Se antes o salto alto complementava a produção, agora ele domina a cena. Nas criações de Christian Louboutin, o brilho deixa de ser detalhe e passa a ser protagonista. Cristais, strass multicoloridos e aplicações meticulosas transformam cada modelo em uma verdadeira peça-joia.
Entre os destaques, a sandália Rosa Z Jewel exibe linhas curvas marcantes e tiras adornadas por strass em diferentes formatos e tonalidades, criando um jogo de luz sofisticado a cada passo. O salto agulha revela a icônica sola vermelha com acabamento Everlasting Red — técnica que preserva a intensidade da cor assinatura da marca.
Sandália Rosa Z Jewel. Foto: Divulgação
O mule Miss Z Mule Gaagal Sphere combina arte e exuberância em cetim crepe estampado. Sobre a base em laranja magma, strass azuis e meias-esferas aplicadas à mão constroem uma textura tridimensional que equilibra ousadia e refinamento.
O mule Miss Z Mule Gaagal Sphere. Foto: Divulgação
Já o clássico Follies Strass aposta no efeito cintilante absoluto: inteiramente coberto por strass aplicados manualmente, o modelo ganha leveza com a base em malha transparente, que revela sutilmente a silhueta do pé em um jogo delicado entre brilho e pele.
Follies Strass. Foto: Divulgação
Fechando a curadoria, o Queenissima Slingback surge em tecido acetinado com efeito levemente ondulado, enriquecido por cristais estrategicamente aplicados, uma interpretação elegante do glamour contemporâneo.
Nenhuma outra cidade tem o automobilismo tão profundamente enraizado em sua história quanto Monte Carlo. A MINI obteve um enorme sucesso no principado, particularmente em 1965, quando o lendário Mini Cooper S, pilotado por Timo Mäkinen e com o copiloto Paul Easter, conquistou a vitória no Rali de Monte Carlo daquele ano. Na época, o carro foi elogiado por sua tecnologia inovadora, desempenho elegante e agilidade em condições climáticas extremas, características que a MINI conseguiu replicar e modernizar na nova MINI 1965 Victory Edition. Esta nova edição cria um visual elegante e mantém o estiloo típico da MINI, seguindo os princípios estabelecidos pela ilustre história da marca nos ralis.
A edição MINI 1965 Victory Edition está disponível nos modelos MINI John Cooper Works, MINI John Cooper Works Electric e MINI Cooper S.
Foto de: Mini
Exterior: uma combinação perfeita de design vintage e moderno
Em homenagem às cores lendárias do automobilismo da década de 1960, a Victory Edition de 1965 impressiona com a pintura externa em vermelho Chili, acentuada por uma faixa branca que se estende do capô ao teto e à traseira, realçando ainda mais a esportividade do veículo. Como marca registrada exclusiva da edição, um gráfico branco com o número “52” adorna ambos os lados do veículo – uma referência ao número do carro original exibido em 1965.
Foto de: Mini
O discreto adesivo “1965” na coluna C chama a atenção e enfatiza graciosamente o ano histórico da vitória. As rodas de liga leve de 18 polegadas não apenas conferem ao veículo uma aparência dinâmica, mas também garantem desempenho ideal e condução segura em uma ampla variedade de superfícies.
Interior: esportividade e conforto combinados
Ao entrar no veículo, a marcante soleira da porta exibe a inscrição branca “1965” sobre um fundo vermelho e preto, chamando imediatamente a atenção e conferindo ao cockpit um visual exclusivo. Além disso, cada modelo desta edição apresenta uma dedicatória na parte interna da porta, com informações sobre o rali.
Foto de: Mini
O interior é baseado na paleta de cores tradicional JCW e no já conhecido acabamento JCW. Com detalhes em preto e vermelho, essa combinação cria uma harmonia elegante, ao mesmo tempo que proporciona um contraste esportivo com a pintura externa do veículo. Os detalhes específicos desta edição foram cuidadosamente selecionados para criar um efeito geral harmonioso. O raio às 6 horas do volante esportivo e o porta-objetos no centro do console exibem a inscrição “1965”, tornando-se uma referência sutil, porém impactante, à rica tradição da história do automobilismo da MINI. O número de corrida do vitorioso Cooper S de 1965 adorna a chave da edição exclusiva, tornando-a um símbolo diário desse sucesso histórico.
