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Azeite: especialistas explicam sobre a funcionalidade do produto

Aquecimento, cor e acidez ainda deixam consumidores em dúvida na hora de escolher ou preparar receitas com o famoso suco das azeitonas.

O azeite de oliva é uma gordura proveniente da azeitona, o fruto da oliveira. Florescendo na primavera, as azeitonas passam pelo processo de maturação até ao outono, época em que acontece a colheita.
A azeitona é um alimento presente em grande parte das cozinhas e o azeite é um dos elementos base da dieta mediterrânica, considerada uma das mais saudáveis do mundo.

Segundo um estudo realizado pela FIESP, o consumidor brasileiro busca cada vez mais por uma alimentação balanceada e saudável e, por esse motivo, o interesse pelo azeite cresce a cada ano no Brasil. Uma gordura rica em vitaminas e substâncias antioxidantes, o azeite é subdividido em três tipos:

Azeite Extra Virgem
Nesta categoria, o produto deve ter até 0,8% de acidez e sem defeito organoléptico/sensorial, sendo este o tipo de azeite que tem melhor preservadas as suas qualidades de aroma e sabor. A acidez de até 0,8% é um indicativo de que todas as etapas de processamento (maturação da azeitona, colheita do fruto, limpeza, extração e embalagem) foram realizadas de forma adequada.

Azeite Virgem
Azeites que apresentam algum defeito sensorial e/ou com acidez acima de 2% são denominados azeite virgem. Azeites com acidez acima de 2% não são adequados para o consumo, sendo que estes produtos são submetidos a um processo químico denominado refinamento, o qual se reduz a acidez do produto adequando-o ao consumo.

Azeite de Oliva
O processo de refinamento nos azeites virgens remove, além da alta acidez, as substâncias aromáticas e de sabor, bem como os antioxidantes naturais, pigmentos de cor e as vitaminas do azeite. Nesta fração refinada do azeite, normalmente se adiciona uma pequena quantidade de azeite extra virgem para repor um pouco de sabor, aroma e cor ao produto final. Estes azeites, então, são denominados comercialmente como “Azeite de Oliva” e sua acidez é de até 1%.

Mas com tantas informações disponíveis atualmente sobre o produto, surgem também alguns mitos que permeiam o uso do azeite. Pensando nisso, a Andorinha, marca pertencente ao grupo Sovena e que importa para o Brasil os azeites e azeitonas do seu olival próprio em Portugal, nos ajuda a desmitificar quatro mitos sobre o azeite.

De acordo com a nutricionista Maria Julia Coto “A inserção do azeite na alimentação todos os dias apresenta inúmeros benefícios à saúde devido à sua elevada densidade nutricional. Por isso, é essencial desmistificar algumas dúvidas comuns que surgem em torno desse alimento, para assim, proporcionar maior conhecimento sobre o impacto das escolhas alimentares em boas condições de saúde a curto e a longo prazo, assim como o azeite é capaz de proporcionar.”

1 – O azeite não pode ser exposto a altas temperaturas.
Esse é um dos mitos mais recorrentes entre os consumidores, e isso faz com que o uso do azeite fique restrito apenas à finalização de pratos e ao tempero de saladas. Segundo as pesquisas, 1/3 dos consumidores acreditam que, quando aquecido, o azeite perde suas propriedades benéficas e por esse motivo não esquentam o produto. Mas, ao contrário do imaginário comum, o produto aquecido se mantém estável e benéfico ao combate de colesterol ruim e aumento do bom. Usado corretamente, em média até 180ºC, o azeite de oliva pode fazer a diferença para manter uma alimentação de qualidade.

