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Hoje (22) a partir das 18h30 a Cia. do Mato apresentará Tempos Idos

A Cia. do Mato, companhia de dança sul-mato-grossense, completa 20 anos e traz ao público releituras de coreografias que são marco em sua trajetória. Com projeto aprovado pelo FMIC (Fundo Municipal de Incentivo à Cultura), da Sectur (Secretaria Municipal de Cultura de Turismo) de Campo Grande, uma programação diversificada, promete celebrar essas duas décadas compartilhando, em primeiro momento, de modo on line com o público, as revisitações de espetáculos.

O projeto escolheu Tempos Idos, Monólogos da Dor e Mudanças como os três espetáculos a serem revisitados para celebrar a história do grupo. Dois deles terão apresentações híbridas, no online e em locais a serem divulgados em maio. As coreografias são de Chico Neller, um dos maiores profissionais da dança contemporânea de Mato Grosso do Sul e fundador da Cia do Mato.

Chico Neller fez história no país à frente da Ginga Cia de Dança com várias premiações nos mais importantes festivais de dança.  Hoje comemoramos a conquista da aprovação do projeto com todos.  “É um momento de amadurecimento profissional para a Cia de Dança, ter todos envolvidos no processo desde a concepção do projeto e em todas as suas etapas.”

Nessa fase inovadora foram incorporadas ao preparo físico dos bailarinos, aulas de Tai Chi Chuan, Capoeira e Danças Urbanas. Uma forma de desafiar os limites físicos e trabalhar novas consciências corporais.

O projeto envolve sete bailarinos, ensaiador, técnicos de som, produtora audiovisual destacando com isso, o papel de fomento econômico da dança e da cultura. A equipe se adaptou ao momento de pandemia para fazer os ensaios e seguir o cronograma.

Hoje,  22 de abril, a partir das 18h30 será apresentado Tempos Idos, a coreografia que faz uma homenagem a Cartola será exibida no canal da Sectur. O enredo revisitado traz músicas do compositor e acabam sendo uma grande reflexão sobre o momento em que o planeta está passando.
Amanhã, sexta-feira, 23 de abril, também no mesmo horário, será a vez de Monólogos da Dor. Também é intenso, fala da vivência individual e da complexidade do ser.

As apresentações presenciais terão calendário em maio ainda a ser divulgado e seguirá protocolos de biossegurança.

Um clássico por dia: Conheça as versões veganas dos famosos PFs de São Paulo

São Paulo é conhecida, entre muitas tradições, por seus PFs, os famosos “pratos feitos”. De segunda a sexta-feira, moradores e trabalhadores da capital não precisam nem olhar o cardápio dos restaurantes para saber que, dependendo do dia, podem esperar comer uma feijoada, parmegiana ou receitas que, com o passar dos anos, ganharam diversas vertentes para todos os gostos e bolsos. Pensando nisso, a Superbom, empresa pioneira na produção de alimentos vegetais, preparou pratos que prometem fazer a alegria de veganos e vegetarianos (e até mesmo daqueles que procuram reduzir o consumo de carne no dia a dia) com uma alimentação afetiva através de opções veganas dos amados PFs paulistanos.

Cyntia Maureen, nutricionista da marca e idealizadora das receitas, preparou cinco versões veganas e vegetarianas que vão desde picadinho com legumes a linguiça com cebola caramelizada. As receitas contam com carnes plant-based e queijos veganos livres de qualquer componente de origem animal.

Confira as receitas completas abaixo:

Segunda-Feira: Picadinho com Legumes

Ingredientes

• 1 cebola média picada

• 3 dentes de alho

• 1/2 cenoura em cubinhos, cozida al dente

• 1 batata grande em cubinhos, cozida al dente

• 3/4 xícara de vagem em cubinhos, cozidas al dente

• 1 lata de Cubinhos ao Molho Mexicano

• 1 colher de chá de páprica defumada

• 3 colheres de sopa de extrato de tomate

• 1/2 xícara de água

• 2 colheres de sopa de gergelim

• Azeite

• Cheiro verde a gosto

• Sal

Modo de preparo

Refogue a cebola e o alho em um fio de azeite. Acrescente os Cubinhos ao Molho Mexicano  levemente drenado, os vegetais cozidos, a páprica, o extrato de tomate e a água. Acerte o sal e deixe cozinhar por cerca de 5 a 10 minutos em fogo médio. Acrescente o gergelim e o cheiro verde e sirva. Sugestão de acompanhamento: Arroz, feijão e salada verde.

