show (CES), apresentou novidades que em breve devem ser implementadas
Por Natasha de Caiado Castro*
A pandemia deixou 20% do planeta – 1,6 bilhões de jovens em idade escolar – olhando obrigatoriamente para seus professores através de uma tela. Em um universo em que o entretenimento é oferecido pelo storytelling de Hollywood e totalmente “on demand” e onde games transportam a universos paralelos por avatares e XR (Exponential Reality), os professores, que já tinham dificuldade de retenção da atenção em uma sala de aula, do dia para a noite, sem preparo, sem recursos e no susto foram levados a brigar pela atenção e foco da sua audiência. Netflix, games, mídias sociais ou aulas de Física, Química ou Matemática?
A CES (Consumer Electronics Show), maior feira de tecnologia do mundo, depois de 54 anos de existência, teve em 2021 sua primeira edição digital e, neste ano, trouxe várias questões e soluções que mostram um “blue ocean” para investidores e empreendedores em busca de oportunidades criadas pela pandemia.
Estudos apresentados por Michael Mae, um dos dinossauros fundadores do Vale do Silício – região onde a Wish International possui um de seus quatro escritórios – mostram que a indústria de ensino a distância movimentava 500 mil dólares em 1990. Antes da pandemia, este número já estava em 207 milhões e a projeção é de que o segmento irá atingir 404 milhões de dólares até 2030.
Atualmente, em todo mundo, existem 32 unicórnios de educação (empresas que valem mais de 1 bilhão de dólares) – sendo 14 nos Estados Unidos, 13 na China e cinco no restante do mundo. Em 2020, a indústria de educação movimentou 7 trilhões de dólares e projeta-se aumentar mais 2 trilhões até 2024 – sendo 1 trilhão para ensino digital.
E de onde vêm esses números?
A melhoria da qualidade de vida aumentou em pelo menos 30 anos a expectativa de vida, certo? Quando eu nasci, um “velho” de 45 anos precisava de segurança no trabalho e já estava se preparando para aposentadoria. Hoje começamos a buscar o platô nessa idade e isso quando não mudamos totalmente de profissão, certo?
Antes, uma criança entre 0 a 5 anos, brincava, de 5 a 25, aprendia, de 25 a 65, trabalhava e, aos 65 se aposentava. Hoje, a previsão é que a obtenção de conhecimento inicie já nas primeiras fases e perdure para sempre, com expectativa de vida muito maior. As salas de aula de Stanford estão lotadas de pessoas com mais de 80 anos. Eu, que também sou uma estudante da instituição, me sento no fundo das classes para me divertir contando as cabeças brancas x cabeças não brancas. Frequentemente as brancas estão em maioria, o que transforma em exponencial o tamanho do público potencial.
Catlin Gutekunst, Diretora da Creativity Ink, também do Vale do Silício, empresa de tecnologia de voz que tem Siri e Alexa como alguns clientes, levanta algumas tendências: serão 8,4 bilhões de devices respondendo a controle de voz até 2024 e esse crescimento é justificado, pois a tecnologia diminui a fricção. O estudante pergunta para seu telefone que horas a biblioteca fecha ao invés de pegar o laptop, abrir a página da escola, buscar biblioteca, ler um monte de textos até chegar à informação de horário de funcionamento.
As novas tecnologias também ensinam administração do tempo com lembretes do que precisa ser entregue, quando e como. Inteligência virtual permite que os sistemas de buscas de informações sejam mais eficientes, trazendo dados exatos e dando independência ao estudante. Ele se transforma em pseudo auto didata e, o professor, em curador de conteúdo. Uma espécie de “guarda de trânsito” nos canais de internet, também tendo que se reinventar e ressignificar o papel do mestre.
Outras ferramentas são a holografia que traz a narrativa para dentro da casa do aluno, o gaming que, aliado ao conteúdo, transforma o ensino em invisível – aprende-se brincando, uma super ferramenta de engajamento e, para professores e administradores, formas seguras de autenticação vem do reconhecimento por voz e IP combinados.