De acordo com a nutricionista Maria Julia Coto, “diversos estudos científicos já comprovaram que o azeite pode ser aquecido em condições de uso doméstico sem prejuízos. É um mito acreditar que vira ‘gordura ruim’, pois estes estudos demonstraram que o aquecimento não altera o perfil de ácidos graxos do azeite, comprovando que não há uma mudança no perfil de gorduras, que se mantém de boa qualidade. Isso ocorre devido ao alto teor de antioxidantes presentes no azeite, moléculas que protegem as células de reações oxidativas. Assim, o azeite é capaz de manter a sua composição estável frente à oxidação térmica, sem que haja a formação relevante de compostos tóxicos ou gordura trans.”

Mito, o azeite pode ser sim exposto à altas temperaturas.

2 – O azeite de cor verde é melhor do que o dourado.
A ideia generalizada diz que a cor do azeite é fundamental na escolha. “Muitos consumidores preferem comprar azeites em tons verdes-dourados. E quando, visualizam azeites com colorações diferentes, acreditam que o produto esteja estragado. A crença de que o azeite amarelo é ruim, não é verdadeira visto que, os diferentes tons de azeite estão relacionados a variedade, as condições climáticas, a região e o ponto de maturação das azeitonas colhidas para a extração do óleo é que determinarão a cor”, explica a especialista.

A cor do azeite indica a tonalidade da azeitona no momento de colheita e extração do azeite. A mudança na coloração deve-se ao processo de amadurecimento do fruto. Além disso, o estágio de maturação das azeitonas também interfere no sabor do azeite. No início da safra, normalmente as azeitonas estão mais verdes e, por isso, originam azeites mais amargos e picantes, já no fim da safra, normalmente os azeites são mais doces e suaves. O importante é saber o que diferencia um tipo de azeite do outro e como escolher o mais adequado para cada ocasião de uso, ou de acordo com a sua preferência particular de paladar.

3 – O azeite é como o vinho do Porto, melhora com o tempo.
Diferentemente do vinho, as características e as intensidades de sabor e aroma se mantêm melhor preservadas e são mais bem percebidas quando o azeite é “novo”, ou seja, quando consumido em data mais próxima de sua fabricação. De acordo com a especialista, muitas propriedades do alimento são termo e fotossensíveis, ou seja, quando exposto constantemente a luz e ao calor, o azeite pode sofrer o processo de oxidação.

O azeite deteriora-se ao longo do tempo, estar exposto à luz ou ao ar e temperatura elevada provocam sua oxidação — por isso é melhor consumi-lo mais cedo do que mais tarde.

“Para manter por mais tempo suas propriedades o ideal fechar muito bem embalagem após o consumo, para evitar contato excessivo com o oxigênio, e guardar em um local fresco protegido de calor e luz excessiva”, complementa.

4 – A acidez do azeite de oliva reflete no aroma e sabor.
Diferente do que muitos pensam, a “acidez” do azeite não está relacionada a sensação de sabor ácido que alimentos como, por exemplo, o limão proporciona. Segundo a nutricionista, “Não é possível sentir no paladar, o grau de acidez indicado na embalagem do azeite serve apenas para indicar a classificação do azeite”.

Além disso, está relacionada ao teor de ácidos graxos livres da azeitona e só pode ser detectada por meio de testes laboratoriais. A acidez pode ser influenciada por alguns fatores, como qualidade da azeitona, pureza, maturação, estocagem e transporte, estando associada ao grau de degradação e oxidação do azeite. Levando isso em conta, um azeite com maior acidez apresenta maior oxidação e é nisso que se deve prestar atenção. Isso porque alguns produtos da oxidação de óleo são prejudiciais à saúde. Um azeite de boa qualidade não possui acidez maior do que 2% o que é o caso do portfólio Andorinha. As informações sobre a acidez do azeite, geralmente, podem ser encontradas no rótulo do produto.

 

Entenda a relação da alimentação na prevenção de doenças

Reprodução: Freepik

Manter uma alimentação saudável proporciona diversos benefícios para a saúde, mente e corpo. Pensando nisso, a nutricionista Júlia Canabarro, da Dietbox, startup de nutrição, reforça as vantagens de adotar hábitos saudáveis. “Com uma alimentação balanceada, rica em vitaminas e minerais, os benefícios para a saúde são imensos, proporciona o fortalecimento do sistema imunológico e prevenção de diversas doenças”, afirma Júlia.

