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Como proteger a coluna do uso excessivo do celular

O uso excessivo e a postura inadequada ao manusear o aparelho têm acendido o alerta de profissionais da saúde devido aos graves impactos gerados na coluna cervical. Foto: freepik.com

O smartphone deixou de ser apenas um meio de comunicação para se transformar em uma ferramenta indispensável no trabalho e no lazer. No entanto, o uso excessivo e a postura inadequada ao manusear o aparelho têm acendido o alerta de profissionais da saúde devido aos graves impactos gerados na coluna cervical (região do pescoço).

De acordo com Cássia Xavier Santos, fisioterapeuta e coordenadora do curso de Fisioterapia da Faculdade Santa Marcelina, a cabeça de um adulto pesa cerca de 5 quilos. Contudo, quando há a flexão do pescoço para olhar a tela do dispositivo, a inclinação faz com que essa carga aumente progressivamente, podendo chegar a 25 quilos — um peso cinco vezes maior que o original.

A inclinação faz com que essa carga aumente progressivamente, podendo chegar a 25 quilos — um peso cinco vezes maior que o original. Foto: Magnific

A especialista explica que essa sobrecarga contínua eleva a pressão sobre estruturas vitais da coluna vertebral, como as vértebras e os discos intervertebrais. Inicialmente, o problema se manifesta como um desconforto muscular, mas, a longo prazo, pode causar o desgaste dessas estruturas, resultando em processos degenerativos precoce (artrose), hérnias de disco e outras complicações anatômicas.

Os danos provocados pela má postura ao utilizar o celular não ficam restritos apenas ao pescoço. O estresse na coluna cervical pode desencadear dores de cabeça tensionais (cefaleias) e cervicobraquialgias, que são dores que se irradiam do pescoço diretamente para os braços e mãos.

Os danos provocados pela má postura ao utilizar o celular não ficam restritos apenas ao pescoço. Foto: Istock Getty Images

“Sem dúvida alguma, o pescoço é bastante comprometido com o uso excessivo e inadequado do celular, porém a coluna lombar também pode ser afetada pela má postura”, adverte a coordenadora. Ela lembra ainda que a falta de cuidado pode gerar lesões nos ombros, punhos e mãos, além de prejudicar a qualidade do sono. “Diante de todas as possíveis complicações a que estamos expostos, resta-nos agir de forma preventiva”, conclui.

Dicas Práticas Para Proteger a Coluna no Dia a Dia

Para evitar dores e o desgaste prematuro das articulações, a fisioterapeuta recomenda adotar hábitos conscientes durante o uso dos dispositivos móveis:

  • Faça Pausas Regulares: Interrompa o uso do celular por 10 minutos a cada 40 ou 50 minutos de navegação para relaxar e alongar a musculatura.
  • Ajuste a Altura da Tela: Sempre que possível, utilize apoios para os braços e traga o celular até a altura dos olhos, evitando inclinar o pescoço para frente.
  • Mantenha-se Ativo: A prática regular de exercícios físicos auxilia na manutenção da força muscular e na mobilidade das articulações, criando um “escudo” muscular que protege a região afetada.

Saber utilizar a tecnologia com moderação e consciência postural é o caminho mais seguro para aproveitar as facilidades do mundo digital sem comprometer a saúde e o bem-estar físico.

A força do negócio: empreender é humano

Foto: Reprodução/ Magnific

*Por Melissa Artioli

Celebrado em 27 de junho, o Dia Internacional das Micro, Pequenas e Médias Empresas, abre espaço para ir além dos números e reconhecer o que realmente sustenta o empreendedorismo: as pessoas. Costuma-se falar muito sobre estratégia, marketing e finanças ao pensar em abrir ou gerir um negócio, e esses pilares são de fato importantes. No entanto, existe uma dimensão igualmente essencial e muitas vezes negligenciada, que é o desenvolvimento humano de quem empreende.

