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Ginga Cia de Dança celebra 40 anos de história e impacto cultural em Mato Grosso do Sul

Companhia sul-mato-grossense soma milhares de espectadores com o espetáculo “Rompendo Silêncios” e reafirma sua importância na formação artística, humana e social de gerações

A Ginga Cia de Dança completa quatro décadas de trajetória neste mês de maio consolidada como uma das maiores referências da dança contemporânea em Mato Grosso do Sul e no Brasil. Reconhecida pela criação de obras que unem pesquisa estética, engajamento social e formação de público, a companhia comemorou os 40 anos nos palcos com apresentações do espetáculo “Rompendo Silêncios”, que já impactou mais de seis mil espectadores.

Ao longo desses anos, inúmeros bailarinos e bailarinas passaram pela companhia, levando para a vida aprendizados que ultrapassam o universo artístico. Atual integrante da Ginga, Paulo Oliveira relembra que iniciou sua trajetória em 2004, por meio do Projeto Dançar, realizado em parceria com a Prefeitura e voltado a crianças de escolas públicas.

Ao longo desses anos, inúmeros bailarinos e bailarinas passaram pela companhia, levando para a vida aprendizados que ultrapassam o universo artístico. Foto: Divulgação

“Foi ali que tive meu primeiro contato com a dança e com uma perspectiva de mundo que ampliou completamente meus horizontes. A Ginga não foi só um espaço de formação artística, mas também de formação humana”, afirma.

Segundo Paulo, valores como compromisso, coletividade, escuta e rigor artístico seguem presentes em sua vida pessoal e profissional. Ele destaca ainda que os trabalhos desenvolvidos pela companhia sempre buscaram provocar reflexões sociais profundas.

Segundo Paulo, valores como compromisso, coletividade, escuta e rigor artístico seguem presentes em sua vida pessoal e profissional. Foto: Divulgação

“Existe sempre uma urgência, uma necessidade de dizer algo. Esse posicionamento provoca tanto quem está em cena quanto quem está na plateia. Espetáculos como ‘Rompendo Silêncios’ são fundamentais porque trazem à tona questões que muitas vezes são invisibilizadas”, comenta.

A obra “Rompendo Silêncios” investiga as estruturas invisíveis que atravessam as relações humanas, tensionando narrativas sobre poder, gênero e identidade. Inspirado no espetáculo “Silêncio Branco”, de 2022, o trabalho amplia o debate sobre a violência para além das formas mais evidentes, propondo um olhar sensível sobre os silenciamentos presentes no cotidiano.

A obra “Rompendo Silêncios” investiga as estruturas invisíveis que atravessam as relações humanas, tensionando narrativas sobre poder, gênero e identidade. Foto: Divulgação

Ex-bailarina da companhia e atualmente empresária na área de design, Paula Bueno destaca o impacto emocional da obra no público. “Eu vi mulheres ao meu lado falando sobre suas dores. Os espetáculos abordam o mesmo tema sob perspectivas diferentes e acredito que o maior impacto esteja justamente nessa possibilidade de identificação. É um espetáculo precioso, que precisa alcançar cada vez mais pessoas”, ressalta.

A circulação do espetáculo por Campo Grande (MS), Dourados e Ponta Porã foi viabilizada por recursos da Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), do Governo Federal, por meio do Ministério da Cultura, operacionalizados pela Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul.

As memórias construídas dentro da Ginga atravessam gerações. Paula lembra que ainda criança já sonhava em integrar a companhia. Foto: Divulgação

As memórias construídas dentro da Ginga atravessam gerações. Paula lembra que ainda criança já sonhava em integrar a companhia. “Eu encontrei na Ginga a dança que fazia sentido para mim. Entrei oficialmente na companhia aos 17 anos e participei do espetáculo ‘Corpo Latino’, que abordava temas extremamente atuais já naquela época”, relembra.

Ela destaca ainda que a convivência artística abriu caminhos também para outras áreas da vida. “Escrita criativa, fotografia, vídeo, edição e design passaram a fazer parte da minha trajetória. Hoje sou designer e empreendedora por conta da Ginga”, conta.

Fundadora do Instituto Moinho Cultural Sul-Americano, de Corumbá, Márcia Rolon também guarda lembranças marcantes da companhia. Em um momento delicado da vida pessoal, encontrou acolhimento na dança e no diretor Chico Neller.