“Incluir frutas e verduras na rotina, consumir a quantidade ideal de água, evitar o consumo exagerado de doces e frituras e reduzir o consumo de bebidas alcoólicas, são alguns hábitos essenciais para manter a saúde em dia”, completa a profissional.

Garante mais energia

A primeira mudança aparente após a mudança dos hábitos é o aumento da energia e disposição para realizar as atividades do dia a dia e também para prática de atividades físicas, o que ajuda a fortalecer o sistema imunológico.

Diminui o risco de doenças crônicas

Uma dieta rica em vitaminas, minerais e fibras ajuda a regular os níveis de colesterol e de açúcar no sangue, prevenindo doenças cardíacas e diabetes.

Previne doenças infecciosas

Uma alimentação saudável e equilibrada promove a melhora da função do sistema imunológico, ajudando a prevenir e combater infecções de forma mais eficaz.

Regula a produção de hormônios

Atua na prevenção de doenças relacionadas à tireoide e fertilidade.

Ajuda a prevenir o envelhecimento precoce

Uma alimentação rica em antioxidantes contribui para melhora da pele e previne o aparecimento dos sinais de envelhecimento, as tão temidas rugas.

Como Cuidar de maneira correta com as flores durante o verão

Você sabia que as altas temperaturas do verão podem prejudicar as flores? Durante esse período é importante se atentar a quantidade de água que devemos utilizar ao regar, já que com o clima quente e seco é comum que as plantas tenham a necessidade de absorver mais água.

Outro ponto de atenção é a exposição solar: a maioria das plantas gostam de receber luz, mas algumas podem apresentar queimaduras nas folhas se expostas constantemente ao sol. É importante verificar se a espécie escolhida pode receber calor o dia todo.

A adubação também é um dos principais fatores de cuidado, justamente, porque nesse período plantas buscam por mais nutrientes. Pensando nisso, a florista Juana Martinez, parceira da Flores Online, primeiro e-commerce de flores e presentes especiais do país, indica quais são as mais recomendadas para cultivo no verão e os cuidados diários

Girassol

As regas da planta devem acontecer só uma vez por semana, mesmo em forte calor. E a terra deve ter boa drenagem e levar muito adubo, o que ajuda a manter os ciclos de floração anuais. Ele pode ser usado em praticamente todos os ambientes, desde que receba no mínimo oito horas de luz solar direta.

Estrelítzia

A ave-do-paraíso é o nome que batiza popularmente essa planta de verão muito exótica. Essa referência é por conta de um formato muito singular: quando a flor desabrocha, ela delineia um pássaro em tons laranjas e roxos. A estrelítzia exige sol pleno durante todo o dia, além de uma boa adubação semanal durante a primavera e o verão. Quanto às regas, a estrelítzia precisa de água uma vez ao dia, em quantidade proporcional ao seu porte, para dar conta do recado.

Margaridas

As margaridas são plantas de verão que transmitem uma atmosfera bem clássica onde estão. Elas são bem delicadas, para uso em vasos pequenos ou mesmo em grandes jardins repletos de vários tipos delas. Essas são plantas bem fáceis de cultivar, exigindo exposição ao sol todos os dias pelo maior tempo possível. Elas também precisam de bastante água e uma terra mais fina, que tenha alta absorção.

Gerânio

O gerânio precisa de exposição direta ao sol o tempo todo, para que assim dê lindas flores na época de floração. Para ajudar nessa etapa tão esperada, é preciso fortificar a planta com adubo para florescimento, especialmente na chegada do verão.