Nova unidade em Campo Grande tem capacidade para processar 2 mil amostras por hora. Foto: Divulgação
A Caixa de Assistência dos Servidores do Estado de Mato Grosso do Sul (Cassems) inaugura nesta terça-feira (3), na Capital, o Núcleo de Processamento de Amostras (NPA) do Lab Cassems.
A nova estrutura, que integra as celebrações de 25 anos da Cassems, permitirá que exames de alta complexidade, como hormonais femininos e imunologia, sejam entregues em apenas 24 horas. Com capacidade para processar até 2.025 exames por hora, o NPA representa um avanço estratégico na jornada do paciente.
É um passo fundamental para garantir que o tratamento comece o quanto antes”, destaca o presidente da Cassems, Ricardo Ayache. Foto: Divulgação
O que segundo o presidente da Cassems, Ricardo Ayache, traz agilidade para o início de tratamentos. “Essa entrega significa segurança e rapidez. Sabemos que a agilidade no diagnóstico impacta diretamente na velocidade da recuperação do beneficiário. É um passo fundamental para garantir que o tratamento comece o quanto antes”, destaca o presidente da Cassems, Ricardo Ayache.
Tecnologia e Exclusividade
O diferencial do novo núcleo é a exclusividade técnica para os beneficiários do plano. O sistema opera de forma semiautomatizada, com rastreabilidade total de cada amostra. Na prática, isso permite que 80% dos exames de bioquímica, imunologia, hematologia e urinálise realizados na Capital sejam liberados no mesmo dia ou em até 24 horas.
O diferencial do novo núcleo é a exclusividade técnica para os beneficiários do plano. Foto: Divulgação
Para o gerente regional do Lab Cassems, Leonardo Assis, a centralização do processamento garante um controle de qualidade superior. “O NPA traz um olhar mais humanizado e exclusivo para o beneficiário do plano. Quando asseguramos o controle total da análise das amostras, garantimos a precisão técnica e o tempo de resposta que a saúde dos nossos beneficiários exige”, pontua.
Sustentabilidade
Além da eficiência clínica, o NPA reforça o compromisso da Cassems com a sustentabilidade, a responsabilidade ambiental e as boas práticas de gestão. Os resíduos químicos e biológicos gerados são encaminhados a empresas especializadas e licenciadas para a coleta e destinação sustentável de resíduos infectantes, em total conformidade com a legislação ambiental vigente.
Assim como os resíduos comuns e recicláveis que serão destinados ao descarte correto.
Além da eficiência clínica, o NPA reforça o compromisso da Cassems com a sustentabilidade, a responsabilidade ambiental e as boas práticas de gestão. Foto: Divulgação
Confira onde tem um Lab Cassems exclusivo para beneficiários do plano:
Em Campo Grande, os beneficiários contam com seis unidades em funcionamento e distribuídas em diferentes regiões da cidade. A unidade localizada no bairro Leblon, por exemplo, atende moradores da região conhecida como “Trevo Imbirussu”, que abrange bairros como Aero Rancho, Coophavila e São Conrado.
Já na área central, há opções na Rua Pedro Celestino, próxima à antiga pedreira, e na Rua da Paz, na região do Belmar Fidalgo.
Em Campo Grande, os beneficiários contam com seis unidades em funcionamento e distribuídas em diferentes regiões da cidade. Foto: Divulgação
No bairro Tiradentes, a unidade Leste fica na Rua José Nogueira Vieira, a rua do Asilo São João Bosco e localizada próxima ao posto de saúde 24 horas do bairro.
Outra alternativa para os moradores de Campo Grande é a unidade localizada no Centro Médico e de Diagnóstico Avançado (CMDA), na Rua Príncipe Ranier, no Royal Park, ao lado do Shopping Campo Grande.
Em Dourados, os exames podem ser realizados em duas unidades: uma na Rua Ponta Porã, na região central, e outra na Rua Oliveira Marques, próxima ao Hospital Cassems.
Já em Três Lagoas, a unidade está situada na Rua Generoso Siqueira, também na região central da cidade.
Feito com quatro principais ingredientes: soja, trigo, água e sal, o shoyu é um molho utilizado na produção de diversos pratos.
