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Solidariedade e humanidade: qual sua rede de relacionamentos?

Uninter-divulgação

A vida diária transcorre normalmente em nossa sociedade com todos os seus problemas e fragilidades, com todas as suas glórias e vitórias, e o mais importante nessa vida diária é como as relações se estabelecem, como elas se fortalecem ou como se estremecem. É bem verdade que o momento atual mudou a vida de milhares ou milhões de brasileiros, que se viram diante de situações inusitadas ou até então impensadas, mas também é verdade que antigos valores foram retomados. Como é possível estabelecer uma nova vida diante de velhos hábitos.

Diante de tudo que aconteceu e acontece é imprescindível pensar o convívio em sociedade sem adotar determinadas formas de se viver, e podemos citar que entre elas está a solidariedade. Porém, solidariedade não é uma palavra restrita aos necessitados, principalmente financeiramente. As pessoas mais abastadas podem necessitar da solidariedade de outrem em outras mais variadas situações, afinal inclusive podem sofrer de carência emocional. E bem sabemos que o dinheiro pode comprar muito, mas não compra amor, reciprocidade, verdade, carinho (…)

Com certeza podemos afirmar sem medo e sem sombra de dúvidas que a solidariedade é um ato humano nobre e necessário diariamente para que tudo possa andar de forma concatenada.

Como admitir em plena sociedade capitalista, vista por muitos como fonte de ganhar dinheiro e lucrar em cima de situações que são urgentes tal como a saúde. Como compreender que em plena miséria se espalhando pelo mundo, o mais forte quer ainda ficar mais fraco em detrimento dos mais fracos? Como conviver com os dados do IPEA retratados na pesquisa Distribuição de Renda nos anos 2010: uma década perdida para desigualdade e pobreza, em que a renda per capita dos 5% mais ricos subiu quase 9% no período 2015-2018, os 50% mais pobres da população viram sua renda média encolher 4%. O que temos experienciado nos últimos anos é o crescimento exponencial da pobreza econômica, e queremos crer que é possível reverter a pobreza econômica e humana.

Estaríamos ainda no campo da solidariedade e no caso de seu contrário, ou já adentramos outros valores como caráter, moral, ética…

Ser solidário significa ser reciprocamente responsável, colaborando efetivamente com o próximo e entendendo que essa generosidade retorna para cada um que pratica a solidariedade. Bondade, generosidade, colaboração, boa intenção, ajuda, são sentimentos que nos incitam a compaixão e compreensão dos sentimentos de todos, e principalmente ser um contribuinte sem esperar que algo similar ocorra em troca.

Costumamos dizer que pequenos gestos são extraordinariamente eficazes para transformar as pessoas e as circunstâncias em que se encontram. A pesquisa de Banerjee, Duflo e Kremer, ganhadores do Prêmio Nobel da Economia, mostra a pobreza como um problema multidimensional, que ultrapassa a falta de recursos financeiros.

Foto divulgação

As mudanças de micromundo são possíveis, nós podemos ajudar instituições, ser voluntários em algum projeto, doar roupas, objetos, doar sangue, ou simplesmente incentivar quem faz isso, encorajando-os e dizendo que acreditamos nesse trabalho solidário realizado, mas sempre que fizer qualquer desses atos é necessário que seja verdadeiro.

Ao contrário do que muitos pensam, ser solidário e ter esse valor como direcionamento de vida vai muito além de ser nato ou inato, está também focado no desenvolvimento de atos simples como empatia ou uma boa escuta. É muito importante estar bem consigo mesmo e conhecer a si mesmo para poder entrar nessa concepção de vida de ser solidário.

Na teoria das inteligências múltiplas de Howard Gardner de 1980, os estudos apontaram para a compreensão das habilidades cognitivas do ser humano em sua individualidade. Por mais que entendamos que o ser humano a partir desta teoria domina apenas uma ou duas das inteligências, destacamos a necessidade de conhecer as habilidades humanas experimentando estímulos e experiências que influenciam o desenvolvimento desta competência. Quando na Década de 90 iniciamos a disseminação dos pilares da Educação aprendíamos que é necessário APRENDER A SER E APRENDER A CONVIVER.

Com base nas inteligências, que são oito no seu total (Lógico-matemática; Linguística; Corporal-cinestésica; Intrapessoal; Naturalista; Espacial; Musical; Interpessoal e Existencial), cremos que a solidariedade pode estar na base das duas últimas inteligências citadas. A Interpessoal, porque são pessoas que tem facilidade em desenvolver relacionamentos e de entender o outro em suas emoções e desejos e a Existencial, porque sugere um ser humano de perfil mais questionador e que tem como atitude constante o questionar-se sobre o papel do ser humano e da humanidade, e o porquê das coisas serem e estarem como estão.

Segundo Gardner “Inteligência é a capacidade de identificar e resolver problemas e criar produtos de valor na própria cultura”, e essa é a grande questão que significa e ressignifica o ser humano, na tentativa de fazer da sociedade um local de convivência branda e de interculturalidade, somados a solidariedade responsável.

Venha e faça parte de uma sociedade possível, e que a única bandeira possa ser igualdade e equidade com respeito aos diferentes HUMANOS. E por último lançamos uma pergunta: de qual rede de relacionamentos você quer fazer parte? Daqueles que ajudam no desenvolvimento de um mundo mais justo e igualitário ou daquele grupo que apenas faz seu crescimento a partir da exploração dos outros?

Autoras:

Profa. Dra. Dinamara P. Machado é diretora da Escola Superior de Educação do Centro Universitário Internacional Uninter.

