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Reforma tributária exige reforma ética

Ricardo Viveiros*

O Sistema Tributário Nacional foi instituído com a publicação da Emenda Constitucional nº 18 de 1965 à Constituição criada em 1946, momento que gerou a última grande Reforma Tributária no Brasil. Ou seja, desde que sou jornalista – lá se vão 55 anos – ouço falar nesse assunto. Porque, desde sempre, não foi feito o que deveria ser feito. Apenas “emendas”. Não é com remendos que se faz algo assim, de tamanha relevância para a vida das pessoas, para o desenvolvimento do País.

Você sabe quantas propostas de reforma tributária passaram pela Câmara Federal e pelo Senado nos últimos 55 anos? Não. Pois é, também desconheço. Embora atento ao tema, perdi a conta ao longo do tempo. Entretanto, saiba que apenas hoje o poder legislativo nacional brasileiro analisa mais de 100 propostas de alterações de impostos que tramitam, de modo fatiado, no Congresso.

Nesta oportunidade em que corre no parlamento federal mais uma Proposta de Reforma Tributária, é importante adequá-la à meta do crescimento econômico, desonerando a produção na medida do possível. Antes de tudo, torna-se imprescindível entendê-la como oportunidade de minimizar um dos mais graves problemas brasileiros: a corrupção no setor público. Não haverá política fiscal capaz de conciliar a receita de impostos com as necessidades de custeio e investimento dos governos, enquanto boa parte do dinheiro arrecadado estiver indo para os bolsos dos políticos desonestos.

Exemplo lamentável dessa criminosa cultura crônica que há décadas é praticada nos três níveis do poder executivo brasileiro, podemos observar nas ações da Controladoria-Geral da União (CGU). O organismo identifica fraudes em licitações de inúmeros cidades de todos os estados do País. Em média, pasme, mais de 80% das prefeituras pesquisadas apresentam problemas suspeitos. Essa estatística preocupa, pois a perspectiva do ponto de vista percentual no universo de 5.570 municípios no País aponta um cenário grave. Sem falar dos estados e do Governo Federal.

A maioria das concorrências públicas são sobre elevadas despesas com obras de saneamento básico, asfaltamentos, construções de escolas, postos de saúde e hospitais, e muito na terceirização de serviços – este segmento um recorrente foco de desvios. Honestidade e eficiência nesses gastos são garantia de uso adequado de recursos, por consequência da menor necessidade de tributação da sociedade. Constante fúria arrecadatória, corrupção e irresponsabilidade fiscal constituem o mais cruel inimigo da economia brasileira. Na verdade, matam pessoas como, agora, vimos nas compras governamentais de equipamentos, insumos e vacinas para o combate à Covid-19.

Diante da dimensão do problema, a mídia tem cumprido seu papel de revelar lamentáveis fatos à sociedade, permitindo que todos fiscalizem a aplicação do dinheiro público. Os jornalistas têm sido vítimas constantes de agressões e tentativas de desqualificação, quando administradores públicos reclamam não receber elogios e rejeitam críticas, denúncias. Como sempre digo, a imprensa existe para governados, não para governantes. Político que é honesto, capaz e trabalhador não faz mais do que sua obrigação. Não quer aplausos, não teme comentários. Seus atos são sua melhor campanha.

Transparência é a exigência básica para o êxito das ações de moralização do setor público brasileiro. União, estados e municípios têm a obrigação de gerir os seus respectivos orçamentos com muita correção e responsabilidade. No caso específico das concorrências, é básico respeitar, com absoluto rigor, o que está definido na Lei 4.253/2020, que substituiu a Lei das Licitações 8.666/1993, a Lei do Pregão 10.520/2002 e o Regime Diferenciado de Contratações RDC – Lei 12.462/11. Este é o caminho para a aprovação das contas públicas, pelos organismos competentes de fiscalização e auditoria e, também, pela sociedade, cuja concordância é essencial nas democracias. Lei é para ser cumprida. Se é ruim ou se ficou obsoleta, que seja mudada. Mas, enquanto for a vigente é para ser respeitada.

Não há mérito algum em honrar, na administração pública, os compromissos inerentes aos cargos eletivos e, sobretudo, a confiança depositada em cada voto dos cidadãos. Realizar todos os processos dentro da lei é uma conduta obrigatória em respeito à população. A partir dessa natural conjectura, está nítido o compromisso que governos e parlamentos, nos três níveis, têm a obrigação de fazer. Haverá eleições no próximo ano, mais uma oportunidade de aprimorar a democracia, tendo como principal objetivo a honestidade e o compromisso daqueles que disputam nosso voto.

Reforma tributária eficaz somente poderá ser feita se for possível orçar quanto o País, os estados e os municípios de fato precisam para cumprir com todas obrigações que têm com a sociedade – no custeio e nos investimentos. E sob visão muito realista e honesta. Também cabe elaborar eficaz programa para liquidação de dívidas (Refis) e de ingresso dos que não estão contribuindo. A gestão pública não pode estar contaminada pelo vírus da roubalheira, que exige cada vez mais impostos e consome malas e sacos de dinheiro, recursos que poderiam gerar empreendimentos, criando empregos e promovendo equilíbrio na distribuição de renda, garantindo na prática o que os políticos pregam apenas nos discursos de campanha.