Algumas megatendências também vistas com a digitalização
1- O curriculum deixa de ser clássico para modular. Cada aluno vai se formar um profissional diferente do outro, dependendo de seu interesse nos assuntos de interesse. Aulas de gastronomia ou tricô, administração de pessoas ou finanças, machine learning e arqueologia estarão à disposição na rede. O ensino massificado desaparece e o curriculum invisível toma seu lugar.
2- Mudança do perfil do professor – para show man a especialista em efeitos especiais, os professores precisam estar atentos à mudança: agora o aluno é um consumidor e o papel do docente é vencer as barreiras Além disso, em breve os professores não precisarão falar inglês ou ser de determinado país, pois a tradução simultânea será algo trivial.
3- XR veio para ficar – Criar códigos é como falar um novo idioma. Se em 2025 o mundo terá mais chineses falando inglês do que nativos, será preciso saber programar uma máquina em um mundo em que as pessoas já nascem digitais.
4- Os controles de voz se transformam em um dos canais, uma das interfaces quebrando fricção e conectado com jovens digitalizados e multitasks.
5- Conhecimento é a moeda corrente, quanto mais se pesquisa e se aprofunda, mais a pessoa terá penetração e influencia na sociedade na qual está inserida. Não há mais perfil definido, profissionais não se encaixam nas empresas, passam a compor para mudar.
6- O perfil do aluno muda de interesse, forma de absorção de dados, estímulo para retenção e dados demográficos. Todos somos alunos em potencial.
E 2021 vai se revelando, mostrando as novas oportunidades, novas demandas e novas formas de seguir a banda.
*Natasha de Caiado Castro é fundadora e CEO da Wish International, especialista em inteligência de mercado, Content Wizard e Investor. É também Board Member da United Nations e do Woman Silicon Valley Chapter.
Ao longo de décadas os sinos do século XVIII, XIX e XX tocavam na capital baiana todos os dias. Com o passar do tempo a tradição foi rareando até o surgimento do projeto que está devolvendo o toque dos sinos nas igrejas da Bahia.
O projeto de resgate do Toque dos Sinos nasceu em 2019 e foi idealizado pelo Secretário de Turismo da Bahia, Fausto Franco. Nos próximos meses mais igrejas serão beneficiadas ampliando a atuação para interior baiano. Além das igrejas beneficiadas no Centro Histórico de Salvador, a Igreja de São João Batista, em Trancoso, também foi contemplada.
A missa solene foi celebrada pelo Arcebispo Primaz do Brasil Dom Sérgio da Rocha. A Igreja da Conceição da Praia foi apadrinhada pelos empresários benfeitores Antônio Andrade Júnior, Jorge Simões e Jorge Goldenstein.
Cada uma das reativações, desde 2019, contou com o apoio da iniciativa privada, em uma parceria que só trouxe a valorização da história e da rica cultura baiana, pontuou o Secretário Fausto Franco na solenidade.
O presidente do Club Med na América Latina, Janyck Daudet e Ana Luiza Medrado
Também participaram da cerimônia o vice-governador da Bahia João Leão, que abrilhantou a manhã, junto com os deputados Rosemberg, Eduardo Salles, José Rocha, secretários estaduais Nelson Pelegrino, Arany Santana, Jeronimo Rodrigues, comandantes das forças armadas, representantes das instituições: IPAC BA, Fecomércio, Sebrae, FIEB, Senac, Codeba, Abav, Abih e Ademi. O empresário e benfeitor Joaci Goes, o presidente do Club Med na América Latina Janyck Daudet, o historiador e coordenador do projeto dos sinos Rafael Dantas, a juíza da irmandade responsável pela Igreja Marília Gabriela e apoiadores do projeto.
Secretário de Turismo da Bahia, Fausto Franco e o presidente do Club Med na América Latina, Janyck Daudet
A Igreja de Nossa Senhora da Conceição da Praia foi uma das primeiras igrejas de Salvador. A atual construção foi iniciada na primeira metade do século XVIII. Antes existiram outras construções, a mais antiga construída na época do Governador Geral Tomé de Souza em 1549, na região da Praia. Os 16 sinos das duas torres foram instalado a partir do século XVIII, lembra o historiador Rafael Dantas. Ao longo de séculos o toque dos sinos alertou a capital baiana em cerimônias políticas, religiosas, incêndios, falecimentos e chegadas de personagens ilustres.