O shoyu também é conhecido pelo seu sabor umami – o quinto gosto do paladar humano – capaz de realçar e transformar receitas. Sua cor é um rubi translúcido que realça a aparência dos alimentos e indica um sabor equilibrado. Apesar de ser muito utilizado na culinária asiática, o shoyu é versátil e pode ser usado em diferentes receitas, inclusive até em sobremesas como o picolé.
O resultado é uma sobremesa com um com um sabor contrastante, complexo e delicioso. Para quem tem curiosidade de saborear um sorvete com shoyu, a Kikkoman explica o passo a passo de uma receita de picolé de maracujá, confira:
Picolé de maracujá
Ingredientes
1 xícara (chá) de polpa de maracujá
1 caixinha de leite condensado
1 caixinha de creme de leite
2 colheres (chá) de Shoyu
Folhas de hortelã picadinhas
Picolé de maracujá Foto: Divulgação
Modo de Preparo
No copo do liquidificador adicione o leite condensado, o creme de leite, o Shoyu no maracujá e as folhas de hortelã.
Despeje em forminhas de picolé e leve para o congelador por 20 minutos.
Adicione os palitinhos e deixe congelar.
Sirva a seguir.
Dica: Você pode trocar o maracujá por kiwi, morango ou limão.
Rendimento: 6 porções Tempo de preparo: 10 minutos + 3h de geladeira
O Alentejo, maior região de Portugal, reúne um dos mais impressionantes conjuntos de vestígios pré-históricos da Europa, com círculos de pedras, dólmens e menires que testemunharam os primórdios da sociedade humana. Esses monumentos, mais antigos do que a maioria dos sítios da Europa Ocidental, revelam aspectos fundamentais da evolução das comunidades, como o desenvolvimento da agricultura, das crenças espirituais e da vida em comunicado.
Confira três sítios arqueológicos para incluir no seu roteiro pela região mais autêntica de Portugal:
Cromeleque dos Almendres
Nos arredores da cidade de Évora existem diversos sítios megalíticos, incluindo centenas de menires, dólmens e antigos assentamentos em ruínas, sendo o Cromeleque dos Almendres um dos mais famosos. Disposto em formação circular, o conjunto é composto por 95 monólitos de granito organizados em pequenos agrupamentos. É considerado o maior monumento megalítico conhecido da Península Ibérica e um dos mais antigos do mundo, sua construção remonta ao sexto milênio a.C., cerca de três mil anos antes de Stonehenge.
Cromeleque dos Almendres – Crédito Turismo do Alentejo
Menir da Meada
Localizado em Castelo de Vide, em um vale cercado de sobreiros e azinheiras, o Menir da Meada é considerado o mais alto da Península Ibérica, com mais de quatro metros de altura a partir do solo e mais de sete metros de comprimento. Classificado como Monumento Nacional de Portugal desde 2013, este é o menir mais antigo até agora datado em todo o mundo, erguido entre 4810 e 5010 a.C. quando as primeiras comunidades neolíticas desta região começavam a entalhar e decorar enormes blocos de pedra com forma fálica, e erguê-los em encostas viradas para o nascer do sol – ritual desenvolvido para estimular a fertilidade da terra.
Menir da Meada – crédito Turismo do Alentejo
Gruta do Escoural
A atração preserva importantes registros de arte rupestre do período Paleolítico e pode ter sido utilizada como local de sepultamento. As pinturas retratam cenas de caça e revelam vestígios de ocupação humana que remontam a cerca de 50 mil anos a.C., quando grupos neandertais utilizavam o espaço como abrigo. Posteriormente, durante o período Neolítico, a gruta passou a desempenhar função funerária, acompanhada de um pequeno assentamento nas proximidades.
Incluir esses tesouros históricos em um roteiro pelo Alentejo e descobrir de perto seus fascinantes sítios arqueológicos é uma oportunidade única de viajar no tempo e compreender as origens das civilizações que moldaram a história da humanidade.
Gruta do Escoural – crédito Nelson Carvalheiro
Mais informações sobre pacote de viagens, Jefferson de Almeida Turismo e Eventos. 67 98425 6330
Vamos imaginar que um governo compre a tese de há um fator ambiental predominante do Transtorno do Espectro Autista e queira fazer estudos para avaliar se isto é verdade e quais seriam esses fatores. Para entendermos como isso poderia ser feito é preciso, antes de tudo, compreender como uma pesquisa séria e bem conduzida precisaria ser estruturada.