Reforma Tributária, como as demais reformas ainda pendentes, é tema essencial para todos nós. Não pode seguir sendo uma colcha de retalhos, mas sim, como o Brasil merece, uma responsável adequação entre a necessidade e o que, de modo justo, a sociedade pode contribuir para uma aplicação honesta e produtiva na busca de qualidade de vida para todos. Mais saúde, educação, trabalho, moradia, cultura e desenvolvimento, com liberdade e progresso individual e coletivo. Quando os tributos são justos, não há sonegação. Cresce a arrecadação, diminui a inadimplência e há desenvolvimento.

*Ricardo Viveiros é jornalista, escritor e professor. Doutor em Educação, Arte e História da Cultura pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e autor de vários livros.

Dicas de pratos e bebidas para nos deliciarmos durante as Olimpíadas no Japão

Nada melhor do que assistir as competições internacionais acompanhados por boas comidas e bebidas! Pensando nisso, para comemorar o início dos Jogos Olímpicos realizados este ano no Japão, chefs e bartender compartilham receitas que representam alguns dos países participantes.

O chef Koji Yokomizo abre os trabalhos com a receita do Yaki Udon, uma homenagem ao país anfitrião, palco das competições. Já Pasquale Mancini, chef nascido no interior da Toscana responsável pelo menu do Terraço Itália, ensina o passo-a-passo do Gnocchi de Mandioquinha com camarão e aspargos. Fábio Vieira, chef executivo do Santo Grão, traz todo o tempero brasileiro no saboroso Picadinho de Mignon servido com chips de mandioquinha, farofa fria com farinha de milho e arroz cremoso. Representando Portugal, o Bacalhau Vinho & Cia compartilha o preparo do chef Caique Pallas com o Bacalhau às Natas servido em nacos com batatas cozidas, cebola, molho de requeijão, catupiry e pimentão vermelho, tudo gratinado com parmesão no forno.

Já no time das bebidas, podemos conferir o Expresso Olímpico, coquetel criado pelo bartender parceiro da Aurora Fine Brands, Frajola Souza, do Sylvester Bar, localizado em Pinheiros-SP. Na taça, Frajola buscou influências do Japão, Itália e do Brasil ao combinar saquê, para representar a Terra do Sensei, o Amaro, que em italiano quer dizer amargo e significa um estilo de licor agridoce muito comum na Itália, e a chachaça, para mostrar de onde viémos. O bartender explica ainda a importância destes dois países para o desenvolvimento de São Paulo: “Tanto os imigrantes do Japão como os da Itália nos ajudaram muito nas plantações de café, no crescimento das indústrias na capital e interior. Criei um coquetel fácil de fazer em casa e que homenageasse esses dois países, além da cachaça, que é o nosso destilado principal”.

Confira as receitas abaixo!

Yaki Udon – Por chef Koji Yokomizo

Macarrão de udon refogado com carne e cebola

Ingredientes:

– 100g macarrão udon congelado pré-cozido ou massa seca
– 120g contra filé fatias finas
– 1 colher de azeite
– 30g de cebola branca fatias fina
– 01 colher de sopa de shoyu
– Três talos de Cebolinha picadas
– Katsobushi a gosto (conserva seca)
– Sal a gosto

Modo de Preparo:
Em uma frigideira, coloque o azeite e acrescente as fatias de carne e cebola. Refogue até a carne cozinhar e dourar. Em seguida, uma colher shoyu e o udon (pré-cozido).
Misture todos os ingredientes por aproximadamente 3 minutos e tempere com sal a gosto.
Para finalizar, acrescente a cebolinha picada e aproximadamente um punhado de Katsobushi

Bacalhoada às Natas – Bacalhau Vinho & Cia – Chef Caique Pallas

Ingredientes:

– 600 Grs. de bacalhau em nacos dessalgados

– 150 grs. de natas

– 100 grs. de catupiry

– 200 grs. de creme de leite fresco

– 60 grs. de cebola picada

– 10 grs. de alho picado

– 200 grs. de batata cozida e cortada em cubos médios

– Parmesão ralado para gratinar

– Azeite

Modo de Preparo:

– Cozinhe os nacos de bacalhau até ficarem macios. Reserve.

– Faça uma pré fritura dos cubos de batata até que fiquem dourados e reserve.

– Em uma frigideira, doure o alho e a cebola com azeite e acrescente as natas, o catupiry e o creme de leite. Mexa até que o molho fique homogêneo e acerte o sal.

– Incorpore as batatas no molho.

– Em um refratário, disponha as batatas e os nacos de bacalhau sobre as mesmas. Cubra tudo com o restante do molho e depois o parmesão ralado.

– Leve ao forno 200°C até que fique gratinado.

Rendimento: 2 porções  Tempo de Preparo: 30 minutos

Foto: Gladstone Campos

Receita Picadinho – Santo Grão – Chef Fábio Vieira

Ingredientes:

– 150 gramas de mignon picado

– 1 unidade de mandioquinha

– 1 colher de sopa de cebola e salsão brunoise

– 1 dente de alho amassado

– 1 colher de sopa de vinagre de vinho branco

– 2 cravos

– 3 colheres de sopa de shoyu

– 1 concha de caldo de legumes

– Azeite

– Ciboulette a gosto

– Sal

– Pimenta do reino

Modo de preparo:

Tempere a carne com uma pitada de sal, pimenta do reino a gosto, o vinagre, o alho, o cravo.