Quem gosta de sabores exóticos vai adorar esta receita de Curry Verde. Na lista de ingredientes usamos a bebida Caju+Pará da A Tal da Castanha que entrega nutrientes, sabor, cor e o aspecto cremoso do prato. As castanhas de caju apresentam proteínas de alta qualidade e são uma ótima fonte de boas gorduras e minerais. Confira o passo a passo abaixo:
Ingredientes:
1 brócolis;
1 chuchu;
1 abobrinha;
¼ de salsão;
1 pimentão verde;
2 xícaras de bebida de castanhas;
2 dentes de alho;
1 colher de sopa de gengibre ralado;
1 limão;
2 colheres de sopa de azeite extra virgem;
1 colher de chá de raíz forte em pó;
1 colher de chá de páprica defumada;
1 pitada de pimenta caiena;
½ maço de cebolinha;
2 colheres de sopa de gergelim tostado;
Sal e pimenta do reino a gosto.
Modo de preparo:
Comece por higienizar e cortar seus legumes valorizando seus formatos originais. Lembre-se que diferentes texturas e formatos fazem do prato mais atraente.
Em uma caçarola funda refogue o alho picado e o gengibre em azeite. Quando dourados, acrescente a parte branca da cebolinha, os temperos em pó e em seguida o pimentão e o salsão. Deixe refogar por mais alguns minutos, mexendo sempre. E, então, adicione os demais legumes. Deixe que todos dourem mas fiquem ainda bem firmes.
Acrescente a bebida de castanhas, raspas de limão e sal. Deixe cozinhar por aproximadamente 10 minutos ou até que os legumes fiquem al dente. Importante que mantenham certa crocância.
Finalize com um fio de azeite, limão espremido, pimenta do reino e gergelim tostado. Sirva com arroz de jasmine.
Com um toque minimalista, despretensão e uma paleta de cores “comfy”, em que predominam rosa suave, azul acinzentado, branco e amarelo, a marca Emilio Pucci celebra a simplicidade e a “joie de vivre” em sua nova coleção.
Disponível nas boutiques da grife no Shopping Cidade Jardim e no CJ Shops, e online com entrega para todo o Brasil em cjfashion.com, o resort 21 da grife apresenta camisas, saias mídi, pareôs, maiôs, biquínis e acessórios que projetam uma esperança de dias melhores e de alegria. Além dos grafismos abstratos que são emblemáticos da Pucci, a estamparia traz representações de monumentos de Florença, cidade onde a marca nasceu.
Nesta estação, Emilio Pucci evoca serenidade, autenticidade e simplicidade, um mix perfeito também para um verão elegante e despretensioso no Brasil.
Pais e responsáveis devem redobrar a atenção com o conteúdo que os filhos acessam. Confira as dicas
Jogos, entretenimento, vídeos, redes sociais e contato com os amigos e familiares. Os meios digitais se tornaram ferramentas muito utilizadas no período de distanciamento social provocado pela pandemia da covid-19. O Dia da Internet Segura, celebrado no dia 9 de fevereiro em mais de 140 países, tem como objetivo unir e envolver diferentes setores em prol da conscientização do uso seguro, ético e responsável da rede.
O debate em torno da utilização da internet segura impacta ainda mais crianças e adolescentes, que enfrentam desafios como excesso de exposição às telas, qualidade de conteúdo e, principalmente, a segurança. Segundo dados da pesquisa TIC Kids Online Brasil, em 2019, cerca de 24,3 milhões de crianças e adolescentes com idade entre 9 e 17 anos acessavam a internet no Brasil, o que corresponde a 86% do total de pessoas nessa faixa etária.