“O Chico me acolheu, me incluiu no grupo e me trouxe de volta o respiro e o amor”, recorda.

Filha da consagrada bailarina Sônia Rolon, Márcia afirma que a experiência na Ginga foi decisiva para sua formação profissional. “A companhia me apresentou o palco profissional, me permitiu ser intérprete-criadora, coreografar, escrever projetos e me colocou no palco do maior festival de dança do mundo”, destaca.

Responsável por conduzir a companhia durante essas quatro décadas, Chico Neller acredita no poder transformador da arte, especialmente no campo da percepção humana.

“A dança tem a capacidade de acessar camadas que não são apenas racionais, e isso pode gerar deslocamentos importantes. Talvez ela não mude imediatamente um comportamento, mas planta questões, provoca reflexões e cria fissuras necessárias para transformações maiores”, pondera.

A dança tem a capacidade de acessar camadas que não são apenas racionais, e isso pode gerar deslocamentos importantes. Foto: Divulgação

Mantendo viva sua vocação de inovação artística, a Ginga Cia de Dança já iniciou o processo criativo de seu novo espetáculo, “Corpo Território”. A obra irá investigar as relações entre corpo, identidade e pertencimento, refletindo sobre a cultura e a produção artística sul-mato-grossense, reafirmando o compromisso da companhia com a criação contemporânea e a valorização do território como espaço de memória e expressão.

… Bom dia! “A vida me ensinou que chorar alivia, mas sorrir torna tudo mais bonito”.

… Abraço aos aniversariantes de hoje: Felipe Brum, Alex Fraga, Lourdinha Jallad, Eduardo Spipe Calarge, Ana Rita Malheiros, Aurora de Fatima Bueno, Renata Jorge Brand, Paulo Costa, Viviane Santos, Ineu Oliveira, Keith Rocha, Fabiane Sato, Alexandre Fialho Braga, Isabelle Bittencourt, Juliana Bontorim,  Fatima Vanusa Barbosa, Maria Nilza Barbosa, Ricardo Campos, Amauri Sorentini, Leandro Lagranha, Luana Santos,  Hudson Verão, Luciana Soares, Angelo Fabio Carmona, Luciana Soares Doria e Ana Calvi. Happy birthday!

Quando o pet é família

Foto: Pexels

*Por Juliana Sato

Juliana Sato

Nos últimos anos, especialmente após a pandemia, a relação entre humanos e animais de estimação passou a ocupar um espaço diferente nas conversas sobre afeto e pertencimento, com pets sendo chamados de filhos, companheiros, a presença mais constante em tempos de instabilidade.

O Dia Internacional da Família, celebrado em 15 de maio, é uma oportunidade para nomear algo que muitas pessoas já vivem, mas que ainda busca reconhecimento formal: o pet como parte constituinte da configuração familiar, e não como uma presença afetiva que orbita essa configuração de fora.

O pet é parte constituinte da configuração familiar, e não como uma presença afetiva que orbita essa configuração de fora. Foto: Pexels

Quando pergunto às pessoas o que sentem perto do seu animal, as respostas chegam como descrições de estados, uma sensação de segurança e de confiança que reconhecem com clareza, mas que têm dificuldade de nomear com precisão, porque não é exatamente igual a nenhuma outra coisa que já sentiram, e isso, por si só, já diz muito sobre a natureza desse vínculo.

O afeto que se constrói entre um ser humano e seu animal tem configuração própria, desenvolvida naquela relação específica, com aquele animal específico, ao longo de uma convivência que não se encaixa bem nas categorias que usamos para descrever outros tipos de amor e que, justamente por isso, merece ser reconhecido nos seus próprios termos.

O afeto que se constrói entre um ser humano e seu animal tem configuração própria. Foto: Pexels

Parte dessa dificuldade de nomear vem do fato de que esse vínculo se constrói em grande medida no não-verbal, no ritmo compartilhado do dia, na forma como o animal responde à presença de quem cuida dele e como quem cuida aprende a ler o que o animal comunica sem palavras. É uma intimidade que se forma devagar, no cotidiano, e que vai organizando a vida afetiva de uma maneira que muitas vezes só se percebe em toda a sua dimensão quando essa presença não está mais lá.

A pesquisa que estuda esse vínculo há décadas aponta que o bem-estar que emerge dessa relação não pertence a nenhum dos dois isoladamente, mas à configuração que constroem juntos ao longo do tempo. Isso ajuda a entender por que tanta gente descreve o pet como parte da família sem hesitar, e por que essa descrição não é exagero afetivo, mas uma leitura precisa de como os vínculos funcionam na prática da vida.