Leve a uma frigideira bem quente com um fio de azeite sem mexer para que sele e não libere suco.

Acrescente a cebola e o salsão. Mexa, acrescente o shoyu e o caldo de legumes.

Deixe por alguns minutos para que incorpore.

Finalize com a ciboulette ou cheiro verde, se preferir, e sirva com o acompanhamento de sua preferência. Sugestão: chips de mandioquinha. Para prepará-lo, descasque a mandioquinha e com o mesmo descascador, continue tirando lascas finas no sentido longitudinal. Frite em óleo imersão a 180ºC e sirva por cima do picadinho.

Preparo farofa caipira fria

Ingredientes:

– 400 grs de farinha de milho de qualidade

– 2 colheres (sopa) bem cheias de vinagrete feito à sua moda

– 2 colheres (sopa) de escalivada (pimentões 3 cores tostados direto na chama do fogão, retiradas as peles e picados)

– 2 colheres (sopa) de ciboulette ou cebolinha picadas

– 1 colher (sopa) de azeitona preta (azapa) bem picada

Modo de preparo:

Junte os ingredientes e incorpore a farinha. Está pronta essa deliciosa combinação para carnes.

Rendimento: 1 porção  Tempo preparo: 40 minutos

Gnocchi de mandioquinha com camarão e aspargo – Terraço Itália – Chef Pasquale Mancini

Ingredientes para o gnocchi:

– 700g de mandioquinha

– 180g de farinha de trigo

– 2 xícaras (chá) de queijo parmesão ralado na hora

– 2 pitadas de sal

– 1 pitada de noz moscada

– Salsinha picada a gosto

Ingredientes para o molho:

– 280g de camarão médio limpo

– 120g de aspargos verde

– 6 unidades de tomates frescos pelado e sem semente

– 80g tomate cereja

– 8 colheres (sopa) de azeite extra virgem

– 4 dentes de alho

– 1 maço manjericão

– Sal a gosto

– Pimenta do reino a gosto

– ½ copa de vinho branco

Modo de preparo:

Cozinhe as mandioquinha lavadas e descascadas até que fiquem macias. Passe no espremedor de batatas ainda quente. Deixe esfriar. Quando as mandioquinhas estiverem frias, disponha em uma mesa de trabalho, acrescente a farinha e os demais ingredientes e sove até obter uma massa lisa e que não grude mais a mesa que deve ser de mármore ou inox. Faça pequenas tiras e corte no tamanho desejado.

Reserve. Em uma frigideira coloque o azeite, os dente de alho, quando estiverem dourados, acrescente os camarões e aspargo. Saltei por três minutos, acrescente o vinho branco e deixe evaporar. Reire os camarões e reserve, Acrescente os tomates cortados em cubos e os tomates cereja, saltei por alguns minutos ou até que evapore toda a água. Retire os dentes de alho.

Acrescente o manjericão, regule o sal e pimenta do reino, e retorne com os camarões. A esse ponto, coloque uma panela grande no fogo com água. Ao ferver, salgue a mesa e acrescente os nhoques. Apenas quando subirem, retire-os e escorra. Acrescente o molho. Salteie e sirva imediatamente.

Tempo de preparo: 10 minutos  Rendimento: 4 porções

Expresso Olímpico – Por Frajola Souza (Aurora Fine Brands)

Ingredientes:

– 20ml de cachaça

– 20ml de sake

– 20ml de amaro

– 07ml de licor de café

– 30ml de café expresso

Modo de Preparo:

Coloque todos os ingredientes em uma coqueteleira com gelo, bata até ficar bem resfriados, sirva em uma taça Martini previamente resfriada, finalize com uma casca de laranja Bahia.

Sobre a Aurora Fine Brands

Fundada em 1921 em Hamburgo na Alemanha, a Aurora Fine Brands é hoje uma das empresas mais consolidadas na importação e distribuição exclusiva de bebidas e alimentos finos no Brasil, para onde a companhia migrou em 1946.

Reconhecida nacional e internacionalmente, a Aurora Fine Brands é a única empresa da
América Latina membro da CEISA (Circle of Specialty Food Importers).

Sob o comando de Alberto Jacobsberg desde 1985, representando a terceira geração da família, a empresa tem como valores fundamentais o compromisso com a qualidade de atendimento ao cliente, excelência na escolha de produtos, valores éticos, responsabilidade social e consistência ao longo dos anos.

Para saber mais, acesse – www.aurora.com.br

Sobre o Bacalhau, Vinho & Cia

Instalado em um charmoso edifício de fachada portuguesa com quase 50 anos de atividades, o Restaurante Bacalhau, Vinho & Cia faz parte do hall de estabelecimentos clássicos da cidade São Paulo. Em um amplo salão despretensioso e aconchegante com decoração rústica, evoca a atmosfera de tascas portuguesas, muito comuns na capital nos anos 70.