Para o diretor do Marista Escola Social Ir Acácio, em Londrina (PR), a utilização das ferramentas digitais abrem infinitas possibilidades para as crianças e adolescentes, mas o acesso deve ser acompanhado de muito diálogo. “Os meios digitais são muito utilizados para a expressão das atividades, sentimentos e novidades. Em uma conversa, os pais e responsáveis podem aproveitar para reforçar a importância da segurança, dos temas e conteúdos acessados.
Cultura digital
O consumo da internet está diretamente ligado a uma cultura digital, que ainda é muito recente, principalmente para os adultos. É o caso da família de Jennifer Marcelino, de 11 anos, aluna do Marista Escola Social Irmão Lourenço, que atende gratuitamente crianças e adolescentes na Zona Leste de São Paulo. Ela está fazendo as atividades on-line no período da pandemia e divide a sua rotina para não ficar muito tempo na frente da tela. “Todos os dias separo o tempo de estudo e o de lazer e escrevo no caderno os horários que posso ter intervalos, e ver outras coisas”, reforça.
A mãe, Sandra Regina Marcelino, acompanha muito do tempo em que a filha fica online. “Ela tem redes sociais, gosta de fazer vídeos, aproveitamos para fazer juntas, assim é uma forma de eu ver e acompanhar de perto o que ela está acessando”, explica.
Para contribuir com a rotina dos pais e responsáveis, confira as dicas de como deixar o acesso a internet mais segura.
Mantenha um tempo online na rotina
Separar um tempo para olhar os canais que os filhos gostam, vídeos que acessam, jogos e etc. Esse momento pode promover um diálogo e a conexão entre as famílias. Incentivar o acesso a conteúdos seguros e adequados para a idade também contribui para a confiança nessa relação entre as crianças, adolescentes e internet.
Dispositivos em lugares acessíveis e coletivos
Manter computadores e tablets em ambientes comuns, como sala ou cozinha, pode facilitar o acompanhamento das atividades diárias, os sites mais acessados, as dúvidas sobre os links que podem ser clicados. Com algum adulto por perto, a criança pode ter mais facilidade para a conversa
Apoie outras atividades com a internet
A rede de computadores pode servir de auxílio e incentivo na busca de atividades offline, como brincadeiras, jogos em família e tutoriais para cuidado com plantinhas. É importante também incentivar o uso das redes para encontrar outras formas de entretenimento e conhecimento para além das telas.
Marista Escolas Sociais
Marista Escolas Sociais atende gratuitamente 7700 crianças, adolescentes e jovens por meio de 20 Escolas Sociais, localizadas em cidades de Santa Catarina, Paraná e São Paulo. Os alunos atendidos nas Escolas Sociais têm acesso a uma educação de qualidade e gratuita que vai desde a educação infantil até o ensino médio, além de projetos educacionais e pedagógicos que acontecem no período contrário às aulas. https://maristaescolassociais.org.br/
Orientação médica aliada ao suporte nutricional e psicológico são fundamentais na recuperação rápida e completa do paciente. Beneti explica que os exercícios aeróbios ajudam na recuperação
Quando o assunto é Covid-19, a população ainda está pisando em solo desconhecido que, aos poucos, é desbravado. Inclusive, a forma como cada organismo reage ao vírus é objeto de muitos estudos. Para se ter uma ideia, uma pesquisa da Universidade de Sheffield em colaboração com a de Oxford indica que o novo Coronavírus pode impactar a função pulmonar até mesmo após a recuperação dos pacientes. “Por isso, é fundamental um acompanhamento multiprofissional para o retorno à prática de exercícios”, explica o Dr. Ricardo Beneti, pneumologista e professor da Faculdade de Medicina da Unoeste.
Mediante o estudo, os pesquisadores das universidades de Oxford e Sheffield acreditam que o novo Coronavírus pode provocar sequelas pulmonares por mais de seis meses. “O pulmão é um órgão elástico e complacente e essas características são fundamentais para que haja o adequado preenchimento dos espaços aéreos no ato respiratório. Em processos inflamatórios ou infecciosos pulmonares ocorre um processo de reparo, no qual o tecido elástico tende a ser substituído por um tecido fibroso. Estas ditas sequelas ocorrem em variados graus em diversas patologias pulmonares, e infelizmente, não é diferente na Covid-19”, explica Beneti.