Reconhecer esse vínculo no Dia Internacional da Família não é ampliar o conceito de família de forma sentimental, mas atualizá-lo à altura da vida que as pessoas realmente vivem.

Juliana Sato é psicóloga especializada em vínculo humano-animal

Aprender inglês pode melhorar o desempenho nos games

Crédito: Freepik

Com a globalização dos jogos online, aprender inglês faz toda a diferença para jogos como League of Legends, Free Fire, LOL, Fortnite entre tantos outros disponíveis na internet. Quem já se aventurou com os jogos digitais, certamente encontrou termos, frases ou textos em inglês. De acordo com o relatório divulgado pela Pesquisa Games Brasil (PGB) 2024, cerca de 73,9% dos brasileiros afirmam jogar em alguma plataforma de jogos online, e esse número cresceu 3,8% em relação ao ano anterior. Desse percentual, 85,4% consideram os jogos digitais uma das principais e favoritas formas de entretenimento.

“Eu jogo League of Legends, e os melhores jogadores do mundo são de fora do Brasil, especialmente da Coreia do Sul. O fato de saber falar inglês possibilitou assistir às lives e vídeos desses gamers, e auxiliou a entender melhor sobre o jogo e aprender várias dicas para um melhor desempenho na plataforma, comenta o coordenador pedagógico da KNN Idiomas, Diego Rodrigues Moreti.

Cerca de 73,9% dos brasileiros afirmam jogar em alguma plataforma de jogos online, e esse número cresceu 3,8% em relação ao ano anterior. Foto: Freepik

“A língua inglesa contribuiu muito para o meu desenvolvimento nos jogos online, pois eu jogo Yu-Gi-Oh e o servidor precisa de comunicação em inglês. Além disso, um dos motivos por ter aprendido o idioma foi justamente por conta dos jogos. Quando eu era criança meus primos jogavam Pokémon e às vezes me deixavam jogar também o Gameboy, mas o jogo era totalmente em inglês e eu não entendia o que precisava fazer. Posteriormente quando aprendi o idioma, a primeira coisa que fiz foi jogar Pokémon de novo e zerar o jogo pela primeira vez”, comenta o coordenador pedagógico da KNN de Peruíbe (SP), Lucas Messias Souza Jorge da Silva.

A Nintendo Mudar, Nintendo, Console
Jogos online são globais, assim como o inglês. Os melhores times e jogadores se comunicam pela língua. Foto: Pixabay

Para Lucas Cristiano Bernardoni, o curso de inglês contribui de forma significativa no desenvolvimento e aprimoramento nos games online: “Jogos online são globais, assim como o inglês. Os melhores times e jogadores se comunicam pela língua. Ou seja, para poder consumir o conteúdo de melhor qualidade e poder melhorar, é necessário entender de fato o idioma. Por meio de diversos vídeos e lives pude aprimorar cada vez mais”, explica.

Com a popularidade dos jogos no Brasil, as principais faixas etárias dos jogadores variam entre 20 a 29 anos (14,6%), e com (16,9%) acima dos 30. Segundo a pesquisa, 50,9% dos gamers são mulheres e 49,1% são homens.

Grifes internacionais entram de vez no mercado imobiliário de luxo

De Miami a Dubai, passando por Balneário Camboriú e São Paulo, o mercado imobiliário vive a expansão dos chamados “branded residences”, empreendimentos residenciais assinados por marcas internacionais de luxo como Porsche, Armani, Bentley e Pininfarina. Mais do que imóveis sofisticados, esses projetos oferecem experiências inspiradas no universo da moda, do design automotivo e da hotelaria premium.

O conceito de empreendimentos associados a grandes marcas internacionais deixou de ser apenas uma tendência para se transformar em um dos segmentos mais valorizados do mercado imobiliário global. Conhecidos como “branded residences”, esses residenciais unem arquitetura autoral, serviços exclusivos e o prestígio de marcas reconhecidas mundialmente.

Conhecidos como “branded residences”, esses residenciais unem arquitetura autoral, serviços exclusivos e o prestígio de marcas reconhecidas mundialmente. Foto: Pexels

Entre os exemplos mais famosos está o Porsche Design Tower, em Miami, empreendimento que ganhou notoriedade internacional pelos elevadores que transportam os carros diretamente para dentro dos apartamentos. O projeto ajudou a consolidar uma nova geração de imóveis voltados para consumidores de altíssimo padrão, que buscam exclusividade, tecnologia e diferenciação.