Profa. Dra. Márcia Regina Mocelin é maestrina do Instituto Música e Arte.

Como conservar os alimentos que sobram nas festas de fim de ano?

Acondicionar alimentos corretamente aumenta sua durabilidade e faz bem para o bolso

As celebrações de Natal e Ano Novo são sempre sinônimos de aglomeração em família, mas neste ano nem todos poderão passar a data juntos por conta do isolamento social causado pela pandemia. No entanto, uma coisa é certa: terá muita comida na mesa e, assim como todo ano, as sobras dos alimentos devem durar para além das ceias.

Segundo o estudo Fundação Getúlio Vargas (FGV) em parceria com a Embrapa e o programa Sem Desperdício da União Europeia, revelou que o Brasil joga fora, por pessoa, 42 quilos de comida por ano. Logo, em uma família, o estudo revela o desperdício de 128 quilos de alimentos por ano.

O efeito causa impactos sociais, econômicos e ambientais. A produção e colheita dos alimentos afetam o campo em que foram plantados e, a partir disso, no momento em que a comida é desperdiçada, tal dano ambiental foi causado em vão. Além da perda de dinheiro investido.

Para reduzir a quantidade de comida que vai parar no lixo depois das festas de fim de ano, o ideal é reutilizar os alimentos para criar outros pratos e garantir o almoço da semana toda. Para que isso seja possível é preciso manter tudo bem refrigerado e acondicionado em embalagens plásticas. Desta forma, a comida será conservada e sua durabilidade aumentará consideravelmente.

Como conservar

Alimentos assados, cozidos e fritos podem ser congelados. O ideal é refrigerar as sobras das refeições em pequenas porções individuais. Além disso, é relevante escolher o recipiente correto, já que as embalagens adequadas influenciam na durabilidade dos produtos. A diretora de Comércio Exterior e Marketing da Alpfilm, Alessandra Zambaldi, informa que para congelar alimentos, o mais indicado é utilizar sacos plásticos herméticos que impedem a entrada de ar e previnem a contaminação por fungos e bactérias.

“Um fator determinante para garantir maior durabilidade dos alimentos na geladeira é escolher adequadamente os recipientes que serão utilizados. O ideal é fazer uso de recipientes para conservar o alimento e vedar com tampa ou caso não houver, com embalagens plásticas, como o plástico filme PVC Alpfilm Protect, material com micropartículas de prata com propriedade bactericida e fungicida. Assim, além de não ocorrer absorção de umidade, a embalagem também impedirá a entrada de bactérias e fungos. A proteção é ainda mais relevante por conta da pandemia em que estamos vivendo, pois este produto também possui capacidade de inativar o novo coronavírus”, conta a diretora.

Além disso, o uso de etiquetas nas embalagens facilitam a diferenciação dos alimentos. A identificação traz maior praticidade na hora de retirar o alimento do congelador. A diretora indica que seja anotado o prazo de validade para certificar-se de consumi-lo em bom estado.

Outra dica é que, apesar do que muitas pessoas acreditam, não é necessário esperar que o alimento esfrie para inserir no congelador. “Esperar a comida esfriar para congelá-la pode reduzir o tempo consumo e isso acontece porque, quando em temperatura ambiente, o alimento fica mais exposto à contaminação por fungos e bactérias. Por isso, o ideal é não aguardar mais que duas horas para levar o prato ao freezer”, explica.

Recongelar o alimento também não é indicado: depois de descongelar um alimento, não o leve de volta ao freezer. A diretora afirma que quando em contato com o ar em temperatura ambiente, o nível de proliferação de micro-organismos aumenta. Desse modo, quando recongelada, a comida possuirá uma carga microbiana muito maior, podendo causar intoxicações alimentares após o consumo.

Evitar o desperdício de alimentos, além de ser a opção mais inteligente e econômica, também contribui para o meio ambiente com o uso consciente dos recursos naturais e maior sustentabilidade.

 

Espírito de equipe é fundamental para o sucesso do negócio

Foto divulgação

 Conceiyção Montserrat 

Estamos em um processo bastante eclético no desenvolvimento dos trabalhos junto as empresas, e a cada dia novos formatos de trabalho vão surgindo no mercado. As empresas estão refazendo suas estruturas, diminuindo seus espaços físicos corporativos e permitindo maior flexibilidade na composição de sua equipe de trabalho por conta deste ciclo de pandemia.

Neste processo, toda parte gerencial, obteve um encargo que é traduzir no formato virtual, o espírito de equipe.

O formato de trabalho a distância revelou talentos e habilidades que estavam escondidos pela “rigidez” do padrão de muitas empresas, e o formato virtual permitiu que seus funcionários e colaboradores compartilhassem suas ideias e criatividade com mais facilidade.

E agora, como unir estes talentos e habilidades, mantendo os pontos fortes de cada um?

Este processo só é possível com o espírito em equipe! É importante passar aos seus colaboradores, funcionários e parceiros o conceito e propósito do seu negócio, permitindo que eles compreendam a empresa e suas metas de crescimento, fazendo com que eles possam colaborar e participar de ideias e sugestões para este desenvolvimento.

Iniciando no atendimento telefônico até a entrega dos produtos ou serviços, mantendo um pós-venda eficiente, fidelizando seus clientes, sua marca no mercado, replicando sua atenção e cuidados com qualidade, segurança e meio-ambiente, tudo isto faz parte do processo para ter uma equipe coesa e equilibrada.

Ou seja, manter em todas as etapas do processo, a qualidade e atenção em seus produtos e serviços, demonstrará aos seus colaboradores que sua empresa busca um atendimento excelente e independente de custos, não poupa a satisfação dos envolvidos no processo.