Terça-Feira: Escondidinho Vegetariano

Ingredientes

• 3 xícaras cheias de batata cozida e amassada

• 1/3 xícara de leite de coco

• Azeite

• 2 dentes de alho

• 1/2 cebola em pétalas

• 1 lata de Vegan Meat

• 1 colher de chá de açafrão em pó

• 1/3 xícara de azeitonas picadas

• Cheiro verde a gosto

• Folhas frescas de manjericão

• 1/2 xícara de Vegan Cheese Mussarela

• Orégano para decorar

• Sal

Modo de preparo

Em uma panela, coloque a batata amassada, o leite de coco e um fio de azeite. Mexa e acerte o sal. Reserve. Em outra panela, refogue a cebola e o alho. Junte Vegan Meat  o açafrão, o manjericão e deixe cozinhar por 5 minutos.

Acrescente a azeitona, o cheiro verde e acerte o sal. Para montar: em um refratário, coloque metade do purê de batatas, o recheio de Vegan Meat e cubra com o restante do purê. Salpique o Vegan Cheese Mussarela e o orégano. Leve para derreter o queijo e sirva! Sugestão de acompanhamento: Arroz, feijão, brócolis salteados e salada colorida.

Quarta-Feira: Feijoada Vegetariana

Ingredientes

• 2 xícaras de feijão preto cozido

• 1/2 lata de Bife Vegetal

• 1/2 lata de Salsicha Vegetal

• 1 Linguiça Defumada à Base de Ervilha Superbom (Opcional – Produto ovolactovegetariano)

• 1/2 xícara de Vegan Cheese Provolone ralado

• 1/2 xícara de cenoura em cubinhos

• 1 colher de sobremesa de páprica defumada

• 4 dentes de alho

• 1 cebola em pétalas

• 2 folhas de louro

• Azeite

• Sal

Modo de preparo

Refogue a cebola em um fio de azeite e junte o alho. Acrescente o Bife Vegetal , a Salsicha Vegetal , a cenoura e a páprica.

Refogue e acrescente o feijão e o louro. Acerte o sal e deixe cozinhar até que a cenoura fique macia. Acrescente a Linguiça Defumada à Base de Ervilha  e cozinhe por mais 5 minutos. Finalize com o Vegan Cheese Provolone e sirva. Sugestão de acompanhamentos: arroz, farofa e couve à mineira.

Quinta-Feira: Steak de Legumes à Parmegiana

Ingredientes

• 1 unidade de Steak Vegan Sabor Legumes

• 3/4 xícara de extrato de tomate

• 1 colher de sopa de água

• 1/2 cebola picada

• 1 dente de alho

• Vegan Cheese Mussarela  a gosto

• Orégano a gosto

• Sal

Modo de preparo

Coloque o Steak Vegan Sabor Legumes para assar até dourar ambos os lados. Em uma panela, refogue a cebola e o alho. Acrescente o extrato de tomate, a água, o orégano e o sal.

Cozinhe por 5 minutos. Para montar: Coloque um pouco de molho no fundo do refratário ou frigideira. Coloque o Steak Vegan Sabor Legumes, cubra com o restante do molho, Vegan Cheese Mussarela e orégano.

Leve ao forno ou frigideira tampada até derreter o queijo. Se desejar, você pode fazer o próprio molho com tomates assados! Sugestão de acompanhamento: Arroz, feijão, cenoura em palito e vagem refogados e salada colorida.

Sexta-Feira: Linguiça com Cebola Caramelizada

Ingredientes

• 1 pacote de Linguiça a Base de Ervilha

• 2 cebolas grandes em rodelas

• 3 colheres de sopa de melado

• 1 colher de sopa de vinagre de maçã

• Azeite

• Pitada de sal

Modo de preparo

Asse ou grelhe com um fio de azeite as linguiças inteiras, delicadamente, até dourar todos os lados. Em uma frigideira, coloque o azeite, a cebola e o sal. Refogue até a cebola ficar levemente dourada.