Porsche Design Tower, em Miami, empreendimento que ganhou notoriedade internacional pelos elevadores que transportam os carros diretamente para dentro dos apartamentos. Foto: Porsche/Divulgação

Outra marca que ampliou presença no setor foi a Armani/Casa, braço de design da grife italiana, responsável por empreendimentos em cidades como Dubai e Miami. Os projetos apostam em interiores sofisticados, linhas minimalistas e serviços inspirados na hotelaria de luxo.

Armani/Casa projeto que aposta em interiores sofisticados, linhas minimalistas e serviços inspirados na hotelaria de luxo. Foto: Divulgação

A Bentley também entrou no segmento imobiliário com o Bentley Residences, torre em construção em Sunny Isles Beach, na Flórida. O empreendimento promete garagem privativa integrada aos apartamentos, piscinas com vista panorâmica e serviços personalizados voltados para um público internacional.

A Bentley também entrou no segmento imobiliário com o Bentley Residences, torre em construção em Sunny Isles Beach, na Flórida. Foto: Divulgação

Um dos nomes que mais chama atenção nesse movimento é a tradicional casa italiana Pininfarina. Reconhecida mundialmente pelo design de automóveis icônicos da Ferrari e Maserati, a empresa expandiu sua atuação para a arquitetura e o mercado imobiliário. Hoje, assina projetos residenciais de alto padrão em diferentes países, levando ao setor conceitos inspirados na aerodinâmica, sofisticação e elegância típicas da indústria automotiva italiana.

Um dos nomes que mais chama atenção nesse movimento é a tradicional casa italiana Pininfarina. Foto: Divulgação

No Brasil, o modelo também começa a ganhar força, principalmente em Balneário Camboriú, Itapema e São Paulo. Incorporadoras têm apostado em parcerias com marcas internacionais para agregar valor aos empreendimentos e atrair compradores que buscam mais do que localização privilegiada: desejam exclusividade e identidade global.

Em Campo Grande MS, a Plaenge também entrou nesse seleto mercado e anunciou um empreendimento de alto padrão assinado pela Pininfarina. O projeto marca a chegada da tradicional marca italiana ao Mato Grosso do Sul e reforça o crescimento da capital sul-mato-grossense no segmento imobiliário de luxo.

Em Campo Grande MS, a Plaenge também entrou nesse seleto mercado e anunciou um empreendimento de alto padrão assinado pela Pininfarina. Foto: Divulgação

Segundo especialistas do setor, imóveis assinados por grandes marcas podem alcançar valorização significativamente superior à média do mercado tradicional, justamente pelo apelo internacional e pela associação ao universo do luxo e do design autoral.

Além da arquitetura diferenciada, os “branded residences” oferecem serviços como concierge 24 horas, spas privativos, marina exclusiva, adegas climatizadas, wellness centers e experiências inspiradas nos melhores hotéis do mundo.

Mais do que uma tendência passageira, os empreendimentos assinados por grifes internacionais mostram como o mercado imobiliário vem se aproximando cada vez mais do universo da moda, da arte, do design e da experiência de viver.

Mais informações com a Imobiliária Jefferson de Almeida: (67) 98425-6330.

…Bom dia! “Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina.” – Cora Coralina

… Um abraço aos que aniversariam hoje: Mauricio Zito, Luciano Matos, Edson Kiyoshi Shimabukuro, Cerilo Casanta Calegaro Neto, Vaniana Cecilio Helou, Victor Salmão Paiva, Carlos Brum, Gabriel Silva, Nilson Fagundes, Gustavo Silveira Menezes, Helio Souza Jesus, Reginaldo Garcia Riquelme, Sonia Barbosa Wanderlei, Solange Ferreira Lino, Murilo Barros e Ivone Soares. Happy birthday!

Bahamas: o paraíso ao lado de Miami

A Copa do Mundo de 2026, que acontecerá entre os meses de junho e julho, promete transformar cidades como Miami em verdadeiros centros globais de emoção, movimento e celebração. Milhares de turistas devem desembarcar na Flórida para acompanhar o maior evento do futebol mundial, em uma atmosfera marcada por festas, estádios lotados e intensa movimentação internacional. Mas, depois da adrenalina das partidas, cresce também a procura por destinos capazes de oferecer exatamente o oposto: silêncio, exclusividade e desaceleração.