Na prática, nenhum negócio se sustenta no longo prazo sem que o próprio empreendedor evolua junto. Antes de liderar equipes, produtos ou projetos, é preciso aprender a liderar a si mesmo. O autoconhecimento deixa de ser um diferencial e passa a ser uma necessidade. Entender os próprios valores, reconhecer talentos e limites e saber como reagir diante de desafios são fatores que impactam diretamente a qualidade das decisões e a forma como o negócio se posiciona no mercado.

Na prática, nenhum negócio se sustenta no longo prazo sem que o próprio empreendedor evolua junto. Foto: Pixabay

Empreender, por essência, é lidar diariamente com incertezas. Oscilações, imprevistos e pressões fazem parte do percurso. Nesse cenário, a inteligência emocional se torna uma competência central. Manter o equilíbrio, saber lidar com frustrações e tomar decisões com clareza, mesmo em momentos difíceis, é o que separa trajetórias sustentáveis de caminhos interrompidos precocemente. Trata-se de uma habilidade silenciosa, mas profundamente determinante.

Ao mesmo tempo, o ambiente de negócios é dinâmico e exige adaptação constante. O que funcionava ontem pode não funcionar amanhã. Nesse contexto, a capacidade de se adaptar e de construir relações sólidas é fundamental. Empreender não é um movimento isolado. É, antes de tudo, gerar valor para outras pessoas, compreender necessidades reais e estabelecer conexões que vão além da transação comercial.

Ao mesmo tempo, o ambiente de negócios é dinâmico e exige adaptação constante. Foto: Pexels

Apesar disso, ainda há uma tendência a romantizar o empreendedorismo. Muitas narrativas destacam apenas conquistas e resultados positivos, ignorando que o caminho também é marcado por dúvidas, inseguranças e recomeços. Empreender pode ser extraordinário, mas também é exigente e, em muitos momentos, solitário. Por isso, há um risco importante quando o empreendedor passa a vincular sua identidade exclusivamente ao desempenho do negócio. Quando os resultados não vêm como esperado, o impacto emocional pode ser intenso se não houver uma base interna estruturada.

Com o tempo, fica evidente que empreender vai muito além de construir uma empresa. É um processo contínuo de desenvolvimento pessoal. O crescimento do negócio acompanha, inevitavelmente, o crescimento de quem está à frente dele. Essa é uma relação direta e inegociável.

Talvez o maior aprendizado seja entender que sucesso não pode ser medido apenas por resultados externos, como faturamento ou expansão. Foto: Pexels

Talvez o maior aprendizado seja entender que sucesso não pode ser medido apenas por resultados externos, como faturamento ou expansão. Existe uma dimensão mais profunda, que envolve coerência interna, propósito e alinhamento entre valores e ações. Manter esse equilíbrio ao longo do tempo é um desafio constante, mas também é o que sustenta uma trajetória mais sólida e significativa.

No fim das contas, o maior ativo de qualquer negócio não está nos números, mas na pessoa que o constrói todos os dias. E alcançar a melhor versão de si mesmo não é um destino final, mas um estado de alinhamento contínuo entre quem se é e como se vive, dentro e fora do trabalho.

Melissa Artioli é executiva e empreendedora, autora de “Solte, Entregue, Confie” (DVS Editora).

Lacoste reinventa seu logo icônico para celebrar Novak Djokovic

Foto: Divulgação/Lacoste

Seguindo o sucesso da primeira edição lançada em Nova Iorque em 2025, Lacoste celebra seu embaixador Novak Djokovic, o jogador de maior sucesso na história do tênis, pelo segundo ano consecutivo reimaginando o seu icônico crocodilo como uma cabra (GOAT, em inglês, que significa Greatest Of All Time, ou O Melhor de Todos os Tempos) ao redor de uma coleção cápsula contendo novas peças.

Por meio desta emblemática transformação do logotipo, a Lacoste presta homenagem a um atleta excepcional que brilhou nas quadras dos maiores torneios do mundo por quase duas décadas. Com 101 títulos ATP em seu currículo, incluindo 24 Grand Slams e 40 conquistas em torneios Masters 1000, Novak Djokovic ultrapassou barreiras e deixou uma marca duradoura na história do tênis.