Há consultores especializados em criar processos como estes e despertar o espírito de equipe dentro das empresas, focando em resultados que beneficiem a todos.

Vale muito a pena investir neste processo!

*Conceiyção Montserrat – É CEO da Montserrat Consultoria, empresa especializada em gestão e desenvolvimento de negócios.

Arroz de forno vegetariano para diversificar ceia da virada

Arroz de Forno Vegetariano

Ingredientes

2 xícaras (chá) de arroz

350g de mussarela

½ xícara de champignon

1 xícara de ervilha

½ unidade de cebola picada

½ xícara de azeitona verde picada

Salsinha a gosto

1 lata de molho de tomate

Sal a gosto

1 colher de margarina

Orégano a gosto

Modo de preparo

Cozinhe o arroz e reserve. Em uma panela, frite a cebola na margarina, acrescente o molho de tomate e, em seguida, acrescente os outros ingredientes, exceto a mussarela, deixe cozinhando por 5 minutos. Em uma travessa, coloque toda a mistura, cubra com queijo mussarela e orégano. Leve ao forno por 10 minutos.

Tempo de preparo: 30 minutos

Rendimento aproximado: 6 porções

Fonte: Divino Fogão

Sugestões de sobremesas deliciosas para as festas de fim de ano

Para quem quer impressionar nesse Final de Ano com sobremesas deliciosas e cheias de charme, a Chef Cecília Victorio selecionou quatro receitas fáceis de fazer que levam ingredientes simples e vão dar um toque gourmet às Festas. São opções refrescantes, à base frutas, e com as cores e o clima mágico do Natal para agradar a família e os convidados. Confira:

Manjar Gourmet com calda de vinho e frutas vermelhas

Ingredientes do Manjar

INGREDIENTES DO MANJAR:

600 ml de leite integral

1 lata de leite condensado

1 vidro de leite de coco

5 ml de essência de coco (opcional)

100g de coco ralado

6 colheres de sopa de amido de milho

200g de creme de leite

Modo de preparo

Leve ao fogo numa panela o leite, o leite condensado, o leite de coco, o coco ralado e o amido. Cozinhe por 10 minutos. Retire do fogo e adicione o creme de leite e a essência de coco. Mexa bem até os ingredientes estarem bem incorporados. Coloque numa forma retangular de 30 cm. Não é necessário untar a forma. Leve à geladeira por 4 horas até estar bem firme. Desenforme e reserve.

Ingrediente da calda de vinho

1 xícara de chá de água

2 xícaras de chá de açúcar cristal

2 xícaras de chá de vinho tinto

1 colher de sobremesa de amido de milho

1 colher de sobremesa de glucose

Morangos, mirtilos e amoras à gosto

Canela em pau à gosto

Cravo-da-índia à gosto

Modo de preparo

Leve todos os ingredientes ao fogo e deixe cozinhar até obter uma calda com a consistência do seu gosto. Desligue o fogo, adicione as frutas e mexa. Deixe esfriar. Desenforme o manjar e decore colocando a calda com as frutas sobre o doce.

Gelato de Abacaxi

Ingredientes

800 ml de leite integral

1 ½ lata de leite condensado

1 lata de abacaxi picado

100 g de coco ralado

200g de creme de leite

5 ml de essência de baunilha

10 ml de rum

4 colheres de (sopa) de amido de milho

1 pacote de bolacha Champanhe

3 xícaras de açúcar

2 xícaras de nozes picadas ou outra castanha

Modo de preparo

Escorra a calda do abacaxi da lata e reserve. Corte as fatias em cubinhos. Leve ao fogo numa panela o leite, o leite condensado, o coco, metade do abacaxi picado e o amido. Reserve o restante do abacaxi picado para decoração.

Deixe cozinhar por 10 minutos. Retire do fogo e adicione o creme de leite, o rum e a baunilha. Mexa bem até os ingredientes estarem bem incorporados. Deixe amornar. Para fazer o crocante de nozes misture as nozes picadas com açúcar refinado e leve ao fogo para caramelizar mexendo sempre. Quando derreter, espalhe sobre uma superfície fria para endurecer. Depois de frio quebre em pedaços e utilize.

Montagem

Molhe as bolachas na calda de abacaxi reservada. Disponha no fundo de um pirex fazendo uma camada. Coloque metade do creme. Molhe o restante das bolachas na calda de abacaxi. Faça outra camada e finalize com o resto do creme. Decore com o crocante de nozes e o restante do abacaxi picado.

 

Pavê de panetone 

Ingredientes

2 xícaras de chá de leite integral

1 lata de leite condensado

2 colheres de sopa de chocolate em pó 50% cacau

1 colher de sopa de amido de milho

2 colheres de sopa de margarina

200g de creme de leite

10 ml de licor de cacau

1 Panetone tradicional com frutas ou Chocotone cortado em fatias

Modo de preparo

Leve ao fogo numa panela o leite, o leite condensado, o amido, o chocolate em pó e a margarina. Deixe cozinhar por 10 minutos. Retire do fogo e adicione o creme de leite e o licor de cacau. Mexa até os ingredientes estarem bem incorporados.

Montagem

Forre o fundo de um pirex com as fatias de Panetone. Coloque sobre as fatias o creme ainda quente. Repita o processo. A última camada deverá ser de creme de chocolate. Dica: Decore com cerejas em calda, passas e chantilly e finalize com nozes douradas pintadas com ouro em pó comestível.