É nesse cenário que as Out Islands das Bahamas surgem como uma extensão natural — e extremamente sofisticada — da viagem. A menos de uma hora de voo de Miami, o arquipélago oferece uma experiência completamente diferente da agitação urbana: praias praticamente desertas, mar cristalino em dezenas de tons de azul e um estilo de vida onde o tempo parece desacelerar naturalmente.

É nesse cenário que as Out Islands das Bahamas surgem como uma extensão natural — e extremamente sofisticada — da viagem. Foto: Divulgação

Enquanto o mundo acompanha gols e disputas emocionantes nos estádios, ilhas como Exumas, Eleuthera, Abacos e Bimini convidam o viajante a trocar a intensidade da competição pela contemplação da natureza e pelo chamado “barefoot luxury”, conceito que valoriza conforto, autenticidade e exclusividade sem excessos.

Em Exumas, o famoso “Bahamian Blue” impressiona até os viajantes mais experientes. O arquipélago reúne bancos de areia que desaparecem com a maré, águas transparentes e cenários que parecem irreais. O luxo, ali, está justamente na sensação de isolamento e privacidade. É um destino perfeito para passeios de barco, mergulhos e experiências reservadas longe das multidões.

Em Exumas, o famoso “Bahamian Blue” impressiona até os viajantes mais experientes. Foto: Divulgação

Já Eleuthera chama atenção pelas praias de areia rosada, consideradas entre as mais bonitas do Caribe. A combinação entre o mar turquesa e o tom suave da areia cria um visual quase cinematográfico. O destino também se tornou referência entre viajantes que buscam villas privativas, hotéis boutique e conexão genuína com a natureza.

Eleuthera chama atenção pelas praias de areia rosada, consideradas entre as mais bonitas do Caribe. Foto: Getty / Divulgação

Mais próxima da Flórida, Bimini é vista como a porta de entrada ideal para quem deseja estender rapidamente a viagem após os jogos. O destino está localizado a cerca de 80 quilômetros de Miami e oferece experiências ligadas ao mergulho, navegação e observação da vida marinha, incluindo encontros com golfinhos.

Mais próxima da Flórida, Bimini é vista como a porta de entrada ideal para quem deseja estender rapidamente a viagem após os jogos. Foto: Divulgação

Outro destaque é Grand Bahama, acessível inclusive por ferry. A ilha reúne parques nacionais preservados, cavernas subaquáticas e praias frequentemente apontadas entre as melhores do Caribe, como Gold Rock Beach. O destino combina natureza exuberante com excelente infraestrutura turística.

Grand Bahama reúne parques nacionais preservados, cavernas subaquáticas e praias frequentemente apontadas entre as melhores do Caribe, como Gold Rock Beach. Foto: Divulgação

Nas Abacos, a experiência ganha um perfil ainda mais náutico. Considerada uma das capitais da navegação no Caribe, a região atrai turistas interessados em catamarãs, island hopping e pequenas marinas charmosas espalhadas pelas ilhotas da região.

Nas Abacos, a experiência ganha um perfil ainda mais náutico. Foto: Divulgação

O conceito de “slow travel”, cada vez mais valorizado no turismo de alto padrão, também encontra espaço nas Bahamas. Em Andros, lar da terceira maior barreira de corais do mundo, mergulhar deixa de ser apenas lazer e passa a representar contemplação e conexão com um ecossistema preservado. Já em terra firme, flamingos-rosados e o raro papagaio-das-Bahamas reforçam o apelo ligado à natureza e à vida selvagem.

Mais do que uma simples extensão da Copa do Mundo, as Out Islands aparecem como uma oportunidade de transformar a viagem esportiva em uma experiência muito mais ampla e memorável. Afinal, depois da multidão dos estádios, o silêncio do mar; depois da correria das cidades, o privilégio do espaço; depois da emoção do jogo, a descoberta de um Caribe sofisticado, sereno e autêntico.

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Veganismo e Anemia: como evitar a deficiência de ferro

Especialista explica por que dietas restritivas exigem atenção redobrada ao consumo de ferro e acompanhamento nutricional adequado. Foto: Divulgação

A decisão de seguir uma alimentação vegana ou vegetariana tem se tornado cada vez mais comum, seja por questões de saúde, sustentabilidade ou escolhas pessoais. Recentemente, o tema voltou ao debate após declarações da modelo Gisele Bündchen sobre mudanças em sua alimentação e os impactos percebidos em sua saúde, reacendendo discussões sobre os desafios nutricionais de dietas restritivas.