 

Sobre By Koji

Conhecido e respeitado pela sua habilidade em escolher pessoalmente os melhores peixes, chef Koji Yokomizo é o nome à frente do By Koji. Com 2 casas em São Paulo – uma no Estádio do Morumbi e outra no Hospital Albert Einstein –, Koji traz para o público paulistano requintes a tradicional gastronomia japonesa ao mesmo tempo que emprega com maestria elementos contemporâneos na sua cozinha.

Sobre Fábio Vieira

Em 2014, Fábio Vieira abria o Micaela, um restaurante low-profile que, ao misturar os sotaques do Brasil a flertes com a cozinha espanhola, homenageava a bisavó, nascida nas Ilhas Canárias. Façanha de um chef formado em Rádio e TV, que teve banda de reggae e mixou no estúdio de Bob Marley e que, antes de ser cozinheiro, pretendia ser cineasta. De Piracicaba, no interior paulista, Fábio passou pelo Tordesilhas, de Mara Salles, e pelo Hofmann, uma estrela Michelin de Barcelona, antes de apresentar a cozinha despretensiosa de autor que lhe rendeu o prêmio de chef revelação. Hoje suas receitas estão na praia, no Micaela de Ilhabela, e em breve nas maiores unidades da Santo Grão.

Sobre o Santo Grão

Desde 2003, a marca foca em um senso de equilíbrio que se reflete no ambiente seguro e confortável para se socializar (ou não), no atendimento acolhedor, na cozinha saudável, no wi-fi veloz e nos cafés de qualidade. Estes implicam 80 toneladas de grãos torrados a cada ano e 60 toneladas (ou seis milhões de xícaras) tomadas no mesmo período. Incluem meia dúzia fixa de blends e incontáveis microlotes inéditos a serem preparados ao gosto de cada cliente. Desdobram-se ainda cursos para apaixonados e profissionais, em suas 8 lojas: 7 em São Paulo (Oscar Freire, Moema, Morumbi, Vila Madalena, Cidade Jardim, Itaim e Edifício Une) e 1 em Curitiba (Batel), e também na butique virtual: santograo.com.br/loja.

Sobre o Terraço Itália

Do alto de seus 160 metros de altura e com mais de 50 anos de História e tradição, o Terraço Itália é um marco na cidade de São Paulo. Dotado de ambientes elegantemente decorados e atmosfera cosmopolita, é um verdadeiro complexo de lazer e eventos com o melhor da gastronomia italiana. Ponto turístico há mais de 5 décadas o Terraço recebe eventos de formatos e tamanhos variados. Entre os mais procurados estão as bodas por conta do cenário deslumbrante e do clima romântico da casa, essenciais para tornar o grande dia inesquecível.

 

 

 

Exame de sangue: saiba mais sobre a nova flexibilização do jejum

Pensando na maior comodidade e praticidade na realização de exames relacionados a análises clínicas, o Grupo São Cristóvão Saúde, através do CLAV – Centro Laboratorial Américo Ventura, informa a flexibilização do jejum.

A novidade visa esclarecer o beneficiário e público em geral, trazendo mais uma facilidade na hora de realizar o procedimento. Agora, boa parte dos exames de sangue podem ser feitos sem os períodos de jejum.

Porém, alguns exames ainda necessitam de períodos de jejum. Confira a lista abaixo:

• 4 horas de jejum (Polipéptido pancreático, Proteína ligadora do IGF).

• 6 horas de jejum (Haptoglobina, Homocisteína).

• 8 horas de jejum (Absorção de xilose, Ácidos graxos de cadeias ramificadas,

Glicemia, Peptídeo C, Tolerância à glicose, Tolerância à lactose, Vitamina B6, Vitamina C).

• 12 horas de jejum (Absorção de triglicérides, Ácidos graxos, Ácidos graxos de cadeia longa, Adiponectina, Gastrina).

O que os famosos gostam de fazer em St Barth

Edge of Pool Overlooking Lagoon on Caribbean Island of St. Barts, French West Indies; Shutterstock ID 75068182; Notes: Muse_Laid-backStBarts

Um pedacinho do paraíso na Terra, onde a natureza e o ser humano convivem em perfeita harmonia, tem um nome: Saint Barthélemy ou St. Barth, para os “íntimos”. A fim de desfrutar de tantas tentações naturais, porém, é preciso dinheiro, já que o glamoroso local virou ponto de encontro do jet set internacional. Quem passou por lá? A modelo Kate Moss, a cantora Beyoncé e o ex-jogador Ronaldo Fenômeno. Esta ilha do Caribe teve a primeira bandeira fincada em seu solo em 1493 por Cristovão Colombo – o nome foi uma homenagem ao seu irmão Bartholomeu. Depois de muitas invasões de piratas, em 1784 a França cedeu Saint Barth à Suécia, de Gustavo III. Daí, surgiu o nome de sua capital, Gustavia.


Mas St. Barth, ex-colônia sueca por mais de cem anos, voltou ao domínio francês. Ou seja: nota-se a presença sueca nas construções retas e coloridas, mas o idioma, a cultura e a culinária são predominantemente franceses. São apenas 21 quilômetros quadrados de território, que possuem cerca de 8.400 habitantes e dezesseis badaladas praias, entre elas Colombier, Le Grand Cul-de-Sac e Salines. Próxima à costa rochosa de Grand Fond, fica a célebre casa do bailarino russo Rudolf Nureyev. O desenvolvimento da ilha, porém, é relativamente recente. Há pouco mais de 20 hotéis, nove mil moradores, as estradas não têm boas condições e não há transporte público – apenas táxis com corridas a preços abusivos.