Investigações dessa natureza não se resolvem em meses, tampouco com uma única equipe ou um laboratório isolado. Exigem décadas de acompanhamento, bilhões de dólares em financiamento, grandes equipes interdisciplinares e uma metodologia de altíssimo rigor.
Por exemplo, para avaliar se a exposição a metais pesados como mercúrio ou chumbo pode influenciar o desenvolvimento de TEA, o desenho ideal envolveria o acompanhamento de milhares de gestantes e seus filhos ao longo de muitos anos.
os diagnósticos de autismo precisariam ser padronizados e realizados por profissionais altamente treinados, garantindo uniformidade nos critérios e nos métodos. Imagem de jcomp no Freepik
Seria necessário medir os níveis dessas substâncias no sangue, na urina, no ambiente em que vivem, desde a gestação até a infância, controlando outras variáveis como genética, alimentação, condições socioeconômicas e acesso à saúde.
Além disso, os diagnósticos de autismo precisariam ser padronizados e realizados por profissionais altamente treinados, garantindo uniformidade nos critérios e nos métodos.
Já se a proposta fosse estudar a influência da alimentação como o consumo de ultraprocessados, deficiências nutricionais ou exposição a aditivos químicos o desafio seria ainda maior. A dieta humana é extremamente variada e mutável, o que exigiria um controle minucioso da alimentação diária de milhares de pessoas por um período prolongado.
Após anos, avaliações diagnósticas homogêneas entre as populações poderiam indicar se houve alguma diferença significativa. Foto: Mikhail Nilov
Além disso, seria necessário combinar esses dados com informações genéticas, ambientais e sociais para que as conclusões fossem realmente válidas.
Outra metodologia, mais rara, mas teoricamente possível, envolveria o uso de políticas públicas como parte da pesquisa: selecionar cidades, por sorteio, para implementar restrições rigorosas ao uso de certos produtos suspeitos (como microplásticos, pesticidas ou aditivos), enquanto outras permaneceriam sem mudanças.
Após anos, avaliações diagnósticas homogêneas entre as populações poderiam indicar se houve alguma diferença significativa. Todos esses exemplos têm algo em comum: são caros, longos e complexos. Não há atalhos.
Diante dessa realidade, soa no mínimo ingênuo o anúncio feito pelo Secretário de Saúde dos EUA, Robert F. Kennedy Jr., de que até setembro serão publicados estudos capazes de apontar quais toxinas seriam as responsáveis pela “epidemia de autismo”. A própria ideia de epidemia, nesse contexto, já carrega um equívoco: esse termo se aplica a doenças infecciosas, não a condições de base genética como o TEA.
O que os melhores estudos científicos mostram até agora é que cerca de 98% da influência no autismo está associada a fatores genéticos. O aumento nos diagnósticos tem sido explicado principalmente pela ampliação dos critérios diagnósticos, pelo maior acesso aos serviços de saúde e pela formação mais qualificada dos profissionais.
O que os melhores estudos científicos mostram até agora é que cerca de 98% da influência no autismo está associada a fatores genéticos. Foto: Gerado por IA, Mimzy por Pixabay
Isso não significa, é claro, que fatores ambientais devam ser descartados. A ciência não trabalha com certezas absolutas e investigar possíveis influências do ambiente é legítimo e necessário. Mas esse tipo de pesquisa, como vimos, leva tempo, muito tempo. E qualquer promessa de respostas rápidas, sem um projeto dessa magnitude, não é ciência é bravata.
Entender as causas do autismo seja pela genética, pelo ambiente ou pela interação entre os dois exige respeitar o tempo da ciência, reconhecer a complexidade dos fatores envolvidos e a necessidade de controles rigorosos e o trabalho conjunto de especialistas de diversas áreas.
Por isso, quando ouvirmos promessas de descobertas miraculosas em poucos meses, é bom lembrar: nove mulheres não geram um bebê em um mês. E nem todos os cientistas do mundo, reunidos, conseguiriam responder uma questão tão complexa quanto essa em tão pouco tempo.
A ciência é lenta. E talvez seja justamente essa lentidão que a torna o caminho mais confiável.
Lucelmo Lacerda é doutor em educação, pesquisador, ativista do TEA e autor de “Crítica à pseudociência em educação especial: Trilhas de uma educação inclusiva baseada em evidências”.