Acrescente o melado e o vinagre e deixe cozinhar até escurecer. Coloque sobre as linguiças a cebola caramelizada e sirva. Sugestão de acompanhamento: Arroz, feijão, farofa de cenoura e tomate cereja confit.

 

 

8 dicas para começar uma pintura perfeita em casa

A mudança de cor de uma parede é o suficiente para renovar quartos, cozinhas, salas e banheiros. E escolher o tom utilizado em cada espaço e pintar, acredite, pode ser mais fácil do que você imagina. Se a ideia é trazer conforto, estabilidade e resistência, as cores neutras inspiradas na natureza, disponíveis na paleta Refúgio da coleção Colormix 2020, transmitem esse ar de maturidade, consciência e responsabilidade. Já os tons mais quentes encontrados na seleção Diversão, estimulam transformações, vitalidade e ousadia. E os mais claros, presentes na paleta Mantra, remetem a ambientes agradáveis, tranquilos e relaxantes.

O aconselhamento especializado sobre cores, acabamentos, tipos de rolos e pincéis também são essencial para preparar a parede no começo da pintura. A preparação do cômodo antes do início do projeto não apenas facilita a pintura, como também protege a sua casa de respingos ou derramamentos desnecessários. Além da metragem do espaço, escolha do tom e de uma boa tinta e materiais como panos, fita adesiva, lixa com granulometria de 150 a 180, bandeja de pintura e lona ajudam a garantir uma parede perfeita em casa.

Para renovar a decoração dos ambientes sem gastar muito ou investir em grandes reformas, a especialista em cor e tintas, Patrícia Fecci, gerente de marketing para serviços de Cor & Design das tintas Sherwin-Williams preparou um “Faça Você Mesmo”, com oito dicas de como começar uma pintura sem erros e sujeira.

Passo a passo

• No intuito de evitar manchas de tinta em tomadas e nos objetos de decoração do ambiente remova cortinas, quadros, espelhos, tapetes e se possível às placas de cobertura dos interruptores.

• Antes de começar a pintura mova todos os móveis para o centro do cômodo ecubra todos os móveis com um panos ou lona para protege-los de respingos de tinta.

• Para não manchar o rodapé da casa o cubra com plástico e cole fita adesiva.

• Enrole o plástico em volta das luminárias e use fita adesiva para cobrir qualquer objeto que você não possa remover.

• Abra uma janela ou porta para garantir uma boa ventilação, facilitando que a tinta seque mais rápida, auxiliando a remoção de odores indesejados.

• Limpe a superfície a ser pintada conforme necessário.

• As lacunas entre paredes, tetos, sancas e outros acabamentos internos podem ser preenchidas com fita adesiva.

• Cuidado: Ao usar tinta base solvente, mantenha a tinta longe do calor, faíscas e chamas vivas. Não fume. Apague todas as chamas, luzes piloto e aquecedores. Desligue fogões, ferramentas elétricas, aparelhos e outras fontes de ignição elétrica. Enquanto estiver pintando e até que todos os vapores acabem, mantenha a área bem ventilada.

Uso de chinelos por tempo prolongado pode levar a lesões nos pés

Nada mais agradável do que tirar um sapato apertado ou fechado e colocar um chinelo. Porém, mesmo que pareçam ser confortáveis, chinelos e rasteirinhas podem ser muito prejudiciais para a saúde dos pés.

O chinelo e as sandálias abertas, em geral, podem até ser uma boa escolha para ir à piscina ou praia. Entretanto, no dia a dia, o ideal é optar por outro tipo de calçado.

Segundo Walkíria Brunetti, fisioterapeuta especialista em Pilates, os chinelos e rasteirinhas não oferecem nenhum suporte para o arco do pé. “A sola desses calçados deixa os pés planos, o que não é ideal. A pisada de quem caminha de chinelos impacta em uma pressão mais intensa no tecido plantar, que conecta os dedos dos pés ao calcanhar. Isso aumenta o risco de desenvolver a fascite plantar, por exemplo”.