Saint Barth é a ilha mais luxuosa do Caribe e muito disso se deve ao fato de reproduzir o lifestyle da Riviera Francesa. Destino amado por celebridades desde os anos 50, quando Rockefeller comprou várias terras no local, o comum por lá é esbarrar com personalidades admiradas. Aqui, listamos algumas dicas de como aproveitar a ilha à maneira das estrelas.

COMO CHEGAR
Ferry boat de St Martin: a travessia do mar caribenho em balsa proporciona uma vista maravilhosa do céu e do horizonte. Dê preferência pela chegada perto do final da tarde, pois assim você assistirá ao espetáculo do pôr do Sol no Caribe em primeira mão!
Avião teco-teco de St Martin: o aeroporto pequeno entre as colinas de St Barth e o mar caribenho faz com que a aterrissagem seja emocionante. O frio na barriga é fundamental para começar a viagem com uma sensação de exclusividade em relação a outros destinos que não passam a mesma emoção.
Não é necessário tirar nenhum tipo de visto.


ONDE FICAR
Le Barthélemy: o hotel n°1 do Caribe segundo a Condé Nast Traveler em 2018. Na baía de Grand Cul de Sac, o estabelecimento tem 44 suítes com piscina privativa e vista da varanda para a praia ou para o jardim. Além disso, também tem 2 villas de 6 quartos cada uma, com piscina e adega privativas e acesso direto para a praia. Para descontração, o hotel conta também com um spa e várias opções gastronômicas, incluindo um rooftop bar com vista para o mar.

Le Toiny St Barth: um dos Hotéis mais luxuosos da ilha, o Le Toiny tem 22 villas privativas. Todas as acomodações têm piscina aquecida na varanda e vista para o mar. Este ano, o chef do restaurante do hotel foi nomeado Chef do Ano do Caribe pelo guia Gault & Millau. Ele fica localizado na praia de Anse de Toiny.

Le Sereno: totalmente reconstruído a tempo da alta temporada de St Barth, os proprietários do hotel viram uma oportunidade de repaginar por completo o local após a passagem de Irma. Com 42 suítes e villas, o estabelecimento tem amplo espaço para receber todos aqueles que querem conhecer sua deslumbrante piscina com vista para a praia de Grand Cul de Sac.

Le Cheval Blanc: único hotel Palace da ilha, tem 61 quartos, suítes e villas privativas, dando ênfase na sensação de exclusividade. Na Baie des Flammands, o restaurante pé na areia do estabelecimento foi nomeado o melhor da ilha pelo guia Gault & Millau.

Hotel Barrière Le Carl Gustaf: inaugurando em dezembro de 2019, durante o inverno caribenho, o hotel conta com 23 acomodações divididas entre suítes, lofts e bangalôs, todas dispondo de piscina privativa. O estabelecimento ainda tem uma brasserie e um bar, além de acesso à Shell Beach e ao restaurante Shellona.

RESTAURANTES
Le Grain de Sel: o chef do restaurante, Eddy Coquin, foi nomeado Chef Peyi pelo guia Gault & Millau por sua maestria da cozinha tradicional caribenha. “Peyi” é a palavra em idioma crioulo haitiano para “país”.
Bonito: de gastronomia mediterrânea e muitos frutos do mar, o restaurante é um dos queridinhos da ilha com seu clima intimista e aconchegante. Com deliciosos drinks no cardápio, é imprescindível experimentar o Sex on the bath, servido em uma miniatura de banheira com um patinho de borracha e muita espuma.

L’Isoletta: versão low-profile do restaurante italiano L’Isola, esta é uma ótima opção para variar o cardápio em St Barth. Ele se destaca por servir apenas pizzas, no estilo romano al metro, e deliciosos vinhos para acompanhar.

COMPRAS
Beachwear no Le Toiny: o hotel tem em seu espaço uma lojinha, construída no estilo de casa de pescador, em que se vendem roupas de banho e saídas de praia. A estilista Mariana Penteado confeccionou alguns itens de sua linha inspirada em St Barth exclusivamente para o Le Toiny.

Marcas de luxo: há muitas lojas de marcas de luxo no centro de Gustavia, onde se pode fazer compras sem pagar nenhuma taxa de conversão. Muitas destas marcas, como Prada e Louis Vuitton, fazem também coleções pílula exclusivas para a clientela de St Barth.

Marcas locais: ainda que não muito conhecidas por aqui, as lojinhas de marcas locais de St Barth fazem muito sucesso entre os brasileiros, principalmente as joalherias de produção artesanal.

DIVERSÃO
Le Ti St Barth: restaurante bar no estilo cabaré, com shows de dança e alguns dos melhores bartenders da ilha caribenha. O que complementa a atmosfera diferente e divertida do local é a área onde podem ser alugadas fantasias pela noite.

Modjo: bar balada por vezes com música ao vivo. Clima agradável e descontraído, drinks acompanhados de várias opções de finger-food.

Casa Nightclub: aberto todos os dias da semana das 19hs às 5hs, cada dia tem um tema para a noite, por vezes com champanhe à noite toda, outras com renomados DJs internacionais como convidados.