O mercado brasileiro de automóveis de alto padrão vive um novo momento. Em 2026, o segmento premium ganha reforço com a chegada de modelos que unem tecnologia, eletrificação e design sofisticado — sinal claro de que o consumidor brasileiro segue atento às tendências globais.
Entre os destaques confirmados para o país está a nova geração do Audi Q3, que chega renovada, com visual atualizado e pacote tecnológico ampliado. O modelo reforça a estratégia da marca alemã no competitivo segmento de SUVs médios de luxo, um dos mais disputados do mercado nacional.
Audi Q3 durante revelação mundial em Ingolstadt: modelo será montado no Brasil. Foto: Divulgação
Outro nome aguardado é o BMW iX3, SUV 100% elétrico que marca o avanço definitivo da eletrificação no portfólio da montadora no Brasil. Com proposta sustentável e performance refinada, o modelo posiciona a BMW em linha com a transformação energética global.
Outro nome aguardado é o BMW iX3, SUV 100% elétrico que marca o avanço definitivo da eletrificação no portfólio da montadora no Brasil. Foto: BMW
No cenário das marcas asiáticas, a chinesa BYD Atto 8 amplia sua presença no segmento premium com um SUV de sete lugares, motorização híbrida plug-in e foco em tecnologia embarcada. A BYD consolida, assim, sua estratégia de expansão no mercado brasileiro de alto padrão.
A chinesa BYD Atto 8 amplia sua presença no segmento premium com um SUV de sete lugares, motorização híbrida plug-in e foco em tecnologia embarcada. Foto: BYD/Divulgação
O movimento não é isolado. Montadoras tradicionais vêm apostando em versões híbridas e eletrificadas de seus modelos mais sofisticados, acompanhando um consumidor que valoriza inovação, eficiência e status alinhado à sustentabilidade.
Mas o aquecimento do mercado não se limita ao segmento premium. O mercado brasileiro de superluxo automotivo também iniciou 2026 em alta. Mesmo diante de um cenário econômico desafiador, marcas como Ferrari, Lamborghini, Porsche e Rolls-Royce já registram encomendas para modelos que chegam oficialmente ao país ao longo do ano.
A Ferrari Purosangue, primeiro SUV da marca italiana, começou a ser entregue a clientes brasileiros selecionados, com valores que ultrapassam os R$ 7 milhões dependendo da configuração. A lista de espera segue ativa.
A Ferrari Purosangue, primeiro SUV da marca italiana, começou a ser entregue a clientes brasileiros selecionados. Foto: Divulgação/Ferrari
Outro destaque é o Lamborghini Revuelto, híbrido plug-in que substitui o Aventador. Com mais de 1.000 cv combinados, o modelo já tem unidades destinadas ao Brasil — todas vendidas antes mesmo da chegada.
A Porsche 911 Dakar, edição limitada com proposta off-road de luxo, também atrai colecionadores brasileiros. Produção global restrita e alta valorização no mercado secundário tornam o modelo objeto de investimento.
No ultra luxo, a Rolls-Royce Spectre, primeiro elétrico da marca britânica, começa a aparecer nas encomendas nacionais, sinalizando que até o topo do luxo aderiu à eletrificação.
O que chama atenção não é apenas o valor — mas o comportamento. Grande parte dessas unidades é vendida antes do desembarque no Brasil. Compradores não esperam lançamento oficial. Garantem posição na fila.
Mais do que novos carros, os lançamentos revelam uma mudança de perfil: o luxo automotivo no Brasil passa a ser definido não apenas por potência e design, mas por conectividade, inteligência embarcada, consciência ambiental e exclusividade.
Se antes o diferencial estava no motor, agora está na experiência.
E, no topo, exclusividade não se negocia.
… Bom dia! “Se um olhar vale mais que mil palavras, um sorriso vale mais que mil parágrafos”.
… Abraço aos aniversariantes de hoje: Sergio Candia Scaffa, Porcia Amador Costa, Aline Ayoub, Bruno Gonçalves Cardozo, Lu Gonçalves, Moises Ramao Pedra, Filomena Goldas, Márcia Lúcia Aleixo, Luiz Almeida Dos Santos e Ana Claudia Moura. Happy birthday!
… A Louis Vuitton apresentou no domingo (02/03), em Paris, a coleção feminina Outono-Inverno 2026 durante a Semana de Moda. Compradores brasileiros estiveram no front row e já garantiram peças que chegam às boutiques de São Paulo no segundo semestre, reforçando o peso do mercado brasileiro para a maison.