Maiores desafios da cibersegurança

*Por Bruno Cedaro

Bruno Cedaro

Os ataques cibernéticos a empresas brasileiras cresceram 220% no primeiro semestre de 2021, em comparação com o mesmo período do ano anterior, segundo dados divulgados pelo grupo Mz. Somos o quinto país mais afetado por esses crimes, o que faz com que a preocupação em garantir a segurança dos dados esteja mais forte do que nunca. Mesmo diante de tamanha necessidade, muitas empresas ainda falham nessa missão, não dando a devida atenção e investimento necessário.

Apesar da vigência da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e o anúncio da aplicação de multas para aquelas que não cumprirem com as regras, cerca de 84% das organizações ainda não se adequaram às normas exigidas pela Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), de acordo com um estudo feito pela CodeBy. Neste cenário, a impunidade pode ser a grande influenciadora.

Ainda não temos um consenso sobre a forma como a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD), autoridade responsável pela verificação, irá aplicar tal fiscalização, o que faz com que muitas empresas ainda não se preocupem com possíveis multas. Até que o primeiro caso venha à tona, o modelo de gestão no país será passivo, dependente de uma atitude mais rígida perante o órgão para uma mudança efetiva.

A maior dificuldade em promover a cibersegurança está, sem dúvidas, na conscientização dos empresários perante sua importância. Muitas equipes não estão treinadas e informadas sobre os processos a serem cumpridos, disponibilizando, por exemplo, canais para cadastramento de dados e informações pessoais sem que estejam criptografados para garantir a segurança dos clientes.

Para piorar, a falta de um departamento exclusivo à essa tarefa, junto com a inexistência de políticas de acesso adequadas, como guias para a adequação à Lei, são descuidos que prejudicam ainda mais a proteção dos dados. Diante de tantos crimes cibernéticos, especialmente o sequestro e roubo de dados, para venda no mercado paralelo ou para que seja feito algo contra a base de informação, já está mais do que na hora de adotar práticas conjuntas visando a cibersegurança das empresas.

Ao contrário do que muitos imaginam, não existe uma ferramenta ideal ou única para essa tarefa. Na verdade, o preparo tecnológico representa apenas uma parte do todo, para garantir a segurança dos dados. Muito além do que dispor de firewalls de boa qualidade, antivírus, ou um DLP (Data Loss Prevention) atualizado, é imprescindível criar uma área dedicada à essa missão.

Busque também consultorias externas para contribuir com esse processo. Elas trarão um olhar de fora sobre como a organização está tratando seus dados e, o que deve ser aperfeiçoado, tanto em sua política interna quanto nos investimentos tecnológicos necessários. Em uma terceira ponta, um escritório de advocacia especializado na LGPD se torna fundamental para informar sobre os possíveis riscos e como enquadrá-la ao seu negócio.

Todas essas ações, quando desempenhadas por profissionais qualificados e preparados, proporcionarão a adequação necessária. Por isso, não deixe de investir em treinamentos e capacitações constantes, para que as equipes estejam prontas para lidar com as demandas. A atualização contínua sobre as melhores práticas do mercado, aliadas à conscientização dos colaboradores, com certeza contribuirão para que seu negócio consiga proteger seus dados e, evitar ao máximo, ataques que possam danificá-lo.

 

Bruno Cedaro: É COO Digital e CBDO da Pontaltech, empresa especializada em soluções integradas de voz, SMS, e-mail, chatbots e RCS.

Bombom Sensação versão Saudável

Sabe o famoso bombom Sensação que leva chocolate com melaço de morango? Pois é, ele virou febre nos anos 2000 e se tornou o queridinho de muita gente que aprecia a mistura de sabores entre o doce do chocolate e das frutas. Na receita de hoje, elaborada pela empresária, amante da gastronomia funcional, Amélia Whitaker, vamos aprender como fazer uma versão saudável dele com chocolate vegano e frutas vermelhas naturais que são ótimas fontes de vitamina C e magnésio. Uma combinação perfeita, que vai agradar o paladar de quem não dispensa um doce, mas com sabor e saudável. Entre os alimentos da receita, estão: semente de chia, melaço de cana e o superalimento em pó da Mahta, rico em nutrientes, que ajuda a regular o intestino.