Embora padrões alimentares baseados em vegetais possam trazer benefícios e ser perfeitamente saudáveis, a restrição de alimentos de origem animal exige atenção especial ao consumo de nutrientes essenciais, entre eles o ferro, mineral fundamental para o transporte de oxigênio no organismo e prevenção da anemia.

O ferro presente em vegetais existe, mas sua absorção costuma ser menor quando comparada ao ferro heme, encontrado em carnes e vísceras. Foto: Pixabay

De acordo com o Dr. Carlos Alberto Reyes Medina, Diretor Médico da Carnot Laboratórios, dietas veganas e vegetarianas podem ser saudáveis e equilibradas, desde que bem planejadas. O principal ponto de atenção está na ingestão e absorção de ferro, já que a principal fonte de ferro de alta biodisponibilidade é encontrada em alimentos de origem animal.

“O ferro presente em vegetais existe, mas sua absorção costuma ser menor quando comparada ao ferro heme, encontrado em carnes e vísceras. Isso significa que pessoas vegetarianas e veganas precisam ter um olhar ainda mais atento para a composição da dieta e para possíveis sinais de deficiência”, explica.

Segundo OMS, a anemia afeta cerca de 1,62 bilhão de pessoas no mundo, sendo a deficiência de ferro sua principal causa. Foto: Pixabay

Segundo a Organização Mundial da Saúde, a anemia afeta cerca de 1,62 bilhão de pessoas no mundo, sendo a deficiência de ferro sua principal causa. Mulheres em idade fértil, gestantes, crianças e pessoas com dietas restritivas estão entre os grupos de maior risco.

Dados publicados pelo periódico científico Nutrients apontam que vegetarianos e veganos podem apresentar estoques de ferro mais baixos quando comparados à população onívora, especialmente mulheres, devido à combinação entre maior necessidade fisiológica e menor biodisponibilidade do mineral na dieta.

Entre os alimentos vegetais ricos em ferro estão feijões, lentilha, grão-de-bico, tofu, vegetais verde-escuros, sementes e oleaginosas. Ainda assim, especialistas reforçam que a absorção pode ser prejudicada por compostos presentes em alguns alimentos, como fitatos e polifenóis, encontrados em cereais integrais, café e chás.

Entre os alimentos vegetais ricos em ferro estão feijões, lentilha, grão-de-bico, tofu, vegetais verde-escuros, sementes e oleaginosas. Foto: Pixabay

Uma estratégia recomendada é associar fontes vegetais de ferro ao consumo de vitamina C, presente em frutas cítricas, acerola, morango e kiwi, que melhora a absorção do nutriente.

Os sinais de deficiência de ferro incluem cansaço excessivo, falta de concentração, queda de cabelo, palidez, unhas frágeis e baixa imunidade. Quando identificados, devem ser avaliados por um profissional de saúde.

“O mais importante não é demonizar nenhum padrão alimentar, mas entender que cada escolha nutricional exige responsabilidade e acompanhamento. Em alguns casos, a suplementação pode ser necessária para garantir níveis adequados de ferro e prevenir complicações”, reforça Dr. Carlos.

Com o crescimento do número de adeptos às dietas baseadas em vegetais, o debate sobre nutrição individualizada ganha ainda mais relevância. A orientação profissional continua sendo essencial para garantir saúde, equilíbrio e prevenção de deficiências nutricionais.

Bahamas: o refúgio perfeito após a Copa de 2026

A Copa do Mundo de 2026, que acontecerá entre os meses de junho e julho, promete transformar cidades como Miami em verdadeiros centros globais de emoção, movimento e celebração. Milhares de turistas devem desembarcar na Flórida para acompanhar o maior evento do futebol mundial, em uma atmosfera marcada por festas, estádios lotados e intensa movimentação internacional. Mas, depois da adrenalina das partidas, cresce também a procura por destinos capazes de oferecer exatamente o oposto: silêncio, exclusividade e desaceleração.