A Louis Vuitton apresentou no domingo (02/03), em Paris, a coleção feminina Outono-Inverno 2026 durante a Semana de Moda. Foto: Bitsmag/Divulgação
… A Cartier realizou na quinta-feira (27/02), no Hotel Rosewood São Paulo, apresentação reservada da coleção de alta joalheria para clientes private. O evento reuniu colecionadores convidados sob agendamento e movimentou cifras milionárias em vendas sob medida.
… Madonna confirmou em entrevista recente que negocia novos projetos audiovisuais para 2026, após o sucesso da Celebration Tour. A artista mantém conversas com plataformas de streaming para documentário inédito.
Madonna confirmou em entrevista recente que negocia novos projetos audiovisuais para 2026, após o sucesso da Celebration Tour. Foto: Internet/Instagram
Silvia Braz, maior comunicadora de luxo do país e referência em moda e lifestyle, marcou presença em mais um circuito internacional durante o mês de fevereiro, acompanhando de perto a temporada de prêt-à-porter de outono/inverno 2026. Com passagens por Burberry, Gucci, Prada, Boss, Dolce & Gabbana e Ferragamo, e participações ao lado da filha, Maria Braz, Silvia evidencia como diferentes gerações podem interpretar, sob perspectivas próprias, os códigos de uma mesma maison.
“É uma honra estar presente nas semanas internacionais e prestigiar de perto marcas que sempre fizeram parte da minha trajetória. Poder viver esse momento ao lado da Maria torna tudo ainda mais especial. É como construir uma ponte entre legado e renovação, mostrando que o luxo se transforma, mas mantém sua essência”, comenta.
Ao longo da agenda, ela apostou em produções alinhadas ao core de cada marca, traduzindo tradição e modernidade em escolhas que equilibram elegância atemporal e leitura contemporânea.
Burberry
Entre os destaques, Silvia esteve no tradicional desfile de encerramento da Burberry durante a London Fashion Week, realizado no dia 23 de fevereiro. Em um ano simbólico, no qual a maison celebra 170 anos de história, ela e Maria foram as únicas brasileiras presentes, convidadas pela segunda temporada consecutiva. A escolha que reforça a força de uma narrativa que atravessa gerações.
Silvia esteve no tradicional desfile de encerramento da Burberry durante a London Fashion Week, realizado no dia 23 de fevereiro. Foto: Divulgação
Para a ocasião, investiu no clássico trench coat em modelagem atualizada, em sintonia com o movimento de resgate dos códigos históricos da casa britânica sob perspectiva contemporânea. A maquiagem leve e os cabelos soltos complementaram a proposta com sofisticação e frescor, reafirmando sua leitura moderna da estética inglesa.
Prada
Entre os momentos mais aguardados da temporada italiana, marcou presença no desfile da Prada. Para a apresentação, apostou em alfaiataria desconstruída, combinando blazer preto alongado de modelagem ampla sobre top minimalista e saia midi em camadas, mesclando estrutura e transparência. A produção foi complementada por bolsa preta estruturada e scarpins vermelhos de salto baixo, ponto de cor que adicionou personalidade ao conjunto.
Entre os momentos mais aguardados da temporada italiana, marcou presença no desfile da Prada. Foto: Divulgação
Gucci
Silvia Braz também acompanhou o prestigiado desfile da Gucci, reforçando sua relação consistente com a maison e atuação estratégica no calendário internacional.
Para a apresentação, escolheu um conjunto em veludo vinho, com camisa de botões e calça de modelagem ampla, ambas com padronagem monogramada, evidenciando a identidade clássica da grife sob leitura atual. A composição foi arrematada com bolsa estruturada preta de alça curta em bambu, sapatos de acabamento polido e óculos oversized, resultando em uma imagem sofisticada e marcante.
Silvia Braz também acompanhou o prestigiado desfile da Gucci. Foto: Divulgação
Ferragamo
Na apresentação da Ferragamo, a escolha teve significado especial dentro da temporada: optou justamente pela produção que abriu o desfile Spring/Summer 2026 da marca, sob direção criativa de Maximilian Davis. O gesto evidencia proximidade com a maison e atenção aos momentos-chave da narrativa construída em passarela.