“Quando você usa um chinelo, há um esforço importante dos dedos para não o perder durante a caminhada. Essa curvatura dos dedos para dentro, por tempo prolongado e de forma repetitiva, pode causar uma tendinite, além de dores nos pés, quadris e região lombar”

Lembrando ainda que o risco de torções aumenta muito, já que o chinelo não oferece nenhuma proteção ou estabilidade na caminhada, reforça Walkíria.

Além dos problemas musculoesqueléticos, o uso de chinelo aumenta o risco de lesões em geral, como pisar em vidros, pregos, animais peçonhentos, bem como de se contaminar e desenvolver doenças de pele.

Quarentena de chinelos

Os chinelos são um dos calçados mais populares no Brasil. Praticamente, fazem parte da cultura nacional e viraram até brinde para estrangeiros. “E na pandemia, certamente, foram o calçado de escolha nos períodos mais restritivos, em que todos precisaram ficar em casa. Mas, o conforto, nesse caso, é inimigo da saúde musculoesquelética”, comenta Walkíria.

Mudança de hábitos

Apesar do chinelo ser o queridinho do verão e do conforto em casa, Walkíria reforça que é preciso optar por calçados mais adequados, dependendo da ocasião. “Os chinelos devem ser reservados para ambientes como piscina, praia e, eventualmente, para ficar em casa”.

Vale lembrar ainda que se a pessoa for fazer uma caminhada na praia, é preciso usar uma papete ou tênis, principalmente na prática de corrida”, reforça a especialista.

Recomendações

Use o chinelo apenas em ocasiões como ir à praia, piscina ou para usar dentro de casa (mas não por tempo prolongado)
Prefira os modelos que ofereçam suporte para o arco do pé
Jamais conduza um veículo de chinelo, pois aumenta o risco de acidentes e é proibido pela legislação de trânsito
Para as mulheres a dica é optar por sandálias com salto de 3 a 4 cm. O modelo Anabela é uma ótima ideia também
Os homens podem optar por papetes
As crianças podem usar papetes ou sandálias fechadas na frente
Para esportes, como andar de bicicleta ou patinete, o ideal é calçar tênis

Dica
Atualmente, é possível encontrar sandálias, tênis e até sapatos mais sociais com um solado chamado de flatform. Normalmente, eles são retos e têm uma altura de cerca de 3 a 4 cm. Algumas marcas são feitas pensando no conforto, e, portanto, são uma ótima escolha tanto para ficar dentro de casa, quanto para sair.

Bolo de Brigadeiro Gourmet é a dica de hoje.

O chocolate, um dos doces mais queridinhos do mundo. Acredita-se que foi quando o chocolate se instalou na Europa – a partir do século XV – que o dia começou a ser celebrado! A Harald,preparou uma deliciosa receita para o Cozinhando para o Jeff: o Bolo de Brigadeiro Gourmet. Uma sobremesa que vale por duas, pois conta com uma base de bolo de chocolate com massa fofinha e um brigadeiro gourmet cremoso de recheio, com o sabor do chocolate Melken. As duas receitas se combinam em uma só. Confira

Ingredientes

Massa:
1 tablete de manteiga sem sal em temperatura ambiente (200 g)
2 xícaras (chá) de açúcar (360 g)
4 ovos (gemas e claras separadas)
2 xícaras (chá) de farinha de trigo (250 g)
1 xícara (chá) de Chocolate em Pó 50% Cacau Melken (90 g)
1 colher (sopa) de fermento em pó (10 g)
1 xícara (chá) de leite (250 ml)

Recheio, cobertura e brigadeiros

3 latas de leite condensado (1185 g)
450 g de Chocolate Meio Amargo Melken
3 colheres (sopa) manteiga sem sal (45g)
1 ½ caixinha de creme de leite (300 g)

Calda para molhar o bolo:

1 xícara (chá) de água (250 ml)
½ xícara (chá) de açúcar (90 g)
2 colheres (sopa) de rum (30 ml)

Finalização:
200 g Granulé de Chocolate Meio Amargo Melken

Material:
2 formas redondas de 21 cm de diâmetro

Modo de preparo

Massa: Unte 2 formas redondas de 21 cm de diâmetro com manteiga, forre-as com papel-manteiga e unte o papel. Bata a manteiga e o açúcar até obter uma mistura cremosa. Acrescente as gemas uma a uma, batendo até obter um creme fofo. Peneire sobre o creme, a farinha de trigo, o Chocolate em Pó 50% Cacau  e o fermento, alternando com o leite. Misture com uma espátula, formando assim uma massa homogênea.