A coleção GOAT reúne peças icônicas como polos, camisetas, jaquetas, calças, boné, munhequeiras e meias, todas exibindo com orgulho o logotipo exclusivo GOAT. Foto: Divulgação/Lacoste

A coleção GOAT reúne peças icônicas como polos, camisetas, jaquetas, calças, boné, munhequeiras e meias, todas exibindo com orgulho o logotipo exclusivo GOAT. Desenvolvida como uma coleção cápsula, a linha estará disponível em diversos países do mundo. No Brasil, os produtos estarão disponíveis nas lojas Lacoste dos shoppings Iguatemi São Paulo, Cidade Jardim Shopping e em lacoste.com.br a partir do dia 26 de Junho.

No centro desta nova edição está uma icônica camisa polo da Lacoste com o logotipo GOAT em dourado. Uma verdadeira peça de colecionador, esta versão estará disponível em apenas 100 unidades, exclusivamente na loja conceito da Regent-Street, em Londres. A polo também estará disponível no tradicional verde da Lacoste, uma referência à herança da marca, e será comercializada de forma mais ampla em diversos mercados ao redor do mundo.

No centro desta nova edição está uma icônica camisa polo da Lacoste com o logotipo GOAT em dourado. Foto: Divulgação/Lacoste

Um lançamento excepcional na Regent Street em Londres

Novak Djokovic fará o lançamento oficial da coleção GOAT na loja-conceito da Lacoste na Regent Street, em Londres, no coração da capital britânica. Uma cidade que ocupa um lugar especial em sua trajetória e onde foram escritos alguns dos capítulos mais memoráveis de sua carreira.

“Poucos atletas deixam uma marca duradoura na história de seu esporte. Novak é um deles. Com esta coleção GOAT, quisemos celebrar um campeão extraordinário, cuja excelência, longevidade e determinação moldaram a história do tênis. Ao transformar excepcionalmente o nosso icônico crocodilo em uma cabra (Goat), prestamos homenagem ao GOAT com criatividade e um toque de humor.” Éric Vallat, CEO da Lacoste.

Uma campanha estrelada por Novak Djokovic

Para apoiar o lançamento da coleção, a Lacoste apresenta uma campanha dirigida e fotografada pelo artista e diretor criativo Max Siedentopf. Por meio de uma série de curtas-metragens repletos de humor irreverente, Novak Djokovic abraça o lado divertido do título que muitos acreditam lhe pertencer.

Por meio de uma série de curtas-metragens repletos de humor irreverente, Novak Djokovic abraça o lado divertido do título que muitos acreditam lhe pertencer. Foto: Divulgação/Lacoste

Acompanhado por um grupo de pequenas cabras, o campeão se vê em uma série de situações inesperadas inspiradas por seu status de GOAT (Greatest of All Time, ou “O Maior de Todos os Tempos”).

Com essa campanha leve e espirituosa, a Lacoste celebra um dos maiores campeões da história do esporte, ao mesmo tempo em que revisita de forma divertida os códigos e símbolos que ajudaram a construir sua lenda.

Brasil é o quarto país com mais viciados em smartphones

Brasil fica atrás somente da Malásia, Arábia Saudita e China.

População

A quantidade de smartphone cresceu substancialmente na última década, sendo que mais da metade de toda população do planeta já possui um dispositivo. Nos países desenvolvidos, a taxa é ainda maior, mais de 80% da população já possui um smartphone.

O uso indiscriminado do smartphone, piora na qualidade do sono, e em alguns casos até na depressão. Foto: Pexels

Vício

Com a maior disponibilidade, cresce também um problema, o vício em smartphones. O uso indiscriminado do smartphone, tem sido associado a deficiências cognitivas, dificuldade no estudo, piora na qualidade do sono, e em alguns casos até na depressão.

Nomofobia: foto de uma criança branca, que está embaixo de um cobertor e acessa o celular.
Com a maior disponibilidade, cresce também um problema, o vício em smartphones. Foto: Divulgação

Brasil

O Brasil não escapa deste problema contemporâneo, e está em 4º no ranking dos países com mais viciados em smartphones. É o que revela um estudo divulgado pela plataforma de descontos online CupomValido.com.br com dados da Universidade McGill. O Brasil fica atrás somente de 3 países: Malásia, Arábia Saudita e China. Já os países com menos viciados, são a França e a Alemanha.