Para informações sobre planejamento de viagens ligue para
Jefferson de Almeida Turismo e Eventos:67 98425-6330

Conheça os principais benefícios da uva à saúde

Uvas. Foto divulgação.

Independentemente da sua coloração, seja roxa ou verde, quando o assunto é benefícios à saúde, a uva é referência. A fruta, além de muito saborosa, contém bioflavonoides, taninos e o resveratrol (no caso das roxas), substâncias que agem como protetoras no organismo, reduzindo os riscos de desenvolver algumas doenças como colesterol alto, problemas cardíacos e até câncer. Seus efeitos positivos estão associados não somente ao fruto em si, mas também em seus derivados como o suco integral, geleias sem açúcar, entre outros.

A uva possui propriedades antioxidantes, favorecendo as funções hepáticas, além de ser um poderoso estimulante digestivo, o que a torna uma grande aliada para quem se preocupa com a saúde e o bom funcionamento do sistema digestório. “Ela é rica em antioxidantes, fibras e água, especialmente na sua casca e sementes, o que traz grandes benefícios ao organismo como a redução da fadiga muscular, proteção contra o câncer e a melhora do funcionamento do intestinal”, afirma Cyntia Maureen, nutricionista da Superbom, empresa pioneira na produção de alimentos saudáveis.

O resveratrol, presente na fruta, é o polifenol, substância natural encontrada nas plantas, que mais atraiu a atenção da ciência nos últimos anos. Estudos mostram uma relação inversa entre o consumo desse bioativo e a prevenção de doenças cardiovasculares, isso porque ele promove melhora na dilatação dos vasos sanguíneos, diminuição da oxidação do colesterol “ruim” (LDL) e atua no sistema regulatório da pressão arterial.

“O consumo de suco de uva integral garante a ingestão de vitaminas do complexo B e C e minerais como ferro, cálcio e potássio, componentes fundamentais para o bom funcionamento do corpo”, ressalta a nutricionista. Cyntia comenta que ele também possui nutrientes e ativos anti-inflamatórios e antimicrobianos. “Quando ingerido diariamente, pode aumentar o número de células protetoras no organismo, fortalecendo o sistema imunológico. Diabéticos e pessoas com gastrite devem ter cautela no consumo, pois este pode agravar o quadro da doença”.

Outro benefício proporcionado pelo fruto é a melhora do metabolismo. “Ele é um grande aliado na perda de peso, fazendo com que os alimentos sejam digeridos mais rapidamente, além de agir como um energético natural, auxiliando quem pratica exercícios físicos”, complementa.

Dia dos Avós: aprenda a preparar o chimarrão dos nonos

Chegar na casa dos nonos e se deparar com a família em uma roda de chimarrão, é uma sensação acolhedora e que remete a uma tradição sulista vivida por muitas gerações. E no dia 26 de julho, que é comemorado o dia dos avós, pode ser uma alternativa explorar o sabor do bom chimarrão para recordar o preparo da receita com os nonos. O GetNinjas, aplicativo de contratação de serviços, convidou Elenir F. Isaías, vovó da Beatriz, de 4 anos, e cozinheira em Florianópolis, para contar os segredos do “chima” para lá de bom, tchê! Confira a seguir:

Por onde começar?
Os itens necessários para preparar o chimarrão são:
– Cuia de porongo;
– A bomba;
– Vira-mate ou cevador;
– A erva mate;
– Garrafa térmica;
– Bolsa Mateira (onde guarda os itens).

Qual a erva ideal para a receita?
A cozinheira explica que a “erva ideal” depende do paladar de cada um e que existem vários tipos de ervas, tais como: grossa, fina, amarga, mais adocicada e mistura de chás. Além disso, Elenir ressalta que em cada região do país, a consistência da erva, assim como sua marca, pode mudar. “Dou preferência para usar a ‘Vier grossa’, mas isso é bem pessoal. A vantagem da erva grossa é que não fica saindo farelo na hora de tomar. Uma opção é utilizar um saquinho com tecido filtro bem fininho, que se coloca na bomba e evita o entupimento mesmo com erva mate fina”.

Como fazer a “caminha” da cuia?
O segredo é usar a palma da mão ou uma tampa redonda (chamada de vira-mate ou cevador). O ideal é deitar a cuia e deixar a erva ficar pela metade. “Não é necessário usar muita erva, apesar de variar muito o tamanho da cuia e o modelo. Normalmente até um pouquinho abaixo do ‘pescoço’ da cuia é o ideal”.

Qual a temperatura ideal da água para consumir a bebida?
A temperatura ideal da água é entre 70°C e 80°C, mas a cozinheira ressalta que é difícil ter um termômetro para medir, então, a boa temperatura é antes da ebulição, ou seja, quando a chaleira “apita”.

Existe uma cuia ideal?
“O material ideal é o porongo, fruto da cabaceira, com formato oval e mais ‘afilado’ nas extremidades. Agora, quanto ao tamanho, se é grande ou pequena, com base ou sem, vai da preferência de cada um”, explica.