Pudim de Sorvete

Ingredientes do Ganache

200g de chocolate meio amargo em barra derretido

200g de creme de leite

Modo de preparo

Derreta o chocolate picado no micro-ondas ou em banho-maria e misture com o creme de leite. Coloque o ganache no fundo de uma forma de buraco com 25 cm de diâmetro. Não precisa untar a forma. Leve ao freezer por 30 minutos para ficar consistente. Reserve.

Ingrediente do Pudim

1 ½ lata de leite condensado

400g de creme de leite

1 xícara de chá de leite em pó

250ml de leite integral

Raspas de chocolate para decorar (opcional)

Modo de preparo

Bata todos os ingredientes no liquidificador por 2 minutos. Retire a forma com o ganache do freezer. Coloque o líquido batido sobre o ganache.

Dica:

Despeje o pudim sobre a torre da forma para que ele não se misture com o ganache. Leve para o freezer e desenforme na hora de servir. Decore com raspas de chocolate.

 

 

República Dominicana estende seguro médico gratuito para turistas até 30 de abril

Ministério do Turismo (MITUR) ratifica compromisso com indústria turística ao oferecer assistência gratuita para emergências médicas, incluindo COVID-19

O Ministério do Turismo da República Dominicana (MITUR) anunciou a ampliação – até 30 de abril de 2021 – do plano de assistência ao viajante, que é oferecido gratuitamente a todos os turistas que chegam ao país por via aérea e se hospedam em hotel. O seguro, cujo prazo original terminaria em 1º de janeiro de 2021, é válido a partir do momento do check-in no hotel e cobre todo tipo de emergência médica, inclusive aquelas decorrentes de possível contágio por COVID-19.

“O governo dominicano está empenhado em revitalizar nossa indústria turística de forma eficiente e segura. O plano de assistência gratuito tem sido um sucesso, pois contribui para nos posicionarmos mundialmente como um destino turístico seguro, em que todos os tipos de experiências podem ser desfrutadas com a tranquilidade de contar com um sistema médico perfeitamente preparado para atender os visitantes em caso de qualquer eventualidade e sem nenhum custo para eles”, afirmou o Ministro do Turismo, David Collado.

O plano de assistência gratuito ao turista oferece atendimento completo com cobertura de emergências médicas no caso de COVID-19, além de consultas ambulatoriais; internações e medicamentos; longas estadias devido a emergências médicas; atendimento especializado; medicamentos em caso de internações; diversos centros de saúde em todo o país; transporte em caso de emergência; despesas hospitalares e custo de multas por mudanças de voo.

A prorrogação da vigência da cobertura é uma medida que ratifica o compromisso do Ministério do Turismo com a indústria turística, um dos principais motores da economia dominicana, e é um importante incentivo para continuar promovendo a recuperação do turismo em 2021.

A República Dominicana também é conhecida por ser o paraíso do golfe. Em Punta Cana, Bavaro, e Cap Cana estão localizados 10 dos 26 campos.

Sobre a República Dominicana

A República Dominicana é um destino muito especial e exclusivo, reconhecido mundialmente pelas atrações inusitadas, pela rica cultura, confortos e pelo clima perfeito durante todo o ano. Facilmente acessível em voos diretos da maioria dos principais aeroportos, o país agrada celebridades, casais e famílias. De trilhas para praias desconhecidas e campos de golfe de classe mundial, na República Dominicana é possível se sentir renovado nas luxuosas e diversas acomodações, explorando relíquias antigas de séculos passados, desfrutando da comida típica e de aventuras de ecoturismo nos magníficos parques nacionais, montanhas e rios.

Rodeada pelo mar do Caribe ao sul e pelo Oceano Atlântico ao norte, a República Dominicana oferece uma variedade de esportes, atividades de lazer e entretenimento, além de experiências culturais únicas, como a dança, festas de carnaval e outras especialidades dominicanas, como charutos, rum, chocolate, café, âmbar e larimar (pedra rara e exclusiva do país). Entre a aventureira Puerto Plata, a exuberante Samaná, a histórica Santo Domingo, a ensolarada Punta Cana, a luxuoso La Romana e a alegre Barahona, há um país em que cada região tem muito a oferecer para qualquer viajante e orçamento.

Além das experiências inexploradas de costa a costa, o país também tem uma reputação mundial por seu povo caloroso e hospitaleiro. Com oito aeroportos internacionais e nove zonas ecológicas diferentes, nunca foi tão fácil ou interessante explorar a República Dominicana. Para mais informações e para começar a planejar sua viagem, visite o site oficial do Ministério do Turismo da República Dominicana em: http://www.godominicanrepublic.com/pt-br/.

Temporada de verão do “Papo de Segunda” estreia 04 de janeiro no GNT

Neste verão, Fábio Porchat, João Vicente e Chico Bosco se conectam ao Emicida, que entra remotamente de São Paulo, para jogar conversa fora e celebrar a alegria de rever os amigos na temporada especial do “Papo de Segunda”, no GNT. O programa tem estreia marcada para a próxima segunda-feira, dia 04 de janeiro, às 22h15 (horário de Brasília).

Museu do Amanhã

Com a Baía de Guanabara ao fundo, o Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, vira palco desse reencontro. E o local não podia ser mais especial. Um lugar simbólico, que resgata a memória da produção cultural carioca e, ao mesmo tempo, lança um olhar para o futuro. Para completar, o programa traz, toda semana, uma homenagem a um sambista da cidade maravilhosa, que será comandada pelos músicos Mosquito e Feyjão.