O Brasil fica atrás somente de 3 países: Malásia, Arábia Saudita e China.

Smartphones

Os pesquisadores citam que normas sociais variadas e expectativas culturais podem influenciar na importância que os indivíduos atribuem a permanecer em contato constante por meio de smartphones. Países com uma cultura mais coletivista (como o Brasil), onde as conexões interpessoais são altamente valorizadas, podem apresentar taxas mais elevadas de vício em smartphones.

O uso indiscriminado do smartphone, tem sido associado a deficiências cognitivas, dificuldade no estudo, piora na qualidade do sono, e em alguns casos até na depressão. Foto: Pexels

Principalmente por passar mais tempo em redes sociais com os amigos e familiares. Por outro lado, culturas individualistas (como a Alemanha), que priorizam a autonomia pessoal, podem demonstrar taxas mais baixas de dependência de smartphones.

Como tratar o vício de smartphone?

O tratamento pode ser abordado de diversas maneiras, sendo as principais:

  • Definição de limites de tempo máximo gasto no uso do smartphone por dia
  • Controle de notificações, desativando todas as notificações desnecessárias, e reduzindo a tentação de verificar o dispositivo a todo momento
  • Distância física do aparelho, seja deixando em outro cômodo ou fora do alcance das mãos, principalmente na hora do estudo, do trabalho ou de dormir
  • Por fim, caso o vício esteja afetando negativamente a saúde física ou mental, é interessante considerar a ajuda profissional de saúde ou terapeuta

… Bom dia! “Energia positiva é o melhor presente que a gente pode receber”.

… Abraço aos aniversariantes de hoje:Beatriz Sperotto, Luiz Fernando Da Fonseca Sismeiro, Mel Renata Nassif, Celso Aramis Oliveira, Ivete Navarro, Luis Eduardo Costa, Karina Abussafi,  Maria Laura Martins Borges, Petter Guerth, Luiz Alexandre Oliveira, Cleide Santos, Silvia Regina Costa de Oliveira e Cintia Marinho. Happy birthday! 

Além do mito: como o plástico pode deixar de ser o vilão

O plástico tem sido tema central de amplos debates públicos, especialmente em relação a seus riscos ambientais. Foto: Pixabay
*Por Alessandra Zambaldi

O plástico tem sido tema central de amplos debates públicos, especialmente em relação a seus riscos ambientais. Em São Paulo, nenhum estabelecimento comercial pode fornecer copos, pratos, talheres, agitadores para bebidas e varas para balões de plásticos descartáveis. De acordo com a nova lei, esses produtos agora devem ser substituídos por outros elaborados com materiais biodegradáveis, compostáveis ou reutilizáveis. No entanto, esta alternativa, além de não resolver o problema ambiental, ainda vai gerar um novo tipo de lixo na natureza, problema com o qual o poder público não poderá lidar da maneira correta. Sendo assim, a emenda pode ser inúmeras vezes pior do que o soneto.

Produtos com embalagens que afirmam ser “biodegradáveis” ou “compostáveis” na grande maioria das vezes se degradam apenas em condições especiais e isso pode complicar os esforços de reciclagem. Portanto, aquele copo de café que possui logotipo indicando ser biodegradável não vai se decompor entre os compostos orgânicos que as pessoas têm em casa, mas, para se degradar adequadamente, precisará ser enviado para instalações de compostagem industriais.

O plástico tem sido tema central de amplos debates públicos, especialmente em relação a seus riscos ambientais. Foto: Pixabay

O processo de compostagem industrial envolve alto calor e umidade precisamente controladas, entre outras condições, e não está disponível na maior parte do país. Já se este lixo for parar em um aterro, ficará lá por muito tempo, porque é improvável que seja exposto a condições que ajudariam a se decompor. Além disso, a produção desses itens consome mais recursos, cria mais resíduos e resulta em mais poluição do que a produção de itens plásticos descartáveis.