Por último, bata as claras em neve e incorpore-as delicadamente à massa. Divida a massa nas duas formas. Leve para assar por aproximadamente 40 minutos (ou até que, ao espetar um palito, ele saia limpo) em forno preaquecido a 180 °C (forno médio). Tire do forno e deixe esfriar.

Recheio: Em uma panela, junte o leite condensado, o Chocolate Meio Amargo picado e a manteiga. Leve ao fogo médio, mexendo sempre, até que dê o ponto do brigadeiro e a mistura desgrudar do fundo da panela. Desligue o fogo e reserve 120 g em um prato untado para enrolar os brigadeiros da decoração do bolo. Acrescente o creme de leite ao brigadeiro que ficou na panela, misturando bem para fazer o recheio e cobertura. Transfira para um recipiente e cubra com plástico filme em contato.

Montagem: Corte cada bolo ao meio, fazendo 4 discos de bolo. Posicione a primeira camada de bolo sobre uma base e dentro de um aro. Molhe com a calda. Cubra com uma camada de recheio. Cubra com outra camada de bolo, umedeça com a calda e recheie. Repita este processo mais uma vez e finalize com a última camada de bolo umedecida. Leve o bolo ao congelador por 30 minutos antes de aplicar a cobertura.
Retire o aro e cubra todo o bolo com brigadeiro e reserve 1 xícara para cobrir o topo do bolo. Com o auxílio de uma colher e espátula, espalhe Granulé de Chocolate Meio Amargo  por toda a lateral do bolo.
Aqueça o restante o brigadeiro reservado para cobrir o bolo e despeje sobre o topo do bolo. Espalhe com uma espátula para escorrer um pouco nas laterais, com cuidado para que não escorra demais. Enrole brigadeiros de (12 gramas cada) com as 120 g reservadas, passe no Granulé de Chocolate Meio Amargo e finalize o bolo colocando-os no topo.

 

sábado, às 23h45, (horário de Brasília), na tela da Band.

Bolo de laranja com amêndoas e chocolate

Não foi na infância que Roberta decidiu cozinhar, mas, desde sempre, ela reconhecia a paixão por comida. Aos 16 anos fez um curso de risotos, começou a fazer bolos, em pouco tempo se arriscava em jantares completos e, quando viu, poucos anos depois, tinha um blog de sucesso (em que foi pioneira na ocasião) e já elaborava eventos fora de sua casa. As atividades pareciam inofensivas à carreira da estudante de Administração de Empresas da Fundação Getúlio Vargas, até que, as encomendas, em especial de bolos, passaram a falar mais alto.

Entrou no curso de Gastronomia do Senac-SP e foi parar no Dalva e Dito, do chef Alex Atala. Uma especialista em receber, a doceira, que gosta de cozinhar até nas horas de folga, via que sua paixão pela cozinha afetiva crescia. Obra do destino ou não, quando sua dispensa não comportava mais açúcar, chocolate e nem, leite condensado, a jovem cozinheira viu que era hora de dar vida a um novo Da Feira ao Baile – o café e espaço de eventos.

Chef Roberta Julião

A chef Roberta Julião da Feira  ao Baile Café, traz para o Cozinhando para o Jeff deste sábado um delicioso bolo de laranja com amêndoas e chocolate. Veja só:

Rendimento: 30 pessoas

Tempo de preparo: 4 horas

Ingredientes:

– 1 xícara de suco de laranja pera

– 200 g de manteiga

– 4 ovos separados

– raspas de duas laranjas pera

– 2 e ¹/² xícaras (chá) de farinha de trigo

– ¹/² xícara (chá) farinha de amêndoas

– 1 colher (sopa) de fermento em pó

Modo de preparo:

Unte três formas de 25 cm de diâmetro e fundo removível com manteiga e farinha. Separe e pese todos os ingredientes. Separe as claras das gemas e reserve. Na batedeira, bata o açúcar, a manteiga, as gemas e as raspas de laranja por 10 minutos em velocidade rápida. Pese a farinha e esprema o suco.