Temas leves e divertidos

Sem perder de vista pautas relevantes e debates calorosos, a atração traz ainda quadros novos para refrescar o público, com temas leves e divertidos, além de muito bate papo. Em “Prato de Segunda”, Emicida revela suas habilidades culinárias e ensina receitas deliciosas que vem preparando em sua cozinha como pão sírio, bobó de camarão, queijo minas e biscoitinho de leite.

“Francisco Coco”

Enquanto isso, Chico Bosco visita pontos turísticos do Rio, tirando questões filosóficas de dentro de um coco para construir suas pensatas em “Francisco Coco”. No quadro, ele discorre, por exemplo, se Zeca Pagodinho é o maior filósofo nacional e o que define uma pessoa chata. Já no “Verão do João”, o apresentador invade o verão de famosos diretamente de seu quintal para entrevistas descontraídas e virtuais. Entre os nomes estão Giovanna Ewbank, Marcelo D2, Adriane Galisteu, Erico Braz, Silvero Pereira e Sidney Magal. Com oito episódios, exibidos semanalmente, a temporada de verão do “Papo de Segunda” foi gravada respeitando as medidas de distanciamento e segurança.

Em 2021, os protocolos de segurança sanitária continuam inalterados, ingressos apenas pelo site https://www.pinacoteca.org.br. Crédito da imagem: Levi Fanan.

Fundo Geral do Turismo

O Ministério do Turismo já autorizou para uso (empenhou) a integralidade dos R$ 5 bilhões destinados a socorrer o setor de turismo diante dos impactos da pandemia de Covid-19 e, ao mesmo tempo, auxiliar na preparação da retomada das atividades em todo o país. Com estes recursos, liberados por meio do Fundo Geral do Turismo (Fungetur), a estimativa é de que mais de 43 mil empregos diretos em atividades relacionadas ao setor tenham sido preservados.

Pinacoteca de São Paulo

Em 2021, a Pinacoteca de São Paulo, museu da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo, investiga as relações entre arte e indústria. Essa combinação marca a exposição A máquina do mundo que examina as várias formas pelas quais a atividade industrial, desde o século XX, atravessa o pensamento da arte feita no Brasil. O tema também norteia as mostras sobre os artistas José Damasceno, John Graz, Rosângela Rennó e na que marca o centenário de nascimento de Fayga Ostrower. Outro grande destaque da programação é uma mostra coletiva que se integra ao projeto Enciclopédia Negra, onde 100 retratos de personalidades negras da história do Brasil serão produzidos por 35 artistas negros contemporâneos, uma colaboração com a Companhia das Letras, o Instituto Ibirapitanga e o Instituto Soma Cidadania Criativa. A programação conta com 9 novas exposições que poderão ser visitadas pelo público na Pina Luz e na Pina Estação.

… Bom dia! “Há pessoas que dão pena, outras, asas.”

Trocam de idade hoje: Érica Corrêa, Mino Schuffner, Erisson Córdoba, Denise Marinho, Silvio Martinez dos Santos e Célia Lima. Happy birthday!

… Pesquisa realizada pelo Sebrae junto aos donos de pequenos negócios mostra que, apesar de todas as dificuldades enfrentadas em 2020, a maioria dos empresários (63%) continua otimista e pretende realizar investimentos no próximo ano.

Os aspectos prioritários onde os empresários pretendem aplicar seus recursos são: divulgação (13%), modernização de produtos e processos (13%), ampliação do atendimento ou capacidade produtiva (9%), além de ampliação do mix de produtos/serviços (9%), entre outros.

Mino Schuffner festejando hoje mais um aniversário. Happy birthday!

… Ainda segundo o levantamento, 1 a cada quatro empresários (27%) afirmam não ter condições de fazer investimentos em 2021 ano e 10% preferem guardar dinheiro para uma emergência. “A pandemia trouxe o censo da necessidade da precaução para a rotina dos empresários, uma postura que passa a fazer parte do dia a dia dessas empresas. Acreditamos que esta foi uma lição que veio para ficar”, explica o presidente do Sebrae, Carlos Melles.

Apesar dessa expectativa de investimento, a pesquisa mostrou também que houve, em novembro, uma queda no ritmo de recuperação do faturamento das micro e pequenas empresas.

… Pela primeira vez, depois de seis meses de uma retomada contínua, o faturamento médio registrou uma ligeira queda (passou -36% em setembro para -39% em novembro). Houve ainda um crescimento da proporção de empresários que confessaram estar com muitas dificuldades para manter o negócio em operação (de 43%, em setembro, para 47%, em novembro).

A pesquisa faz parte de uma série iniciada em março pelo Sebrae e Fundação Getúlio Vargas, a partir da chegada da Covid-19 ao Brasil.

… As entrevistas foram realizadas entre os dias 20 e 24 de novembro, com 6.138 donos de pequenos negócios de todos os estados e Distrito Federal.

CEOs compartilham o que aprenderam em 2020 e dão dicas para 2021

O ano de 2020 foi atípico para todos. Em meio à primeira pandemia global da era digital, milhares de pessoas tiveram suas vidas impactadas e, com o mercado, não foi diferente. Forçadas a se reinventarem e adaptarem os serviços e processos internos para um funcionamento remoto e híbrido, empresas de todo o Brasil passaram em 2020 por momentos de incerteza e disruptura – fato que, analisado atualmente pelos CEOs, culminou no amadurecimento transversal dos seus negócios. Pensando nisso, 12 CEOs de empresas de todo o Brasil se reuniram para compartilhar as principais lições que aprenderam durante 2020 e dicas para que 2021 seja um ano de prosperidade e crescimento.