Obviamente, entendemos ser fácil apontar o plástico como o grande vilão que precisa ser proibido, afinal ninguém no mundo fica feliz com imagens de mares e rios repletos de embalagens e com animais morrendo por conta do produto. No entanto, banir os plásticos de consumo não soluciona os problemas, mas apenas desvia a atenção de soluções reais e, em vez disso, prejudica os consumidores e o meio ambiente.

Para resolver a questão ambiental do plástico, é preciso melhorar a qualidade das práticas de gestão de resíduos, produzir materiais que tenham o menor impacto ambiental possível, investir em coleta adequada e incentivar a reciclagem disponibilizando locais especializados acessíveis para que a população possa fazer o descarte do material que utiliza em seu dia a dia. A grande variedade de formas em que pode ser reciclado também precisa ser vista como um benefício do material. Isso não só é mais ecológico, mas também torna o plástico um material muito flexível para as necessidades do mundo moderno.

Para resolver a questão ambiental do plástico, é preciso melhorar a qualidade das práticas de gestão de resíduos. Foto: Pixabay

 

Outro ponto importante: com a trágica chegada da pandemia, os argumentos e o debate sobre o uso do material também ganharam outra direção: a saúde e a vida. A pandemia transformou a produção e uso do plástico em um material essencial de sobrevivência. Nos hospitais e laboratórios, ambientes essenciais na luta pela vida, o plástico está sendo utilizado em grande escala para produção de máscaras, luvas, seringas, tubos de ensaio, cateteres e outros produtos.

Além disso, aditivos que inativam o Sars-Cov-2 inseridos a produtos plásticos permitiram que diversos objetos e superfícies com as quais as pessoas têm contato diário em lugares públicos e em suas casas oferecessem uma barreira extra de segurança contra a doença. Este é o caso do Alpfilm Protect que já contava com propriedades antifúngicas e bactericidas graças à presença de micropartículas de prata e que, com a pandemia, passou por uma série de estudos para adequações em sua composição com o objetivo de assegurar sua eficácia antiviral, em especial contra o novo coronavírus.

Já no espaço doméstico, o plástico foi o material que mais entrou nas casas. Itens básicos de sobrevivência, como água e alimentos, tiveram alta de estoque: muitas vezes embalados em materiais plásticos. Também podemos encontrar o material em máscaras n95. Além disso, com o plástico é possível vedar produtos e alimentos, o que evita a degradação rápida da comida, além da contaminação por doenças, garantindo a segurança alimentar e também evitando o desperdício de alimentos, especialmente em um momento com tanta instabilidade econômica e desemprego.

Não há dúvida de que a crise dos plásticos é um problema sério e que precisamos encorajar uma mudança de atitude em relação à mentalidade de uso único.

Não há dúvida de que a crise dos plásticos é um problema sério e que precisamos encorajar uma mudança de atitude em relação à mentalidade de uso único da sociedade com pessoas favorecendo o consumo inteligente e o pensamento sobre o ciclo de vida, além de realizar seu descarte apropriado. Mas devemos ter em mente os benefícios ambientais e econômicos que os plásticos oferecem e usar a inovação para aderir à melhor solução.

Alessandra Zambaldi é diretora de Comércio Exterior na Alpes.

Açaí é uma escolha saborosa para uma vida saudável

Nas recentes tendências de saúde e bem-estar, o açaí, um pequeno fruto roxo proveniente do bioma amazônico, vem chamando a atenção dos nutricionistas. É um alimento rico em polifenóis, considerados como alto poder antioxidante, principalmente da classe antocianinas, fibras, ácidos graxos essenciais, vitaminas e minerais que podem contribuir significativamente para um estilo de vida saudável.

Juliana Maciel, nutricionista parceira da Frooty, destacou os inúmeros benefícios de incluí-lo na alimentação.