Segundo o professor, as sequelas fibróticas podem permanecer por longos períodos e, após bem estabelecidas, geralmente após três meses do processo infeccioso agudo são irreversíveis. “Caso essa lesão ou sequela pulmonar tenha grande extensão de acometimento ocorrerá prejuízo à função do órgão e à respiração. Para casos de Covid-19 leves, o recomendado é apenas observar a evolução clínica, desde que a pessoa esteja bem e se recuperando. Apesar desse processo ser lento e durar algumas semanas não é necessária a realização de exames específicos.
Já para casos com acometimento pulmonar moderado a grave, o pneumologista sugere acompanhamento médico posterior, inclusive com a realização de exames de imagem se for preciso. “Nestes casos a orientação para o retorno à atividade física deve ser gradual, lenta e individualizada, de acordo com o médico assistente”.
Existe ainda um contraponto de que o exercício físico pode causar risco de uma lesão orgânica sistêmica em pacientes que se recuperaram da Covid-19. “Quando a prática esportiva ocorre de maneira desproporcionada ou não planejada, pode ainda ter chances de eventual episódio de insuficiência respiratória aguda, que é a falta de ar intensa acompanhada de queda da oxigenação corpórea”.
Beneti comenta que é importante lembrar que a Covid-19 é, na verdade, uma síndrome inflamatória sistêmica, que cursa não somente com lesões pulmonares, mas também com acometimento de outros órgãos e sistemas, como o cardiovascular, neurológico, digestório e locomotor. “Há, para além da lesão pulmonar, risco de acometimento e sequelas cardiológicas, tromboses pulmonares e cerebrais e um processo catabólico que pode ser extremamente significativo”.
Nesse sentido, ele reforça que em casos moderados a graves, o paciente tenha uma abordagem multiprofissional no retorno à atividade física. “Os exercícios aeróbicos serão fundamentais nesta fase de recuperação e deverão ser escalonados de maneira individual com progressão lenta. No entanto, deve ser dada ênfase à recuperação de massa musculoesquelética com trabalho específico (novamente individualizado) e suporte nutricional (também fundamental)”.
Sequelas x Condicionamento Físico
Dr. Beneti diz que, infelizmente, as sequelas de infecções respiratórias são capazes de prejudicar o desempenho dos praticantes de exercícios físicos de forma permanente. “As sequelas pulmonares podem ser extensas, graves e irreversíveis. No entanto, há uma ótima capacidade adaptativa do tecido pulmonar, e o trabalho adequado pós-Covid-19 pode minimizar significativamente este impacto funcional”.
Para quem já é praticante de esportes, o pneumologista pontua que o bom condicionamento físico é fundamental para que o indivíduo tenha resistência ao processo infeccioso agudo, caso seja acometido e contraia a doença. No entanto, Dr. Beneti salienta que existem situações enzimáticas genéticas que expõem as pessoas a um maior risco na interação entre o hospedeiro infectado e o vírus.
“Boa parte do dano sistêmico causado pelo novo Coronavírus advém desta interação e dos processos do próprio organismo tentando reagir à infecção viral. Desta maneira, apesar do bom condicionamento físico ser importante à saúde como um todo, reduzindo o risco de doenças de uma maneira geral e de fornecer uma maior capacidade de resposta em caso de infecção, ele não guarda exatamente correlação com a sequela posterior da infecção grave, caso ela ocorra”, conclui o professor.
A tortura psicológica é uma forma devastadora de violência. Ela destrói a autoestima, a autoconfiança e o amor-próprio das vítimas por meio de ataques sutis. Raramente a pessoa que sofre essa violência reconhece os impactos dela em sua saúde mental.
Acontecimentos envolvendo conflitos no BBB21 geraram uma discussão necessária acerca deste tema. Entretanto, como a maioria das pessoas está acostumada a associar violência somente a socos e pontapés, pode ser difícil identificar reais agressões contra o psicológico.
O que é tortura psicológica?