Matthew Leibowitz

Matthew Leibowitz, CEO e fundador da Stake, plataforma que conecta pessoas que estão fora dos EUA ao mercado de ações americano:

“O que eu aprendi em 2020? Que trabalho não é vida. E ao aceitar isso, você acaba se tornando um líder melhor e mais humano. Às vezes, ficamos tão envolvidos na entrega de tarefas que esquecemos por que estamos neste planeta. Mas ao recuar e perceber que a vida é tão frágil, aceitamos que a vida é muito mais do que um trabalho das 9h às 17h. Isso me permitiu tentar estar mais presente quando estou no trabalho e muito mais presente ao aproveitar as coisas fora do trabalho. Estou mais conectado com minha equipe, família e amigos e acredito que sou um líder melhor por isso!”

Bernardo Schucman

Bernardo Schucman, CEO da FastBlock, uma das maiores empresas mundiais de administração e consultoria de blockchain:

“Grandes imprevistos acontecem e com isso as empresas precisam de um plano de contingência por conta de diversos spin-off e até uma pivotagem para que algo aconteça, como uma pandemia por exemplo, as empresas tenham outros planos de sobreaviso.”

Ricardo Almeida

Ricardo Almeida, CEO do Clube de Autores, maior plataforma de autopublicação da América Latina:

“O aprendizado de 2020 é, ao mesmo tempo, o que estamos levando para 2021: a era da estratégia sólida, de planos de longo prazo escritos em pedra, se foi. Se tem uma coisa que a pandemia nos ensinou foi que o mundo pode mudar radicalmente. E, se o mundo pode mudar a qualquer instante, todos os planos para que alcancemos os nossos objetivos também devem se adaptar, se moldar, se encaixar em novas realidades. Como? Construindo o que chamamos de estratégias líquidas: tendo claro os objetivos que queremos alcançar, planejando uma miríade de pequenas ações táticas ao longo do tempo, sempre integradas ao zeitgeist, ao espírito de cada micromomento, e controlando o nosso desempenho a partir de métricas extremamente claras e transparentes. Sabemos o que queremos ser daqui a 5 anos – mas traçar o caminho estratégico até lá, em tempos tão incertos quanto os nossos, é tão inviável quanto ingênuo, infantil. Hoje, mais do que nunca, o sucesso de uma empresa não está na sua construção estratégica de longo prazo mas sim na sua capacidade de execução de curto, curtíssimo prazo.

Cassio Bariani

Cassio Bariani, sócio-fundador e CEO da SmartBrain, plataforma de consolidação de investimentos:

“De modo geral, apesar dos desafios, em 2020, houve transformações importantes nas dinâmicas das empresas como o home office e o processo acelerado de digitalização dos negócios. Outro ponto é que a responsabilidade com bem-estar dos colaboradores se intensificou. Falando sobre a SmartBrain, como nossos negócios são ligados à tecnologia, aproveitamos para utilizá-la ainda mais a nosso favor. Lançamos novos produtos, participamos de grandes eventos online e conquistamos novos clientes. Para 2021, com a possível vacinação contra a Covid-19, a nossa expectativa é de recuperação da economia, retomada de projetos pelas empresas e mais inovações tecnológicas.

Juliano Cornacchia

Juliano Cornacchia, CEO e cofundador da Vórtx, fintech de infraestrutura para o mercado financeiro:

“2020 foi um ano de muito aprendizado, pois a situação que nós vivemos não era algo previsto em manuais de administração de empresas. Todos os líderes tiveram que se adaptar e foi neste aspecto que tivemos a grande lição de 2020: para momentos extraordinários não existem soluções prontas, você precisa encontrar a solução dentro de casa. Nos valemos da nossa cultura para poder tomar as decisões que mais atendiam as nossas demandas e não optamos por copiar ou adaptar soluções de outras companhias, uma vez que todos estavam em período de experimentação. Temos uma crença aqui na Vórtx de que o é a frase “Improvável tem o poder de ser incrível” e nos apoiamos a isso nesse momento tão complicado, usando a tecnologia como ferramenta de implementação dessa crença. A história dos fundadores da Vórtx e da própria empresa já são histórias de improbabilidades, isso também nos ajudou a superar esse ano, pois estamos acostumados a tirar proveito no que não é óbvio para a maioria das pessoas. O ano de 2020 acabou deixando um bom legado, entregamos o orçamento previsto, praticamente dobramos o tamanho do time e antecipamos entregas de tecnologia de anos à frente. Como não tinha vento, acabamos soprando nosso próprio vento por aqui para sair desse ano tão atípico”.

 

Alan Marcos

Alan Marcos, CEO e fundador da Consolide, tecnologia e consultoria para registro de marcas:

“Eu aprendi em 2020 que, mais do que nunca, nós precisamos de uma mentalidade auto suficiente. Sem dúvida, nossos resultados refletem o trabalho conjunto do time, mas, principalmente esse ano, buscar autoconhecimento e aplicar o autogerenciamento se mostrou essencial. Isso é importante para descobrirmos as habilidades que precisamos desenvolver, sem necessitar de um gestor ou colega exigindo essa dedicação e energia.

O que levo para 2021 é que precisamos investir no desenvolvimento das pessoas. Apenas dessa forma conseguiremos manter a saúde corporativa, sem perder tração para o crescimento. Ter uma equipe focada e bem alinhada é fundamental para que a empresa continue próspera e voltada para o crescimento constante.