Foto: Divulgação
Boss
Ao lado da filha, também marcou presença na Boss. Para a ocasião, mãe e filha elegeram a alfaiataria, um dos pilares mais emblemáticos da marca. Em tons de cinza, combinou colete xadrez e sobretudo a uma camisa branca, sobreposta por blusa de gola alta estampada, utilizada como detalhe estratégico na composição. “São roupas das décadas de 80 e 90 que estão nos arquivos da marca e eles gostariam que eu usasse no desfile”, comentou em suas redes, destacando o diálogo entre acervo e atualidade.
Foto: Divulgação
Dolce & Gabbana
Encerrando a temporada com presença dupla, ela e Maria estiveram no desfile da Dolce & Gabbana, reforçando o movimento das maisons de apostar no convite conjunto de diferentes gerações para apresentar suas coleções. Para a ocasião, investiu em conjunto azul bordado, alinhado à tradição artesanal e à opulência característica da casa italiana.
Créditos: Izac Fedotti
ETRO
Na semana italiana, também acompanhou o desfile da ETRO. Em sintonia com o espírito vibrante da marca, optou por vestido longo de alças finas, totalmente estampado, com cores intensas e babados fluidos, composição que respeita o DNA da grife sem abrir mão de sua assinatura pessoal.
Foto: Divulgação
Brunello Cucinelli
Ainda em Milão, esteve na apresentação da Brunello Cucinelli, ampliando sua agenda e acompanhando propostas que transitam entre o maximalismo e a sofisticação minimalista característica da maison. Além de consolidar sua presença nas principais capitais da moda, Silvia Braz reafirma seu papel como interlocutora entre tradição e renovação no universo do luxo, transitando com naturalidade entre o legado das grandes casas e as novas leituras que moldam o futuro da indústria.
Recentemente estive com um grande amigo, Robert John van Dijk, financista com vasta carreira no mercado financeiro. O tema que dominou o encontro foi a responsabilidade do empreendedor. Isso me fez lembrar o que tenho construído em Canela, na Serra Gaúcha.
Com outros empreendedores, adquiri o Hotel Laje de Pedra em junho de 2020. Um ativo degradado, mas com passado glorioso: abrigou presidentes do Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai, que formalizaram no hotel os primórdios do Mercosul. Também foi palco de festivais importantes e contou com hóspedes como Vinicius, Tom Jobim e Elis Regina.
A responsabilidade de carregar esse histórico nos impunha tratar a comunidade como um cliente relevante. Realizamos um leilão de obras de arte para apoiar o Hospital de Canela. Afinal, chegamos em meio à pandemia: nada mais importante do que ajudar a saúde pública.
Empreendedorismo Foto: Pexels por Pixabay
Para o presídio local, doamos camas e colchões para os agentes. Ajudamos a montar um criadouro de peixes para os presidiários trabalharem e se alimentarem.
Visitamos as escolas municipais, onde foi importante ouvir a necessidade de cada merendeira. As sete escolas da cidade receberam itens como panelas e escumadeiras. Melhoramos não só o dia a dia das merendeiras, mas também a vida dos alunos da região.
O Judiciário tentava criar um local de acolhimento às mulheres vítimas de violência doméstica. A Prefeitura havia doado uma casa, mas faltava a mobília. Completamos o espaço com móveis, decoração e eletrodomésticos. Nada mais recompensador do que ver a alegria nos olhos das pessoas que idealizaram a iniciativa vendo um sonho sendo realizado.
O Judiciário tentava criar um local de acolhimento às mulheres vítimas de violência doméstica. Foto: Pexels
Com apoio dos Bombeiros, da Brigada Militar e da Civil, realizamos uma ação de grande impacto. 180 famílias que viviam abaixo da linha de pobreza receberam kits com cama, mesa, cadeiras e itens de cozinha.
Mas a responsabilidade não se limita à doação. Envolvemo-nos na transformação do aeródromo de Canela em aeroporto regional. Anualmente, 2 milhões de pessoas pousam em Porto Alegre para ir à Serra Gaúcha. Por que a região não pode receber os visitantes, atraindo mais turistas com alto poder aquisitivo?
Estamos construindo em Canela o Kempinski Laje de Pedra, referência mundial em sofisticação. Além de garantir o melhor para proprietários, colaboradores e futuros hóspedes, praticamos o capitalismo responsável: ajudamos a melhorar a vida das pessoas que estão ao nosso redor.