Tem diferença de chimarrão entre os estados do Sul?
A cozinheira relata que já morou no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, e que o preparo, assim como o sabor do chimarrão, é semelhante em qualquer lugar. “Tererê não é chimarrão, e onde tem gaúcho, tem um bom chimarrão”.

Como evitar o entupimento da bomba?
Isso pode ocorrer quando o consumo da bebida é diário: “Para evitar o entupimento, pode usar a erva grossa e/ou saquinho com tecido filtro”, aconselha a profissional.

E como limpar adequadamente a cuia e a bomba?
O ideal é retirar a erva anterior com uma colher e lavar o recipiente com água corrente de forma abundante. A limpeza da bomba, também com água corrente, deixando o ‘bojo’ (a parte inferior da bomba), para baixo e a água passando por dentro dos furos. “Sou gaúcha, e o chimarrão nasce com a gente e é incorporado em nosso cotidiano naturalmente, porque o costume vem de família”.

 

Passeios de barco em alto-mar na Ilha da Madeira

Oportunidade imperdível para conhecer mais do destino em uma experiência em meio ao Oceano Atlântico

A costa da Ilha da Madeira é lar de uma fauna marinha riquíssima, uma vez que o fundo do mar da região ter mais de 3 mil metros de profundidade. Um passeio de barco oferece aos visitantes a oportunidade de conhecer melhor o arquipélago e ainda avistar golfinhos e baleias. Além disso, durante os passeios é possível mergulhar, relaxar e curtir o dia nas praias e ilhas da região. Descobrir as belezas deste destino a bordo de um barco em meio ao Oceano Atlântico é uma experiência rica e divertida para toda a família.

O turista pode, por exemplo, ir até às ilhas Desertas e conhecer o último refúgio do lobo-marinho, espécie que se encontra em recuperação populacional. Os viajantes também são convidados a nadarem em uma agradável baía de águas azuis. Desertas é o nome do conjunto de três pequenas ilhas de origem vulcânica, a sudeste da Ilha da Madeira: Ilhéu Chão, Deserta Grande e Bugio. Este espaço, que é uma área protegida, é também um importante centro de nidificação de aves marinhas.

Outro passeio de barco imperdível é até Porto Santo, uma ilha de beleza singular, com praias de areia fina e mar tranquilo de cor azul-turquesa. Aliás, o mar e as areias da ilha têm propriedades benéficas para a saúde. O mergulho é outro ponto alto desta visita, graças à boa visibilidade do mar, que chega a 40 metros de profundidade, e seus recifes artificiais.

Passeios para observar golfinhos e baleias são muito comuns na Madeira. Isso porque esses animais costumam aparecer com facilidade e em grupos ao redor da ilha, e é possível vê-los nadando, saltando e brincando. No barco, um biólogo marinho que acompanha o grupo conta um pouco mais sobre os hábitos destes cetáceos incríveis.

Por fim, para quem quer avistar os cetáceos, mas prefere um passeio mais exclusivo, a bordo de um catamarã de luxo, a dica é fazer um tour com a VIP Dolphins. Entre os serviços que eles oferecem estão: champanhe, chef a bordo, registro fotográfico, Wi-Fi e muito mais, tudo incluído. E caso o turista não consiga avistar nenhum animal marinho, eles oferecem uma segunda viagem gratuita.

Sobre a Ilha da Madeira

Considerado o melhor destino insular do mundo, a Ilha da Madeira é um pequeno paraíso português situado em meio à imensidão do Oceano Atlântico. De origem vulcânica, sua localização privilegiada proporciona clima ameno e mar com temperatura agradável o ano inteiro, além de impressionantes cenários de montanhas, vales e penhascos, todos cobertos pela exuberante vegetação Laurissilva, nomeada Patrimônio Natural da Humanidade pela Unesco.

O arquipélago é formado por um conjunto de ilhas, sendo as principais e únicas habitadas Madeira e Porto Santo. Há excelentes opções em balneários, monumentos históricos e ótimos hotéis e restaurantes, onde se pode provar a deliciosa gastronomia e os premiados vinhos madeirenses. Para mais informações sobre pacotes turísticos, é só entrar em contato com agência de viagem  Jefferson de Almeida Turismo, pelo fone: 67 98425 6330.

Bandeira vermelha: Seis dicas para reduzir o consumo de energia elétrica

Bandeira Tarifária chega no vermelho e isolamento social sobrecarrega o consumo de energia elétrica nos lares brasileiros

O aumento da conta de energia em todo o Brasil já uma realidade, chegando à bandeira tarifária vermelha patamar 2. O desafio se torna ainda maior pelo fato de muitas pessoas ainda passarem mais tempo em casa, aumentando o uso da energia elétrica.

Pensando nisso, Edson Suguino, engenheiro da Lorenzetti, apresenta algumas dicas simples e práticas que podem ser incorporadas à rotina, visando a redução desejada neste período desafiador.

De olho nos horários.

Uma medida simples é evitar tomar banho no início da manhã ou após às 22h, quando as temperaturas estão mais baixas, o que exigirá trabalho redobrado da potência do chuveiro. É necessário também evitar os horários de pico de uso, que costumam ser das 17h30 às 20h30. Dessa forma, as companhias de energia elétrica não ficam sobrecarregadas e, consequentemente, não ficam comprometidas com o fornecimento para todas as regiões.

O simples faz a diferença.