Esta forma de tortura consiste em um conjunto de agressões sistemáticas ao fator psicológico das vítimas. Tem objetivo de causar sofrimento sem recorrer ao contato físico para intimidar, manipular ou punir.
A literatura sobre tortura psicológica no Brasil ainda é escassa, porém, podemos nos embasar na teoria oriunda de autores e instituições estrangeiras. De acordo com a Organização das Nações Unidas (1987), tortura, seja física ou psicológica, é todo ato com a intenção de causar dor ou sofrimento intencionalmente.
Essa descrição faz referência à tortura exercida no contexto de guerras e sequestros. Todavia, pode ser trazida para o âmbito dos relacionamentos interpessoais , uma vez que o agressor psicológico sempre possui um objetivo oculto relacionado à vítima.
Ele pode não ter ciência de que suas ações caracterizam violência psicológica. Ainda assim, escolhe ativamente causar sofrimento mental e emocional ao indivíduo que desgosta.
Tortura psicológica é crime?
A Lei 9.455/97 reconhece que o crime de tortura não se trata somente de abusos físicos, englobando situações que resultam em sofrimento mental ou psicológico. Porém, para configurar crime, é necessário que sejam identificadas pelo menos uma das seguintes situações:
• tortura com o fim de incitar alguém a prestar informações ou declarações pessoais ou de terceiros;
• tortura para provocar ação ou omissão de natureza criminosa;
• tortura em razão de discriminação religiosa ou racial.
Caso algum desses elementos não faça correspondência à acusação de tortura psicológica, os atos violentos ainda podem configurar outro tipo de crime, como constrangimento ilegal ou ameaça.
Crédito: Getty Images
Como identificar a tortura psicológica?
A identificação desse tipo de violência é desafiadora porque normalmente as agressões são sutis. Disfarçadas de comentários ligeiramente maldosos ou indiretos, os abusos são proferidos com frequência pelo agressor. A vítima, confusa com as atitudes do mesmo, não sabe muito bem como responder a eles.
Outra característica que dificulta a situação é o vínculo entre o agressor e a vítima. Não raro a tortura psicológica é cometida por parceiros, chefes, amigos, colegas de trabalho, familiares e outras pessoas do círculo social da vítima.
Por conta do grau de afeição, quem sofre a agressão leva tempo para assimilar o comportamento do agressor à violência. Será que fulano seria mesmo capaz de fazer uma coisa dessas?
Em alguns casos, os abusos psicológicos não são nada sutis.
Qualquer pessoa pode perceber as intenções pouco inocentes do agressor, bem como o semblante e a postura de derrota da vítima. Ainda assim, o agressor se esconde atrás de justificativas. Admite estar somente sendo “sincero” ou afirma que a vítima merece aquele tratamento em razão de suas ações.
Tipos de tortura psicológica
Para identificar os abusos psicológicos, é preciso prestar atenção na conduta do agressor e nas justificativas utilizadas para isentá-lo da culpa.
Confira abaixo formas comuns de tortura psicológica:
1. Humilhações públicas e privadas
O abusador humilha a vítima por meio de comentários que, a princípio, parecem pouco ofensivos. “Você não é muito bom com isso, né?” aos poucos se transformam em “Você não é muito inteligente, né?” para, enfim, chegar a “Você é muito burro!”.
A saúde mental de quem é alvo dessa conduta hostil é minada diariamente. As humilhações podem ser feitas tanto em público quanto em um ambiente íntimo. Não raramente o agressor ataca os pontos fragilizados da vítima, ferindo-a onde dói mais.
2. Chantagem emocional
A chantagem emocional consiste em atitudes manipuladoras para inverter a culpa de uma situação ou conseguir algo da vítima. É um método de manipulação que costuma ser ignorado por não parecer tão relevante. Todavia, é tão prejudicial quanto outras formas de abuso.
3. Perseguição sistemática
Há agressores psicológicos que não desistem até conseguirem o que desejam. Humilhar, xingar e constranger a vítima é um alimento para o seu ego.