Após bater por 10 minutos, diminua a velocidade da batedeira para mínima e vá adicionando aos poucos a farinha e o suco intercalando-os até acabar. Reserve. Bata as claras em neve. Adicione o fermento à massa e misture levemente com o auxílio de uma espátula. Incorpore delicadamente (sem bater ou misturar muito) as claras em neve à massa. Distribua a massa nas três assadeiras. Espalhe e asse por aproximadamente 20 minutos em fogo baixo pré-aquecido;

Ingredientes laranjas confitadas:

– 2 laranjas Bahia

– 4 xicaras (chá) de açúcar refinado

Modo de preparo:

Em uma panela ferva 3 xícaras de água com 1 xícara de açúcar. Corte as laranjas em tiras de aproximadamente 0,5cm e coloque na calda, deixe ferver por 10 minutos. Escorra, jogue a calda fora. Faça outra calda na mesma proporção e ferva novamente por 10 minutos. Escorra. Faça uma calda de 3 xícaras de água para 2 xícaras de açúcar, adicione as laranjas e deixei ferver por 25 minutos. Escorra, resfrie e reserve.

Ingredientes ganache de chocolate e laranja:

– 500 gr de chocolate meio amargo

– 2/3 xicara de creme de leite fresco

– Raspas de duas laranjas Bahia

– Suco de duas laranjas Bahia

Modo de Preparo:

Aqueça o creme de leite e o suco e as raspas até ficar bem quente quase fervendo, retire do fogo e despeje sobre o chocolate em gotas ou picado. Deixe descansar por 1 minuto. Misture bem com um fouet até que a mistura fique homogênea. Leve a geladeira por pelo menos três horas antes de usar.

Montagem

Desenforme os bolos e deixe esfriar. Cubra cada camada com 1/3 da ganache e laranjas confitadas. Por fim espatule a ganache por todo o bolo e finalize com as laranjas por cima.

Dica: comece o preparo pela ganache, depois as laranjas e por último a massa.

 

Da Feira ao Baile Café

Rua Mateus Grou, 80 – Pinheiros – São Paulo/SP – Fone (11) 3062-0450

 

Diversidade é condição essencial para a inovação

Por Rafaela Bassetti, fundadora e CEO da Wishe *

Uma pesquisa da KPMG confirmou que, em épocas de crise, os investidores preferem direcionar mais de seus investimentos em um número menor de projetos, indicando a busca por negócios que apresentam menos riscos. E a tomada de decisão segue o viés inconsciente de, ao buscar por segurança, buscar seus iguais. Foi assim que vimos o ano passado bater recorde de investimento em startups, mas o aporte em startups fundadas por mulheres caiu 22%.

Quando pensamos no ecossistema de inovação, esperamos uma mudança de status quo relevante e, por isso, a equidade de gênero precisa ganhar força nesse território. E é neste ponto que atuamos. A Wishe nasceu da dor que identifiquei quanto empreendia: há uma grande dificuldade em conseguir investimentos.

Conversamos com empreendedoras e investidores para entender o cenário e identificamos que para elas não há muitas informações e orientações disponíveis sobre os tipos de aporte, networking com outras fundadoras que conseguiram aporte e acesso aos investidores. Já para os investidores, além da falta de mulheres em cargos de decisão, falta conexão com os celeiros de fundadoras e processos livres de vieses inconscientes (aquele de buscar os iguais para uma tomada de decisão mais segura).

As startups fundadas por mulheres tendem a ser mais diversas e isso impulsiona resultados, fomenta a economia e contribui para diminuir o gap de gênero.

*Rafaela Bassetti, fundadora e CEO da Wishe

 

 

A importância de um bom alongamento antes e depois dos exercícios

Alongamento. Foto divulgação.