Algumas atividades simples podem impactar também positivamente no desafio de redução do consumo de energia. Tirar os produtos da tomada, por exemplo, pode reduzir o gasto de energia no mês. Outra dica é em relação à máquina de lavar. Quando lavamos vários itens ao mesmo tempo, em um único ciclo de lavagem, é garantida economia de energia, evitando a utilização do eletrodoméstico por várias vezes dentro de um período.

Tudo ligado ao mesmo tempo.

Secador de cabelo, máquina de lavar roupas, torneira elétrica e chuveiro? Evite! Vários aparelhos funcionando simultaneamente sobrecarregam a rede de energia elétrica.

Controle ao alcance das mãos.

Os reguladores de temperatura dos chuveiros são funcionalidades que algumas pessoas costumam desprezar, porém podem ser importantes aliados para contar com um banho confortável e ainda reduzir o consumo elétrico. Em um dia em que há mais calor, mesmo no inverno, ao selecionar o modo “Verão”, além de garantir água quente na medida certa, o usuário economiza na conta de luz.

Preserve e economize.

Apesar do conforto de um longo banho, o ideal é que não seja ultrapassado o tempo de oito minutos. Ficar muito tempo embaixo do chuveiro, desperdiça água e energia elétrica. É necessário monitorar o tempo do banho das crianças também, uma vez que a distração com brincadeiras pode acarretar prejuízos maiores.

Aposte no LED.

Optar sempre por lâmpadas LED é o melhor caminho, pois iluminam mais e economizam até 80% na comparação com os modelos incandescentes.

Bolo de Vinho é sugestão para aquecer esses dias de inverno

Além da bebida na massa, essa sugestão leva uma calda com maçãs

Com as temperaturas em queda, nada mais gostoso do que comer um bolo de frutas com sabor mais intenso, que é a cara da estação. Para deixar esses dias de inverno mais gostosos a chef Cecília Victorio ensina a preparar um Bolo de Vinho que leva maçãs e é perfumado com especiarias.

Preparada a partir de uma base de vinho feita com laranja, canela em pau e cravo da índia, essa sugestão, que pode ser saboreada ainda quentinha, também leva um pouco de corante para ficar mais bonita e uma calda com pedacinhos de maçã para ficar ainda mais irresistível.

Confira a receita da Chef Cecília e aproveite o fim de semana para prepara essa delícia!

Ingredientes – Base líquida:

250ml de vinho suave

100ml de água filtrada

2 colheres de sopa de açúcar

1 unidade pequena de canela em pau

5 unidades de cravo da índia

2 rodelas de laranja com casca sem sementes

3 maçãs Gala

Modo de preparo:

Descasque as maçãs e corte em cubinhos. Reserve as cascas. Coloque todos os ingredientes numa panela, inclusive as cascas e as maçãs em cubo. Leve ao fogo para ferver. Quando abrir fervura, deixe por mais 2 minutos. Tire do fogo e deixe descansar por 1 hora. Retire as maçãs em cubos da mistura do vinho e reserve. Retire as cascas de laranja, a canela e os cravos e descarte. Bata no liquidificador por 2 minutos o restante do líquido do vinho com as cascas de maçã. Reserve essa base líquida que usaremos na massa do bolo.

Ingredientes – Massa:

4 ovos

1 xícara da base líquida

2 xícaras de açúcar refinado

150ml de óleo de milho

1 colher de chá ou 6g de corante bordô

2 ½ xícara de farinha de trigo

1 colher de sopa de fermento em pó

Modo de preparo:

Bata no liquidificador por 2 minutos os ovos inteiros, a base líquida, o açúcar e o óleo. Transfira o líquido batido para uma tigela e acrescente o corante mexendo bem com um fuê para dissolvê-lo. Acrescente aos poucos a farinha e continue batendo até obter uma massa lisa, homogênea e colorida. Adicione as maçãs em cubos reservadas e misture. Por último, incorpore o fermento em pó mexendo delicadamente. Unte e enfarinhe uma forma redonda de 20cm. Coloque toda a massa na forma e leve ao forno a 180ºC por 45 minutos.

Ingredientes – Calda:

350ml de vinho suave

150ml de água filtrada

2 colheres de sopa de açúcar

1 unidade pequena de canela em pau

5 unidades de cravos da índia

2 rodelas de laranja com casca sem sementes

2 maçãs Gala

1 colher de chá de amido de milho

 

Modo de preparo:

Descasque as maçãs e corte em cubinhos. Reserve as cascas. Coloque todos os ingredientes acima numa panela, inclusive as cascas e as maçãs em cubos e leve ao fogo para ferver. Quando abrir fervura, deixe por mais 2 minutos. Retire do fogo e deixe descansar por 1 hora. Tire as maçãs em cubos da mistura do vinho e reserve.

Retire as cascas de laranja, a canela e os cravos e descarte. Bata no liquidificador por 2 minutos o restante do líquido do vinho com as cascas de maçã. Essa usaremos para finalizar a calda. Coloque a base líquida numa panela, acrescente as maçãs em cubos, o amido e misture. Leve ao fogo, deixe cozinhar por 1 minuto até engrossar levemente. Após assado, espalhe a calda quente sobre o topo do bolo.

Instagram: chefceciliavictorio