Confira o passo a passo da receita:

Ingredientes:

  • 1 xícara de frutas vermelhas orgânicas;
  • 2 colheres de sobremesa de sementes de chia;
  • 1 colher de sopa de melado de cana;
  • 160g de chocolate vegano derretido;
  • 3 scoops do superalimento.

Modo de preparo:

Em uma tigela, amasse as frutas vermelhas, as sementes de chia e o melado de cana;

Divida a geleia em pequenas porções, sobre uma folha de papel manteiga;

Leve ao congelador por 2 horas;

Assim que solidificarem, mergulhe no chocolate derretido, já misturado com o superalimento em pó;

Congele novamente por 20 minutos;

Sirva e aproveite!

Tecnologia ajuda restaurantes a gerirem negócios

*Por Eduardo Ferreira

Sistemas de gestão integrada apoiados pela automação têm auxiliado os negócios da cadeia de food service a retomarem o crescimento, após a desaceleração da crise causada pela pandemia da Covid-19.

Eles elevam o nível de profissionalização, reduzem o volume de atividades operacionais e impactam positivamente a produtividade. Tais tecnologias ampliam a capacidade de atendimento dos restaurantes a partir da revisão e integração de fluxos operacionais, entregando um maior controle nas mãos dos gestores, que passam a contar com informações que auxiliam na tomada de decisões mais assertivas.

Essa visão pode ser direcionada, quando o gestor olha apenas a operação de uma loja, ou ampliada, quando ele observa uma rede completa de negócios que, na verdade, estão integrados e respondendo a comandos centralizados. Uma realidade que só é possível com o apoio da tecnologia e que tem atraído cada vez mais o interesse de empresários que buscam a escalabilidade de seus negócios.

A consolidação das operações em um único sistema permite ter um panorama completo dos resultados do grupo, além de uma visão sobre a saúde financeira e contábil da empresa. E tudo isso fica acessível para as equipes responsáveis, sejam elas internas ou terceirizadas.

Cada vez mais as empresas de tecnologia vêm aprimorando suas soluções e usando a automação para dar mais agilidade e segurança para áreas extremamente estratégicas de restaurantes e grandes redes. Um exemplo interessante disso é o modelo do processo de compras e gestão do estoque. Funcionalidades otimizadas em sistemas integrados permitem que o processo aconteça de forma profissional e organizada. Desde o levantamento do estoque e das necessidades de reposição, passando pelas solicitações de compras, pelas cotações e pela negociação com fornecedores, chegando até mesmo à recepção, conferência, distribuição e armazenamento de mercadorias. Cada processo ganha, nas devidas proporções, mais agilidade na execução e o gestor tem uma visão macro dessa megaoperação.

Com a ajuda da tecnologia e de um fluxo ultraintegrado, o empresário pode analisar minuciosamente cada número gerado pela atividade e os impactos que isso traz à operação. Custos médios, movimentações, quebras, índice de desperdícios; enfim, tudo para ajudar a tomar a decisão certa para o negócio.

O mais bacana de tudo isso é que as novidades tecnológicas não comprometem a rotina. Hoje, um sistema, por mais robusto que seja, preza pelo modelo user friendly, ou seja, a implantação de uma plataforma de gestão não impede que o negócio continue operando normalmente. Isso garante que não haja impactos nos resultados financeiros.

Cada dia mais o setor de food service vem se beneficiando da tecnologia e de tudo o que ela pode proporcionar, como é o caso da Inteligência Artificial (IA) e do Machine Learning. Segundo pesquisa do Gartner, divulgada em novembro passado, o mercado de IA deve chegar a 62,5 bilhões de dólares em 2022. Modelos tecnológicos que aumentam a eficiência de qualquer sistema e que podem ajudar a alavancar os resultados do setor de food service.