Qualquer pessoa que esteja começando ou já tenha uma rotina de exercícios sabe (ou deveria saber) que antes de qualquer atividade física é necessário fazer um aquecimento inicial — andar até a academia ou parque já preenche essa necessidade — e fazer uma boa sequência de exercícios de alongamento.

O alongamento é um aviso para o corpo de que você está iniciando uma continuação de movimentos que saem da sua “normalidade”, ou seja, que vão além dos movimentos que você faz diariamente e que não causam grande impacto nos músculos, ossos e articulações.

Fazer alongamentos serve para a manutenção ou, no caso dos principiantes, do aumento da flexibilidade do corpo. Essa ampliação é necessária, pois os exercícios físicos requerem movimentos mais longos. Mesmo exercícios como a caminhada requerem movimentos ampliados das pernas (incluindo as coxas e o quadril), dos braços, dos ombros e das costas.

A falta de uma sequência de exercícios de alongamento pode comprometer seu treino (fazendo que você canse mais, por exemplo) e aumentar a incidência de lesões musculares. Mas para tudo existe um limite: o alongamento exagerado — forçando até níveis de dores muito exorbitantes — também é prejudicial.

“O alongamento precisa ser feito até um nível chamado ótimo ou ideal. É um processo profilático, ou seja, protege de forma preventiva alguns tipos de lesões causadas pelo excesso no movimento ou na carga de exercícios.

Entretanto, quando há um alongamento excessivo, forçando demais a musculatura, esse tipo de preparação para o treino também pode levar a lesões nos músculos e, consequentemente, articulações”, explica Giulliano Esperança, diretor técnico da sociedade brasileira de Personal Trainers.

Giulliano lembra também que as sequências de alongamento não devem ser feitas apenas no início do treino, mas ao final deles também. “O alongamento posterior ajuda o corpo a voltar ao seu ritmo natural, em que os músculos ficam mais estáveis. Faz parte do que chamamos de ‘desaquecimento’ pós-exercício”, explica o especialista. “Tudo isso ajuda a diminuir a ocorrência de um desconforto posterior ao exercício, como aquelas dores nas pernas que muitas pessoas têm no dia seguinte a um treino”, completa Giulliano, que lembra que muitas pessoas que não fazem o alongamento de modo correto também podem desenvolver dores crônicas nas costas. “Essas dores podem não ser do exercício em si, mas da falta do aquecimento e do desaquecimento feito de forma errada”, diz.

O próprio alongamento, aliás, pode ser considerado uma forma bastante prática de exercício. “No dia em que não é possível treinar — por causa do tempo, clima ou outro compromisso — as pessoas podem fazer uma boa sequência de alongamento, em casa mesmo. É uma forma de manter o organismo ativo, talvez sem tanta queima calórica como um exercício mais intenso, mas nem menos saudável”, diz Esperança.

Mesmo pessoas mais velhas, que não têm uma rotina de exercícios programada, podem aproveitar os benefícios do alongamento. “A Academia Americana de Medicina Esportiva sugere que pessoas idosas façam séries de alongamentos para manter a flexibilidade do corpo. Isso ajuda essas pessoas a manter uma boa saúde e realizarem mais facilmente suas tarefas diárias, apontam os estudos.”

Os tipos de alongamento podem variar para cada forma de exercício físico, mas existe uma série básica que pode servir para todos (e caso seu treino seja mais intenso, o ideal é complementar essa série com outros tipos de alongamento).

Istambul: um lugar encantador que vale conhecer!

Nutrido de incontáveis lendas ao longo de seus milhares de anos, o país que é berço de múltiplas civilizações proporciona uma jornada fascinante por paisagens arrebatadoras.