Assim, um agressor pode perseguir a vítima para obter a sensação de superioridade que tanto deseja. Faz comentários hostis e a ridiculariza na frente de amigos e familiares para manchar a sua imagem.
4. Distorção da realidade
Outra forma clássica de abuso psicológico é distorcer a palavra da vítima para que sua concepção da realidade fique confusa. Essa tática também pode ser conhecida como gaslighting, e a estimula a duvidar de sua capacidade de interpretação e acreditar nas palavras do agressor.
As palavras da vítima também podem ser distorcidas para quem estiver ao redor. Dessa forma, o agressor se consolida na posição de detentor da verdade.
5. Ridicularização
Quem comete a agressão psicológica não deixa nada passar. Ele ou ela critica a personalidade, o modo de falar, as roupas, as escolhas, as opiniões, as crenças religiosas e até a família da vítima constantemente.
6. Restrição da liberdade de expressão
A vítima é privada de expressar-se abertamente porque suas opiniões são consideradas “impróprias” ou “infames”. Ela pode até ser ridicularizada quando pratica a sua religião ou os costumes tradicionais da região onde nasceu. Com o tempo, a vítima sente que não possui permissão para ser quem é e passa a seguir as convenções impostas pelo agressor.
7. Isolamento
Para elevar a eficácia de suas táticas manipuladoras, a pessoa que agride psicologicamente isola a vítima de outras pessoas. O isolamento pode acontecer por meio de “fofocas” sobre a vítima para outros indivíduos, distanciamento social quando ela adentra o cômodo e, como dito, restrição da expressão.
Quais as consequências dessa violência para a saúde mental?
Qualquer forma de violência (até mesmo a física) causa impactos na saúde mental. Como as agressões psicológicas visam exclusivamente danificar o estado emocional da vítima, contudo, as consequências são mais acentuadas.
As constantes humilhações fazem a vítima duvidar de si mesma. Será que ela merece passar por isso? Será que o agressor tem razão quando a acusa de ser uma pessoa ruim?
Esses questionamentos incitam pensamentos negativos e autodepreciativos. Consequentemente, a vítima passa a desgostar de si mesma.
Esse é justamente o objetivo do agressor. Quando a vítima está com a autoestima baixa, cai facilmente em suas armadilhas. Ela aceita a manipulação e os constrangimentos sem lutar contra eles.
Além disso, a pessoa que sofre tortura psicológica pode desenvolver uma série de transtornos mentais, como depressão, ansiedade, síndrome do pânico , estresse pós-traumático, entre outros.
Qualquer interação com o agressor requer imenso esforço para ela. A vítima passa a temer encontrar o seu algoz ou ser confrontada por ele, então, escolhe ficar em silêncio para preservar a sua saúde mental.
Quando o seu estado psicológico se encontra muito deteriorado, ela pode ter um ataque de pânico só de pensar nessas possibilidades.
Abaixo, confira outras maneiras como o estado psicológico das vítimas pode ser afetado:
• sentimento constante de infelicidade;
• paranoia;
• medo excessivo;
• esgotamento psicológico e emocional;
• comportamento defensivo;
• falta de confiança;
• dificuldade para se expressar;
• isolamento social;
• crise de choro;
• conduta retraída;
• irritabilidade;
• insônia;
• sintomas psicossomáticos , como alergias de pele, gastrite e enxaqueca.
Como lidar com a tortura psicológica?
O que fazer se eu ou alguém próximo estiver sofrendo tortura psicológica?
Primeiramente, é preciso buscar se afastar do agressor. Quando um cônjuge ou um familiar que reside na mesma residência é o abusador, o distanciamento pode ser difícil. Portanto, passe alguns dias na casa de alguém de confiança ou se afaste quando a pessoa adentrar o cômodo.
Esse período de afastamento vai ajudá-lo a pensar com clareza, sem as influências do indivíduo hostil ou de terceiros.
Em seguida, procure ajuda para reerguer a sua autoestima e curar as feridas emocionais causadas pelas agressões constantes. Ela pode vir de amigos ou de familiares, preferencialmente daqueles cujo conhecimento da situação é vasto.