Felipe Barranco

Felipe Barranco, CEO e cofundador da Flix, seguradora digital com foco na venda de seguros e assistências residenciais:

“O ano de 2020 foi um período de muita reflexão profissional e pessoal. Dentre tantos aprendizados, a maior lição é dar a devida importância à prevenção da minha saúde e a da minha família e amigos próximos, focar no bem-estar e lembrar de equilibrar os momentos de lazer e responsabilidades. Este período me mostrou também que a nossa casa é mais que um espaço de descanso, é um refúgio em meio a tantos desafios e merece mais atenção. Sinto que o valor ao próximo e às pequenas coisas têm um novo e mais forte significado de agora em diante”.

Isaac Paes

Isaac Paes, CEO e fundador do OiMenu, sistema de autoatendimento em tablets para restaurantes:

“Sem dúvidas, todo mundo aprendeu algo com 2020. Para mim foram várias lições, mas a mais marcante foi ver a capacidade e flexibilidade do ser humano em se reinventar rapidamente. Acho que isso tem a ver com nosso instinto de sobrevivência, mas como não somos expostos ao risco com a mesma frequência de séculos atrás, acabamos nos esquecendo dessa nossa habilidade coletiva incrível. Em poucas semanas, fomos obrigados a aprender novas regras radicais de convivência e, enquanto empresa, tivemos que criar novas soluções e mudar os nossos fluxos da noite para o dia – algo impensável antes da pandemia. Isso só mostra o quanto a palavra ‘impossível’ só existe dentro dos limites da nossa própria mente. Com certeza irei desafiar mais o meu time a fazer proezas como fizemos em 2020, mesmo sem uma pandemia.

Roberta Perdomo

Roberta Perdomo, Cofundadora da Gestaum Lab, plataforma que conecta profissionais de gestão de pessoas ao mercado:

“O que eu aprendi em 2020? Que nós, líderes, também somos humanos e vulneráveis. Eu, e muitos líderes que conheço, temos a tendência de incorporar o “líder herói”, que sabe de tudo e faz tudo o tempo todo. Na pandemia, tendo que conciliar trabalho com os cuidados com as crianças e casa, em uma nova rotina alucinante que chamei de “family office”, foi impossível seguir com esse modelo. Foi preciso reavaliar, delegar e, principalmente, pedir ajuda. Em um momento de muito estresse, percebi essa vulnerabilidade e passei a cuidar mais de mim, além de contar com a minha rede de apoio. Precisamos saber cuidar de nós mesmos para podermos cuidar um dos outros.

Gustavo Leme

CEO e Fundador da Atletis, plataforma que conecta Organizadores de eventos esportivos com atletas e amantes do esporte:

“Este foi um ano de muitos desafios e aprendizados. O conceito de que as relações humanas são o ponto fundamental para que os processos sigam com maestria foi reforçado. Em tempos de distanciamento social e home office, estar em sinergia com a equipe é crucial para garantir a qualidade do projeto. Ao mesmo tempo que, para adequar o projeto, foi preciso estar atento ao desenrolar do “novo normal” e das novas tecnologias – que estão impactando e irão guiar a tomada de decisão dos novos mercados.”

Paulo Henrique

Paulo Henrique, CEO da Cobre Fácil, plataforma de emissão e gerenciamento de boletos bancários:

“No âmbito pessoal, aprendi a dar mais valor para as pequenas coisas, como um simples aperto de mão, um abraço e o tempo sentado em uma roda de amigos para um bate-papo. Percebi, na verdade, que nem sempre eu dava valor a isso. Já profissionalmente, aprendi que é possível sim confiar nas pessoas. Mesmo longe, cada uma em sua casa, assumindo responsabilidades e fazendo acontecer. Pessoas que realmente trabalham fazem isso de qualquer lugar, não precisam estar sob o olhar do líder no escritório – da mesma forma, aprendi que quem enrola, enrola de qualquer jeito, no escritório, em casa ou em qualquer outro lugar. Ainda tem a segunda lição profissional: estar preparado para adversidades, já que nem toda mudança podemos controlar, pois elas simplesmente acontecem. É preciso se adaptar.”

David Mourão

David Mourão, CEO do Linker, conta digital PJ com soluções focadas no empreendedor:

“Acredito que o grande aprendizado em 2020 foi estar preparado para o inesperado. A pandemia afetou os negócios de diversas formas e obrigou os empreendedores a se adaptarem. Aqueles que foram mais ágeis, se adaptaram ao novo cenário e conseguiram redirecionar os seus negócios, foram os que tiveram maior sucesso e conseguiram sobreviver a 2020.

A pandemia vai deixar consequências nos negócios e na interação com os clientes, exigindo criatividade para a retomada. Em 2021, foque em entender os novos hábitos do seu público e rapidamente adaptar o seu modelo de negócio. Priorize segurança e qualidade, duas características que serão muito valorizadas em 2021.

Tiago Serrano

Tiago Serrano, CEO da SoluCX, empresa de pesquisa de satisfação e NPS:

“Acredito que o ano de 2020 trouxe muitos ensinamentos para todos, principalmente a nós enquanto empregadores. No início, tivemos que reduzir custos e nos preparar para o pior cenário, para que tivéssemos segurança nos compromissos assumidos, mas ao longo do ano vimos que temos uma grande capacidade de adaptação.

A SoluCX conseguiu passar por tudo isso de uma forma bem consistente, superando as expectativas em termos de crescimento, e hoje estamos com quase 40 novas vagas em aberto e o dobro do faturamento. Para 2021 creio que a tendência do formato de trabalho híbrido vai continuar, e muitos negócios vão ver que não existe mais um cenário para quem não está em todos os canais, sejam físicos ou digitais. E cada vez mais a voz do cliente é o que guia todos os processos de melhoria”.