Com um pé na Europa e outro na Ásia, a antiga capital dos Impérios Bizantino e Otomano, Istambul poderia ser descrita como a capital dos contrastes. Mas a cidade, a única do planeta dividida entre dois continentes, é muito mais. A lógica binária do “um ou outro” não se aplica aqui: estamos na esfera do “e/e”, de múltiplas e simultâneas possibilidades, onde tudo pode acontecer. Exemplo concreto é o cartão-postal da metrópole, a Basílica de Santa Sofia, ou Hagia Sophia. Construída em 537 pelo Império Bizantino como catedral, foi convertida em mesquita após a tomada do Império Otomano em 1453 e, em 1935, transformada em museu pelo primeiro presidente da Turquia, Mustafa Kemal Atatürk. Dessa amálgama de fés e estilos, resulta o edifício famoso por sua enorme cúpula bizantina, com 30 metros de diâmetro e a 55 metros de altura, e seus minaretes otomanos – as imponentes torres que lembram que ali funcionou um santuário muçulmano e de onde ainda ecoam os cinco chamados diários às orações. A região onde está instalada a basílica, chamada de Sultanahmet, é especial por concentrar alguns dos principais monumentos de Istambul.

Oposta à Hagia Sophia e construída em 1616 para rivalizar com ela, está a Mesquita Azul, revestida com vinte mil azulejos na cor que a nomeia, e ao lado do museu está a cisterna de Yerebatan, construída em 532 com paredes de mármore e mais de trezentas colunas detalhadamente esculpidas e simetricamente dispostas. Dali, é possível ir a pé ao Grand Bazaar, um labirinto colorido e caótico de lojas de doces, especiarias, cerâmicas, tapetes e quinquilharias em geral. Aberto em 1461, o mercado mais antigo do mundo é o lugar ideal para praticar da arte da pechincha.

Interior da Basílica de Santa Sofia, ou Hagia Sophia – um dos símbolos da cidade

Devassos sultões, ambiciosas amantes e maquiavélicos eunucos compõem as histórias novelescas do Palácio de Topkapi, sediado também em Sultanahmet. Sede administrativa e principal residência da dinastia otomana entre os séculos 15 e 19, abriga relíquias (que na tradição são anunciadas como autênticas) como uma carta, um dente, um manto e um fragmento da barba de Maomé (o último profeta), o cajado de Moisés (o que abriu o Mar Vermelho) e a espada de Davi (o que derrotou Golias). Crer ou não na autenticidade de tais relíquias é apenas um detalhe. Entre os muitos salões, jardins e pavilhões da propriedade, destaca-se o suntuoso harém onde conviviam centenas de concubinas.
Em 1853, o último sultão se mudou para o Palácio Dolmabahçe, moradia também do primeiro presidente da Turquia, o venerado Atatürk, considerado o “pai dos turcos”. Primeiro palácio de estilo europeu de Istambul, o local tem tetos ornamentados com quatorze toneladas de ouro, escadaria feita de cristais Baccarat e um dos maiores lustres de cristal do mundo, presente da rainha Vitória do Reino Unido. Está situado às margens do Estreito de Bósforo, que separa Ásia e Europa e liga o Mar Negro ao Mar de Mármara – e onde se pode fazer agradáveis cruzeiros que incluem jantar e música e dança típicas.

A Torre de Gálata, construída em 1348, e o seu terraço panorâmico com vista para a cidade

O entorno abriga também a Praça Taksim com grande quantidade de lojas, restaurantes, bares e casas noturnas modernas. É um bom lugar para provar as comidas de rua, como o simit (rosquinha salgada), o doner kebab (churrasquinho grego) ou o pidé (pão recheado), além dos famosos doces turcos. Ainda no distrito de Beyoğlu, a Torre de Gálata, construída em 1348, oferece um terraço panorâmico digno da cidade que tem um dos skylines mais notáveis do mundo. Vale a visita (e a fila) especialmente no crepúsculo.

Se a ideia, no entanto, é evitar multidões, a dica é seguir a turma das artes e da boemia e rumar a Kadıköy, no lado asiático. Proporcionando máximo lazer com o mínimo de lira, reúne lojas ecléticas, cafés charmosos, uma cena de street art pulsante e vida noturna dinâmica, além de um mercado gastronômico repleto de aromas e cores. Com personalidade progressiva e energética, mas ainda eclipsado pelas mega-atrações europeias, o bairro desfruta da rara combinação de ser descolado sem ser hype. (Fonte: Por Marília Kodic*. Especial para a The Traveller Teresa Perez)

Para informações sobre planejamento de viagens ligue para Jefferson de Almeida Turismo e Eventos: 67 98425-6330