A ajuda psicológica também é extremamente necessária no processo de recuperação. A psicoterapia ajuda as vítimas que se encontram presas a relacionamentos abusivos ou que não conseguem cortar o vínculo com o agressor e reconstruir sua autonomia.
Com o apoio do psicólogo, as vítimas desenvolvem a força necessária para reavaliarem as suas vidas e tomarem decisões objetivando o seu bem-estar.
O autoconhecimento proporcionado pelo acompanhamento psicológico é outro fator que auxilia a vítima a combater as humilhações e xingamentos proferidos pelo abusador, os quais podem permanecer em seu inconsciente por um longo período.
Assim como pessoas doentes fisicamente buscam ajuda médica para se curarem, quem está com a saúde mental deteriorada precisa buscar ajuda psicológica.
Uma das lições que podem ser aproveitadas neste momento é a necessidade de fazer psicoterapia para cuidar da saúde da mente e, assim, aproveitar cada oportunidade sem se engajar em conflitos com terceiros.
*Tatiana Pimenta é CEO e fundadora da Vittude. Engenheira que se apaixonou pela Psicologia, pelo estudo constante do comportamento humano e da felicidade.
No ano em que ficar dentro de casa foi tão essencial, ambientes externos ganharam ainda mais importância como lugares para descansar e compartilhar com pessoas próximas. Seja um quintal, edícula ou a varanda de um apartamento, o objetivo desses ambientes é serem acolhedores e ao mesmo tempo divertidos.
Espaços assim tendem a continuar sendo os favoritos das casas em 2021 e cada vez mais modificados com reformas. Na hora de alcançar o espaço perfeito é preciso estar atento aos detalhes e, principalmente, levar em consideração a escolha certas dos revestimentos, pois influenciam o design e até mesmo na sensação de aconchego de um ambiente.
A Ceusa, marca do grupo Duratex, selecionou três ambientes projetados por arquitetos parceiros juntando produtos que são tendência e podem facilitar muito na hora da reforma.
Trama Rimini
Revestimento em Porcelanato Acetinado Trama Rimini faz parte da coleção Escala e é indicado para paredes internas e painéis decorados. Além de finalizar o acabamento nas paredes, o revestimento tem como função protegê-las da umidade e do mofo.
Honrando sua popularidade, mais uma área gourmet, mas com uma proposta bem diferente. Usando tons escuros que remetem a madeira, contrastando com os tons mais claros presentes no piso e painel, o arquiteto Matheus Fischer criou um ambiente harmônico e deu um toque urbano ao espaço.
Nór Acetinado:
Com superfície acetinada, o porcelanato Nór pode ser usado em todos as dependências da residência, desde cozinhas até garagens. No projeto, ele está na bancada. O Nór Acetinado é Junta Seca e Monocálibre, ou seja, podem ser aplicados com zero espaçamento entre as peças e têm garantia de tamanho igual, sem variações mínimas entre as peças, independente do lote de fabricação.
Bege Boticino
Versátil, o porcelanato que está sendo utilizado no piso do ambiente.
Bege Boticino possui textura acetinada devido ao processo exclusivo de polimento da superfície.
Mescla Garda
O revestimento Mescla Garda é indicado para uso em Paredes Internas. Além disso, o tom acinzentado do material é uma tendência para 2021, segundo a divulgação da Pantone.
Frisado
O porcelanato Frisado reproduz o desenho das ripas de madeira que dão charme e aconchego para o ambiente. É ideal para a aplicação em paredes, painéis e divisórias de ambientes.
Celeiro Sul
O porcelanato Celeiro Sul traz um ar mais rústico para o ambiente. Utilizada para o revestimento da churrasqueira, o produto é perfeito para ambientes externos, como varandas e sacadas, e espaços internos como salas, quartos e banheiros.
Deck Vintage
O projeto de retrofit da área de lazer desta residência, é da arquiteta Heignne Jardim que criou um ambiente acolhedor e super conectado com a natureza. A profissional aplicou Deck Vintage com cores quentes que deram charme e movimento ao espaço.
Vale destacar que o tom terroso da estampa é a tendência do momento.