Edson Barros

Edson Barros, CEO e cofundador da Acoy, assessora digital para corretores de seguros:

“O maior aprendizado deste ano é, sem dúvida, a resiliência mental. Ninguém estava completamente preparado para viver os desafios enfrentados nos últimos meses e isso fez com que o nosso equilíbrio pessoal e profissional fosse colocado à prova o tempo todo. 2020 me ensinou que manter o foco é fundamental para uma rotina sem tanta turbulência”.

Proprietários rurais que quiserem acessar o Programa de Regularização Ambiental devem fazer o CAR até 31/12

Quem perder o prazo também perderá benefícios como facilidade de acesso ao crédito rural e prazo de recomposição da paisagem rural

Os proprietários de imóveis rurais, que tiverem irregularidades ambientais em suas propriedades, têm até o dia 31 de dezembro para fazer a inscrição no Cadastro Ambiental Rural (CAR) para acessarem os benefícios do Programa de Regularização Ambiental (PRA).

Após a inscrição do imóvel dentro desse prazo, o proprietário ou possuidor terá até 2 anos, a partir daquela data, para requerer a adesão ao PRA. Para isso, os estados e o Distrito Federal, que são os entes legalmente responsáveis pela gestão local do CAR, devem implantar seus respectivos programas de regularização ambiental.

A identificação dos passivos ambientais é obtida por meio da análise das informações declaradas pelos proprietários ou possuidores no momento da inscrição dos seus imóveis no Sistema de Cadastro Ambiental Rural (Sicar).

O último boletim do Cadastro Ambiental Rural (CAR) informa que 58,5% dos proprietários ou possuidores de imóveis rurais inscritos no Sistema de Cadastro Ambiental (Sicar) manifestaram interesse em acessar o Programa de Regularização Ambiental (PRA).

Análise dinamizada

Para apoiar a gestão local do CAR, o Serviço Florestal Brasileiro está homologando junto aos estados e ao Distrito Federal um sistema que fará a análise dinamizada dos cadastros. O diretor-geral do Serviço Florestal Brasileiro, Valdir Colatto, afirma que o Governo Federal está trabalhando forte para apoiar os estados na implementação dos dispositivos do Código Florestal Brasileiro.

“A solução da análise dinamizada que estamos homologando junto aos estados utiliza mais de cem cruzamentos automatizados para verificar as informações declaradas pelo proprietário/possuidor rural e identificar a situação de regularidade ambiental dos imóveis rurais de acordo com a legislação ambiental vigente. Esse sistema vai permitir agilidade e eficiência no processo de análise dos cadastros”, disse Colatto.

A análise dinamizada do CAR, ao verificar área de passivo ambiental da propriedade rural, vai oferecer estratégias de recuperação ambiental. Para isso, o módulo de regularização ambiental terá integração com a plataforma WebAmbiente, da Embrapa. Esse sistema contempla um consistente banco de dados sobre espécies nativas e, de forma interativa, poderá auxiliar o produtor a decidir como fazer a adequação ambiental da paisagem rural de sua propriedade, aliando produção e meio ambiente.

Na base de dados do Sicar, existem 6.9 milhões de imóveis rurais inscritos, numa área de 570 milhões de hectares. Dentro desse total estão incluídos os beneficiários de assentamentos da reforma agrária e as famílias de territórios de povos e comunidades tradicionais. No entanto, pelos vazios identificados pelas imagens de satélite, estima-se que ainda faltam 10% de todas as propriedades rurais de todo o país para entrarem no Sicar.

A diretora de Cadastro e Fomento Florestal do Serviço Florestal Brasileiro, Jaine Cubas, informa que “o acesso ao PRA possibilita a suspensão de sanções em função de infrações jurídicas por supressão irregular de vegetação em áreas de Áreas de Preservação Permanente, Reserva Legal e uso restrito”.

“Destaco ainda como benefícios para o proprietário rural aderir ao PRA: a continuidade das atividades agrossilvipastoris, de ecoturismo e de turismo rural em áreas rurais consolidadas e a recomposição de faixas marginais de APP em extensão menor que o exigido pela regra geral, de acordo com o tamanho do imóvel rural, o acesso facilitado ao crédito rural e o prazo de 20 anos para recomposição do passivo ambiental”, declarou a diretora.

Código Florestal Brasileiro

O Código Florestal Brasileiro é uma das leis ambientais mais rígidas do mundo. Não só determina a recomposição dos passivos ambientais dos proprietários ou possuidores rurais nas áreas de RL, APP ou uso restrito por meio do PRA. Mas também, beneficia aqueles que preservaram as áreas de APP, RL e uso restrito e possuem ativos ambientais. Para esses, estão previstas concessões de Cotas de Reserva Ambiental (CRA) e o  (PSA).

A CRA permite ao produtor que tem excedente de vegetação nativa compensar a falta de RL em outra propriedade. Assim, cada CRA de um proprietário, que corresponde a 1 hectare (ha), pode ser negociada com produtores que tenham uma área menor de RL que o exigido pelo CFB.

Valdir Colatto acredita que a implementação dos dispositivos do Código Florestal por meio do CAR vai permitir ao país não só a regularização ambiental, mas a regularização fundiária. “A partir das regularizações ambiental e fundiária, o Brasil terá condições de implantar uma agropecuária com sustentabilidade e pioneirismo sem precedentes em todo o mundo”, destacou.

A inscrição do CAR é perene e obrigatória para todas as propriedades ou posses rurais do país. Para inscrever o imóvel rural, basta o proprietário ou possuidor acessar o Sicar (www.sicar.gov.br) e declarar todas as informações ambientais relativas às áreas de preservação permanente, de reserva legal e de uso restrito e de excedentes de vegetação nativa.