Caberá ao empresário definir aonde ele quer chegar, para então escolher as ferramentas que poderão ajudá-lo na sua trajetória em direção ao topo. A tecnologia está aí para contribuir com a escalabilidade dos negócios do food service, mas ela só tem efeitos positivos se estiver alinhada aos desafios que o negócio precisa superar. E sabemos que são muitos.

Veja a mistura de frutas e verduras nos sucos e suas funções

Comer frutas e verduras faz parte de uma alimentação saudável. No entanto, algumas combinações destes alimentos naturais podem ter efeito direto no organismo, combatendo sintomas físicos e psicológicos e prevenindo doenças. Uma pesquisa com idosos publicada no The American Journal of Medicine, mostrou que frutas e verduras, quando consumidas três vezes por dia, podem reduzir em 76% o risco de Mal de Alzheimer.

As frutas e verduras são fontes de fitoquímicos, os alimentos regulam processos do organismo, ajudam na transmissão dos impulsos nervosos, contração muscular e equilíbrio acidobásico. Além destes nutrientes, frutas e verduras apresentam substâncias com ação medicinal. Umas são adstringentes, emolientes, algumas têm funções gástricas, ativam as funções intestinais e desintoxicam o organismo.

Estes benefícios podem ser encontrados também nos sucos. O ideal é consumir a bebida logo após o processamento e que a pessoa pode congelar as frutas para ficar mais prático na hora do preparo. A mistura de uva, couve, agrião e limão, por exemplo, fazem bem ao fígado. Já maçã, mamão, pera, hortelã e couve agem no estômago. Abacaxi e mamão combatem o inchaço.

Veja uma receita de suco com frutas que ajuda a deixar seu metabolismo mais rápido:

Ingredientes:
– 1 colher de sopa de mate solúvel
– 1 copo de 200 ml de água
– ½ maçã sem semente
– ½ mamão papaia
– 1 banana prata
– ½ copo de 100 ml de leite de soja gelado

Modo de preparo:
Bata todos os ingredientes no liquidificador e sirva gelado.

Receita direto da Bélgica: Carbonade Flamande

Divino Fogão ensina Carbonade Flamande, receita típica da Bélgica, para homenagear a seleção do País.

Carbonade Flamande

Ingredientes:

  • 1 kg de acém ou coxão duro
  • 50 gramas de farinha de trigo
  • 100 ml de óleo
  • 1 litro de cerveja belga
  • 200 gramas de cebola em rodelas
  • 5 gramas de sal
  • 30 gramas de açúcar mascavo

Preparo:

Primeiramente, corte as carnes em cubos e deixe marinando por 6 horas com metade da cerveja e o sal.

Em uma panela, coloque o óleo e deixe dourar as carnes. Guarde o marinado, acrescente as cebolas e refogue.

Em outra panela, junte a farinha de trigo com a cerveja e misture bem para não empelotar.

Adicione açúcar mascavo e o marinado que sobrou. Acrescente a mistura na carne e cozinhe na panela de pressão por aproximadamente 25 minutos.

Tempo de Preparo: 45 minutos              Rendimento: 1,5 kg.

Aprenda a fazer receita de Arroz com Castanhas

Incremente a ceia de Natal com a receita de Arroz com Castanhas do Divino Fogão para um delicioso jantar com a família.

Arroz Com Castanhas

Ingredientes:

  • 100 gramas de castanha de caju
  • 100 gramas de castanha do Pará
  • 50 gramas de nozes
  • 50 gramas de amêndoas em lâminas
  • 600 gramas de arroz cozido
  • Salsinha picada à gosto

Preparo:

Em uma forma, leve as castanhas para assar a 180º C por cerca de 5 minutos até dourar levemente. Após isso, no arroz já cozido e aquecido, misture as castanhas e salsinha.

Sirva em uma travessa.

Tempo de Preparo: 10 minutos + tempo de cozimento do arroz

Rendimento: 8 porções.