“O açaí, sem dúvida, tem uma infinidade de benefícios para a saúde. É uma fruta altamente nutritiva e pode ser uma ótima adição à dieta de qualquer pessoa”, disse ela. “O que é realmente notável é a sua alta concentração de antioxidantes, que são vitais na luta contra os radicais livres, responsáveis pelo envelhecimento celular e desenvolvimento de doenças crônicas. É válido lembrar que sempre que mencionamos envelhecimento celular, estamos falando que o corpo inteiro sofre este processo quando há o baixo consumo de antioxidantes desde pele, cabelo, unhas, até mesmo na forma que o corpo utiliza a imunidade em proteção ao organismo ”, explicou.

Açaí engorda? Veja como consumi-lo sem problemas - iStock
Açaí engorda? Veja como consumi-lo sem problemas. Imagem: iStock

A nutricionista da empresa também mencionou a riqueza de ácidos graxos essenciais, como ômega 6 e ômega 9, presentes no açaí. Esses ácidos graxos são conhecidos por promover a saúde cardiovascular, reduzindo o colesterol LDL (o “colesterol ruim”) e aumentando o HDL (o “colesterol bom”).

Além disso, o alimento é uma fonte rica em fibras, contribuindo para a saúde digestiva. “As fibras são um componente crucial de uma dieta equilibrada. Elas auxiliam na digestão, promovem a saciedade e ajudam a regular os níveis de açúcar no sangue”, destacou o profissional.

Apesar das inúmeras vantagens, o alimento pode ser rico em calorias, especialmente quando consumido em combinação com outros ingredientes calóricos. Foto: Pexels

 

Outro benefício é a sua alta concentração de cálcio e ferro. O cálcio é essencial para a saúde óssea, enquanto o ferro desempenha um papel vital na produção de hemoglobina, o componente do sangue que transporta oxigênio para as células do corpo.

Mas é importante ter cuidado. Apesar das inúmeras vantagens, o alimento pode ser rico em calorias, especialmente quando consumido em combinação com outros ingredientes calóricos: leite condensado, leite em pó integral, mel ou alimentos com alta densidade energética. O ideal é consumi-lo com aveia, granolas ou adicionar outras frutas e até mesmo um suplemento proteico.

“É fundamental lembrar que, embora o açaí seja uma adição benéfica à sua dieta, é preciso consumi-lo com moderação. E, claro, isto deve ser feito com qualquer alimento.” concluiu Juliana.

Sabor caipira: Bolo de Paçoca é destaque nas festas julinas

Foto: Divulgação/Água Doce Sabores do Brasil

O Bolo de Paçoca da Água Doce é a aposta para continuar com a tradição de festa julina, trazendo para a mesa todo o aconchego e o sabor marcante das festividades caipiras. Com a chegada do mês de julho, o desejo por doces típicos permanece aquecido, e a rede de restaurantes decidiu resgatar uma das paixões nacionais — a paçoca de amendoim — em uma versão de sobremesa que une cremosidade, fofura e memória afetiva.

A receita, desenvolvida pelos chefes da marca, combina uma massa leve e aerada com uma cobertura generosa de doce de leite e pedaços crocantes de paçoca. O equilíbrio entre o doce e a textura do amendoim transforma o bolo na escolha perfeita tanto para encerrar uma refeição em grande estilo quanto para acompanhar um bom café no meio da tarde.

Bolo de Paçoca

Ingredientes:

  • 2 ovos
  • ½ xícara de chá de óleo
  • 1 xícara de chá de leite
  • 1 xícara de chá de açúcar
  • 1 xícara de chá de paçoca
  • 1 ½ xícara de chá de farinha de trigo
  • 1 colher de sopa de fermento químico
  • 100ml de leite condensado (calda)
  • 100ml de creme de leite (calda)
  • Paçoca para decorar
Foto: Divulgação/Água Doce Sabores do Brasil

Modo de preparo:

Comece batendo no liquidificador todos os ingredientes, adicionando o fermento por último. Despeje a massa em uma forma untada e asse em forno preaquecido a 180°C por aproximadamente 35 minutos.

Após esfriar, desenforme o bolo. Para a calda, misture o leite condensado e o creme de leite até obter uma consistência homogênea. Cubra o bolo com a calda e finalize decorando com a paçoca triturada.

Tempo de preparo: 40 minutos Grau de dificuldade: Fácil

Rendimento: 8 porções