É nesse cenário que as Out Islands das Bahamas surgem como uma extensão natural — e extremamente sofisticada — da viagem. A menos de uma hora de voo de Miami, o arquipélago oferece uma experiência completamente diferente da agitação urbana: praias praticamente desertas, mar cristalino em dezenas de tons de azul e um estilo de vida onde o tempo parece desacelerar naturalmente.

É nesse cenário que as Out Islands das Bahamas surgem como uma extensão natural — e extremamente sofisticada — da viagem. Foto: Divulgação

Enquanto o mundo acompanha gols e disputas emocionantes nos estádios, ilhas como Exumas, Eleuthera, Abacos e Bimini convidam o viajante a trocar a intensidade da competição pela contemplação da natureza e pelo chamado “barefoot luxury”, conceito que valoriza conforto, autenticidade e exclusividade sem excessos.

Em Exumas, o famoso “Bahamian Blue” impressiona até os viajantes mais experientes. O arquipélago reúne bancos de areia que desaparecem com a maré, águas transparentes e cenários que parecem irreais. O luxo, ali, está justamente na sensação de isolamento e privacidade. É um destino perfeito para passeios de barco, mergulhos e experiências reservadas longe das multidões.

Em Exumas, o famoso “Bahamian Blue” impressiona até os viajantes mais experientes. Foto: Divulgação

Já Eleuthera chama atenção pelas praias de areia rosada, consideradas entre as mais bonitas do Caribe. A combinação entre o mar turquesa e o tom suave da areia cria um visual quase cinematográfico. O destino também se tornou referência entre viajantes que buscam villas privativas, hotéis boutique e conexão genuína com a natureza.

Eleuthera chama atenção pelas praias de areia rosada, consideradas entre as mais bonitas do Caribe. Foto: Getty / Divulgação

Mais próxima da Flórida, Bimini é vista como a porta de entrada ideal para quem deseja estender rapidamente a viagem após os jogos. O destino está localizado a cerca de 80 quilômetros de Miami e oferece experiências ligadas ao mergulho, navegação e observação da vida marinha, incluindo encontros com golfinhos.

Mais próxima da Flórida, Bimini é vista como a porta de entrada ideal para quem deseja estender rapidamente a viagem após os jogos. Foto: Divulgação

Outro destaque é Grand Bahama, acessível inclusive por ferry. A ilha reúne parques nacionais preservados, cavernas subaquáticas e praias frequentemente apontadas entre as melhores do Caribe, como Gold Rock Beach. O destino combina natureza exuberante com excelente infraestrutura turística.

Grand Bahama reúne parques nacionais preservados, cavernas subaquáticas e praias frequentemente apontadas entre as melhores do Caribe, como Gold Rock Beach. Foto: Divulgação

Nas Abacos, a experiência ganha um perfil ainda mais náutico. Considerada uma das capitais da navegação no Caribe, a região atrai turistas interessados em catamarãs, island hopping e pequenas marinas charmosas espalhadas pelas ilhotas da região.

Nas Abacos, a experiência ganha um perfil ainda mais náutico. Foto: Divulgação

O conceito de “slow travel”, cada vez mais valorizado no turismo de alto padrão, também encontra espaço nas Bahamas. Em Andros, lar da terceira maior barreira de corais do mundo, mergulhar deixa de ser apenas lazer e passa a representar contemplação e conexão com um ecossistema preservado. Já em terra firme, flamingos-rosados e o raro papagaio-das-Bahamas reforçam o apelo ligado à natureza e à vida selvagem.

Mais do que uma simples extensão da Copa do Mundo, as Out Islands aparecem como uma oportunidade de transformar a viagem esportiva em uma experiência muito mais ampla e memorável. Afinal, depois da multidão dos estádios, o silêncio do mar; depois da correria das cidades, o privilégio do espaço; depois da emoção do jogo, a descoberta de um Caribe sofisticado, sereno e autêntico.

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… Bom dia! “Viver não é esperar a tempestade passar, é aprender a dançar na chuva”.

… Abraço aos aniversariantes de hoje: Maria Olga Mandetta,  João Flores Júnior,  Cida Alves, Eliana Paião, Cleyster Cardoso, Jane Pina Bulhoes Moreira, Teté Rahe, Cássia Cristina Cardozo, Gaby Penrabel, Ana Christina Garcia, Márcio Gonçalves, Marisa Pereira de Oliveira, Sandra Alves Marques, Hugo Silva, Adriano Hany, Jocelene Flores,  Venancia Rodrigues e Gerusa Almeida. Happy birthday!